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Ao Tio Adelfo – Uma homenagem póstuma.

Um dia eu me levantei e percebi que tudo quanto eu mais amava deixou de existir. Não existe mais materialmente, virou energia, a mesma energia que no café da manhã na minha casa, se transformava num dobrado. A energia que relatava com pormenores os fatos da vida e os vivia intensamente. A energia que era sempre gratidão, nunca se revoltava ou o mal dizia, esperava e acreditava que algo seria melhor, é apenas o momento, não é a rotina. A energia que agradecia a cada momento ao Criador e que amava a cada um dos seus. A energia que cresceu, batalhou, recebeu, ajudou, se fez presente e nunca se esqueceu de nós. A energia que brincava, sorria, cantava, tocava o seu instrumento e em essência, encantava. A energia que mesmo não completamente amparada – não falo da sua esposa, era alegre, pensava e agia de forma positiva. A energia que relatava os tempos passados, falava de amor e procurava entregar o que de melhor havia em seu coração. A energia que nunca será esquecida e enquanto um de nós, que convivemos com ele, se lembrar, estará presente em nossas memórias, nas nossas alegrias e nos nossos corações. Hoje meu tio Adelfo, levantei-me e só há uma palavra a dizer – saudade. Meu tio Adelfo, aplaine os nossos caminhos, faça o que sempre fez, deixe o ambiente com o mesmo amor, paz e graça que dedicou aos seus pais, irmãos, filhos, sobrinhos, cunhados e sogros e de forma diferenciada o seu padrasto e irmãos de criação. No meu coração, a luz da sua presença nunca se apagará, porque a Estrela que me guia é o Amor que demonstrou em toda a sua vida. Te amo meu tio, jamais me esquecerei de ti. Que Deus conforte o coração de todos nós e nos proporcione a paz e o entendimento do que se passa neste momento. Essas são as palavras que o seu sobrinho, Carlinhos da Maria do Galdino, encontra para agradecer o pouco tempo de convivência e as alegrias das memórias que se farão presença. Deus é conosco.

MÃE FANTÁSTICA!

João Bosco de Castro. À sempre-viva Maria Ramos de Castro,     minha Mãe! O Rosto de Mamãe palpita em mim!Sua Sabedoria: Luz da Ética─ Amansia do Não, Farol do Sim! ─:Energia do Amor, com voz poética! Mãe ─ domínio do aqui e do sem-fim ─,Sua sábia Lição, firme e profética,É sublime Riqueza (ouro e marfim…),Sem a qual não existo! Catequética Mão ─ polegar bendito, Fonte SantaDo Sublime Fazer-Bem: Luz e Ser,Mesmo longe das tretas da Gramática… Sua Escola de Vida até suplantaO primor de meus Mestres: bom Saber!Você inda me ensina, Mãe Fantástica!… Bom Despacho-MG, 14 de maio de 2023,

 GONTIJO: ORIGEM DO NOME DE FAMÍLIA

   Carlos Alberto da Silva Santos Braga Contato: carlosbraga1962@gmail.com    Sou natural da cidade de Bom Despacho, Estado de Minas Gerais, no Brasil e residi na cidade de Braga, Portugal no período de fevereiro de 2016 a outubro de 2022, oportunidade em que fiz uma pesquisa sobre a História da Família Braga da Silva. A história da construção do nome e a cidade de Bom Despacho no Estado de Minas Gerais no Brasil, (BRAGA, 2023). Na referida história relato sobre os topônimos – ou seja, tem origem num nome geográfico, refere-se a um lugar – e os antropônimos – ou seja, é um nome próprio ou nome de batismo, como os nomes ligados à minha família: Rodrigues, Braga, Silva, Couto e Freitas.  Viajando pela Península Ibérica, me debrucei sobretudo na história das cidades da Galícia Romana: Braga, Astorga e Lugo e as dimensões das fronteiras daquelas possessões Romanas resultantes do processo de urbanização e criação das cidades citadas que ocorreram nos anos de 16-15 a.C. O curso d`água principal naquela região, que foi de domínio romano, é o Rio Minho, cuja nascente é num pedregal de rochas glaciares denominado de Pedregal de Irimia, na Serra da Meira no Concelho homônimo, naquela parte da Galícia, na Espanha, (BRAGA, 2022). A fronteira sul da Galícia Romana com a Lusitânia vai ser o Rio Douro, (CORREIA, 2020).  O idioma oficial da Galicia é o galego, há uma obra do linguista Fernando Venâncio, intitulada: Assim Nasceu uma Língua, onde de forma suave narra o nascimento da língua portuguesa a partir da junção de múltiplas influências – dos celtas aos árabes, passando pelo alemão, indo mais longe ao pôr o português como descendente direto do galego e não o latim.  Na convivência com a língua portuguesa, em Portugal e nos países de língua oficial portuguesa, com independência tardia, podemos perceber a sonoridade da língua e a sua entonação própria como a ênfase germânica – seca, diferentemente de nós brasileiros, onde a entonação é mais próxima do francês – mais arrastada, o que nos leva, em alguns casos, à não compreensão adequada do que se está falando.  Historicamente a proximidade entre os povos da Galícia Romana, sejam em Portugal ou na Espanha, vai subsistir mesmo com o fim da ocupação romana e ter continuidade com a ocupação dos Suevos e Visigodos, povos germânicos, que influenciaram na língua e na formação das características físicas dos povos. Ainda hoje, quando se refere à uma pessoa branca, de cabelos claros e olhos claros, se diz que é um Galego.  Os conselhos de Braga em 561 e 572 fornecem muitos detalhes sobre a Igreja durante a presença Sueva. O terceiro concílio de Braga em 675 e o décimo Concílio de Toledo (656) iluminam a ação da Igreja no Reino Visigótico hispânico após a conquista dos Suevos em 585. Para além do fim do Reino Suevo em 585, a Igreja continuou com muito vigor sob os visigodos. (DIAZ, 2011 apud FERRERO, 20–)  A Hispânia era toda a região onde hoje conhecemos como Península Ibérica, o que ocorreu a partir da reconquista da península por Caio Júlio César Augusto no ano 38 a.C., foi a divisão em várias províncias e a parte noroeste recebeu o nome de Galécia Romana, (CORREIA, 2020). Posteriormente com a expansão do cristianismo, o Arcebispado Primaz da Hispânia, se estabelece na cidade de Braga em Portugal, onde se mantém até os dias de hoje. Sendo o seu Arcebispo, na época do Couto de Braga, Senhor da diocese Primaz da Hispânia, (SOARES, 2011, p. 539).  Uma das características do idioma Galego é a não utilização da letra “J”, que vai ser substituída pela letra “X”, assim a grafia da palavra hoje, é hoxe, de José, é Xosé, de Javier, é Xavier – daí deriva o nome de família do Alferes Joaquim José da Silva Xavier, nome que se mantém no português, haja visto a Galícia, como formação histórica ser um território cujas fronteiras eram o rio Douro.  Não apenas a grafia com a letra “J”, em Justiça, grafada com Xustiça, vai ser substituída pela letra “X”, acontece também com as palavras escritas com a letra “G” e com o som de “J”, como em Gerais, que se escreve Xerais. De forma cômica na grafia de Gente, se escreve Xente, Oh Xente!. Ou ainda, Girar, que se escreve Xirar. Em viagens pela Espanha, em locais onde não se fala o Galego, a Prefeitura, no Brasil, cujo homônimo em Portugal é Câmara Municipal, é conhecida como Junta e na Galícia como Xunta, o Diário Oficial da Galícia é produzido pela Xunta de Galicia, (XUNTA DE GALICIA, 2023).  Toda essa narrativa se tornou obrigatória para esclarecer um dado sobre a origem de um nome de família muito comum na minha cidade, esse nome tem uma relação de muitas memórias de infância, pois emprestava o nome à uma fazenda aonde sempre ia nas minhas férias escolares, que está situada quase no centro da cidade de Bom Despacho e na entrada de um bairro, conhecido como vila e com o mesmo nome. É o nome Gontijo.  Algumas pessoas dizem que é um nome de família com origem geográfica proveniente da Espanha, inclusive, uma obra publicada como Dicionário das Famílias Brasileiras, o diz. Outros o mencionam como origem na cidade de Braga, Portugal na Freguesia de São Victor e outros ainda, mencionam um local chamado Dume, em Braga, Portugal.  Sem nos ocuparmos dos nomes das primeiras pessoas a utilizarem o nome de Família Gontijo, vamos nos ater ao essencial, que se manifesta em afirmar sobre a origem geográfica do nome Gontijo.  Para quem não teve a oportunidade de conhecer adequadamente a Galícia e a história da formação daquele território a partir dos aspectos econômicos, políticos, sociais e religiosos, é muito fácil correlacionar a utilização do termo galego e hispânia como sendo apenas território espanhol. Não o é, a sede do Arcebispado Primaz da Hispânia é em Braga, Portugal, desde tempos Galécios, (ARQUIDIOCESE DE BRAGA, 20–).  A correlação galega e hispânia ao território apenas da

Minas Gerais homenageia o Alferes Xavier!

semana-da-inconfidencia

Nesse 21 de abril de 2023, comemorou-se, mais uma vez, o dia da morte do Alferes do Regimento de Cavalaria de Minas Gerais (RCMG). Realizaram-se, em diversas localidades brasileiras, muitas homenagens ao inesquecível Soldado-Herói Brasileiro. De igual modo, as Minas Gerais homenageia o Alferes Xavier! Homenagem da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). O Alferes Xavier, que serviu no RCMG, foi homenageado pelos colegas de farda. Participaram, mais uma vez, das atividades operacionais protetivas do Povo Mineiro, que tem a PMMG como um de seus valiosos patrimônios. Participaram, também, das diversas cerimônias memorativas , nas diversas localidades mineiras. O Comandante-Geral da PMMG — Coronel PM Rodrigo Piassi do Nascimento —, expediu Nota Oficial alusiva ao Alferes Xavier. Lembrou aos seus comandados que o ato heroico do Alferes deve ser honrado: Homenagem do Governo do Estado de Minas Gerais (GEMG). A cerimônia oficial foi realizada, em Ouro Preto, em dois momentos, conforme destacado no Portal do GEMG: […] “O primeiro, na Praça Tiradentes, foi marcado pelas honras militares. Reverenciando a memória de Tiradentes, Zema e o ex-presidente, Michel Temer, homenageado de 2023 com o Grande Colar, depositaram uma coroa de flores junto ao monumento à Tiradentes.” […] O segundo momento foi marcado pelas condecorações no centro de convenções da Ufop. Além do Grande Colar, foram entregues 170 condecorações: 40 Grandes Medalhas, 58 Medalhas de Honra e 72 Medalhas da Inconfidência. […] Durante o seu discurso, Zema afirmou que a cada vez que retorna a Ouro Preto para deixar a coroa de flores no busto de Tiradentes e entregar a Medalha da Inconfidência, ele aprofunda o senso de dever e de responsabilidade de ser um defensor da liberdade.[…] Veja, em seguida, o vídeo — Semana da Inconfidência Mineira — publicado pela PMMG. Fonte: Imagem e Vídeo.

A quarta geração de Tiradentes

No dia de hoje, 21 de abril, data em que se comemora o Suplício do Protomártir da Independência do Brasil e ícone da Inconfidência Mineira, fiz uma visita à Maria Amélia Gonzaga Braga, a quarta geração de Tiradentes após o salgar a casa. Salgar a casa, nos dizeres de Costa Val e Viana (2008), é por sua vez uma simbologia de não permitir que sobressaiam vestígios do condenado e de seus atos, ressaltados pelo erguimento dos padrões que representavam a condenação. Após a condenação de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, pelo Tribunal de Alçada, nos termos da sentença aplicou-se o salgar a casa, o apagamento da memória do supliciado. Com o apagamento da memória, não há que se falar em herdeiros e, conforme o direito da época os bens passariam ao Estado, o Juízo do Fisco e da Inconfidência, foi instaurado para se fazer o levantamento dos bens do supliciado. Não era mais permitido usar o nome XAVIER pelos descendentes de Tiradentes, os quais passaram a assinar o nome GONZAGA. A família GONZAGA fixou residência na localidade da Boa Vista, atualmente um distrito do município de Martinho Campos, próximo aos Rios Lambari e Capivari, na bacia hidrográfica do Baixo Rio Pará. Uma das mulheres da família Gonzaga contraiu matrimônio com um dos homens da família Braga da Silva, que residia na trabanda do Rio Capivari em Córrego Areado e Barreiro no município de BomDespacho. O nome da mulher é Maria Amélia Gonzaga Braga, esposa do meu primo José Braga Sobrinho, filho da minha tia Alice Braga da Silva. Na pessoa de Maria Amélia Gonzaga Braga, fica a minha reverência e respeito ao nome TIRADENTES.

 FÉ – CRENÇA OU CONVICÇÃO? 

Marcílio Fernandes Catarino (*)  Apresentar uma reflexão sobre a FÉ é, sem sombras de dúvidas, uma enorme ousadia para quem, como eu, está apenas a balbuciar as primeiras letras do alfabeto espiritual.  Esse extenso e profundo assunto, que está muito além dos nossos sentidos físicos, foi registrado na literatura espiritualista através de estudos e tratados da lavra de eminentes e inspirados pensadores.  Obviamente, para os propósitos desta reflexão que ousamos apresentar, faremos uma brevíssima abordagem sobre o tema, para ensejar um melhor entendimento do texto e sua finalidade.  Para os cristãos, de modo especial e particular, o significado da FÉ adquire conotação mais profunda, pois não se trata tão somente de ACREDITAR, mas de CERTEZA sobre aquilo em que se crê.  Em Hebreus 11:1 está registrado:  “Ora, a fé é a certeza das coisas que se esperam e a convicção de fatos que não se veem”.  Em Habacuque 2:4 e Romanos 1:17, encontramos:  “… O justo viverá pela fé”. (destaques nossos)  A motivação que nos levou a esta reflexão sobre o tema, teve origem em observação pessoal ao longo últimos anos, em que via manifestações de inúmeros “cristãos”, ao bater no peito e bradar com eloquência, num pretenso arroubo de fé: “não se preocupem, Deus está no controle”, ou “não temam, Jesus está no comando”.  No entanto, esses mesmos “cristãos”, ao primeiro encontro com as adversidades da vida, em que viram ameaçadas a sua estabilidade social e política, a sua segurança pessoal, material, econômica e financeira, ou até mesmo por questões ideológicas, são os primeiros a caírem em desespero, a soltarem imprecações e apontarem os dedos para todos os lados, à procura de culpados. Colocam-se sempre na posição de vítimas de tudo e de todos. Que tipo de fé é essa que dizem professar, questiono?  Invariavelmente, partem para as críticas ácidas, a fazerem julgamentos, na maioria das vezes distorcidos da realidade fática, cujas nuances  desconhecem, buscando alhures as causas de seus infortúnios. Talvez, quem sabe, apenas para a satisfação do seu ego inflado, ou atraírem a comiseração social.  No afã de demonstrarem um conhecimento que de fato não possuem, se lançam nas redes sociais divulgando textos/notícias e vídeos de autoria e origens duvidosas, muitos dos quais falsos, que a própria natureza, redação e forma de divulgação por si sós revelam. Atitude que contribui tão somente para com a disseminação da dúvida, do desalento, do medo, do pânico e da cizânia, no meio social em que vivem; a incitar a revolta, o ódio e o esmaecimento da fé naqueles que, apesar de tudo, a mantém viva em seus corações.  Incapazes sequer de imaginar a extensão do mal que estão alimentando, seguem formando à sua volta uma egrégora extremamente destrutiva, com a qual alimentam e potencializam as investidas e os propósitos macabros dos Senhores da Escuridão.  Creio firmemente que aqueles que carregam dentro de si a FÉ verdadeira, de que o Criador Supremo está no controle de tudo e que o Rabi Nazareno é o timoneiro do barco da Vida, não têm por que se desesperar, se revoltar, ou a que temer. Por compreendem, finalmente, que a realidade em que vivem nada mais é do que a colheita obrigatória da semeadura infeliz feita ao longo da vida.  Com todo o respeito às naturais divergências – que certamente surgirão – entendo que, muito mais do que um recurso de retórica, a fé verdadeira se sustenta e se revela nas atitudes e se demonstra, efetivamente, não nos momentos de paz e benesses, mas nos torvelinhos das dores e adversidades, quando tudo parece perdido.    (*)Coronel Veterano/PMMG – Aspirante 1970 

Segunda Feira Literária de Bom Despacho.

A Secretaria de Cultura e Turismo — da Prefeitura Municipal de Bom Despacho-MG realizou a Segunda Feira Literária de Bom Despacho. A exemplo do que foi registrado pelo Ponto PM, o Evento Literário e sociocultural de elevado nível aconteceu, na manhã festiva deste 15 de abril de 2023, no Mineirinho da Praça da Matriz de Nossa Senhora do Bom Despacho. Ali, os participantes tiveram a oportunidade de apreciar a Arte da Metáfora Escrita da Bacia do Picão e prestigiar diversos Escritores Bom-Despachenses. 0 Senhor Coronel PM João Bosco de Castro, Acadêmico-Presidente da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – MesaMariano e Curador do Prêmio Coronel Alvim, aproveitou a oportunidade para agraciar-me com o Diploma de Prócere Magistral em Ciências Militares da Polícia Ostensiva. O Referido Diploma é a Chancela de Notório Saber Ciências Militares da Polícia Ostensiva, com suporte no Parecer número 1295/2001, da Câmara de Ensino Superior do Conselho Nacional de Educação (CES/CNE). Acompanhando o diploma, recebi de igual modo a Medalha dele homônima e a respectiva réplica. A premiação é consequência do reconhecimento do meu livro: História (In)completa da Academia de Polícia Militar de Minas Gerais: Símbolos, Ideais e Conhecimento, considerado Obra de excelência e importância para o desenvolvimento e consolidação das Ciências Militares da Polícia Ostensiva. Participaram da premiação: 1 – O Senhor Coronel PM João Bosco de Castro, Acadêmico-Presidente da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – MesaMariano e Curador do Prêmio Coronel Alvim, e Gestor Principal do Espaço Camões: Oficina de Saberes Letras e Artes da cidade de Bom Despacho, Estado de Minas Gerais; 2 – A Senhora Beatriz Campos de Paulo e Castro, esposa do Presidente do Sodalício e Confreira MesaMariano, que na Sessão Solene do Sodalício recebeu o Premio em meu nome, procedendo a entrega do Diploma à minha pessoa; 3- A Senhora Juliana Jaber, vice-prefeita da cidade de Bom Despacho, que procedeu à entrega da Medalha homônima ao Diploma, e 4 – A minha esposa Rosângela Maria Ferreira Silva, que procedeu à aposição da réplica da Medalha. Carlos Alberto da Silva Santos Braga. Acadêmico-Correspondente da Academia Maranhense de Ciências Letras e Artes Militares.

A Mãe de Tudo!

A Equipe do PontoPM e Grupo MindBR registra mais uma Conquista Literária alcançada pelo nosso Jornalista-Responsável: João Bosco de Castro. Após participar do Concurso Nacional Pedro Ivo de Poesia – 3ª Edição – 2023, e concorreu com o Poema MÃE DE TUDO. O notável Poeta foi premiado. O Certame foi realizado pela Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares – AMCLAM. Leia o Poesia destacado na imagem seguinte: Eis, também, a leitura da Poema feita pelo próprio Autor:

13º Aniversário de Instalação da Mesa-Mariano.

O Décimo Terceiro Aniversário de Instalaçãoda Academia Epistêmica de MesaCapitão-Professor João Batista Mariano.  João Bosco de Castro. Em 10 de março de 2023, às 9h30min, no Auditório da Fundação Guimarães Rosa ─ FGR (Rua das Chácaras, nº 210, Bairro Mantiqueira/Venda Nova, Belo Horizonte-MG), realizou-se a Cerimônia Solene Comemorativa dos Treze Anos de Instalação da MesaMariano, sob a Presidência do Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro. A Sessão desenvolveu-se, ritualisticamente, em clima de fraterno e alegre convívio do Quadro Academial. À celebração do aniversário do Areópago Mesa-Marianiano (treze anos completados em 25 de fevereiro deste ano) somaram-se dois Atos Relevantes: Conferição do Prêmio Cel.Alvim a três Policiólogos da PMMG e Homenagem a duas Historiógrafas da PMMG. Cumprido o preâmbulo de boas-vindas e a descrição deontológica da Casa de Saberes e Sabedoria, todos os Presentes ao Ato Epistêmico, de pé e em atitude respeitosa, cantaram o Hino Nacional Brasileiro ─ Símbolo Poético e Patriótico nosso, com letra metafórica do Filólogo e Professor de Literatura Joaquim Osório Duque-Estrada e música do Mestre-Capela Francisco Manoel da Silva. Ainda de pé e em posição academial, os Coparticipantes da Reunião ouviram a Invocação Acadêmica, proferida pelo respectivo Autor, Acadêmico João Bosco de Castro, Presidente da MesaMariano, cuja íntegra se transcreve abaixo: Excelsa Luz dos Saberes e Sabedoria: Nutre de poderes empreendedoristas os propósitos culturais,humanizantes, socioeducativos e deontológicos desta Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano, para Ela ─ vinculada à Fundação Guimarães Rosa ─ dedicar-se à discussão espontânea e ao estudo metodológico do Conhecimento, em favor do domínio teórico e prático da Religião, Filosofia, Ciência, Técnica, Arte ─ entendida esta como a harmonia entre a Natureza e a Cultura ─ e outras quaisquer formas ou espécies de Erudição ─, do Uso das Mãos ao Cultivo da Inteligência, do Mito à Cibernética e da Tecnologia à Efervescência dos Signos, Códigos e Linguagens ─ especialmente dos lusófonos e prioritariamente dos luso-tupi-afro-brasileiros, tidos como prodigioso complexo dos modos e meios para elaboração, transmissão e compreensão de textos orais e escritos conformes com os cânones gramaticais, fraseológicos, estilísticos, estéticos e persuasivos do Padrão Erudito da Língua Portuguesa ─, com vistas no fortalecimento do preceituário eticomoral, desenvolvimentista, cidadanizante e comunitarista indispensável ao vigor dos direitos humanos e do respeito à dignidade da Pessoa, e à Felicidade Universal! O Expediente Epistêmico ─ apresentado pelo citado Presidente ─ começou com bela Homenagem à Mulher, no ensejo do 8 de Março, a ela mundialmente dedicado, consubstanciada na leitura do Poema Mulher (duas Duodécimas-Rimas), pelo próprio Autor João Bosco de Castro. Eis o Poema:                                    MULHER.                                     João Bosco de Castro. I. Santuário da Candura, Nas maravilhas do amor, Mão avessa à sinecura E afeita ao nobre labor De erigir a compostura Nos charcos do dissabor E plantar a formosura Nos versos do trovador, Pra elevar a criatura Às bênçãos do Criador, Com sintonia de orquestra E zelo de mãe e mestra! II. Luz de amorável brandura Num sorriso encantador, Alma-gêmea da doçura Num coração de esplendor, Voz macia de ternura Num mundo escravizador, Eloquência da cordura Apropriada ao louvor: Tanto da crespa escultura Como do fino lavor: Desses dons de alto mister, O Gênio fez a mulher! Também se ofereceram exemplares de nossa Coletânea de Biografias e Panegíricos da MesaMariano (editada e distribuída em 2020, em pleno flagelo pandêmico da Covid 19) a quem ainda não conhecia tal Obra. Anunciaram-se, ainda, ao Plenário Epistêmico as propostas de duas Reuniões Mesa-Marianianas Itinerantes: uma prevista para 19 de maio de 2023, às 9hs, na Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro, com a posse de dois Candidatos ─  do Coronel Eugênio Pascoal da Cunha Valadares (Comandante da anfitriã, a Nobre Escola do Prado Mineiro), na Categoria de Acadêmico Epistêmico, e da Professora Eliana Cançado Ferreira, na Categoria de Acadêmica Honorária; a outra, prevista para a semana de julho de 2023, na qual esteja o dia 9 ─ aniversário do heroico Machado de Prata ─, no Quartel do Sétimo Batalhão de Polícia Militar, em Bom Despacho-MG, durante a qual o Acadêmico-Honorário Isaac de Oliveira e Sousa apresentará um Ensaio sobre a Integração Operacional dos órgãos da segurança pública, de acordo com entendimentos estabelecidos com o Comandante da citada Unidade Anfitriã, Tenente-Coronel Luciano Antônio dos Santos. Referidas propostas mereceram aceitação e aplauso de Confrades e Confreiras, bem como apoio administrativo e logístico assegurado por nosso Confrade Coronel Pedro Seixas da Silva, Presidente do Conselho-Diretor da MesaMariano e Superintendente-Geral da Fundação Guimarães Rosa, mantenedora desta Casa de Saberes e Sabedoria. Encerrado o Expediente, executaram-se os dois Atos Relevantes da Reunião. 1.Conferição do Prêmio MesaMariano ─ FGR Coronel Alvino Alvim de Menezes das Ciências Militares da Polícia Ostensiva (Prêmio Cel.Alvim), de 2020, 2021 e 2022 ─,  interrompida por imperativos sanitários ditados pela pandemia do Covid 19. Três Policiólogos da Polícia Militar de Minas Gerais venceram este importante Certame Policiológico: Versão 2020 ─ Tenente-Coronel Flávio Jáckson Ferreira Santiago, com seu Livro  A Sombra por Trás da Onda: alta participação da dependência química na criminalidade; Versão 2021 ─ Tenente-Juiz Rodrigo Foureaux, com seu Livro Justiça Militar: aspectos gerais e controversos; Versão 2022 ─ Major Veterano Carlos Alberto da Silva Santos Braga, com seu Livro História (in)Completa da Academia de Polícia Militar de Minas Gerais: Símbolos, Ideais e Conhecimento. Por dificuldades de saúde, o Major Carlos Braga não compareceu à Premiação, e já reagendou, para recebê-la, sua vinda a Bom Despacho-MG, no Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes ─ ECOSLA, em 15 de abril de 2023, logo após a realização da Segunda Feira Literária da Cidade. Cada Vencedor do Prêmio Cel. Alvim recebeu o Diploma de Prócere Magistral em Ciências Militares de Polícia Ostensiva, com Chancela Notório Saber, a Medalha Cel. Alvim e respectiva Réplica para Lapela. 2. Homenagem às Historiógrafas da PMMG Coronela Lívia Neide de Azevedo Alves e Capitã Veterana Denise dos Santos Gonçalves, pela excelência da totalidade (pesquisa, sitematização e redação) do Livro  40 Anos da Mulher na Polícia Militar de Minas Gerais, do qual são Coautoras. Nenhuma delas compareceu à Homenagem: a Coronela Lívia, por

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