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Por que o Ocidente quer a vitória da Ucrânia?

Ucrânia_Rússia

A resposta é a mais simples possível e atende aos pressupostos da Navalha de Ockham, um princípio lógico onde a melhor solução é aquela que apresenta a menor quantidade de premissas possíveis e cujas variáveis sejam mais fáceis de controlar. Para isso nós nos servimos de um pequeno exercício, primeiramente o contexto democrático universal, sem barreiras, sem fronteiras e com liberdades condicionadas, onde o que importa não é o cidadão e nem tampouco o Estado e sim o poder, não o poder de se manifestar livremente, mas sim o poder outorgado através de eleições, onde o eleito se vale do poder para se defender do poder que o povo pensa que tem. Em seguida a sensação de que a nacionalidade não interessa, o que importa é o bloco, o conjunto dos países, o sentimento de que a União é maior do que a Pátria e que o retorno em produtos e serviços é uma condição derivada da alta carga tributária, onde tudo tenho, onde me subordino à vontade do Estado como condicionante da plena segurança e numa social-democracia de bloco, o sentimento de nacionalismo é algo antagônico, espúrio, conflituoso, fora de época e xenófobo, onde tudo se faz por um pacto pelas migrações. Por fim a validação ideológica do conceito de democracia através dos órgãos de comunicação social, onde uma mentira se veste da verdade contigencial, através da retórica, tornando a verdade necessária algo a ser punida, desacreditada, humilhada, condenada e refutada, baseada na premissa de que somos os melhores, os nossos produtos e serviços são os melhores e todos os querem. A vitória da Ucrânia na guerra contra a Rússia é a manifestação do poder de uma União manifesta na Organização do Tratado do Atlântico Norte, é a afirmação conceitual de um liberalismo econômico que se baseia na ausência do poder do povo e na submissão deste ao poder, é o fim do sentimento de nacionalismo e a afirmação do universalismo como forma de dominação dos povos. É em suma um fechar de olhos para a realidade. É tudo quanto foram os propósitos da Revolução Francesa, a ausência do Poder do povo, o fim da Liberdade de religião, com a subordinação da atividade religiosa à Constituição, o fim das barreiras alfandegárias e consequentemente a construção da subordinação do povo ao interesse de um pequeno grupo econômico, sob o aval dos organismos transnacionais de controle econômico e financeiro. Lembre-se, uma navalha filosófica, como a construída por William de Ockham, um frei franciscano, filósofo e teólogo do século XIV é uma ferramenta usada para eliminar opções improváveis em determinada situação, conduzindo a uma hipótese simples de comprovação do problema ou situação expressa. Por ser muito simples, tende a ser desconsiderada, haja vista que nós nos consideramos demasiadamente inteligentes para sermos enganados por algo tão simples. Se a Ucrânia não vencer tudo quanto se constrói em termos de retórica cai por terra e o risco de crescimento da direita se torna real, com a volta do nacionalismo, do sentimento de pátria, da religião e da responsabilidade pela construção do seu próprio futuro, afinal, por mais que se queira desconstruir, Aquele que veio, nunca deu o peixe, Ele ensinou a pescar.

Tenente QOR Thramm, não estás, mas permanecendo se faz presença.

Vivemos para, em fim, voltar ao Criador,Mesmo que para os que ficam, reste apenas a dor.Não são as lembranças e memórias o remédio revelador,Mas a certeza e a glória manifestas no Salvador. Sorrir, cantar, sofrer e chorar e não mais sentir o calor,Pensar, expressar, ofender e apontar não revela qualquer valor.Ausência, incerteza, desespero e remorso são apenas o bolor, Irmãos, filhos, netos, sobrinhos e esposa são provas de um grande Amor,Amigos, companheiros, colegas e jornadas fazem parte do clamor. Como fruto de dois corações, sou algo indivisível,Carrego a certeza de que o Criador é mesmo Invisível.Pois como Ele, não é porque não estou, que não sou visível.Mas em cada mente e coração pela eternidade dos que ficam, me torno crível. Palavras que manifesto ao Amigo e Familiares de Hamilton de Magalhães Thramm. Carlos Alberto da Silva Santos Braga e Família.

Encontro Cultural no Espaço Camões

Na última quarta-feira (25/01), o dia amanheceu lindo, com céu azulado, ensolarado. Naquela manhã, em Bom Despacho, aconteceu o dia do Encontro Cultural no Espaço Camões. Ali, houve o encontro de amigos e companheiros. Alguns de longas jornadas, ocorridas no Século passado. Outros, de jornadas recentes, nessas primeiras dezenas do Século XXI. Os convidados foram recebidos gentilmente pelos anfitrião Professor-Camonólogo João Bosco de Castro, Idealizador e Gestor-Principal do Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes (ECOSLA). De igual modo, todos foram carinhosamente acolhidos pela anfitriã Acadêmica Beatriz Campos de Paulo e Castro, Secretária-Geral e Organizadora do ECOSLA. Os convidados e visitantes experienciaram momentos preciosos. Conheceram e viram cada detalhe do inigualável Acervo do ECOSLA. Agradecido pela realização do Encontro Cultural, João Bosco de Castro, Jornalista deste PontoPM, assim manifestou: Reputo o Encontro Cultural realizado no Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes, na manhã de hoje, bem-sucedido e muito rico e útil ao processo da mais autêntica e legítima Humanização por meio dos Saberes, Letras e Artes, principalmente pela vivificação da Língua Portuguesa e Literaturas Lusófonas, enfaticamente da Literatura Portuguesa e Literatura Brasileira, mercê dos efeitos estéticos da insuperável Obra de Luís Vaz de Camões.Nosso mencionado Encontro Cultural consigna gratidão e respeito a tantos quantos dele coparticiparam, para a consolidação da Educação, Progresso, Liberdade, Consideração Pessoal e Institucional, em favor de nossa Bom Despacho mais digna do renome dos Vultos de José d’Avó Gontijo e Dário Couto, Geraldo Majela de Melo Santos, Maria de Lourdes d’Avó Gontijo, José Calais de Resende Filho, Leia Nilce Mota Pereira, Nicolau Teixeira Leite, Nicomedes Teixeira Campos, Edmundo Lery Santos, Alvino Alvim de Menezes, José Antônio Praxedes e Egydio Benício de Abreu.O Espaço Camões continuará firme em seus propósitos de Oficina de Saberes, Letras e Artes!A cada uma das Pessoas abaixo registradas, minha expressão de alegria, amizade e atenção, por haverem engrandecido nosso Encontro Cultural:Comandante do Sétimo Batalhão de Polícia Militar, Tenente-Coronel Luciano Antônio dos Santos; Comandante do Colégio Tiradentes de Bom Despacho, Capitão Almir Geraldo Campos; Diretora Pedagógica do Colégio Tiradentes de Bom Despacho, Professora Gisele Soares de Araújo; Diretor do Núcleo da UMMG de Bom Despacho, Coronel José Nunes Rodrigues; Gestor-Principal do Grupo MindBR/PontoPM, Coronel Isaac de Oliveira e Souza, com seu Filho Cleander Soares de Souza e sua Nora Carolina; Funcionário da P/5 do Machado de Prata e Comunicador de Massas da Web Rádio Central 10, Sargento Dênis Pereira da Silva; Acadêmicos Epistêmicos Beatriz Campos de Paulo e Castro (Secretária-Geral e Organizadora do Espaço Camões), Coronel Gentil Alberto de Menezes e Jornalista Renato Fragoso; Escritora da ABDL Gísila Cecilane do Couto, e Designer-Gráfico David Renato de Oliveira Fragoso.Muito obrigado a Todos!Professor João Bosco de Castro, Idealizador e Gestor-Principal do Espaço Camões. Veja os detalhes do evento realizado:

A quem interessa a derrapagem?

A derrapagem é o ato de derrapar, segundo dicionaristas portugueses e brasileiros. Significa que há um “escorregamento ou deslize”. Nesses, há riscos, inclusive de morte, dependo da situação. Mas, quando se diz que o presidente de uma Nação Democrática derrapa, a quem interessa a derrapagem? A indagação é consequente do Editorial, de um Grande Jornal, publicado nesta quinta-feira (19) de janeiro. Em meio a chuva e sol, aqui, ali e acolá, passaram-se 18 dias, desde o início do atual governo da República Federativa do Brasil. Antes mesmo do início da gestão oficial, notadamente na Economia, emergiam questões sobre essa área, uma das mais sensíveis de um governo. A maioria das questões, nesse cenário econômico emaranhado, fazem sentido. Primeiro pelo questionamento normal e pertinente à possibilidade de nova onda de corrupção e “seus sequazes”. Adiciona-se, àquele, noutra indagação, a confiança no conhecimento e competência dos gestores. E por aí vai… No entanto, não é propósito dessa postagem, uma formulação de ideias. Nada de indicar caminhos, propor hipóteses sobre a gestão governamental, ou coisa parecida. A pretensão é levar, ao leitor, o conteúdo do mencionado Editorial. Ei-lo, ipsis verbis: “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou sua primeira entrevista após a posse para criticar o sistema de inteligência do governo, incapaz de deter a barbárie do 8 de janeiro, e pedir a punição dos responsáveis. É também o desejo da maioria da população brasileira. Infelizmente, Lula deixou transparecer na entrevista à GloboNews sua visão turva sobre temas cruciais para a economia. Não custa lembrar: o fracasso econômico de seu governo teria como efeito nefasto a realimentação da descrença na democracia e do golpismo. Questionado se acredita haver antagonismo entre as responsabilidades fiscal e social, Lula respondeu que sim, em razão da “ganância” dos mais ricos, resposta extraída do manual do populismo de esquerda. Os fatos: um governo que gasta mais do que arrecada aumenta a dívida pública; quanto maior ela fica, maior a percepção de risco e mais altos os juros pagos para atrair compradores de títulos da União; quanto mais se gasta com isso, menos dinheiro sobra para programas sociais. Em vez de aceitar a realidade, Lula insiste em insinuar que quem é a favor do controle de gastos é contra o combate à fome, à pobreza ou à desigualdade — visão sem cabimento. Repetiu que ninguém pode cobrar dele responsabilidade fiscal porque ele foi responsável quando esteve no poder. Obviamente, o mais importante não é o que fez, mas o que fará. E, até agora, o controle das contas públicas, hoje sujeitas a um déficit estrutural da ordem de 2% do PIB, continua restrito às promessas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Sem o compromisso de Lula, será difícil transformá-las em realidade, tantas as demandas por recursos do governo. Ainda que na cabeça de Lula a confusão possa fazer sentido político, o discurso ambíguo atrapalha o país, pois tem reflexo nos indicadores econômicos. Isso ficou claro noutra declaração infeliz na entrevista à jornalista Natuza Nery. Lula atacou a autonomia do Banco Central (BC) como desnecessária. Afirmou que, em seus primeiros governos, o então presidente do BC, Henrique Meirelles, tinha mais independência que o atual, Roberto Campos Neto. Não é verdade. Campos Neto não pode ser demitido por Lula, por isso tem mais liberdade. Lula chegou a dizer que, se a autonomia do BC fosse boa, a inflação não estaria tão alta — um disparate que não leva em conta a conjuntura doméstica, a mundial e as incertezas trazidas pela incúria fiscal. Para piorar, Lula também atacou a meta de inflação para este ano: 3,25%. O novo governo tem todo o direito de discutir as metas, mas na instância adequada e no momento certo. Ao fazer a crítica numa entrevista, Lula sabota o trabalho do BC, empenhado em ancorar a expectativas de inflação futura de consumidores, empresários e investidores. Em vez de ajudar a derrubar os juros e a elevar a perspectiva de crescimento (desejo de Lula e do Brasil), a declaração tem o efeito contrário. Os avanços na área social nos dois primeiros mandatos de Lula são incontestáveis. O atual papel do presidente na defesa da democracia tem sido e continuará sendo primordial. Na área econômica, infelizmente, o quadro é mais incerto. O mundo mudou desde que Lula passou a faixa a Dilma Rousseff. O PIB não voltará a crescer como antes, quando havia crédito abundante e o cenário externo era favorável. Cada demonstração de amadorismo de Lula na economia cobrará seu preço. Também na política. À lembrança, vêm os termos do Trânsito Brasileiro: pedaladas (lembrando o veículo pessoal, no tráfego) e a derrapagem ou aquaplanagem (a que estão sujeitos os demais veículos). Inda mais, nesses tempos chuvosos.

 A FÉ QUE MOVE MONTANHAS

Marcílio Fernandes Catarino*  Os momentos de desafiadoras turbulências e conflitos por que passa a humanidade, de modo especial a Nação Brasileira, nos remetem aos proféticos registros contidos no “Livro das Revelações” – o último selecionado no Cânon Bíblico – escrito pelo apóstolo João, quando exilado na ilha de Patmos/Mar Egeu, sob inspiração do Mestre dos Mestres Jesus.  Na visão de vários estudiosos espiritualistas, médiuns e canalizadores de diversificadas correntes, cujos textos e mensagens circulam nas redes sociais, além de inúmeros livros divulgados, nos trazem informações de que, na verdade, estamos vivendo momentos apocalípticos, de âmbito planetário, a que estão denominando de Transição Planetária (também entendida como Ascenção Planetária), que sinalizam o final de mais um ciclo deste nosso amado berço cósmico.  Uma verdadeira Guerra Espiritual, que se desencadeia nos campos extra físico e físico, em que todas as ações se conduzem mediante um Plano Divino e sob a tutela das Inteligências Siderais e regência do Inolvidável Rabi Nazareno.  Em meio a esse torvelinho de acontecimentos, surge o Brasil como o “olho do furacão”. Momentos sensíveis e desafiadores que estamos vivenciando, não se tratando, portanto, de uma guerra entre humanos, mas de um grande conflito espiritual de extensão galáctica entre o Bem e o Mal, a Luz e as Trevas, para a “separação do joio do trigo” e definição daqueles que irão herdar o Novo Planeta Terra que está por surgir.  Episódio profetizado há milênios, conforme podemos constatar em Efésios 6:12:  “…porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”.  Infelizmente, muitos estão perdendo a fé, mergulhados no pessimismo que espalham ao seu redor, escudados em observações e análises periféricas, incapazes de perceberem as profundas transformações por que vem passando o nosso planeta. Assim enceguecidos, não conseguem refletir com a própria cabeça, deixando-se manipular pelo que grande parte da mídia divulga (nacional e internacional), cooptada e inteiramente comprometida com os interesses escusos dos servidores das Sombras.  Sem se aperceberem do terrível mal que estão causando à coletividade, buscam as redes sociais para a disseminação de mensagens de desalento, descrédito, não raro de revolta, disseminando o ódio e emitindo julgamentos superficiais acerca do que vem acontecendo na nossa Pátria Mãe Brasil. Manifestações que não contribuem com absolutamente nada, exceto para com a implantação do medo, da dúvida e da cizânia, e o que é pior, contaminando gravemente a FÉ e a ESPERANÇA no coração daqueles que, apesar de tudo, ainda as mantém vivas.  Mensagens em que se aponta o dedo em todas as direções à busca de culpados, sem o devido conhecimento de causa e senso de justiça, incapazes de se olharem no espelho.  Conforme exposto acima, tudo se desenrola segundo um Plano Divino e não de acordo com os nossos interesses, os nossos anseios e o nosso tempo, sob o comando absoluto do Divino Mestre Jesus. Nenhuma força humana poderá impedir o que vem por aí, que marcará a transição do nosso belo Planeta Terra para dimensões mais ditosas e felizes.  O momento é de manter e fortalecer a FÉ, acreditando na vitória do Plano Divino, o que certamente se dará, não com fuzis e canhões, mas com o avanço da Luz. Como ressaltou o espírito Joana de Ângelis, em mensagem contida no livro Convites da Vida, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco – Cap. 33:  “Sombras não se modificam com sombras. O pântano não renascerá drenado com a condenação da lama.”  Mister se faz acreditar no Plano Divino, conforme nos exortam as mensagens espiritualistas, na certeza de que o timoneiro desta nau chamada Planeta Terra é o Divino Instrutor. Pregar a FÉ nos momentos de bonanças é muito fácil; difícil é cultuá-la e mantê-la nas adversidades, nos momentos de dor e sofrimento, quando tudo parece perdido.  Essa é a FÉ que move montanhas.  Jan/2023.  Coronel Veterano/PMMG – Aspirante 1970 

As capivaras do governo do turno

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Perspectivas de basta na corrupção? Na sua coluna deste sábado (7), Carlos Alberto Sardemberg evidencia as capivaras do governo do turno. Mostra uma inovadora ideia de a Advocacia Geral da União caçar agentes de Fake News. Criou-se, então, para tal mister, a Procuradoria Nacional da Defesa da Democracia. Além de cheiro forte de censura e agressão à democracia, ao invés disso, a AGU deveria preocupar-se com os “processos do petrolão. Não, isso não acabou, embora o STF tenha anulado a Lava-Jato alegando vícios formais nos processos” enfatizou o jornalista. Há muito o que fazer, à AGU. Na continuidade da defesa da União, urge esforçar-se no refazimento do rombo de seus cofres público. Este é conhecido, ao redor do mundo, como uma das maiores corrupções conhecidas pela humanidade. Nesse caso, os governos, de 2001 a 2018, têm muito a explicar, no seu turno, ou fora dele. No entanto, uniram-se, numa sórdida coligação. Obtiveram patrocínio de magistrados apaniguados e inescrupulosos. Agora, posam-se de pessoas santas e estão na caça da “capivara do governo Bolsonaro”, escreveu Sardemberg. Até parece que não fazem isso desde o 1º de janeiro de 2019. Na continuidade, o jornalista elenca o rol de capivaras do governo do turno. As capivaras do governo do turno Carlos Alberto lista as capivaras do governo do turno, após a 1ª semana de atividades. Há “o caso da ministra do Turismo e suas ligações com milicianos (…) o ministro da Integração, (…) condenado pelo STJ, ainda em 2019, a seis anos e nove meses, em regime aberto, pelo (…) desvio de dinheiro de consignados. (…) entrou com habeas corpus no STF (…). Indagou-se, então, por que “nomear pessoas que têm condenação por mau uso de recursos públicos?” Como é, também, o caso do “ministro do Trabalho” que “tem uma condenação recente por nepotismo no Tribunal de Justiça de São Paulo.” Ainda, asseverou o jornalista Sardemberg, “há outras capivaras a levantar. E seria interessante saber se o governo Lula pretende manter os esforços para recuperar dinheiro da corrupção.” E conclui: “Se bem que se a gente começar a procurar mais capivaras…” A caça das capivaras começou há tempos. A existência delas, e sua ações perigosas, foi alertada, há cinco anos, conforme publicação deste PontoPM, em 2017. Será que vai continuar? Isso provocará uma dança de ministros e nomeação de outros. Serão os protagonistas da  cantiga popular “Trampando juntos Unidos e misturados”! Fontes: O Globo.

Só a união de todos derrotará a pior crise de nossa história

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Se as Forças Armadas não intervierem com rapidez, o país irá mergulhar num clima de violência comparável ao observado na Venezuela. Até quando os generais irão ignorar os apelos da maioria do povo brasileiro? Que democracia é essa? O embaixador argentino no Brasil, Daniel Scioli, encontrou-se com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para discutirem a respeito de “uma moeda comum para o Mercosul”. A Argentina está com uma inflação de 100% ao ano, sua produção industrial está caindo de forma assustadora e quem ainda dispõe do mínimo de condições está abandonando o país. O Brasil já abriga milhares de argentinos exilados. O foco dos comunistas sul-americanos é a criação da URSAL – União das Repúblicas Socialistas da América Latina. A moeda comum que se deseja englobaria, inicialmente, Argentina, Venezuela, Paraguai, Uruguai, Equador, Peru e Colômbia. Sem contar a Venezuela, que hoje vive praticamente do tráfico internacional de drogas, os demais países, dominados por esquerdistas, atravessam crises insanáveis com suas populações morrendo à míngua. Eles quase nada produzem. O Brasil vai pagar a conta? Todos sabemos que as últimas eleições foram roubadas. Basta fazer levantamento de idas e vindas de ministros do STF, ao Congresso Nacional, chantageando e impedindo a indicação de parlamentares favoráveis ao voto impresso. O ministro conhecido como “Boca de Veludo” chegou a dizer, diante de câmeras, que “eleição não se ganha, eleição se toma”. O STF, hoje a instituição mais desmoralizada da República, foi buscar notório ladrão, condenado em três instâncias, colocando-o à força na Presidência. Comenta-se que há, inclusive, início de rebelião nas Forças Armadas, onde coronéis e subalternos estariam tomando iniciativa, associando-se à população para depor a quadrilha que vai se enraizando no poder. É caso a confirmar, diante de incontáveis narrativas. O fato é que não existe, ainda, tomada de posição das Forças Armadas (isso é visível), que têm ficado em cima do muro. Os generais melancias existem, mas ainda não em número suficiente que permita virar o jogo. Que fazer? Se o povo brasileiro não esmorecer, se continuar a manifestar seu repúdio, é possível que, em determinado momento, os militares finalmente despertem para o risco que eles próprios estão correndo. O Nove Dedos quer acabar com as FFAA e criar uma Força Nacional como existe na Venezuela. Seria o fim da democracia brasileira. As FFAA são o povo armado e deve obedecer à população do país, atuar como poder moderador, impedir o desmonte que se pretende implantar. Nas eleições passadas, Bolsonaro teve mais de 65% dos votos, o TSE negou-se a entregar o código fonte, toda a eleição foi roubada e, agora, tornou-se indispensável a realização de novo pleito. Todas as normas foram violadas, toda a legislação foi posta no lixo, ganhou-se a Presidência na intimidação e no grito. O que a quadrilha do ladrão de nove dedos está fazendo é simplesmente impensável! Se os bandidos que dominaram a cúpula do Judiciário continuarem a agir livremente, a desordem irá ser instaurada. Estamos vendo isso em países como Venezuela e Argentina. Os seus governos querem, agora, que os brasileiros paguem a conta. Instituir moeda única irá destruir a economia brasileira, a poupança familiar, os recursos que ainda existem nos bancos, acabando com a prosperidade. As medidas que o Lulaladrão tem tomado apontam para a total destruição. É preciso que a população vá às ruas e se manifeste. É necessário, se possível, paralisar todo o Brasil numa greve geral, antes que as forças sejam exauridas. Vejam bem: as FFAA são a única instituição que irá determinar quem vencerá: se o comunismo ou se a família, os valores éticos e morais, além da ordeira organização social. Não se deve atacar as Forças Armadas. Elas são o último bastião da pátria. Está bem claro que elas estão hesitantes, talvez divididas. A união do povo é que irá oferecer o caminho e a saída. Vamos nos unir e lutar para a derrubada dos criminosos que se enraizaram no poder, desde o Judiciário. Tenhamos fé que a vitória será nossa!

MINHA ANTEVÉSPERA DE 2023.

Muitas coisas em minha vida só passaram a ter sentido quando tive a oportunidade de sair das páginas dos livros e realmente viver a História, seus lugares, suas personagens, seus nomes, seus povos e, sobretudo, suas ideias. Não que os livros fossem incapazes de transmitir a ideia do que se apresentava a mim como o conjunto de informações de uma civilização, particularmente aquela afeta à minha origem, que é a História de Portugal. Acumulei e continuo a acumular grande potencial de conhecimento por meio dos livros e, de forma exponencial, tenho expandido este conhecimento pelos sentidos relativos à visão e à audição, pois, lendo e ouvindo, vejo, percebo, entendo e, por fim, compreendo que tudo quanto se produz é fruto de um diálogo muito bem-estruturado entre o passado e o presente, habilmente descrito pelos argumentos daqueles que se propõem ao diálogo. Sabedor de que o momento histórico é fruto da capacidade de transformação das ideias e da correta compreensão delas, sei também que o acúmulo de imagens é resultado das interações sinápticas em nosso cérebro, cujo sucesso na interpretação dos fatos, atos ou eventos decorre da habilidade e manifestação da verdade, principalmente quando se juntam saberes, ofícios, prazeres e compromisso com valores e virtudes. Creio que muitos, e agora todos, sabem que minha origem como ser é a Cidade de Bom Despacho, no Estado de Minas Gerais, Brasil, e minha origem como família é a Cidade de Braga, em Portugal, onde fixei residência por quase sete anos. Braga, como origem de família, é um toponímico do qual provêm vários outros patronímicos e toponímicos existentes em Bom Despacho, dentre eles podemos citar: Rodrigues, Oliveira, Fidélis, Silva, Couto, Coutinho, Gontijo, Sousa e Rates. Nesta viagem na qual se aglutinam informações e imagens, percebo e compreendo aquilo que me é possível entender e, de forma responsável, busco complementar o entendimento que leva à compreensão, por meio do diálogo com mentes capazes não só de me obrigar ao questionamento, mas, sobretudo, ao dobramento perante o conjunto de elementos probatórios e configurativos de minhas indagações. Na Cidade de Bom Despacho, minha essência de ser, curvo-me perante o Espaço Camões, não apenas pelo conteúdo que nele se construiu, mas, e principalmente, por seu preceptor e não menos mecenas que gentilmente se dispõe a dialogar, sorrir, contemplar e rememorar sobre a Cultura e a História do Povo Lusitano. Seu idealizador e gestor é Profissional circunspecto a seu estilo de vida, comprometido com a única verdade existente e avesso à retórica desconstrutiva dos valores e das virtudes. Ler e, muitas vezes, encontrar posições antagônicas é algo normal em nossa vida, mas, quando se trata da História, principalmente daquela em que se busca a compreensão de um nome, reservo-me o direito e obrigação de, ao menos, minimizar o potencial ofensivo de um erro e, quando isso acontece, socorro-me do preceptor do Espaço Camões, que, na figura do Professor João Bosco de Castro, Militar, Historiador e Profícuo Entendedor da Língua de Camões e da produção literária deste, tenho a certeza de encontrar aquilo para o qual me preparei: culturalmente viver minha antevéspera de 2023. Fiz isso com a sensata revisão elaborada pelo preceptor do Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes – ECOSLA.

Sonhar com o Jogo de Xadrez

Na última noite sonhei que aprendia o Jogo de Xadrez. Encontrava-me assentado, numa sala iluminada, a pouca luz, maior que 70 m2 e menor que 100 m2. Vi uma pessoa assentada, no lado oposto ao meu. Usava uma roupa azul real. Era uma roupa de passeio…. Não via o seu rosto, apenas ouvia sua voz. Disse-me, então: – Você sabe jogar xadrez?! Ah! Claro que sim, mas vou avivar sua memória… Tentei visualizar o rosto daquela voz, debalde. Pela tonalidade da voz, tranquila e bem articulada, parecia ser de homem, ou, quem sabe, de alguma locutora ou cantora de voz um pouco mais grave. Em seguida, falou-me, sobre qual é: A Ambiência do Jogo de Xadrez? No Jogo de Xadrez, o embate enxadrístico, ocorre num espaço, delimitado por quatro linhas, semelhante ao que você vê. A iluminação vinda de baixo, mostrou-me um enxadrezado de cores (claras e escuras) intercaladas. É denominado tabuleiro e contém 64 quadrados de medidas semelhantes. São 32 quadrados, na cor clara, e, outros 32, na cor escura. Na ambiência enxadrística, assim como estamos, dois enxadristas se confrontam, por vez, em meio a um regramento claro e específico. Cada um com 16 peças (nas cores clara e escura). São denominadas de peões (8), torres (2), cavalos (2), bispos (2), mais uma rainha e um rei. Nas quatro linhas do tabuleiro, há os deslocamentos distintos e limitados das respectivas peças. Os peões são movidos para frente, rumo aos espaços ocupados pelos oponentes. Ocupam, respectivamente, um quadrado por vez. Exceto no movimento inicial da partida, ou para capturar uma peça oponente. No movimento das demais peças, há mais flexibilidade e liberdade. Seja para capturar uma peça oponente, ou para ocupar os quadrados desocupados. Rumam-se, sempre, ou não, na direção do reinado oponente, dependendo da ocasião. As torres são movimentadas de forma similar, à frente ou aos lados. Os cavalos são movimentados, nas diversas direções, em forma de “L invertido”. O movimento inicia no quadrado ocupado pela peça. Depois, contam-se mais dois quadrados, à frente, e termina naquele desocupado, à direita ou à esquerda. Os cavalos são as únicas peças que podem “saltar” os quadrados ocupados por outras. De igual modo, nas quatros linhas do tabuleiro, há a movimentação dos bispos. Ocorrem à frente ou para atrás, sempre na diagonal, e capturam outra peça que estiver na direção do movimento indicado. A rainha tem mais liberdade e grande capacidade de capturar outras peças. Seus movimentos sãos ilimitados, em qualquer direção, nos limites do tabuleiro. No entanto, os movimentos do rei, nas quatros linhas de Jogo de Xadrez, têm limites. Tal qual o peão, desloca-se de quadrado a quadrado por vez.  A vantagem do rei sobre o peão é a de deslocar-se a qualquer direção. Esse, não capturado, após alcançar a última linha do tabuleiro, será trocado por outra peça capturada, inclusive a rainha, retornando-a à defesa de seu reino. Após tal descrição, disse-me a pessoa, com a tonalidade bastante animada: – Então, vamos lá?! Antes de minha resposta, perguntou-me:  Você sabe o que é Ambiência de Governança de um País? Explicou-me que, num país livre e democrático, há governança saudável. Isso ocorre quando há regramento, claro e específico, inserido na Norma Maior. Se é cumprida, conforme estrita descrição, considera, com igualdade, todas as pessoas, suas respectivas relações, pessoais e sociais, concede todos os direitos que lhes são devidos e exigem de todos o cumprimento dos deveres estabelecidos. Ato contínuo, ouvi uma música, orquestrada, no ritmo de bossa nova fossa! Vi, também, ordenada movimentação de pessoas. Cada uma delas ocupou um dos 32 quadrados, pintados no chão daquela sala. Dezesseis vestiam roupas na cor de “limão-siciliano”. Era “limão-galego” verde, a cor da roupa das outras dezesseis pessoas. De repente, ligeira “queda de energia”! Com a nova iluminação, percebi que a sala ficou arredondada! O novo tabuleiro era circular. Pisquei várias vezes… Confirmadíssimo! – Sim, o Tabuleiro é Circular, vamos jogar? Disse meu oponente naquele Jogo de Xadrez. E agora, pensei com os meus botões!? Vi, ainda, que cada uma das pessoas tinha, em suas mãos, um Livro de capa azul oceano. Tentei ler o título, debalde! Enxerguei apenas o dístico “Nov”! Então, ouvi os esclarecimentos novos! As pessoas serão nossas peças do jogo.  Os peões são o Povo. Os cavalos, bispos e torres constituem os Poderes da República. O rei e rainha são a Governança entre eles. Os poderes asseguram as Leis, as Forças de proteção e a Justiça. Se há Lei e Ordem, então, a Interlocução reinou, entre todos. Se, aquelas são observadas, então, os Poderes se respeitam, cada um faz e sabe o que deve ser feito. Se assim é, a Governança é saudável! Há ética, moral, espírito público legítimos e singulares. Ouvi, mais uma vez, a voz dizer: – Vamos começar o Jogo? Olhei, outra vez, aquelas Pessoas e aos Livros, em suas mãos. Pensei e pensei e pensei. Então respondi: –  Melhor não! Vou acordar… O sonho acabou … não acabou(?)! Em 2023, vou jogar mais Xadrez Circular! Feliz 2023! Crédito das imagens e dicas: SILVA, Marcos Henrique de Paula Dias da. O curioso xadrez circular. In: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Zero – Blog de Ciência da Unicamp. Volume 5. Ed. 1. 1º semestre de 2021. Campinas, 09 maio 2021. Disponível https://www.blogs.unicamp.br/zero/2915/. Acesso em: <data-de-hoje>.

Quo Vadis – o caminhante.

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O que faz a diferença para um bom entendedor é a capacidade de não se deixar influenciar pelo ambiente externo, de não sofrer a ação da comoção na análise do que se apresenta como uma verdade. Sucumbir ao desejo desenfreado de tentar antecipar uma resposta, quando na verdade a própria pergunta já se apresenta como um argumento de resposta, não nos obriga à formação ou a apresentação de um juízo de valor particular a nós, mas sim os necessários a quem nos provoca. Despir-se da obrigação de formar uma opinião e de a apresentar como forma de inserção dentro de um grupo ou de uma sociedade é tudo quanto um previdente deve ter como princípio e convicção no trato de uma informação. Manter-se no caminho e seguir as suas convicções com a certeza de que o futuro é um conjunto de impressões forjadas num passado onde o acúmulo e a compatibilidade das informações permitiram construir um conhecimento mais propício ao entendimento do mundo em que vivemos. Caminhar como a figura do deus Janus, com uma face voltada para o passado e com a outra a descortinar os saberes que se apresentam à nossa frente e a partir de uma nova seara que exige de nós a correta interpretação daquilo que os nossos olhos percebem no ambiente e que validados pela nossa audição nos permitem o entendimento mais próximo da verdade insofismável. O caminhante não refuta o caminho e nem se desvia dele, ao contrário, tenta compreender a sua jornada e encontrar nela a essência da sua própria existência. Não a faz simplesmente pela consecução de um objetivo e sim porque sendo parte do caminho, através das próprias marcas no solo, não deixa apenas o seu rastro, mas o conjunto de análises criteriosas dos percalços e das mais favoráveis atitudes a adotar. Em suma mantenha-se no caminho.

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