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Causas e consequências

A Amazónia querida apresenta-se aos olhos do mundo com todo o seu esplendor, o seu drama e o seu mistério. Deus concedeu-nos a graça de a termos presente de modo especial no Sínodo que se realizou em Roma de 6 a 27 de outubro de 2019, concluindo com o Documento Amazónia: Novos Caminhos para a Igreja e para uma Ecologia Integral SANTO PADRE FRANCISCO. Li, recentemente, no Pontopm, um texto versando sobre a Igreja Católica Apostólica Romana nos tempos atuais. Não pretendendo analisar as questões levantadas naquela publicação. Porém, com o foco nas causas e consequências, cuido apenas de analisar o texto produzido pelo Vaticano para poder entender as condicionantes da construção da Exortação Apostólica  pós-sinodal  denominada “Querida Amazônia”. Tudo leva a crer tratar-se de um documento oficial, pois se encontra hospedado no sítio do Estado do Vaticano. Isso indica que o conteúdo do documento é oficial, sustentado pelo Direito Internacional e Direito Público daquele País. O documento evidencia uma preocupação específica com os povos amazonianos, esquecendo-se dos demais do Estado Brasileiro e explicita a lhes dar aquilo que não lhes pertence. Isso porque, a parte da Amazônia, circunscrita nos limites legais do Brasil, faz parte do Estado Brasileiro, está sujeita à lei do Estado Brasileiro. Este, nos moldes do Estado do Vaticano, é Soberano e sua soberania extende-se às outras regiões brasileiras, inclusive, na Amazônia Brasileira.  Os povos que habitam a Amazônia Brasileira são tutelados pelo Estado Brasileiro. Têm seu Território Indígena demarcado e assegurado pela Constituição Federal. Apesar de existirem, na Amazônia Brasileira, várias etnias, estabelecidas em territórios singulares, aquelas não constituem um Estado independente. Ao contrário, aquelas comunidades são tuteladas pela União, segundo legítimos mandamentos jurídicos brasileiros. Contam com a proteção diuturna e devida pois falta a eles soberania – ademais o povo brasileiro ocupa o espaço territorial brasileiro na Amazônia  e faz, através das Forças Armadas e Forças de Segurança Pública, a defesa interna e territorial do Estado Brasileiro.         O documento revela-se a nós como algo fora de sintonia, a precoupação com os povos da Amazônia restringe-se a situações que não abordam adequadamente a questão.  Antes que façam qualquer comentário, tendendo ao meu descrédito, vale ressaltar que fui designado para a formação das Forças de Segurança no Estado de Roraima, como Oficial da PMMG, nos anos de 1989 e 1990 e que trabalhei  como professor dos Cursos da Secretaria Nacional de Segurança Pública – SENASP na Academia de Polícia Integrada de Roraima e na Fundação Ajuri da Universidade Federal de Roraima, trabalhando também nas Forças de Segurança do Estado de Roraima e do Município de Boa Vista – RR, como Oficial da Reseva, nos anos de 2005 a 2008,  Ressalte-se ainda,  que fiz a viagem de  Patos de Minas – MG a Boa Vista – RR, no ano de 2005 por vias rodoviárias e fluviais: até a cidade de Porto Velho – RO por via rodoviária; de Porto Velho – RO a Manaus – AM por via fluvial; e de lá até Boa Vista -RR por via rodoviária. Também passei pelo Território Indígena Waimiri-Atroari, cujos limites físicos da reserva indígena fica encerrado ao cidadão brasileiro das 18:00h às 06:00h. Por via rodoviária estive na Guiana – antiga Guiana Inglesa – e cortei a Venezuela até o mar do Caribe. Frise-se que parte do Estado de Roraima, no Brasil,  são campos naturais, as chamadas savanas . Na Guiana e Venezuela, temos a cobertura formada por campos naturais, as chamadas savanas e o restante, na parte fronteiriça com o Brasil,  floresta Amazônica.   O documento dá-nos uma dimensão da inserção proposital da Igreja Católica nos assuntos do Estado Brasileiro. Mostra-se tendencioso ao falar apenas da Amazônia a partir do Brasil e esquece-se que os índios atacados e mortos por milícias no ano de 2019, foram no Estado Ditatorial Venezuelano. Esquece-se que historicamente o massacre de nativos se deu em possessões espanholas – vide Eduardo Galeano em Veias Abertas da América Latina – e que o massacre de nativos no Brasil se deu pelos Holandeses – frise-se que essas vítimas das atrocidades holandesas, no território Brasileiro, foram considerados martíres em processos da própria Igreja Católica.   O documento sob o manto do dirscurso ecológico, demonstra claramente que a Igreja Católica busca agradar aos jovens com discurso de Ecologia, mas esquece-se que esses jovens, na sua maioria, são de nações cuja matriz religiosa é de vertente protestante. Busca, nas entrelinhas, desconsiderar o Estado Brasileiro e reveste-se de algo inédito na história da Igreja Católica, o posicionamento político sobre uma questão nebulosa: a Ecologia. Questão nebulosa porque o que acontece no planeta Terra, aumento das áreas de pastagens e aumento das áreas de produção de alimentos, são consequências do aquecimento global, pois se estivéssemos numa era glacial, essas mesmas áreas – de produção animal e vegetal – seriam impróprias para as atividades já descritas. Devemos lembrar que nos países do norte os animais são criados confinados e os alimentos produzidos em estufas. Todas essas atividades econômicas acabam por atender aos mais pobres, pois universaliza o acesso aos alimentos, em função do aumento da produtividade e consequente redução dos preços finais. Obviamente que a degradação da água é de suma importância e nem é o caso do Brasil, mas o é da África e aqui não vemos referências à África, afinal o discurso que nada acresce ao povo e apenas cria firulas, através do politicamente correto, em nada corrige as mazelas no continente africano, pois a imprensa se incumbe de fazer o papel da retórica do politicamente correto. É absurdamente errôneo o discurso que interpreta consequências como causa e não  se admite que a Igreja Católica incorra em tais erros de interpretações, seus quadros são capacitados e chega até nós a infeliz conclusão de que o texto é ideológico e não religioso é retórico e não filosófico, é proselitismo e não ortodoxia. Trazendo essa falácia interpretativa de causas e consequências, volta-se às questões das cegonhas e das taxas de natalidades. Por exemplo seria como alguém dizer que o excesso de velocidade é

A Igreja Católica Apostólica Romana nos tempos atuais

A Igreja Católica Apostólica Romana — ICAR — nos tempos atuais é uma Ordem Religiosa, cuja essência, se materializa na dimensão fé. Obviamente que para atingir a essência da sua existência como Ordem, ela necessita de se manifestar sobre os aspetos econômicos, sociais e políticos. Para adquirir uma personalidade de Direito Internacional, está instituída a partir do Estado do Vaticano, na cidade homônima, dentro dos limites físicos e administrativos da Capital do Estado Italiano, em Roma.  O Chefe de Estado do Vaticano e o cabeça da ICAR é o Papa. É a representação da Religião Católica Apostólica Romana nos tempos atuais. É a Autoridade do Estado do Vaticano. É o responsável por tudo quanto se produz de informações dentro da ICAR, seja do ponto de vista da fé – a sua essência – sejam das manifestações políticas, econômicas e sociais. Tudo quanto a ICAR produz, a responsabilidade é solidária, ao Papa cabe determinar as correções necessárias e as aplicações decorrentes do Direito Canônico. Não cabe ao Papa a aplicação de legislação do mundo civil, não cabendo a ele, portanto, aplicar regras do direito civil, penal, ou qualquer outra legislação infra constitucional. A os membros da ICAR que exercem as atividades canônicas, nos diversos Estados-Nações, essas prerrogativas atendem ao sentido de autodeterminação dos povos e aos Estados individualizados, respeitando a soberania de cada povo. É obrigação do Papa corrigir os desvios produzidos pelos membros afiliados à ICAR, naquilo que concerne à exata opinião do ICAR, principalmente na essência das manifestações que tratam da fé e do direito canônico. Assim, qualquer documento produzido a partir de um encontro de membros da ICAR, é na verdade uma opinião legítima dela e, se assim não for, compete ao representante da ICAR, nos Estados-Nações, providenciar a imediata correção dos textos produzidos e emitir notas à imprensa solicitando tornar públicas as correções necessárias ao exato entendimento e pensamento da ICAR. Na data de 12 de fevereiro do corrente ano, o Papa Francisco se manifestou sobre uma proposta feita pelos Bispos do Sínodo da Amazônia, realizada em Outubro de 2019, onde os Bispos propuseram a permissão para a ordenação de homens casados em regiões remotas com o objetivo de remediar a escassez de sacerdotes, não recomendando a ideia. Obviamente, outra decisão não seria plausível, até mesmo pela essência da Ordem Religiosa, que originariamente propiciou a criação de Ordens Militares Celibatárias – Ordem dos Cavaleiros Templários, Ordem de Cristo e outras – seus membros eram homens solteiros ou viúvos. A essência ainda é o celibato, não interessa, se o seu membro é homo ou hétero, mas sim, que se abstenha das atividades próprias do corpo. O Papa Francisco não rechaçou a possibilidade, tampouco a recomendou. Recomendar é uma admoestação que não implica em proibir a possibilidade de se debater o assunto. Na sua exata posição, deveria determinar que o assunto fosse encerrado, pois a ICAR tem problemas maiores a debater. Por exemplo, os abusos de crianças e adolescentes; desvios de recursos da Igreja; utilização da Ordem para proveito próprio e de familiares. O religioso deve servir à Ordem Religiosa e não se servir da Ordem Religiosa para fins particularíssimos. O Papa Francisco ao não recomendar a ideia, não agiu nas causas da escassez de sacerdotes, ele agiu nas consequências, não nas consequências decorrentes da escassez de sacerdotes, mas nas claras manifestações das sociedades europeias e americanas que sustentam a ICAR, seus membros em missões e seus projetos. Assim como Jesus Cristo não escolheu ladrões, salteadores, homicidas e prostitutas para seus seguidores e multiplicadores da Palavra – apesar de ter vindo para eles – não são os países miseráveis que sustentam a ICAR, na verdade são eles quem recebem recursos da ICAR, recursos com origens em grandes colaboradores que acreditam essência da fé. O Papa Francisco sabe que uma vez possibilitado o discurso da ordenação de sacerdotes casados, mesmo não recomendando, politicamente a ideia vai perdurar dentro da ICAR, os atuais Bispos, num futuro,  serão Cardeais, pertencerão ao Colégio Cardinálico e escolherão o Papa e assim como na atualidade, onde um Papa foi alçado a partir de uma ex-colônia europeia, outro Papa, com menos sentido de Ordem Religiosa e com menos traços de pertencimento, pode levar a ICAR ao descrédito maior, voltando aos fatos que motivaram o estabelecimento da Cidade dos Papas em Avignon no Sul da França. Uma briga de poder de Reis e ICAR. A ICAR nas Grandes Guerras Mundiais foi parceira da Europa e dos Estados Unidos, produziu e ainda continua a produzir informações no campo da Inteligência, foi e continua a ser um celeiro de produção de Conhecimentos. Nos grandes julgamentos, sempre se manteve intacta, ao não se manifestar de modo a produzir prejuízo ao homem, no momento é o que se aguarda dela, mais serenidade, menos política e mais ações sociais. A ICAR deve ter em mente que os financiadores existem para um projeto maior que se encerra na pacificação dos povos. O exemplo claro foi a captação de fundos para a Reconstrução da Catedral de Notre Dame de Paris. A ICAR sabe do compromisso dos seus parceiros naturais e conta com o discernimento deles para o projeto de uma paz duradoura. Sabe claramente que seus parceiros jamais vão desacreditá-la. Sabe que não precisa se manifestar pois o compromisso com a parceria profícua pela paz é o mais importante. Tanto o sabe, que a Academia de Arte e Cinema de Hollywood – o glamour que encanta e vende o sonho americano – sequer mencionou o filme “Dois Papas”, pois os interesses americanos são maiores que estórias sem lastros na realidade fática, embasados apenas pela retórica de conjeturas e hipóteses dissociadas dos verdadeiros  valores que estabelecem as bases da Ordem Religiosa da Igreja Católica Apostólica Romana, nos dias atuais.

INIMIGOS INTERNOS

Completou o governo Bolsonaro o seu primeiro ano de gestão, com registros evidentes de recuperação dos principais indicadores econômicos e sociais do País, em que se destaca o trato responsável e honesto da coisa pública, o resgate dos valores morais e éticos de uma sociedade próspera e sadia, a revisão do frágil modelo de educação básica e o combate rigoroso e sistemático à corrupção.   A economia se apresenta em franca recuperação, já superando os índices previstos por analistas nacionais e internacionais, o que levou a Agência de classificação de risco Moody’s a melhorar a perspectiva de nota de crédito do Brasil de negativa para estável, com a consequente retomada da confiança dos investidores internacionais. A Ibovespa bateu mais um recorde ao superar os 117 mil pontos; os Shoppings noticiaram um crescimento de 9,5% nas vendas neste final de 2019. Apesar das imensas dificuldades econômico-financeiras, da corrupção institucionalizada, da decadência ética e moral, legado maldito dos governos petistas, o início do governo Bolsonaro é marcado por importantes e significativas realizações, deliberadamente omitidas por grande parte da mídia nacional. O seleto grupo de ministros, escolhidos pelo Presidente Bolsonaro sob o rigor dos critérios de competência, vem surpreendendo, não apenas os brasileiros, mas, sobretudo, os analistas internacionais, recolocando o País nos trilhos da ordem e do progresso. Menção especial merece o fecundo trabalho que vem sendo desenvolvido pelos Ministérios da Economia, da Infraestrutura e da Educação e Cultura, este através de um destemido e hercúleo esforço visando à desativação do verdadeiro aparelhamento ideológico implantado, em especial, nas escolas e universidades, muito mais preocupadas em formar ativistas militantes do que transmitir conhecimento. Indubitavelmente, muito mais poderia ter sido feito não fora os atos de verdadeira sabotagem de grande parte dos parlamentares integrantes do Congresso Brasileiro, envolvidos com a corrupção e investigados pela Operação Lava Jato, com o apoio escancarado da maioria dos ministros da Suprema Corte e poderosos órgãos da mídia nacional. Tais conquistas mudaram a cara do País, despertando o senso de patriotismo e a autoestima dos brasileiros e, acima de tudo, o respeito e a confiança das grandes potências internacionais. Verdades incontestes que alguns grandes órgãos de comunicação do País, cooptados a custo de milhões de reais surrupiados do erário pelos governos anteriores, tentam encobrir e/ou desmentir. Só não estão satisfeitos com o novo Brasil que surge os integrantes dos partidos de esquerda, que têm no líder maior do PT, o condenado em segunda instância pela Justiça Brasileira Luís Inácio Lula da Silva, a figura do “poderoso chefão”, a quem seguem alienadamente. Até os dias atuais, se recusam em aceitar e respeitar a escolha da esmagadora maioria do eleitorado brasileiro que elegeu o Presidente Bolsonaro, correspondente a quase 60% dos votos válidos. Quanta diferença…!  Quando Lula e Dilma foram eleitos, mesmo diante de fortes suspeitas de fraudes na eleição dessa última para um segundo mandato, os eleitores derrotados não saíram às ruas para queimar pneus ou depredar patrimônios públicos e/ou privados. Muito menos se organizaram para sabotar as ações do novo governo. Todos retornaram ao trabalho, torcendo e lutando por um Brasil melhor. Incapazes de enfrentar um debate com equilíbrio e suporte nas ideias, os políticos da esquerda brasileira apelam sistematicamente para a mentira, a provocação, a ofensa e a intimidação, num esforço estéril de destruir a realidade dos fatos. Suas ações revelam, a cada dia, que nenhum compromisso têm para com a Nação Brasileira. Pelo contrário, além de sabotar as ações necessárias à recuperação dos graves danos causados pelos seus próprios governos, vêm se colocando explicitamente ao lado de ditaduras despóticas ainda existentes, muitas delas por eles financiadas com o dinheiro desviado criminosamente dos bancos públicos do país.  Blindados por uma imunidade parlamentar incompreensível e obscena, acrescida de um arcabouço legal frágil e do aparelhamento da Suprema Corte Brasileira, seus crimes vêm sendo encobertos aos olhos do povo e ao crivo da Justiça, mas que não estão escapando aos poderosos tentáculos da Operação Lava Jato. Incompreensivelmente, grande parte dos brasileiros -dentre os quais muitos “intelectuais” e artistas- continua acreditando no discurso reacionário e mentiroso do condenado Lula, sonhando com o retorno do PT ao poder. Ao que tudo indica, não conseguem mais pensar com a própria cabeça, ou por uma questão de identidade e sintonia ou, ainda, por se tratar de hipnose coletiva, engendrada em algum sítio sombrio do astral planetário. Desconsideram desavergonhadamente que durante os governos petistas três presidentes, cinco secretários, três tesoureiros, os líderes da Câmara e do Senado do aludido partido foram presos, assim como os presidentes da Petrobrás, da Eletrobrás, da Nuclebrás, dos Correios, da Valec, da CEF, do BNDES e muitos outros afiliados. Mas, está escrito: “nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia” (Marcos 4:22). Nesse auspicioso dia veremos todos esses inimigos internos se curvando diante da JUSTIÇA, aquela que pode tardar, mas nunca falha. E nesses tempos de Ascensão Planetária, as coisas estão indo muito depressa!

O Parasita e as questões políticas

As questões políticas e o Parasita, e, na sociologia das relações internacionais, o segredo está na propaganda — arma preferida dos estados totalitários — que se estabelece, como estratégia do Estado, para alcançar um objetivo que se manifesta imperceptível. Quando povos com origem comum se separam por questões políticas – as Antigas Alemanhas Ocidental e Oriental ; as Coréias do Norte e do Sul; e as Irlandas do Norte e o Eire – o sentimento de autodeterminação dos povos não é vencido pelas fronteiras políticas. As distâncias da tecnologia, do conhecimento, da qualidade de vida, da representatividade no mundo não foram suficientes para criar um cisma entre os povos alemães ocidentais e orientais. O mesmo se pode dizer dos povos irlandeses, apesar da violência religiosa, da submissão à Coroa Inglesa e da submissão política, econômica e social ao Reino Unido, as cores, as tradições e o sentimento de pertença ainda coabitam entre os cidadãos da Irlanda do Norte e do Eire que faz parte da Zona do Euro. Não diferente, mas ao mesmo tempo assimilando as características das Antigas Alemanhas e das Atuais Irlandas, as Coréias passam por um momento crucial no sentimento de pertença dos seus povos. As barreiras, por questões políticas, entre as duas Coréias vão aos poucos sendo transpostas com o objetivo de coesão social e de reaproximação entre os povos. Uma questão estratégica, neste momento, traz à tona uma hipótese de coesão dos povos calcada no sentimento de pertencimento comum aos povos das Coréias do Sul e do Norte. O sentido de autodeterminação dos povos coreanos, neste momento histórico, recebe um impulso particularmente propício, um impulso que contempla a projeção de um povo aos auspícios de inserção num mundo de glamour, num mundo que não apenas projeta, mas sobretudo, distingue a capacidade do povo coreano em oferecer ao mundo uma alternativa cultural. A articulação atende aos interesses da geopolítica internacional, as questões políticas se valem das estratégias, próprias dos pensadores e, sobretudo, iguais as reveladas em O Parasita, filme vitorioso no Oscar de 2020.

INTERNET, REDES SOCIAIS E OS LIVRES PENSADORES

Nunca, como nos tempos hodiernos, tem sido importante a efetiva participação, em todos os setores da vida social, de pessoas dotadas de senso crítico (que não se confunde com criticismo mórbido), capazes de pensar com a própria cabeça. Sobretudo, a partir do advento do que hoje vem sendo denominado como Sociedade da Informação, integrada pela Internet e as poderosas redes sociais que, simplesmente, pulverizaram o monopólio da informação, há décadas controlado pela grande mídia. O papel preponderante das citadas redes na eleição do presidente norte-americano, Donald Trump, foi superado pela emblemática eleição do presidente brasileiro, Jair Messias Bolsonaro, nas eleições majoritárias de outubro de 2018. Mesmo dispondo de ínfimos oito segundos de tempo na televisão e limitados recursos financeiros, o candidato Bolsonaro superou seu adversário, que dispunha do apoio maciço da grande mídia brasileira e expressivo suporte financeiro, divulgando suas propostas e programas de governo com o uso inteligente das redes sociais. Foi eleito com quase 70% dos votos válidos, na mais barata campanha presidencial do Brasil. Todos os esforços desenvolvidos pela grande mídia nacional, inclusive com a disseminação inescrupulosa de Fake News (notícias falsas), no intuito de desmoralizar e desacreditar o candidato vencedor, não foram capazes de neutralizar a eficácia do trabalho desenvolvido nas redes sociais. Com a Internet e as mencionadas redes estabeleceram-se novos padrões culturais e de sociabilidade, de produção e divulgação de informações, em que as notícias circulam entre os usuários, em tempo real e sem intermediários, onde quer que cada um esteja. Podemos destacar, nesse alvissareiro episódio, quatro aspectos fundamentais que, na nossa ótica, sinalizam o início de um novo tempo na divulgação das informações em particular, e nas campanhas políticas em geral, no território brasileiro: Inquestionável enfraquecimento das grandes mídias e do seu poder de manipulação das informações e da “opinião pública”. A situação falimentar do jornalismo autêntico, comprometido e deturpado, tendenciosamente, pelos órgãos da grande imprensa, a troco de benesses de grupos políticos que detêm o domínio do poder temporal. Sensível redução dos custos financeiros das campanhas políticas, sempre bancados pelo erário. Aumento do despertar dos “livres pensadores”. Inquestionavelmente, este último se destaca, segundo a nossa modesta compreensão, como o principal fator a indicar uma profunda transformação da sociedade brasileira que, no exercício e manifestação do pensamento independente deixa, cada vez mais, de ser simplesmente “massa de manobra”. Imperativo alertar, no entanto, que a liberdade criada pela Internet e as redes sociais abriu espaço enorme a um novo tipo de manipulação, muitas vezes sutil e de difícil identificação: a sofisticada elaboração e disseminação das tão alardeadas Fake News, capazes de construir, modificar ou destruir; de confundir, desorientar ou induzir os mais incautos. De qualquer forma, o livre pensar é libertador, conforme nos asseverou, há mais de dois milênios, o inolvidável Rabi Galileu: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32), o que revelou a sua preocupação em lutar, na sua jornada messiânica, contra esse grande mal que ainda assola a nossa sociedade: a ignorância. Avante Brasil!

Pedra fundamental à educação brasileira

No Campo de Marte, nessa terça-feira, com a presença de ministros civis e militares e outras autoridades paulistas, foi lançada nova pedra fundamental à educação brasileira. Ali serão edificadas as instalações do 14º Colégio Militar de São Paulo (CMSP), unidade educacional destinada aos dependentes de militares, policiais e bombeiros-militares e civis. O acesso à nova escola, dar-se-á pelo critério da meritocracia, na palavra de Jair Bolsonaro, Presidente do Brasil, conforme o video anexado nesta postagem. Entre as autoridades que prestigiaram aquela solenidade cívico militar, encontrava-se atriz Regina Duarte, Secretária Especial de Cultura do governo Bolsonaro. Na foto acima, Regina Duarte, a simpaticíssima atriz e legítima representante da cultura brasileira, aparece ladeada pelas autoridades do primeiro escalão do executivo e do parlamento brasileiros. A importância do marco educacional ora inaugurado sinaliza a certeza de ratificar compromisso, com a educação de crianças e adolescentes, assumido pelo governo Bolsonaro. Firmado na vitoriosa conquista alcançada pelas escolas de ensinos Fundamental e Médio, afiliadas ao consistente sistema militar de ensino. Esse, tem-se consolidado, entre as melhores escolas brasileiras. Os resultados dos exames avaliativos dos citados ensinos, conforme ressaltado pela Agência Brasil, mostram que, nas primeiras posições do ranking estudantil, encontram-se os alunos da unidades educacionais mantidas pela união, nos colégios militares, e, nas unidades federativas, nos colégios Tiradentes e/ou das polícias militares. Dias melhores chegarão para as pessoas, com a nova pedra fundamental à educação brasileira, especialmente, pais, crianças e adolescente que vivem na região onde funcionará, brevemente, a nova unidade educacional. Fonte das fotos de capa, 1 e 2

NÃO SÃO AS ARMAS QUE MATAM

A questão do desarmamento da população, instituído no Brasil em 22 de dezembro de 2003, pelo Estatuto do Desarmamento (Lei Federal 10.826), é assunto extremamente controverso, dividindo a opinião pública em dois lados opostos: os que a aplaudem e apoiam e os que a condenam e desaprovam. Os primeiros, por acreditarem que a principal causa da violência e do aumento dos crimes contra a vida são as armas de fogo. Os segundos, ao negarem esse vínculo causal, acrescentam que o desarmamento deixou o cidadão de bem ainda mais vulnerável e exposto à sanha da criminalidade violenta, esta sim, a principal responsável pelo assustador índice de assassinatos registrados no País. Entre os que condenam o aludido estatuto, há os que consideram, ainda, que o desarmamento da população foi medida adotada por regimes ditatoriais e genocidas no passado, em diversos países, como medida de reduzir a capacidade de reação/resistência do povo. Registros históricos nos revelam, de fato, episódios que sustentam o posicionamento desses últimos. O “Decálogo de Lênin”, inserto no livro O Pensamento Vivo de Lênin (Paulo Tortello/1987) recomendava, em um dos seus mandamentos, o seguinte:  “Procure catalogar todos aqueles que possuem armas de fogo para que sejam confiscadas no momento oportuno, objetivando dificultar ou impossibilitar qualquer resistência ou reação”. O líder supremo do Partido Comunista Chinês, Mao Tse-Tung, é outro exemplo que pode ser citado. Ao definir a política do partido sobre armas de fogo, consta ter estabelecido o seguinte: “O verdadeiro poder político emana do cano de uma arma. O Partido Comunista deve comandar todas as armas. Dessa maneira, nenhuma arma comandará o Partido”. Impossível abordar essa temática sem trazer à nossa reflexão o que diz a lei maior do País, a Constituição Federal, em seu Artigo 5º – Dos Direitos e Garantias Fundamentais: “Art 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: Inciso XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial; Inciso XXII – é garantido o direito de propriedade.” Fundamenta-se aí, no nosso modesto entendimento, a segurança jurídica para que todo cidadão brasileiro lance mão dos recursos necessários, com a moderação que a lei recomenda, para proteger, não apenas sua vida, mas a de seus familiares assim como a sua propriedade, na medida em que o Estado se torna incapaz de prover, com eficiência e eficácia, a segurança pública, conforme preconizado na CF, em seu artigo 144. No Brasil, os números da violência e da criminalidade, sobejamente divulgados pela mídia nacional e pelos órgãos de Defesa Social revelam, com clareza insofismável, que o Estado não está conseguindo conter o seu avanço. Sobretudo no que diz respeito à posse de armas de fogo. Basta ter dinheiro que, sem muito esforço, consegue-se comprar uma nova do tipo, marca e/ou calibre que desejar. Aí está o Crime Organizado a nos demonstrar, diuturnamente, essa realidade em ações cada vez mais ousadas de assaltos a bancos, carros fortes, invasão de fazendas etc, ostentando armamento de guerra capaz, inclusive, de abater aeronaves. Para o grande número dos que são contrários ao Estatuto do Desarmamento essas são as principais justificativas para que todo o cidadão tenha a posse de uma arma de fogo. Obviamente, desde que satisfaça e se enquadre dentro de critérios rígidos de controle, cuja posse não se pode confundir com o porte da arma, posição com a qual comungo. Um dos argumentos dos que aprovam a mencionada lei é que as armas de fogo existem “para matar”. Já os que são contrários à lei, ressaltam que as armas de fogo são recursos para a “defesa” do cidadão de bem. Ao discordar dos primeiros, destaco que não são as armas que matam, mas o ser humano. Mesmo porque armas são objetos inanimados, instrumentos de que a vontade humana se serve para a prática do bem ou do mal. A decisão de matar, ou não matar, é um ato de escolha pessoal. Quem decide por matar, o faz com uma arma de fogo, uma arma branca, um pedaço de pau ou ferro, com uma pedra, usando fogo ou veneno ou, simplesmente, com as próprias mãos. Um cidadão de bem que tem a posse de uma arma de fogo e a deixa guardada, em segurança, dentro de seu domicílio, ela jamais causará ferimentos em alguém. Será tão somente um recurso extremo de defesa de que poderá lançar mão, se assim o desejar, em face de grave e injusta ameaça. Não percebo a posse de armas de fogo como responsável pelo elevado índice de violência e criminalidade de uma sociedade. Israel, com uma população de pouco mais de oito milhões de habitantes, cerca de 140.000 têm, não apenas a posse, mas também o porte de arma de fogo, número este que o governo israelense deseja dobrar como medida para aumentar a segurança dos cidadãos daquele pequeno País. Lá os índices de violência e criminalidade são extremamente baixos. Entendo, finalmente, que os elevados índices de violência e criminalidade de uma sociedade têm como causas maiores, intrínsecas ao ser humano, a corrupção, a índole violenta, o egoísmo, a intolerância, a ganância e o instinto de maldade. Situação esta potencializada pela fragilidade do Código Penal, da Lei das Execuções Penais e de um Sistema de Persecução Criminal deficiente, geradores de impunidade e da sensação de que, no Brasil, o crime compensa.

Como emitir uma opinião correta?

Aguarde alguns minutos para emitir uma opinião correta. Tenhas certeza de que todos os elementos necessários, à formulação de uma opinião correta, se complementam com as hipóteses possíveis. Se , depois validam-na como opinião correta, esperada e manifesta.  A resposta certa é fruto de um conjunto de validações passadas e que no presente podem não ser suficientes para, de forma convicta, demonstrar que uma opinião correta é a mais adequada.  A resposta é um conjunto de probabilidades que não encontra um pensamento uníssono. Depende da carga de Conhecimentos pretéritos que cada pessoa acumula ao longo da vida e por consequência a interpretação da resposta não encontra um raciocínio integral. É uma lógica condizente com o ambiente de cada pessoa. Ao confrontar a resposta com a pergunta,  sem sombras de dúvidas,  devemos primeiramente saber se a pergunta é a mais coerente, se realmente temos a pergunta certa. Encontrar a pergunta certa é o passo principal que nos direciona à opinião correta. Antes de se prestar a analisar a pergunta colocada, as hipóteses de Conhecimento,  o ambiente que se vive e o que realmente nos faz ter certeza da pergunta, é necessário ter a percepção adequada dos elementos de validações da pergunta, é preciso ter paciência para ouvir, ter paciência para compreender os elementos de dúvidas alocados pelo interlocutor, ter paciência para descartar pontos nebulosos que desqualificam a pergunta ou os propósitos dela. Antes de emitir uma opinião correta, faz-se necessária a convicção de que ela é adequada,  necessária, pertinente e compatível com os seus elementos de valor, moral e ética.  Uma opinião correta que não se prende às convicções podem carregar elementos de anomia e desconstruir a imagem construída ao longo de toda uma vida.  Sede paciente. 

RODA DE INQUISICÃO

O programa Roda Viva, da Tv Cultura, teve na noite do dia 20 de janeiro do corrente ano a sua maior audiência dos últimos 18 anos, quando foi entrevistado o Exmo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. O anúncio do programa, que marcou a estreia de sua nova âncora, a jornalista Vera Magalhães, gerou grande expectativa na população brasileira, como não poderia deixar de ser. Afinal, seria entrevistado um dos principais ministros do governo Bolsonaro e 10º colocado entre as 50 personalidades mais influentes do mundo, pela lista Bloomberg. O único brasileiro a integrar a mencionada lista A nova jornalista dirigente do programa registra em seu currículo passagens pelo jornal Folha de São Paulo, revista Veja, sendo hoje colunista do jornal “Estadão”, todos de ideologia esquerdista e ferrenhos opositores ao governo Bolsonaro, ao qual vêm atacando de todas as formas, com a divulgação sistemática de notícias falsas (fake News), exercitando um “jornalismo” inescrupuloso, próprio dos órgãos da Imprensa Marrom. A formação da bancada de entrevistadores não poderia ser mais tendenciosa, integrada pelos jornalistas Leandro Colon, Diretor da Sucursal da Folha de SP em Brasília, Andreza Matais, Editora Executiva do jornal Estado de SP, Alam Gripp, Diretor de Redação do jornal O Globo, Felipe Moura Brasil, Diretor de Jornalismo da Rádio Jovem Pan e Malu Gaspar, representante especial da Revista Piaui, todos manifestamente simpatizantes com o ideário esquerdista. Para os que alimentavam expectativas de um programa rico em informações relevantes e de elevado jornalismo, oposto ao que vem sendo apresentado pela grande mídia nacional, a decepção veio logo na abertura. Afinal, o próprio currículo da nova âncora do programa já sinalizava tal resultado. Vera Magalhães abriu o programa com a apresentação do entrevistado, inserindo nos seus comentários observações pessoais, no nosso entender, inteiramente impertinentes e inoportunas sobre o ministro. Na sequência, ao apresentar sua pergunta, não encontrou outro assunto a não ser rebuscar e cobrar esclarecimentos já amplamente expostos pelo Ministro Moro, sobre o desacreditado episódio da “Vaza Jato”. Já direcionava, assim, o que viria na sequência. Todos os demais entrevistadores não conseguiram ver importância nas significativas reduções nos principais índices de criminalidade violenta, no endurecimento do combate ao narcotráfico e contrabando de armas, no aumento considerável na apreensão de drogas, na aprovação do Pacote Anticrimes, entre outras conquistas. O que os telespectadores puderam assistir foi um verdadeiro “tribunal de inquisição”, em que a maioria dos entrevistadores, se pautou pelo desrespeito, provocação e intimidação, destilando ódio nos olhares, requentando desgastadas e forçadas acusações, que nenhum brasileiro, verdadeiramente patriota, cansado de ouvir, nunca acreditou. Excluímos dessa postura o jornalista Felipe Moura Brasil que, embora se conduzisse respeitosamente, se limitou a fazer breves perguntas sobre a teratológica aprovação da lei que criou a figura do Juiz de Garantias (um jabuti inserido no Pacote Anticrime do Ministro Moro pelo PSOL), cuja vigência já foi suspensa “sine die”. Pelo Ministro do STF, Luiz Fux. Um verdadeiro e deprimente show de incompetência e decadência, suportado com serenidade, equilíbrio e autoridade pelo ilustre entrevistado. Uma vez mais, o povo brasileiro assistiu o verdadeiro jornalismo sendo vilipendiado pelos principais órgãos da imprensa, envenenados pela ideologia marxista e a corrupção, transformando-se numa das instituições mais desacreditadas do país. Inegável a importância de uma imprensa séria e compromissada com a integridade das informações, para a consolidação dos regimes democráticos. Lamentavelmente, não é o que vem ocorrendo no Brasil nas últimas décadas. Mancomunados com o projeto criminoso do poder, arquitetado pelo PT, a troco de milhões de reais desviados criminosamente dos cofres públicos, importantes órgãos da mídia vem prestando verdadeiro desserviço à Nação Brasileira, cujos danos e consequências são impossíveis de se mensurar. Diuturna e sistematicamente, estamos assistindo essa banda doentia da imprensa brasileira atuando e torcendo contra o sucesso do país por se recusar em aceitar a eleição de Bolsonaro à Presidência da República, contra o qual vem promovendo as mais insidiosas campanhas difamatórias. Mais do que isso, vem desvirtuando e sabotando descaradamente os projetos promissores e as grandes conquistas do novo governo, sobejamente demonstradas pela realidade fática. Não obstante, todo esse esforço foi destroçado pelas redes sociais que, divulgando em tempo real as realizações do governo, decretaram o fim do monopólio das informações, até então sob o domínio e manipulação da grande mídia. A verdade nos mostra, cada vez mais e de forma cristalina, que o inconformismo dessa parte podre da mídia nacional decorre da perda de bilhões de reais anuais com que foram cooptados para apoiar e encobrir os crimes cometidos pelos governos petistas, que causaram ingentes sofrimentos ao povo brasileiro e jogaram o país à beira do abismo. Indubitavelmente, a atuação nefasta dessa Imprensa Marrom não escapará ao escrutínio e julgamento popular o que, ressalte-se, já começou, conforme sinalizam os resultados de pesquisa recente do Data Folha que revelou que apenas 24% dos entrevistados acreditam na imprensa brasileira. Não sentiremos nenhuma falta dela. Vídeo da entrevista publicado pelo YouTube.

O Encanto das Catedrais.

Quando se confrontam duas posições antagônicas temos uma certeza e uma verdade: a certeza é que uma delas está equivocada; e a verdade é que as duas podem estar erradas mas, nunca certas. Viver por entre catedrais é uma oportunidade única de conviver com o conhecimento, de gratuitamente usufruir da carga maravilhosa de infinitas contemplações do saber, do apreender, do reter, aquilo que os olhos decodificam num relance, num piscar e num segundo ver se transformar em prazer. Viver por entre catedrais não é falar de religião – pode-se até mesmo se falar em religião, não em fé – mas na capacidade de se Ordenar e disponibilizar a avidez do saber, do interpretar, de fechar os olhos e imaginar o que o Mestre se propôs a transmitir e ao abrir os olhos se maravilhar. Viver por entre catedrais não é uma oportunidade aleatória, mas uma escolha consciente de quem se propõe a ouvir, a se espantar com o amor que tudo constrói. Uma característica do ouvinte, do pensante, do caminhante – que por entre estantes, mesas, tablados, paredes, tetos, portas e janelas – encontra a lógica estruturante do pensamento. Viver por entre catedrais é encontrar o mestre por entre palavras e não o guia que se forma para fazer maravilhar as belezas dos arranjos, das frases pontuadas – que buscam encantar. Encontrar o Mestre é a oportunidade de compreender que o arranjo é aleatório e que o importante é saber ouvir, deixar falar, compreender o ambiente e sobretudo esperar pela próxima informação, como a noite espera pelo dia – um novo ensinamento. Viver por entre catedrais não precisa ser em Notre Dame, nem no Louvre ou na Sé de Braga. Muito menos na Biblioteca Pública de Nova Iorque e nem mesmo no Oceanário de Lisboa. Viver por entre catedrais pode ser bem pertinho, sugiro uma catedral onde o Mestre vai te proporcionar uma essência de vida, um prazer pela última flor do Lácio, quase ao seu lado, escutando os corações e falando de Camões. Se tiveres tempo visite essa Catedral ela é na minha cidade natal e o seu nome é Espaço Camões, na Rua Pedro Simão Vaz, 217 – Bairro Jardim dos Anjos. Bom Despacho-MG.

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