As capivaras do governo do turno

Perspectivas de basta na corrupção? Na sua coluna deste sábado (7), Carlos Alberto Sardemberg evidencia as capivaras do governo do turno. Mostra uma inovadora ideia de a Advocacia Geral da União caçar agentes de Fake News. Criou-se, então, para tal mister, a Procuradoria Nacional da Defesa da Democracia. Além de cheiro forte de censura e agressão à democracia, ao invés disso, a AGU deveria preocupar-se com os “processos do petrolão. Não, isso não acabou, embora o STF tenha anulado a Lava-Jato alegando vícios formais nos processos” enfatizou o jornalista. Há muito o que fazer, à AGU. Na continuidade da defesa da União, urge esforçar-se no refazimento do rombo de seus cofres público. Este é conhecido, ao redor do mundo, como uma das maiores corrupções conhecidas pela humanidade. Nesse caso, os governos, de 2001 a 2018, têm muito a explicar, no seu turno, ou fora dele. No entanto, uniram-se, numa sórdida coligação. Obtiveram patrocínio de magistrados apaniguados e inescrupulosos. Agora, posam-se de pessoas santas e estão na caça da “capivara do governo Bolsonaro”, escreveu Sardemberg. Até parece que não fazem isso desde o 1º de janeiro de 2019. Na continuidade, o jornalista elenca o rol de capivaras do governo do turno. As capivaras do governo do turno Carlos Alberto lista as capivaras do governo do turno, após a 1ª semana de atividades. Há “o caso da ministra do Turismo e suas ligações com milicianos (…) o ministro da Integração, (…) condenado pelo STJ, ainda em 2019, a seis anos e nove meses, em regime aberto, pelo (…) desvio de dinheiro de consignados. (…) entrou com habeas corpus no STF (…). Indagou-se, então, por que “nomear pessoas que têm condenação por mau uso de recursos públicos?” Como é, também, o caso do “ministro do Trabalho” que “tem uma condenação recente por nepotismo no Tribunal de Justiça de São Paulo.” Ainda, asseverou o jornalista Sardemberg, “há outras capivaras a levantar. E seria interessante saber se o governo Lula pretende manter os esforços para recuperar dinheiro da corrupção.” E conclui: “Se bem que se a gente começar a procurar mais capivaras…” A caça das capivaras começou há tempos. A existência delas, e sua ações perigosas, foi alertada, há cinco anos, conforme publicação deste PontoPM, em 2017. Será que vai continuar? Isso provocará uma dança de ministros e nomeação de outros. Serão os protagonistas da cantiga popular “Trampando juntos Unidos e misturados”! Fontes: O Globo.
Só a união de todos derrotará a pior crise de nossa história

Se as Forças Armadas não intervierem com rapidez, o país irá mergulhar num clima de violência comparável ao observado na Venezuela. Até quando os generais irão ignorar os apelos da maioria do povo brasileiro? Que democracia é essa? O embaixador argentino no Brasil, Daniel Scioli, encontrou-se com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para discutirem a respeito de “uma moeda comum para o Mercosul”. A Argentina está com uma inflação de 100% ao ano, sua produção industrial está caindo de forma assustadora e quem ainda dispõe do mínimo de condições está abandonando o país. O Brasil já abriga milhares de argentinos exilados. O foco dos comunistas sul-americanos é a criação da URSAL – União das Repúblicas Socialistas da América Latina. A moeda comum que se deseja englobaria, inicialmente, Argentina, Venezuela, Paraguai, Uruguai, Equador, Peru e Colômbia. Sem contar a Venezuela, que hoje vive praticamente do tráfico internacional de drogas, os demais países, dominados por esquerdistas, atravessam crises insanáveis com suas populações morrendo à míngua. Eles quase nada produzem. O Brasil vai pagar a conta? Todos sabemos que as últimas eleições foram roubadas. Basta fazer levantamento de idas e vindas de ministros do STF, ao Congresso Nacional, chantageando e impedindo a indicação de parlamentares favoráveis ao voto impresso. O ministro conhecido como “Boca de Veludo” chegou a dizer, diante de câmeras, que “eleição não se ganha, eleição se toma”. O STF, hoje a instituição mais desmoralizada da República, foi buscar notório ladrão, condenado em três instâncias, colocando-o à força na Presidência. Comenta-se que há, inclusive, início de rebelião nas Forças Armadas, onde coronéis e subalternos estariam tomando iniciativa, associando-se à população para depor a quadrilha que vai se enraizando no poder. É caso a confirmar, diante de incontáveis narrativas. O fato é que não existe, ainda, tomada de posição das Forças Armadas (isso é visível), que têm ficado em cima do muro. Os generais melancias existem, mas ainda não em número suficiente que permita virar o jogo. Que fazer? Se o povo brasileiro não esmorecer, se continuar a manifestar seu repúdio, é possível que, em determinado momento, os militares finalmente despertem para o risco que eles próprios estão correndo. O Nove Dedos quer acabar com as FFAA e criar uma Força Nacional como existe na Venezuela. Seria o fim da democracia brasileira. As FFAA são o povo armado e deve obedecer à população do país, atuar como poder moderador, impedir o desmonte que se pretende implantar. Nas eleições passadas, Bolsonaro teve mais de 65% dos votos, o TSE negou-se a entregar o código fonte, toda a eleição foi roubada e, agora, tornou-se indispensável a realização de novo pleito. Todas as normas foram violadas, toda a legislação foi posta no lixo, ganhou-se a Presidência na intimidação e no grito. O que a quadrilha do ladrão de nove dedos está fazendo é simplesmente impensável! Se os bandidos que dominaram a cúpula do Judiciário continuarem a agir livremente, a desordem irá ser instaurada. Estamos vendo isso em países como Venezuela e Argentina. Os seus governos querem, agora, que os brasileiros paguem a conta. Instituir moeda única irá destruir a economia brasileira, a poupança familiar, os recursos que ainda existem nos bancos, acabando com a prosperidade. As medidas que o Lulaladrão tem tomado apontam para a total destruição. É preciso que a população vá às ruas e se manifeste. É necessário, se possível, paralisar todo o Brasil numa greve geral, antes que as forças sejam exauridas. Vejam bem: as FFAA são a única instituição que irá determinar quem vencerá: se o comunismo ou se a família, os valores éticos e morais, além da ordeira organização social. Não se deve atacar as Forças Armadas. Elas são o último bastião da pátria. Está bem claro que elas estão hesitantes, talvez divididas. A união do povo é que irá oferecer o caminho e a saída. Vamos nos unir e lutar para a derrubada dos criminosos que se enraizaram no poder, desde o Judiciário. Tenhamos fé que a vitória será nossa!
MINHA ANTEVÉSPERA DE 2023.

Muitas coisas em minha vida só passaram a ter sentido quando tive a oportunidade de sair das páginas dos livros e realmente viver a História, seus lugares, suas personagens, seus nomes, seus povos e, sobretudo, suas ideias. Não que os livros fossem incapazes de transmitir a ideia do que se apresentava a mim como o conjunto de informações de uma civilização, particularmente aquela afeta à minha origem, que é a História de Portugal. Acumulei e continuo a acumular grande potencial de conhecimento por meio dos livros e, de forma exponencial, tenho expandido este conhecimento pelos sentidos relativos à visão e à audição, pois, lendo e ouvindo, vejo, percebo, entendo e, por fim, compreendo que tudo quanto se produz é fruto de um diálogo muito bem-estruturado entre o passado e o presente, habilmente descrito pelos argumentos daqueles que se propõem ao diálogo. Sabedor de que o momento histórico é fruto da capacidade de transformação das ideias e da correta compreensão delas, sei também que o acúmulo de imagens é resultado das interações sinápticas em nosso cérebro, cujo sucesso na interpretação dos fatos, atos ou eventos decorre da habilidade e manifestação da verdade, principalmente quando se juntam saberes, ofícios, prazeres e compromisso com valores e virtudes. Creio que muitos, e agora todos, sabem que minha origem como ser é a Cidade de Bom Despacho, no Estado de Minas Gerais, Brasil, e minha origem como família é a Cidade de Braga, em Portugal, onde fixei residência por quase sete anos. Braga, como origem de família, é um toponímico do qual provêm vários outros patronímicos e toponímicos existentes em Bom Despacho, dentre eles podemos citar: Rodrigues, Oliveira, Fidélis, Silva, Couto, Coutinho, Gontijo, Sousa e Rates. Nesta viagem na qual se aglutinam informações e imagens, percebo e compreendo aquilo que me é possível entender e, de forma responsável, busco complementar o entendimento que leva à compreensão, por meio do diálogo com mentes capazes não só de me obrigar ao questionamento, mas, sobretudo, ao dobramento perante o conjunto de elementos probatórios e configurativos de minhas indagações. Na Cidade de Bom Despacho, minha essência de ser, curvo-me perante o Espaço Camões, não apenas pelo conteúdo que nele se construiu, mas, e principalmente, por seu preceptor e não menos mecenas que gentilmente se dispõe a dialogar, sorrir, contemplar e rememorar sobre a Cultura e a História do Povo Lusitano. Seu idealizador e gestor é Profissional circunspecto a seu estilo de vida, comprometido com a única verdade existente e avesso à retórica desconstrutiva dos valores e das virtudes. Ler e, muitas vezes, encontrar posições antagônicas é algo normal em nossa vida, mas, quando se trata da História, principalmente daquela em que se busca a compreensão de um nome, reservo-me o direito e obrigação de, ao menos, minimizar o potencial ofensivo de um erro e, quando isso acontece, socorro-me do preceptor do Espaço Camões, que, na figura do Professor João Bosco de Castro, Militar, Historiador e Profícuo Entendedor da Língua de Camões e da produção literária deste, tenho a certeza de encontrar aquilo para o qual me preparei: culturalmente viver minha antevéspera de 2023. Fiz isso com a sensata revisão elaborada pelo preceptor do Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes – ECOSLA.
Sonhar com o Jogo de Xadrez

Na última noite sonhei que aprendia o Jogo de Xadrez. Encontrava-me assentado, numa sala iluminada, a pouca luz, maior que 70 m2 e menor que 100 m2. Vi uma pessoa assentada, no lado oposto ao meu. Usava uma roupa azul real. Era uma roupa de passeio…. Não via o seu rosto, apenas ouvia sua voz. Disse-me, então: – Você sabe jogar xadrez?! Ah! Claro que sim, mas vou avivar sua memória… Tentei visualizar o rosto daquela voz, debalde. Pela tonalidade da voz, tranquila e bem articulada, parecia ser de homem, ou, quem sabe, de alguma locutora ou cantora de voz um pouco mais grave. Em seguida, falou-me, sobre qual é: A Ambiência do Jogo de Xadrez? No Jogo de Xadrez, o embate enxadrístico, ocorre num espaço, delimitado por quatro linhas, semelhante ao que você vê. A iluminação vinda de baixo, mostrou-me um enxadrezado de cores (claras e escuras) intercaladas. É denominado tabuleiro e contém 64 quadrados de medidas semelhantes. São 32 quadrados, na cor clara, e, outros 32, na cor escura. Na ambiência enxadrística, assim como estamos, dois enxadristas se confrontam, por vez, em meio a um regramento claro e específico. Cada um com 16 peças (nas cores clara e escura). São denominadas de peões (8), torres (2), cavalos (2), bispos (2), mais uma rainha e um rei. Nas quatro linhas do tabuleiro, há os deslocamentos distintos e limitados das respectivas peças. Os peões são movidos para frente, rumo aos espaços ocupados pelos oponentes. Ocupam, respectivamente, um quadrado por vez. Exceto no movimento inicial da partida, ou para capturar uma peça oponente. No movimento das demais peças, há mais flexibilidade e liberdade. Seja para capturar uma peça oponente, ou para ocupar os quadrados desocupados. Rumam-se, sempre, ou não, na direção do reinado oponente, dependendo da ocasião. As torres são movimentadas de forma similar, à frente ou aos lados. Os cavalos são movimentados, nas diversas direções, em forma de “L invertido”. O movimento inicia no quadrado ocupado pela peça. Depois, contam-se mais dois quadrados, à frente, e termina naquele desocupado, à direita ou à esquerda. Os cavalos são as únicas peças que podem “saltar” os quadrados ocupados por outras. De igual modo, nas quatros linhas do tabuleiro, há a movimentação dos bispos. Ocorrem à frente ou para atrás, sempre na diagonal, e capturam outra peça que estiver na direção do movimento indicado. A rainha tem mais liberdade e grande capacidade de capturar outras peças. Seus movimentos sãos ilimitados, em qualquer direção, nos limites do tabuleiro. No entanto, os movimentos do rei, nas quatros linhas de Jogo de Xadrez, têm limites. Tal qual o peão, desloca-se de quadrado a quadrado por vez. A vantagem do rei sobre o peão é a de deslocar-se a qualquer direção. Esse, não capturado, após alcançar a última linha do tabuleiro, será trocado por outra peça capturada, inclusive a rainha, retornando-a à defesa de seu reino. Após tal descrição, disse-me a pessoa, com a tonalidade bastante animada: – Então, vamos lá?! Antes de minha resposta, perguntou-me: Você sabe o que é Ambiência de Governança de um País? Explicou-me que, num país livre e democrático, há governança saudável. Isso ocorre quando há regramento, claro e específico, inserido na Norma Maior. Se é cumprida, conforme estrita descrição, considera, com igualdade, todas as pessoas, suas respectivas relações, pessoais e sociais, concede todos os direitos que lhes são devidos e exigem de todos o cumprimento dos deveres estabelecidos. Ato contínuo, ouvi uma música, orquestrada, no ritmo de bossa nova fossa! Vi, também, ordenada movimentação de pessoas. Cada uma delas ocupou um dos 32 quadrados, pintados no chão daquela sala. Dezesseis vestiam roupas na cor de “limão-siciliano”. Era “limão-galego” verde, a cor da roupa das outras dezesseis pessoas. De repente, ligeira “queda de energia”! Com a nova iluminação, percebi que a sala ficou arredondada! O novo tabuleiro era circular. Pisquei várias vezes… Confirmadíssimo! – Sim, o Tabuleiro é Circular, vamos jogar? Disse meu oponente naquele Jogo de Xadrez. E agora, pensei com os meus botões!? Vi, ainda, que cada uma das pessoas tinha, em suas mãos, um Livro de capa azul oceano. Tentei ler o título, debalde! Enxerguei apenas o dístico “Nov”! Então, ouvi os esclarecimentos novos! As pessoas serão nossas peças do jogo. Os peões são o Povo. Os cavalos, bispos e torres constituem os Poderes da República. O rei e rainha são a Governança entre eles. Os poderes asseguram as Leis, as Forças de proteção e a Justiça. Se há Lei e Ordem, então, a Interlocução reinou, entre todos. Se, aquelas são observadas, então, os Poderes se respeitam, cada um faz e sabe o que deve ser feito. Se assim é, a Governança é saudável! Há ética, moral, espírito público legítimos e singulares. Ouvi, mais uma vez, a voz dizer: – Vamos começar o Jogo? Olhei, outra vez, aquelas Pessoas e aos Livros, em suas mãos. Pensei e pensei e pensei. Então respondi: – Melhor não! Vou acordar… O sonho acabou … não acabou(?)! Em 2023, vou jogar mais Xadrez Circular! Feliz 2023! Crédito das imagens e dicas: SILVA, Marcos Henrique de Paula Dias da. O curioso xadrez circular. In: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Zero – Blog de Ciência da Unicamp. Volume 5. Ed. 1. 1º semestre de 2021. Campinas, 09 maio 2021. Disponível https://www.blogs.unicamp.br/zero/2915/. Acesso em: <data-de-hoje>.
Quo Vadis – o caminhante.

O que faz a diferença para um bom entendedor é a capacidade de não se deixar influenciar pelo ambiente externo, de não sofrer a ação da comoção na análise do que se apresenta como uma verdade. Sucumbir ao desejo desenfreado de tentar antecipar uma resposta, quando na verdade a própria pergunta já se apresenta como um argumento de resposta, não nos obriga à formação ou a apresentação de um juízo de valor particular a nós, mas sim os necessários a quem nos provoca. Despir-se da obrigação de formar uma opinião e de a apresentar como forma de inserção dentro de um grupo ou de uma sociedade é tudo quanto um previdente deve ter como princípio e convicção no trato de uma informação. Manter-se no caminho e seguir as suas convicções com a certeza de que o futuro é um conjunto de impressões forjadas num passado onde o acúmulo e a compatibilidade das informações permitiram construir um conhecimento mais propício ao entendimento do mundo em que vivemos. Caminhar como a figura do deus Janus, com uma face voltada para o passado e com a outra a descortinar os saberes que se apresentam à nossa frente e a partir de uma nova seara que exige de nós a correta interpretação daquilo que os nossos olhos percebem no ambiente e que validados pela nossa audição nos permitem o entendimento mais próximo da verdade insofismável. O caminhante não refuta o caminho e nem se desvia dele, ao contrário, tenta compreender a sua jornada e encontrar nela a essência da sua própria existência. Não a faz simplesmente pela consecução de um objetivo e sim porque sendo parte do caminho, através das próprias marcas no solo, não deixa apenas o seu rastro, mas o conjunto de análises criteriosas dos percalços e das mais favoráveis atitudes a adotar. Em suma mantenha-se no caminho.
Komemora Festa Natal No Tinan Foun, PNTL Sei Halo Operasaun LILIN

Dili, Atu festeja loron bo’ot Natal 2022 no Tinan Foun 2023, Komandu Polísia Nasional Timor-Leste (PNTL) sei halo Operasaun LILIN iha teritoriu Timor laran tomak hodi garante seguransa ba ema hotu. Porta Voz Komandu PNTL Superintendente Xefe Arnaldo Araújo liu husi konferensia imprensa kuarta-feira (14/12) ne’e hateten atu sidadaun hotu bele komemora Festa Natal no Tinan Foun ho hakmatek maka Komandu PNTL hasai ona Ordem Diretiva Operacional ba Komandu PNTL munisipiu 14 hodi implementa. “Situasaun jerál iha Teritoriu Timor laran hahu’u husi: Terestre, Maritima no Aero situasaun lao kontroladu no ba Komunidade hotu iha Loron bo’ot Natal no Tinan Foun, PNTL sei garante seguransa iha tempu ida ne’e, husu ba parte hotu atu koopera ho Autoridade seguransa”, tenik Porta Voz Komandu PNTL ne’e. Superintendente Xefe apela ba públiku atu labele naran sunu Fugetes/ Painson, maibé autoriza deit sunu iha tempu Natal no Tinan Foun. Husu mós atu labele sunu Fugetes iha edifisiu bo’ot sira nia oin no mós iha merkadoria, hanesan mós iha fatin sira komersiu nian tanba aktu sira ne’e bele fó impaktu ba ema nia hakmatek. “Informa ba públiku, iha loron Bo’ot (Natal & Tinan Foun) antes atu viajem ba munisipiu, husu atu halo aproximasaun/kontaktu ho Autoridade Munisipiu sira, hodi hatene informasaun ou situasaun KLIMA (tamba agora iha tempo Udan no Rai Monu) hodi bele evita mosu sidente ne’ebe maka ita hotu la espera”, hatutan Superintendente Xefe ne’e. Xefe Gabinete Relasaun Internasional PNTL ne’e apela mós ba funsionariu públiku sira hotu atu labele utiliza transport State nian iha tempu Natal no Tinan Foun. Sirkulasaun transporte Estado nian só bele halo wainhira iha Karta Guia de Marsa ka Ordem Servisu ruma, tanba sei iha ekipa konjunta ida maka sei halo aktividade pasa revista ka Operasaun iha tempu feriadu nia laran. Asidente Fulan Dezembru Hahu’u husi loron 01 fulan Dezembru tinan 2022 to’o loron 05, Komandu PNTL rezista sidente hirak ne’ebe maka akontese iha teritoriu nasional maka hanesan: Kanek kma’an= 33, Kanek Todan= 8, Mate= 5, Prosesu ba Tribunal= 4 no Sei iha Prosesu hela= 9; Fatór Asidente maka kondisaun Dalan, Veíkulu no ema. Media PNTL. Fonte: Polícia Nacional do Timor Leste.
Abrir os olhos e perceber a alegria da vida.

Com os olhos vejo a beleza da vida e num aprendizado constante enxergo a luz que se irradia das pessoas que fazem a diferença em nossas vidas. Abrir o olhos e perceber a alegria da vida são exemplos que nos impulsionam a sermos pessoas melhores. Nessa condição, transformarmos a vida de outros. Assim, perceber que tudo o fazemos tem um propósito. Então, se manifesta na capacidade de entender toda a beleza e nos leva ao conhecimento. Este motiva-nos a conhecer a nós mesmos, e a produzir o que de melhor pudermos deixar a todos, como nós, buscam o sentido das informações que os olhos captam. Não apenas captar a informação, sobretudo entender a informação e a partir dela construir pontes para contemplar um ambiente de fraternidade e respeito pelas opiniões, pelos atos, pelos erros e acertos e principalmente, por fazendo uso do livre-arbítrio, tentar encontrar a melhor hipótese de compreensão. Valer-se da visão para construir pontes entre o passado e o presente e num processo ético descortinar saberes cujas memórias não se fazem presentes, mas que validados de forma responsável e comprometida com a humanidade nos levam ao melhor entendimento de nós próprios. A honra e glória e sobretudo os agradecimentos por ter pessoas que se apresentam como faróis, olhos que nos permitem ir além e procurar fazer o melhor de nós mesmos, permitem-nos construir um ambiente onde o princípio é conhecer a verdade necessária, aquela que nos eleva ao encontro de nós mesmos com o que realmente somos e deixamos como legados. A cada dia, na busca incessante do conhecimento que nos eleva ao Estado de Consciência, tornamo-nos obrigados a abrir os olhos e perceber a alegria da vida.
Habitação segura ao policial-militar

A Lei 13.675, de 11 de junho de 2018, estabeleceu o “Sistema de Segurança Pública (Susp)” e a “Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS). No inciso VI, do Art. 25, encontra-se definido o apoio e a promoção do “sistema habitacional para os profissionais de segurança pública e defesa social.” Em consequência disso, o governo federal, por meio da Caixa Econômica Federal, criou um programa que será aqui denominado de Habitação Segura ao Policial-Militar. O Habite Seguro é o programa daquela instituição financeira. Será a responsável pela habitação segura ao policial-militar. No caso de interesse pelos benefícios oferecidos, o(a) profissional da Polícia Militar acessará ao link especificado abaixo. Assim, encontrará as informações necessárias sobre a efetivação dos “recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), e condições especiais de financiamento.” Para obter mais informações, você poderá acessar a Cartilha do Habite Seguro, bem como às outras divulgadas pelo Ministério da Justiça e da Segurança Pública. Lei 13.675, Habite Seguro, Cartilha, MJSP.
Nem bonitinho, mas muito ordinário!

Se o canalha ladrão de nove dedos, Lularápio, assumisse a Presidência da República, o Brasil estaria a salvo de todos os seus males. Tudo isso porque o ex-ministro do TCU, José Múcio Monteiro Filho, o nem bonitinho, mas muito ordinário, seria indicado para o Ministério da Defesa. Vejam que desmoralização suprema: um vagabundo que não serviu ao Exército, que nunca trabalhou na vida, que jamais enfiou sequer um prego numa barra de sabão, iria cuidar da defesa do país e dar ordem de comando às Forças Armadas. José Múcio descende de família que escraviza o estado de Pernambuco há imemoráveis idos. Houve período em que os membros de sua família tinham interesses fortes e escusos, praticamente majoritário, no comércio, na indústria e na maioria das usinas produtoras de açúcar do estado. Eles comiam e comem os ganhos financeiros de todos os que trabalham e os sustentam. Eram proprietários do Banco Mercantil de Pernambuco, cuja direção ficava sob as ordens de um tio de José Múcio, Armando Monteiro Filho. Este último foi ministro do governo João Goulart, de 08.09.1961 a 26.06.1962. Todos à sombra dos cofres públicos. Se puxar um fio solto com a história da família, veremos que a biografia dessa canalha se confunde com os recursos orçamentários do estado que os sustenta. O próprio Armando Monteiro Filho foi deputado federal, tentou ser governador de Pernambuco e senador, mas só ficou mesmo comendo pelas beiradas e pelo centro, com a ajuda firme de figurões acumpliciados. José Múcio foi prefeito do município de Rio Formoso, candidato ao governo estadual, mas perdeu para o comunista-vigarista-ladrão, Miguel Arraes, até que Lularápio se engraçou da figura e o colocou num Ministério político e, mais tarde, no TCU. Armando Monteiro Filho, para quem não sabe, que era casado com uma filha de Agamemnon Magalhães, teve o Mercantil sob intervenção do Banco Central até quitar integralmente seus débitos e vendê-lo ao Bradesco. Eles se metem a gerenciar e cuidar de tudo que não conhecem, pois sempre viveram num país onde a população é sua serva. Não devem satisfação a quem quer que seja. Prejuízo, eles jamais contabilizam, pois o dinheiro vem dos impostos. Uma coisa que esse povo não tem é vergonha no focinho. Imaginem o Brasil invadido, digamos, pela costa de Fernando de Noronha, e os militares chegando no Ministério para solicitar plano de defesa elaborado por José Múcio Monteiro Filho. É pra morrer de rir! Não se deve esquecer que Zé Dirceu, o revolucionário de bosta, fez tratativas para livrar o Banco Mercantil de Pernambuco das dívidas, o que expôs envolvimento da instituição financeira no imbróglio do mensalão. Para fazer com que o país consiga respirar por longos anos, livres desses parasitas que não trabalham e sugam as riquezas e os suores do povo trabalhador, só os submetendo a julgamentos sumários e os fuzilando legalmente. Quanta bandidagem! O que acontece no Brasil faz parte de um esquema mundial. O que fazem aqui com Bolsonaro é o mesmo que fazem com Donald Trump nos EUA, em assaltos praticados por Bill Clinton, Obama, Hillary Clinton e o atual presidente demente e pedófilo, Joe Biden. Vejam, agora, o escândalo das armações do Twitter, que estourou nos EUA, revelados pelo seu novo proprietário, Elon Musk. Quando vocês virem notícias elogiosas na chamada grande imprensa, tudo vem fabricado e elaborado de forma que consiga iludir à população. Esses “líderes” são bandidos, apenas criminosos, posando de moderados e tentando ser convincentes, mas grande parcela do povo sabe que eles não merecem nenhum crédito e não passam de vagabundos desmoralizados. José Múcio nada mais é do que um crápula que tenta dar ar de veracidade à roubalheira praticada pelo TSE nas urnas. Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil. Confira esse vídeo inspirador no meu canal. Inscreva-se lá. Está chegando a hora! Repassem para que todos tomem conhecimento dos absurdos que os pilantras nos tentam impor.
A Ideologia não pode ser maior do que a Igreja.

Não se combate o mal com as armas do bem. O mal se combate com as armas do mal na estratégia do bem. Não vamos vencer o mal com a submissão, mas sim com as regras dele, com as estratégias do bem e sobretudo com as bençãos de Deus. Eu não sou católico, a Igreja Católica Apostólica Romana sou eu. Os seus sacerdotes em sua maioria são a Igreja Católica Apostólica Romana e não o sentimento de usurpação dos Sacramentos para o proveito próprio de uma falácia condenada por São João Paulo II. A pior morte não é a física mas a do assassinato dos Santos Sacramentos na usurpação do amor do crente para os proveitos próprios contrários à Ordem de Melquisedeque. Deus é conosco, assim como Jesus Cristo veio, reinou e se elevou, não podemos abrir mão do compromisso com a Ordem de Melquisedeque. Cristo era JUSTO e não bom. Quem deve se reconciliar conosco é quem nos ofende. Dar a outra face é avisar para o outro que já lhe ensinamos o caminho. Você sabe o que deve fazer. Se você não quis: então siga a sua vida e procure se reconciliar com Deus. Eu te perdoo mas não sou obrigado a conviver com você e nem quero o seu mal, pois Deus ama a criatura e não o pecado. A par de tudo isso, lembre-se de que a Ideologia não pode ser maior do que a Igreja.
