LANÇAMENTO DO LIVRO POLÍCIA E FUTURO

Lançamento do Livro: Polícia e Futuro – Identidade Orientada Para Cenários e Desenvolvimento Organizacional. Conforme anunciado neste PontoPM, no dia 28 de setembro de 2023, das 19h30 às 23h, foi realizado o lançamento do livro Realizado no Salão Diamante do Clube dos Oficiais Militares Mineiros COMM), o autor Sérgio Henrique Soares Fernandes contou com apoio da Liderança executiva da entidade e de vários membros da Academia de Letras João Guimarães Rosa (ALJGR). Familiares e amigos e muitos colegas de Farda, da ativa e veteranos, prestigiaram aqueles momentos alegres de encontros e reencontros. Sobre a organização do acontecimento e singularidade da obra para os policiólogos mineiros, falou o Presidente do Clube dos Oficiais — Coronel Veterano José Guilherme do Couto e agradeceu as distintas presenças de membros das lideranças do Corpo de Bombeiros Militares e da Polícia Militar, Instituições Militares Mineiras. Sérgio Fernandes manifestou sua alegria pela nova conquista e por ter sido privilegiado pelo público presente. Seguiram-se os momentos com músicas, ao som dos violinos, bate-papos amigáveis e autógrafos de Sérgio Fernandes. Opiniões descritas na Obra lançada. O prefácio do Novo Livro de Sérgio Fernandes coube a — Nuno Caetano Lopes de Barros Poiares —, Prof. Doutor e Oficial Superior da Polícia de Segurança Pública de Portugal. Num primeiro momento, o prefaciador afirma que a obra é produto de uma investigação que foi desenvolvida enquanto requisito parcial para a obtenção do grau acadêmico de doutor em História, Estudos de Segurança e Defesa pelo prestigiado Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). As manifestações descritas na segunda capa são da autoria de Ricardo Balesteros e Rodrigo Foureaux. Segundo o ex-Secretário Nacional de Segurança Pública, o estudo realizado por Sérgio Fernandes, é transversal multidisciplinar, pois transita por diversas áreas do conhecimento e emerge como uma importante contribuição para as Ciências Policiais. O nominado Juiz de Direito descreveu que a obra é de alta vali para policiais em todo o mundo, pois, conforme apurado pela própria pesquisa, “o ser policial possui uma cultura universal e não tem fronteiras”. A Equipe do Ponto PM aplaude e endossa as manifestações faladas e descritas sobre — e na — Obra lançada. Estima muitos sucessos ao Amigo e Escritor Sérgio Henrique Soares Fernandes. São extensivos aos leitores de Polícia e Futuro: Identidade Orientada Para Cenários e Desenvolvimento Organizacional. Veja, em seguida, as imagens dos momentos marcantes do lançamento do Livro.
LANÇAMENTO DO LIVRO: POLÍCIA E FUTURO

Polícia e Futuro: Identidade Orientada Para Cenários e Desenvolvimento Organizacional é o novo Livro de Sérgio Henrique Soares Fernandes. Premiado Policiólogo é Coronel Veterano da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Publicou também o Livro Fundamentos do Planejamento Prospectivo Aplicados à Polícia Militar. Na PMMG, Sérgio Fernandes realizou os Cursos de Graduação e Pós-graduação, em Segurança Pública e Gestão Estratégica de Segurança Pública, na Academia da Polícia Militar (APM), onde foi Professor e Orientador dos militares matriculados nos cursos citados. É também Bacharel e Mestre, em Administração, e Doutor em História, Estudos de Segurança e Defesa pelo Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE). É Pesquisador Integrado do Centro de Investigação do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ICPOL) – Lisboa-PT. Eis as informações do lançamento do Livro Polícia e Futuro: Identidade Orientada Para Cenários e Desenvolvimento Organizacional: Leia mais informações sobre Sérgio Fernandes: CONHECIMENTO NÃO TEM PÁTRIA. DOUTORANDO NO INSTITUTO UNIVERSTÁRIO DE LISBOA.
STF julga os primeiros réus do 8 de Janeiro.

Publica-se o vídeo de primeiro dia de julgamento do STF. Assim vocês, estimados leitora e leitor, conhecerão todos os momentos do Julgamento dos denominados “golpistas do 8 de janeiro” de 2023. Vamos acompanhar… A despeito de marcar duração de 7h47min9s, tem duas partes. A primeira tem a duração aproximada de 2h20min18s. A segunda parte, inicia-se às 4h27min3s e vai até às 6h, com o proferimento da Sentença do RÉU. Após intervalo, inicia-se, novamente, às 7h e encerra-se, até às 7h46min18s, aproximadamente. Em consequência, assista, também, ao vivo, o segundo dia de julgamento do STF.
O CONTINGENCIALISMO – O NOVO MODELO POLÍTICO-ECONÔMICO PATROCINADO PELO ESTABELECIMENTO.

Carlos Alberto da Silva Santos Braga Meus caros Leitores e minhas caras Leitoras, apresento a vocês o tema O CONTINGENCIALISMO – O NOVO MODELO POLÍTICO-ECONÔMICO PATROCINADO PELO ESTABELECIMENTO. A minha produção literária é um recorte sobre as relações internacionais, os atores invisíveis e as várias manifestações do conceito de sociedade estruturadas no mundo contemporâneo. É uma ilação construída com elementos empíricos de validação e que aborda o casuísmo e as imperfeições do saber. Está estruturado em oito partes e aborda a economia; a doutrinação; o controle da vida; o poder; a construção do pensamento; a gênese da contradição; a propaganda; e por fim, a apropriação. Convido a todos para nos deleitarmos com os argumentos e esperemos a leitura da última palavra que compõe a última parte dos textos, para nos posicionarmos sobre o tema. Não é necessário ler os textos apenas na plataforma digital, você poderá baixar o arquivo em formato pdf e fazer a leitura na forma como se apresentar mais cômodo a você. Faça um bom proveito.
PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES.

Carlos Alberto da Silva Santos Braga Amanheceu. Como todos os dias, como todos os cidadãos do mundo contemporâneo, como todos os homens e mulheres, nos levantamos e nos damos ao luxo de buscar as novas notícias sobre nós mesmos, nossos familiares, nossos amigos, nossa cidade, nosso Estado, nosso País e nosso Mundo. São temas que agradam a cada um, a partir daquilo que melhor impactua no seu humor, nas suas expectativas, nas suas ansiedades, nas suas frustações e sobretudo na sua educação. Educação um tema tão grandioso e ao mesmo tempo tão desprezado, sinto saudades das terras de além-mar, onde as primeiras palavras eram: – “Olá, bom-dia! E então?” – “Com licença, bom-dia! Por favor….” – “Obrigado, com licença, continuação.” – “Cumprimentos, com licença.” Ao abrir os aplicativos sociais do meu smartphone, veem-me uma enxurrada de mensagens. Muitas reencaminhadas, mas que desejam um bom-dia e eu, educadamente, respondo-as com as mesmas imagens ou palavras, ou seja, a quem me enviou imagens, respondo com imagens, a quem me enviou textos, respondo com palavras, a quem me manifestou fé, respondo com fé. Há também aquelas mensagens enviadas, que se revestem de política, de futebol e de problemas da sociedade, para os mais próximos, desejo um bom- dia, para os outros, sou indiferente, creio que estava ativado o modo “robot” e provavelmente ele nem sabe que a mensagem foi enviada. Mas o que fazer? São estas as manifestações da atual sociedade, dessa sociedade contemporânea, que em determinado momento foi rotulada de sociedade da informação e que nada mais é do que a sociedade que replica as informações de interesse do “estabelecimento”, dos algoritmos que tudo fazem para manter as pessoas exatamente no mundo em que elas querem viver. Se o meu mundo é da política contestatória ao governo estabelecido, receberei inúmeras mensagens, já previamente construídas e na quase totalidade não revestida das verdades, para que eu possa me iludir e pensar que o meu modo “robot” de mim mesmo está fazendo a coisa acertada e sigo feliz, escutando o canto dos cisnes. Não sei por que, mas me lembrei da obra A Revolução dos Bichos, de George Orwell. Se o meu mundo é do entretenimento, esse é o mais fácil de todos, doutrinação e relativização a todo-vapor. Doutrinação e relativização de quem? Para doutrinar e relativizar é necessário que o sujeito conheça o outro lado da moeda, se não o conhece, vem outra obra, O Mito da Caverna, de Platão. Se o meu mundo é o mundo dos esportes, genial, o novo circo, agora com a atualização da tecnologia para retornar aos aspectos invisíveis aos olhos humanos e retornar ao passado, não para corrigir, mas para garantir que os incautos permaneçam ligados ao “estabelecimento”, demonstrem a sua alegria, prendam-se aos conceitos e se mostrem prontos a adquirir produtos, serviços e prazeres inimagináveis. Mais uma obra maravilhosa me veio à mente, Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley. Se o meu mundo é a sociedade, a sua falta de educação, a sua demanda por conhecimento, não há com que me ocupar, os aplicativos fornecem uma imensidade de textos preparados especialmente para você, sobre o assunto que você quiser, você não precisará saber ler, não precisa entender o significado das palavras, as imagens e os sons te encantarão. Não é necessário nada físico, não é necessário um dicionário, você é dono do seu conhecimento e enquanto você trabalha poderá ouvir o seu tema preferido, sentir o conhecimento fluir através de ondas. Não há necessidade de uma biblioteca, um museu, ou mesmo um arquivo físico, digite a primeira palavra e tudo acontecerá, isso o prometo, assim se manifesta o Algoritmo, a fase mais recente do “estabelecimento”. Me cheira a queimado, com certeza é Farenheit 451, de Ray Bradbury. Até aqui, parece-nos, tanto a mim quanto a você, meu leitor ou minha leitora, que só manifestei distopias, que a minha vida é muito presa ao Conhecimento, sim grafado com letra maiúscula, como na língua germânica, para expressar os substantivos, que eu deveria ser mais flexível e não sofrer tanto, afinal estou me valendo dos mesmos aplicativos que os demais se valem. Aí meu caro e minha cara leitora, se manifesta o título do artigo “Para não dizer que não falei das flores”, falarei das flores, sou católico praticante, recebi todos os sacramentos de iniciação, serviço e cura, sim os de cura também, sempre que me vejo numa situação de vulnerabilidade física ou espiritual, não contemplada pela confissão, me valho do sacramento da cura. Realmente a fé é algo que não se discute, vive-se. Não discutir, viver e, assim vivo. O sacramento do batismo me tornou sacerdote, profeta e rei. Justamente por me tornar um profeta, me obrigo a manifestar aquilo que não se encontra estruturado dentro das verdades necessárias, aquelas verdades que existem desde o sempre e fazem fluir o bem, a vida e o amor. São elas que nos elevam da barbárie ao progresso. Para manifestar a preocupação e agir como um profeta, me valho das mesmas ferramentas do mal, mas na estratégia do bem. Aquilo que já está estabelecido não será modificado pela vontade de um, mas pela ação de muitos e não será divulgando mensagens construídas pelo próprio “estabelecimento” que se modificará o todo. As mensagens devem ser construídas com as ferramentas do Conhecimento e não com as ferramentas da mentira. No entanto, querer que pessoas desprovidas de educação encontrem as ferramentas do Conhecimento, é o mesmo que descrever as cores da parede para um cego, não tem significado algum, os demais sentidos que ele utiliza sentem o perfume da rosa, mas não percebem a sua cor; sentem o sabor da maça, mas não percebem a sua tonalidade; sentem o calor do fogo, mas não percebem o brasil, a transformação da madeira em brasas, a cor do cerne do pau-brasil e que deu origem ao nome do nosso País; ouvem o som emitido pelo pavão, mas não veem a beleza da sua plumagem. É óbvio que vivemos um mundo melhor, é óbvio que ocorreram
UMA REFLEXÃO SOBRE O PENSAMENTO DE CARLOS BRAGA

“Ao lutar contra o mal, necessariamente, você utiliza as armas do mal, questão de compatibilidade, no entanto, a estratégia tem de ser do bem. Somente a verdade necessária – aquela que exprime a razão do universo – prevalecerá. CARLOS ALBERTO DA SILVA SANTOS BRAGA” O uso de armas do mal na luta contra o mal poderá ser ética e moralmente defensável, embora discutível na perspectiva da retórica do politicamente correto num mundo cada vez mais social-democrata, esquerdizado e idiotizado. Benjamim Disraeli, escritor, primeiro-ministro inglês na Inglaterra imperialista e fundador do Partido Conservador moderno, terá concitado em alto e bom tom que “o momento exige que os homens de bem tenham audácia dos canalhas”. Certamente na “Solução Disraeli” se admitirá o uso das armas do mal na perspectiva do bem comum e na legítima defesa da verdade universal. Essa solução, aliás, terá peso do “bom combate” das Escrituras e portanto contará com as bênçãos dos Céus, do Criador e do Senhor dos Exércitos. Porém, não será fácil combater os canalhas, segundo duas profecias do melhor frasista brasileiro, o jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues… Não será fácil porque os canalhas são muitos e vão dominar o mundo: “Os idiotas vão tomar conta do mundo; não pela capacidade, mas pela quantidade. Eles são muitos”… Segundo porque os canalhas hoje estão liderando, são os dominantes e os homens de bem os dominados: “Hoje, tudo é possível, tudo. Há idiotas liderando povos, fazendo história e fazendo lendas.”… A messe é grande e os trabalhadores são poucos. Difícil será retomar a normalidade social, se é que algum dia isso seja novamente possível… Sigo pessimista…
O PROCESSO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.

Quando se quer dominar o conhecimento, transformamos todas as formas físicas de produção intelectual em formas digitais, destruímos as fontes materiais e, depois, criamos algoritmos para que as pessoas só acessem aquilo que entendemos que elas devam saber.CARLOS ALBERTO DA SILVA SANTOS BRAGA Ao longo da história, a partir do momento em que se criam formas de se registrar os atos, fatos, eventos, inventos, produção intelectual e acontecimentos, a guerra mais importante travada, é a guerra pelo domínio do conhecimento. São as passagens históricas que nos mostram as formas como os povos, ditos mais avançados, se relacionaram com os novos mundos, as novas culturas e os novos povos – seja na África, na Ásia, na América, ou ainda, na Oceania. O que prevalece, desde então, é a manutenção de um conhecimento a partir da verdade europeia. Uma verdade onde aquilo que não conhecido, é desconstruído, é devastado, é destruído ou reconstruído a partir da verdade e do conhecimento dominado por eles próprios. Dominar o conhecimento sempre se mostrou como uma oportunidade de negócios, de domínios intelectuais, de geração de riqueza e, sobretudo, da exploração dos outros – os não europeus. Aqui não se incluem, aqueles que atendam ao conceito de branco, anglo-saxão e protestante. Não se iludam, por mais que se estruture num discurso ideológico de inclusão, respeito, direitos humanos e igualdade, tudo isso são algoritmos – conjunto de regras e procedimentos lógicos perfeitamente definidos que levam a solução de um problema em número finito de etapas – construídos para dominar a retórica e construir a subserviência ideológica. O processo de estruturação de tudo isso atinge o seu ápice com a Inteligência Artificial, realmente uma composição de palavras que expressa exatamente o que é: uma inteligência criada artificialmente. Não são registros automáticos de memória – as sinapses, que guiam a construção do conhecimento, não são as vivências, as informações, as situações criadas ao longo da vida que cria a sua capacidade de resposta, mas única e exclusivamente um algoritmo. Dentro da Inteligência Artificial, os estruturadores de textos que resolvem um problema, que criam uma redação, que elaboram uma dissertação, que planejam uma aula, que na essência fazem aquilo que a grande maioria das pessoas, na atualidade, não consegue fazer: pensar. E as tornam no que são: incautas. Todas as redes sociais, todos os jogos digitais ao ar livre, todos os jogos on-line, todos enigmas criados e partilhados de forma digitalizada, têm um propósito: validar um algoritmo. Demonstrar a capacidade e o domínio do meio digital, revelar o poder criador e a capacidade de gerar riquezas para uma pessoa, um pequeno grupo de pessoas, ou ainda uma ideologia, nunca gerará riqueza para uma comunidade, nem mesmo na forma de arrecadação de impostos. No entanto, aos meros utilizadores dos meios informatizados, o que importa? Às custas de uma pseudo-facilidade, entregam todas as suas informações, tudo que há de registros públicos, privados ou audiovisuais à respeito da sua pessoa. Mesmo assim, são felizes, não precisam de manifestar aquilo que realmente não possuem: inteligência, somos incautos. Não mensuramos o valor de nós próprios e vivemos uma distopia, uma sociedade que entrega o seu futuro ao algoritmo. O processo já está avançado, não há retorno, muito já se destruiu e a única forma de acesso é na forma digitalizada. Quando se quer dominar o conhecimento, transformamos todas as formas físicas de produção intelectual em formas digitais, destruímos as fontes materiais e, depois, criamos algoritmos para que as pessoas só acessem aquilo que entendemos que elas devam saber. Ajudamos as pessoas na relação com o meio digital, você não precisa saber exatamente o quer, nós nos incumbimos de criar atalhos para você. Digite apenas a primeira sílaba e nós ofertaremos diversas sugestões de nomes. Demonstre o que você sente, através de uma palavra e nós ofertaremos inúmeras respostas ao seu questionamento, à sua ânsia, ao seu desejo. Não se preocupe, ninguém se importará com a origem do seu conhecimento. Ninguém se importará com a veracidade da sua informação. Ninguém questionará a sua ideia. Afinal a grande expectativa é de que o meio digital nos torne iguais, inclusos, respeitosos e felizes com a nossa própria ignorância, onde estar conectado e receber a ração de cada dia será o grande mérito. Mas como tudo, há a antítese, o lado sombrio do algoritmo, a deepweb, o submundo, a podridão, o lodo movediço que tudo engole, este é o pari passu com a luz, onde as informações deixam de ter ética, legalidade e moralidade. Onde se rastreiam os resultados de exames tendentes às necessidades fisiológicas, nos mais estúpidos e imorais fins. Onde as imagens e os sons deixam de guardar correlação com a verdade do mundo. Onde vemos, mas não enxergamos. Particularmente eu não tenho medo do homem que criou o algoritmo e, nem tampouco do homem que domina o computador, o meu medo é do homem que poderá desligar tudo isso e, como validador, não dispondo das fontes primárias – tempestivamente destruídas para validar a Inteligência Artificial – tenha que voltar às trevas e reconstruir tudo novamente num ambiente de pura barbárie.
MARCHA ALUSIVA AO 48.° ANIVERSÁRIO DA PNSTP.

Eis o convite da Polícia Nacional de São Tomé e Príncipe: Cara(o) cidadã(o), No âmbito das atividades alusivas ao 48.° Aniversário da PNSTP, que se comemorará no dia 27 de Agosto de 2023, cujo lema para este ano é “MODERNIZAR PARA MELHOR SERVIR E PROTEGER A SOCIEDADE”, temos a honra convidá-la(o) a participar na Marcha alusiva à efeméride, agendada para o dia 05 de Agosto de 2023, sábado, com concentração às 06h00, no Comando Distrital de Água Grande. Desde já, agradecemos a vossa colaboração e participação! Sabemos onde estamos e onde pretendemos chegar: UMA POLÍCIA FORTE, HOLÍSTICA, PRÓXIMA E DE CONFIANÇA! Avante, PNSTP!
Uma História de Vida Num Centro de Gestão de Documentos

Durante muitos anos – parte significativa da minha vivência profissional na Polícia Militar de Minas Gerais – me vali dos registros históricos como construção do conhecimento, afinal eles são a essência de tudo quanto, amigo da história, produzo. Particularmente me classifico como um validador, cujas referências são o grande bibliófilo e bibliográfo português Joaquim Martins de Carvalho, natural de Coimbra, nascido em 1822 e falecido em 1898, que produziu uma obra literária de intervenção cívica com ênfase nas liberdades públicas e nos interesses locais. Outro nome singular na validação histórica e que muito acrescenta ao meu método de validação é do genealogista e historiador francês Jean-Baptiste-Pierre Julien, Le Chevalier de Courcelles, nascido em 1759 e falecido em 1834, que em sua obra publicada na década de 1820: A Arte de Verificar as Datas, antes e após Jesus Cristo, conjuntamente com o também francês, Marquis de Fortia d’Urban, se tornam os primeiros à escreverem sobre a ocorrência de uma Rebelião em Minas Gerais e da existência de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Completa a tríade de referenciais o genealogista e historiador português Anselmo Braamcap Freire, nascido em 1849 e falecido em 1921 que escreveu sobre os Brasões da Sala de Sintra, um registro histórico dos brasões de armas das famílias portuguesas de origem. Os registros históricos movem a minha produção e acrescentam mais valia aos meus conhecimentos. Na minha visão de amigo da história, compreender a história é como galgar um muro e olhar por cada fresta que se apresenta e, juntando todas as imagens, construir uma narrativa própria e fiável do ponto de vista da memória que se quer perpetuar. Particularmente as minhas obras demandam pesquisas nas fontes primárias, visitas aos locais abordados, conversas com as pessoas e, sobretudo, um debruçar sobre as imagens formadas e a interpretação acumulativa de anos de viagens, conversas, leituras, manuseios de materiais históricos, contemplações e o constante reescrever a partir de uma nova informação que se percebe de forma aleatória e que quase se faz desentendida. É justamente o acaso quem move aquele que manuseia um documento em arquivo, tem-se que estar pronto para o improvável, o inusitado, a peça que faltava para completar o quebra-cabeças pode aparecer a qualquer momento. Uma das minhas pesquisas é sobre a História (in)Completa da Academia de Polícia Militar de Minas Gerais – Símbolos, Ideais e Conhecimentos, onde as informações disponibilizadas pelo Centro de Gestão Documental da Polícia Militar de Minas Gerais foram relevantes no processo de validação de nomes, datas, atos, fatos, eventos e exemplos. Com certeza o Centro de Gestão Documental da Polícia Militar de Minas Gerais é um espaço que permite ao pesquisador não apenas acessar a fonte primária, mas de forma responsável, perceber o processo de construção de uma história singular que se caracteriza pelos registros da vida de cada um dos homens e mulheres que construíram, constroem e, em permanente reconstrução, tornam atual o significado da Polícia Militar de Minas Gerais. Mas tudo isso é pontual, talvez pessoal, ou ainda atenda ao propósito próprio de alguém que se vale das informações em arquivo, para atender pura e exclusivamente à uma questão de família, segundo a lei de acesso à informação. No entanto, para um pesquisador o contato com a fonte primária é a mais sublime das oportunidades de se construir a sua própria hipótese de validação histórica, de ser único, alguém a ser contradito e ao mesmo tempo respeitado pelos seus pares. Recentemente escrevi sobre a gênese de um nome, cujo o título é “Gontijo – Origem do Nome de Família” como topônimo e ao mesmo tempo antropônimo, com origem em Braga – Portugal, muito provavelmente incorporado para reforçar a origem familiar, uma pesquisa que me obrigou no aprofundamento histórico e na imersão em arquivos públicos do Brasil, de Portugal e da Espanha. Escrever sobre a gênese de um nome, me conduziu na busca da genealogia da minha família materna e como Organizador do projeto denominado “Raízes do Coração – Uma História Familiar”, onde é relatada a importância do 3o Sgt Galdino Antônio dos Santos, no contexto do que somos e nos tornamos, são as informações disponíveis nos arquivos do Centro de Gestão Documental da Polícia Militar de Minas Gerais que nos permitem avançar além da história familiar e compreender as dificuldades de uma família, cujo patriarca ingressou na então Força Pública do Estado de Minas Gerais em 02 de fevereiro de 1933, com 42 anos de idade e, cuja a pensionista, sua filha solteira, recebeu pensão até o mês de seu falecimento, em agosto de 2017. Os arquivos do Centro de Gestão Documental da Polícia Militar de Minas Gerais, para quem se propõe à pesquisa, pode revelar algumas informações significativas da vida da própria Corporação e dos seus integrantes e que ainda podem ser validados por outros arquivos de interesse da Corporação, caso do Instituto de Previdência dos Servidores Militares e do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais. Nos arquivos do Centro de Gestão Documental da Polícia Militar de Minas Gerais vamos descobrir que o Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar de Minas Gerais, só foi considerado como equivalente ao ensino fundamental no ano de 1953. Que no ano de 1955, se torna equivalente ao ensino médio e que no dia 10 de junho de 1983, torna-se equivalente aos cursos superiores do sistema civil de ensino, retroagindo seus efeitos aos formandos do ano de 1973, isso há exatos 40 anos. São os arquivos do Centro de Gestão Documental da Polícia Militar de Minas Gerais que vão nos revelar que um Oficial da PMMG, no início da década de 1950, se torna destaque em projetos de educação da ONU, junto às Escolas Caio Martins. São os mesmos arquivos que nos permitem entender a grandeza da Corporação quando chamada à formação da Polícia Militar do Estado de Rondônia e também da Polícia Militar do Estado de Roraima, nas décadas de 1980 e 1990. São nos mesmos arquivos que vamos ter o relato das Missões de Paz da ONU
Desafios da Polícia 5.0 ao combate do CiberCrime

Mediante as experiências de Chris Lynam [1], aprende-se um pouco mais sobre as funcionalidades da Polícia 5.0 ao combate do CiberCrime. Conta sobre suas atividades iniciais na RCMP “(…) no espaço político e, então, comecei a ver como a RCMP poderia lidar melhor com o cibercrime”. Depois, de sua liderança no “Centro Nacional de Coordenação de Crimes Cibernéticos (NC3)”[2]. Segundo a narrativa de Brittani Schroeder, há considerações sobre o papel da polícia no combate ao cibercrime, a performance tática e tecnológica dos cibercriminosos, a disponibilidade das novas tecnologias, as arcerias estratégicas e a higienização cibernética. O papel da polícia no combate ao cibercrime. A respeito de O papel da polícia no combate ao cibercrime, as explicações não se restrigem às técnicas, téaticas e estratégias de Polícia. Enfatiza, contudo, os desafios da Polícia 5.0 no contexto da sociedade A vitimização dos “indivíduos, empresas ou qualquer tipo de organização”. Isso porque as ações danosas aprimoram-se com o tempo, ficando cada vez “mais complexos e impactantes do que antes”. Lynam exemplifica situações práticas, do ponto de vista da seriedade e violação do “site AshleyMadison.com”, em 2015, citando que: “Em muitos casos, o que costumávamos considerar um crime cibernético sério alguns anos atrás, agora não os consideraríamos tão sérios.”; “Na época, isso parecia o maior tipo de violação, mas quando você avança para agora e vê o Toronto Sick Kids Hospital sendo atingido por um ataque de ransomware pouco antes do Natal que afetou seus sistemas, vemos o quanto o espaço cibernético afetou mudou e evoluiu ao longo dos anos.” Para Lynam, a Polícia 5.0 é desafiada, ainda mais, devido à “natureza sem fronteiras do cibercrime”. Destaca que as vítimas podem ser os residente do “Canadá, mas os perpetradores geralmente estão em outros países do mundo. Então, “Encontrar dados ou evidências para construir sua investigação para outra jurisdição é extremamente difícil, e nos deparamos com um desafio multijurisdicional que nosso modelo tradicional de policiamento não foi criado para enfrentar.” Eis, então, o principal fundamento da criação do “NC3 da RCMP”: propiciar sinergia às ações da Polícia 5.0. Lynam, assim, comenta: “Queríamos tentar movê-los todos em uma direção semelhante e capacitá-los para realizar investigações com a ajuda de ferramentas e inteligência especializadas e parcerias. Essas parcerias atingem todo o país, é claro, mas também alcançam nossos vizinhos do sul nos EUA, na Europa, em qualquer país que pense da mesma forma, para que possamos ter uma abordagem de equipe para perseguir os cibercriminosos.” A performance tática e tecnológica dos cibercriminosos. Nos últimos tempos, cresceu a performance tática e tecnológica dos cibercriminosos, segundo Lynam“: Lynam enfatiza a Operation Cookie Monster, derrubada pelas autoridades no “Genesis Market, um mercado online que oferecia acesso às contas online das pessoas”: “Isso não fornecia apenas às pessoas credenciais roubadas; também fornecia a capacidade de emular o dispositivo ou computador de alguém. Por exemplo, o Market colocaria malware em seu computador, coletaria informações e depois venderia o acesso às suas várias contas online para outras pessoas. Você nem saberia que eles se conectaram como você e poderiam fazer o que quisessem. (…) as equipes de aplicação da lei se uniram para derrubar o mercado e apreender sua infraestrutura e domínios. Como outro passo, o NC3 – em parceria com outras organizações policiais canadenses – perseguiu os usuários que estavam comprando as credenciais roubadas. (…) Nesta investigação, trabalhamos com 28 diferentes serviços policiais em todo o país para executar nove mandados de busca e nove prisões. Foram mais de 60 ocorrências em que os policiais foram à casa de um usuário suspeito e pediram para falar com a pessoa em questão. Em alguns casos, eles descobriram que o usuário quase não tinha ideia no que estava se metendo (…). conseguimos mostrar a eles que eles realmente não querem se envolver nesse tipo de atividade e talvez os tenhamos evitado de se tornarem criminosos cibernéticos hardcore no futuro.” A disponibilidade das novas tecnologias. A disponibilidade das novas tecnologias, como é o caso da “AI (inteligência artificial) e novas plataformas como o ChatGPT” é procurada pelos cibercriminosos que se especializam em adotá-las. Assim, Lynam esclarece que “É muito importante mantermo-nos atualizados e tentarmos adotar as tecnologias mais recentes, o quanto pudermos.” Indagado “sobre a taxa de sucesso na prisão de cibercriminosos, ele respondeu que, infelizmente, não é uma resposta tão simples (…). No entanto, há esforços conjugados, a fim de: “(…) afastar da simples métrica de sucesso proveniente de quantos criminosos são presos e acusados. Nosso mandato é reduzir a ameaça e o impacto do crime cibernético sobre os canadenses e, portanto, estamos usando uma abordagem muito mais holística para reduzir esses aspectos”. (…) Numa extremidade do espectro está o trabalho preventivo: é aqui que a aplicação da lei faz o trabalho de desvio e se concentra nos próprios infratores, e eles fornecem o máximo de informações às vítimas em potencial para que possam permanecer seguras online. No outro extremo do espectro, estão as apreensões, prisões, indiciamento de indivíduos por meio de investigações, etc. Mas o mais importante é o que a polícia está fazendo cada vez mais, que é o espaço de disrupção. “É difícil algemar um cibercriminoso localizado em outro país, mas podemos trabalhar com nossos parceiros internacionais para interromper suas atividades, apreendendo a infraestrutura que eles usam, derrubando seus domínios, ajudando a interditar o fluxo de dinheiro ou criptomoedas e ajudando as vítimas obter algum do seu dinheiro de volta.” Parcerias estratégicas e higienização cibernética. A Polícia 5.0 contém, em seu conceito básico, a integralização de todos rumo ao resultado comum. Nenhuma instituição, entidade ou agência de serviço soluciona sozinha o problema de proteção, física ou virtual, nos espaços, público ou privado. O trabalho é de todos! Nesse entendimento, Lynam ratifica: “Todos, desde o setor privado e setores não-governamentais, ao meio acadêmico, escritórios jurídicos e gigantes da tecnologia – precisamos que todos trabalhem juntos. Gastamos muito tempo e esforço construindo esses relacionamentos e descobrindo maneiras de colaborar.” A maioria das pessoas, físicas ou jurídicas, quando vítimas, relutam “em denunciar à polícia” esclarece Lynam, e explica: “O que muita
