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CORRENTE DA INSENSATEZ

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 Marcílio Fernandes Catarino (*)  Todos sabemos que o Brasil se estrutura, social e politicamente, em diversas instituições públicas e privadas. As primeiras criadas através de normas legais e mantidas pelo erário, com o objetivo precípuo de buscarem o fiel desempenho das funções essenciais do Estado e da Sociedade. As segundas, que exigem credenciamento em órgão público, são mantidas e administradas por pessoas físicas ou jurídicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, desempenhando papel importantíssimo nas diversas áreas do cenário social. De modo geral, um modelo comum a todos os países, “mutatis mutandis”.  Dentre as instituições públicas brasileiras, pedimos vênia para destacar, em especial, as Forças Armadas, com as três Armas que as integram: Marinha, Exército e Aeronáutica, cada qual concentrando seus esforços em seu campo de atuação, porém de forma coordenada e sinérgica.  Conforme preceitua o texto constitucional, “são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se a defesa da Pátria, à garantia dos Poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. (grifo nosso)  Seus feitos heroicos, registrados em diversos momentos da história pátria e regados com o sangue e suor de seus integrantes, em atos de patriotismo e bravura indômitos, encontram-se em narrativas emocionantes de inúmeras obras de escritores famosos, nacionais e internacionais.  Somem-se a esses episódios a inestimável contribuição que, de modo particular, vem o Exército Brasileiro prestando ao país, nos campos do desenvolvimento econômico e da integração nacional, com a construção de rodovias, pontes, assistência à saúde em áreas inóspitas e endêmicas, entre tantas outras atividades que não se inserem no bojo de suas atribuições constitucionais.  Ressalte-se, por oportuno, que as instituições, embora integradas por homens e mulheres, constituem um “ser” abstrato que paira acima do cidadão, garantindo que “um conjunto de regras básicas que disciplinam o Estado e a Sociedade prevaleçam e sejam respeitadas”, inclusive pelos próprios indivíduos que as dirigem.  Assim é o nosso glorioso Exército Brasileiro que, nos últimos meses, vem sendo alvo de uma corrente de manifestações nas redes sociais, ao meu juízo, inteiramente difamatórias e por via de consequência injustas, merecedoras do nosso repúdio por contribuírem tão somente para com o enfraquecimento da INSTITUIÇÃO.  Justificam os manifestantes suas atitudes ao atribuir a alguns comandantes da Força verdadeiras ações de “traição”, ao virarem às costas aos elevados valores institucionais e ao juramento prestado ante ao Pavilhão Nacional, por razões político-ideológicas.  Muitos deles, que se intitulam intelectuais e eruditos, deixando-se levar por impulsos emocionais e inconsequentes, através de análises superficiais e genéricas, exigindo que o Exército Brasileiro pegue em armas e “meta o pé na porta”, conforme jargão popular, o que mergulharia o Brasil num conflito de proporções e consequências imprevisíveis para todo o povo brasileiro. Certamente, tal aventura traria consigo tanta dor e sofrimento, que não contaria com o apoio de nenhum país democrático do mundo, além de abrir espaços para as investidas de diversos outros que sempre estiveram de olho nas imensas riquezas e potencialidades de nossa terra.  Mesmo que verdadeira a traição mencionada, por parte de alguns comandantes, não é razoável e muito menos justo condenar toda a Instituição. Ninguém amaldiçoa uma família inteira porque apenas um de seus membros se corrompeu, da mesma forma que ninguém joga todo o cesto de maçãs aos porcos, porque somente duas delas apodreceram.  A Nação Brasileira não seria o que hoje é sem o seu glorioso Exército, de cuja proteção jamais poderá prescindir. Assim como “tudo passa”, esses momentos sombrios em que está mergulhada – que na percepção de espiritualistas de diversas correntes se inserem nas profundas transformações por que passa o nosso Berço Cósmico, denominadas Transição Planetária – também passarão, revelando toda a sordidez e farsa que, por tanto tempo, nos oprime e sufoca.  Urge, pois, que os brasileiros verdadeiramente patriotas compreendam que todos, com maior ou menor proporção, somos responsáveis pela liberdade e soberania do nosso Berço Pátrio. Da mesma forma que todos nós, de um ou outro modo, por ação ou omissão, somos responsáveis por essa triste realidade que estamos vivenciando.  Que cada um faça, portanto, a parte que lhe cabe e nesse esforço se inclua a busca pelo resgate do prestígio e da credibilidade que o nosso glorioso Exército Brasileiro sempre teve junto à opinião pública e que, num futuro breve, possa ele mostrar e demonstrar para toda a Nação, uma vez mais, o seu real valor.  Que cada brasileiro use com sabedoria o seu livre arbítrio, ciente de que irá colher no porvir exatamente o que semeou.  Desperta Brasil.  Fev2024.  Coronel Veterano/PMMG – Aspirante 1970 

CRISE, MORAL E ÉTICA, NA IMPRENSA BRASILEIRA

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Com a ascensão da internet e a velocidade da propagação dos fatos, tornou-se imprescindível checar quaisquer informações e fontes a fim de evitar “barrigadas” ou “fake news”. Fazer jornalismo de verdade está cada vez mais difícil, sobretudo em um país onde os donos da comunicação, sequer são jornalistas. O que vemos, ouvimos ou assistimos diariamente nos deixa mais confusos do que informados. É muito difícil separar ideologia, militância ou subordinação quando se faz jornalismo com viés publicitário ou a serviço de uma causa. O verdadeiro jornalista tem paixão pela informação de qualidade e da forma mais rápida possível, corre em suas veias o sangue da opinião qualificada. Um veículo sobrevive da qualidade do material produzido e da capacidade de atrair verbas publicitárias. Nas últimas décadas essa equação vinha se equilibrando com 60% de verbas públicas e 40% de anúncios da iniciativa privada. No primeiro ano do governo Lula saltou para 75% pública e 25% privada. Passado um ano das escaramuças, os gigantes das comunicações lutam desesperadamente contra as quedas financeiras, agravadas pela audiência que também entrou em declínio e vem afugentado verbas privadas. Em 2023 o total de verba publicitária repassada pelo governo federal às emissoras foi pouco acima de 300 milhões de reais. Até outubro de 2023, este era o ranking: LULA (JANEIRO A OUTUBRO DE 2023) GLOBO: R$ 66.179.452,00 RECORD: R$ 16.481.784,00 SBT: R$ 13.333.066,00 BAND: R$ 5.685.711,00 REDE TV!: R$ 1.172.727,00 EBC: R$ 1.145.464,00 TV CULTURA: R$ 444.070,00 SONY: R$ 350.094,00 No mesmo período, o governo federal destinou R$ 78.650.240,00 para mídias digitais (portais, blogs e redes sociais). A situação não é diferente para jornais, revistas, mídias indoor e outdoor, que já consumiram mais de R$ 58.000.000,00. A Globo sempre se encontrava isolada na liderança, Record e SBT se revezavam em segundo lugar. Em 2018, o padrão se manteve. A Globo faturou R$ 5,93 milhões nos três primeiros meses do ano. Em segundo lugar ficou a Record, com R$ 1,308 milhão. Em terceiro ficou o SBT com R$ 1,1 milhão. Em 2019, o padrão mudou. Em primeiro lugar ficou a Record, com R$ 10,3 milhões. Em segundo, veio o SBT, com R$ 7,3 milhões. Em terceiro veio a Globo, com R$ 7,07 milhões. O leitor incauto pode pensar que o governo Bolsonaro triplicou a verba em relação a 2018, mas é preciso observar que mais de 60% desses valores foram pagamentos de contratos feitos no governo Temer. Durante todo o governo Bolsonaro, foram investidos R$ 289.586.740,00. Só em 2023, o governo Lula já gastou mais do que Bolsonaro investiu nos 4 anos de governo. A mesma imprensa que ajudou a derrubar o governo anterior, se locupletou com as benesses do novo governo. A fonte voltou a jorrar forte em troca de apoio irrestrito. Apostaram na eleição de um novo governo capaz de retomar os velhos padrões, forçaram uma polarização inexistente, na base do todos contra um, deixaram de lado o jornalismo e viraram meros distribuidores de peças publicitárias. Matérias não representam o que se vê nas ruas, institutos de pesquisas disparam números encomendados, revanchismo e ódio saltam aos olhos de grande parte de uma população atônita. Enquanto os mestres da administração e do marketing trabalham pela sobrevivência dos grandes, direcionando prioridades para os portais na internet, nós os pobres telespectadores ou leitores, sofremos com a baixa qualidade editorial proporcionada por um jornalismo tendencioso, vil e a serviço de pequenos grupos em detrimento de toda uma nação. O maior perigo dessa nova tendência está no instrumento que classifica as prioridades quando se pesquisa algo na internet. Denominado “PageRank”, o poderoso algoritmo de classificação do Google prioriza o número de cliques em uma determinada publicação, assim quanto mais cliques, mais destacada será a postagem, independente de qualquer valor científico, verdadeiro, ou de interesse público. Como não conseguem inverter essa equação lógica (audiência=credibilidade), veículos, políticos corruptos e escroques de todos os matizes, tentam enfiar goela abaixo de toda a nação o PL 2630/2020 que, a propósito de regular as redes sociais, ao contrário, impõe vigorosa CENSURA a todas elas. Querem, a qualquer custo, voltar a ter fonte de informação única, como na China, Coreia do Norte ou Cuba e sem abrir mão da vigorosa receita pública. Encerro com as palavras da Dama de ferro Margaret Thatcher: não existe dinheiro público, existe dinheiro do pagador de impostos.

CONTROLE ACIMA DA LEI É O QUÊ?

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No vídeo abaixo, há destaques interessantes aos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. O renomado Jornalista Alexandre Garcia expõe, entre outros tópicos, considerações sobre a nova lei brasileira que protege as crianças e os adolescentes. Sancionada e publicada nesse dia 12 de janeiro de 2024, a Lei 14.811: “Institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares, prevê a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e as Leis nºs 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos), e 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente).” Do teor da ementa legal, compreende-se que o Brasil não é “terra-sem-lei”. E, na esteira desse entendimento, com as alterações das normativas citadas, ampliam-se as proteções devidas às infância e juventude. A ação protetiva estatal ocorrerá nos espaços, real e virtual, reforçando que esse último, de igual modo, não é ambiência sem Lei. Nisso, a Lei 12.965, de 23 de abril de 2014, obtém mais um reforço ao enorme esforço de regulação das múltiplas relações efetivadas na Internet. Aqui, incluem-se as redes sociais e as pessoas que as utilizam, na multiplicidade de afazeres, legais e ilegais, como é o caso da Intimidação sistemática (bullying), inclusive a virtual ((cyberbullying)! Ir além do que a Lei Brasileira estabeleceu, salvo se para alterar preceitos estabelecidos, não seria uma perversidade com a Lei?     Com as informações das Leis: 12.965, de 23/04/14 e 14.811, de 12/01/24.

ÓDIO LATENTE DE QUEM DEVERIA CUIDAR

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É muita sacanagem com a nossa gente. Mentiras sórdidas e conluios espúrios para manter privilégios políticos. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em conjunto com o Ministério de Relações Exteriores elevou em 2% a participação brasileira no Agronegócio mundial, pulando de 7% para 9% durante o governo passado. Com cerca de 400 milhões de hectares, sendo que parte desse território disponível ainda não é explorado, juntamente com novas tecnologias e mão de obra qualificada, o país tem potencial para atingir 10% nos próximos anos, sem necessidade de desmatamentos ou agressões às áreas de preservação e florestas. O Brasil se consolida, cada vez mais, como o maior exportador agrícola do mundo. O País, que já era líder nas vendas de café verde, carne bovina, frango in natura, celulose, soja em grão e açúcar, agora também é o maior exportador de milho, superando os Estados Unidos. Briga de cachorros grandes por um negócio que movimenta cerca de 2,9 trilhões de DÓLARES por ano no mundo. Com base nesse desempenho parcial, o PIB brasileiro no setor pode alcançar 3 trilhões de REAIS em 2024, o que corresponderia a 24% do PIB do País. Em vendas houve expressivo aumento. De acordo com os números oficiais do Ministério da Economia, no ano passado exportamos US$ 340 bilhões contra US$ 300 bilhões em 2022, apesar da pandemia. Será que o complexo de vira-latas não deixa grande parte de nossa gente enxergar que 10% de 2,9 trilhões de DÓLARES representam quase a totalidade de nossas exportações atuais? Claro que não! Na verdade tudo que vem sendo veiculado pela grande mídia nos últimos dias tem o propósito de impedir, a qualquer custo, que o Brasil consiga manter as metas conquistadas pela equipe econômica do governo anterior. Desmatamentos e incêndios têm aumentado assustadoramente no atual governo e a grande mídia fala pouco ou quase nada, ao contrário do massacre mentiroso no governo anterior. Outra mentira escandalosa é a de que 290 novos defensivos foram liberados, a verdade é que a combinação de princípios ativos que vêm sendo pesquisados há mais de dez anos e já foram aprovados nos EUA e na Europa, também foram aprovados pelo Ministério da Saúde, pela ANVISA e Ministério da Agricultura. Tratam-se de moléculas desenvolvidas para atacar somente as pragas, sem contaminação generalizada como a dos antigos inseticidas. Tecnologia de ponta da EMBRAPA. Pura sacanagem e sabotagem rasteira de quem só enxerga seus próprios interesses, mesmo que custe o sacrifício de toda a nação. Covardemente, atacam os pequenos produtores, aqueles que mais precisam de apoio. Para o atual mandatário da nação, o agro é “facista” e prejudica o país. Ele apoia invasões depredações. Ódio e desejo de vingança, mesmo que nos custe a ruína total é o mantra repetido diariamente pelo IGNÓBIL presidente e seu DÉBIL rebanho. Assista o vídeo anexo e se sentir vontade chore, talvez nossas lágrimas possam regar e sensibilizar uma nação inerte. Fonte da Imagem destacada.

A SEGURANÇA PÚBLICA BRASILEIRA

A frase destacada na imagem, sobre a Segurança Pública Brasileira, é do Jornalista Alexandre Garcia. Foi retirada do vídeo abaixo, onde há comentários do experiente e laureado Repórter-Decano. Nos comentários, há informações sobre fatos históricos e atos heróicos de mineiros dignos de nota. Ao final do vídeo, Alexandre Garcia comenta o teor da frase destacada na imagem. Cita o nome do Delegado Palumbo, que é Deputado Federal, pelo Estado de São Paulo, na presente legislatura. A Segurança Pública — a Educação e a Saúde — é da responsabilidade do Estado Brasileiro e não de Governo. Mas, não é isso que acontece, desde o final da década passada. De lá para cá, assiste-se sistemáticas mudanças na Segurança Pública Brasileira, a exemplo do que ocorrerá no próximo dia 1º de fevereiro deste ano. Uma simples pesquisa, nos fartos Decretos publicados à regularização da burocrata Pasta Ministerial, expõe enorme idas e vindas em busca do nada no espaço do nunca. Salvo algumas pífias tentativas de trovações de atribuir competências e designações de órgãos executivos, interferindo, não se sabe o porquê, nas unidades federativas e municipais brasileiras. Outrora, Notável Professor, da Polícia Militar de Minas Gerais, e Desembargador aposentado, recebeu o convite para chefiar a Pasta do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. De forma polida e elegante, agradeceu ao convite, recusando-o, num tempo de possíveis calmarias. Tal qual aquele Chefe do Executivo, o atual convidou outro desembargador aposentado. A confusão daquela pasta, por conta das múltiplas atividades, responsáveis pela Justiça e Segurança Pública, não motivou a desistência ao convidado. Aliás, demostra, aparentemente, grande disposição, considerando a publicação do Jornal com a seguinte manchete: “ Lewandowski diz que prioridade no Ministério da Justiça será segurança pública: ‘É um grande desafio’” Volta-se à frase inicial para indagar: não é mais ajuizado ao novo ministro cuidar da parte da justiça e delegar aos chefes dos executivos estaduais e municipais a parte da segurança pública? No contexto desse complexo desafio, deve-se considerar que a segurança pública brasileira é dificuldade grandiosa. Começa na ambiência do município, e, soma-se aos dos demais municípios brasileiros (5.570), para constituírem as vinte e setes unidades da Federação Brasileira. Esse caminho é a diversidade descrita na frase destacada. Qual é o papel do Ministério da Justiça e Segurança Pública? Antes de você conhecer o novo Ministro da Justiça e Segurança Pública, no vídeo abaixo, é importante analisar os Decretos reguladores. Você verá, então, que os titulares daquela pasta concorreram (sugeriram ou aceitaram) para que ela se despencasse do nobre papel de gestão da liderança política nacional ao papel de executar, desde a década passada, mediante um órgão criado por ela, ações politiqueiras de proteção.

HONRAS OFICIAIS AO CAMARADA IRMÃO-DE-FARDA

O 8 de Janeiro de 2024, foi marcado, nas Minas Gerais, com honrarias ao Valente Camarada Irmão-de-Farda — Sargento Roger Dias da Cunha — devidas aos seus heróis. Após ter sido tombado cruelmente no serviço, o Governo de Minas Gerais honrou-o, com a publicação do DECRETO NE, no Diário Oficial de Minas Gerais. Seguiram-se o cortejo oficial, devido aos heróis brasileiros, rumo ao espaço do velório e sepultamento. Leia o Ato Oficial: Segundo o Vespertino Oficial Mineiro, o Ato, é “‘sinal de pesar’ e acontece, segundo o governo, em solidariedade aos familiares e em respeito às Forças de Segurança de Minas Gerais”. O tombamento covarde do militar de polícia foi consequência de ação criminosa de um foragido da Justiça mineira. Aconteceu “durante uma perseguição no bairro Novo Arão Reis, região Norte de Belo Horizonte, na noite da última sexta-feira (5)”. Cortejo fúnebre e velório Transeuntes belo-horizontinos assistiram ao deslocamento do cortejo fúnebre de — Sargento Roger Dias da Cunha — mais um Camarada Irmão-de-Farda assassinado no cumprimento do dever. Aqueles que compareceram ao Cemitério Bosque da Esperança assistiram às manifestações dos servidores públicos da segurança pública de Minas Gerais. Leram, nas faixas estampadas, as frases de protesto , afirmando que: “Vidas policiais importam” e “O sargento não teve saidinha”. Sepultamento Nos vídeos abaixos, há registros de dois momentos significativos na homenagem prestada pela Polícia Militar de Minas Gerais, mediante a participação do Comandante-Geral — Coronel Rodrigo Piassi Rodrigues. No primeiro, há o diálogo entre a senhora viúva do Sargento Roger Dias da Cunha. No outro, Aquele Comandante-Geral transmite sua mensagem de Gestor Principal (CEO) Polícia Militar Mineira, destacando a incerteza dos militares, nos riscos consequentes de suas ações operacionais, além do momento de muita tristeza para os servidores militares de Minas Gerais. Com as informações das fontes citadas, inclusive do Jornal o Tempo

OUTRA BAIXA DE CAMARADA IRMÃO-DE-FARDA

A fatídica ação criminosa de outro fora da lei (alcunha dos pistoleiros do Oeste Americano do Norte) ocasionou mais uma baixa na Gloriosa Polícia Militar do Alferes Tiradentes. Tornou-se outra gravíssima ofensa ao Povo Mineiro e, se é verdade que Minas são muitas, não é menos verdade que há muitos mineiros entristecidos, com a execução sumária de outro camarada irmão-de-farda, segundo notícias publicadas. Há muitas manifestações de pesar na “mídia nacional”. Mas, menos de dez publicadas pela “mídia sensacionalista”, como soe acontecer, numa rápida pesquisa do buscador google. No entanto, desperta atenção aquela publicada pela Revista Oeste, com o seguinte título: “Pacheco lamenta a morte de sargento da PM e diz que lei da ‘saidinha’ pode ser apreciada no Senado.” A notícia aponta ao Twitter daquela autoridade, onde se encontra, na data de hoje (08/01/2024), a seguinte postagem: “O crime cometido contra o policial Roger Dias da Cunha é de gravidade acentuada e gerou a todos grande perplexidade e tristeza. Meus sentimentos à sua família e à Polícia Militar de Minas Gerais.” O próprio autor associa, à sua postagem, outras três: “Assim como ele, a policial civil Milene Bagalho também foi assassinada por um cidadão que a recebeu a tiros num bairro nobre de SP. O delegado da PF Thiago Selling Cunha levou um tiro na cabeça, ao cumprir mandado de busca e apreensão no Guarujá, mas felizmente não morreu.” “Policiais estão morrendo ou sendo feridos com gravidade no cumprimento de sua função e isso nos obriga a reagir. Armas estão nas mãos de quem não tem condição de tê-las, e a liberdade para usá-las garantida a quem não devia estar em liberdade.” “Embora o papel da segurança pública seja do Executivo, e o de se fazer justiça, do Judiciário, o Congresso promoverá mudanças nas leis, reformulando e até suprimindo direitos que, a pretexto de ressocializar, estão servindo como meio para a prática de mais e mais crimes.” A autoridade afirma que “policiais estão morrendo (…) e isso nos obriga a reagir. Armas estão nas mãos de quem (…) não devia estar em liberdade”. No entanto, a reação mencionada nasceu dentro do próprio Senado. Isso é comprovado, desde 2013, quando se vê que a Câmara dos Deputados certifica ter: “Recebido o Ofício nº 2235/2013, do Senado Federal, que encaminha, a fim de ser submetido à revisão da Câmara dos Deputados, nos termos do art. 65 da Constituição Federal, o Projeto de Lei do Senado nº 7, de 2012, de autoria da Senadora Ana Amélia, constante dos autógrafos em anexo, que “Altera os arts. 123 e 124 da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal). para restringir o beneficio da saída temporária de presos”.” (sic) Após dez anos de tramitação naquele Parlamento, a proposta de equacionamento — da desejada reação do Senador mineiro e ocupante da Mesa da Presidência — retornou ao Senado conforme registro do Primeiro-Secretário do Senado Federal. Desde então, completam-se, no próximo dia 11 janeiro de 2024, um ano e três meses da conclusão dos trabalhos da Câmara dos Deputados. Salienta-se que, nessa casa legislativa, o projeto, oriundo do Senado, foi aprovado pelos representantes do Povo Brasileiro, com 311 votos favoráveis e 98 contrários. Buscaram-se as informações sobre a consequente tramitação do material enviado pelo ofício citado no link anterior. Não se conseguiu, até o fechamento desta postagem, acessar ao site do Senado Federal. Cabe então, ao Presidente do Senado, responder o porquê do atraso dos trabalhos devidos à sociedade brasileira. Será que a reação, manifestada na postagem twieteira do Senador, será concretizada nos próximos dez anos? Enlutados, os camaradas irmão-de-farda do Sargento PM Roger Dias da Cunha, lamentam sua partida precoce. Que Deus conforte e console seus familiares, com os corações doídos pela inesquecível perda. A todos nós, anima-nos a certeza de que o camarada irmão-de-farda cumpria seu dever-de-ofício, diante dos riscos de morte e outras dificuldades, mesmo com o sacrifício da própria vida, para proteger a sociedade mineira. Que o dia de sua morte e de seu sepultamento sejam lembrados por todos os mineiros! Que sua coragem e intrepidez de Servidor Militar Mineiro sirvam de exemplo a outros mineiros que são, igualmente, servidores públicos. Com as infomações da Rádio Itatiaia (imagem destacada) e da Revista Oeste “1” e “2” e o vídeo da câmera que filmou o trágico momento..

TEMPOS DE PSEFOLOGISTAS

Há muitos desafios, nesses dias deste 2024. Será mais um que comporá os tempos de Psefologistas? A resposta é afirmativa, nesses tempos intensivos de Social Media (SOCM). Isso é consequência do que se encontra num artigo sobre inteligência nas mídias sociais — SOCMINT —, segundo as considerações daquele autor: “As disciplinas mais bem equipadas para compreender e explicar o comportamento humano – as ciências sociais e comportamentais, a ciência política, a psefologia, a antropologia e a psicologia social – devem ser interligadas com as abordagens de big data necessárias para compreender as redes sociais. Somente através desta fusão as explicações do comportamento humano baseadas em dados também podem ser explicações humanísticas do comportamento humano.” (Tradução do Google e grifo nosso). Vi pela primeira vez, a palavra negritada. Procurei por ela, nos dicionários da Língua Portuguesa. Alguns mostraram que “não temos o significado de psefologia“. No Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, on-line, encontrei os substantivos (f. e m.) — Psefologia e Psefólogo — e o adjetivo — Psefológico — , e também — Psefologista —, que é, dependendo de sua utilização, substantivo e adjetivo. Ao entendimento da citada Ciência, a consulta continuou em outros dois dicionários (destacados abaixo). No Merriam-Webster, encontra-se a explicação seguinte: Psefologia vem da palavra grega psēphos , que significa “pedra”. (Um parente da psefologia é a psefomancia , que significa “adivinhação por seixos”.) A psefologia mereceu ser eleita como o nome para o trabalho de analistas eleitorais, ou psefologistas, porque os seixos eram usados ​​​​pelos antigos gregos na votação. Da mesma forma, a palavra cédula foi uma excelente escolha para meio de votação, pois é derivada de palla , a palavra italiana para “bola”, e os italianos colocavam as bolas em um recipiente para votar. Segundo o Oxford Advanced Learner’s Dictionary, a Psefologia “é estudo de como as pessoas votam nas eleições”. Destaca, ainda, que a “Word origin”: 1950s: from Greek psēphos pebble, voteʼ (from the ancient Greeksʼ practice of usingpebbles to cast votes) + -logy“. Em tradução livre, a “Origem da palavra” é da “Década de 1950: do grego psēphos ‘seixo, voto’ (da prática dos antigos gregos de usar seixos para votar) + –logia. Afinal, o que ratificar: o “Voto Impresso”, analisado pela a Psefologia, ou a “Urna Eletrônica”? Parece que, no Brasil, a decisão foi pela última. Há alguma perspectiva de certeza nesse mundo tão incerto? Com as informações do Merrian-Webster e Oxford Advanced Learner’s Dictionary.

INSANIDADE

Última crônica do ano. Boas Festas e um 2024 repleto de boas novas! Apesar da obra de Dostoievski explorar a autodestruição e a humilhação, ela foi capaz de influenciar grandes nomes como Marcel Proust, Herman Hesse e até Franz Kafka. Disse ele: “Compara-se muitas vezes a crueldade do homem à das feras, mas isso é injuriar estas últimas.” Diante de tanta barbárie, acentuada por imagens que rodaram o mundo e chocaram o mais cético dos mortais, tamanha ignomínia corrobora o dito. Uma corte, capitaneada por um ministro irracional, que sequer pode ser comparado à feras ou animais. Impossível aceitar que tantas “cabeças pensantes”, possam instigar selvageria, covardia sem limites e tortura compulsiva. A mente humana guarda segredos que fogem a razão, o que, per si, justifica a exclusão do livre convívio social aos psicopatas. Nada diferencia esta corte do capitão do exército de Joana D’Arc, Gilles de Rais. Considerado o precursor dos “Serial killers”, matou mais de duzentos jovens entre seis e dezoito anos, pelo prazer de cortar-lhes a jugular e banhar-se no sangue. Com a modernidade das mídias sociais, os togados substituíram o banho de sangue pela brutal exposição na rede mundial. A dor de milhares de patriotas, pode ser resumida em poucas palavras: “Não dói o corpo e sim a alma.” Pobre Brasil, parafraseando Dom Luiz Inácio, “nunca antes na história desse país”, tanta exposição depreciativa nos ridicularizaram em tão pouco tempo. Precisamos todos, governo e cidadãos, estancar a permissividade e impunidade, que grassam desde os mais altos aos mais humildes obreiros da nação. Não se justifica, em nenhuma hipótese, condenar pacatos cidadãos a penas superiores a 17 anos de prisão e libertar 30 mil condenados em diversos presídios do pais, manter trancados na papuda pais de família, avós, senhorinhas, cozinheiras e sequer convocar para serem ouvidos os irmãos Batista da J&F, gastar uma montanha de dinheiro público para pagar milhões de reais a magistrados por penduricalhos já extintos, liberar multas bilionárias, mas ignorar o rombo de 50 bilhões de reais das lojas americanas, provocados criminalmente pelos três homens mais ricos do Brasil e que vivem, nababescamente, na Suíça. Desmandos e desvarios de uma corte que se nivela ao comando de facções criminosas que grassam a olhos vistos pelo Brasil. Chegou-se ao ponto do supremo “julgar inconstitucional” um artigo da constituição, onde está explícito que terras indígenas são aquelas ocupadas em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da constituição federal em vigor. Felizmente, o congresso nacional fez valer a independência entre os poderes e manteve o artigo. Para 2024 resta-nos a esperança de que a justiça divina aceite nosso recurso e interceda a nosso favor. Encerro, lembrando Edmund Burke, advogado e filósofo Irlandês do século XVII: “Para que o mal triunfe, basta que os bons fiquem de braços cruzados.”

QUANTA PICARDIA!

“A morte não é o fim. Sempre resta a briga pelo espólio”.

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