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“A esquerda tem medo, não tem política de segurança pública”.

Encontra-se, na primeira edição da Revista Brasileira de Segurança Pública, publicada em 2007, a entrevista denominada A esquerda tem medo, não tem política de segurança pública. A entrevistadora foi a Socióloga Julita Lemgruber e o entrevistado foi o Ministro da Suprema Corte da Argentina Eugenio Raúl Zaffaroni, conforme descrições em seguida. Na publicação daquela Revista, alguns textos foram destacados. Nesta postagem, tais textos, encontram-se em negritos, nas respectivas respostas do Entrevistado. Conheça mais detalhes, lendo a entrevista transcrita a seguir: “Eugenio Raúl Zaffaroni, entrevistado por Julita Lemgruber Eugenio Raul Zaffaroni é ministro da Suprema Corte da Argentina, professor titular do Departamento de Direito Penal e Criminologia da Universidade de Buenos Aires, doutor honoris causa pela UFRJ e diversas outras universidades e vice-presidente da Associação Internacional de Direito Penal.  Entre suas obras publicadas no Brasil, estão “Em Busca das Penas Perdidas”, “Direito Penal Brasileiro”, em co-autoria com Nilo Batista, “Manual de Direito Penal Brasileiro” e “Da Tentativa”, ambos em co-autoria com José Henrique Pierangeli. Zaffaroni defende um ponto de vista sobre o sistema penal que define como “realismo marginal”. Discute a realidade dos países periféricos, com base na qual as penas criminais não podem ser juridicamente fundamentadas, uma vez que elas têm um sentido político. Partindo destes pressupostos, vinculados a uma criminologia crítica,Zaffaroni apresenta suas contribuições para a dogmática penal.Uma de suas principais contribuições nesse âmbito é o conceito de “culpabilidade por vulnerabilidade”, que leva em conta a seletividade do sistema penal para a aplicação da pena. Julita Lemgruber, socióloga, mestre pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), é diretora do Centro de Estudos em Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes (CESeC-UCAM), integrante do conselho do International Center for Prison Studies (Londres), integrante do conselho diretor da Altus Aliança Global (Haia). Foi diretora do Departamento do Sistema Penitenciário e Ouvidora de Polícia do Estado do Rio de Janeiro. É autora dos livros “Quem vigia os vigias?” (2003) e “Cemitério dos vivos: análise sociológica de uma prisão de mulheres” (1998).   jlemgruber@candidomendes.edu.br (*Diversos membros do Fórum contribuíram com suas perguntas para esta entrevista) LEMGRUBER: Com a democratização dos países da América Latina, o problema da segurança pública passou a constituir-se num dos principais desafios dos novos governos da região. As altas taxas de criminalidade e o precário funcionamento das agências de segurança pública têm dado margem a um discurso populista de endurecimento penal. Na sua opinião, que impacto isso pode trazer para a construção da democracia na América Latina? ZAFFARONI: Acho que o novo “popularismo penal” (não é “populismo”,  que  é  outra  coisa,  especialmente  na  América Latina) é uma demagogia que explora o sentimento de vingança  das  pessoas,  mas,  politicamente  falando,  é  uma  nova forma  do  autoritarismo.  A violência aumenta porque  aumentou  a  miséria.  Os anos 1990 foram  os  anos  do  festival do  mercado:  os  pobres  ficaram  mais  pobres  e  alguns  ricos, nem todos, mais ricos. Os mesmos autores dessa política de polarização da sociedade são os que hoje pedem mais repressão sobre os setores vulneráveis da população. Querem mais mortos e, entre infratores e policiais, mais “guerra”. No final, eles são invulneráveis a essa violência. A “guerra” que pedem é a “guerra” entre pobres.  Na medida em que  os  pobres  se matem  entre  si,  não  terão  condições  de  tomar  consciência da sua circunstância social e, menos ainda, política. O perigo para os reacionários não é a morte nas favelas, nem a morte dos favelados, nem a morte  dos  policiais,  mas  o  risco  de os pobres se juntarem e tomarem consciência da armadilha penal.  Essa política dos chamados comunicadores  sociais  e políticos sem programas, que só querem mais poder policial, no  fundo  é  a  neutralização  da  incorporação  das  maiorias  à democracia.  É manter um mundo  não  civilizado  marginalizado do mundo civilizado. O mundo da favela e o mundo da Barra![1] Na medida em que os da favela se matam (aí estão incluídos os policiais), a Barra não tem perigo de invasão, só algum criminoso isolado,  mas  nada  de  reclamação  política, nada  da  consciência  dos  excluídos,  nada  que  possa  pôr  em perigo  as  estruturas  de  classe,  que  se  tornam  estruturas  de casta  na  medida  em  que  a  sociedade  impede  a  mobilidade vertical, máxima aspiração dos “popularistas penais”.  LEMGRUBER: No Brasil, assim como em alguns outros países, percebe-se claramente que o discurso da esquerda é cada vez mais semelhante àquele sustentado pelos conservadores, notadamente quando o assunto é crime e violência.  Em sua opinião, por que a esquerda tem sido, em geral, incapaz de afirmar um caminho próprio ao tratar da segurança pública? ZAFFARONI: A esquerda tem medo, sabe que a imputação da direita a ela é sempre a de ser desordeira e caótica. Por causa disso, para obter o voto da direita, procura providenciar uma imagem de ordem. No final, a esquerda é usada, porque a reclamação por vingança não tem limites e porque a segurança pública jamais pode ser absoluta. Assim é que o trabalhismo inglês fez leis mais repressivas do que os conservadores. Um dia ele (o trabalhismo) vai sair do governo desprestigiado e os conservadores vão dizer – sem dúvida com razão – que as leis repressivas não são deles. O socialismo italiano, anterior aos mani pulite, fez a mesma coisa. Num plano micro, é o mesmo erro que, no plano macro, foi praticado pela social-democracia alemã quando excluiu os candidatos judeus das chapas após à ascensão do nazismo. Os socialdemocratas sobreviventes que puderam fugir lamentaram e reconheceram tal erro, com certeza, no exílio. LEMGRUBER: Em 1985, quando predominavam os governos militares e ditatoriais na América Latina, o senhor coordenou um estudo sobre a situação dos Direitos Humanos na região. Na sua opinião, o que mudou em relação ao diagnóstico produzido há mais de 20 anos? ZAFFARONI: Mudou, sem dúvida. Hoje não temos ditaduras militares, pararam os crimes contra a humanidade praticados pelos governos ditatoriais. Não temos “desaparecidos” nesse sentido. Mas temos alguns “desaparecidos” policiais, temos o chamado “gatilho fácil” (pessoas mortas pela polícia sem processo, ou seja, pena de morte sem processo),  temos  prisões  que  são  campos 

Espaços públicos e significados.

Largo, Larguinho, Campo, Praça, Rotunda e Praceta são alguns espaços públicos e significados divergentes, nos lugares que falam o Português. Sem desmerecer e, muito menos ainda, desconhecer os esforços dos nobres pares que, passando por vários significados viários, julgam ser a mesma coisa, aquilo que conceitualmente não o é. Por muitos anos, até residir em Portugal, me perguntava “O por quê de Larguinho?” aquilo que para mim era uma pequena praça, que existe na minha Bom Despacho, no Estado de Minas Gerais, atualmente conhecida como Praça Altino Teodoro. Como especialista em mobilidade urbana sabia que conceitualmente o “larguinho” ou o pequeno largo, também não poderia ser praça, haja vista ser a “praça” um encontro de várias ruas ou avenidas, que a cortam diametral ou radialmente, ou ainda um espaço ladeado por três ou quatro ruas ou avenidas diferentes, permitindo a circulação em todo o seu perímetro, ou de veículos, ou de pessoas ou de animais. Em Braga – Portugal, eu residia numa Praceta, conceitualmente uma pequena praça acessada apenas por uma via de entrada e saída, quase um condomínio fechado. Pouco acima estava o Campo das Hortas, uma praça maravilhosa e pouco mais à esquerda o Campo das Vinhas, outra magnífica praça, estava alargado o meu entendimento de “praças”. Abaixo da minha morada, na via de acesso à Praceta, havia uma Rotunda, ou seja, uma rotatória, um artifício da engenharia de trânsito para redução de conflitos e fluidez do tráfego. Mas e o Larguinho, o pequeno Largo? Bom, como o próprio nome o diz, algo que se torna óbvio quando se vive a criação romana de antes de Cristo, um Largo ou Larguinho, é um espaço público, ao largo da via, na lateral da via, com acesso apenas pela lateral daquela via, não há encontro de outras vias e nem tampouco cruzamentos e que adentra ao perímetro do quarteirão ou quadra – conforme a linguagem local. Como diziam os povos de antanho: “Passei ao largo”, que quer dizer“passei pelo comprimento do lado”. Ou ainda, como reforço de linguagem, um grande veículo com a inscrição em espanhol “veiculo largo” veiculo comprido. Assim, eu posso cruzar uma Praça, adentrar à uma Praceta, confluir num Campo, fazer uma manobra na circulação de uma Rotunda, mas nunca poderei executar tais operações de trânsito, como as descritas, num Largo ou Larguinho, pois o objetivo de ambos é o acesso a um espaço público com circulação de veículos, pessoas ou animais de forma condicionada. Depois de anos, percebo que o Larguinho, na minha Bom Despacho, pode ter sido edificado com o sentido de origem, no entanto, hoje é uma Praça e só romanticamente é considerado como um Largo. Espero ter ajudado.

Qual é a nossa geração dentro do conceito temporal?

Ao se indagar qual é a nossa geração dentro do conceito temporal, verifica que se encontra nas bases do pensamento econômico, sustentadas pelos estudos de Adam Smith. Definiu-se, então, como regra para determinar as gerações e a recomposição da força de trabalho um quarto de século. Assim, até hoje, quando se fala em gerações o limite temporal que nos vem à nossa mente é de 25 anos. Isso não quer dizer que quem nasceu há 25 anos passados já não pertence à geração atual, pois passado um dia dos 25 anos do limite temporal, a geração atual é outra. Isso é um equívoco interpretativo, ou seja, uma falácia. A minha, a sua, a nossa geração não se define como a minha, a sua, ou a nossa classe de formatura, um ano é um marco e não uma geração. Dar nomes, criar esteriótipos, ou ainda, qualificar uma geração pelas ferramentas disponíveis num mundo do conhecimento é a maior das hipocrisias, só faz sentido para quem formulou o conceito e os pares que o validaram num mundo de pura retórica, contingenciada pela necessidade de atribuir um nome. Uma geração, do ponto de vista de geração de riqueza e reposição da força de trabalho, como argumento conceitual da riqueza das nações é sim de 25 anos, mas não se aplica ao momento atual porque a sua concepção conceitual foi numa época de condições de trabalho, vida e salubridade eram próprias daquele momento. A nossa geração sob o prisma tempo conceitual é aquela que passa pelos mesmos dilemas, enfrentando-os com os mesmos conhecimentos, com as mesmas habilidades e com as mesmas ferramentas, encontrando ao final uma mesma lógica na sua solução. Facilmente explicável quando se aborda algo comum a todos nós, como por exemplo a formação para a vida. Numa imagem simples, vamos admitir como hipótese a vida escolar, com os nove anos do ensino fundamental e os três anos do ensino médio. Nesses 12 anos, tanto o entrante como o finalista vivem o mesmo modelo de produção do conhecimento, com as mesmas regras, os mesmos recursos e o mesmo direcionamento construído a partir das políticas públicas de educação. Mesmo sendo uma instituição particular, as diretrizes são estabelecidas pelo poder público, pois o objetivo é a qualificação para o ensino superior. Ao ingressar no ensino superior, ou mesmo no ensino profissionalizante, o foco será vencer aquela fase de formação, encontrar um bom estágio, ser reconhecido no estágio e acessar o mercado de trabalho e enfim ser um profissional, onde o mérito decorre não mais das políticas públicas de educação, nem do intercâmbio mercado de trabalho e escola e nem tampouco dos processos, mas sim da sua capacidade de entender o mundo – habilidade e competência. Não é um processo fácil e acaba por consumir outra parte das nossas vidas, de forma clara e ao olhar para os nossos lados perceberemos que já não são apenas 25 anos, a idade já se passou e ainda não reproduzimos, as estatísticas dizem isso, os censos reforçam isso e a história oral de cada um de nós confirma isso. Sim, 25 anos não definem mais as gerações, o que as definem são os problemas próprios de cada sociedade em lugares, condições de desenvolvimento, capacidade de manutenção da vida e do capital intelectual, respeito pela natureza e produção de alimentos e principalmente com o ser humano, algo muito complexo num mundo das informações que, invariavelmente, não se preocupa com a verdade necessária – aquela que filosoficamente trata da origem. As gerações de hoje são produtos do momento que vivemos, obviamente que os não-esclarecidos, os incapazes, os não habilitados ao conjunto das informações e os cerceados de direito de aprendizagem, não têm culpa das consequências decorrentes, exceto se o fazem por manipulação ideológica, por manipulação dos meios de comunicação social, ou ainda por procurar usufruir vantagens que desconsideram a humanidade e validam apenas a sua mais-valia, outra abordagem do pensamento econômico. Em suma, para qualquer direção que se tende analisar as gerações, dentro do contexto temporal, o ingrediente do Homo Economicus será o cerne da análise, afinal o homem é produto do meio e a barbárie e o progresso são como a roda do tempo, indiscutivelmente, retornaremos à barbárie, para assim alcançar um estágio de progresso mais avançado, com esta abordagem manifestava-se Giambattista Vico no século XVIII, ou seja, nada é novo.

Uma Mulher e seus parentes militares.

Nos seus oitenta e oito anos de vida, Graciosa teve esplêndida convivência com muitas pessoas, familiares ou não. Mas, na sua vida, conviveu muito com os militares mineiros. Tornou-se então, uma mulher e seus parentes militares. Neste Dia Internacional da Mulher, conheça a homenageada, desde o nascimento, infância, adolescência, casamento, família e o parentesco com militares e suas atividades acadêmico-literárias. O nascimento e a infância de uma mulher e seus parentes militares. Graciosa veio ao mundo, no dia 10 de setembro, no ano de 1929. Em seguida, veio uma das Primaveras mais floridas de Itapecerica, cidade aprazível da Região Geográfica Imediata de Divinópolis. Os anos passaram, dia após dia, naquele tempo festivo e aumentava a alegria dos pais, irmãos, tios e primos. Tempos depois, Graciosa mudou-se, com os queridos familiares, para Bom Despacho. Nessa cidade, edificaram-se as instalações da Estrada de Ferro Paracatu (EFP), que tornou-se o Ramal Paracatu da Rede Mineira de Viação (RMV), criada em 1931. Naquele ano, editou-se o Decreto-Lei n° 9.969, de 09 de Julho, criando o 7° Batalhão de Caçadores Mineiros da Força Pública do Estado de Minas Gerais, atual 7º BPM. Um de seus tios ingressou nessa unidade, tornando-se sobrinha de militar. Na infância, Graciosa viveu momentos de alegria, com as outras duas irmã. Houve, porém, um momento de tristeza, com o falecimento de uma delas. Veio-lhes, no entanto, o tempo de conquistas! Ambas as irmãs realizaram o Ensino Primário no Grupo Escolar de Bom Despacho. Não houve, contudo, a continuidade dos estudos, na Escola Normal, própria para moças daquela época. Isso implicaria na mudança de cidade e custeios elevados. A adolescência e o casamento uma mulher e seus parentes militares. Novo tempo de conquistas chegou às irmãs adolescentes da Cidade-Sorriso. Qualificaram-se para o acesso ao trabalho, na Companhia Industrial Aliança Bom-despachense (CIAB), fundada em 1938. Graciosa e a irmã trabalharam, naquele empreendimento, conhecido pelos Bom-despachenses de “fábrica de tecidos”. Sentiram-se, novamente, vencedoras. Alcançaram a possibilidade de independência, com os ganhos financeiros, ainda que pequenos. Às moças e aos moços abastados, favoreciam-lhes as escolas internas, nas cidades maiores das cercanias. Aos filhos dos ferroviários, da RMV, e dos militares, do 7º BPM, restavam-lhes, tão somente, alcançar uma das vagas disponíveis, na carreira ferroviária ou militar. A família de uma mulher e seus parentes militares. Primeira e segunda gerações de militares Além do seu tio, um de seus irmãos ingressou naquela Unidade da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). De igual modo, aquele que seria seu esposo, ingressou-se no 4º Batalhão de Uberaba. Com isso, Graciosa — que era sobrinha de militar — tornou-se irmã e mulher de militar, após se casar, no dia 8 de fevereiro de 1947, na Assembleia de Deus de Bom Despacho. Possivelmente, o Tu és divina e Graciosa…, do cancioneiro popular, som do clarinete, tocado pelo jovem esposo, soava-lhe melodicamente. A música uniu o jovem casal. Tornaram-se músicos e apaixonados e tementes da Deus. Foram abençoados, com a chegada dos filhos. Alcançaram, pois, nova conquista, com o ingresso do irmão do esposo e e marido de sua irmã, na PMMG. Graciosa se tornou cunhada , por duas vezes, e prima-irmã de militares, após um de seus primos-irmãos ingressar, no 7º BPM, e um outro matricular-se no Curso de Formação de Oficiais, no Departamento de Instrução (DI – da PMMG). Terceira Geração de militares O tempo passava e Graciosa ousou ir mais longe. Mudou-se com os filhos, a Belo Horizonte. Ficaria perto do esposo que, na Capital do Estado, realizava o Curso de Formação de Oficiais de Administração. Depois, mais uma vez, prima-irmã e tia de militares, um primo-irmão e um de seus sobrinhos ingressarem na PMMG. Seguiram-lhes, na carreira militar, outro primo-irmão e seus dois filhos mais velhos. Graciosa tornou-se, respectivamente, pela primeira vez, prima-irmã e tia e mãe de militares. Pouco tempo depois, a filha mais velha casou. O genro de Graciosa era Repórter da ex-Rádio Guarani, mas ingressou-se, também, na PMMG. Pela ela primeira vez, foi sogra de militar. Depois, Graciosa tornou-se, numa terceira vez, cunhada de militar. Contudo, outros dois sobrinhos, seguiram os exemplos dos pais — um irmão e outro cunhado de Graciosa. Tornou-se, pela primeira vez, tia de militares. Novamente, foi prima em segundo grau e mãe e tia de militares, após os filhos de dois dos seus primos-irmãos e mais um de seus filhos, e dois sobrinhos, e uma de suas filhas ingressarem na PMMG. Quarta geração de militares De igual modo, Graciosa ficou muito feliz, quando soube que um de seus sobrinho-neto e um de seus netos e o esposo de uma de suas sobrinhas-netas ingressaram, também, na PMMG. Um de seus netos casou uma militar. Foi pela primeira vez, avó e tia-avó de militares. Depois, uma de suas filhas casou-se com um militar. Graciosa se tornou sogra de militar, pela segunda vez.O casal foi abençoado por Deus. Geraram dois filhos. Esses seguiram os passos dos pai, ingressaram no Corpo de Bombeiros Militares — CBM-MG. Assim, Graciosa foi, pela segunda e terceira vezes, avó de militares. Foi, ainda, pela segunda e terceira vez, tia-avó de militar. Profissionalização e despedida deste mundo Em meio a tais acontecimentos, no princípio da Década de 90, Graciosa cursou o Ensino Supletivo dos 1º e 2º graus. Aprovada no Concurso do Vestibular, graduou-se em Pedagogia, na Faculdade Belo Horizonte, atual Centro Universitário de Belo Horizonte (UNIBH). Especializou-se em Supervisão Escolar e escreveu os Livros Adolescentes Bem-Sucedidos e Vitoriosos e A História de Henrique (no prelo). Após uma vida de muitas lutas e de conquistas, a Vitoriosa Graciosa, denominada — mais de uma vez e publicamente — de Mulher Virtuosa, deixou-nos. Partiu ao encontro do Deus Único e Vivo que ela creu, e ensinou isso aos seus queridos familiares. Em suma, deixou-nos, no final da manhã do dia 18 de janeiro de 2018. Encontrava-se internada, no Hospital da Polícia Militar, onde ganhara os cinco filhos caçulas. Eis, afinal, o porquê da Homenagem do PontoPM, neste Dia Internacional da Mulher, à uma mulher e seus parentes militares.

Por que o Ocidente quer a vitória da Ucrânia? Dividir para dominar.

Não, não me posicionei a favor da Rússia e nem tampouco de Putin no post anterior, cuja temática continua a ser a luta pelo poder. A guerra entre a Ucrânia e a Rússia baseia-se na mais antiga tática do poder: dividir para dominar. O fato de ser abordada o questão política que tende à direita em contrapartida à social-democracia – o comunismo do capitalismo – decorre do pensamento reinante nos meios de comunicação social e manipulação da opinião pública, onde tudo que é contrário à social-democracia é considerado como extrema-direita. A vitória da Ucrânia poderá desencadear um processo de cisão da Federação Russa, onde as suas 89 subdivisões federais, sujeitas aos mesmos direitos e deveres de acordo com a Constituição da Federação Russa, em tese, tenderiam à luta pelo poder e dominação de outras subdivisões internas e tal qual a África, seria jogada à própria sorte, ou na verdade, à própria desgraça. Afinal o equilíbrio de forças deixaria de existir e o povo que hoje faz parte da Federação Russa pagaria pelos anos da guerra fria e da culpa pela perseguição aos judeus. Nada diferente do que hoje se vê no Oriente Próximo. Não haverá paz entre Rússia e Ucrânia, assim como não há paz entre Israel e Palestina, ambos são povos com questões milenares a serem resolvidas. Em ambos os casos há uma imposição da Comunidade internacional à custa de forças letais e, em ambos os casos, de nada valerá as ações da ONU. Não nos esqueçamos de que a Rússia é membro permanente e com poder de veto no Conselho de Segurança daquele organismo supranacional. A única forma de acabar com o poder da Rússia é extinguindo a Federação Russa, que não existindo, não poderá impor restrições às intenções da OTAN e assim a ONU não mais será uma Liga das Nações, passando a ser um órgão ratificador dos interesses Americanos e Europeus. Não é optar entre Rússia ou Ucrânia, com o discurso de preservação da vida – principalmente dentro do sistema legal reinante onde o aborto é livre – é sim optar pelo equilíbrio das forças, pela negociação para o fim da guerra, ou seja, pelo armistício. Já se perdeu em não negociar tempestivamente, em estimular o uso de armas, em remanejar recursos logísticos, em apostar na inocência de um povo – o ucraniano – de que a OTAN daria suporte necessário para o alcance dos seus objetivos, da sua liberdade e da sua independência, basta apenas olhar para trás e perceber que nada correu bem nos países onde a OTAN valeu-se de discurso semelhante.

Por que o Ocidente quer a vitória da Ucrânia?

Ucrânia_Rússia

A resposta é a mais simples possível e atende aos pressupostos da Navalha de Ockham, um princípio lógico onde a melhor solução é aquela que apresenta a menor quantidade de premissas possíveis e cujas variáveis sejam mais fáceis de controlar. Para isso nós nos servimos de um pequeno exercício, primeiramente o contexto democrático universal, sem barreiras, sem fronteiras e com liberdades condicionadas, onde o que importa não é o cidadão e nem tampouco o Estado e sim o poder, não o poder de se manifestar livremente, mas sim o poder outorgado através de eleições, onde o eleito se vale do poder para se defender do poder que o povo pensa que tem. Em seguida a sensação de que a nacionalidade não interessa, o que importa é o bloco, o conjunto dos países, o sentimento de que a União é maior do que a Pátria e que o retorno em produtos e serviços é uma condição derivada da alta carga tributária, onde tudo tenho, onde me subordino à vontade do Estado como condicionante da plena segurança e numa social-democracia de bloco, o sentimento de nacionalismo é algo antagônico, espúrio, conflituoso, fora de época e xenófobo, onde tudo se faz por um pacto pelas migrações. Por fim a validação ideológica do conceito de democracia através dos órgãos de comunicação social, onde uma mentira se veste da verdade contigencial, através da retórica, tornando a verdade necessária algo a ser punida, desacreditada, humilhada, condenada e refutada, baseada na premissa de que somos os melhores, os nossos produtos e serviços são os melhores e todos os querem. A vitória da Ucrânia na guerra contra a Rússia é a manifestação do poder de uma União manifesta na Organização do Tratado do Atlântico Norte, é a afirmação conceitual de um liberalismo econômico que se baseia na ausência do poder do povo e na submissão deste ao poder, é o fim do sentimento de nacionalismo e a afirmação do universalismo como forma de dominação dos povos. É em suma um fechar de olhos para a realidade. É tudo quanto foram os propósitos da Revolução Francesa, a ausência do Poder do povo, o fim da Liberdade de religião, com a subordinação da atividade religiosa à Constituição, o fim das barreiras alfandegárias e consequentemente a construção da subordinação do povo ao interesse de um pequeno grupo econômico, sob o aval dos organismos transnacionais de controle econômico e financeiro. Lembre-se, uma navalha filosófica, como a construída por William de Ockham, um frei franciscano, filósofo e teólogo do século XIV é uma ferramenta usada para eliminar opções improváveis em determinada situação, conduzindo a uma hipótese simples de comprovação do problema ou situação expressa. Por ser muito simples, tende a ser desconsiderada, haja vista que nós nos consideramos demasiadamente inteligentes para sermos enganados por algo tão simples. Se a Ucrânia não vencer tudo quanto se constrói em termos de retórica cai por terra e o risco de crescimento da direita se torna real, com a volta do nacionalismo, do sentimento de pátria, da religião e da responsabilidade pela construção do seu próprio futuro, afinal, por mais que se queira desconstruir, Aquele que veio, nunca deu o peixe, Ele ensinou a pescar.

Tenente QOR Thramm, não estás, mas permanecendo se faz presença.

Vivemos para, em fim, voltar ao Criador,Mesmo que para os que ficam, reste apenas a dor.Não são as lembranças e memórias o remédio revelador,Mas a certeza e a glória manifestas no Salvador. Sorrir, cantar, sofrer e chorar e não mais sentir o calor,Pensar, expressar, ofender e apontar não revela qualquer valor.Ausência, incerteza, desespero e remorso são apenas o bolor, Irmãos, filhos, netos, sobrinhos e esposa são provas de um grande Amor,Amigos, companheiros, colegas e jornadas fazem parte do clamor. Como fruto de dois corações, sou algo indivisível,Carrego a certeza de que o Criador é mesmo Invisível.Pois como Ele, não é porque não estou, que não sou visível.Mas em cada mente e coração pela eternidade dos que ficam, me torno crível. Palavras que manifesto ao Amigo e Familiares de Hamilton de Magalhães Thramm. Carlos Alberto da Silva Santos Braga e Família.

Encontro Cultural no Espaço Camões

Na última quarta-feira (25/01), o dia amanheceu lindo, com céu azulado, ensolarado. Naquela manhã, em Bom Despacho, aconteceu o dia do Encontro Cultural no Espaço Camões. Ali, houve o encontro de amigos e companheiros. Alguns de longas jornadas, ocorridas no Século passado. Outros, de jornadas recentes, nessas primeiras dezenas do Século XXI. Os convidados foram recebidos gentilmente pelos anfitrião Professor-Camonólogo João Bosco de Castro, Idealizador e Gestor-Principal do Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes (ECOSLA). De igual modo, todos foram carinhosamente acolhidos pela anfitriã Acadêmica Beatriz Campos de Paulo e Castro, Secretária-Geral e Organizadora do ECOSLA. Os convidados e visitantes experienciaram momentos preciosos. Conheceram e viram cada detalhe do inigualável Acervo do ECOSLA. Agradecido pela realização do Encontro Cultural, João Bosco de Castro, Jornalista deste PontoPM, assim manifestou: Reputo o Encontro Cultural realizado no Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes, na manhã de hoje, bem-sucedido e muito rico e útil ao processo da mais autêntica e legítima Humanização por meio dos Saberes, Letras e Artes, principalmente pela vivificação da Língua Portuguesa e Literaturas Lusófonas, enfaticamente da Literatura Portuguesa e Literatura Brasileira, mercê dos efeitos estéticos da insuperável Obra de Luís Vaz de Camões.Nosso mencionado Encontro Cultural consigna gratidão e respeito a tantos quantos dele coparticiparam, para a consolidação da Educação, Progresso, Liberdade, Consideração Pessoal e Institucional, em favor de nossa Bom Despacho mais digna do renome dos Vultos de José d’Avó Gontijo e Dário Couto, Geraldo Majela de Melo Santos, Maria de Lourdes d’Avó Gontijo, José Calais de Resende Filho, Leia Nilce Mota Pereira, Nicolau Teixeira Leite, Nicomedes Teixeira Campos, Edmundo Lery Santos, Alvino Alvim de Menezes, José Antônio Praxedes e Egydio Benício de Abreu.O Espaço Camões continuará firme em seus propósitos de Oficina de Saberes, Letras e Artes!A cada uma das Pessoas abaixo registradas, minha expressão de alegria, amizade e atenção, por haverem engrandecido nosso Encontro Cultural:Comandante do Sétimo Batalhão de Polícia Militar, Tenente-Coronel Luciano Antônio dos Santos; Comandante do Colégio Tiradentes de Bom Despacho, Capitão Almir Geraldo Campos; Diretora Pedagógica do Colégio Tiradentes de Bom Despacho, Professora Gisele Soares de Araújo; Diretor do Núcleo da UMMG de Bom Despacho, Coronel José Nunes Rodrigues; Gestor-Principal do Grupo MindBR/PontoPM, Coronel Isaac de Oliveira e Souza, com seu Filho Cleander Soares de Souza e sua Nora Carolina; Funcionário da P/5 do Machado de Prata e Comunicador de Massas da Web Rádio Central 10, Sargento Dênis Pereira da Silva; Acadêmicos Epistêmicos Beatriz Campos de Paulo e Castro (Secretária-Geral e Organizadora do Espaço Camões), Coronel Gentil Alberto de Menezes e Jornalista Renato Fragoso; Escritora da ABDL Gísila Cecilane do Couto, e Designer-Gráfico David Renato de Oliveira Fragoso.Muito obrigado a Todos!Professor João Bosco de Castro, Idealizador e Gestor-Principal do Espaço Camões. Veja os detalhes do evento realizado:

A quem interessa a derrapagem?

A derrapagem é o ato de derrapar, segundo dicionaristas portugueses e brasileiros. Significa que há um “escorregamento ou deslize”. Nesses, há riscos, inclusive de morte, dependo da situação. Mas, quando se diz que o presidente de uma Nação Democrática derrapa, a quem interessa a derrapagem? A indagação é consequente do Editorial, de um Grande Jornal, publicado nesta quinta-feira (19) de janeiro. Em meio a chuva e sol, aqui, ali e acolá, passaram-se 18 dias, desde o início do atual governo da República Federativa do Brasil. Antes mesmo do início da gestão oficial, notadamente na Economia, emergiam questões sobre essa área, uma das mais sensíveis de um governo. A maioria das questões, nesse cenário econômico emaranhado, fazem sentido. Primeiro pelo questionamento normal e pertinente à possibilidade de nova onda de corrupção e “seus sequazes”. Adiciona-se, àquele, noutra indagação, a confiança no conhecimento e competência dos gestores. E por aí vai… No entanto, não é propósito dessa postagem, uma formulação de ideias. Nada de indicar caminhos, propor hipóteses sobre a gestão governamental, ou coisa parecida. A pretensão é levar, ao leitor, o conteúdo do mencionado Editorial. Ei-lo, ipsis verbis: “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou sua primeira entrevista após a posse para criticar o sistema de inteligência do governo, incapaz de deter a barbárie do 8 de janeiro, e pedir a punição dos responsáveis. É também o desejo da maioria da população brasileira. Infelizmente, Lula deixou transparecer na entrevista à GloboNews sua visão turva sobre temas cruciais para a economia. Não custa lembrar: o fracasso econômico de seu governo teria como efeito nefasto a realimentação da descrença na democracia e do golpismo. Questionado se acredita haver antagonismo entre as responsabilidades fiscal e social, Lula respondeu que sim, em razão da “ganância” dos mais ricos, resposta extraída do manual do populismo de esquerda. Os fatos: um governo que gasta mais do que arrecada aumenta a dívida pública; quanto maior ela fica, maior a percepção de risco e mais altos os juros pagos para atrair compradores de títulos da União; quanto mais se gasta com isso, menos dinheiro sobra para programas sociais. Em vez de aceitar a realidade, Lula insiste em insinuar que quem é a favor do controle de gastos é contra o combate à fome, à pobreza ou à desigualdade — visão sem cabimento. Repetiu que ninguém pode cobrar dele responsabilidade fiscal porque ele foi responsável quando esteve no poder. Obviamente, o mais importante não é o que fez, mas o que fará. E, até agora, o controle das contas públicas, hoje sujeitas a um déficit estrutural da ordem de 2% do PIB, continua restrito às promessas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Sem o compromisso de Lula, será difícil transformá-las em realidade, tantas as demandas por recursos do governo. Ainda que na cabeça de Lula a confusão possa fazer sentido político, o discurso ambíguo atrapalha o país, pois tem reflexo nos indicadores econômicos. Isso ficou claro noutra declaração infeliz na entrevista à jornalista Natuza Nery. Lula atacou a autonomia do Banco Central (BC) como desnecessária. Afirmou que, em seus primeiros governos, o então presidente do BC, Henrique Meirelles, tinha mais independência que o atual, Roberto Campos Neto. Não é verdade. Campos Neto não pode ser demitido por Lula, por isso tem mais liberdade. Lula chegou a dizer que, se a autonomia do BC fosse boa, a inflação não estaria tão alta — um disparate que não leva em conta a conjuntura doméstica, a mundial e as incertezas trazidas pela incúria fiscal. Para piorar, Lula também atacou a meta de inflação para este ano: 3,25%. O novo governo tem todo o direito de discutir as metas, mas na instância adequada e no momento certo. Ao fazer a crítica numa entrevista, Lula sabota o trabalho do BC, empenhado em ancorar a expectativas de inflação futura de consumidores, empresários e investidores. Em vez de ajudar a derrubar os juros e a elevar a perspectiva de crescimento (desejo de Lula e do Brasil), a declaração tem o efeito contrário. Os avanços na área social nos dois primeiros mandatos de Lula são incontestáveis. O atual papel do presidente na defesa da democracia tem sido e continuará sendo primordial. Na área econômica, infelizmente, o quadro é mais incerto. O mundo mudou desde que Lula passou a faixa a Dilma Rousseff. O PIB não voltará a crescer como antes, quando havia crédito abundante e o cenário externo era favorável. Cada demonstração de amadorismo de Lula na economia cobrará seu preço. Também na política. À lembrança, vêm os termos do Trânsito Brasileiro: pedaladas (lembrando o veículo pessoal, no tráfego) e a derrapagem ou aquaplanagem (a que estão sujeitos os demais veículos). Inda mais, nesses tempos chuvosos.

 A FÉ QUE MOVE MONTANHAS

Marcílio Fernandes Catarino*  Os momentos de desafiadoras turbulências e conflitos por que passa a humanidade, de modo especial a Nação Brasileira, nos remetem aos proféticos registros contidos no “Livro das Revelações” – o último selecionado no Cânon Bíblico – escrito pelo apóstolo João, quando exilado na ilha de Patmos/Mar Egeu, sob inspiração do Mestre dos Mestres Jesus.  Na visão de vários estudiosos espiritualistas, médiuns e canalizadores de diversificadas correntes, cujos textos e mensagens circulam nas redes sociais, além de inúmeros livros divulgados, nos trazem informações de que, na verdade, estamos vivendo momentos apocalípticos, de âmbito planetário, a que estão denominando de Transição Planetária (também entendida como Ascenção Planetária), que sinalizam o final de mais um ciclo deste nosso amado berço cósmico.  Uma verdadeira Guerra Espiritual, que se desencadeia nos campos extra físico e físico, em que todas as ações se conduzem mediante um Plano Divino e sob a tutela das Inteligências Siderais e regência do Inolvidável Rabi Nazareno.  Em meio a esse torvelinho de acontecimentos, surge o Brasil como o “olho do furacão”. Momentos sensíveis e desafiadores que estamos vivenciando, não se tratando, portanto, de uma guerra entre humanos, mas de um grande conflito espiritual de extensão galáctica entre o Bem e o Mal, a Luz e as Trevas, para a “separação do joio do trigo” e definição daqueles que irão herdar o Novo Planeta Terra que está por surgir.  Episódio profetizado há milênios, conforme podemos constatar em Efésios 6:12:  “…porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”.  Infelizmente, muitos estão perdendo a fé, mergulhados no pessimismo que espalham ao seu redor, escudados em observações e análises periféricas, incapazes de perceberem as profundas transformações por que vem passando o nosso planeta. Assim enceguecidos, não conseguem refletir com a própria cabeça, deixando-se manipular pelo que grande parte da mídia divulga (nacional e internacional), cooptada e inteiramente comprometida com os interesses escusos dos servidores das Sombras.  Sem se aperceberem do terrível mal que estão causando à coletividade, buscam as redes sociais para a disseminação de mensagens de desalento, descrédito, não raro de revolta, disseminando o ódio e emitindo julgamentos superficiais acerca do que vem acontecendo na nossa Pátria Mãe Brasil. Manifestações que não contribuem com absolutamente nada, exceto para com a implantação do medo, da dúvida e da cizânia, e o que é pior, contaminando gravemente a FÉ e a ESPERANÇA no coração daqueles que, apesar de tudo, ainda as mantém vivas.  Mensagens em que se aponta o dedo em todas as direções à busca de culpados, sem o devido conhecimento de causa e senso de justiça, incapazes de se olharem no espelho.  Conforme exposto acima, tudo se desenrola segundo um Plano Divino e não de acordo com os nossos interesses, os nossos anseios e o nosso tempo, sob o comando absoluto do Divino Mestre Jesus. Nenhuma força humana poderá impedir o que vem por aí, que marcará a transição do nosso belo Planeta Terra para dimensões mais ditosas e felizes.  O momento é de manter e fortalecer a FÉ, acreditando na vitória do Plano Divino, o que certamente se dará, não com fuzis e canhões, mas com o avanço da Luz. Como ressaltou o espírito Joana de Ângelis, em mensagem contida no livro Convites da Vida, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco – Cap. 33:  “Sombras não se modificam com sombras. O pântano não renascerá drenado com a condenação da lama.”  Mister se faz acreditar no Plano Divino, conforme nos exortam as mensagens espiritualistas, na certeza de que o timoneiro desta nau chamada Planeta Terra é o Divino Instrutor. Pregar a FÉ nos momentos de bonanças é muito fácil; difícil é cultuá-la e mantê-la nas adversidades, nos momentos de dor e sofrimento, quando tudo parece perdido.  Essa é a FÉ que move montanhas.  Jan/2023.  Coronel Veterano/PMMG – Aspirante 1970 

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