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Reaprenda a prática da leitura.

Em reaprenda a prática da leitura, você verificará que nada na sua vida será registrado em sua mente, como arquivos em movimentos ou arquivos sonoros. Tudo se armazena no seu cérebro através de imagens estáticas – aquilo que comumente chamamos de memória fotográfica. Quantos de nós não temos conhecidos assim? Aqueles que não tinham livros ou cadernos, não estudavam e eram os primeiros a terminarem os exames. Aqueles que não se importavam com a nota e sim na certeza de que  sabendo, a todos encantavam. A capacidade que o ser humano tem, de registar as suas emoções como memórias fotográficas, tem no mundo do conhecimento o nome de Registro Automático da Memória, é algo que acontece no nosso cérebro onde o acúmulo das informações se dá através dos nossos terminais sensoriais – visão, olfato, audição, paladar e tato – acostumados a conjugar tudo isso, sem que percebamos, nosso cérebro cruza todas informações pretéritas e face a qualquer imprevisto nos dá uma possibilidade de resposta. Quando nos propomos a trabalhar em grupo, nos comprometemos a sermos fiéis  ao Grupo, nos comprometemos à defesa dos interesses coletivos e nos obrigamos ao objetivo do Grupo. Devemos ser fiéis aos propósitos que nos unem. Devemos obediência moral ao todo e fidelidade com aquele com o qual nos propusemos a seguir o caminho. Aquilo que nos une, nos recomenda a nós o foco e imbuídos de tudo isso nos alerta sobre os percalços. Às vezes, optamos por ouvir – uma música, uma mensagem ou uma aula, em outras optamos por ver – um filme, uma campanha publicitária ou até mesmo uma aula. Infelizmente, preterimos o ler. Não, o ler caracterizado por uma mensagem de auto-ajuda, uma mensagem de bom-dia ou uma mensagem furtiva. Preterimos ler o conhecimento, preferimos ouvir, ver e nem sempre ler. Ouvir, ver e não ler, permitem a qualquer um ocupar-se de outras ideias, algo que a leitura reduz bastante pois nos recomenda  ficar preso ao texto na busca da essência do conhecimento, ou seja, encontrar a resposta, achar a hipótese que conjugada à sua demanda produza uma solução compatível com o seu questionamento. Devemos reaprender a ler, devemos produzir uma posição crítica ao texto apresentado e não apenas aceitar as palavras como imposição de ideias por encantarmo-nos com a voz, com a imagem, com os recursos audiovisuais, com os sons, com a beleza artificial que tem um único objetivo: fazer com que você aceite a ideia do outro, que você se prenda   aos objetivos que nem sempre são os seus e que você  se convença que tudo quanto foi dito, cantado, encenado, sentido e transmitido seja a única verdade. Reaprender a ler é ter a possibilidade de formar a sua própria história em relação ao fato, ao ato, ao conhecimento e ao presente. É se permitir ao contraditório, contrapor às imagens, formar a sua própria convicção, buscar o significado para uma palavra desconhecida e acima de tudo controlar o que realmente importa, informa, constrói, aproxima, exprime e acrescenta no seu aprendizado de vida. Reaprender a ler é ter a oportunidade de voltar no texto,  sublinhar uma palavra, destacar um pensamento, interpretar uma ideia, sonhar com as imagens que poderiam se encaixar numa metáfora, compreender o sentimento de quem se propõe à construção da mensagem  e tudo mais quanto seja agradável num texto e principalmente aprender. Não se furte da oportunidade de ler, não se prenda às encenações, não se deixe levar pela sonoridade da voz que procura retirar do seu horizonte o encantamento das imagens que o seu cérebro possa construir. Viva o conhecimento que você acumulou durante todo o seu aprendizado e transforme as palavras de um texto numa experiência construída por você mesmo e não por uma voz ou uma imagem construída por terceiros. A cada memória fotográfica que criamos a partir da leitura de um texto, inúmeras janelas se abrem com informações cruciais para a nossa tomada de decisão. Estar centrado no texto nos permite ir além, nos permite compreender o processo, criar as nossas próprias memórias fotográficas, desvendar os enigmas do conhecimento, alimentar a nossa própria imaginação, referendar as experiências, comparar modelos, compreender a nossa importância na solução do problema, evitar a repetição de erros e nos possibilita ousar. Só através da leitura as memórias fotográficas serão construídas por sua própria opção, você poderá retornar ao texto infinitas vezes sem perder a essência, poderá pausar a leitura para dar atenção à uma pessoa e retornar sem necessidade de comprometer o aprendizado,  poderá parar por alguns instantes – imaginar, sonhar, retroagir nas memórias, avançar nas hipóteses futuras e depois retornar onde estava sem perder o nexo. Reaprenda a prática da leitura, ela será uma opção para diferenciar comportamentos individualizados dos comportamentos autômatos, diferenciar aquele que realmente sabe o significado das palavras daquele que apenas as repete, diferenciar quem tem responsabilidade de grupo daquele que usufrui da responsabilidade do grupo para os interesses próprios.

Antes de ser um, sou três.

Mesmo antes do início, quando tudo não estava, faltava a memória e o livre-arbítrio para dizer que antes de ser um, sou três. Quando um e um não serão dois, mais apenas um, antes de ser um, sou três. Muito fácil de dizer e mais ainda de se explicar, quando na essência do que sou, não sou eu apenas um, mas três. Se o homem e a mulher se uniram e eu nasci, não são apenas um mais um, sendo eu um, assim, os três um, são três. Nas ciências são fáceis as explicações do porquê, de sendo eu um, antes sou três. Se qualquer número que se eleva a zero o resultado é um, sendo eu fruto de uma função exponencial de base dois e expoente zero, existo como um e em suma sou três, a soma de uma revolução genética, onde parte vem de um a outra parte de outro um e no fim, sou um, como parte de um, de outro um, me torno um, na soma de tudo isso sou três. Se venho de um casamento, de uma concepção e de um nascimento, mesmo sendo um, sou três, são três datas de nascimento, de um, de outro um e do um que sou eu. Sou um, mas mesmo antes de ser um, sou três. Geneticamente só sou um, porque derivando de uma meiose, uma mitose e uma gestação, sou um processo de três um, pois sendo um, sou fruto da soma de um e outro um, antes de ser um, sou três. Filosoficamente é uma verdade necessária e por mais que metafisicamente sejam dadas opções de proselitismo, uma verdade contingencial não supera a verdade do princípio, pois tudo é idealização da verdade única do idealizador. Antes de servir na Instituição que me aposentei – servindo e protegendo o destinatário final da minha força de trabalho – vendi a minha força de trabalho a dois outros destinatários finais do capital acumulado que se construiu no eu que sou um. Antes de servir na Instituição que me aposentei, morei em três cidades e na maior delas me construí no eu que sou um. Na formação profissional dentro da Instituição que me aposentei, no meu primeiro curso fui o terceiro colocado e de todos que tiveram origem, na mesma Unidade que a minha, fui dentre eles, o terceiro colocado no principal curso da Instituição que me aposentei. Quando a Instituição que me aposentei, foi chamada a promover a formação profissional de uma outra Instituição congênere, fui o terceiro colocado entre os três que foram enviados para representar, dignificar e compartilhar o conhecimento acumulado a partir do principal curso da Instituição que me aposentei. No exame de aptidão profissional aplicado aos formandos no principal curso da Instituição que me aposentei, fui o terceiro colocado dentre todos os meus pares que da Turma de Aspirantes, tem a minha origem como um Oficial. Em outra oportunidade, de formação superior, numa Universidade Pública, em curso de pós-graduação patrocinado pelo Governo Federal, com três vagas destinadas à Instituição que me aposentei, fui o terceiro colocado e mais uma vez estava entre os escolhidos, para a minha Instituição representar. Mas como tudo que se inicia, um dia chega ao fim, existindo como um Oficial, em seus três círculos: Oficial subalterno, Oficial intermediário e Oficial superior, chegou o dia de se ir ao encontro de novas oportunidades e de se poder colocar em prática toda a alegria construída. Novamente – apesar da pouca idade e do pouco tempo servindo e protegendo – fui o terceiro a me aposentar, pois já haviam ocorridas duas outras aposentadorias, mas na infelicidade da vida profissional, as duas anteriores foram por mortes. O exercício da atividade profissional transato, após o servir e proteger na Instituição que me aposentei, se deu apenas para três entes federativos e após o qual tudo se encerra em termos de venda da força de trabalho que se encerra no capital intelectual acumulado ao longo de uma vida. Como tudo que se equilibra e sendo o fiel da balança, algo tinha que não bastava, pois o um que me tornará, não se subsistia só, pelo acúmulo de homônimos, que no mundo abundava e novamente faltava, algo que apenas em um me sacramentava. Haveria a oportunidade de um novo nome construir, não apenas como homenagem a parte de um, mais a parte do outro um, acrescida do um que já sou. De um nome composto se incorporam três nomes de família, sendo dois toponímicos e um patronímico. Curiosamente, como se nasce da junção de um, somando-se a outro um, tem-se o um que me tornei, pois novamente antes de ser apenas um, sou três. Para se construir um novo nome a esse um, que sou eu, fez-se necessária a via judicial. Como uma gestação, que se inicia com a concepção e termina com o nascimento, assim também, se conduziu a retificação do meu nome. Na forma processual temos três fases: o início do processo – a petição, o fim do  processo – a expedição do Mandado de Retificação do Nome, e a efetivação do direito – o  cumprimento do Mandado de Retificação de Nome, que é a expedição, pelo cartório, dos novos documentos de registro civil. De forma aleatória essas três fases, que são o início, o fim e a efetivação do direito, ocorreram em três datas significativas. A petição junto à Justiça se dá no dia do aniversário do nascimento da minha mãe. A expedição do Mandado de Retificação do Nome se dá no dia do aniversário do nascimento do meu pai. O meu novo registro civil se dá no dia em que se comemora a minha função típica de Estado. Até aqui, tudo que filosoficamente tenho pensado, às custas de um entendimento estoico, me conduzem à uma verdade trina, de ordenamentos, conhecimentos e virtudes. Verdades estas que balizam a minha construção enquanto homem, cidadão e Estado, pois antes de ser um, sou três.

A ética do Conhecimento como argumento da validação histórica.

O espaço virtual PontoPM recepcionou uma publicação de minha autoria intitulada A validação histórica como motivação ao Conhecimento., e que neste momento, após conversar com vários mentores intelectuais, pude perceber que algo de suma importância demanda um aprofundamento. Esse algo é a ética do Conhecimento como argumento da validação histórica. Na busca de uma verdade definitiva e mesmo com todas os recursos disponíveis, os argumentos estruturais sobre determinado fato ou evento que se possam contrapor num exercício de validação histórica, recomendam a exata compreensão das verdades intrínsecas, que o primeiro investigador construiu, como hipótese de abordagem especulativa sobre aquele fato ou evento. É notório que a vaidade do investigador que sucede ao proto-histórico é um fator corrosivo nos processos de validação histórica. O homem nos seus instrumentos de supremacia intelectual utiliza a desconsideração pelo trabalho precursor e primevo como arma de evitar o questionamento à parte do todo que desconhece. Processo claro de enfrentamento e desconsideração pelas hipóteses que afrontam o seu ego. Compreender a dinâmica estrutural do investigador  primitivo e dar sentido e significado, ao que historicamente se propõe interpretar, recomenda ao investigador-validador contemporâneo identificar com clareza o objeto e os seus objetivos, as informações visuais e o momento vivido pelo primeiro autor que se propôs a discutir o fato ou evento, a correlação da realidade de quem produziu as informações e o ânimo daquele que procurava alcançar uma interpretação insofismável restrita aos seus domínios bibliográficos, materiais, instrumentais e comportamentais. Obviamente que a capacidade de ler e interpretar cumulativamente fatos ou eventos, só terá significado e valor, para aquele que observa, na hipótese de ser ele dotado de conhecimentos passados compatíveis com o objeto de seu estudo, onde a transformação em palavras, na observação de fatos ou eventos, não é retórica e nem tampouco aceita tal descrição como hipótese, porque mesmo sendo ideias, palavras e emoções exige o respeito ao conhecimento. Sentir-se motivado na busca do conhecimento e a verdade mais próxima que se possa construir sobre o objeto da análise de um fato ou evento histórico, torna-se uma contemplação quando de forma ética nos é permitido compreender, através de uma investigação participativa, conviver com o autor dos primeiros estudos e ouvir desse autor os seus óbices, as suas dificuldades e as suas alegrias decorrentes da nova verdade apresentada. Compartilhar com o investigador que o precede na busca da fresta perfeita e poder chegar o mais próximo possível de uma verdade insofismável é o que se manifesta como o instrumento de validação ético, respeitar o caminho que se busca e que não será o definitivo pois a interpretação compartilhada com quem primeiro se propôs na revelação histórica do fato ou evento é incorporada ao somatório do conjunto das experiências que se acumulam e permite ao conjunto do conhecimento produzir efeitos provocadores que variam em função do primitivo investigador e das suas possibilidades e daquele que tem a oportunidade de validar como se fosse um efeito auditor e corregedor dos caminhos  que tornam a interpretação histórica do fato ou evento cada vez mais credível. As falácias interpretativas que possam levar ao falseamento interpretativo da realidade primitiva do primeiro investigador e mesmos as construções inacabadas decorrentes de uma validação imprópria  que careciam de um aprofundamento metodológico, não se traduzem em verdades acabadas, o novo investigador não se pode deixar consumir-se  por variáveis equivocadas que interferem na forma como ele descortina parte do todo e conjugando com as informações produzidas primitivamente, eleva-se de uma inferência circunstancial para uma verdade mais próxima do acerto. Conjugar o respeito e a admiração ética pelo trabalho primevo de uma validação histórica é uma arte de aplicação do conhecimento que permite ao investigador contemporâneo se reescrever na medida em que associando às novas frestas a realidade descrita pelo investigador primitivo, se apropria de novas imagens e as aprofundando metodologicamente, as torna compatíveis com os relatos, fatos e eventos abordados durante o processo de validação que de forma ética compartilha com o investigador primitivo, descortinando saberes, conhecimentos e detalhes antes despercebidos, decorrentes de uma experiência defensiva resultante da opção em evitar afrontar o novo. Quando se opta pela ética como argumento de validação histórica, respeitando a memória e o peso do investigador primitivo, tem-se uma motivação que não se encerra no seu objeto, que faz crescer o respeito na mente de outros investigadores e cada vez mais aproxima-se da verdade insofismável, evitando-se o descrédito, o infortúnio, que conduzindo ao zelo nas informações transversais permite em síntese observações mais acertadas sobre a validação histórica de determinado fato ou evento. Assim o emprego da ética do conhecimento como argumento de uma validação histórica é um exercício de resiliência e respeito aos argumentos proto-históricos, do investigador primitivo e aos registros primevos que permitem avançar na verdade insofismável do novo conhecimento que se busca transformar.

Doenças, epidemias e desconhecimento.

A ciência que nada sabe se vale do desconhecimento para construir uma realidade inepta, calcada na retórica dos meios de comunicação cooptados pelas ideologias do politicamente correto e do falseamento público como ferramenta do caos, cuja validação histórica do discurso se encontra na obra Curso e Recurso do filósofo italiano Giambatista Vico (1668-1774). Numa época de caos epidemiológico, cujo epicentro tem origem na China e a sua disseminação a partir das estações de esqui nos Alpes Italianos, podemos comprovar o quanto a ciência pouco sabe e muito contribui para menos se saber sobre determinada epidemia. A situação epidemiológica da COVID-19 tende ao pior cenário possível pela conjugação de quatro fatores, sendo eles densidade demográfica, concentração, temperatura e circulação do ar. Qualquer cientista, mesmo míope, sabe que o inverno no hemisfério norte gera chuvas intensas no hemisfério sul e que o verão no hemisfério norte gera sequidão, fogos e quedas bruscas na umidade do ar no hemisfério sul. Isso porque a maior parte da superficie terrestre não coberta por água está no hemisfério norte, fazendo com que física e quimicamente o inverno e o verão no hemisfério norte tenha os extremos de temperaturas cada vez mais distantes. Fato que não ocorre no hemisfério sul, pelo motivo de ser a àgua um regulador térmico. Com a proximidade do inverno no hemisfério norte, a concentração de pessoas no mesmo espaço físico tende a aumentar, ao passo em que a temperatura diminuindo, impossibilita que as moradias sofram ação da ventilação natural pela restrição imposta pelas chuvas, nevascas, nevões, frio e vento gélido, ambiente propício às doenças do trato respiratório. No hemisfério sul, algo similar também acontecerá, chuvas intensas, restrições de ventilação natural e facilitação ao ambiente de sauna, semelhantes aos propícios elementos de transmissão da legionela, uma bacteria altamente letal. Também no hemisfério sul acontecerá a concentração de pessoas no mesmo espaço, basta verificar o que aconteceu na região de florestas durante o período de verão nos meses de maio a julho deste ano. Pela primeira vez, dese o início da pandemia, teremos a mesma condicionante de agravamento da situação epidemiológica em todo o Planeta –  vapor de àgua em suspensão – que na conjugação dos outros quatro fatores – densidade demográfica, concentração, temperatura e circulação do ar – multiplicará os casos de infecções e mortes. A situação epidemiológica, desde o início é e continua sendo apenas uma questão estatística, a ciência nada fez. São apenas números de testes, números de contaminados, números de internados, números de internados em cuidados intensivos e números de mortos. A forma de manipulação do povo e da situação de terror decorrente do caos epidemiológico é inerente ao alinhamento ideológico, enquanto governos que desejam demonstrar que a doença existente é uma seleção natural, apostam na testagem em massa e na correlação inversa de doentes e mortos tendendo a menos de 0,3 e outros preferem o caos e o desespero, implementam restritas medidas de testagem o que faz com que a correlação de doentes e mortos tenda a 1.  Assim as pessoas nestas economias logo pensam: “adoecerei e morrerei”, quando na verdade o vírus está no meio-ambiente em menor ou maior grau de contaminação, estaremos em contato com o vírus e tal qual uma fruta sã – que mantêm as suas características –  e outra com algum defeito que sofre os efeitos deletérios da contaminação, assim somos nós, alguns nada terão, outros alguns sintomas, outros mais serão internados, uma parte em cuidados intensivos, mas nem todos morrerão. Não há muito o que fazer, a humanidade terá que superar a doença, geneticamente teremos que sofrer uma transgênese através de alguma vacina para nos adaptar ao novo mal, o homem não é um ser geneticamente puro, já é transgênico há muito tempo, desde a primeira vacinação em massa, a prova disso é que a expectativa de vida no Brasil no início dos anos 1900 era de 37 anos e hoje já supera os 70 anos. Não há culpa ou erro, não há decisão certa ou errada, pois culpa ou erro, certo ou errado, decorre de protocolos eficazes, que no momento inexistem. Pois doenças, epidemias e desconhecimento é tudo o que temos neste momento.

Sensatez, nas palavras do Rei Salomão!

O setor público é o que mais emprega no mundo, é o que mais gera circulação de moeda, é o que mais gera renda, trabalho e emprego. Parte significativa da riqueza gerada pelo setor público advém dos salários pagos aos servidores públicos, que por consequência, retorna aos cofres do setor público, na forma de impostos, taxas e contribuições de melhorias, assim o é, assim o será e assim o foi desde o Estado Mínimo das Cidades-Estados em Die Volken Deutsche, os povos alemães. Não será hoje e nem o será amanhã que o fluxo de moeda na economia deixará de ser prioridade do Estado, ao Estado interessa maior circulação de moeda, pois em ordem direta, terá maior arrecadação. Maior arrecadação, mais investimentos, mais dinheiro em circulação e mais arrecadação. No entanto se as crises aparecerem – e aparecem nas formas financeiras e sanitárias – o Estado facilita o crédito, implementa programas de distribuição de rendas e imprime moeda. Não existe uma máquina, que tal qual as prensas da Casa da Moeda, que imprimem dinheiro, em situações de fragilidades sanitárias, passem a imprimir UTI, médicos e enfermeiros. Solucionar crises, desde a ruptura da Bolsa de Nova Iorque em 1929, sempre passa pelas máquinas impressoras da Casa da Moeda, quer seja no Brasil, na Europa ou nos Estados Unidos. O Estado do Bem-Estar Social. Não viva o amanhã sem viver o hoje, dinheiro é o menor dos problemas numa economia de guerra. Na economia de guerra os objetivos são de Estado e se direcionam à manutenção da Nação, da perpetuação do seu povo e a multiplicação do seu capital intelectual voltado para as respostas necessárias à sobrevivência do próprio Estado. Assim como iniciei, em Salomão: a Sensatez!

Ordem Religiosa: conhecimento, relações e influências.

O instrumento de medida é algo que interessa à humanidade desde o sempre. Nas relações sociais e no processo de socialização, decorrente da opção adotada pelo homem de descer das árvores e correr pelas campinas, tudo o quanto possa tomar como hipótese de decisão passa pela medição das causas e efeitos tendentes ao atingimento de seus objetivos. À medida que vamos vivendo, vamos incorporando Conhecimento, e, nas análises de variáveis, aprendemos a tomar a decisão mais acertada. Aprendemos a conjugar o conhecimento confrontando com outras espécies de informações que nos levam ao acerto. Hoje, retorno aos meus textos do passado e posso perceber o quanto pequeno era o meu universo de Conhecimento e o quanto restritas eram as minhas conclusões. Não quero e nem pretendo desmerecer a mim próprio; nem tampouco aqueles que se encantaram pelas minhas palavras passadas, afinal: verba volant, scripta manent. Recentemente, tive a grata satisfação de receber, do amigo Celso Cursino Guimarães, um livro que retrata o Engodo do Produto-Momento de Correlação de Pearson. A quem nunca teve acesso ao assunto, esclarece-se que o Coeficiente de Correlação de Pearson é mundialmente utilizado, para se demonstrar relacionamento entre duas variáveis, seja em estudos científicos, ou nas atividades mercadológicas. Passados mais de 100 anos, tem-se verificado, ainda, naquela proposta equacional, uma grave falha, evidenciada pela indeterminação matemática de zero por zero. Não detectada a falha, quando uma das variáveis não tem tendência a crescer ou decrescer e todos os desvios em relação à média, só tem componentes aleatórios. Por ser uma sutileza oculta, a instabilidade do Coeficiente, demonstrava que os resultados eram meros engodos. Numa reflexão profissional do tema, posso hoje, com clareza entender os erros de algumas ordens religiosas, militares e filosóficas. Não me atrevo a tornar-me sábio, apenas expresso evidências a partir da informação recente e passada, ao fato presente e ao fato memória, à história escrita e a história oral, como nos dizeres de Giambattista Vico: o curso e recurso da humanidade, do progresso à barbárie! Pude perceber o quanto a produção do conhecimento, em ambientes acadêmicos, tende ao óbvio ululante; e o quanto a interpretação dos resultados é um mero engodo, o quanto se tende à  mesmice como forma de apropriação cooptada de um conjunto de informações — decorrente do poder de decisão numa banca avaliadora — por não saber lidar com as informações que extrapolam o campo de visão adstrito à sua própria sombra ao sol do meio-dia. Enfrentar o novo, mesmo num ambiente acadêmico, é se deparar com a possibilidade de assumir a expressão: Só sei que nada sei. E depois, o que acontecerá? Não é de se estarrecer, quando uma Ordem Religiosa — que em décadas recentes combatia uma ideologia —  e no momento presente seus líderes tendem aos mesmos significados ideológicos do que se tinham como antagônicos, afinal  esses líderes conviveram e entenderam que naquele momento aquela ideologia era a melhor forma de cooptação dos fiéis e ao ascender o poder, passam a replicar aquilo para o qual foram maciçamente formados. Uma Ordem Religiosa que até recentemente,  teve em sua liderança alguém vindo de um país castigado pelo holocausto e pela ideologia de esquerda — o comunismo; um homem que trabalha contra o comunismo — atuante na queda do Muro de Berlim,  e se torna um ícone mundial da paz, sendo sucedido por uma liderança oriunda do país que patrocinou o holocausto e que em sua legislação interna — como forma de mitigar as memórias — permite destinar parte do seu Imposto de Renda para essa Ordem Religiosa.  Atualmente, essa Ordem Religiosa tem em sua liderança um homem oriundo de um colonialismo usurpador, beligerante, atroz e que dizimou populações e civilizações na América Latina, tal qual em As Veias Abertas da América Latina de Eduardo Galeano: os assassinos espanhóis. Com o mesmo pensamento de domínio dos conquistadores espanhóis: apropriar-se do povo das Américas com o sentido de fortalecimento de uma Ordem Religiosa, assim trabalharam os jesuítas espanhóis. As consequências são problemas desses povos e a soberania deles, que determinem o seu futuro.  Mas, qual correlação tem a Ordem Religiosa com a produção do Conhecimento, com a formação acadêmica, com o pensamento científico? A resposta é simples: foi essa Ordem que canalizou, durantes muitos séculos, a produção do Conhecimento. Essa Ordem mantém Escolas em todos os níveis da formação humana e com grande capital intelectual. Essa Ordem não tem escolas públicas, apenas privadas e de custo exponencial em relação aos países em que se acham instalados os seus educandários. São centros de formações humana e profissional de excelência. Essa Ordem é parte do Direito Internacional Público. Tudo isso não tem o condão de desmerecer essa Ordem Religiosa, mas o tem para demonstrar que o capital intelectual que compõe o corpo profissional dessa Ordem não é insignificante, desprezível, incapaz ou irrelevante ao contrário é catalizador do Conhecimento. Em essência o presente não retrata, desmerece, desqualifica ou reduz à insignificância a grandeza dessa Ordem, em sentido oposto, clama para que essa Ordem retrate, mereça, se qualifique e dignifique a grandeza que está encetada nela. Seus valores e suas virtudes, são maiores do que os homens que a representam nesse momento da História da Humanidade.  Ao dirigir o foco da correlação das variáveis para a Ordem Militar, vou me ater à Ordo Militiae de minha origem, pois trabalhei basicamente toda a minha carreira como professor dentro e fora da Ordem Militar, fazendo parte de várias comissões voltadas ao fortalecimento e construção das bases legais, filosóficas e práxis educativa da formação e maturação do Conhecimento.  Os vários atos normativos apenas servem para legitimar os meus argumentos e não a minha vaidade: formação da Polícia Militar de Roraima – 1989 e 1990; Pós-graduação em Trânsito na Universidade Federal de Uberlândia – 1992; acesso ao Curso de Estatística na Universidade Federal de Minas Gerais, obtenção de novo título em 1993; contatos com o Núcleo de Estudos da Violência – USP em 1994;  relações com a Universidade do Estado de Minas Gerais – 1995 e 1996; reformulação

A Igreja Católica Apostólica Romana nos tempos atuais

A Igreja Católica Apostólica Romana — ICAR — nos tempos atuais é uma Ordem Religiosa, cuja essência, se materializa na dimensão fé. Obviamente que para atingir a essência da sua existência como Ordem, ela necessita de se manifestar sobre os aspetos econômicos, sociais e políticos. Para adquirir uma personalidade de Direito Internacional, está instituída a partir do Estado do Vaticano, na cidade homônima, dentro dos limites físicos e administrativos da Capital do Estado Italiano, em Roma.  O Chefe de Estado do Vaticano e o cabeça da ICAR é o Papa. É a representação da Religião Católica Apostólica Romana nos tempos atuais. É a Autoridade do Estado do Vaticano. É o responsável por tudo quanto se produz de informações dentro da ICAR, seja do ponto de vista da fé – a sua essência – sejam das manifestações políticas, econômicas e sociais. Tudo quanto a ICAR produz, a responsabilidade é solidária, ao Papa cabe determinar as correções necessárias e as aplicações decorrentes do Direito Canônico. Não cabe ao Papa a aplicação de legislação do mundo civil, não cabendo a ele, portanto, aplicar regras do direito civil, penal, ou qualquer outra legislação infra constitucional. A os membros da ICAR que exercem as atividades canônicas, nos diversos Estados-Nações, essas prerrogativas atendem ao sentido de autodeterminação dos povos e aos Estados individualizados, respeitando a soberania de cada povo. É obrigação do Papa corrigir os desvios produzidos pelos membros afiliados à ICAR, naquilo que concerne à exata opinião do ICAR, principalmente na essência das manifestações que tratam da fé e do direito canônico. Assim, qualquer documento produzido a partir de um encontro de membros da ICAR, é na verdade uma opinião legítima dela e, se assim não for, compete ao representante da ICAR, nos Estados-Nações, providenciar a imediata correção dos textos produzidos e emitir notas à imprensa solicitando tornar públicas as correções necessárias ao exato entendimento e pensamento da ICAR. Na data de 12 de fevereiro do corrente ano, o Papa Francisco se manifestou sobre uma proposta feita pelos Bispos do Sínodo da Amazônia, realizada em Outubro de 2019, onde os Bispos propuseram a permissão para a ordenação de homens casados em regiões remotas com o objetivo de remediar a escassez de sacerdotes, não recomendando a ideia. Obviamente, outra decisão não seria plausível, até mesmo pela essência da Ordem Religiosa, que originariamente propiciou a criação de Ordens Militares Celibatárias – Ordem dos Cavaleiros Templários, Ordem de Cristo e outras – seus membros eram homens solteiros ou viúvos. A essência ainda é o celibato, não interessa, se o seu membro é homo ou hétero, mas sim, que se abstenha das atividades próprias do corpo. O Papa Francisco não rechaçou a possibilidade, tampouco a recomendou. Recomendar é uma admoestação que não implica em proibir a possibilidade de se debater o assunto. Na sua exata posição, deveria determinar que o assunto fosse encerrado, pois a ICAR tem problemas maiores a debater. Por exemplo, os abusos de crianças e adolescentes; desvios de recursos da Igreja; utilização da Ordem para proveito próprio e de familiares. O religioso deve servir à Ordem Religiosa e não se servir da Ordem Religiosa para fins particularíssimos. O Papa Francisco ao não recomendar a ideia, não agiu nas causas da escassez de sacerdotes, ele agiu nas consequências, não nas consequências decorrentes da escassez de sacerdotes, mas nas claras manifestações das sociedades europeias e americanas que sustentam a ICAR, seus membros em missões e seus projetos. Assim como Jesus Cristo não escolheu ladrões, salteadores, homicidas e prostitutas para seus seguidores e multiplicadores da Palavra – apesar de ter vindo para eles – não são os países miseráveis que sustentam a ICAR, na verdade são eles quem recebem recursos da ICAR, recursos com origens em grandes colaboradores que acreditam essência da fé. O Papa Francisco sabe que uma vez possibilitado o discurso da ordenação de sacerdotes casados, mesmo não recomendando, politicamente a ideia vai perdurar dentro da ICAR, os atuais Bispos, num futuro,  serão Cardeais, pertencerão ao Colégio Cardinálico e escolherão o Papa e assim como na atualidade, onde um Papa foi alçado a partir de uma ex-colônia europeia, outro Papa, com menos sentido de Ordem Religiosa e com menos traços de pertencimento, pode levar a ICAR ao descrédito maior, voltando aos fatos que motivaram o estabelecimento da Cidade dos Papas em Avignon no Sul da França. Uma briga de poder de Reis e ICAR. A ICAR nas Grandes Guerras Mundiais foi parceira da Europa e dos Estados Unidos, produziu e ainda continua a produzir informações no campo da Inteligência, foi e continua a ser um celeiro de produção de Conhecimentos. Nos grandes julgamentos, sempre se manteve intacta, ao não se manifestar de modo a produzir prejuízo ao homem, no momento é o que se aguarda dela, mais serenidade, menos política e mais ações sociais. A ICAR deve ter em mente que os financiadores existem para um projeto maior que se encerra na pacificação dos povos. O exemplo claro foi a captação de fundos para a Reconstrução da Catedral de Notre Dame de Paris. A ICAR sabe do compromisso dos seus parceiros naturais e conta com o discernimento deles para o projeto de uma paz duradoura. Sabe claramente que seus parceiros jamais vão desacreditá-la. Sabe que não precisa se manifestar pois o compromisso com a parceria profícua pela paz é o mais importante. Tanto o sabe, que a Academia de Arte e Cinema de Hollywood – o glamour que encanta e vende o sonho americano – sequer mencionou o filme “Dois Papas”, pois os interesses americanos são maiores que estórias sem lastros na realidade fática, embasados apenas pela retórica de conjeturas e hipóteses dissociadas dos verdadeiros  valores que estabelecem as bases da Ordem Religiosa da Igreja Católica Apostólica Romana, nos dias atuais.

Como emitir uma opinião correta?

Aguarde alguns minutos para emitir uma opinião correta. Tenhas certeza de que todos os elementos necessários, à formulação de uma opinião correta, se complementam com as hipóteses possíveis. Se , depois validam-na como opinião correta, esperada e manifesta.  A resposta certa é fruto de um conjunto de validações passadas e que no presente podem não ser suficientes para, de forma convicta, demonstrar que uma opinião correta é a mais adequada.  A resposta é um conjunto de probabilidades que não encontra um pensamento uníssono. Depende da carga de Conhecimentos pretéritos que cada pessoa acumula ao longo da vida e por consequência a interpretação da resposta não encontra um raciocínio integral. É uma lógica condizente com o ambiente de cada pessoa. Ao confrontar a resposta com a pergunta,  sem sombras de dúvidas,  devemos primeiramente saber se a pergunta é a mais coerente, se realmente temos a pergunta certa. Encontrar a pergunta certa é o passo principal que nos direciona à opinião correta. Antes de se prestar a analisar a pergunta colocada, as hipóteses de Conhecimento,  o ambiente que se vive e o que realmente nos faz ter certeza da pergunta, é necessário ter a percepção adequada dos elementos de validações da pergunta, é preciso ter paciência para ouvir, ter paciência para compreender os elementos de dúvidas alocados pelo interlocutor, ter paciência para descartar pontos nebulosos que desqualificam a pergunta ou os propósitos dela. Antes de emitir uma opinião correta, faz-se necessária a convicção de que ela é adequada,  necessária, pertinente e compatível com os seus elementos de valor, moral e ética.  Uma opinião correta que não se prende às convicções podem carregar elementos de anomia e desconstruir a imagem construída ao longo de toda uma vida.  Sede paciente. 

Há tempo de decolar e tempo de pousar…

Um “voo comercial mais longo de sempre”, foi realizado neste final de semana. Decolando de Nova Iorque, na última sexta-feira (18), o Boeing 787 posou, “em Sydney, na Austrália, na manhã deste domingo”(20), destacou o MSN Notícias. São 15 horas de diferença, no fuso horário. Distingue-se, daí que há tempo de decolar e tempo de pousar. Na hipótese de ida e volta, sem solução de continuidade, são 40 horas. E, após o regresso, ele chega em Nova Iorque, no dia seguinte ao que saiu, ou seja, 16 horas após saída. Com isso, não se perdeu nenhuma hora da vida. Mas, a viagem de 40 horas é uma relação estática, de fuso horário, pois tanto em Sidney, como Nova Iorque, a duração ida e volta são 40 horas. Contudo, em Nova Iorque o relógio marcará 15 horas a menos que Sidney e o inverso aconteceram em Sidney com 15 horas a mais. Linha Internacional da Data descreve essa realidade. A volta ao mundo em 80 dias do Júlio Verne descreve essa passagem. Todo o tempo é relativo, o único tempo absoluto é o segundo, por isso, em física a medida de tempo é o segundo. O único tempo absoluto é o presente. Cá em Portugal, são 13h55min do dia 20 de outubro. Isso não diz absolutamente nada, é relativo, pois aí são 4 horas a menos, 09h55min, e, em Sidney, já é amanhã. 0h55min do dia 21 de outubro. A medição do tempo em horas e minutos só tem valor estático. Por isso é o tempo uma relatividade e não uma materialidade. Por exemplo, uma hora atrás é uma infinitude inalcançável do ponto de vista estático, ao passo que uma distância de 100 horas é muito mais próxima pois para alcançar basta apenas o início do primeiro SEGUNDO. Com as informações do MSN e da foto destacada acima.

Os Números e Quantificações: Falácias e Retóricas.

Não raras vezes ouvimos alguém expressando o significado dos números e quantificações. Invariavelmente, de forma não compatível com a sua real estrutura, que se origina nas conceituações concebidas a partir de enunciados, teoremas, axiomas e corolários.   Um número tem um significado quantitativo e atende à ciência matemática e também é utilizado por outras ciências como uma das formas de descrever o espaço a partir de algoritmos que validam uma informação. Os números expressam exatamente a medida do resultado das suas várias combinações, não admitindo quantitativamente, outras interpretações que não sejam a lógica estrutural de suas concepções. Os números não têm início em “0” pois o número “0” só se reveste de valor significativo quando acompanha outro número diferente dele próprio, seja como condição posterior ao número “9”, ou ainda, quando antecedendo um número natural que sucede após uma vírgula.   Assim, o seu valor não é “0” mesmo que tenda a “0”, ele já ocupa um espaço quantitativo na cadeia de valores, não sendo o caso da língua portuguesa, mas em outras línguas de origem gramatical latina, o seu significado é nulo, o seu nome não é zero e sim nulo. Dentre vários elementos derivados da Engenharia de Trânsito, temos um conceito que expressa com oportunidade o número “0”, trata-se do conceito técnico de Congestionamento = Grande concentração de veículos numa determinada área com deslocamento zero e velocidade nula. O número “0” no tempo, só precede ao evento, antes do seu início, imaginando uma partida desportiva, onde o cronômetro é fundamental, segundos após o início, havendo um ponto este deve ser lançado na súmula no minuto “1”, pois aqueles segundos fazendo parte do minuto “1”, não existe o tempo “0” o calendário utilizado não teve início no tempo “0”, não existiu a data 01/01/0000 e nem tampouco a data 31/12/0000, pois esse conjunto de datas faz parte do ano “1”. Outras demonstrações práticas da vida, que demonstram a inexistência do número “0” no tempo, podem ser extraídas da religião judaico-cristã, onde em passagens do Livro são descritas essas quantificações do tempo a partir do momento presente: “ao terceiro dia ressurgiu dos mortos”; “em três dias reconstruirei esse Templo”; e “ficou três dias na barriga da baleia”.   Não diz três dias depois, não diz 72:00 horas após, quantifica claramente no terceiro dia, conta-se a partir do dia presente, hoje, amanhã e depois de amanhã. Outra situação é o sétimo dia da morte, onde se conta a semana da morte e não a semana seguinte, ou a próxima semana, se o fato se dá na terça-feira a semana se encerra na segunda-feira, haja vista, ser a próxima terça-feira parte da semana seguinte. Se alguém é contratado para trabalhar a partir do dia 16 e considerando que o mês civil tem 30 dias para fins do soldo devido, esse alguém tem direito ao soldo de 15 dias e não de 14 dias, afinal a conta se estrutura em (30 – 15 = 15), pois iniciando o contrato no dia 16, deixou de trabalhar os 15 dias que antecedem ao fato, que se quantifica no dia 16. As quantificações são consequências da necessidade de se dar sentido aos números, um número só expressa o valor até o limite da sua quantificação, o número 30 por exemplo só tem valor até ele próprio, pode ser utilizado para quantificar valores inferiores, pois o seu espaço quantitativo absorve todos os possíveis números até o limite da sua quantificação. Qualquer valor que se agregue ao número 30, já não pertence ao espaço quantitativo do número 30. Por hipótese, utilizando a moeda corrente de um País, $ 30,15 pertence ao espaço quantitativo do número 31, em moeda $ 31, e não mais ao número 30, em moeda $ 30. Pense bem, se um minuto ( 1’) de telefonia custa $ 0,15 e a tarifação se dá a cada minuto dois segundos ( 2”) nada custam? Obviamente que sim, custa o equivalente a 1’. Se um mês de aluguel custa $ 300,00, se eu me mudar antes nada devo? Obviamente que deve o proporcional dos dias que habitou o imóvel. Se um litro de determinado líquido custa $ 4,00, e se for consumido 1.002 ml será pago $ 4,00? Obviamente que não, será pago o valor de um litro mais o proporcional que pertence ao segundo litro. Isso vale para qualquer situação de quantificação. Tudo, por mais fora de propósito que possa parecer, tem um sentido, que é validar a quantificação. Uma falácia muitas vezes trabalhada como direito são as chamadas horas mensais de trabalho. Apresenta-se como uma falácia porque não existe em qualquer legislação a figura das horas mensais de trabalho, no caso brasileiro a Constituição Federal trata das horas diárias e horas semanais, isto porque seria impossível saber quantos dias não-úteis teria o mês; demandaria que os meses tivessem a mesma duração; demandaria que a quantidade de dias úteis fosse a mesma; demandaria a mesma estrutura dos dias da semana, enfim algo impossível. Por isso só encontramos nas legislações as horas diárias e horas semanais de trabalho, havendo países onde a remuneração se dá semanalmente, independente do mês, ou meses, que compõem aquela semana. Afinal tanto para o trabalhador como para o fisco, o relevante é a circulação da moeda. Obviamente que as profissões onde não podem haver solução de continuidade e as horas trabalhadas se dão por  escala, fogem à regra geral, sem no entanto aceitarem uma lógica das horas mensais pela dinâmica que estrutura a composição das escalas e os rodízios necessários à produtividade, bem como pela quantidade de dias dos meses. Mas tudo isso deságua na retórica dos números, que é a sua utilização para atender a interesses setoriais, muitas vezes amparados pelo direito e pelas decisões dos tribunais, sem no entanto representarem efetivamente as quantificações até aqui descritas. Se determinada previsão estabelece um limite de idade para usufruir de determinado direito – como hipótese 24 anos a idade limite para a situação de dependência perante o fisco – pelas quantificações descritas

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