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Ame o seu cérebro

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Ame o seu cérebro, proporcione a ele viver aquilo para o qual foi concebido. O seu cérebro não foi feito simplesmente para dar uma resposta, ou simplesmente para responder estímulos. O seu cérebro foi estruturado para construir conhecimento, e analisar todas as hipóteses possíveis de entendimento e clarificar a compreensão possível de determinado fato, ato ou evento que se apresenta a ele. Se você se acostumar apenas à emissão de uma resposta, ao que lhe é apresentado, que mérito há? Qualquer buscador na internet, através de um algoritmo já o faz. Você foi criado para analisar através de todos os sentidos e de forma dinâmica construir um entendimento também dinâmico e fluido da contemporaneidade dos fatos, atos e eventos. Pensar é uma ação dinâmica através de sinapses, onde se cruzam conhecimentos pretéritos e incorporam-se novas informações, com releitura do ambiente e ajustamento ao momento presente com o intuito de apresentar a hipótese de compreensão mais factível e crível ao ser interlocutor. Pense sobre o assunto.

i9-PMMG na IIª Feira de Inovação Tecnológica

Divulgação Realização-Eventos A i9-2022 é realizada pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), mediante ações gerenciais da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro (APM-PM). Os espaços destinados à abertura do evento e exposição dos produtos estão localizados nas Escolas de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos (EFAS) e de Formação de Soldados (EFSD). Participantes Autoridades, convidados, expositores e visitantes, entre os quais, incluem-se, a (o)s: Reitora da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) — Sandra Regina Goulart Almeida ; Capitão dos Portos da Capitania Fluvial de Minas Gerais, da Marinha do Brasil — Capitão de Mar e Guerra Washington Luiz Vieira de Barros; Deputado Federal — Luiz Gonzaga; Vice-Governador eleito — Mateus Simões; Secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico — Fernando Passalio de Avelar; Comandante-Geral da PMMG — Coronel Rodrigo Rodrigues de Souza; Chefe do Gabinete Militar do Governador – Coronel  Osvaldo de Souza Marques Diretor Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) — Paulo Sérgio Lacerda Beirão Militares Federais e Estaduais Brasileiros, da ativa e veteranos, dos diversos postos e graduações; Policiais civis e penais e Guardas municipais, das diversas categorias; Cerimônia de Abertura Realizada, nesta quinta-feira (24), no auditório da EFA. Foi um evento marcante e agradável ao público presente. As pessoas que ali compareceram desfrutaram de momentos: de reflexão (sobre a Missão do(a) Policial Militar); alegres e descontraídos (apresentações de ilusionismo e teatrais); premiações e reconhecimento das parcerias na i9-2022 e lançamento das BodyCams para os policiais militares mineiros. Ambiente das exposições – Stands Foram instalados no pátio frontal das edificações que sediam as escolas citadas anteriormente. Ali, os participantes da Feira de Inovação Tecnológica — i9-PMMG/2022 — conheceram muitas novidades significativas e favoráveis à proteção das pessoas e suas comunidades. O Gestor Principal do Grupo MindBR, mantenedor deste PontoPM, compareceu e participou das atividades programadas. Deixa, aqui, os agradecimentos aos participantes e organizadores, na pessoa do Comandante da APM-PM — Coronel PM Eugênio Pascoal da Cunha Valadares. Com as informações da PMMG. Imagens do Slider. Outras mais, você encontrará aqui.

Seres desprezíveis enrustidos

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Os que fazem parte de nossas instituições estão, em sua maioria, podres! Veja-se o nível de um canalha como o ministro Alexandre de Moraes (STF), o qual, muitos dizem, é na realidade psicopata ou débil mental. Foi ele o principal artífice da fraude eleitoral presidencial e que não cansava de dizer aos comparsas do desmoralizado STF que alguns iriam protestar depois de anunciado o resultado, mas “que, logo, logo, a gente arruma tudo e nosso domínio será total”. Deu com os burros n’água. Vocês já imaginaram quando esse vagabundo estiver sem toga? Como irá circular nas ruas, depois de ter feito tantos inimigos e prejudicado a vida de tantos? Sem contar o bravo jornalista Oswaldo Eustáquio, que foi para a prisão e de lá saiu paraplégico. Moraes mandou prender professores que participaram de protesto, o porta-voz de caminhoneiros, Zé Trovão (eleito deputado federal), o deputado federal Daniel Silveira e exilou o jornalista Allan dos Santos. A lista é inacreditável e extensa. O STF é, hoje, reduto de criminosos do mais alto risco. Todos irmanados na tarefa de transformar o país numa ditadura comunista, onde os que trabalhassem nada possuiriam. Os ministros são apoiados por imprensa tão desmoralizada quanto os próprios, criando falsas narrativas todos os dias, a fim de que sirvam como base a atos plenos de ilegalidade. Vejam Luís Roberto Barroso, cognominado “Lulu Boca de Veludo”, porque vivia praticando felação em tudo que era universitário de seu tempo. Barroso perdeu as estribeiras em Nova York, no evento preparado por seu comparsa de felação, Agripino Doria, e empregou termo próprio do bandido, marginal e covarde que é: “-Perdeu, Mané”. Este picareta, em agosto de 2021, foi acusado pelo presidente Bolsonaro de ter ido à Câmara dos Deputados impedir que a PEC do voto impresso fosse aprovada. Dizem que ameaçou colocar em pauta, no STF, processos criminais contra deputados. Ele também declarou que “eleição não se ganha, se toma”. Em fevereiro deste ano, Barroso foi ao Texas, nos EUA, participar de evento cujo título era bem sugestivo: “Livrando-se de um presidente”. Como um ser desprezível como tal integra os quadros da mais alta corte do país? Tudo foi articulado à frente de todos. Não viu quem não quis. Todos os dias eles emitiam sinais e diziam abertamente o que estavam fazendo: preparando a fraude eleitoral que aí está. Os infames têm de ir presos. A população tem de permanecer na frente dos quartéis e pedir a prisão desses bandidos. O STF terá de mandar a maioria de seus membros para o xilindró, especialmente a tia velha, Edson Fachin, conhecida como “Carmem Miranda”. Foi este verme salafrário quem tirou o nove dedos da prisão e o colocou no páreo eleitoral presidencial, enquanto a fraude era montada. Canalhas, canalhas, mil vezes canalhas. Um outro, Gilmar Mendes, conhecido por ter a família envolvida na posse de cemitério clandestino em Diamantino, Mato Grosso, já praticou crimes inomináveis em aliança com meliantes de seu naipe. Bom mesmo que estamos tendo esse longo tempo, porque a quadrilha está apodrecendo totalmente à nossa vista. Se as providências tivessem sido tomadas no ano passado, as pessoas jamais saberiam o nível de periculosidade desses bandoleiros. Espalhem este artigo até que alcancemos a maioria dos brasileiros.

HONRA E GLÓRIA À ORDEM CULTURAL MILITAR MARANHENSE.

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O Major PM Carlos Alberto da Silva Santos Braga tomou posse na Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares (AMCLAM). Naquele sodalício, realizado o 1º Congresso Nacional das Academias de Letras Militares do Brasil (CONAMBRAS), Carlos Braga encerrou seu discurso Com o brado de “Honra e Glória À Ordem Cultural Militar Maranhense”. O Oficial Veterano da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), colaborador do PontoPM, foi empossado na Cadeira 41. Substituiu o Coronel da Polícia Militar do Maranhão (PMMA) Geovane Bezerra da Silva, falecido em 2018. Ambos os militares concluíram o Curso de Formação de Oficiais na Academia Militar do Prado Mineiro. Geovane e Carlos Braga foram, respectivamente, Aspirantes das Turmas de 1970 e de 1987. Aos atos cerimoniosos, realizados no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça do Maranhão, em São Luiz, compareceram ilustres autoridades, nesta sexta-feira (18). Na ocasião, registraram-se as presenças honrosas do Comandante-Geral da PMMG — Coronel PM Rodrigo Rodrigues de Souza —, Comandante-geral da PMMA — Coronel PM Emerson Bezerra da Silva —, que é filho do Coronel Geovane, além da Liderança e convidados das Academias Brasileiras. Conforme informações da AMCLAM, o CONAMBRAS será realizado em dois dias. O encerramento está previsto para o sábado (19). Consta, ainda, que evento teria sido programado para 29 de maio de 2020, das 8h às 18h. Foi adiado sine die em “razão da Pandemia ‘COVID-19′”. Atualmente, há, no Brasil, oito Academias de Letras Militares, assim constituídas: Academia de Letras João Guimarães Rosa, da Polícia Militar de Minas Gerais, fundada em 21/08/1995, portanto é o sodalício mais longevo;Academia Brigadiana de Letras, no Rio Grande do Sul, fundada em 21/04/2006;Academia de Letras dos Militares Estaduais de Santa Catarina, fundada em 01/10/2021;Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares, fundada em 31/05/2019;Academia de Letras dos Militares Estaduais do Paraná, fundada em 28/08/2018;Academia de Letras dos Militares Estaduais do Brasil de do Distrito Federal (nacional), fundada em 10/08/2018;Academia de Letras dos Militares Estaduais da Paraíba, fundada em 19/04/2021 eAcademia Potiguar de História e Cultura Militar, fundada em 07/07/2021. Noticia-se a possível constituição de outras duas, nos estados federativos do Mato Grosso e Tocantins. Na funcionalidade das Academias Militares de Letras criadas, uma das vantagens que chama atenção é a constituição de sua Confraria. O corpo acadêmico não é constituído somente por militares das Instituições Militares Estaduais. Muitas Cadeiras são ocupadas por civis: escritores, poetas, juristas e professores universitários, dentre outros. Leia o Discurso de Posse de Carlos Braga, clicando aqui. Com as informações da ALMEBRAS: 1 e 2 e do Jornal Pequeno.

Educação ou Ensino? O dilema do entendimento.

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É natural que algumas pessoas tenham dificuldade em diferenciar de forma coerente os significados dos termos educação e ensino. Isto porque a diferenciação é resultado do entendimento de algo muito maior e que se manifesta na forma contínua da acumulação do conhecimento. Como o estoque de conhecimento produzido ao longo da vida permite a qualquer um de nós entender adequadamente um termo, aí se manifesta o significado do termo educação – processo de aprendizagem que se inicia ao nascer e numa dinâmica de maturação até o final da nossa vida, nos permite encontrar respostas compatíveis com o entendimento do mundo, das pessoas, das ideias e das novas manifestações do pensar que se constroem rotineiramente. Educação é portanto algo que se constitui dos níveis de ensino que são compatíveis com a carga de ensinamentos passados e o grau de maturidade próprio que se exige daquele que sofre o efeito do ensino. No nível fundamental do ensino procura-se proporcionar à pessoa o conhecimento do mundo circundante, o porque das manifestações da natureza, dos números, da vida e da sociedade. Uma vez aprofundado neste nível e aprovado na construção teórica dele a pessoa está apta ao aperfeiçoamento e crescimento em outro nível do conhecimento. Avançando no processo de educação, estará ela apta ao aprofundamento dos estudos no nível médio. No nível médio do ensino, onde o pressuposto para a sua frequência é a capacidade de discernir além do sentido expresso nas palavras, números e imagens, entende-se o universo a partir da especulação e aprofundamento das informações tratadas no nível fundamental. Já não apenas se aborda o mundo circundante e sim a dinâmica da construção das interpretações e visões da realidade que proporcionou uma nova perspectiva do saber. No nível médio do ensino, a partir do entendimento filosófico estoico, à pessoa se exige a compreensão de que nem tudo que foi falado é um fato e sim uma opinião construída com o conjunto das informações disponíveis até aquele momento e que nem tudo que se vê é a realidade e sim uma perspectiva de interpretação do mundo que demanda a associação de novas informações. Tentar avançar para além da compreensão do fato e da realidade é uma perspectiva de aprofundamento teórico que se constrói no nível de ensino superior. Superior de graus do conhecimento e não superior do aprofundamento filosófico. O nível de ensino superior está invariavelmente ligado à dinâmica do saber-fazer, ou seja, de saber o que se discute e fazer acontecer exatamente aquilo que se constrói teoricamente a partir do acúmulo das experiências, expectativas e opiniões que permitiram maturar o conhecimento e maturando, faz crescer um novo conhecimento. A partir do que se construiu até aqui, fica a pergunta: Uma instituição de educação é uma instituição de ensino ? Obviamente que a resposta é sim. Em qualquer situação uma instituição de educação é uma instituição de ensino. Isto porque a educação além dos níveis fundamental, médio e superior ainda contempla outras tipologias. No movimento contrário nem toda instituição de ensino será uma instituição de educação porque o ensino é um nível da educação. Obviamente que uma Instituição de Ensino Superior que contempla o ensino fundamental, o ensino médio, a pesquisa, a extensão e as relações com a comunidade, principalmente em ações de engajamento social, é por excelência uma Instituição de Educação. Se analisarmos a Polícia Militar de Minas Gerais, que tem a formação profissional endógena e os ensinos fundamental e médio na estrutura do Colégio Tiradentes da PMMG, poderemos dizer que ela é uma Instituição de Educação no conjunto de suas unidades que ofertam o ensino fundamental, o ensino médio, o ensino superior, as relações com a comunidade através das extensões e a pesquisa nos cursos de pós-graduação. Há um hiato entre a estruturação antiga da Lei de Educação da PMMG e a lei em vigor, que se trata da ruptura em preparar para os quadros da Corporação, isto porque a legislação atual exige o curso superior como condição de acesso e não mais o ensino médio – produto do Colégio Tiradentes da PMMG. Há como mudar isso? Sim, basta apenas alterar a legislação e o Colégio Tiradentes da PMMG fornecer um Curso Tecnólogo compatível com o conceito de segurança pública e cidadania, de curta duração, que equivale ao ensino superior. Em essência existir efetivamente como um conceito de College da legislação americana. Afinal, como tudo que se escreve são opiniões, o fato pode ser a transformação a partir da vontade institucional.

A Imprensa Brasileira da República

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Neste 15 de Novembro de 2022, quando se comemora o 133º aniversário da Proclamação da República, não há muitas publicações. Este fato, passado, não é notícia, na imprensa brasileira da República. No entanto, dois chamam atenção dos atentos leitores: viagem do candidato a Presidente do Brasil e reunião dos ministros da alta corte brasileira em New York. Em consequência disso, nesses tempos permeados de questionamentos, há de se indagar: o que é Ética? O que é Moral? No dia da Proclamação da República, qual é o cenário ético e moral vigentes? Fatos publicados na imprensa brasileira da República. Um vespertino brasileiro noticiou a viagem do candidato a Presidente do Brasil. Embarcado num avião de amigo de 12 anos, rumaram-se à 27ª sessão da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas. Naquele veículo da imprensa brasileira, deveria ter sido questionada a situação Moral, do fato em si, e não a Ética. Assim, das lições preciosas de nosso Jornalista responsável – João Bosco de Castro – e respeitado Oficial Veterano da Polícia Militar Mineira, retiramos: Moral é natural, embutida na Essência Humana, é Condição: comum a todas os Povos, Tribos e Classes. Ética é cultural, embutida na Existência Humana, é Situação: divergente entre Povos, Tribos e Classes, embora exista a Ética Dominante ou Prevalente. Por isso, a Moral é única, mas a Ética, não. Existem a Ética do Bem e a Ética do Mal. A Ética é a socialização sistematizada da Moral… Há muito que se aprender, inclusive nos momentos de Fla-Flu, Coelho-Galo, Gre-Nal e outros de alegres e descontraídos! A despeito disto, foi publicada, num jornal da imprensa brasileira, a discordância de dois especialistas. Um a favor e outro contra! Tem base!? O segundo fato foi a reunião dos ministros da alta corte brasileira em New York. Uma pergunta que não quer calar: os magistrados brasileiros participam de reunião, naquela metrópole, com que propósito? No site do Supremo Tribunal Federal, encontra-se o seguinte: Algumas lições, aos profissionais da Imprensa Brasileira da República É importante ressaltar, que há lições de Rui Barbosa, aos brasileiros, sobre a Imprensa; Imprensa e Presidencialismo; A moral dos povos livres e o Código Penal. Ei-las: “A imprensa  A imprensa é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alveja, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que a ameaça.  Sem vista mal se vive. Vida sem vista é vida no escuro, vida na soledade, vida no medo, morte em vida: o receio de tudo; dependência de todos; rumo à mercê do acaso; a cada passo acidentes, perigos, despenhadeiros. Tal a condição do país, onde a publicidade se avariou, e, em vez de ser os olhos, por onde se lhe exerce a visão, ou o cristal, que lhe clareia, é a obscuridade, onde se perde, a ruim lente, que lhe turva, ou a droga maligna, que lhe perverte, obstando-lhe a notícia da realidade, ou não lhe deixando senão adulterada, invertida, enganosa.  Já lhe não era pouco ser o órgão visual da nação. Mas a imprensa, entre os povos livres, não é só o instrumento da vista, não é unicamente o aparelho do ver, a serventia de um só sentido. Participa, nesses organismos coletivos, de quase todas as funções vitais. É, sobretudo, mediante a publicidade que os povos respiram.  Todos sabem que cada um de nós tem na ação respiratória, uma das mais complexas do corpo, e uma das em que se envolvem maior número de elementos orgânicos. A respiração pulmonar combina-se com os tecidos, para constituir o sistema de ventilação, cuja essência consiste na troca incessante dos princípios necessários à vida entre o ar atmosférico e o sangue, da circulação do qual vivemos. Nos pulmões está o grande campo dessas permutas. Mas os músculos também respiram, e o centro respiratório se encontra, bem longe do aparelho pulmonar, nesse bulbo misterioso, que lhe preside à respiração, e lhe rege os movimentos.  Da mesma sorte, senhores, nos corpos morais, nas sociedades humanas, essa respiração, propriedade e necessidade absoluta de toda célula viva, representa, com a mesma principalidade, o papel de nutrição, de aviventação, de regeneração, que lhe é comum em todo o mundo orgânico, animado ou vegetativo. (…)” “Imprensa e presidencialismo  A expressão dominante desses costumes é a imprensa, que, nos governos dessa fórmula constitucional, substitui, como órgão da opinião pública, o mecanismo da responsabilidade ministerial nos países parlamentares. Era mister, pois, inutilizar a imprensa, tirando-lhe a virilidade, emasculando-a n’alma, jarretá-la de pés e mãos, para não atacar, nem resistir, avezá-la a pôr loja de algibebe e casa de encobrideira, onde os governos sobrevestissem os rebuços de suas mascaradas, e encantoar, com as presas dos seus crimes, a verdade dos seus atos (…)”. “A moral dos povos livres  Nenhum país salva a sua reputação com os abafos, capuzes e mantilhas da corrupção encapotada. Durante a campanha da Criméia, em 1854, o Times,  o jornal dos jornais europeus, não hesitou em romper na mais tremenda hostilidade contra a administração militar da Grã-Bretanha, sustentando que o seu serviço era ‘infame, infamous’, que os soldados enfermos não achavam nem camas, onde jazessem, que o exército, gasto, desmoralizado e miserando, não tinha, em Balaclava, nem onze mil homens, capazes de entrar em combate.  Russell, o famoso correspondente desse jornal britânico no teatro da guerra, perguntava, em carta, a Delane, o célebre diretor do grande órgão: ‘Que hei de fazer? dizer estas coisas, ou calar?’ Mas o interrogado não hesitou na resposta. As instruções, em que lhe deu, recomendaram-lhe, com energia, ‘falar verdade, sem indulgência, nem receio’. O Times, declaravam elas, o Times não admitia ‘véus'(…)” “O código penal  Mas as despesas referidas com tão rematada simpleza e segurança de ânimo num documento de tão alta solenidade estão positivamente capituladas como criminosas na legislação brasileira, onde o Código Penal, no art.

A Construção da Segunda Cidadania

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Carlos Braga recebeu, em Portugal, sua segunda cidadania. Tornou-se Cidadão Português. Major Veterano da Polícia Militar de Minas Gerais, o oficial é, também, historiador e colaborador do PontoPM. Assim, foi convidado, recentemente, a compartilhar, com a Equipe do PontoPM, suas experiências vividas no outro lado do Atlântico. Carlos Braga, entregou-nos, gentilmente, o texto denominado A CONSTRUÇÃO DA SEGUNDA CIDADANIA – A MINHA EXPERIÊNCIA. Após leitura desta breve entrevista, faça o download de uma cópia. Equipe PontoPM – Major Carlos Braga como se deu esse processo? Major Carlos Braga: O processo de concessão da Nacionalidade Portuguesa, no meu caso em particular, se deu por naturalização em decorrência do tempo vivido de forma legal em Portugal. Há outras formas previstas na Lei da Nacionalidade e atende aos casos concretos. Equipe PontoPM – Major Carlos Braga como se caracteriza o tempo vivido de forma legal em Portugal? Major Carlos Braga: O tempo vivido de forma legal em Portugal é caracterizado pela residência legal em Portugal, com a emissão do Título de Residência, que até os cinco anos se caracteriza como Título de Residência Temporária e se renova em períodos de tempo – um ou dois anos. A partir dos cinco anos de residência legal é emitido o Título de Residência Permanente e renovável de cinco em cinco anos. Equipe PontoPM – Major Carlos Braga qualquer pessoa pode seguir o mesmo caminho percorrido por você? Major Carlos Braga: O processo de concessão da Nacionalidade Portuguesa é muito objetivo, o meu caso é uma das formas onde se adquire por tempo, há os casos de consanguinidade – filhos e netos de pais portugueses nascidos em Portugal, que é um processo bem mais simples e pode ser feito em qualquer representação diplomática de Portugal espalhada pelo mundo. O meu caso só se faz na Conservatória do Registro Civil em Portugal e a minha escolha foi por Braga, cidade na qual eu residia. A Lei da Nacionalidade explica claramente o trâmite. Equipe PontoPM – Major Carlos Braga como se acessa à Lei da Nacionalidade Portuguesa? Major Carlos Braga: É muito simples. Basta digitar o termo em qualquer buscador e o algoritmo apresenta a resposta de imediato. Equipe PontoPM – Major Carlos Braga o que pode ser dito para esclarecer aos nossos leitores sobre o processo de construção da dupla cidadania ou da busca por uma segunda cidadania? Major Carlos Braga: Para se construir um entendimento simples e objetivo é apresentado o texto a seguir que resgata de forma simples a minha história desde a ideia inicial até a emissão do documento português, inclusive com os trâmites anteriores à residência legal que são iniciados no Consulado de Portugal no Brasil. Leia, reflita e se posicione. Mas não se esqueça que essa é a minha história, não é exemplo ou roteiro e tampouco uma cartilha. Tenha discernimento. Equipe PontoPM – Major Carlos Braga a Equipe PontoPM agradece a sua disponibilidade e ao apresentar o texto no link abaixo, espera que os nossos leitores o leiam e reflitam sobre a viabilidade na construção de um direito que é particularmente próprio e singular a cada pessoa. Major Carlos Braga: Agradeço ao espaço virtual PontoPM e a todos que o compõem pela oportunidade de apresentar um texto que possa balizar as expectativas dos nossos leitores. Desejo a todos uma boa leitura e sorte. Clique e baixe: A CONSTRUÇÃO DA SEGUNDA CIDADANIA – A MINHA EXPERIÊNCIA

O valor do Relatório Técnico

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No site do Ministério de Estado da Defesa, desde 9/11/22, encontra-se o Ofício Nº 29126/GM-MD, assinado pelo Excelentíssimo Senhor Ministro Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Referido documento foi encaminhado à Sua Excelência o Senhor Ministro – Alexandre de Moraes – Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Acostado ao citado ofício, há farta documentação, constituída pelo Relatório Técnico. Este, intitulado Fiscalização do Sistema Eletrônico de Votação Pelas Forças Armadas, contém 24 páginas, além dos dez anexos. Relatório Técnico Chamam atenção, no Ofício Nº 29126/GM-MD, os seguintes itens: “(…) 4. Assinalo que o trabalho restringiu-se à fiscalização do sistema eletrônico de votação, não compreendendo outras atividades, como, por exemplo, a manifestação acerca de eventuais indícios de crimes eleitorais. (grifo nosso) 5. Do trabalho realizado, destaco dois pontos. Primeiro, foi observado que a ocorrência de acesso à rede, durante a compilação do código-fonte e consequente geração dos programas (códigos binários), pode configurar relevante risco à segurança do processo. Segundo, dos testes de funcionalidade, realizados por meio do Teste de Integridade e do Projeto-Piloto com Biometria, não é possível afirmar que o sistema eletrônico de votação está isento da influência de um eventual código malicioso que possa alterar o seu funcionamento.” Antes do fechamento do citado documento oficial, foi igualmente destacado: “(…) 6  Em consequência, solicito à Corte Eleitoral atender ao sugerido pelos técnicos militares no sentido de: – realizar uma investigação técnica para melhor conhecimento do ocorrido na compilação do código-fonte e de seus possíveis efeitos; e – promover a análise minuciosa dos códigos binários que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas. 7. Para isso, apresento, como sugestão, a criação de uma comissão específica, integrada por técnicos renomados da sociedade e por técnicos representantes das entidades fiscalizadoras. 8. Em face da importância do processo eleitoral para a harmonia política e social do Brasil, solicito, ainda, a essa Corte Superior considerar a urgência na apreciação da presente proposição.” Site do TSE Na mesma data, foi divulgada pela Internet do TSE, a seguinte publicação: Salvo melhor juízo, há questões em aberto. A cordial grandeza e ilibado espírito público são atitudes democráticas esperadas da Alta Corte ora peticionada! Que Deus abençoe o Povo Brasileiro! EM TEMPO! Foi publicado no Site do STE. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu com satisfação o relatório final do Ministério da Defesa, que, assim como todas as demais entidades fiscalizadoras, não apontou a existência de nenhuma fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022. As sugestões encaminhadas para aperfeiçoamento do sistema serão oportunamente analisadas. O TSE reafirma que as urnas eletrônicas são motivo de orgulho nacional, e que as Eleições de 2022 comprovam a eficácia, a lisura e a total transparência da apuração e da totalização dos votos. Alexandre de MoraesPresidente do Tribunal Superior Eleitoral x EM TEMPO! Encontra-se no Site do Ministério da Defesa o seguinte esclarecimento: “Brasília (DF), 10/11/2022 – Com a finalidade de evitar distorções do conteúdo do relatório enviado, ontem (9.11), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministério da Defesa esclarece que o acurado trabalho da equipe de técnicos militares na fiscalização do sistema eletrônico de votação, embora não tenha apontado, também não excluiu a possibilidade da existência de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022. Ademais, o relatório indicou importantes aspectos que demandam esclarecimentos. Entre eles: – houve possível risco à segurança na geração dos programas das urnas eletrônicas devido à ocorrência de acesso dos computadores à rede do TSE durante a compilação do código-fonte; – os testes de funcionalidade das urnas (Teste de Integridade e Projeto-Piloto com Biometria), da forma como foram realizados, não foram suficientes para afastar a possibilidade da influência de um eventual código malicioso capaz de alterar o funcionamento do sistema de votação; e – houve restrições ao acesso adequado dos técnicos ao código-fonte e às bibliotecas de software desenvolvidas por terceiros, inviabilizando o completo entendimento da execução do código, que abrange mais de 17 milhões de linhas de programação. Em consequência dessas constatações e de outros óbices elencados no relatório, não é possível assegurar que os programas que foram executados nas urnas eletrônicas estão livres de inserções maliciosas que alterem o seu funcionamento. Por isso, o Ministério da Defesa solicitou ao TSE, com urgência, a realização de uma investigação técnica sobre o ocorrido na compilação do código-fonte e de uma análise minuciosa dos códigos que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas, criando-se, para esses fins, uma comissão específica de técnicos renomados da sociedade e de técnicos representantes das entidades fiscalizadoras. Por fim, o Ministério da Defesa reafirma o compromisso permanente da Pasta e das Forças Armadas com o Povo brasileiro, a democracia, a liberdade, a defesa da Pátria e a garantia dos Poderes Constitucionais, da lei e da ordem. Ministério da Defesa“ EM TEMPO! Neste 11 de novembro de 2022, foi publicada, nas rede sociais da Força Aérea Brasileira, Marinha Brasileira e Exército Brasileiro, a seguinte Nota: “NOTA À IMPRENSAÀs Instituições e ao Povo Brasileiro Acerca das manifestações populares que vêm ocorrendo em inúmeros locais do País, a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira reafirmam seu compromisso irrestrito e inabalável com o Povo Brasileiro, com a democracia e com a harmonia política e social do Brasil, ratificado pelos valores e pelas tradições das Forças Armadas, sempre presentes e moderadoras nos mais importantes momentos de nossa história. A Constituição Federal estabelece os deveres e os direitos a serem observados por todos os brasileiros e que devem ser assegurados pelas Instituições, especialmente no que tange à livre manifestação do pensamento; à liberdade de reunião, pacificamente; e à liberdade de locomoção no território nacional.Nesse aspecto, ao regulamentar disposições do texto constitucional, por meio da Lei nº 14.197, de 1º de setembro de 2021, o Parlamento Brasileiro foi bastante claro ao estabelecer que: “Não constitui crime […] a manifestação crítica aos poderes constitucionais nem a atividade jornalística ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais, por meio de passeatas, de reuniões, de greves, de aglomerações ou de qualquer outra forma de manifestação política com propósitos

Perspectiva do Pacto Federativo

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O nosso pacto federativo não é uma expressão que surta efeito na cabeça do americano e nem tampouco na cabeça do europeu. O nosso pacto federativo é uma apropriação de feudos no nível local – os municípios, no nível regional – os estados e por mais que se queira falar que exista e não existe – prova é o resultado da eleição última – no nível federal. Não, não existe uma apropriação da ideia de federação no nível pátria – existe uma aceitação pela maioria simples – número de votos válidos dividido por dois e o primeiro valor inteiro após a metade. O nosso país é uma dimensão colonialista no nordeste, um sentimento de pertencimento de pátria nas demais regiões, com um divisor de águas em Minas Gerais, literalmente e geograficamente é assim. Sempre o foi. A apropriação da fé, quer seja pelo catolicismo, quer seja pelo anglicanismo, foi e continua sendo a essência do poder do estado numa sociedade política. As grandes colonizações são frutos do Pensamento Romano e Inglês – Papado e Atos de Supramacia de Henrique e Elizabeth. Os Estados só vão existir a partir da aceitação do Papa , lembre-se que o primeiro estado é Portugal e Algarve, que em 1808 torna-se Portugal, Brasil e Algarve. Todos somos vítimas da apropriação do espaço-tempo na memória política, vale a máxima do pensamento Hobbesiano, não se serve a dois senhores. A Revolução Francesa foi um ato inadvertido da Maçonaria que queria igualdade na distribuição de terras para a atividade fabril da revolução industrial, liberdade para comprar de qualquer fornecedor e não das colônias francesas e fraternidade entre os donos do capital. Financiaram os aloprados – deu errado, financiaram – o doido do 18 do mês brumário – deu errado, voltaram ao Reinofrancês – Frankreich. Culturalmente não temos maturidade para sermos os USA e particularmente não gostaria de ser a Europa, neste momento com o que temos e o que somos, está de bom tamanho ser o Brasil. Continuamos a acreditar em Deus, na família e na propriedade. Assista à Live, em seguida, e forme sua própria opinião!

Tempos de Incertezas, de Fé e Muita Certeza!

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Os eleitores brasileiros têm imensurável desafio. No próximo dia 30/10, elegerão o Presidente do Brasil. Contudo, prevalecem tempos de incertezas, de Fé e muita certeza! Compreendê-las, com muita paz e harmonia no coração, é necessidade vital aos que desejam viver num País de plena felicidade à sua Brava Gente! Há percalços a ser superados, nos vigentes tempos de incertezas, de Fé e muita certeza! Surgem, assim, alguns questionamentos. Quais são as incertezas? Há Fé, para as pessoas brasileiras, aqui, ali, alhures? Qual é a realidade da certeza de Muita Certeza? Às indagações anteriores, uma resposta é certa: a certeza de que a Muita Certeza, será a vitoriosa. Aquela, nestes tempos vividos pelos brasileiros, se contrapõe à Fé e às incertezas difundidas diariamente. À qual delas se apegará o(a) leitor(a) residente nos municípios do “Oiapoque ao Chuí”, como se imaginava outrora! Assim, de Roraima (na divisa entre o Brasil e a Guiana) ao Rio Grande do Sul, prevaleça, nos corações dos brasileiros, o desejo de festejar a Democracia. Que nesse cenário continental brasileiro, cada eleitor(a) manifeste, de per si, com liberdade sua vontade política! Opte, no tempo certo, e concretize sua escolha inteligente e cristalina. O próximo domingo, dia 30/10, será um dia de alegria, com Muita Certeza, Fé e Superação das Incertezas. A Muita Certeza da Brava Gente Brasileira Na extensão continental do Brasil, no coração da brava gente brasileira, há o Deus, Criador e Rei. É Senhor de tudo! E de toda decisão! Já escolheu toda liderança política que governará a Pátria Brasileira, no período 2023-26. Firmado nesse entendimento, temos a convicção de que Sua decisão – à nossa Pátria, no próximo dia 30/10 – já foi tomada!  Cada um de nós entenderá Sua vontade. Que é, aquilo que é bom, perfeito e agradável a Ele.1 Daí nos será negada qualquer atitude contrária à pacífica aceitação! Ele sabe o que é melhor para o nosso País. E nos alerta para não nos acharmos melhores do que realmente somos. E cada um julgue a si mesmo conforme a fé que Deus lhe deu.2 A Fé da Brava Gente Brasileira O que é a Fé? O autor (desconhecido) da Carta aos Hebreus ensina que A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver. O que esperas receber, nos próximos dias? Tem a certeza de que receberás? Não esqueças que existem coisas que não podemos ver. Então, exceto Deus, ninguém sabe, ainda quem será o próximo Presidente do Brasil. Que reação terás, caso não se consolide tua FÉ? Certamente aprendeu que resultados bem-sucedidos ocorrem após alguns fracassos. Fracassos são etapas de uma jornada. Vence-se, uma, aqui! Perde-se, outra, ali… e vida que segue! Superação das incertezas pela Brava Gente Brasileira A enxurrada de informações que alcança os eleitores brasileiros pode inundá-los. Muitas são verdadeiras, porém distorcidas. Às vezes omitidas, ou contadas como se fossem mentiras. Concorrem ao desentendimento dos leitores. Outras tantas, mentirosas ou falseadas de forma grotesca, são divulgadas às escâncaras. Ao reboque de muitas mídias, a maioria estrangeira, desinformam, muito mais do que comunicam. São proclamadas como se fossem a mais pura verdade. Nesse enfoque, há comprometimento dos meios criados para comunicar. Encurtam distâncias e agilizam a veiculação de dados e informações. No entanto, favorecem condutas incivilizadas, quiçá criminosas. Que as incertezas sejam superadas pela Fé! E, mediante a Fé dos brasileiros, as Bênçãos de Deus recaiam sobre todos nós. Que os homens e mulheres, escolhidos para governar o Brasil, busquem a Sabedoria Divina. Em consequência dessa, os gestos, atitudes e comportamentos humanizados sejam direcionados em favor do bem-estar dos brasileiros, do Monte Caburaí ao Chuí! Tenha um ótimo final de semana e um excelente dia das eleições, a exemplo do que ocorreu no dia 2/10/2022. 1 e 2 (Citações extraídas da Carta de Paulo aos Romanos 12:2 e 4 – Bíblia Nova Versão na Linguagem de Hoje). Com as informações da Super Interessante e Capitais e Estados Brasileiros.

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