INTERNET, REDES SOCIAIS E OS LIVRES PENSADORES
Nunca, como nos tempos hodiernos, tem sido importante a efetiva participação, em todos os setores da vida social, de pessoas dotadas de senso crítico (que não se confunde com criticismo mórbido), capazes de pensar com a própria cabeça. Sobretudo, a partir do advento do que hoje vem sendo denominado como Sociedade da Informação, integrada pela Internet e as poderosas redes sociais que, simplesmente, pulverizaram o monopólio da informação, há décadas controlado pela grande mídia. O papel preponderante das citadas redes na eleição do presidente norte-americano, Donald Trump, foi superado pela emblemática eleição do presidente brasileiro, Jair Messias Bolsonaro, nas eleições majoritárias de outubro de 2018. Mesmo dispondo de ínfimos oito segundos de tempo na televisão e limitados recursos financeiros, o candidato Bolsonaro superou seu adversário, que dispunha do apoio maciço da grande mídia brasileira e expressivo suporte financeiro, divulgando suas propostas e programas de governo com o uso inteligente das redes sociais. Foi eleito com quase 70% dos votos válidos, na mais barata campanha presidencial do Brasil. Todos os esforços desenvolvidos pela grande mídia nacional, inclusive com a disseminação inescrupulosa de Fake News (notícias falsas), no intuito de desmoralizar e desacreditar o candidato vencedor, não foram capazes de neutralizar a eficácia do trabalho desenvolvido nas redes sociais. Com a Internet e as mencionadas redes estabeleceram-se novos padrões culturais e de sociabilidade, de produção e divulgação de informações, em que as notícias circulam entre os usuários, em tempo real e sem intermediários, onde quer que cada um esteja. Podemos destacar, nesse alvissareiro episódio, quatro aspectos fundamentais que, na nossa ótica, sinalizam o início de um novo tempo na divulgação das informações em particular, e nas campanhas políticas em geral, no território brasileiro: Inquestionável enfraquecimento das grandes mídias e do seu poder de manipulação das informações e da “opinião pública”. A situação falimentar do jornalismo autêntico, comprometido e deturpado, tendenciosamente, pelos órgãos da grande imprensa, a troco de benesses de grupos políticos que detêm o domínio do poder temporal. Sensível redução dos custos financeiros das campanhas políticas, sempre bancados pelo erário. Aumento do despertar dos “livres pensadores”. Inquestionavelmente, este último se destaca, segundo a nossa modesta compreensão, como o principal fator a indicar uma profunda transformação da sociedade brasileira que, no exercício e manifestação do pensamento independente deixa, cada vez mais, de ser simplesmente “massa de manobra”. Imperativo alertar, no entanto, que a liberdade criada pela Internet e as redes sociais abriu espaço enorme a um novo tipo de manipulação, muitas vezes sutil e de difícil identificação: a sofisticada elaboração e disseminação das tão alardeadas Fake News, capazes de construir, modificar ou destruir; de confundir, desorientar ou induzir os mais incautos. De qualquer forma, o livre pensar é libertador, conforme nos asseverou, há mais de dois milênios, o inolvidável Rabi Galileu: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32), o que revelou a sua preocupação em lutar, na sua jornada messiânica, contra esse grande mal que ainda assola a nossa sociedade: a ignorância. Avante Brasil!
Pedra fundamental à educação brasileira
No Campo de Marte, nessa terça-feira, com a presença de ministros civis e militares e outras autoridades paulistas, foi lançada nova pedra fundamental à educação brasileira. Ali serão edificadas as instalações do 14º Colégio Militar de São Paulo (CMSP), unidade educacional destinada aos dependentes de militares, policiais e bombeiros-militares e civis. O acesso à nova escola, dar-se-á pelo critério da meritocracia, na palavra de Jair Bolsonaro, Presidente do Brasil, conforme o video anexado nesta postagem. Entre as autoridades que prestigiaram aquela solenidade cívico militar, encontrava-se atriz Regina Duarte, Secretária Especial de Cultura do governo Bolsonaro. Na foto acima, Regina Duarte, a simpaticíssima atriz e legítima representante da cultura brasileira, aparece ladeada pelas autoridades do primeiro escalão do executivo e do parlamento brasileiros. A importância do marco educacional ora inaugurado sinaliza a certeza de ratificar compromisso, com a educação de crianças e adolescentes, assumido pelo governo Bolsonaro. Firmado na vitoriosa conquista alcançada pelas escolas de ensinos Fundamental e Médio, afiliadas ao consistente sistema militar de ensino. Esse, tem-se consolidado, entre as melhores escolas brasileiras. Os resultados dos exames avaliativos dos citados ensinos, conforme ressaltado pela Agência Brasil, mostram que, nas primeiras posições do ranking estudantil, encontram-se os alunos da unidades educacionais mantidas pela união, nos colégios militares, e, nas unidades federativas, nos colégios Tiradentes e/ou das polícias militares. Dias melhores chegarão para as pessoas, com a nova pedra fundamental à educação brasileira, especialmente, pais, crianças e adolescente que vivem na região onde funcionará, brevemente, a nova unidade educacional. Fonte das fotos de capa, 1 e 2
NÃO SÃO AS ARMAS QUE MATAM
A questão do desarmamento da população, instituído no Brasil em 22 de dezembro de 2003, pelo Estatuto do Desarmamento (Lei Federal 10.826), é assunto extremamente controverso, dividindo a opinião pública em dois lados opostos: os que a aplaudem e apoiam e os que a condenam e desaprovam. Os primeiros, por acreditarem que a principal causa da violência e do aumento dos crimes contra a vida são as armas de fogo. Os segundos, ao negarem esse vínculo causal, acrescentam que o desarmamento deixou o cidadão de bem ainda mais vulnerável e exposto à sanha da criminalidade violenta, esta sim, a principal responsável pelo assustador índice de assassinatos registrados no País. Entre os que condenam o aludido estatuto, há os que consideram, ainda, que o desarmamento da população foi medida adotada por regimes ditatoriais e genocidas no passado, em diversos países, como medida de reduzir a capacidade de reação/resistência do povo. Registros históricos nos revelam, de fato, episódios que sustentam o posicionamento desses últimos. O “Decálogo de Lênin”, inserto no livro O Pensamento Vivo de Lênin (Paulo Tortello/1987) recomendava, em um dos seus mandamentos, o seguinte: “Procure catalogar todos aqueles que possuem armas de fogo para que sejam confiscadas no momento oportuno, objetivando dificultar ou impossibilitar qualquer resistência ou reação”. O líder supremo do Partido Comunista Chinês, Mao Tse-Tung, é outro exemplo que pode ser citado. Ao definir a política do partido sobre armas de fogo, consta ter estabelecido o seguinte: “O verdadeiro poder político emana do cano de uma arma. O Partido Comunista deve comandar todas as armas. Dessa maneira, nenhuma arma comandará o Partido”. Impossível abordar essa temática sem trazer à nossa reflexão o que diz a lei maior do País, a Constituição Federal, em seu Artigo 5º – Dos Direitos e Garantias Fundamentais: “Art 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: Inciso XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial; Inciso XXII – é garantido o direito de propriedade.” Fundamenta-se aí, no nosso modesto entendimento, a segurança jurídica para que todo cidadão brasileiro lance mão dos recursos necessários, com a moderação que a lei recomenda, para proteger, não apenas sua vida, mas a de seus familiares assim como a sua propriedade, na medida em que o Estado se torna incapaz de prover, com eficiência e eficácia, a segurança pública, conforme preconizado na CF, em seu artigo 144. No Brasil, os números da violência e da criminalidade, sobejamente divulgados pela mídia nacional e pelos órgãos de Defesa Social revelam, com clareza insofismável, que o Estado não está conseguindo conter o seu avanço. Sobretudo no que diz respeito à posse de armas de fogo. Basta ter dinheiro que, sem muito esforço, consegue-se comprar uma nova do tipo, marca e/ou calibre que desejar. Aí está o Crime Organizado a nos demonstrar, diuturnamente, essa realidade em ações cada vez mais ousadas de assaltos a bancos, carros fortes, invasão de fazendas etc, ostentando armamento de guerra capaz, inclusive, de abater aeronaves. Para o grande número dos que são contrários ao Estatuto do Desarmamento essas são as principais justificativas para que todo o cidadão tenha a posse de uma arma de fogo. Obviamente, desde que satisfaça e se enquadre dentro de critérios rígidos de controle, cuja posse não se pode confundir com o porte da arma, posição com a qual comungo. Um dos argumentos dos que aprovam a mencionada lei é que as armas de fogo existem “para matar”. Já os que são contrários à lei, ressaltam que as armas de fogo são recursos para a “defesa” do cidadão de bem. Ao discordar dos primeiros, destaco que não são as armas que matam, mas o ser humano. Mesmo porque armas são objetos inanimados, instrumentos de que a vontade humana se serve para a prática do bem ou do mal. A decisão de matar, ou não matar, é um ato de escolha pessoal. Quem decide por matar, o faz com uma arma de fogo, uma arma branca, um pedaço de pau ou ferro, com uma pedra, usando fogo ou veneno ou, simplesmente, com as próprias mãos. Um cidadão de bem que tem a posse de uma arma de fogo e a deixa guardada, em segurança, dentro de seu domicílio, ela jamais causará ferimentos em alguém. Será tão somente um recurso extremo de defesa de que poderá lançar mão, se assim o desejar, em face de grave e injusta ameaça. Não percebo a posse de armas de fogo como responsável pelo elevado índice de violência e criminalidade de uma sociedade. Israel, com uma população de pouco mais de oito milhões de habitantes, cerca de 140.000 têm, não apenas a posse, mas também o porte de arma de fogo, número este que o governo israelense deseja dobrar como medida para aumentar a segurança dos cidadãos daquele pequeno País. Lá os índices de violência e criminalidade são extremamente baixos. Entendo, finalmente, que os elevados índices de violência e criminalidade de uma sociedade têm como causas maiores, intrínsecas ao ser humano, a corrupção, a índole violenta, o egoísmo, a intolerância, a ganância e o instinto de maldade. Situação esta potencializada pela fragilidade do Código Penal, da Lei das Execuções Penais e de um Sistema de Persecução Criminal deficiente, geradores de impunidade e da sensação de que, no Brasil, o crime compensa.
Como emitir uma opinião correta?
Aguarde alguns minutos para emitir uma opinião correta. Tenhas certeza de que todos os elementos necessários, à formulação de uma opinião correta, se complementam com as hipóteses possíveis. Se , depois validam-na como opinião correta, esperada e manifesta. A resposta certa é fruto de um conjunto de validações passadas e que no presente podem não ser suficientes para, de forma convicta, demonstrar que uma opinião correta é a mais adequada. A resposta é um conjunto de probabilidades que não encontra um pensamento uníssono. Depende da carga de Conhecimentos pretéritos que cada pessoa acumula ao longo da vida e por consequência a interpretação da resposta não encontra um raciocínio integral. É uma lógica condizente com o ambiente de cada pessoa. Ao confrontar a resposta com a pergunta, sem sombras de dúvidas, devemos primeiramente saber se a pergunta é a mais coerente, se realmente temos a pergunta certa. Encontrar a pergunta certa é o passo principal que nos direciona à opinião correta. Antes de se prestar a analisar a pergunta colocada, as hipóteses de Conhecimento, o ambiente que se vive e o que realmente nos faz ter certeza da pergunta, é necessário ter a percepção adequada dos elementos de validações da pergunta, é preciso ter paciência para ouvir, ter paciência para compreender os elementos de dúvidas alocados pelo interlocutor, ter paciência para descartar pontos nebulosos que desqualificam a pergunta ou os propósitos dela. Antes de emitir uma opinião correta, faz-se necessária a convicção de que ela é adequada, necessária, pertinente e compatível com os seus elementos de valor, moral e ética. Uma opinião correta que não se prende às convicções podem carregar elementos de anomia e desconstruir a imagem construída ao longo de toda uma vida. Sede paciente.
RODA DE INQUISICÃO
O programa Roda Viva, da Tv Cultura, teve na noite do dia 20 de janeiro do corrente ano a sua maior audiência dos últimos 18 anos, quando foi entrevistado o Exmo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. O anúncio do programa, que marcou a estreia de sua nova âncora, a jornalista Vera Magalhães, gerou grande expectativa na população brasileira, como não poderia deixar de ser. Afinal, seria entrevistado um dos principais ministros do governo Bolsonaro e 10º colocado entre as 50 personalidades mais influentes do mundo, pela lista Bloomberg. O único brasileiro a integrar a mencionada lista A nova jornalista dirigente do programa registra em seu currículo passagens pelo jornal Folha de São Paulo, revista Veja, sendo hoje colunista do jornal “Estadão”, todos de ideologia esquerdista e ferrenhos opositores ao governo Bolsonaro, ao qual vêm atacando de todas as formas, com a divulgação sistemática de notícias falsas (fake News), exercitando um “jornalismo” inescrupuloso, próprio dos órgãos da Imprensa Marrom. A formação da bancada de entrevistadores não poderia ser mais tendenciosa, integrada pelos jornalistas Leandro Colon, Diretor da Sucursal da Folha de SP em Brasília, Andreza Matais, Editora Executiva do jornal Estado de SP, Alam Gripp, Diretor de Redação do jornal O Globo, Felipe Moura Brasil, Diretor de Jornalismo da Rádio Jovem Pan e Malu Gaspar, representante especial da Revista Piaui, todos manifestamente simpatizantes com o ideário esquerdista. Para os que alimentavam expectativas de um programa rico em informações relevantes e de elevado jornalismo, oposto ao que vem sendo apresentado pela grande mídia nacional, a decepção veio logo na abertura. Afinal, o próprio currículo da nova âncora do programa já sinalizava tal resultado. Vera Magalhães abriu o programa com a apresentação do entrevistado, inserindo nos seus comentários observações pessoais, no nosso entender, inteiramente impertinentes e inoportunas sobre o ministro. Na sequência, ao apresentar sua pergunta, não encontrou outro assunto a não ser rebuscar e cobrar esclarecimentos já amplamente expostos pelo Ministro Moro, sobre o desacreditado episódio da “Vaza Jato”. Já direcionava, assim, o que viria na sequência. Todos os demais entrevistadores não conseguiram ver importância nas significativas reduções nos principais índices de criminalidade violenta, no endurecimento do combate ao narcotráfico e contrabando de armas, no aumento considerável na apreensão de drogas, na aprovação do Pacote Anticrimes, entre outras conquistas. O que os telespectadores puderam assistir foi um verdadeiro “tribunal de inquisição”, em que a maioria dos entrevistadores, se pautou pelo desrespeito, provocação e intimidação, destilando ódio nos olhares, requentando desgastadas e forçadas acusações, que nenhum brasileiro, verdadeiramente patriota, cansado de ouvir, nunca acreditou. Excluímos dessa postura o jornalista Felipe Moura Brasil que, embora se conduzisse respeitosamente, se limitou a fazer breves perguntas sobre a teratológica aprovação da lei que criou a figura do Juiz de Garantias (um jabuti inserido no Pacote Anticrime do Ministro Moro pelo PSOL), cuja vigência já foi suspensa “sine die”. Pelo Ministro do STF, Luiz Fux. Um verdadeiro e deprimente show de incompetência e decadência, suportado com serenidade, equilíbrio e autoridade pelo ilustre entrevistado. Uma vez mais, o povo brasileiro assistiu o verdadeiro jornalismo sendo vilipendiado pelos principais órgãos da imprensa, envenenados pela ideologia marxista e a corrupção, transformando-se numa das instituições mais desacreditadas do país. Inegável a importância de uma imprensa séria e compromissada com a integridade das informações, para a consolidação dos regimes democráticos. Lamentavelmente, não é o que vem ocorrendo no Brasil nas últimas décadas. Mancomunados com o projeto criminoso do poder, arquitetado pelo PT, a troco de milhões de reais desviados criminosamente dos cofres públicos, importantes órgãos da mídia vem prestando verdadeiro desserviço à Nação Brasileira, cujos danos e consequências são impossíveis de se mensurar. Diuturna e sistematicamente, estamos assistindo essa banda doentia da imprensa brasileira atuando e torcendo contra o sucesso do país por se recusar em aceitar a eleição de Bolsonaro à Presidência da República, contra o qual vem promovendo as mais insidiosas campanhas difamatórias. Mais do que isso, vem desvirtuando e sabotando descaradamente os projetos promissores e as grandes conquistas do novo governo, sobejamente demonstradas pela realidade fática. Não obstante, todo esse esforço foi destroçado pelas redes sociais que, divulgando em tempo real as realizações do governo, decretaram o fim do monopólio das informações, até então sob o domínio e manipulação da grande mídia. A verdade nos mostra, cada vez mais e de forma cristalina, que o inconformismo dessa parte podre da mídia nacional decorre da perda de bilhões de reais anuais com que foram cooptados para apoiar e encobrir os crimes cometidos pelos governos petistas, que causaram ingentes sofrimentos ao povo brasileiro e jogaram o país à beira do abismo. Indubitavelmente, a atuação nefasta dessa Imprensa Marrom não escapará ao escrutínio e julgamento popular o que, ressalte-se, já começou, conforme sinalizam os resultados de pesquisa recente do Data Folha que revelou que apenas 24% dos entrevistados acreditam na imprensa brasileira. Não sentiremos nenhuma falta dela. Vídeo da entrevista publicado pelo YouTube.
O Encanto das Catedrais.

Quando se confrontam duas posições antagônicas temos uma certeza e uma verdade: a certeza é que uma delas está equivocada; e a verdade é que as duas podem estar erradas mas, nunca certas. Viver por entre catedrais é uma oportunidade única de conviver com o conhecimento, de gratuitamente usufruir da carga maravilhosa de infinitas contemplações do saber, do apreender, do reter, aquilo que os olhos decodificam num relance, num piscar e num segundo ver se transformar em prazer. Viver por entre catedrais não é falar de religião – pode-se até mesmo se falar em religião, não em fé – mas na capacidade de se Ordenar e disponibilizar a avidez do saber, do interpretar, de fechar os olhos e imaginar o que o Mestre se propôs a transmitir e ao abrir os olhos se maravilhar. Viver por entre catedrais não é uma oportunidade aleatória, mas uma escolha consciente de quem se propõe a ouvir, a se espantar com o amor que tudo constrói. Uma característica do ouvinte, do pensante, do caminhante – que por entre estantes, mesas, tablados, paredes, tetos, portas e janelas – encontra a lógica estruturante do pensamento. Viver por entre catedrais é encontrar o mestre por entre palavras e não o guia que se forma para fazer maravilhar as belezas dos arranjos, das frases pontuadas – que buscam encantar. Encontrar o Mestre é a oportunidade de compreender que o arranjo é aleatório e que o importante é saber ouvir, deixar falar, compreender o ambiente e sobretudo esperar pela próxima informação, como a noite espera pelo dia – um novo ensinamento. Viver por entre catedrais não precisa ser em Notre Dame, nem no Louvre ou na Sé de Braga. Muito menos na Biblioteca Pública de Nova Iorque e nem mesmo no Oceanário de Lisboa. Viver por entre catedrais pode ser bem pertinho, sugiro uma catedral onde o Mestre vai te proporcionar uma essência de vida, um prazer pela última flor do Lácio, quase ao seu lado, escutando os corações e falando de Camões. Se tiveres tempo visite essa Catedral ela é na minha cidade natal e o seu nome é Espaço Camões, na Rua Pedro Simão Vaz, 217 – Bairro Jardim dos Anjos. Bom Despacho-MG.
O mundo no “caça palavras”.

O mundo no “caça palavras” foi uma forma de The Economist simbolizar (foto abaixo) as condições possíveis para o ano de 2020 e a Terceira Década deste Século XXI. As frases e palavras visualizadas mostram “o mundo em 2020′; “Trump”; “Brexit”; “AI”; “Taito”; “Tokio”; “Marte”; “Clima”; “XI”; “Recessão”; “MODI”; “EXPO”; “SDGS”; “BOND”; “Beethoven”; “Visões”; “Biodiversidade”; “RATNPT”; “WAR”; “REN”; “Raphael”; “Nighting Ale” e “Russia”. Porém, qual será o real significado, e o porquê, de cada uma das palavras e do conjunto delas? “O mundo em 2020” tem certamente uma simbologia caracterizada pelas cores ora destacadas. Os dois primeiros dígitos foram grafados na cor vermelha; os dois finais na cor verde. A mensagem das cores estão relacionadas aos eventos específicos que são simbolizados por elas, ou ao conjunto dos elementos? De igual modo, o termo “Visões”, associado ao “mundo em 2020” e aos demais episódios/eventos, foi grafado, na cor vermelha, evidenciando a palavra visão. Será um alerta, aos desavisados, de que o centro de controle amplia, cada vez mais sua visão, ilimitada aos espaços, até então, considerados limitados, íntimos, privados? A temática — “Trump”; “Brexit”; “AI”; “Taito”; “Tokio” e “Marte” — ocupará consideráveis espaços midiáticos, neste ano de 2020. O conjunto de episódios/eventos demonstra associação entre eles, sejam os políticos (impeachment do chefe do executivo norteamericano); tecnológicos (corrida da utilização funcional de Inteligência Artificial); entretenimentos (produção e distribuição de jogos eletrônicos); esportivos (Jogos Olímpicos de Tóquio) e/ou espaciais (Ações ampliadas na busca da conquista de Marte). Cada um deles constitui palco de disputas acirradas. Quem vencerá a corrida ora programada? Há posicionamentos que destacam o BR (Sigla do Brasil), colocado após o nome do presidente dos Estado Unidos e antes de Brexit. A corrida ambientalista está simbolizada pelos termos: “Clima”; “XI”; “EXPO” e “SDGS” e “Biodiversidade”. Quem é o “XI”, será o Líder Político da China? Ou, talvez, ao décimo primeiro OBJETIVO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, que é Tornar cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Os eventos “EXPO“; “SDGS” compõem a agenda sobre a “Biodiversidade” mundial. Chamam atenção, outros três conjuntos de termos com alguma relação entre si. O primeiro, constituído pelos nomes “Bond”, “Beethoven” e “Raphael”. Bond é criação inglesa do homicida com permissão para eliminar lideranças honestas e desonestas que se posicionam contrárias ao centro de controle. Qual será a bola da vez? Alguém, dentre os citados no caça palavras? O “trabalho” daquele homicida é perfeito, do ponto de vista da execução. Não deixa qualquer rastro capaz de indicar alguma autoria. Neste ano, serão comemorados, respectivamente, em 6 de abril, o 500º aniversário da morte do pintor italiano Raffaello Sanzio da Urbino; e, no dia 17 de dezembro, o 250º aniversário de Ludwig van Beethoven. No segundo, o destaque é para os termos “Recessão” e “MODI”. O primeiro é retratado numa realidade indesejável, presente nos cenários dos países considerados, outrora, prósperos com boas condições à sua população. Tem-se repetido, aqui, ali e acolá. Nos anos de 2015 a 2018, foi a realidade vivenciada pelo povo brasileiro. De igual modo, reflexos de dificuldades, têm sido observadas em várias localidades do mundo, evidenciadas em mobilizações e manifestações. O papel da Índia, na contextualização conflituosa mundial, dentre outros, é lembro pelo nome de “MODI”, uma das importantes liderança indiana? No terceiro, o que dizer dos termos “WAR REN” ou “WARREN”;”Nighting Ale” e “Russia”? Se for WARREN, quem será? O terceiro homem mais rico do mundo (Warren Buffet) liderará o ranking, em 2020? Ou a senadora, política e jurista, Elizabeth Warren, enfrentará e vencerá Trump, nas eleições à Presidência dos Estados Unidos. Destaca-se, ainda, que, na nona edição do Oxford Advanced Learner’s Dictionairy (OALD), o termo war refere-se a “guerra de tudo”; ren é a sigla de enfermeira registrada, e, Nighting Ale, seria alguma referência à Florence Nightingale? Esta, no citado dicionário é assim destacada: (1820-1910) an English nurse who became famous for her work during the Crimean War. In spite of a lot of opposition from army officials, she greatly improved the conditions of military hospitals and reduced the numbers of soldiers dying of disease. She used to walk round the hospital beds at night with her lamp, comforting the patients, and so became known as the ʼLady of the Lampʼ. Later she ran a campaign to change the British hospital system and improve the training of nurses. In 1907, she became the first woman to receive the Order of Merit. Não se encontrou explicação plausível para os termos: “RATNPT”. Talvez, seja “RAT” (Rato ou causador de pragas, segundo o OALD) e “NPT”. Há outras referências sobre a palavra “DOR”
409 alunos concluíram o Ensino Médio, nos Colégios Tiradentes da PMMG, na RMBH.
A Polícia da Militar de Minas Gerais (PMMG), por meio da Diretoria de Educação Escolar e Assistência Social (DEEAS), registrou, em sua magnífica história, mais um evento grandioso. Na manhã do último sábado (14), no Estádio Jornalista Felipe Drummond (Mineirinho), foi realizada uma solenidade cívico-militar, quando 409 alunos concluíram o Ensino Médio, nos Colégios Tiradentes da PMMG, da Região Metropolitana de Belo Horizonte. A DEEAS, sob a Direção do coronel Welerson, e os CTPM, sob o comando da tenente-coronel Ana Paula, são unidades do Sistema de Ensino da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Responsabilizam-se pela direção intermediária e a execução dos Ensinos Fundamental e Médio, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), mediante as unidades localizadas nos municípios de Belo Horizonte (Argentino Madeira, Avelino Camargos, Gameleira, José Mauro de Vasconcelos, Minas Caixa e Nossa Senhora das Vitórias); de Betim e de Vespasiano. O início do cerimonial policial-militar, na presença dos convidados, foi marcado pela entrada dos alunos ao local central daquele anfiteatro, sob os acordes da canção “Fibra de Herói”, numa esplendorosa apresentação da Fanfarra do Colégio Tiradentes. Em seguida, a major Regiane, subcomandante dos CTPM, prestou o anúncio regulamentar ao coronel diretor da DEAAS, a fim de iniciarem a solenidade. Seguiram-se, então os atos solenes da seguinte programação: Momento solene em homenagem aos veteranos da PMMG, quando a Banda de Música executou o exórdio e o toque de presença do veterano mais antigo. Assim, ao sargento Manoel Pessoa de Holanda, foi prestada a continência dos militares presentes e do coronel Welerson Conceição Silva; Colocação pelas madrinhas e padrinhos dos distintivos de formatura aos alunos, coroando o êxito alcançado durante o período escolar; Premiação dos seguintes alunos que se destacaram na conclusão do curso: Gabriel Freitas D’aquino Filocre – CTPM/Argentino Madeira; Júlia Rodrigues Vasconcelos Bandeira – CTPM/Avelino Camargos; Júlia Ellen Silva Gonçalves – CTPM /Betim; Vitória Campos Carvalho – CTPM/José Mauro de Vasconcelos; Maria Eduarda Adams Andrade – CTPM/Gameleira; Leise Vilas Novas Rodrigues – CTPM /Minas Caixa; Kamilah Santos – CTPM/Nossa Senhora das Vitórias e Laura Marques Vilela – CTPM/Vespasiano; Compromisso dos alunos que concluíram o Ensino Médio foi conduzido pelo aluno Daniel Lucas da Silva Rocha, na presença dos convidados; Homenagens especiais aos pais, paraninfo e aos coronéis Welerson e Filgueiras; Discurso do paraninfo dos formandos Deputado Federal Subtenente Gonzaga, destacando a emoção daquele momento singular na sua vida e na dos formandos e familiares, reafirmando seu compromisso de continuar apoiando, por meio das emendas parlamentares, o Colégio Tiradentes. O evento cívico-militar foi encerrado, marcando um dos momentos mais singulares da solenidade. Foi quando a tenente-coronel Ana Paula, comandante dos CTPM da RMBH comandou o último “fora de forma“. Em seguida, os alunos que concluíram o Ensino Médio iniciaram movimentos de “ordem unida”, formando a Bandeira de Minas Gerais, e, no último ato solene, entoaram o brado de honra do Colégio Tiradentes. Fonte: PMMG e FaceBook do CTPM.
O Portão das Armas da Academia da Polícia Militar Mineira é um Pórtico Colonial

Ao longo dos anos muitas pessoas passaram e continuam a passar pela Rua Diabase, no bairro do Prado, em Belo Horizonte e não se dão conta do Pórtico edificado para celebrar os 100 anos da Independência do Brasil. O Portão das Armas da Academia de Polícia Militar é um marco incorporado ao patrimônio da Capital das Alterosas. Foi edificado durante o Governo de Afonso Vaz de Melo, à frente da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte; quando o Governador do Estado de Minas Gerais era Arthur Bernardes e o Presidente da República Epitácio Pessoa. O Pórtico edificado no Prado Mineiro, no ano de 1922, ano do Centenário da Independência do Brasil, é uma manifestação de um estilo de época da arquitetura portuguesa denominado “Estilo Colonial” presente nas colônias portuguesa e adotado em alguns locais da Metrópole. As linhas geométricas e os azulejos azuis emprestam caráter ao estilo arquitetônico que se multiplicou por todas as possessões portuguesas pelo mundo e ganha significativa expressão no início do século XX com uma apurada maturação que vai encantar os arquitetos em Portugal e particularmente no Brasil. Um Pórtico tinha diversas funções nas cidades – historicamente abundavam nas Cidades-Estados Européias e nos Coutos de Portugal – nos séculos XVI a XVIII era o local onde se dava o controle de fronteiras; acontecia a tributação dos produtos que entravam e saiam das muralhas das cidades e por onde passavam as tropas militares nas derrotas e nos triunfos. O Pórtico do Prado Mineiro edificado para as Comemorações dos 100 anos da Indepedência do Brasil, teve um significado muito importante – já distante da concepção original dos séculos XVI a XVIII – que foi galardoar as pessoas que participaram da Feira dos 100 anos da Independência do Brasil, transpor o Pórtico do Prado Mineiro e ser parte da Feira era um privilégio e uma responsabilidade institucional para com a República. Naquela época a posse dos novos Prefeitos e Governadores se dava no dia 07 de Setembro e a posse do Presidente da República se dava no dia 15 de Novembro. Assim, no dia 07 de Setembro de 1922 Flávio Fernandes dos Santos assumiu a Prefeitura de Belo Horizonte e Raul Soares de Moura o Governo do Estado de Minas Gerais, tendo como vice-governador Olegário Maciel. O Presidente da República que tomou posse em 15 de Novembro foi Arthur Bernardes, o ex-governador de Minas Gerais. Obviamente que não estava, sobre a disponibilidade da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, o espaço onde hoje temos o Pórtico e que nem tampouco o atual Portão das Armas da Academia de Polícia Militar se presta ao objetivo inserido na sua concepção. Mas, independente disso, como nas palavras do Coronel Idimar Vilas Boas, o Portão das Armas da Academia de Polícia Militar presta-se a nos lembrar que: “ A grandeza da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais também foi feita pelo sangue dos que tombaram envergando a sua farda e sobre a sombra da Bandeira do Brasil”. Tanto o Pórtico edificado no Prado Mineiro em Belo Horizonte – MG, no ano de 1922, como um prédio que está localizado na cidade de Aveiro em Portugal, edificado no início do século XX, nos remetem claramente ao conceito de estilo arquitetônico aqui abordado, não permitindo qualquer especulação que tenha o condão de divagar sobre o tema. As fotos que se seguem, sobre ambas edificações, falam por sí.
117° aniversário de Carlos Drummond de Andrade.
No Doodle da Google, neste 31 de outubro de 2019, há, conforme figura destacada acima, justa homenagem, pois seria o 117° aniversário de Carlos Drummond de Andrade. Ícone entre mais respeitáveis produtores da literatura brasileira e um dos mais destacados poetas de nossa pátria, no Século XX, o mineiro de Itabira faleceu em 17 de agosto de 1987. Ainda no princípio do século passado, Drummond marcou sua estreia grandiosa, no movimento do modernismo brasileiro, com produção literária riquíssima, reconhecida nas “características do seu tempo”, informa Carolina Marcello, mediante o “uso da linguagem corrente, temas do cotidiano, reflexões políticas e sociais.” Mas, o 117° aniversário de Carlos Drummond de Andrade, aqui, lá e acolá, deve ser lembrado, principalmente, pela riqueza poética de seus poemas. A despeito de o tempo passar, as questões centrais, vivenciadas, no dias atuais, pelos leitores drummonianos, foram descritas, anteriormente, pelo admirável poeta. Sua poesia fala de vida nas grandes metrópoles, onde se vive, na maioria das vezes, de memória, numa solidão infindável, em meio aos burburinhos marcantes das pessoas e comunidades. Firme na convicção de que “escrever é cortar palavras”, a lembrança do poeta literato é comemorada de muitas formas e maneiras, a exemplo do que se publicou nesse 117° aniversário de Carlos Drummond de Andrade. Todas falaram de seus feitos inesquecíveis, com jeito leve e suave de contar momentos expressivos, muitas vezes pessoais, porém parecidos com os experimentados pela maioria dos seus leitores. Quem nunca teve uma pedra no meio do caminho? No dia do 117° aniversário de Carlos Drummond de Andrade, vale a pena relembrar! No Meio do Caminho Veja a recitação do poema em várias línguas. Com as informações buscadas em 1 e 2.
