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Sensatez, nas palavras do Rei Salomão!

O setor público é o que mais emprega no mundo, é o que mais gera circulação de moeda, é o que mais gera renda, trabalho e emprego. Parte significativa da riqueza gerada pelo setor público advém dos salários pagos aos servidores públicos, que por consequência, retorna aos cofres do setor público, na forma de impostos, taxas e contribuições de melhorias, assim o é, assim o será e assim o foi desde o Estado Mínimo das Cidades-Estados em Die Volken Deutsche, os povos alemães. Não será hoje e nem o será amanhã que o fluxo de moeda na economia deixará de ser prioridade do Estado, ao Estado interessa maior circulação de moeda, pois em ordem direta, terá maior arrecadação. Maior arrecadação, mais investimentos, mais dinheiro em circulação e mais arrecadação. No entanto se as crises aparecerem – e aparecem nas formas financeiras e sanitárias – o Estado facilita o crédito, implementa programas de distribuição de rendas e imprime moeda. Não existe uma máquina, que tal qual as prensas da Casa da Moeda, que imprimem dinheiro, em situações de fragilidades sanitárias, passem a imprimir UTI, médicos e enfermeiros. Solucionar crises, desde a ruptura da Bolsa de Nova Iorque em 1929, sempre passa pelas máquinas impressoras da Casa da Moeda, quer seja no Brasil, na Europa ou nos Estados Unidos. O Estado do Bem-Estar Social. Não viva o amanhã sem viver o hoje, dinheiro é o menor dos problemas numa economia de guerra. Na economia de guerra os objetivos são de Estado e se direcionam à manutenção da Nação, da perpetuação do seu povo e a multiplicação do seu capital intelectual voltado para as respostas necessárias à sobrevivência do próprio Estado. Assim como iniciei, em Salomão: a Sensatez!

PIRATARIA ESTRATÉGICA…

Li o texto O Coronavírus e o Colapso do Sistema de Segurança Pública, de Rafael Alcadipani, professor do Departamento de Administração da FGV e EAESP, e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Suas páginas misturam achismo, profecia, pirataria estratégica, nhenhenhém do antropologismo-sociológico ( ou sociologismo-antropológico), à sombra do “óbvio ululante” ferroado por Nélson Rodrigues, com pitacos de Gestão de Segurança Pública, para abordar o papel estatal das Forças de Segurança Pública no cenário brasileiro do Coronavírus, assunto para o qual ele não apresenta qualificação tecnocientífica nem experiência prática e efetiva. Ao término de seu profeciário populista, Doutor Rafael louva o desempenho de Forças de Segurança e agradece-lhes a dedicação aos respectivos misteres públicos em prol da Comunidade, com provável alusão às Polícias Paulistas, às quais ele tem proferido palestras. Como Oficial Superior Veterano da Polícia Militar de Minas Gerais, à qual prestei quarenta e três anos de efetivo serviço estatal de Preservador da Ordem Pública e Gestor Estratégico da Polícia Ostensiva e Defesa Interna e Territorial, a par de minhas atividades de Professor Titular, Pesquisador, Editor-Associado e Ensaísta da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro, principalmente das Ciências Militares da Polícia Ostensiva, Ciências Policiais, Teoria da Ética, e Políticas Públicas e Preservação da Ordem Pública, limito-me à apreciação desse assunto relevante circunscritamente às missões e forças-tarefa realizadas pela respeitável Polícia Militar Mineira, como Força Pública da Paz Social, sem imiscuir-me nos domínios de outras Forças de Segurança deste nem de outros Estados Brasileiros, sem fazer nenhuma incursão nas teias pandemiológicas e sociológicas do Coronavírurs, para as quais não tenho nehuma capacitação nem habilitação. Também não entro no âmago do gênero Segurança Pública, porque à Polícia Militar competem as espécies Preservação da Ordem Pública e Polícia Ostensiva, em favor da Paz Social e Tranquilidade Pública, acrescidas de Defesa Interna e Territorial, em favor da Defesa Nacional, atribuições para as quais o Policial Militar Mineiro está sobejamente bem-preparado pelo respectivo Sistema de Educação Policial-Militar, nos campos do Ensino, Pesquisa, Extensão e Treinamento, mediante Cursos de Formação, Graduação e Pós-Graduação, Programas de Extensão e Educação Continuada, e Malhas Curriculares de Treinamento Policial-Militar e Especializado, para Grupamentos de Cabos e Soldados, Subtenentes e Sargentos, e Ciclos de Oficiais, inclusive dos Quadros Especiais, Complementares e de Saúde. Referido Sistema de Educação Policial-Militar, gerido pela Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro e executado pelas competentes Unidades Escolares, principalmente pela Escola de Formação de Soldados, Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos, Escola de Formação de Oficiais, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação, e Centro de Treinamento Policial, orienta-se, axiológica e eticodeontologicamente, por três Valores Educacionais: Humanização Policial-Militar; Idoneidade Policial-Militar; Consciência Policial-Militar. Estes Valores de Educação Policial-Militar são a mais confiável plataforma de sustentação da autenticidade ( credibilidade), e legitimidade (consagração, renome, boa-fama, reputação) da  Deontologia Policial-Militar (Conhecimentos contidos em Código de Ética e Disciplina, Preceitos de Competências, Atribuições e Deveres), com Razão e Sensibilidade, para o Policial Militar Mineiro, do Soldado ao Coronel, manter-se confiavelmente qualificado e atualizado, principalmente bem-capacitado, para: a) compreender diferenças individuais e culturais, a fim de melhor servir ao Cidadão e à Comunidade; b) humanizar-se profissionalmente; c) agir, reagir e proagir, com equilíbrio entre postura e compostura;   d) assimilar e aplicar as teorias eticodeontológicas e axiológicas, em proveito dos conteúdos profissionalizantes da Preservação da Ordem Pública, Polícia Ostensiva e Defesa Social, com fundamentação nos conceitos de finalidade, necessidade, compromisso, dever, usos, constumes, tradição , crítica, autocrítica, humanização, comportamento individual e coletivo, consciência de utilidade social, prática do bem e abominação do mal, respeito à dignidade objetiva e subjetiva da pessoa humana e a preciosidades eticodeontológicas   (valores éticos indissociáveis dos deveres morais e tecnoprofissionais do Servidor Policial-Militar); e) refletir sobre questões morais decorrentes das relações humanas e sobre a dimensão ética do Serviço Policial-Militar; f) aplicar o preceiturário contido na alínea anterior a esta, em benefício da Paz Social e Tranquilidade Pública; g) conhecer a súmula filosófico-científica do trinômio humanizante ÉTICA, MORAL E DEONTOLOGIA, e bem-aplicá-la ao exercício comunitarista das Obrigações Policial-Militares; h) burilar-se como Servidor Militar da Preservação da Ordem Pública, Polícia Ostensiva e Defesa Social capaz de proagir, acima de simplesmente agir e reagir, com lhaneza, bravura, serenidade, sensatez e compromisso com as Ciências Militares correlatas com o Comunitarismo, Direitos Humanos, Cidadanização e Felicidade Pública, sem estupidez, subserviência, desleixo pessoal nem tendências a práticas indecorosas e ilícitas; i) embutir-se na Consciência Policial-Militar moderna: O Preservador da Ordem Pública é militar estadual bem-preparado para a luta diuturna em prol da Paz Social, Servidor do Povo, Agente  de Estado ( e não de Governo), afeito ao diálogo e pronto para o contundente desforço físico, nos limites da Lei e sob as prescrições em seu espírito contidas; j) manter-se hígido e bem-preparado para o melhor cumprimento de missões militares típicas de ações e operações de Defesa Interna e Defesa Territorial, como integrante constitucional de Força Auxiliar de Força Terrestre. Com todo esse efetivo processo de Qualificação Tecnoprofissional de  seus Oficiais e Praças, a Polícia Militar de Minas Gerais, desde 1775, mas principalmente a partir de 1912 e 1934, cumpre, com lealdade e excelência, credibilidade e boa-fama, todos os misteres legal e constitucionalmente a ela atribuídos, como Força Pública da Paz Social e Guardiã da Tranquilidade Pública do Cidadão e da Comunidade. Ela tem fé de ofício impecável e não está, como nunca esteve, sob risco, nem atual  nem iminente, de Colapso Institucional, muito menos sob ameaça de corrosão ou falência deontológica, no Sistema de Segurança Pública. Ao contrário dos disparates alarmistas do Doutor Rafael Alcadipani quanto ao perigo do Coronavírus contra as Forças de Segurança Pública – sem descrever tal colapso nem a força por ele ameaçada – , Minas Gerais, em seus oitocentos e cinquenta e três Municípios e cerca de mil e quinhentos Distritos, enfrenta muito bem, e o vencerá, o Coronavírus, pela eficiência de seus Servidores e Profissionais de Saúde e eficácia dos meios para isso disponíveis, sob a proteção e socorro garantidos por sua briosa e altiva Polícia Militar, cujos Oficiais e Praças não se curvam

TRANSIÇÃO PLANETÁRIA

Esse é um tema que tem sido muito comentado nos dias atuais, de modo especial pelos espiritualistas de todas as correntes, merecendo de cada uma interpretações diversificadas. Evento que tem merecido por parte de alguns a denominação de Ascensão Planetária. Uns acreditam ser o Apocalipse bíblico, na sua interpretação religiosa, como o prenúncio sombrio de catástrofes que destruirão o mundo, momento em que se é feita a “separação do joio e do trigo” (Parábola do joio e do trigo – Mateus 13:24-30). Outros adeptos de uma corrente de “livres pensadores” – que vem sendo denominada “Espiritualismo Universalista” – tão somente como o fim de um ciclo planetário, não menos turbulento e traumático, a anunciar o salto quântico do Planeta Terra para uma dimensão de frequência vibratória mais elevada. Na nossa modesta percepção, a Doutrina Espírita nos vem revelando, ao longo dos anos, que esse evento é também o marco inicial da evolução do planeta, libertando-se da sua condição de mundo primitivo de provas e expiações, em que está estacionado há milênios, para um mundo regenerado (ou em regeneração), vibrando num nível de consciência superior. Para grande parcela de religiosos, o termo apocalipse é sinônimo de acontecimentos assustadores e dolorosos, que se abaterão, como “castigo divino”, sobre a humanidade que se deixou perverter pela iniquidade e pelo mal. Na verdade, o termo apocalipse, de origem grega, quer dizer simplesmente “revelação”. É nesse sentido em que nos concentramos na presente reflexão, que não vai além de uma observação e da curiosidade de um leigo. Uma breve análise das narrativas contidas nessa visão profética, que integra os textos bíblicos, em face do que vem acontecendo no mundo, em particular no Brasil, nos permite constatar uma “identidade” entre a realidade em que vivemos e as visões proféticas. Tudo, absolutamente tudo, está sendo revelado e exposto ao escrutínio público. Personalidades antes vistas como modelos, deixam a máscara cair para mostrar sua verdadeira face; instituições tradicionais têm as suas entranhas expostas, revelando relações e negociatas espúrias, em conluio com órgãos públicos; paradoxalmente, em que pese o avanço científico e tecnológico alcançado pela humanidade, a fome e a miséria se alastra pelo mundo, diante do desperdício criminoso de alimentos e da indiferença dos países abastados; o fanatismo religioso, cultuado por parcela de mulçumanos, promove execuções coletivas de cristãos, em cenas dantescas de degolamentos divulgadas pela Internet, diante do silêncio da Santa Sé; aumenta, a cada ano, o número de emigrantes fugindo, desesperadamente e em condições precárias, da violência e da opressão de governos tiranos; os pilares da religião católica, que reúne o maior número de seguidores no mundo, se estremecem ante a sequência de escândalos envolvendo integrantes da cúpula sacerdotal, e por ter-se afastado da pureza dos ensinamentos do Divino Rabi Galileu; a ganância dos poderosos, determinando a supremacia do TER em detrimento do SER; a ânsia de dominação e poder, a corrupção desenfreada…! Tantas outras mazelas poderíamos destacar e que aí estão a intensificar, a cada dia, os conflitos sociais, sinalizando um futuro sombrio e desanimador. Todos esses acontecimentos estão a sugerir que o modelo de sociedade, desigual e injusto, que construímos se esgotou, atingindo seu ponto máximo de saturação. Indubitavelmente, a humanidade está sendo chamada a repensar seus valores. Seria, pois, tudo isso os sinais dos “tempos do fim” anunciados pelos profetas? Se assim for, vem também dos textos bíblicos um grande consolo, já que tais acontecimentos extraordinários seriam para promover a transformação e preparação do Planeta Terra para uma era mais ditosa, onde “não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor” (Mateus 24:36). Mensagens oriundas do Plano Extrafísico, canalizadas por sensitivos (médiuns) de diversos credos e países, nos dão conta que sim, e que não contradizem as previsões contidas em tantos outros escritos deixados por diversas civilizações, como os da civilização Maia, das tribos indígenas norte americanas Hopi e Anasazi, dos nórdicos Vikings, dos Hindus nos famosos Vedas e Purana, do Mazdaísmo do persa Zaratrusta, no Alcorão do Islã, entre outros. No campo das ciências, as descobertas de cientistas e astrônomos ligados ao estudo da Ressonância Schumann, por exemplo, descoberta pelo físico alemão Winfried Otto Schumann, em 1952, nos convidam à reflexão sobre o tema. A mencionada ressonância refere-se ao poderoso campo eletromagnético que circunda o globo terrestre, cuja frequência vibratória esteve estável por centenas de anos, em torno de 7,83 Hz. Nos últimos anos, os cientistas constataram um aumento vertiginoso dessa frequência vibratória que, em 2014 já ultrapassava 30 Hz. Decorreria daí essa sensação que estamos tendo de que o tempo está passando mais depressa e que o dia não tem mais 24 horas. Ainda segundo os cientistas, a Ressonância Schumann funciona como o “coração” do Planeta Terra, que vem acelerando seus batimentos por razões que ainda não puderam ser identificadas. Há especulações de que esse campo eletromagnético e o cérebro humano, quando este atua de forma coletiva, nos estados Alfa e Theta, se influenciam reciprocamente, alterando seus estados. Por outro lado, que a aceleração da frequência vibratória da nossa morada cósmica estaria influenciando, preponderantemente, no aumento das manifestações geofísicas (terremotos, vulcões, tornados, tsunamis, etc), nas variações abruptas do clima/tempo, no aumento da violência e conflitos sociais. Ao que parece Gaia que, como tudo e todos, se submete às indefectíveis e imutáveis leis naturais que regem o Universo e a Vida, cansada de gravitar nessa realidade tridimensional em que estagiamos, quer avançar para dimensões mais sublimes, onde todos vivem sob o império da ética e da moral cósmicas. Que assim seja!

O homem precisa da economia e a economia precisa do homem.

“Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, mas da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse”. Adam Smith em A Riqueza das Nações. Mas, por mais paradoxal que possa se apresentar o dilema, o momento nos obriga à uma reflexão sobre o tema, mediante os seguintes questionamentos: O homem vive sem economia? A economia vive sem o homem? Vamos, então, respondê-las. Ao primeiro questionamento, a resposta é afirmativa. Sim! Isso porque existem muitas sociedades coletoras no mundo atual, com exceção da Europa e Antártica – onde não tem civilização – em todos os outros continentes existem sociedades coletoras. Ao segundo questionamento, a resposta é negativa. Não! Afinal, na perspectiva do livre pensar, como é o caso da ciência — pensada desde a Antiga Grécia, mesmo de forma doméstica — o primordial é o homem. A vida segue sem economia? Sim. A vida segue sem o homem? Sim, o planeta não vai deixar de existir por causa do homem. Neste momento o que é mais importante? O homem, mas a economia é essencial na cadeia produtora da manutenção da vida do homem: alimentação e saúde. Nenhuma ou outra — alimentação ou saúde — são funções essenciais do Estado, definidas a partir das Cidades-Estados dos Povos Alemães, atendem às necessidades de sobrevivência, classicamente definidas por Abraham H. Maslow. O foco neste momento é esse: sobrevivência.As opções têm de ser pela economia de guerra, aplicada à sobrevivência : alimentação e saúde, ambas mantêm o homem e ambas permitem a reconstrução da economia. Racionalmente qualquer pensamento diferente é maximização dos objetivos do capital – o homem econômico na benevolência do açougueiro narrada por Adam Smith — não da humanidade. A diferença entre pensamentos de esquerda e direita é a consciência de que está sendo estúpido.

Ao assistirem ao vídeo ou veem as fotografias sobre o Treinamento Físico Programado (TFP) dos policiais, as pessoas têm entendimentos diversos. Na maioria das vezes ¾ por desconhecerem o propósito pedagógico das diversas etapas da formação ¾, simplesmente criticam. No vídeo, vemos partes do desenvolvimento de um TFP, realizado por soldados alunos do Curso Técnico de Segurança Pública (CTSP), do Sétimo Batalhão, na cidade de Bom Despacho – MG. Nas fotos, há imagens de cadetes do Federal Bureaux Investigations (FBI), durante os treinamentos realizados na Academia daquela instituição, localizada em Quantico, no Estado da Virgínia. Os alunos do CSTP serão os futuros profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Os cadetes do FBI serão os futuros investigadores e analistas de uma das maiores polícias judiciárias do mundo. Qual é o porquê da semelhança, na formação desses profissionais? Parece oportuna, a citação de C.S. Lewis (1898-1963) <blockquote>Desde que servi na infantaria, durante a Primeira Guerra Mundial, me desagradam as pessoas que, cercadas de segurança e conforto, fazem exortações aos homens na frente de batalha. </blockquote> A respeito desse Filósofo Cristão e Autor de “Cristianismo puro e simples” e “As Crônicas de Nármia”, dentre outras obras, <em><a href=”https://www.google.com.br/search?q=katleen&amp;oq=katle&amp;aqs=chrome.1.69i57j0l5.6919j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#q=kathleen+norris&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAONgecToyi3w8sc9YSmbSWtOXmM04-IKzsgvd80rySypFNLgYoOy5Lj4pLj0c_UNjAriDYtyNBikeLiQ-DwARAB6okoAAAA” target=”_blank”><strong>Katleen Norris</strong></a></em>, assim se manifestou: <blockquote>Ainda rapaz, C.S. Lewis serviu nas pavorosas trincheiras da Primeira Guerra Mundial e, em 1940, quando as bombas começaram a cair sobre a Inglaterra, se alistou como oficial da vigilância antiaérea e passou a dar palestras para os soldados da <em>Royal Air Force, homens que sabiam, com quase toda certeza, que seriam dados como mortos ou desaparecidos depois de apenas treze missões de bombardeio.</em></blockquote> Essas observações são para àqueles que — desprovidos de argumentos factuais e manuseio inadequados de técnicas consagradas nas pesquisas científicas —, insistem simplesmente em criticar e criticar alguns aspectos da formação do profissional de <em>polícia ostensiva e preservação da ordem</em>. Alguns desses críticos, talvez, até tiveram alguma experiência na caserna; outros, até conviveram e, quem sabe, ainda convivem nas casernas. Conhecer o verdadeiro propósito da formação de um profissional é muito importante. Principalmente se se tratar de profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, que se compromete com a proteção do seu semelhante … “mesmo com o sacrifício da própria vida”. Além disso, a incompreensão dos verdadeiros propósitos da formação do policial militar, tem motivado algumas “pesquisas”, até mesmo por mestrandos e doutorandos, divulgadas às escâncaras na web. Algumas delas não se sustentam, seja pelas considerações destacadas anteriormente, ou por mentiras descabidas, assim destacadas por <strong><a href=” http://pontopm.com.br/portal/?author=:19″ target=”_blank”>João Bosco de Castro </a></strong> <blockquote>Com a mentira, inviabiliza-se o Desenvolvimento Humano, murcham-se as esperanças na Prosperidade Universal, fenecem as Ciências, titubeia a Filosofia, estultifica-se a Estética, desnorteia-se a Deontologia, arruína-se a Moral, cambaleia a Ética, atrofia-se o Pensamento, depaupera-se o Trabalho, insensibiliza-se o Patriotismo, emperra-se a Tecnologia, fulmina-se a Educação — torpedeia-se o Ensino, estupra-se a Pesquisa, invalida-se a Extensão e esfarrapa-se o Treinamento! —, desestabiliza-se o Homem, coisifica-se a Vida e sepulta-se a Verdade! Com a mentira, as Ciências Militares da Polícia Ostensiva não passam de demagógico arremedo e infame pantomima da Preservação da Ordem Pública, nas formidáveis trevas da desconfiança comprometidas com a intranquilidade. Esse caos soterra a Ciência, à míngua da Verdade!</blockquote> É importante ressaltar que todos os profissionais de <em>polícia ostensiva e preservação da ordem pública</em>, fizeram treinamentos físicos programados. Todos, sem exceção, tais como aqueles da <strong><a href=”http://pontopm.com.br/portal/?p=12883″ target=”_blank”>cidade de Rio Verde – Goiás</a></strong>; da <strong><a href=”http://pontopm.com.br/portal/?p=13174″ target=”_blank”>cidade do Rio de Janeiro-RJ</a> </strong>da <strong><a href=”http://pontopm.com.br/portal/?p=13161″ target=”_blank”>cidade de Belém do Pará</a></strong>, inclusive, <a href=”http://pontopm.com.br/portal/?p=12990″ target=”_blank”> o Coronel Eduardo</a></strong> e a <a href=”http://pontopm.com.br/portal/?p=13251″ target=”_blank”> Coronel Helena</a></strong>, dentre milhares de outros brasileiros, valentes guardiães das suas comunidades. Certamente que não apenas o TFP, mas todas as atividades da formação policial militar devem ser conduzidas segundo os princípios que tutelam todos os direitos e a dignidade da pessoa humana. Aliás, para esse mister, aos líderes condutores das atividades, a lição de João Bosco de Castro quando afirma que: Comandante não é quem manda com… Tal arranjo etimológico não passa de trança retórica, troça de enganador. Só os malpreparados mandam: com alguém, ou sem ninguém, ou com seus botões!… Mandar é medíocre. Orientar é sublime. Comandar, como ducar, ou educar, é excelso e necessário, […].

Décimo Aniversário de Instalação da MesaMariano.

Posse de Gestores e Acadêmicos. Às 9h30min de 6 de março de 2020, no Auditório da Fundação Guimarães Rosa ( Rua das Chácaras, 210, Bairro Mantiqueira/Venda Nova, Belo Horizonte – MG), realizou-se a trigésima sétima reunião da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – Mesa Mariano, em Sessão Comemorativa do DécimoAniversário de Instalação do referido Areópago Epistêmico (ocorrido em 25 de fevereiro de 2020), presidida pelo Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro e secretariada por Fernanda Ramos Amâncio, para cumprimento dos seguintes Pontos Relevantes: 1) Posse dos Gestores para 2020-2025;  2)Posse da Acadêmica Epistêmica Odontóloga  Beatriz Campos de Paulo e Castro e dos Acadêmicos Honorários Coronel Gentil Alberto de Menezes, Jornalista José Passos de Carvalho e Sociólogo Paulo Roberto de Sousa Lima; 3) Celebração dos Dez Anos de Instalação da MesaMariano; 4) Ratificação do Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro como Presidente de Honra Vitalício da MesaMariano, concomitantemente com sua atual situação de Presidente do mesmo Sodalício de Saberes e Sabedoria.             Como Gestores para 2020-2025, reeleitos, foram ritualisticamente empossados: Presidente – Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro; Orador (cumulativamente com as atividades de Vice-Presidente) – Acadêmico Epistêmico José Xisto da Silva Barros. Ambos receberam Diploma de Posse.             O Jornalista José Passos de Carvalho, por motivo de saúde, não compareceu à Sessão, mas sua posse foi efetivada em termo competente firmado por seu Representante, o Acadêmico Honorário Sociólogo Paulo Roberto de Sousa Lima, a quem se confiaram o Diploma e a Insígnia da MesaMariano e respectiva Réplica – conferidos ao Representado. Após restabelecido, Passos de Carvalho, em Sessão Epistêmica, prestará o Compromisso Academial, coassinará o Termo de Posse de 6 de março de 2020 e proferirá seu Discurso de Posse.             Depois de empossados, diplomados e condecorados, os três novos Acadêmicos proferiram o respectivo Discurso de Posse, de acordo com o rito da MesaMariano. A Acadêmica Epistêmica Beatriz Campos de Paulo e Castro, no seu Discurso de Posse, saudou amavelmente a MesaMariano e seu Quadro Acadêmico, revelou seu encanto pela Odontologia, seu amor ao exercício de referida profissão e seu compromisso tecnocientífico e profissional  com a aplicação de Conhecimentos Teóricos e Práticos dessa notável Área da Saúde, e sua dedicada atenção ao Zelo Familiar. Beatriz ilustrou sua Cadeira Epistêmica nº 2 – inaugurada e outrora ocupada pelo saudoso Acadêmico Epistêmico-Fundador Tenente-Coronel-Capelão Padre Samuel Sérgio Drumond –, descreveu a marca biográfica de seu Prócere, Santo Inácio de Antioquia, e elogiou a pessoa e as elevadas postura e compostura de sua Patrona, Santa Teresa de Jesus, a Doutora  da Igreja Católica Teresa d’Ávila. O Acadêmico Honorário Gentil Alberto de Menezes saudou a MesaMariano e respectivo Quadro Acadêmico, sintetizou sua vida familiar e suas atividades escolares, descreveu sua rotina social e minuciou sua qualificação tecnoprofissional de Cadete e Oficial da Polícia Militar de Minas Gerais e de Especialista em Mobilidade Urbana e Segurança de Trânsito. Na historiação de sua labuta policial-militar, o Coronel Gentil Alberto de Menezes, por seu mencionado Discurso de Posse, correlacionou os diversos períodos eticodeontológicos de seu exercício de Especialista e Gestor da Paz Social com várias fases de evolução  (crescimento) e fases de revolução (crise) das segunda, terceira, quarta e quinta etapas de desenvolvimento da Polícia Militar de Minas Gerais como Órgão de Estado verdadeiramente Preservador da Ordem Pública, prioritariamente pela prática diuturna da Polícia Ostensiva, de acordo com as lições contidas em O Estouro do Casulo ( Essência Doutrinária 3: Oficina Redatorial Guimarães Rosa, 1998,  e Centro de Pesquisa e Pós-Graduação da PMMG, 2009), de João Bosco de Castro, apreciado por Márcio Lopes Porto, prefaciado por Isaac de Oliveira e Souza e posfaciado por Saul Alves Martins. Gentil Alberto encerrou sua Oração Academial com homenagem à Polícia Militar de Minas Gerais, por meio de três estrofes do Poema Épico Decência, de João Bosco de Castro. O Acadêmico Honorário Paulo Roberto de Sousa Lima também reverenciou a MesaMariano e cumprimentou seus Confrades e Confreiras de nossa Oficina Epistêmica e respectivos Convidados e Amigos. Didático e reflexivo, seu Discurso de Posse, fundado em modos e meios dissertativos e narrativos, cuidou muito bem de historiar e analisar sua trajetória humana e profissional, desde seus momentos de Menino do Norte de Minas a seus labores e estudos em Belo Horizonte, particularmente para sua qualificação em níveis de Curso Científico, Graduação e Pós-Graduação, inclusive na seara stricto sensu, das Ciências Sociais, além de suas realizações histórico-sociológicas em Tiradentes-MG, em seu Stúdio Literário,  e em São João d’el Rei, como Historiador e Presidente do respectivo Instituto Histórico e Geográfico. Paulo Roberto anunciou-se representante do Jornalista José Passos de Carvalho, cuja ausência nesta Solene Sessão de Posse, por motivos de saúde, justificou, e cuja pauta no Termo de Posse assinou pelo referido Representado , a quem levou os respectivos Diploma, Insígnia e Réplica, mediante autorização concedida pelo Presidente desta Casa de Saberes e Sabedoria.             A Celebração dos Dez Anos de Instalação da MesaMariano realizou-se por meio de Discurso proferido pelo Presidente da dita Oficina de Erudição e Humanidades, Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro, cuja fala enalteceu, principalmente, a Fundação Guimarães Rosa, o Instalador-Decano Acadêmico Epistêmico-Fundador Márcio Antônio Macedo Assunção, e o Patrono-Príncipe Capitão-Professor João Batista Mariano, cuja biografia ilumina a História da Educação de Polícia Militar de Minas Gerais nos patamares grandiloquentes do Curso Militar e Propedêutico, Departamento de Instrução (Dê-I) , Academia de Polícia Militar, Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Oficiais e Instituto de Educação de Segurança Pública, denominações do mesmo Ente Educacional Policial-Militar transfeito em glorioso e majestático Símbolo do Prado Mineiro.             O Presidente do Conselho-Diretor da MesaMariano e Superintendente-Geral da Fundação Guimarães Rosa, Acadêmico Epistêmico Pedro Seixas da Silva, ratificou, mediante Diploma, o Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro na Dignidade de Presidente de Honra Vitalício da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – MesaMariano, desde 25 de fevereiro de 2015, concomitantemente com o cargo de Presidente do mesmo Sodalício de Cultores do Conhecimento.             Nas Efemérides do Período Academial, João Bosco de Castro, com ênfase no dia 24 de fevereiro, falou

Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento, vida e morte.

Abordar o Curso de Formação de Oficiais na Polícia Militar do Estado de Minas Gerais é algo que me encanta. Afinal foram vários textos, pesquisas, palestras, seminários, cursos, monografias, publicações, comissões, matrizes, sonhos, realizações, em síntese: VIDA. não há um só militar da Força Pública de Minas Gerais que não tenha uma relação íntima com essa possibilidade chamada: Curso de Formação de Oficiais da PMMG: nascimento, vida e morte. Mas se propor a descrever sobre o tema, obriga a quem a isso se propõe, a delimitação da abordagem com o objetivo de evitar especulações diferentes do produto focal que se pretende apresentar, não com o objetivo de desqualificar outras ideias – isso  não é Conhecimento – mas com a intenção de centrar num ponto específico que é Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento, vida e morte. Por dever de justiça aos homens e mulheres, que verdadeiramente trabalharam para a construção desse Conhecimento dentro da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, vou me preservar no direito de não referenciar o texto a partir dos nomes das pessoas que desenvolveram as suas competências e habilidades dentro da Coporação. Isto para não incorrer no erro de omitir nomes significantes a todo esse processo, que com certeza é muito maior do que as minhas palavras e os meus elementos de validações. O simples fato de tentar especular sobre o tema: Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento, vida e morte, gerou um turbilhão de informações e um imensurável desejo de manifestações de várias pessoas envolvidas no processo e isso permitiu o aprofundamento natural e a agregação de várias imagens, ideias, memórias, instrumentos de validações e novas abordagens sobre o tema. Outros olhares, outras dúvidas, outras certezas e uma eloquência que, com certeza, não se findará neste texto. O militar, na sua essência é um servidor típico das obrigações do Estado na sua proteção do espaço territorial e da sua soberania. A carreira é definida em lei própria, bem como as formas de acesso, não carecendo, portanto, de uma complementação de titularidade acadêmica compatível com o mundo civil. A formação e a carreira são produtos de Estado, interessam única e exclusivamente ao Estado. Por ser uma carreira típica de Estado, não demanda uma formação profissional anterior, a formação é endógena e atende ao caráter de época, tergiversar sobre que título possui é desnecessário, pois o objetivo do Estado não é um profissional para atender à sociedade civil, mas aos objetivos do Estado na Defesa Interna e Defesa Territorial, uma das poucas funções do Estado previstas no Tratado de Westfália – 1648, também conhecida como os Tratados de Münster e Osnabrück, que estabelece os princípios do Estado Moderno e da Soberania Nacional. Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento Originariamente o nascimento do Curso de Formação de Oficiais na PMMG vai se dar em 1934, nas instalações do Prado Mineiro, surge naquele momento uma célula-mãe de formação de oficiais para a Força Pública do Estado de Minas Gerais, na origem tem o nome de Departamento de Instrução. As condicionantes de acesso ao Curso de Formação de Oficiais, a forma de duração do curso, a composição de seus corpos docente e discente e a matriz curricular, nada disso é importante na análise daquele momento histórico, o importante é ter a exata noção de que nascia algo maior na Instituição, nascia o curso gerencial da Instituição, nascia a formação do oficial da Força Pública como profissional das atividades de socorrimento público e da paz social no Estado de Minas Gerais.  Em decorrência desse processo de formação profissional, vários oficiais da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais – PMMG, vão ter a oportunidade de escreverem as bases doutrinárias operacionais e administrativas da Instituição, exercerem atividades como Delegados Especiais de Polícia junto a outras Forças de Segurança, participarem na formação das Polícias Militares de outros Estados da Federação, funcionarem como professor militar nas outras Polícias Militares da Federação, dentre outros próprias da formação recebida a partir dessa célula-mãe do Conhecimento. Obviamente que o produto demandava uma representatividade que o tornasse um diferencial na sua essência e na sua existência. Esse diferencial vai ser o Parecer nº 237/83, do Conselho Federal de Educação que reconhece o Curso de Formação de Oficiais da PMMG, simplesmente CFO, como equivalente aos cursos do ensino superior do sistema civil de ensino, retroagindo seus efeitos aos formandos do ano de 1973, haja vista  a existência do Decreto nº 12.911 de 19 de agosto de 1970, do então Governador Israel Pinheiro, que em seus Artigos 12 e 15, determinava a forma e o grau de  ensino para ingressar no curso de formação de oficiais, que naquela época tinha a duração de três anos. O Parecer nº 237/83-CFE, foi aprovado pela Câmara de Legislação e Normas do Conselho Federal de Educação em data de 06 de maio de 1983, sendo homologado pelo Ministro da Educação e Cultura da República Federativa do Brasil em 10 de junho de 1983. Obviamente que o Parecer é o resultado do cumprimento do Protocolo relativo à criação dos cursos no ensino superior e se manifesta como a última fase que antecede à publicação da Portaria de Homologação do Chefe da Pasta que autoriza à uma Instituição de Ensino Superior o fornecimento do Curso como proposto. O processo que resultou no Parecer nº 237/83-CFE de 10 de junho de 1983, foi elaborado pela PMMG. E mesmo sendo elaborado pela PMMG, ocorreram falhas graves, como o acesso ao CFO nos anos de 1974 e 1975 – decorrente de uma Resolução do Comandante-Geral da PMMG –  de Sargentos que possuíam apenas o ensino fundamental completo. Certamente nem as pessoas que trabalharam na formulação do processo que culminou no reconhecimento do CFO como curso superior, sabiam disto, não havendo má-fé nem dos formuladores do processo e nem das pessoas que o examinaram no Conselho Federal de Educação. Definir a turma de 1973 como o marco da validade dos direitos originários do Parecer nº 237/83-CFE, além de caracterizar o CFO como curso

Homenagem no Dia Internacional da Mulher

Neste Dia Internacional da Mulher, foram muitas as homenagens dirigidas à Mulher. Fruto da criatividade de Deus e parte indissociável da criação da humanidade. Dela — a Mulher — e por meio dela, os seres humanos foram criados. Sem Ela, não seria possível o Nascimento do Ser Humano… a Família, as Comunidades, as Civilizações… Então, após criar o Universo e todas as coisas que nele há, Deus criou os seres humanos: Assim Deus criou os seres humanos; Ele os criou parecidos com Deus. Ele os criou homem e mulher… Gênesis 1.27 (BíBlia Sagrada – Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Associado à Mulher, há muitas datas comemorativas. Mas, o reconhecimento de que houvesse um dia específico que a homenageasse, aconteceu após muitas empreitadas iniciadas pela própria mulher. No limiar do surgimento do século passado, foram muitas lutas travadas e muitas conquistas… até o reconhecimento, em 1975, pela Organização das Nações Unidas (ONU) fixando, no dia 8 de março o Dia Internacional da Mulher! Resta-lhe, ainda, muitos reconhecimentos. Neste ano de 2020, a Google destacou, à Mulher, o seguinte Doodie: A Mulher policial militar é igualmente homenageada neste dia! Recebe o reconhecimento de suas respectivas instituições militares, conforme se vê nos vídeos publicados pela: Polícia Militar do Amazonas: Polícia Militar do Mato Grosso: Polícia Militar de Minas Gerais: Polícia Militar de Pernambuco: Polícia Militar do Estado de São Paulo: Para homenagear a Mulher, neste Dia Internacional da Mulher, publicamos o Poema “Mulher”, da autoria de João Bosco de Castro, Jornalista deste Pontopm.

Ordem Religiosa: conhecimento, relações e influências.

O instrumento de medida é algo que interessa à humanidade desde o sempre. Nas relações sociais e no processo de socialização, decorrente da opção adotada pelo homem de descer das árvores e correr pelas campinas, tudo o quanto possa tomar como hipótese de decisão passa pela medição das causas e efeitos tendentes ao atingimento de seus objetivos. À medida que vamos vivendo, vamos incorporando Conhecimento, e, nas análises de variáveis, aprendemos a tomar a decisão mais acertada. Aprendemos a conjugar o conhecimento confrontando com outras espécies de informações que nos levam ao acerto. Hoje, retorno aos meus textos do passado e posso perceber o quanto pequeno era o meu universo de Conhecimento e o quanto restritas eram as minhas conclusões. Não quero e nem pretendo desmerecer a mim próprio; nem tampouco aqueles que se encantaram pelas minhas palavras passadas, afinal: verba volant, scripta manent. Recentemente, tive a grata satisfação de receber, do amigo Celso Cursino Guimarães, um livro que retrata o Engodo do Produto-Momento de Correlação de Pearson. A quem nunca teve acesso ao assunto, esclarece-se que o Coeficiente de Correlação de Pearson é mundialmente utilizado, para se demonstrar relacionamento entre duas variáveis, seja em estudos científicos, ou nas atividades mercadológicas. Passados mais de 100 anos, tem-se verificado, ainda, naquela proposta equacional, uma grave falha, evidenciada pela indeterminação matemática de zero por zero. Não detectada a falha, quando uma das variáveis não tem tendência a crescer ou decrescer e todos os desvios em relação à média, só tem componentes aleatórios. Por ser uma sutileza oculta, a instabilidade do Coeficiente, demonstrava que os resultados eram meros engodos. Numa reflexão profissional do tema, posso hoje, com clareza entender os erros de algumas ordens religiosas, militares e filosóficas. Não me atrevo a tornar-me sábio, apenas expresso evidências a partir da informação recente e passada, ao fato presente e ao fato memória, à história escrita e a história oral, como nos dizeres de Giambattista Vico: o curso e recurso da humanidade, do progresso à barbárie! Pude perceber o quanto a produção do conhecimento, em ambientes acadêmicos, tende ao óbvio ululante; e o quanto a interpretação dos resultados é um mero engodo, o quanto se tende à  mesmice como forma de apropriação cooptada de um conjunto de informações — decorrente do poder de decisão numa banca avaliadora — por não saber lidar com as informações que extrapolam o campo de visão adstrito à sua própria sombra ao sol do meio-dia. Enfrentar o novo, mesmo num ambiente acadêmico, é se deparar com a possibilidade de assumir a expressão: Só sei que nada sei. E depois, o que acontecerá? Não é de se estarrecer, quando uma Ordem Religiosa — que em décadas recentes combatia uma ideologia —  e no momento presente seus líderes tendem aos mesmos significados ideológicos do que se tinham como antagônicos, afinal  esses líderes conviveram e entenderam que naquele momento aquela ideologia era a melhor forma de cooptação dos fiéis e ao ascender o poder, passam a replicar aquilo para o qual foram maciçamente formados. Uma Ordem Religiosa que até recentemente,  teve em sua liderança alguém vindo de um país castigado pelo holocausto e pela ideologia de esquerda — o comunismo; um homem que trabalha contra o comunismo — atuante na queda do Muro de Berlim,  e se torna um ícone mundial da paz, sendo sucedido por uma liderança oriunda do país que patrocinou o holocausto e que em sua legislação interna — como forma de mitigar as memórias — permite destinar parte do seu Imposto de Renda para essa Ordem Religiosa.  Atualmente, essa Ordem Religiosa tem em sua liderança um homem oriundo de um colonialismo usurpador, beligerante, atroz e que dizimou populações e civilizações na América Latina, tal qual em As Veias Abertas da América Latina de Eduardo Galeano: os assassinos espanhóis. Com o mesmo pensamento de domínio dos conquistadores espanhóis: apropriar-se do povo das Américas com o sentido de fortalecimento de uma Ordem Religiosa, assim trabalharam os jesuítas espanhóis. As consequências são problemas desses povos e a soberania deles, que determinem o seu futuro.  Mas, qual correlação tem a Ordem Religiosa com a produção do Conhecimento, com a formação acadêmica, com o pensamento científico? A resposta é simples: foi essa Ordem que canalizou, durantes muitos séculos, a produção do Conhecimento. Essa Ordem mantém Escolas em todos os níveis da formação humana e com grande capital intelectual. Essa Ordem não tem escolas públicas, apenas privadas e de custo exponencial em relação aos países em que se acham instalados os seus educandários. São centros de formações humana e profissional de excelência. Essa Ordem é parte do Direito Internacional Público. Tudo isso não tem o condão de desmerecer essa Ordem Religiosa, mas o tem para demonstrar que o capital intelectual que compõe o corpo profissional dessa Ordem não é insignificante, desprezível, incapaz ou irrelevante ao contrário é catalizador do Conhecimento. Em essência o presente não retrata, desmerece, desqualifica ou reduz à insignificância a grandeza dessa Ordem, em sentido oposto, clama para que essa Ordem retrate, mereça, se qualifique e dignifique a grandeza que está encetada nela. Seus valores e suas virtudes, são maiores do que os homens que a representam nesse momento da História da Humanidade.  Ao dirigir o foco da correlação das variáveis para a Ordem Militar, vou me ater à Ordo Militiae de minha origem, pois trabalhei basicamente toda a minha carreira como professor dentro e fora da Ordem Militar, fazendo parte de várias comissões voltadas ao fortalecimento e construção das bases legais, filosóficas e práxis educativa da formação e maturação do Conhecimento.  Os vários atos normativos apenas servem para legitimar os meus argumentos e não a minha vaidade: formação da Polícia Militar de Roraima – 1989 e 1990; Pós-graduação em Trânsito na Universidade Federal de Uberlândia – 1992; acesso ao Curso de Estatística na Universidade Federal de Minas Gerais, obtenção de novo título em 1993; contatos com o Núcleo de Estudos da Violência – USP em 1994;  relações com a Universidade do Estado de Minas Gerais – 1995 e 1996; reformulação

A HIDRA AINDA VIVE

Qualquer pessoa que tenha um quociente de inteligência (QI) mediano, pontuado entre 90 e 109, é capaz de perceber a extensão da tragédia a que o Brasil foi lançado, patrocinada pelo socialismo, de modo muito especial pelos governos petistas. Bastaria, tão somente, observar o extenso e maldito legado deixado pelos mencionados governos, amplamente revelado e exposto pela Operação Lava Jato, numa sequência que parece não ter fim. Sugerem as informações coletadas de que muito há ainda a ser esclarecido, em especial as fornecidas por um dos principais fundadores do Partido dos Trabalhadores e ex-ministro dos governos Lula e Dilma, Antônio Palocci Filho, em seu acordo de delação premiada. Muitas dúvidas ainda estão por ser dirimidas acerca dos bilionários empréstimos do BNDES a governos da América Latina e da África, alinhados com a ideologia petista, sem o aval do Congresso Brasileiro; dos incompreensíveis patrocínios da Lei Rouanet, que jamais beneficiou jovens talentos; dos volumes inexplicáveis de gastos do orçamento do MEC, para resultados cada vez mais sofríveis, entre outras. Oportuno ressaltar, no entanto, que todo esse descalabro somente se tornou possível diante da omissão, irresponsabilidade ou conivência dos órgãos responsáveis pela fiscalização, bem como do beneplácito de grande parte da sociedade brasileira. Não se pode negar que cada brasileiro, com maior ou menor intensidade, é responsável por esse modelo perverso de sociedade que construímos e que já atingiu seu ponto máximo de saturação. Impossível continuar convivendo com tudo isso que aí está! O que nos parece estarrecedor, no entanto, é que para grande parcela de brasileiros os governos petistas não têm qualquer responsabilidade sobre esse estado de situação, o qual procuram defender, não com argumentação racional e consistente, mas escudada num fanatismo ideológico contraditório eivado de mentiras e, sobretudo, agressivo e intimidador. Insistem em se autoproclamarem os bastiões da democracia e da liberdade, mas se recusam a aceitar e, muito menos, respeitar o avassalador resultado das urnas, em que quase 60% dos eleitores exigiram mudança, colocando Jair Bolsonaro no trono da presidência da República.   Defendem, alienadamente, o retorno dos aludidos governos que promoveram, dentre outros aspectos, a institucionalização da corrupção e o aparelhamento do Estado, que não encontra paralelo na história da humanidade; a maior recessão econômica jamais vista no país; a dilapidação do erário e o caos no sistema educacional; o estremecimento da instituição família, elevando o erotismo e a pornografia à condição de arte. Como entender tal postura? Que tipo de interesse, sentimento ou motivação leva grande parte de brasileiros a lutar contra um governo democraticamente eleito, torcendo para que o barco em que todos estamos naufrague? Há quem afirme se tratar de aversão à pessoa do presidente eleito, impiedosa e injustamente rotulado pela maioria dos órgãos integrantes grande mídia nacional, no decorrer de toda a campanha eleitoral, como o “inimigo público número 1”. Seria como um residente na cobertura de um prédio torcer para que ele desabe, por não gostar do síndico eleito. Desafiadora análise para a psiquiatria ou, quiçá, para a apometria…! Ou, talvez, encontremos respostas nas diversas tradições religiosas e culturais que, há milênios, nos trazem os registros proféticos da possibilidade de eclosão de tais conflitos e contradições, como as que estão registradas no Livro do Apocalipse de João, cujas revelações são atribuídas ao Divino Mestre Nazareno. Seja qual for a resposta, não temos dúvidas de que a fanática militância dos partidos de esquerda continuará a sabotar o País, torcendo para “o quanto pior melhor”, num processo de oposição sistemática delineada nos seus estatutos e cartilhas ultrapassados e falidos, no afã de reinstalar seu projeto criminoso de poder. O dragão ainda não teve todas as cabeças cortadas! Que a grande massa de eleitores que desejam mudanças e conduziram Jair Bolsonaro ao poder não se disperse e o abandone em meio aos dragões. Não basta tão somente a conquista do poder. Imprescindível se torna consolidá-lo, o que exigirá a coesão e empenho constantes dos verdadeiros patriotas brasileiros.

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