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Ao assistirem ao vídeo ou veem as fotografias sobre o Treinamento Físico Programado (TFP) dos policiais, as pessoas têm entendimentos diversos. Na maioria das vezes ¾ por desconhecerem o propósito pedagógico das diversas etapas da formação ¾, simplesmente criticam. No vídeo, vemos partes do desenvolvimento de um TFP, realizado por soldados alunos do Curso Técnico de Segurança Pública (CTSP), do Sétimo Batalhão, na cidade de Bom Despacho – MG. Nas fotos, há imagens de cadetes do Federal Bureaux Investigations (FBI), durante os treinamentos realizados na Academia daquela instituição, localizada em Quantico, no Estado da Virgínia. Os alunos do CSTP serão os futuros profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Os cadetes do FBI serão os futuros investigadores e analistas de uma das maiores polícias judiciárias do mundo. Qual é o porquê da semelhança, na formação desses profissionais? Parece oportuna, a citação de C.S. Lewis (1898-1963) <blockquote>Desde que servi na infantaria, durante a Primeira Guerra Mundial, me desagradam as pessoas que, cercadas de segurança e conforto, fazem exortações aos homens na frente de batalha. </blockquote> A respeito desse Filósofo Cristão e Autor de “Cristianismo puro e simples” e “As Crônicas de Nármia”, dentre outras obras, <em><a href=”https://www.google.com.br/search?q=katleen&amp;oq=katle&amp;aqs=chrome.1.69i57j0l5.6919j0j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8#q=kathleen+norris&amp;stick=H4sIAAAAAAAAAONgecToyi3w8sc9YSmbSWtOXmM04-IKzsgvd80rySypFNLgYoOy5Lj4pLj0c_UNjAriDYtyNBikeLiQ-DwARAB6okoAAAA” target=”_blank”><strong>Katleen Norris</strong></a></em>, assim se manifestou: <blockquote>Ainda rapaz, C.S. Lewis serviu nas pavorosas trincheiras da Primeira Guerra Mundial e, em 1940, quando as bombas começaram a cair sobre a Inglaterra, se alistou como oficial da vigilância antiaérea e passou a dar palestras para os soldados da <em>Royal Air Force, homens que sabiam, com quase toda certeza, que seriam dados como mortos ou desaparecidos depois de apenas treze missões de bombardeio.</em></blockquote> Essas observações são para àqueles que — desprovidos de argumentos factuais e manuseio inadequados de técnicas consagradas nas pesquisas científicas —, insistem simplesmente em criticar e criticar alguns aspectos da formação do profissional de <em>polícia ostensiva e preservação da ordem</em>. Alguns desses críticos, talvez, até tiveram alguma experiência na caserna; outros, até conviveram e, quem sabe, ainda convivem nas casernas. Conhecer o verdadeiro propósito da formação de um profissional é muito importante. Principalmente se se tratar de profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, que se compromete com a proteção do seu semelhante … “mesmo com o sacrifício da própria vida”. Além disso, a incompreensão dos verdadeiros propósitos da formação do policial militar, tem motivado algumas “pesquisas”, até mesmo por mestrandos e doutorandos, divulgadas às escâncaras na web. Algumas delas não se sustentam, seja pelas considerações destacadas anteriormente, ou por mentiras descabidas, assim destacadas por <strong><a href=” http://pontopm.com.br/portal/?author=:19″ target=”_blank”>João Bosco de Castro </a></strong> <blockquote>Com a mentira, inviabiliza-se o Desenvolvimento Humano, murcham-se as esperanças na Prosperidade Universal, fenecem as Ciências, titubeia a Filosofia, estultifica-se a Estética, desnorteia-se a Deontologia, arruína-se a Moral, cambaleia a Ética, atrofia-se o Pensamento, depaupera-se o Trabalho, insensibiliza-se o Patriotismo, emperra-se a Tecnologia, fulmina-se a Educação — torpedeia-se o Ensino, estupra-se a Pesquisa, invalida-se a Extensão e esfarrapa-se o Treinamento! —, desestabiliza-se o Homem, coisifica-se a Vida e sepulta-se a Verdade! Com a mentira, as Ciências Militares da Polícia Ostensiva não passam de demagógico arremedo e infame pantomima da Preservação da Ordem Pública, nas formidáveis trevas da desconfiança comprometidas com a intranquilidade. Esse caos soterra a Ciência, à míngua da Verdade!</blockquote> É importante ressaltar que todos os profissionais de <em>polícia ostensiva e preservação da ordem pública</em>, fizeram treinamentos físicos programados. Todos, sem exceção, tais como aqueles da <strong><a href=”http://pontopm.com.br/portal/?p=12883″ target=”_blank”>cidade de Rio Verde – Goiás</a></strong>; da <strong><a href=”http://pontopm.com.br/portal/?p=13174″ target=”_blank”>cidade do Rio de Janeiro-RJ</a> </strong>da <strong><a href=”http://pontopm.com.br/portal/?p=13161″ target=”_blank”>cidade de Belém do Pará</a></strong>, inclusive, <a href=”http://pontopm.com.br/portal/?p=12990″ target=”_blank”> o Coronel Eduardo</a></strong> e a <a href=”http://pontopm.com.br/portal/?p=13251″ target=”_blank”> Coronel Helena</a></strong>, dentre milhares de outros brasileiros, valentes guardiães das suas comunidades. Certamente que não apenas o TFP, mas todas as atividades da formação policial militar devem ser conduzidas segundo os princípios que tutelam todos os direitos e a dignidade da pessoa humana. Aliás, para esse mister, aos líderes condutores das atividades, a lição de João Bosco de Castro quando afirma que: Comandante não é quem manda com… Tal arranjo etimológico não passa de trança retórica, troça de enganador. Só os malpreparados mandam: com alguém, ou sem ninguém, ou com seus botões!… Mandar é medíocre. Orientar é sublime. Comandar, como ducar, ou educar, é excelso e necessário, […].

Décimo Aniversário de Instalação da MesaMariano.

Posse de Gestores e Acadêmicos. Às 9h30min de 6 de março de 2020, no Auditório da Fundação Guimarães Rosa ( Rua das Chácaras, 210, Bairro Mantiqueira/Venda Nova, Belo Horizonte – MG), realizou-se a trigésima sétima reunião da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – Mesa Mariano, em Sessão Comemorativa do DécimoAniversário de Instalação do referido Areópago Epistêmico (ocorrido em 25 de fevereiro de 2020), presidida pelo Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro e secretariada por Fernanda Ramos Amâncio, para cumprimento dos seguintes Pontos Relevantes: 1) Posse dos Gestores para 2020-2025;  2)Posse da Acadêmica Epistêmica Odontóloga  Beatriz Campos de Paulo e Castro e dos Acadêmicos Honorários Coronel Gentil Alberto de Menezes, Jornalista José Passos de Carvalho e Sociólogo Paulo Roberto de Sousa Lima; 3) Celebração dos Dez Anos de Instalação da MesaMariano; 4) Ratificação do Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro como Presidente de Honra Vitalício da MesaMariano, concomitantemente com sua atual situação de Presidente do mesmo Sodalício de Saberes e Sabedoria.             Como Gestores para 2020-2025, reeleitos, foram ritualisticamente empossados: Presidente – Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro; Orador (cumulativamente com as atividades de Vice-Presidente) – Acadêmico Epistêmico José Xisto da Silva Barros. Ambos receberam Diploma de Posse.             O Jornalista José Passos de Carvalho, por motivo de saúde, não compareceu à Sessão, mas sua posse foi efetivada em termo competente firmado por seu Representante, o Acadêmico Honorário Sociólogo Paulo Roberto de Sousa Lima, a quem se confiaram o Diploma e a Insígnia da MesaMariano e respectiva Réplica – conferidos ao Representado. Após restabelecido, Passos de Carvalho, em Sessão Epistêmica, prestará o Compromisso Academial, coassinará o Termo de Posse de 6 de março de 2020 e proferirá seu Discurso de Posse.             Depois de empossados, diplomados e condecorados, os três novos Acadêmicos proferiram o respectivo Discurso de Posse, de acordo com o rito da MesaMariano. A Acadêmica Epistêmica Beatriz Campos de Paulo e Castro, no seu Discurso de Posse, saudou amavelmente a MesaMariano e seu Quadro Acadêmico, revelou seu encanto pela Odontologia, seu amor ao exercício de referida profissão e seu compromisso tecnocientífico e profissional  com a aplicação de Conhecimentos Teóricos e Práticos dessa notável Área da Saúde, e sua dedicada atenção ao Zelo Familiar. Beatriz ilustrou sua Cadeira Epistêmica nº 2 – inaugurada e outrora ocupada pelo saudoso Acadêmico Epistêmico-Fundador Tenente-Coronel-Capelão Padre Samuel Sérgio Drumond –, descreveu a marca biográfica de seu Prócere, Santo Inácio de Antioquia, e elogiou a pessoa e as elevadas postura e compostura de sua Patrona, Santa Teresa de Jesus, a Doutora  da Igreja Católica Teresa d’Ávila. O Acadêmico Honorário Gentil Alberto de Menezes saudou a MesaMariano e respectivo Quadro Acadêmico, sintetizou sua vida familiar e suas atividades escolares, descreveu sua rotina social e minuciou sua qualificação tecnoprofissional de Cadete e Oficial da Polícia Militar de Minas Gerais e de Especialista em Mobilidade Urbana e Segurança de Trânsito. Na historiação de sua labuta policial-militar, o Coronel Gentil Alberto de Menezes, por seu mencionado Discurso de Posse, correlacionou os diversos períodos eticodeontológicos de seu exercício de Especialista e Gestor da Paz Social com várias fases de evolução  (crescimento) e fases de revolução (crise) das segunda, terceira, quarta e quinta etapas de desenvolvimento da Polícia Militar de Minas Gerais como Órgão de Estado verdadeiramente Preservador da Ordem Pública, prioritariamente pela prática diuturna da Polícia Ostensiva, de acordo com as lições contidas em O Estouro do Casulo ( Essência Doutrinária 3: Oficina Redatorial Guimarães Rosa, 1998,  e Centro de Pesquisa e Pós-Graduação da PMMG, 2009), de João Bosco de Castro, apreciado por Márcio Lopes Porto, prefaciado por Isaac de Oliveira e Souza e posfaciado por Saul Alves Martins. Gentil Alberto encerrou sua Oração Academial com homenagem à Polícia Militar de Minas Gerais, por meio de três estrofes do Poema Épico Decência, de João Bosco de Castro. O Acadêmico Honorário Paulo Roberto de Sousa Lima também reverenciou a MesaMariano e cumprimentou seus Confrades e Confreiras de nossa Oficina Epistêmica e respectivos Convidados e Amigos. Didático e reflexivo, seu Discurso de Posse, fundado em modos e meios dissertativos e narrativos, cuidou muito bem de historiar e analisar sua trajetória humana e profissional, desde seus momentos de Menino do Norte de Minas a seus labores e estudos em Belo Horizonte, particularmente para sua qualificação em níveis de Curso Científico, Graduação e Pós-Graduação, inclusive na seara stricto sensu, das Ciências Sociais, além de suas realizações histórico-sociológicas em Tiradentes-MG, em seu Stúdio Literário,  e em São João d’el Rei, como Historiador e Presidente do respectivo Instituto Histórico e Geográfico. Paulo Roberto anunciou-se representante do Jornalista José Passos de Carvalho, cuja ausência nesta Solene Sessão de Posse, por motivos de saúde, justificou, e cuja pauta no Termo de Posse assinou pelo referido Representado , a quem levou os respectivos Diploma, Insígnia e Réplica, mediante autorização concedida pelo Presidente desta Casa de Saberes e Sabedoria.             A Celebração dos Dez Anos de Instalação da MesaMariano realizou-se por meio de Discurso proferido pelo Presidente da dita Oficina de Erudição e Humanidades, Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro, cuja fala enalteceu, principalmente, a Fundação Guimarães Rosa, o Instalador-Decano Acadêmico Epistêmico-Fundador Márcio Antônio Macedo Assunção, e o Patrono-Príncipe Capitão-Professor João Batista Mariano, cuja biografia ilumina a História da Educação de Polícia Militar de Minas Gerais nos patamares grandiloquentes do Curso Militar e Propedêutico, Departamento de Instrução (Dê-I) , Academia de Polícia Militar, Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Oficiais e Instituto de Educação de Segurança Pública, denominações do mesmo Ente Educacional Policial-Militar transfeito em glorioso e majestático Símbolo do Prado Mineiro.             O Presidente do Conselho-Diretor da MesaMariano e Superintendente-Geral da Fundação Guimarães Rosa, Acadêmico Epistêmico Pedro Seixas da Silva, ratificou, mediante Diploma, o Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro na Dignidade de Presidente de Honra Vitalício da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – MesaMariano, desde 25 de fevereiro de 2015, concomitantemente com o cargo de Presidente do mesmo Sodalício de Cultores do Conhecimento.             Nas Efemérides do Período Academial, João Bosco de Castro, com ênfase no dia 24 de fevereiro, falou

Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento, vida e morte.

Abordar o Curso de Formação de Oficiais na Polícia Militar do Estado de Minas Gerais é algo que me encanta. Afinal foram vários textos, pesquisas, palestras, seminários, cursos, monografias, publicações, comissões, matrizes, sonhos, realizações, em síntese: VIDA. não há um só militar da Força Pública de Minas Gerais que não tenha uma relação íntima com essa possibilidade chamada: Curso de Formação de Oficiais da PMMG: nascimento, vida e morte. Mas se propor a descrever sobre o tema, obriga a quem a isso se propõe, a delimitação da abordagem com o objetivo de evitar especulações diferentes do produto focal que se pretende apresentar, não com o objetivo de desqualificar outras ideias – isso  não é Conhecimento – mas com a intenção de centrar num ponto específico que é Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento, vida e morte. Por dever de justiça aos homens e mulheres, que verdadeiramente trabalharam para a construção desse Conhecimento dentro da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, vou me preservar no direito de não referenciar o texto a partir dos nomes das pessoas que desenvolveram as suas competências e habilidades dentro da Coporação. Isto para não incorrer no erro de omitir nomes significantes a todo esse processo, que com certeza é muito maior do que as minhas palavras e os meus elementos de validações. O simples fato de tentar especular sobre o tema: Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento, vida e morte, gerou um turbilhão de informações e um imensurável desejo de manifestações de várias pessoas envolvidas no processo e isso permitiu o aprofundamento natural e a agregação de várias imagens, ideias, memórias, instrumentos de validações e novas abordagens sobre o tema. Outros olhares, outras dúvidas, outras certezas e uma eloquência que, com certeza, não se findará neste texto. O militar, na sua essência é um servidor típico das obrigações do Estado na sua proteção do espaço territorial e da sua soberania. A carreira é definida em lei própria, bem como as formas de acesso, não carecendo, portanto, de uma complementação de titularidade acadêmica compatível com o mundo civil. A formação e a carreira são produtos de Estado, interessam única e exclusivamente ao Estado. Por ser uma carreira típica de Estado, não demanda uma formação profissional anterior, a formação é endógena e atende ao caráter de época, tergiversar sobre que título possui é desnecessário, pois o objetivo do Estado não é um profissional para atender à sociedade civil, mas aos objetivos do Estado na Defesa Interna e Defesa Territorial, uma das poucas funções do Estado previstas no Tratado de Westfália – 1648, também conhecida como os Tratados de Münster e Osnabrück, que estabelece os princípios do Estado Moderno e da Soberania Nacional. Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento Originariamente o nascimento do Curso de Formação de Oficiais na PMMG vai se dar em 1934, nas instalações do Prado Mineiro, surge naquele momento uma célula-mãe de formação de oficiais para a Força Pública do Estado de Minas Gerais, na origem tem o nome de Departamento de Instrução. As condicionantes de acesso ao Curso de Formação de Oficiais, a forma de duração do curso, a composição de seus corpos docente e discente e a matriz curricular, nada disso é importante na análise daquele momento histórico, o importante é ter a exata noção de que nascia algo maior na Instituição, nascia o curso gerencial da Instituição, nascia a formação do oficial da Força Pública como profissional das atividades de socorrimento público e da paz social no Estado de Minas Gerais.  Em decorrência desse processo de formação profissional, vários oficiais da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais – PMMG, vão ter a oportunidade de escreverem as bases doutrinárias operacionais e administrativas da Instituição, exercerem atividades como Delegados Especiais de Polícia junto a outras Forças de Segurança, participarem na formação das Polícias Militares de outros Estados da Federação, funcionarem como professor militar nas outras Polícias Militares da Federação, dentre outros próprias da formação recebida a partir dessa célula-mãe do Conhecimento. Obviamente que o produto demandava uma representatividade que o tornasse um diferencial na sua essência e na sua existência. Esse diferencial vai ser o Parecer nº 237/83, do Conselho Federal de Educação que reconhece o Curso de Formação de Oficiais da PMMG, simplesmente CFO, como equivalente aos cursos do ensino superior do sistema civil de ensino, retroagindo seus efeitos aos formandos do ano de 1973, haja vista  a existência do Decreto nº 12.911 de 19 de agosto de 1970, do então Governador Israel Pinheiro, que em seus Artigos 12 e 15, determinava a forma e o grau de  ensino para ingressar no curso de formação de oficiais, que naquela época tinha a duração de três anos. O Parecer nº 237/83-CFE, foi aprovado pela Câmara de Legislação e Normas do Conselho Federal de Educação em data de 06 de maio de 1983, sendo homologado pelo Ministro da Educação e Cultura da República Federativa do Brasil em 10 de junho de 1983. Obviamente que o Parecer é o resultado do cumprimento do Protocolo relativo à criação dos cursos no ensino superior e se manifesta como a última fase que antecede à publicação da Portaria de Homologação do Chefe da Pasta que autoriza à uma Instituição de Ensino Superior o fornecimento do Curso como proposto. O processo que resultou no Parecer nº 237/83-CFE de 10 de junho de 1983, foi elaborado pela PMMG. E mesmo sendo elaborado pela PMMG, ocorreram falhas graves, como o acesso ao CFO nos anos de 1974 e 1975 – decorrente de uma Resolução do Comandante-Geral da PMMG –  de Sargentos que possuíam apenas o ensino fundamental completo. Certamente nem as pessoas que trabalharam na formulação do processo que culminou no reconhecimento do CFO como curso superior, sabiam disto, não havendo má-fé nem dos formuladores do processo e nem das pessoas que o examinaram no Conselho Federal de Educação. Definir a turma de 1973 como o marco da validade dos direitos originários do Parecer nº 237/83-CFE, além de caracterizar o CFO como curso

Homenagem no Dia Internacional da Mulher

Neste Dia Internacional da Mulher, foram muitas as homenagens dirigidas à Mulher. Fruto da criatividade de Deus e parte indissociável da criação da humanidade. Dela — a Mulher — e por meio dela, os seres humanos foram criados. Sem Ela, não seria possível o Nascimento do Ser Humano… a Família, as Comunidades, as Civilizações… Então, após criar o Universo e todas as coisas que nele há, Deus criou os seres humanos: Assim Deus criou os seres humanos; Ele os criou parecidos com Deus. Ele os criou homem e mulher… Gênesis 1.27 (BíBlia Sagrada – Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Associado à Mulher, há muitas datas comemorativas. Mas, o reconhecimento de que houvesse um dia específico que a homenageasse, aconteceu após muitas empreitadas iniciadas pela própria mulher. No limiar do surgimento do século passado, foram muitas lutas travadas e muitas conquistas… até o reconhecimento, em 1975, pela Organização das Nações Unidas (ONU) fixando, no dia 8 de março o Dia Internacional da Mulher! Resta-lhe, ainda, muitos reconhecimentos. Neste ano de 2020, a Google destacou, à Mulher, o seguinte Doodie: A Mulher policial militar é igualmente homenageada neste dia! Recebe o reconhecimento de suas respectivas instituições militares, conforme se vê nos vídeos publicados pela: Polícia Militar do Amazonas: Polícia Militar do Mato Grosso: Polícia Militar de Minas Gerais: Polícia Militar de Pernambuco: Polícia Militar do Estado de São Paulo: Para homenagear a Mulher, neste Dia Internacional da Mulher, publicamos o Poema “Mulher”, da autoria de João Bosco de Castro, Jornalista deste Pontopm.

Ordem Religiosa: conhecimento, relações e influências.

O instrumento de medida é algo que interessa à humanidade desde o sempre. Nas relações sociais e no processo de socialização, decorrente da opção adotada pelo homem de descer das árvores e correr pelas campinas, tudo o quanto possa tomar como hipótese de decisão passa pela medição das causas e efeitos tendentes ao atingimento de seus objetivos. À medida que vamos vivendo, vamos incorporando Conhecimento, e, nas análises de variáveis, aprendemos a tomar a decisão mais acertada. Aprendemos a conjugar o conhecimento confrontando com outras espécies de informações que nos levam ao acerto. Hoje, retorno aos meus textos do passado e posso perceber o quanto pequeno era o meu universo de Conhecimento e o quanto restritas eram as minhas conclusões. Não quero e nem pretendo desmerecer a mim próprio; nem tampouco aqueles que se encantaram pelas minhas palavras passadas, afinal: verba volant, scripta manent. Recentemente, tive a grata satisfação de receber, do amigo Celso Cursino Guimarães, um livro que retrata o Engodo do Produto-Momento de Correlação de Pearson. A quem nunca teve acesso ao assunto, esclarece-se que o Coeficiente de Correlação de Pearson é mundialmente utilizado, para se demonstrar relacionamento entre duas variáveis, seja em estudos científicos, ou nas atividades mercadológicas. Passados mais de 100 anos, tem-se verificado, ainda, naquela proposta equacional, uma grave falha, evidenciada pela indeterminação matemática de zero por zero. Não detectada a falha, quando uma das variáveis não tem tendência a crescer ou decrescer e todos os desvios em relação à média, só tem componentes aleatórios. Por ser uma sutileza oculta, a instabilidade do Coeficiente, demonstrava que os resultados eram meros engodos. Numa reflexão profissional do tema, posso hoje, com clareza entender os erros de algumas ordens religiosas, militares e filosóficas. Não me atrevo a tornar-me sábio, apenas expresso evidências a partir da informação recente e passada, ao fato presente e ao fato memória, à história escrita e a história oral, como nos dizeres de Giambattista Vico: o curso e recurso da humanidade, do progresso à barbárie! Pude perceber o quanto a produção do conhecimento, em ambientes acadêmicos, tende ao óbvio ululante; e o quanto a interpretação dos resultados é um mero engodo, o quanto se tende à  mesmice como forma de apropriação cooptada de um conjunto de informações — decorrente do poder de decisão numa banca avaliadora — por não saber lidar com as informações que extrapolam o campo de visão adstrito à sua própria sombra ao sol do meio-dia. Enfrentar o novo, mesmo num ambiente acadêmico, é se deparar com a possibilidade de assumir a expressão: Só sei que nada sei. E depois, o que acontecerá? Não é de se estarrecer, quando uma Ordem Religiosa — que em décadas recentes combatia uma ideologia —  e no momento presente seus líderes tendem aos mesmos significados ideológicos do que se tinham como antagônicos, afinal  esses líderes conviveram e entenderam que naquele momento aquela ideologia era a melhor forma de cooptação dos fiéis e ao ascender o poder, passam a replicar aquilo para o qual foram maciçamente formados. Uma Ordem Religiosa que até recentemente,  teve em sua liderança alguém vindo de um país castigado pelo holocausto e pela ideologia de esquerda — o comunismo; um homem que trabalha contra o comunismo — atuante na queda do Muro de Berlim,  e se torna um ícone mundial da paz, sendo sucedido por uma liderança oriunda do país que patrocinou o holocausto e que em sua legislação interna — como forma de mitigar as memórias — permite destinar parte do seu Imposto de Renda para essa Ordem Religiosa.  Atualmente, essa Ordem Religiosa tem em sua liderança um homem oriundo de um colonialismo usurpador, beligerante, atroz e que dizimou populações e civilizações na América Latina, tal qual em As Veias Abertas da América Latina de Eduardo Galeano: os assassinos espanhóis. Com o mesmo pensamento de domínio dos conquistadores espanhóis: apropriar-se do povo das Américas com o sentido de fortalecimento de uma Ordem Religiosa, assim trabalharam os jesuítas espanhóis. As consequências são problemas desses povos e a soberania deles, que determinem o seu futuro.  Mas, qual correlação tem a Ordem Religiosa com a produção do Conhecimento, com a formação acadêmica, com o pensamento científico? A resposta é simples: foi essa Ordem que canalizou, durantes muitos séculos, a produção do Conhecimento. Essa Ordem mantém Escolas em todos os níveis da formação humana e com grande capital intelectual. Essa Ordem não tem escolas públicas, apenas privadas e de custo exponencial em relação aos países em que se acham instalados os seus educandários. São centros de formações humana e profissional de excelência. Essa Ordem é parte do Direito Internacional Público. Tudo isso não tem o condão de desmerecer essa Ordem Religiosa, mas o tem para demonstrar que o capital intelectual que compõe o corpo profissional dessa Ordem não é insignificante, desprezível, incapaz ou irrelevante ao contrário é catalizador do Conhecimento. Em essência o presente não retrata, desmerece, desqualifica ou reduz à insignificância a grandeza dessa Ordem, em sentido oposto, clama para que essa Ordem retrate, mereça, se qualifique e dignifique a grandeza que está encetada nela. Seus valores e suas virtudes, são maiores do que os homens que a representam nesse momento da História da Humanidade.  Ao dirigir o foco da correlação das variáveis para a Ordem Militar, vou me ater à Ordo Militiae de minha origem, pois trabalhei basicamente toda a minha carreira como professor dentro e fora da Ordem Militar, fazendo parte de várias comissões voltadas ao fortalecimento e construção das bases legais, filosóficas e práxis educativa da formação e maturação do Conhecimento.  Os vários atos normativos apenas servem para legitimar os meus argumentos e não a minha vaidade: formação da Polícia Militar de Roraima – 1989 e 1990; Pós-graduação em Trânsito na Universidade Federal de Uberlândia – 1992; acesso ao Curso de Estatística na Universidade Federal de Minas Gerais, obtenção de novo título em 1993; contatos com o Núcleo de Estudos da Violência – USP em 1994;  relações com a Universidade do Estado de Minas Gerais – 1995 e 1996; reformulação

A HIDRA AINDA VIVE

Qualquer pessoa que tenha um quociente de inteligência (QI) mediano, pontuado entre 90 e 109, é capaz de perceber a extensão da tragédia a que o Brasil foi lançado, patrocinada pelo socialismo, de modo muito especial pelos governos petistas. Bastaria, tão somente, observar o extenso e maldito legado deixado pelos mencionados governos, amplamente revelado e exposto pela Operação Lava Jato, numa sequência que parece não ter fim. Sugerem as informações coletadas de que muito há ainda a ser esclarecido, em especial as fornecidas por um dos principais fundadores do Partido dos Trabalhadores e ex-ministro dos governos Lula e Dilma, Antônio Palocci Filho, em seu acordo de delação premiada. Muitas dúvidas ainda estão por ser dirimidas acerca dos bilionários empréstimos do BNDES a governos da América Latina e da África, alinhados com a ideologia petista, sem o aval do Congresso Brasileiro; dos incompreensíveis patrocínios da Lei Rouanet, que jamais beneficiou jovens talentos; dos volumes inexplicáveis de gastos do orçamento do MEC, para resultados cada vez mais sofríveis, entre outras. Oportuno ressaltar, no entanto, que todo esse descalabro somente se tornou possível diante da omissão, irresponsabilidade ou conivência dos órgãos responsáveis pela fiscalização, bem como do beneplácito de grande parte da sociedade brasileira. Não se pode negar que cada brasileiro, com maior ou menor intensidade, é responsável por esse modelo perverso de sociedade que construímos e que já atingiu seu ponto máximo de saturação. Impossível continuar convivendo com tudo isso que aí está! O que nos parece estarrecedor, no entanto, é que para grande parcela de brasileiros os governos petistas não têm qualquer responsabilidade sobre esse estado de situação, o qual procuram defender, não com argumentação racional e consistente, mas escudada num fanatismo ideológico contraditório eivado de mentiras e, sobretudo, agressivo e intimidador. Insistem em se autoproclamarem os bastiões da democracia e da liberdade, mas se recusam a aceitar e, muito menos, respeitar o avassalador resultado das urnas, em que quase 60% dos eleitores exigiram mudança, colocando Jair Bolsonaro no trono da presidência da República.   Defendem, alienadamente, o retorno dos aludidos governos que promoveram, dentre outros aspectos, a institucionalização da corrupção e o aparelhamento do Estado, que não encontra paralelo na história da humanidade; a maior recessão econômica jamais vista no país; a dilapidação do erário e o caos no sistema educacional; o estremecimento da instituição família, elevando o erotismo e a pornografia à condição de arte. Como entender tal postura? Que tipo de interesse, sentimento ou motivação leva grande parte de brasileiros a lutar contra um governo democraticamente eleito, torcendo para que o barco em que todos estamos naufrague? Há quem afirme se tratar de aversão à pessoa do presidente eleito, impiedosa e injustamente rotulado pela maioria dos órgãos integrantes grande mídia nacional, no decorrer de toda a campanha eleitoral, como o “inimigo público número 1”. Seria como um residente na cobertura de um prédio torcer para que ele desabe, por não gostar do síndico eleito. Desafiadora análise para a psiquiatria ou, quiçá, para a apometria…! Ou, talvez, encontremos respostas nas diversas tradições religiosas e culturais que, há milênios, nos trazem os registros proféticos da possibilidade de eclosão de tais conflitos e contradições, como as que estão registradas no Livro do Apocalipse de João, cujas revelações são atribuídas ao Divino Mestre Nazareno. Seja qual for a resposta, não temos dúvidas de que a fanática militância dos partidos de esquerda continuará a sabotar o País, torcendo para “o quanto pior melhor”, num processo de oposição sistemática delineada nos seus estatutos e cartilhas ultrapassados e falidos, no afã de reinstalar seu projeto criminoso de poder. O dragão ainda não teve todas as cabeças cortadas! Que a grande massa de eleitores que desejam mudanças e conduziram Jair Bolsonaro ao poder não se disperse e o abandone em meio aos dragões. Não basta tão somente a conquista do poder. Imprescindível se torna consolidá-lo, o que exigirá a coesão e empenho constantes dos verdadeiros patriotas brasileiros.

Causas e consequências

A Amazónia querida apresenta-se aos olhos do mundo com todo o seu esplendor, o seu drama e o seu mistério. Deus concedeu-nos a graça de a termos presente de modo especial no Sínodo que se realizou em Roma de 6 a 27 de outubro de 2019, concluindo com o Documento Amazónia: Novos Caminhos para a Igreja e para uma Ecologia Integral SANTO PADRE FRANCISCO. Li, recentemente, no Pontopm, um texto versando sobre a Igreja Católica Apostólica Romana nos tempos atuais. Não pretendendo analisar as questões levantadas naquela publicação. Porém, com o foco nas causas e consequências, cuido apenas de analisar o texto produzido pelo Vaticano para poder entender as condicionantes da construção da Exortação Apostólica  pós-sinodal  denominada “Querida Amazônia”. Tudo leva a crer tratar-se de um documento oficial, pois se encontra hospedado no sítio do Estado do Vaticano. Isso indica que o conteúdo do documento é oficial, sustentado pelo Direito Internacional e Direito Público daquele País. O documento evidencia uma preocupação específica com os povos amazonianos, esquecendo-se dos demais do Estado Brasileiro e explicita a lhes dar aquilo que não lhes pertence. Isso porque, a parte da Amazônia, circunscrita nos limites legais do Brasil, faz parte do Estado Brasileiro, está sujeita à lei do Estado Brasileiro. Este, nos moldes do Estado do Vaticano, é Soberano e sua soberania extende-se às outras regiões brasileiras, inclusive, na Amazônia Brasileira.  Os povos que habitam a Amazônia Brasileira são tutelados pelo Estado Brasileiro. Têm seu Território Indígena demarcado e assegurado pela Constituição Federal. Apesar de existirem, na Amazônia Brasileira, várias etnias, estabelecidas em territórios singulares, aquelas não constituem um Estado independente. Ao contrário, aquelas comunidades são tuteladas pela União, segundo legítimos mandamentos jurídicos brasileiros. Contam com a proteção diuturna e devida pois falta a eles soberania – ademais o povo brasileiro ocupa o espaço territorial brasileiro na Amazônia  e faz, através das Forças Armadas e Forças de Segurança Pública, a defesa interna e territorial do Estado Brasileiro.         O documento revela-se a nós como algo fora de sintonia, a precoupação com os povos da Amazônia restringe-se a situações que não abordam adequadamente a questão.  Antes que façam qualquer comentário, tendendo ao meu descrédito, vale ressaltar que fui designado para a formação das Forças de Segurança no Estado de Roraima, como Oficial da PMMG, nos anos de 1989 e 1990 e que trabalhei  como professor dos Cursos da Secretaria Nacional de Segurança Pública – SENASP na Academia de Polícia Integrada de Roraima e na Fundação Ajuri da Universidade Federal de Roraima, trabalhando também nas Forças de Segurança do Estado de Roraima e do Município de Boa Vista – RR, como Oficial da Reseva, nos anos de 2005 a 2008,  Ressalte-se ainda,  que fiz a viagem de  Patos de Minas – MG a Boa Vista – RR, no ano de 2005 por vias rodoviárias e fluviais: até a cidade de Porto Velho – RO por via rodoviária; de Porto Velho – RO a Manaus – AM por via fluvial; e de lá até Boa Vista -RR por via rodoviária. Também passei pelo Território Indígena Waimiri-Atroari, cujos limites físicos da reserva indígena fica encerrado ao cidadão brasileiro das 18:00h às 06:00h. Por via rodoviária estive na Guiana – antiga Guiana Inglesa – e cortei a Venezuela até o mar do Caribe. Frise-se que parte do Estado de Roraima, no Brasil,  são campos naturais, as chamadas savanas . Na Guiana e Venezuela, temos a cobertura formada por campos naturais, as chamadas savanas e o restante, na parte fronteiriça com o Brasil,  floresta Amazônica.   O documento dá-nos uma dimensão da inserção proposital da Igreja Católica nos assuntos do Estado Brasileiro. Mostra-se tendencioso ao falar apenas da Amazônia a partir do Brasil e esquece-se que os índios atacados e mortos por milícias no ano de 2019, foram no Estado Ditatorial Venezuelano. Esquece-se que historicamente o massacre de nativos se deu em possessões espanholas – vide Eduardo Galeano em Veias Abertas da América Latina – e que o massacre de nativos no Brasil se deu pelos Holandeses – frise-se que essas vítimas das atrocidades holandesas, no território Brasileiro, foram considerados martíres em processos da própria Igreja Católica.   O documento sob o manto do dirscurso ecológico, demonstra claramente que a Igreja Católica busca agradar aos jovens com discurso de Ecologia, mas esquece-se que esses jovens, na sua maioria, são de nações cuja matriz religiosa é de vertente protestante. Busca, nas entrelinhas, desconsiderar o Estado Brasileiro e reveste-se de algo inédito na história da Igreja Católica, o posicionamento político sobre uma questão nebulosa: a Ecologia. Questão nebulosa porque o que acontece no planeta Terra, aumento das áreas de pastagens e aumento das áreas de produção de alimentos, são consequências do aquecimento global, pois se estivéssemos numa era glacial, essas mesmas áreas – de produção animal e vegetal – seriam impróprias para as atividades já descritas. Devemos lembrar que nos países do norte os animais são criados confinados e os alimentos produzidos em estufas. Todas essas atividades econômicas acabam por atender aos mais pobres, pois universaliza o acesso aos alimentos, em função do aumento da produtividade e consequente redução dos preços finais. Obviamente que a degradação da água é de suma importância e nem é o caso do Brasil, mas o é da África e aqui não vemos referências à África, afinal o discurso que nada acresce ao povo e apenas cria firulas, através do politicamente correto, em nada corrige as mazelas no continente africano, pois a imprensa se incumbe de fazer o papel da retórica do politicamente correto. É absurdamente errôneo o discurso que interpreta consequências como causa e não  se admite que a Igreja Católica incorra em tais erros de interpretações, seus quadros são capacitados e chega até nós a infeliz conclusão de que o texto é ideológico e não religioso é retórico e não filosófico, é proselitismo e não ortodoxia. Trazendo essa falácia interpretativa de causas e consequências, volta-se às questões das cegonhas e das taxas de natalidades. Por exemplo seria como alguém dizer que o excesso de velocidade é

A Igreja Católica Apostólica Romana nos tempos atuais

A Igreja Católica Apostólica Romana — ICAR — nos tempos atuais é uma Ordem Religiosa, cuja essência, se materializa na dimensão fé. Obviamente que para atingir a essência da sua existência como Ordem, ela necessita de se manifestar sobre os aspetos econômicos, sociais e políticos. Para adquirir uma personalidade de Direito Internacional, está instituída a partir do Estado do Vaticano, na cidade homônima, dentro dos limites físicos e administrativos da Capital do Estado Italiano, em Roma.  O Chefe de Estado do Vaticano e o cabeça da ICAR é o Papa. É a representação da Religião Católica Apostólica Romana nos tempos atuais. É a Autoridade do Estado do Vaticano. É o responsável por tudo quanto se produz de informações dentro da ICAR, seja do ponto de vista da fé – a sua essência – sejam das manifestações políticas, econômicas e sociais. Tudo quanto a ICAR produz, a responsabilidade é solidária, ao Papa cabe determinar as correções necessárias e as aplicações decorrentes do Direito Canônico. Não cabe ao Papa a aplicação de legislação do mundo civil, não cabendo a ele, portanto, aplicar regras do direito civil, penal, ou qualquer outra legislação infra constitucional. A os membros da ICAR que exercem as atividades canônicas, nos diversos Estados-Nações, essas prerrogativas atendem ao sentido de autodeterminação dos povos e aos Estados individualizados, respeitando a soberania de cada povo. É obrigação do Papa corrigir os desvios produzidos pelos membros afiliados à ICAR, naquilo que concerne à exata opinião do ICAR, principalmente na essência das manifestações que tratam da fé e do direito canônico. Assim, qualquer documento produzido a partir de um encontro de membros da ICAR, é na verdade uma opinião legítima dela e, se assim não for, compete ao representante da ICAR, nos Estados-Nações, providenciar a imediata correção dos textos produzidos e emitir notas à imprensa solicitando tornar públicas as correções necessárias ao exato entendimento e pensamento da ICAR. Na data de 12 de fevereiro do corrente ano, o Papa Francisco se manifestou sobre uma proposta feita pelos Bispos do Sínodo da Amazônia, realizada em Outubro de 2019, onde os Bispos propuseram a permissão para a ordenação de homens casados em regiões remotas com o objetivo de remediar a escassez de sacerdotes, não recomendando a ideia. Obviamente, outra decisão não seria plausível, até mesmo pela essência da Ordem Religiosa, que originariamente propiciou a criação de Ordens Militares Celibatárias – Ordem dos Cavaleiros Templários, Ordem de Cristo e outras – seus membros eram homens solteiros ou viúvos. A essência ainda é o celibato, não interessa, se o seu membro é homo ou hétero, mas sim, que se abstenha das atividades próprias do corpo. O Papa Francisco não rechaçou a possibilidade, tampouco a recomendou. Recomendar é uma admoestação que não implica em proibir a possibilidade de se debater o assunto. Na sua exata posição, deveria determinar que o assunto fosse encerrado, pois a ICAR tem problemas maiores a debater. Por exemplo, os abusos de crianças e adolescentes; desvios de recursos da Igreja; utilização da Ordem para proveito próprio e de familiares. O religioso deve servir à Ordem Religiosa e não se servir da Ordem Religiosa para fins particularíssimos. O Papa Francisco ao não recomendar a ideia, não agiu nas causas da escassez de sacerdotes, ele agiu nas consequências, não nas consequências decorrentes da escassez de sacerdotes, mas nas claras manifestações das sociedades europeias e americanas que sustentam a ICAR, seus membros em missões e seus projetos. Assim como Jesus Cristo não escolheu ladrões, salteadores, homicidas e prostitutas para seus seguidores e multiplicadores da Palavra – apesar de ter vindo para eles – não são os países miseráveis que sustentam a ICAR, na verdade são eles quem recebem recursos da ICAR, recursos com origens em grandes colaboradores que acreditam essência da fé. O Papa Francisco sabe que uma vez possibilitado o discurso da ordenação de sacerdotes casados, mesmo não recomendando, politicamente a ideia vai perdurar dentro da ICAR, os atuais Bispos, num futuro,  serão Cardeais, pertencerão ao Colégio Cardinálico e escolherão o Papa e assim como na atualidade, onde um Papa foi alçado a partir de uma ex-colônia europeia, outro Papa, com menos sentido de Ordem Religiosa e com menos traços de pertencimento, pode levar a ICAR ao descrédito maior, voltando aos fatos que motivaram o estabelecimento da Cidade dos Papas em Avignon no Sul da França. Uma briga de poder de Reis e ICAR. A ICAR nas Grandes Guerras Mundiais foi parceira da Europa e dos Estados Unidos, produziu e ainda continua a produzir informações no campo da Inteligência, foi e continua a ser um celeiro de produção de Conhecimentos. Nos grandes julgamentos, sempre se manteve intacta, ao não se manifestar de modo a produzir prejuízo ao homem, no momento é o que se aguarda dela, mais serenidade, menos política e mais ações sociais. A ICAR deve ter em mente que os financiadores existem para um projeto maior que se encerra na pacificação dos povos. O exemplo claro foi a captação de fundos para a Reconstrução da Catedral de Notre Dame de Paris. A ICAR sabe do compromisso dos seus parceiros naturais e conta com o discernimento deles para o projeto de uma paz duradoura. Sabe claramente que seus parceiros jamais vão desacreditá-la. Sabe que não precisa se manifestar pois o compromisso com a parceria profícua pela paz é o mais importante. Tanto o sabe, que a Academia de Arte e Cinema de Hollywood – o glamour que encanta e vende o sonho americano – sequer mencionou o filme “Dois Papas”, pois os interesses americanos são maiores que estórias sem lastros na realidade fática, embasados apenas pela retórica de conjeturas e hipóteses dissociadas dos verdadeiros  valores que estabelecem as bases da Ordem Religiosa da Igreja Católica Apostólica Romana, nos dias atuais.

INIMIGOS INTERNOS

Completou o governo Bolsonaro o seu primeiro ano de gestão, com registros evidentes de recuperação dos principais indicadores econômicos e sociais do País, em que se destaca o trato responsável e honesto da coisa pública, o resgate dos valores morais e éticos de uma sociedade próspera e sadia, a revisão do frágil modelo de educação básica e o combate rigoroso e sistemático à corrupção.   A economia se apresenta em franca recuperação, já superando os índices previstos por analistas nacionais e internacionais, o que levou a Agência de classificação de risco Moody’s a melhorar a perspectiva de nota de crédito do Brasil de negativa para estável, com a consequente retomada da confiança dos investidores internacionais. A Ibovespa bateu mais um recorde ao superar os 117 mil pontos; os Shoppings noticiaram um crescimento de 9,5% nas vendas neste final de 2019. Apesar das imensas dificuldades econômico-financeiras, da corrupção institucionalizada, da decadência ética e moral, legado maldito dos governos petistas, o início do governo Bolsonaro é marcado por importantes e significativas realizações, deliberadamente omitidas por grande parte da mídia nacional. O seleto grupo de ministros, escolhidos pelo Presidente Bolsonaro sob o rigor dos critérios de competência, vem surpreendendo, não apenas os brasileiros, mas, sobretudo, os analistas internacionais, recolocando o País nos trilhos da ordem e do progresso. Menção especial merece o fecundo trabalho que vem sendo desenvolvido pelos Ministérios da Economia, da Infraestrutura e da Educação e Cultura, este através de um destemido e hercúleo esforço visando à desativação do verdadeiro aparelhamento ideológico implantado, em especial, nas escolas e universidades, muito mais preocupadas em formar ativistas militantes do que transmitir conhecimento. Indubitavelmente, muito mais poderia ter sido feito não fora os atos de verdadeira sabotagem de grande parte dos parlamentares integrantes do Congresso Brasileiro, envolvidos com a corrupção e investigados pela Operação Lava Jato, com o apoio escancarado da maioria dos ministros da Suprema Corte e poderosos órgãos da mídia nacional. Tais conquistas mudaram a cara do País, despertando o senso de patriotismo e a autoestima dos brasileiros e, acima de tudo, o respeito e a confiança das grandes potências internacionais. Verdades incontestes que alguns grandes órgãos de comunicação do País, cooptados a custo de milhões de reais surrupiados do erário pelos governos anteriores, tentam encobrir e/ou desmentir. Só não estão satisfeitos com o novo Brasil que surge os integrantes dos partidos de esquerda, que têm no líder maior do PT, o condenado em segunda instância pela Justiça Brasileira Luís Inácio Lula da Silva, a figura do “poderoso chefão”, a quem seguem alienadamente. Até os dias atuais, se recusam em aceitar e respeitar a escolha da esmagadora maioria do eleitorado brasileiro que elegeu o Presidente Bolsonaro, correspondente a quase 60% dos votos válidos. Quanta diferença…!  Quando Lula e Dilma foram eleitos, mesmo diante de fortes suspeitas de fraudes na eleição dessa última para um segundo mandato, os eleitores derrotados não saíram às ruas para queimar pneus ou depredar patrimônios públicos e/ou privados. Muito menos se organizaram para sabotar as ações do novo governo. Todos retornaram ao trabalho, torcendo e lutando por um Brasil melhor. Incapazes de enfrentar um debate com equilíbrio e suporte nas ideias, os políticos da esquerda brasileira apelam sistematicamente para a mentira, a provocação, a ofensa e a intimidação, num esforço estéril de destruir a realidade dos fatos. Suas ações revelam, a cada dia, que nenhum compromisso têm para com a Nação Brasileira. Pelo contrário, além de sabotar as ações necessárias à recuperação dos graves danos causados pelos seus próprios governos, vêm se colocando explicitamente ao lado de ditaduras despóticas ainda existentes, muitas delas por eles financiadas com o dinheiro desviado criminosamente dos bancos públicos do país.  Blindados por uma imunidade parlamentar incompreensível e obscena, acrescida de um arcabouço legal frágil e do aparelhamento da Suprema Corte Brasileira, seus crimes vêm sendo encobertos aos olhos do povo e ao crivo da Justiça, mas que não estão escapando aos poderosos tentáculos da Operação Lava Jato. Incompreensivelmente, grande parte dos brasileiros -dentre os quais muitos “intelectuais” e artistas- continua acreditando no discurso reacionário e mentiroso do condenado Lula, sonhando com o retorno do PT ao poder. Ao que tudo indica, não conseguem mais pensar com a própria cabeça, ou por uma questão de identidade e sintonia ou, ainda, por se tratar de hipnose coletiva, engendrada em algum sítio sombrio do astral planetário. Desconsideram desavergonhadamente que durante os governos petistas três presidentes, cinco secretários, três tesoureiros, os líderes da Câmara e do Senado do aludido partido foram presos, assim como os presidentes da Petrobrás, da Eletrobrás, da Nuclebrás, dos Correios, da Valec, da CEF, do BNDES e muitos outros afiliados. Mas, está escrito: “nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia” (Marcos 4:22). Nesse auspicioso dia veremos todos esses inimigos internos se curvando diante da JUSTIÇA, aquela que pode tardar, mas nunca falha. E nesses tempos de Ascensão Planetária, as coisas estão indo muito depressa!

O Parasita e as questões políticas

As questões políticas e o Parasita, e, na sociologia das relações internacionais, o segredo está na propaganda — arma preferida dos estados totalitários — que se estabelece, como estratégia do Estado, para alcançar um objetivo que se manifesta imperceptível. Quando povos com origem comum se separam por questões políticas – as Antigas Alemanhas Ocidental e Oriental ; as Coréias do Norte e do Sul; e as Irlandas do Norte e o Eire – o sentimento de autodeterminação dos povos não é vencido pelas fronteiras políticas. As distâncias da tecnologia, do conhecimento, da qualidade de vida, da representatividade no mundo não foram suficientes para criar um cisma entre os povos alemães ocidentais e orientais. O mesmo se pode dizer dos povos irlandeses, apesar da violência religiosa, da submissão à Coroa Inglesa e da submissão política, econômica e social ao Reino Unido, as cores, as tradições e o sentimento de pertença ainda coabitam entre os cidadãos da Irlanda do Norte e do Eire que faz parte da Zona do Euro. Não diferente, mas ao mesmo tempo assimilando as características das Antigas Alemanhas e das Atuais Irlandas, as Coréias passam por um momento crucial no sentimento de pertença dos seus povos. As barreiras, por questões políticas, entre as duas Coréias vão aos poucos sendo transpostas com o objetivo de coesão social e de reaproximação entre os povos. Uma questão estratégica, neste momento, traz à tona uma hipótese de coesão dos povos calcada no sentimento de pertencimento comum aos povos das Coréias do Sul e do Norte. O sentido de autodeterminação dos povos coreanos, neste momento histórico, recebe um impulso particularmente propício, um impulso que contempla a projeção de um povo aos auspícios de inserção num mundo de glamour, num mundo que não apenas projeta, mas sobretudo, distingue a capacidade do povo coreano em oferecer ao mundo uma alternativa cultural. A articulação atende aos interesses da geopolítica internacional, as questões políticas se valem das estratégias, próprias dos pensadores e, sobretudo, iguais as reveladas em O Parasita, filme vitorioso no Oscar de 2020.

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