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A quem interessa a derrapagem?

A derrapagem é o ato de derrapar, segundo dicionaristas portugueses e brasileiros. Significa que há um “escorregamento ou deslize”. Nesses, há riscos, inclusive de morte, dependo da situação. Mas, quando se diz que o presidente de uma Nação Democrática derrapa, a quem interessa a derrapagem? A indagação é consequente do Editorial, de um Grande Jornal, publicado nesta quinta-feira (19) de janeiro. Em meio a chuva e sol, aqui, ali e acolá, passaram-se 18 dias, desde o início do atual governo da República Federativa do Brasil. Antes mesmo do início da gestão oficial, notadamente na Economia, emergiam questões sobre essa área, uma das mais sensíveis de um governo. A maioria das questões, nesse cenário econômico emaranhado, fazem sentido. Primeiro pelo questionamento normal e pertinente à possibilidade de nova onda de corrupção e “seus sequazes”. Adiciona-se, àquele, noutra indagação, a confiança no conhecimento e competência dos gestores. E por aí vai… No entanto, não é propósito dessa postagem, uma formulação de ideias. Nada de indicar caminhos, propor hipóteses sobre a gestão governamental, ou coisa parecida. A pretensão é levar, ao leitor, o conteúdo do mencionado Editorial. Ei-lo, ipsis verbis: “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou sua primeira entrevista após a posse para criticar o sistema de inteligência do governo, incapaz de deter a barbárie do 8 de janeiro, e pedir a punição dos responsáveis. É também o desejo da maioria da população brasileira. Infelizmente, Lula deixou transparecer na entrevista à GloboNews sua visão turva sobre temas cruciais para a economia. Não custa lembrar: o fracasso econômico de seu governo teria como efeito nefasto a realimentação da descrença na democracia e do golpismo. Questionado se acredita haver antagonismo entre as responsabilidades fiscal e social, Lula respondeu que sim, em razão da “ganância” dos mais ricos, resposta extraída do manual do populismo de esquerda. Os fatos: um governo que gasta mais do que arrecada aumenta a dívida pública; quanto maior ela fica, maior a percepção de risco e mais altos os juros pagos para atrair compradores de títulos da União; quanto mais se gasta com isso, menos dinheiro sobra para programas sociais. Em vez de aceitar a realidade, Lula insiste em insinuar que quem é a favor do controle de gastos é contra o combate à fome, à pobreza ou à desigualdade — visão sem cabimento. Repetiu que ninguém pode cobrar dele responsabilidade fiscal porque ele foi responsável quando esteve no poder. Obviamente, o mais importante não é o que fez, mas o que fará. E, até agora, o controle das contas públicas, hoje sujeitas a um déficit estrutural da ordem de 2% do PIB, continua restrito às promessas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Sem o compromisso de Lula, será difícil transformá-las em realidade, tantas as demandas por recursos do governo. Ainda que na cabeça de Lula a confusão possa fazer sentido político, o discurso ambíguo atrapalha o país, pois tem reflexo nos indicadores econômicos. Isso ficou claro noutra declaração infeliz na entrevista à jornalista Natuza Nery. Lula atacou a autonomia do Banco Central (BC) como desnecessária. Afirmou que, em seus primeiros governos, o então presidente do BC, Henrique Meirelles, tinha mais independência que o atual, Roberto Campos Neto. Não é verdade. Campos Neto não pode ser demitido por Lula, por isso tem mais liberdade. Lula chegou a dizer que, se a autonomia do BC fosse boa, a inflação não estaria tão alta — um disparate que não leva em conta a conjuntura doméstica, a mundial e as incertezas trazidas pela incúria fiscal. Para piorar, Lula também atacou a meta de inflação para este ano: 3,25%. O novo governo tem todo o direito de discutir as metas, mas na instância adequada e no momento certo. Ao fazer a crítica numa entrevista, Lula sabota o trabalho do BC, empenhado em ancorar a expectativas de inflação futura de consumidores, empresários e investidores. Em vez de ajudar a derrubar os juros e a elevar a perspectiva de crescimento (desejo de Lula e do Brasil), a declaração tem o efeito contrário. Os avanços na área social nos dois primeiros mandatos de Lula são incontestáveis. O atual papel do presidente na defesa da democracia tem sido e continuará sendo primordial. Na área econômica, infelizmente, o quadro é mais incerto. O mundo mudou desde que Lula passou a faixa a Dilma Rousseff. O PIB não voltará a crescer como antes, quando havia crédito abundante e o cenário externo era favorável. Cada demonstração de amadorismo de Lula na economia cobrará seu preço. Também na política. À lembrança, vêm os termos do Trânsito Brasileiro: pedaladas (lembrando o veículo pessoal, no tráfego) e a derrapagem ou aquaplanagem (a que estão sujeitos os demais veículos). Inda mais, nesses tempos chuvosos.

 A FÉ QUE MOVE MONTANHAS

Marcílio Fernandes Catarino*  Os momentos de desafiadoras turbulências e conflitos por que passa a humanidade, de modo especial a Nação Brasileira, nos remetem aos proféticos registros contidos no “Livro das Revelações” – o último selecionado no Cânon Bíblico – escrito pelo apóstolo João, quando exilado na ilha de Patmos/Mar Egeu, sob inspiração do Mestre dos Mestres Jesus.  Na visão de vários estudiosos espiritualistas, médiuns e canalizadores de diversificadas correntes, cujos textos e mensagens circulam nas redes sociais, além de inúmeros livros divulgados, nos trazem informações de que, na verdade, estamos vivendo momentos apocalípticos, de âmbito planetário, a que estão denominando de Transição Planetária (também entendida como Ascenção Planetária), que sinalizam o final de mais um ciclo deste nosso amado berço cósmico.  Uma verdadeira Guerra Espiritual, que se desencadeia nos campos extra físico e físico, em que todas as ações se conduzem mediante um Plano Divino e sob a tutela das Inteligências Siderais e regência do Inolvidável Rabi Nazareno.  Em meio a esse torvelinho de acontecimentos, surge o Brasil como o “olho do furacão”. Momentos sensíveis e desafiadores que estamos vivenciando, não se tratando, portanto, de uma guerra entre humanos, mas de um grande conflito espiritual de extensão galáctica entre o Bem e o Mal, a Luz e as Trevas, para a “separação do joio do trigo” e definição daqueles que irão herdar o Novo Planeta Terra que está por surgir.  Episódio profetizado há milênios, conforme podemos constatar em Efésios 6:12:  “…porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”.  Infelizmente, muitos estão perdendo a fé, mergulhados no pessimismo que espalham ao seu redor, escudados em observações e análises periféricas, incapazes de perceberem as profundas transformações por que vem passando o nosso planeta. Assim enceguecidos, não conseguem refletir com a própria cabeça, deixando-se manipular pelo que grande parte da mídia divulga (nacional e internacional), cooptada e inteiramente comprometida com os interesses escusos dos servidores das Sombras.  Sem se aperceberem do terrível mal que estão causando à coletividade, buscam as redes sociais para a disseminação de mensagens de desalento, descrédito, não raro de revolta, disseminando o ódio e emitindo julgamentos superficiais acerca do que vem acontecendo na nossa Pátria Mãe Brasil. Manifestações que não contribuem com absolutamente nada, exceto para com a implantação do medo, da dúvida e da cizânia, e o que é pior, contaminando gravemente a FÉ e a ESPERANÇA no coração daqueles que, apesar de tudo, ainda as mantém vivas.  Mensagens em que se aponta o dedo em todas as direções à busca de culpados, sem o devido conhecimento de causa e senso de justiça, incapazes de se olharem no espelho.  Conforme exposto acima, tudo se desenrola segundo um Plano Divino e não de acordo com os nossos interesses, os nossos anseios e o nosso tempo, sob o comando absoluto do Divino Mestre Jesus. Nenhuma força humana poderá impedir o que vem por aí, que marcará a transição do nosso belo Planeta Terra para dimensões mais ditosas e felizes.  O momento é de manter e fortalecer a FÉ, acreditando na vitória do Plano Divino, o que certamente se dará, não com fuzis e canhões, mas com o avanço da Luz. Como ressaltou o espírito Joana de Ângelis, em mensagem contida no livro Convites da Vida, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco – Cap. 33:  “Sombras não se modificam com sombras. O pântano não renascerá drenado com a condenação da lama.”  Mister se faz acreditar no Plano Divino, conforme nos exortam as mensagens espiritualistas, na certeza de que o timoneiro desta nau chamada Planeta Terra é o Divino Instrutor. Pregar a FÉ nos momentos de bonanças é muito fácil; difícil é cultuá-la e mantê-la nas adversidades, nos momentos de dor e sofrimento, quando tudo parece perdido.  Essa é a FÉ que move montanhas.  Jan/2023.  Coronel Veterano/PMMG – Aspirante 1970 

As capivaras do governo do turno

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Perspectivas de basta na corrupção? Na sua coluna deste sábado (7), Carlos Alberto Sardemberg evidencia as capivaras do governo do turno. Mostra uma inovadora ideia de a Advocacia Geral da União caçar agentes de Fake News. Criou-se, então, para tal mister, a Procuradoria Nacional da Defesa da Democracia. Além de cheiro forte de censura e agressão à democracia, ao invés disso, a AGU deveria preocupar-se com os “processos do petrolão. Não, isso não acabou, embora o STF tenha anulado a Lava-Jato alegando vícios formais nos processos” enfatizou o jornalista. Há muito o que fazer, à AGU. Na continuidade da defesa da União, urge esforçar-se no refazimento do rombo de seus cofres público. Este é conhecido, ao redor do mundo, como uma das maiores corrupções conhecidas pela humanidade. Nesse caso, os governos, de 2001 a 2018, têm muito a explicar, no seu turno, ou fora dele. No entanto, uniram-se, numa sórdida coligação. Obtiveram patrocínio de magistrados apaniguados e inescrupulosos. Agora, posam-se de pessoas santas e estão na caça da “capivara do governo Bolsonaro”, escreveu Sardemberg. Até parece que não fazem isso desde o 1º de janeiro de 2019. Na continuidade, o jornalista elenca o rol de capivaras do governo do turno. As capivaras do governo do turno Carlos Alberto lista as capivaras do governo do turno, após a 1ª semana de atividades. Há “o caso da ministra do Turismo e suas ligações com milicianos (…) o ministro da Integração, (…) condenado pelo STJ, ainda em 2019, a seis anos e nove meses, em regime aberto, pelo (…) desvio de dinheiro de consignados. (…) entrou com habeas corpus no STF (…). Indagou-se, então, por que “nomear pessoas que têm condenação por mau uso de recursos públicos?” Como é, também, o caso do “ministro do Trabalho” que “tem uma condenação recente por nepotismo no Tribunal de Justiça de São Paulo.” Ainda, asseverou o jornalista Sardemberg, “há outras capivaras a levantar. E seria interessante saber se o governo Lula pretende manter os esforços para recuperar dinheiro da corrupção.” E conclui: “Se bem que se a gente começar a procurar mais capivaras…” A caça das capivaras começou há tempos. A existência delas, e sua ações perigosas, foi alertada, há cinco anos, conforme publicação deste PontoPM, em 2017. Será que vai continuar? Isso provocará uma dança de ministros e nomeação de outros. Serão os protagonistas da  cantiga popular “Trampando juntos Unidos e misturados”! Fontes: O Globo.

Só a união de todos derrotará a pior crise de nossa história

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Se as Forças Armadas não intervierem com rapidez, o país irá mergulhar num clima de violência comparável ao observado na Venezuela. Até quando os generais irão ignorar os apelos da maioria do povo brasileiro? Que democracia é essa? O embaixador argentino no Brasil, Daniel Scioli, encontrou-se com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para discutirem a respeito de “uma moeda comum para o Mercosul”. A Argentina está com uma inflação de 100% ao ano, sua produção industrial está caindo de forma assustadora e quem ainda dispõe do mínimo de condições está abandonando o país. O Brasil já abriga milhares de argentinos exilados. O foco dos comunistas sul-americanos é a criação da URSAL – União das Repúblicas Socialistas da América Latina. A moeda comum que se deseja englobaria, inicialmente, Argentina, Venezuela, Paraguai, Uruguai, Equador, Peru e Colômbia. Sem contar a Venezuela, que hoje vive praticamente do tráfico internacional de drogas, os demais países, dominados por esquerdistas, atravessam crises insanáveis com suas populações morrendo à míngua. Eles quase nada produzem. O Brasil vai pagar a conta? Todos sabemos que as últimas eleições foram roubadas. Basta fazer levantamento de idas e vindas de ministros do STF, ao Congresso Nacional, chantageando e impedindo a indicação de parlamentares favoráveis ao voto impresso. O ministro conhecido como “Boca de Veludo” chegou a dizer, diante de câmeras, que “eleição não se ganha, eleição se toma”. O STF, hoje a instituição mais desmoralizada da República, foi buscar notório ladrão, condenado em três instâncias, colocando-o à força na Presidência. Comenta-se que há, inclusive, início de rebelião nas Forças Armadas, onde coronéis e subalternos estariam tomando iniciativa, associando-se à população para depor a quadrilha que vai se enraizando no poder. É caso a confirmar, diante de incontáveis narrativas. O fato é que não existe, ainda, tomada de posição das Forças Armadas (isso é visível), que têm ficado em cima do muro. Os generais melancias existem, mas ainda não em número suficiente que permita virar o jogo. Que fazer? Se o povo brasileiro não esmorecer, se continuar a manifestar seu repúdio, é possível que, em determinado momento, os militares finalmente despertem para o risco que eles próprios estão correndo. O Nove Dedos quer acabar com as FFAA e criar uma Força Nacional como existe na Venezuela. Seria o fim da democracia brasileira. As FFAA são o povo armado e deve obedecer à população do país, atuar como poder moderador, impedir o desmonte que se pretende implantar. Nas eleições passadas, Bolsonaro teve mais de 65% dos votos, o TSE negou-se a entregar o código fonte, toda a eleição foi roubada e, agora, tornou-se indispensável a realização de novo pleito. Todas as normas foram violadas, toda a legislação foi posta no lixo, ganhou-se a Presidência na intimidação e no grito. O que a quadrilha do ladrão de nove dedos está fazendo é simplesmente impensável! Se os bandidos que dominaram a cúpula do Judiciário continuarem a agir livremente, a desordem irá ser instaurada. Estamos vendo isso em países como Venezuela e Argentina. Os seus governos querem, agora, que os brasileiros paguem a conta. Instituir moeda única irá destruir a economia brasileira, a poupança familiar, os recursos que ainda existem nos bancos, acabando com a prosperidade. As medidas que o Lulaladrão tem tomado apontam para a total destruição. É preciso que a população vá às ruas e se manifeste. É necessário, se possível, paralisar todo o Brasil numa greve geral, antes que as forças sejam exauridas. Vejam bem: as FFAA são a única instituição que irá determinar quem vencerá: se o comunismo ou se a família, os valores éticos e morais, além da ordeira organização social. Não se deve atacar as Forças Armadas. Elas são o último bastião da pátria. Está bem claro que elas estão hesitantes, talvez divididas. A união do povo é que irá oferecer o caminho e a saída. Vamos nos unir e lutar para a derrubada dos criminosos que se enraizaram no poder, desde o Judiciário. Tenhamos fé que a vitória será nossa!

MINHA ANTEVÉSPERA DE 2023.

Muitas coisas em minha vida só passaram a ter sentido quando tive a oportunidade de sair das páginas dos livros e realmente viver a História, seus lugares, suas personagens, seus nomes, seus povos e, sobretudo, suas ideias. Não que os livros fossem incapazes de transmitir a ideia do que se apresentava a mim como o conjunto de informações de uma civilização, particularmente aquela afeta à minha origem, que é a História de Portugal. Acumulei e continuo a acumular grande potencial de conhecimento por meio dos livros e, de forma exponencial, tenho expandido este conhecimento pelos sentidos relativos à visão e à audição, pois, lendo e ouvindo, vejo, percebo, entendo e, por fim, compreendo que tudo quanto se produz é fruto de um diálogo muito bem-estruturado entre o passado e o presente, habilmente descrito pelos argumentos daqueles que se propõem ao diálogo. Sabedor de que o momento histórico é fruto da capacidade de transformação das ideias e da correta compreensão delas, sei também que o acúmulo de imagens é resultado das interações sinápticas em nosso cérebro, cujo sucesso na interpretação dos fatos, atos ou eventos decorre da habilidade e manifestação da verdade, principalmente quando se juntam saberes, ofícios, prazeres e compromisso com valores e virtudes. Creio que muitos, e agora todos, sabem que minha origem como ser é a Cidade de Bom Despacho, no Estado de Minas Gerais, Brasil, e minha origem como família é a Cidade de Braga, em Portugal, onde fixei residência por quase sete anos. Braga, como origem de família, é um toponímico do qual provêm vários outros patronímicos e toponímicos existentes em Bom Despacho, dentre eles podemos citar: Rodrigues, Oliveira, Fidélis, Silva, Couto, Coutinho, Gontijo, Sousa e Rates. Nesta viagem na qual se aglutinam informações e imagens, percebo e compreendo aquilo que me é possível entender e, de forma responsável, busco complementar o entendimento que leva à compreensão, por meio do diálogo com mentes capazes não só de me obrigar ao questionamento, mas, sobretudo, ao dobramento perante o conjunto de elementos probatórios e configurativos de minhas indagações. Na Cidade de Bom Despacho, minha essência de ser, curvo-me perante o Espaço Camões, não apenas pelo conteúdo que nele se construiu, mas, e principalmente, por seu preceptor e não menos mecenas que gentilmente se dispõe a dialogar, sorrir, contemplar e rememorar sobre a Cultura e a História do Povo Lusitano. Seu idealizador e gestor é Profissional circunspecto a seu estilo de vida, comprometido com a única verdade existente e avesso à retórica desconstrutiva dos valores e das virtudes. Ler e, muitas vezes, encontrar posições antagônicas é algo normal em nossa vida, mas, quando se trata da História, principalmente daquela em que se busca a compreensão de um nome, reservo-me o direito e obrigação de, ao menos, minimizar o potencial ofensivo de um erro e, quando isso acontece, socorro-me do preceptor do Espaço Camões, que, na figura do Professor João Bosco de Castro, Militar, Historiador e Profícuo Entendedor da Língua de Camões e da produção literária deste, tenho a certeza de encontrar aquilo para o qual me preparei: culturalmente viver minha antevéspera de 2023. Fiz isso com a sensata revisão elaborada pelo preceptor do Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes – ECOSLA.

Sonhar com o Jogo de Xadrez

Na última noite sonhei que aprendia o Jogo de Xadrez. Encontrava-me assentado, numa sala iluminada, a pouca luz, maior que 70 m2 e menor que 100 m2. Vi uma pessoa assentada, no lado oposto ao meu. Usava uma roupa azul real. Era uma roupa de passeio…. Não via o seu rosto, apenas ouvia sua voz. Disse-me, então: – Você sabe jogar xadrez?! Ah! Claro que sim, mas vou avivar sua memória… Tentei visualizar o rosto daquela voz, debalde. Pela tonalidade da voz, tranquila e bem articulada, parecia ser de homem, ou, quem sabe, de alguma locutora ou cantora de voz um pouco mais grave. Em seguida, falou-me, sobre qual é: A Ambiência do Jogo de Xadrez? No Jogo de Xadrez, o embate enxadrístico, ocorre num espaço, delimitado por quatro linhas, semelhante ao que você vê. A iluminação vinda de baixo, mostrou-me um enxadrezado de cores (claras e escuras) intercaladas. É denominado tabuleiro e contém 64 quadrados de medidas semelhantes. São 32 quadrados, na cor clara, e, outros 32, na cor escura. Na ambiência enxadrística, assim como estamos, dois enxadristas se confrontam, por vez, em meio a um regramento claro e específico. Cada um com 16 peças (nas cores clara e escura). São denominadas de peões (8), torres (2), cavalos (2), bispos (2), mais uma rainha e um rei. Nas quatro linhas do tabuleiro, há os deslocamentos distintos e limitados das respectivas peças. Os peões são movidos para frente, rumo aos espaços ocupados pelos oponentes. Ocupam, respectivamente, um quadrado por vez. Exceto no movimento inicial da partida, ou para capturar uma peça oponente. No movimento das demais peças, há mais flexibilidade e liberdade. Seja para capturar uma peça oponente, ou para ocupar os quadrados desocupados. Rumam-se, sempre, ou não, na direção do reinado oponente, dependendo da ocasião. As torres são movimentadas de forma similar, à frente ou aos lados. Os cavalos são movimentados, nas diversas direções, em forma de “L invertido”. O movimento inicia no quadrado ocupado pela peça. Depois, contam-se mais dois quadrados, à frente, e termina naquele desocupado, à direita ou à esquerda. Os cavalos são as únicas peças que podem “saltar” os quadrados ocupados por outras. De igual modo, nas quatros linhas do tabuleiro, há a movimentação dos bispos. Ocorrem à frente ou para atrás, sempre na diagonal, e capturam outra peça que estiver na direção do movimento indicado. A rainha tem mais liberdade e grande capacidade de capturar outras peças. Seus movimentos sãos ilimitados, em qualquer direção, nos limites do tabuleiro. No entanto, os movimentos do rei, nas quatros linhas de Jogo de Xadrez, têm limites. Tal qual o peão, desloca-se de quadrado a quadrado por vez.  A vantagem do rei sobre o peão é a de deslocar-se a qualquer direção. Esse, não capturado, após alcançar a última linha do tabuleiro, será trocado por outra peça capturada, inclusive a rainha, retornando-a à defesa de seu reino. Após tal descrição, disse-me a pessoa, com a tonalidade bastante animada: – Então, vamos lá?! Antes de minha resposta, perguntou-me:  Você sabe o que é Ambiência de Governança de um País? Explicou-me que, num país livre e democrático, há governança saudável. Isso ocorre quando há regramento, claro e específico, inserido na Norma Maior. Se é cumprida, conforme estrita descrição, considera, com igualdade, todas as pessoas, suas respectivas relações, pessoais e sociais, concede todos os direitos que lhes são devidos e exigem de todos o cumprimento dos deveres estabelecidos. Ato contínuo, ouvi uma música, orquestrada, no ritmo de bossa nova fossa! Vi, também, ordenada movimentação de pessoas. Cada uma delas ocupou um dos 32 quadrados, pintados no chão daquela sala. Dezesseis vestiam roupas na cor de “limão-siciliano”. Era “limão-galego” verde, a cor da roupa das outras dezesseis pessoas. De repente, ligeira “queda de energia”! Com a nova iluminação, percebi que a sala ficou arredondada! O novo tabuleiro era circular. Pisquei várias vezes… Confirmadíssimo! – Sim, o Tabuleiro é Circular, vamos jogar? Disse meu oponente naquele Jogo de Xadrez. E agora, pensei com os meus botões!? Vi, ainda, que cada uma das pessoas tinha, em suas mãos, um Livro de capa azul oceano. Tentei ler o título, debalde! Enxerguei apenas o dístico “Nov”! Então, ouvi os esclarecimentos novos! As pessoas serão nossas peças do jogo.  Os peões são o Povo. Os cavalos, bispos e torres constituem os Poderes da República. O rei e rainha são a Governança entre eles. Os poderes asseguram as Leis, as Forças de proteção e a Justiça. Se há Lei e Ordem, então, a Interlocução reinou, entre todos. Se, aquelas são observadas, então, os Poderes se respeitam, cada um faz e sabe o que deve ser feito. Se assim é, a Governança é saudável! Há ética, moral, espírito público legítimos e singulares. Ouvi, mais uma vez, a voz dizer: – Vamos começar o Jogo? Olhei, outra vez, aquelas Pessoas e aos Livros, em suas mãos. Pensei e pensei e pensei. Então respondi: –  Melhor não! Vou acordar… O sonho acabou … não acabou(?)! Em 2023, vou jogar mais Xadrez Circular! Feliz 2023! Crédito das imagens e dicas: SILVA, Marcos Henrique de Paula Dias da. O curioso xadrez circular. In: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Zero – Blog de Ciência da Unicamp. Volume 5. Ed. 1. 1º semestre de 2021. Campinas, 09 maio 2021. Disponível https://www.blogs.unicamp.br/zero/2915/. Acesso em: <data-de-hoje>.

Quo Vadis – o caminhante.

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O que faz a diferença para um bom entendedor é a capacidade de não se deixar influenciar pelo ambiente externo, de não sofrer a ação da comoção na análise do que se apresenta como uma verdade. Sucumbir ao desejo desenfreado de tentar antecipar uma resposta, quando na verdade a própria pergunta já se apresenta como um argumento de resposta, não nos obriga à formação ou a apresentação de um juízo de valor particular a nós, mas sim os necessários a quem nos provoca. Despir-se da obrigação de formar uma opinião e de a apresentar como forma de inserção dentro de um grupo ou de uma sociedade é tudo quanto um previdente deve ter como princípio e convicção no trato de uma informação. Manter-se no caminho e seguir as suas convicções com a certeza de que o futuro é um conjunto de impressões forjadas num passado onde o acúmulo e a compatibilidade das informações permitiram construir um conhecimento mais propício ao entendimento do mundo em que vivemos. Caminhar como a figura do deus Janus, com uma face voltada para o passado e com a outra a descortinar os saberes que se apresentam à nossa frente e a partir de uma nova seara que exige de nós a correta interpretação daquilo que os nossos olhos percebem no ambiente e que validados pela nossa audição nos permitem o entendimento mais próximo da verdade insofismável. O caminhante não refuta o caminho e nem se desvia dele, ao contrário, tenta compreender a sua jornada e encontrar nela a essência da sua própria existência. Não a faz simplesmente pela consecução de um objetivo e sim porque sendo parte do caminho, através das próprias marcas no solo, não deixa apenas o seu rastro, mas o conjunto de análises criteriosas dos percalços e das mais favoráveis atitudes a adotar. Em suma mantenha-se no caminho.

Komemora Festa Natal No Tinan Foun, PNTL Sei Halo Operasaun LILIN

Dili, Atu festeja loron bo’ot Natal 2022 no Tinan Foun 2023, Komandu Polísia Nasional Timor-Leste (PNTL) sei halo Operasaun LILIN iha teritoriu Timor laran tomak hodi garante seguransa ba ema hotu. Porta Voz Komandu PNTL Superintendente Xefe Arnaldo Araújo liu husi konferensia imprensa kuarta-feira (14/12) ne’e hateten atu sidadaun hotu bele komemora Festa Natal no Tinan Foun ho hakmatek maka Komandu PNTL hasai ona Ordem Diretiva Operacional ba Komandu PNTL munisipiu 14 hodi implementa. “Situasaun jerál iha Teritoriu Timor laran hahu’u husi: Terestre, Maritima no Aero situasaun lao kontroladu no ba Komunidade hotu iha Loron bo’ot Natal no Tinan Foun, PNTL sei garante seguransa iha tempu ida ne’e, husu ba parte hotu atu koopera ho Autoridade seguransa”, tenik Porta Voz Komandu PNTL ne’e. Superintendente Xefe apela ba públiku atu labele naran sunu Fugetes/ Painson, maibé autoriza deit sunu iha tempu Natal no Tinan Foun. Husu mós atu labele sunu Fugetes iha edifisiu bo’ot sira nia oin no mós iha merkadoria, hanesan mós iha fatin sira komersiu nian tanba aktu sira ne’e bele fó impaktu ba ema nia hakmatek. “Informa ba públiku, iha loron Bo’ot (Natal & Tinan Foun) antes atu viajem ba munisipiu, husu atu halo aproximasaun/kontaktu ho Autoridade Munisipiu sira, hodi hatene informasaun ou situasaun KLIMA (tamba agora iha tempo Udan no Rai Monu) hodi bele evita mosu sidente ne’ebe maka ita hotu la espera”, hatutan Superintendente Xefe ne’e. Xefe Gabinete Relasaun Internasional PNTL ne’e apela mós ba funsionariu públiku sira hotu atu labele utiliza transport State nian iha tempu Natal no Tinan Foun. Sirkulasaun transporte Estado nian só bele halo wainhira iha Karta Guia de Marsa ka Ordem Servisu ruma, tanba sei iha ekipa konjunta ida maka sei halo aktividade pasa revista ka Operasaun iha tempu feriadu nia laran. Asidente Fulan Dezembru Hahu’u husi loron 01 fulan Dezembru tinan 2022 to’o loron 05, Komandu PNTL rezista sidente hirak ne’ebe maka akontese iha teritoriu nasional maka hanesan: Kanek kma’an= 33, Kanek Todan= 8, Mate= 5, Prosesu ba Tribunal= 4 no Sei iha Prosesu hela= 9; Fatór Asidente maka kondisaun Dalan, Veíkulu no ema.    Media PNTL. Fonte: Polícia Nacional do Timor Leste.

Abrir os olhos e perceber a alegria da vida.

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Com os olhos vejo a beleza da vida e num aprendizado constante enxergo a luz que se irradia das pessoas que fazem a diferença em nossas vidas. Abrir o olhos e perceber a alegria da vida são exemplos que nos impulsionam a sermos pessoas melhores. Nessa condição, transformarmos a vida de outros. Assim, perceber que tudo o fazemos tem um propósito. Então, se manifesta na capacidade de entender toda a beleza e nos leva ao conhecimento. Este motiva-nos a conhecer a nós mesmos, e a produzir o que de melhor pudermos deixar a todos, como nós, buscam o sentido das informações que os olhos captam. Não apenas captar a informação, sobretudo entender a informação e a partir dela construir pontes para contemplar um ambiente de fraternidade e respeito pelas opiniões, pelos atos, pelos erros e acertos e principalmente, por fazendo uso do livre-arbítrio, tentar encontrar a melhor hipótese de compreensão. Valer-se da visão para construir pontes entre o passado e o presente e num processo ético descortinar saberes cujas memórias não se fazem presentes, mas que validados de forma responsável e comprometida com a humanidade nos levam ao melhor entendimento de nós próprios. A honra e glória e sobretudo os agradecimentos por ter pessoas que se apresentam como faróis, olhos que nos permitem ir além e procurar fazer o melhor de nós mesmos, permitem-nos construir um ambiente onde o princípio é conhecer a verdade necessária, aquela que nos eleva ao encontro de nós mesmos com o que realmente somos e deixamos como legados. A cada dia, na busca incessante do conhecimento que nos eleva ao Estado de Consciência, tornamo-nos obrigados a abrir os olhos e perceber a alegria da vida.

Habitação segura ao policial-militar

A Lei 13.675, de 11 de junho de 2018, estabeleceu o “Sistema de Segurança Pública (Susp)” e a “Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS). No inciso VI, do Art. 25, encontra-se definido o apoio e a promoção do “sistema habitacional para os profissionais de segurança pública e defesa social.” Em consequência disso, o governo federal, por meio da Caixa Econômica Federal, criou um programa que será aqui denominado de Habitação Segura ao Policial-Militar. O Habite Seguro é o programa daquela instituição financeira. Será a responsável pela habitação segura ao policial-militar. No caso de interesse pelos benefícios oferecidos, o(a) profissional da Polícia Militar acessará ao link especificado abaixo. Assim, encontrará as informações necessárias sobre a efetivação dos “recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), e condições especiais de financiamento.” Para obter mais informações, você poderá acessar a Cartilha do Habite Seguro, bem como às outras divulgadas pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública. Lei 13.675, Habite Seguro, Cartilha, MJSP.

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