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Doenças, epidemias e desconhecimento.

A ciência que nada sabe se vale do desconhecimento para construir uma realidade inepta, calcada na retórica dos meios de comunicação cooptados pelas ideologias do politicamente correto e do falseamento público como ferramenta do caos, cuja validação histórica do discurso se encontra na obra Curso e Recurso do filósofo italiano Giambatista Vico (1668-1774).

Numa época de caos epidemiológico, cujo epicentro tem origem na China e a sua disseminação a partir das estações de esqui nos Alpes Italianos, podemos comprovar o quanto a ciência pouco sabe e muito contribui para menos se saber sobre determinada epidemia. A situação epidemiológica da COVID-19 tende ao pior cenário possível pela conjugação de quatro fatores, sendo eles densidade demográfica, concentração, temperatura e circulação do ar.

Qualquer cientista, mesmo míope, sabe que o inverno no hemisfério norte gera chuvas intensas no hemisfério sul e que o verão no hemisfério norte gera sequidão, fogos e quedas bruscas na umidade do ar no hemisfério sul. Isso porque a maior parte da superficie terrestre não coberta por água está no hemisfério norte, fazendo com que física e quimicamente o inverno e o verão no hemisfério norte tenha os extremos de temperaturas cada vez mais distantes. Fato que não ocorre no hemisfério sul, pelo motivo de ser a àgua um regulador térmico.

Com a proximidade do inverno no hemisfério norte, a concentração de pessoas no mesmo espaço físico tende a aumentar, ao passo em que a temperatura diminuindo, impossibilita que as moradias sofram ação da ventilação natural pela restrição imposta pelas chuvas, nevascas, nevões, frio e vento gélido, ambiente propício às doenças do trato respiratório.

No hemisfério sul, algo similar também acontecerá, chuvas intensas, restrições de ventilação natural e facilitação ao ambiente de sauna, semelhantes aos propícios elementos de transmissão da legionela, uma bacteria altamente letal. Também no hemisfério sul acontecerá a concentração de pessoas no mesmo espaço, basta verificar o que aconteceu na região de florestas durante o período de verão nos meses de maio a julho deste ano.

Pela primeira vez, dese o início da pandemia, teremos a mesma condicionante de agravamento da situação epidemiológica em todo o Planeta –  vapor de àgua em suspensão – que na conjugação dos outros quatro fatores – densidade demográfica, concentração, temperatura e circulação do ar – multiplicará os casos de infecções e mortes.

A situação epidemiológica, desde o início é e continua sendo apenas uma questão estatística, a ciência nada fez. São apenas números de testes, números de contaminados, números de internados, números de internados em cuidados intensivos e números de mortos.

A forma de manipulação do povo e da situação de terror decorrente do caos epidemiológico é inerente ao alinhamento ideológico, enquanto governos que desejam demonstrar que a doença existente é uma seleção natural, apostam na testagem em massa e na correlação inversa de doentes e mortos tendendo a menos de 0,3 e outros preferem o caos e o desespero, implementam restritas medidas de testagem o que faz com que a correlação de doentes e mortos tenda a 1. 

Assim as pessoas nestas economias logo pensam: “adoecerei e morrerei”, quando na verdade o vírus está no meio-ambiente em menor ou maior grau de contaminação, estaremos em contato com o vírus e tal qual uma fruta sã – que mantêm as suas características –  e outra com algum defeito que sofre os efeitos deletérios da contaminação, assim somos nós, alguns nada terão, outros alguns sintomas, outros mais serão internados, uma parte em cuidados intensivos, mas nem todos morrerão.

Não há muito o que fazer, a humanidade terá que superar a doença, geneticamente teremos que sofrer uma transgênese através de alguma vacina para nos adaptar ao novo mal, o homem não é um ser geneticamente puro, já é transgênico há muito tempo, desde a primeira vacinação em massa, a prova disso é que a expectativa de vida no Brasil no início dos anos 1900 era de 37 anos e hoje já supera os 70 anos.

Não há culpa ou erro, não há decisão certa ou errada, pois culpa ou erro, certo ou errado, decorre de protocolos eficazes, que no momento inexistem. Pois doenças, epidemias e desconhecimento é tudo o que temos neste momento.

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Sobre o(a) Autor(a):

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Carlos Alberto da Silva Santos Braga

Major PM Carlos Alberto da Silva Santos Braga, natural de Bom Despacho - MG é Aspirante-a-Oficial da Turma de 1987. Ingressou na PMMG no ano de 1982, no Batalhão de Polícia de Choque, onde fez o Curso de Formação de Soldados PM. É Especialista em Trânsito pela Universidade Federal de Uberlândia e Especialista em Segurança Pública pela Fundação João Pinheiro. Durante o serviço ativo como Oficial na PMMG - 1988 a 2004 - participou de todos os processos estruturantes do Ensino, Pesquisa e Extensão. Nos anos de 1989 e 1990 participou da formação profissional da Polícia Militar do então Território Federal de Roraima durante o processo de efetivação da transformação em Estado. Foi professor da Secretaria Nacional de Segurança Pública nos Cursos Nacionais de Polícia Comunitária. A partir de 2005, na Reserva da PMMG, trabalhou como Vice-Diretor da Academia de Polícia Integrada de Roraima - Projeto da SENASP - foi Membro do Conselho Estadual de Trânsito de Roraima, Membro do Conselho Diretor da Fundação de Educação Superior de Roraima - Universidade do Estado de Roraima, Coordenador do Curso Superior de Segurança e Cidadania da Universidade do Estado de Roraima. Foi Superintendente Municipal de Trânsito de Boa Vista, Superintendente da Guarda Civil Municipal de Boa Vista, Assessor de Inteligência da Prefeitura Municipal de Boa Vista e professor nos diversos cursos daquela Prefeitura. Como reconhecimento aos serviços prestados ao Município de Boa Vista e ao Estado de Roraima foi agraciado com o Título de Cidadão Honorário de Boa Vista - RR e com a Medalha do Mérito do Forte São Joaquim do Governo do Estado de Roraima. Com dupla nacionalidade - brasileira e portuguesa - no período de fevereiro de 2016 a outubro de 2022, residiu em Braga - Portugal onde desenvolveu projetos de estudos na área do Conhecimento. Acadêmico-Correspondente da Academia Maranhense de Ciências Letras e Artes Militares - AMCLAM.