Globalismo é ideologia, globalização é sociedade de mercado distante da burocracia
Após a escolha do Embaixador Ernesto Fraga Araújo para conduzir a política externa brasileira, no governo de Jair Bolsonaro, houve uma inquietação geral. Muitos jornalistas e comentaristas políticos da grande mídia protagonizaram estrondoso espetáculo de ignorância e incultura, na tentativa de analisar as credenciais “anti-globalistas” do futuro ministro. Confundindo globalismo com globalização, fingiram enxergar — ou tentaram fabricar — um suposto antagonismo entre Ernesto e Paulo Guedes, futuro Ministro da Economia. Segundo as ilustradíssimas inteligências que povoam a grande mídia, não há diferença entre o anti-globalismo e a anti-globalização, embora estas duas posturas não sejam apenas distintas como opostas uma à outra. Para evitar que erros, desinformações e bobagens dessa natureza se alastrem, partilho com os leitores do Senso Incomum uma breve conceituação, fruto dos meus estudos pessoais e parte de um projeto que não demorará a se tornar um livro: O globalismo é a ideologia que preconiza a construção de um aparato burocrático — de alcance global, centralizador e pouco transparente — capaz de controlar, gerir e guiar os fluxos espontâneos da globalização de acordo com certos projetos de poder. Não há, portanto, nenhum motivo plausível para confundir uma coisa com a outra. A globalização econômica consiste no fluxo global e espontâneo dos agentes econômicos que não só não necessita da interferência de burocratas, como funciona melhor na ausência de interferências burocráticas e é prejudicado por elas. O globalismo, por outro lado, é a tentativa de instrumentalização político-ideológica da globalização com a finalidade de promover uma transferência do eixo de poder das nações para um corpo difuso de burocratas cosmopolitas e apátridas, que respondem não às comunidades nacionais, mas a um restrito conjunto de agentes de influência com acesso privilegiado a esses burocratas — o que, no limite, significa a substituição das democracias representativas por um regime tecnocrático e pouco transparente, no qual o poder decisório está concentrado nas mãos de alguns poucos privilegiados. Ao que tudo indica, o Chanceler Ernesto Fraga Araújo não terá apenas uma função diplomática, mas também uma função pedagógica e de esclarecimento das nossas elites sobre a centralidade do embate entre o soberanismo e o globalismo na atual conjuntura global. Afinal, em que pese esse ser o tema central dos debates nos EUA e na Europa, os cosmopolitas provincianos da grandes mídia ainda vêem o tema com muito estranhamento.
Validação do Conhecimento
Diferenciar uma imagem de um código requer múltiplos acúmulos pretéritos de informações, é necessário não se deixar enganar pelo cérebro, é necessário distinguir criteriosamente o ponto focal, é necessário conhecer a tênue linha que separa a lógica da matemática, ou mesmo, que separa a linguagem da escrita, é necessária sagacidade e acima de tudo capacidade que clarifique o Conhecimento. Quando alguém diz que 2 + 2 são 4, tanto na lógica como na matemática, a observação é validada de forma correta, realmente 2 + 2, são 4. Na lógica não existe outra possibilidade, 2 + 2 são 4, ponto. Na matemática nem sempre 2 + 2 são 4, podem ser várias outras possibilidades de respostas, porque a matemática admite outras informações periféricas não compatíveis com a lógica. A matemática nessa questão que se discute, tem enunciados próprios que validam outras possibilidades de respostas. O mesmo raciocínio pode ser observado em relação às palavras que são grafadas de forma idêntica, mas que em idiomas diferentes recomendam compatibilizar informações pretéritas. Pensemos numa pessoa cujo idioma nativo é o português e que conhece o idioma alemão e em viagem pela Alemanha, ao avistar determinada palavra estando em situação de automatismo funcional, o seu cérebro imediatamente a lê e a decodifica como no seu país de origem, sem se aperceber que o código de validação daquela imagem deve ser alterado para o ambiente onde se encontra.Essa forma não apropriada de automatismo funcional é evidenciada quando nos deparamos com um texto traduzido de outro idioma e que recomenda o Conhecimento de elementos culturais próprios de uma determinada época ou região. O tradutor– não obstante a sua capacidade técnica – por não vivenciar a cultura nativa do texto a traduzir, ou mesmo por não conhecer os valores atribuídos ao texto – incorpora à tradução, juízos de valores incompatíveis com o texto, o traduz a partir das suas experiências, dos seus conhecimentos e dos seus valores,distanciando da realidade que buscava transmitir o produtor original do texto. O Conhecimento quando identifica essa vulnerabilidade na intermediação da informação que se pretende acrescentar aos seus conhecimentos pretéritos, recomenda a sua não validação, pois o prejuízo decorrente da apropriação inadequada de um conjunto de imagens e códigos, podem desacreditar toda uma ordem, fazer fluir o caos e desestabilizar a confiança daqueles que o buscam. O Conhecimento é tese, antítese e síntese, é positivo, neutro e negativo. É amor, ordem e progresso. É fé, esperança e caridade. É corpo, alma e espírito. É igualdade, liberdade e fraternidade. É união, amor e independência. É hipótese, variável e conclusão. É comburente, combustível e calor. É princípio, meio e fim. O Conhecimento é em si a verdade, refuta a vaidade, corrompe a mentira, trabalha a inteligência, busca o crescimento da humanidade, constrói pontes para a paz, é tolerante, ampara, assiste, distingue e acima de tudo permite ao homem compreender sua missão no universo, sua responsabilidade com o próximo, com as coisas, com os feitos, com a posteridade e com o presente. O Conhecimento que se manifesta como o conjunto de informações pretéritas, hoje produzidas,permitirão à humanidade tomada de decisões acertadas e compatíveis com a grandeza do homem que compreende o seu ambiente mediato e imediato. O Conhecimento trabalhado a partir de uma plataforma digital, num mundo onde a matriz da produção do conhecimento é fruto de um algoritmo, por mais que se empreguem conhecimentos de manipulação humana na construção do algoritmo, onde se buscou informações necessárias à construção do programa, o que se produz não é conhecimento, pelo contrário é apenas mais uma informação. Um autómato, por si só, produz apenas informações, só teremos Conhecimento quando aquelas informações puderem ser traduzidas de acordo com a sensibilidade sensorial que norteia a produção do Conhecimento. As informações digitais, sejam imagens, sons, códigos ou ondas, mensuráveis sob o ponto de vista quântico, não substituem a capacidade humana de cruzar informações e definir objetivamente estratégias a aplicar para que o conjunto dessas informações se transformem em Conhecimento. As informações digitais ajudam a definir com objetividade e minimização de erros os Conhecimento produzidos.Essas informações, quando agrupadas e com tratamentos estatísticos objetivos,permitem elaborar hipóteses mais favoráveis ao Conhecimento. A tecnologia é fruto de Conhecimento, os bens e produtos decorrentes da tecnologia são frutos do Conhecimento, os serviços decorrentes da tecnologia também são frutos do Conhecimento, mas a tecnologia em si não é conhecimento, ela é um instrumento para se chegar ao Conhecimento,ela é uma matriz que corretamente trabalhada, permite àquele que cruza as suas informações transformar os bens, produtos e serviços em Conhecimento. O Conhecimento, por ser uma relação direta com o ambiente, não aceita outra premissa senão a especulativa. É observação em constante contradição com a estabilidade. Demanda informações pretéritas na mesma intensidade que cria novas hipóteses, influenciadas por variáveis dinâmicas que demandaram validações contemporâneas. O processo de validação é fruto de informações pretéritas em constante mutação, a verdade anterior poderá ser ampliada, revista, ou simplesmente abandonada, assim o Conhecimento não é uma essência em si mesmo, mas o caminho que clarifica o entendimento. Ao longo dos tempos a humanidade encontrou formas de decifrar as informações pretéritas deixadas como registros do Conhecimento das várias civilizações e isso só foi possível porque os registros tinham uma lógica, eram imagens e códigos, com sequências e repetições que faziam presumir o que se propunha exprimir. Mas apesar da escrita ainda ser uma realidade recente em relação à história da humanidade, as informações fornecidas, durante épocas distintas a partir da sua inserção no cotidiano da humanidade, passaram a ser Conhecimento exclusivo de algumas ordens. O maior risco que corre o Conhecimento é se transformar numa linguagem não-material, ou seja se transformar em algo a ser transmitido em formato diferente de código ou imagem,algo a ser transmitido em meios que demandem utilização de tecnologia dependente de fontes de energia e leitores apropriados a modelos computacionais. Se transformando em linguagem diferente da compatível com o processo de interpretação dos nossos terminais sensoriais, ela de nada valerá. No mundo como o conhecemos hoje, há uma supremacia
Em Chapecó, Santa Catarina, um encontro de cidadãos protegidos e protetores
Um evento realizado, no último sábado (10), em Chapecó, Santa Catarina, marcou um encontro de cidadãos protegidos e protetores. Realizado nas instalações do aquartelamento do 2º Batalhão de Polícia Militar, unidade operacional de fronteira (2ºBPM/Fron), da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC). A finalidade precípua do significativo encontro visou à aproximação dos membros das comunidades chapecoenses: aqueles que protegem — integrantes dos órgãos da segurança pública — e os que são protegidos: os cidadãos e suas respectivas comunidades. Denominado “Quartel aberto”, este foi a terceira edição dessa iniciativa vitoriosa que privilegia o encontro de cidadãos protegidos e protetores. Nessas oportunidades, os membros dos órgãos das forças de segurança, além da aproximação necessária para conquistar a confiança dos cidadãos, têm oportunidades de mostrar-lhes o que fazem, como fazem e o que usam para protegê-los, em todo o tempo. No encontro de cidadãos protegidos e protetores, além dos policiais militares do 2ºBPM/Fron, participaram, também, os bombeiros-militares, outros policiais civis e militares, guardas municipais, agentes penitenciários e agentes de trânsito das seguintes unidades, órgãos e entidades: 2º Batalhão de Polícia Militar Ambiental e das unidades do “Canil, Pelotão de Patrulhamento Tático, Cavalaria e Rondas Ostensivas Com Apoio de Motocicletas (Rocam)”; 6º Batalhão de Bombeiros Militar; Polícia Civil; Fórum de Chapecó; Instituto Geral de Perícias (IGP); Secretaria de Justiça e Cidadania, através do Presídio e Penitenciária de Chapecó; Secretaria de Defesa do Cidadão, através da Guarda Municipal e Agentes de Trânsito. Entre as diversas atividades desenvolvidas no encontro dos cidadãos protegidos e protetores, destacaram-se : “o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd)”; Rede Catarina de Proteção à Mulher”; “mini pista de tiro com Air Soft para os pequenos”; “uma exposição de armamentos e equipamentos”; “passeios nos cavalos e nas motocicletas”; “apresentações do Canil, Bombeiros e Banda do Colégio Marechal Bormann”; funcionalidades do “complexo prisional de Chapecó”; “o interior de uma viatura de socorro dos Bombeiros e noções de primeiros socorros”; “helicóptero do Serviço Aeroespacial de Fronteira (Saer/Fron) da Polícia Civil” e a “pista ecológica, exposição e orientações” dos cidadãos protetores aos protegidos. Diante dos resultados positivos alcançados pelas atividades desenvolvidas e aprovadas com unanimidade pelos participantes do IIIº “Quartel Aberto”, o “comando do 2ºBPM/Fron já sinalizou a realização da 4ª edição do evento, que deve ser realizada em outubro de 2019”. Com as informações da PMSC.
Clarificando o Conhecimento
Passadas as explicações preliminares, buscamos clarificar o Conhecimento, como componente da descrição da inteligência da humanidade. Para clarificar o processo da construção do Conhecimento naqueles que se propõem a isso se permitir; devem, reportar-se a algo que fizeram ou fazem cotidianamente. Tais ações correspondem a ler um livro, assistir a um filme, ir a uma peça de teatro ou assistir a uma partida de futebol, coisas do prazer; ou mesmo para aqueles que professam uma religião, ir à missa, assistir ao culto ou ler o seu livro sagrado. Quando iniciamos estas ações, o primeiro minuto é parte do tempo que mais demora a passar. Isso porque estamos recebendo informações atualizadas pelo nosso cérebro. Então, na medida que o tempo passa, menos nos apercebemos dele porque o nosso cérebro está processando as informações buscando antecipar as conclusões finais. Na verdade, todos os minutos se passam na mesma intensidade de tempo. O nosso cérebro, com menos informações a processar e no estado de ócio, deixa se influenciar pelo tempo. Em síntese, a única dimensão que prova a nossa existência. Na medida que o tempo passa criamos uma relação com essa dimensão que cada vez mais nos empurra para distante do início da especulação do Conhecimento. Criamos a falsa ideia de que há um passado, um presente e um futuro. Na verdade, só temos o presente, as informações pretéritas fazem parte de um conjunto de experiências que só têm validade no tempo presente. O tempo que virá, quando vivido, não se classifica como futuro, mas o presente de uma possibilidade trabalhada e sustentada por informações pretéritas. A base de formação de todo o Universo, sustenta-se pela perenidade que só se manifesta naquilo como conhecemos. Isso ocorre nos reinos animal, vegetal e mineral. No reino mineral, susceptível de fluidez passada e futura, isto é, somente aqueles minerais que possam ser transformados inúmeras vezes. São excluídos, nesse caso, os minerais fruíveis e irreversíveis, como a água, o petróleo, o mercúrio, os radioativos, dentre outros. Os vegetais e animais não guardam as características da perenidade pela vulnerabilidade de suas composições. A produção do Conhecimento é uma função própria do homem porque pressupõe a validação das informações sensoriais. A partir desse Conhecimento o homem cria mecanismos de difusão e perpetuação do que se conhece. As formas primárias de difusão do conhecimento se manifestam, nos dias de hoje, onde tribos ainda não civilizadas e nem mesmo contatadas — como é o caso da Amazônia Sul-americana — utilizam a pintura rupestre como informação dos locais de caça, pesca e agricultura. O Conhecimento da humanidade sobre o planeta em que vive é algo distante das potencialidades. Distante das informações disponíveis, dos acessos necessários à compreensão do ambiente, pois demanda compreensões sobre o ainda não compreendido. Requer maturidade para saber ler as informações do ambiente e sentir o que o planeta tem a dizer. É necessário ao ser humano o nível de sensibilidade próprio daqueles cujo a transmissão do Conhecimento se faz pela via genética. É preciso ao ser humano algo não disponível em registros históricos e que no presente momento pela necessidade de digitalizar as informações, afasta-se cada vez mais da perpetuação da informação. O homem criou mecanismos para decifrar códigos antigos e se viu capaz de criar mecanismos de comunicações com gerações sucessoras. O homem criou máquinas para difundir o Conhecimento Criou os meios para perpetuar o conhecimento acumulado e transmissível de geração em geração. No entanto, o homem contemporâneo vem perdendo essa capacidade de transmissão do Conhecimento na forma física, quando cria mecanismos digitais de arquivo das relações sociais. Assim, o homem põe, à mercê das probabilidades, a perpetuação do Conhecimento. Perde-se o registro histórico, perde-se a história oral, perde-se a compreensão do mundo e retorna-se à barbárie. O Conhecimento, por ser um processo que tem a capacidade de se transformar, aperfeiçoar, atualizar e reconstruir, precisa de ser constantemente alimentado. Seja pela especulação, pelo discurso, pela praxe, pela retórica, pelo proselitismo e principalmente pela negação como instrumento de controle da vaidade. O Conhecimento deve prover à sua existência que é fazer crescer a humanidade e não encontrar fora disso qualquer outra destinação. O Conhecimento não pode ser vaidade, aquele que busca o Conhecimento deve saber que é apenas um instrumento para o crescimento da humanidade. Deve compreender que aquilo que acumulou nada mais é do que a sua visão do problema, que ele não é essencial, o essencial é o Conhecimento, que o seu fim é criar condições para que outro desenvolva uma visão mais acertada, condizente, factível e necessária ao crescimento da humanidade naquele momento. Dar a Conhecer é um exercício que encerra um conjunto de valores — próprio das relações entre os homens — e de virtudes próprias da relação entre aquele que almeja o Conhecimento e o Conhecimento que se estrutura. O Conhecimento não é uma futilidade porque não é apenas uma questão de apropriação. É uma essencialidade, pois requer ser alimentado pelo prazer das construções e reflexões do pensamento. Requer que o ócio próprio de quem a ele possa contribuir não seja consumido por questões pessoais, mas por questões que busquem confortar a humanidade, que busquem criar alternativas para, de alguma forma, melhorar o ambiente que se vive, acima de tudo buscar um novo homem. O Conhecimento não deve ser fruto do confronto. Deve ser fruto de um pensamento limpo, desprovido de raiva, ira, maldade. Deve ser livre de qualquer outra confrontante que leve à perda do senso crítico. Que influencie ou tencione distorcer o caráter de pureza que lhe permeia. O Conhecimento não coloca em dúvidas a validade do que se pretende construir. Não se revela falho pela não observância de princípios construtivos da criticidade, da razoabilidade, da factibilidade e da aplicabilidade que se busca como acúmulo de informações preteridas validadas e condizentes com uma resposta propícia ao crescimento da humanidade. O embate não constrói, ao contrário destrói o Conhecimento. Temos a obrigação de compartilhar o Conhecimento e a obrigação — não só moral, como também ética — de compartilhar como condicionante de
A descoberta de Uma Joia Bem Guardada

Aconteceu, nesta terça-feira (13), a localização de Uma Joia, que se encontrava entre as bem-guardadas joias de nosso Jornalista João Bosco de Casto. E, foi a Senhora Beatriz Campos de Paulo e Castro, a autora da descoberta de uma joia bem guardada . Após a descoberta, a autora não se conteve. Leu o conteúdo de Poligamia. Depois narrou a descoberta, e, declamou a Poligamia, às pessoas queridas de seu querido esposo. Poligamia – Uma Joia Bem Guardada “Poligamia. (João Bosco de Castro) Às Cinco Mulheres Minhas, Que Ainda As Posso Ter. DÉBORA, és a abelha LIS, a operária De vida vária e de cabeça afeitaÀ vontade virtuosa e ao trabalho!…JANAHINA: a boa ZÁHIDA, de cabeça e de bons modos,Cheia de Apolo e de Dionísio, sem aviso,Que ligas o Mar bramoso ao Paraíso!…BRUNA, que tens o ar inquieto de uma DÁPHNEE do campeão: um vencedor fremente.Que Jamais cansou os ossos e não se cansa a mente!…ANA, a cordeirinha — Tão LÍVIA, a qualquer hora, todo o dia.Muito manhosa e coberta de inglesia,Nesta feliz alegoria de soberba:Porque são todas — todas e todas! —Cheias de vida e embevecidasDesta GRAÇA, a mãe DAGÁ, forte guarida,A grande Obreira, audaz e muito arteira.Mas serena, exigente e convencidaDe que a Vida vale esta vida!— E valerá?!… Oh! Se valerá!… —Oh! Se valeu, inda vale e valerá.Porque me propelem as Cinco à labuta diuturnaDe trabalho ao trabalho, suor e malho,Peças gentis dum mosaico de retalho!…Filhas e Mãe, a quem amo e amarei,A meu modo travesso e silenciosoAos ouvidos, e ao coração, loquaz,Que refuta a guerra e guarda a paz,Dote capaz de tornar o Homem homem,Neste mercado infeliz de lobisomem!…,Mundo sutil, que ablui o corpo imundo,Para fazê-lo mais são e mais fecundo,Ainda que lhe não respeitem o direitoFilhas e Mãe, de quem gosto e gostarei,De ser um humano Mundo!…Filhas e Mãe, de quem gosto e gostarei,Deste meu jeito, que rejeito,Pois as amo e amo, tanto,Tanto e tanto, que o meu acalantoNão passa, às vezes, de silentes suspiros, Que não lhes dizem, mas lhes falam uma verdade!E a verdade fala:Enquanto houver Amor, A Vida exalaO hálito perene e tão solene:Que não é mais que a própria vida,Esta nossa, que é só nossa, e a Outra Vida!Bafejo real ou sopro incerto de quimera,Esta vida une o Outono à Primavera! Belo Horizonte, MG, 12 de setembro de 1.987. JOÃO BOSCO DE CASTRO“ A Declamação da Joia bem Guardada Coube, à Senhora Beatriz Campos de Paulo e Castro, compartilhar, com os queridos familiares e amigos do Poeta João Bosco de Castro uma declamação da Joia Bem Guardada. Ouça, por favor, o seguinte áudio:
Construindo a Descrição do Conhecimento
Conhecimento é um processo de validação da informação que chega ao nosso cérebro. Consiste numa análise de informações pretéritas acumuladas a partir da exposição do cérebro às experiências dos nossos terminais sensoriais. E favorecem a(o) audição, visão, olfato, tato e paladar. Assim, o cérebro cruza as informações obtidas, e, possibilita muitas conclusões, a partir do estoque de experiências acumuladas. As experiências acumuladas não se encerram nos simples fatos de seus registros. Mas, a partir dos terminais sensoriais, multiplicam-se, em progressão geométrica. Procuram respostas ao infinito cruzamento de variáveis que se processa no nosso cérebro. E encontram respostas para todos os fenômenos que são observados e/ou sentidos na natureza. O nosso cérebro precisa de estímulos, para produzir o Conhecimento.Na medida que nos distanciamos dos estímulos, nos distanciamos do Conhecimento. Dar a Conhecer é uma função adquirida pelo correto emprego dos estímulos. Cruzar informações, numa velocidade não medida, favorece o aumento do estoque de Conhecimento. Como qualquer outra função que se busque aperfeiçoar, o Conhecimento é uma oportunidade de crescimento. E remete-nos a outro nível de compreensão e de entendimento do universo circundante. O Conhecimento, por ser um processo dinâmico, demanda aceitação e especulação e não é propício àqueles que demonstram preguiça mental. O Conhecimento, por ser cruzamento de variáveis, impõe a quem dele se aproprie, constante exercício da atividade mental. O Conhecimento não pode ser entendido como dual, pois, se assim o fosse, o seu entendimento morreria, em si só, e não seria conhecimento. Seria apenas descrição do estado natural, ou seja, sentido o fenômeno, a informação seria arquivada e não gravitaria em torno dela as especulações necessárias, para a produção do Conhecimento. É isso, na verdade, o que difere a matemática da lógica. Na matemática construímos uma expressão para validar uma informação, na lógica procuramos entender o pensamento que constrói a informação. Em outras palavras, na matemática nos cercamos de teorias, enunciados, fórmulas, ou seja, informações pretéritas, para construir uma expressão que valide uma informação. Na lógica, nos concentramos no pensamento simples, sem deixar se influenciar pelas informações periféricas. Nela, devemos nos distanciar das informações sensoriais e nos centrar nas informações descritivas do fato em si, não se traduzindo, portanto, em conhecimento. Na lógica, não nos é facultado especular. A nós é recomendado apenas centrar no cerne da questão. Isso é muito semelhante aos espetáculos de ilusionismos, onde ocorre a busca de informações para validar a arte do profissional. Nesse caso, nosso cérebro desconsidera informações primitivas e, finalmente, engana-se. O Conhecimento, em muitos casos é confrontado com a realidade. Leva nosso cérebro a formular conclusões errôneas do ambiente. Cita-se, à guisa de exemplo clássico, o caso de rampas descendentes opostas, que se cruzam ou mesmos e encontram num ponto qualquer. Tem-se, então, a impressão de que o veículo liberado se desloca em marcha à ré. Dando-se a impressão de que estivesse subindo a rampa que descia, quando na verdade ela desce em relação ao veículo que vem na rampa oposta. Porém, essa rampa sobe em relação ao veículo que nela trafega, deixando-nos a impressão de que sobe, em marcha à ré. E o conjunto das informações visuais não permite ao cérebro uma conclusão apropriada do evento observado. Pois bem, se o Conhecimento não é potencialidade dual, então pode-se classificá-lo como potencialidade tríplice. Isso porque necessita de uma construção objetiva, uma especulação subjetiva e um entendimento clarificado. Necessita ser uma hipótese em tese, uma compreensão em antítese para ser ao final um Conhecimento em síntese. Necessita o Conhecimento de uma positividade, ou seja, uma afirmação deque aquela realidade é a mais factível e verossímil. E tem de suplantar a negatividade do discurso que busca desqualificar as suas bases e não se deixar influenciar pela neutralidade do óbvio ululante. O Conhecimentonão é algo a ser dado, é algo a ser construído, algo a ser escolhido. Quem busca a Conhecer deve primeiro ser conhecido. Deve primeiro ser aceito. Deve primeiro permitir que o seu cérebro encontre a fertilidade necessária para crescer, se transformar, se cobrar, pois a quem é dado a Conhecer, mais responsável se tornará e mais se cobrará. Leia também: Clarificando o Conhecimento Validação do Conhecimento A Aplicação do Conhecimento O Tempo e a Validação do Conhecimento O Conhecimento, a Descrição Teórica e Operacional e a Relação Tempo e Espaço Conhecimento Consequente da Produção das Informações
Polícia Militar Paulista Realiza o III Seminário Jurídico
No portal da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), encontra-se publicado o chamamento para o III Seminário Jurídico. O desenvolvimento das atividades será da Coordenadoria de Assuntos Jurídicos daquela Instituição Militar Estadual e a temática considerará as “Garantias necessárias na atuação policial — Uma análise prática dos aspectos jurídicos”. ATENÇÃO: VAGAS LIMITADAS! INFORME-SE MAIS SOBRE O III SEMINÁRIO JURÍDICO.
A Noite dos Cristais…Nunca Mais!
O que foi a Noite dos Cristais? A Noite dos Cristais — ocorrida na Alemanha, na noite de 9 para 10 de novembro do ano de 1938 —, marcou ao mundo moderno uma das iniciativas do hediondo movimento antissemitista. Do Wikipedia, foi destacado que: As casas dos cidadãos judeus, hospitais e escolas foram pilhados e deitados abaixo pelos atacantes com o recurso a marretas.[4] Mais de mil sinagogas foram incendiadas (95 só em Viena) e mais de sete mil negócios foram destruídos ou danificados.[5][6] Martin Gilbert escreve que mais nenhum acontecimento na história dos judeus alemães entre 1933 e 1945 foi tão difundido à medida que ia acontecendo, e os relatos dos jornalistas estrangeiros a trabalhar na Alemanha causaram ondas de choque em todo o mundo.[4] O Times escreveu na altura: “Nenhum propagandista estrangeiro se dedicou a enegrecer a Alemanha antes que o mundo pudesse superar o número de incêndios e espancamentos, de assaltos violentos a pessoas indefesas e inocentes, que desonraram aquele país ontem.”[7] Wikipedia Passados 80 anos, o reconhecimento do medonho erro foi lembrado, nessa sexta-feira (9), em Berlim, numa das maiores sinagogas daquela Metrópole. Presente na Cerimônia, as autoridades lembraram as agressões sem precedentes a mais de 1.400 Locais de Culto. A Chanceler Angela Merkel — segundo o vídeo publicado pela a AFP — disse que “o Estado tem de lutar contra a exclusão, o antissemitismo, o racismo e o extremismo da direita”. Análise econômica, política e social antecedentes e consequentes de A Noite dos Cristais Ao leitor de o Pontopm, Carlos Braga — cooperador deste portal e residente em Braga, Portugal —, apresenta uma visão analítica do conceito de socialismo no seio da Igreja Cristã, sua apropriação pela ideologia do comunismo e a ação de reparo perpetrada pela fé. Boa leitura. Pontopm – O livro “O Capital” de autoria de Karl Marx, fala sobre o custo da força trabalho e a apropriação da força de trabalho do homem pelo Capital. Podemos afirmar que a obra é a essência de uma ideologia ou é puro pragmatismo? CarlosBraga – É puro pragmatismo, a obra O Capital, apesar de historicamente estar ligada ao nome de Karl Marx, século XIX, por todas as evidências alocadas ao longo da História, jamais poderia ter sido escrita por uma pessoa que se apresenta como negação da existência de Deus e com evidentes traços de anomia na sua vida pessoal. Eu explico isso a partir do momento histórico que se encontrava o mundo naquela época, quais sejam a crescente visão Iluminista aliada a ascendência do positivismo atacando questões históricas do assistencialismo que rendia benefícios à Igreja Cristã. Os benefícios à Igreja Cristã estavam atrelados à sua capacidade de oferecer saúde e educação sem necessariamente redundar no pagamento como condicionante da prestação do serviço, mas como obra de caridade, onde os assistidos, quer sejam na saúde, quer sejam na educação, transferiam à Igreja Cristã doações para a difusão da fé. O iluminismo aliado ao positivismo, vai entender que tanto a saúde como educação são formas de se ganhar dinheiro e que não necessariamente obras apenas da caridade. A Igreja Cristã, já conhecedora das questões da contabilidade, assentes no conceito da Economia Moderna expressos por Adam Smith, Século XVIII, vai então entregar a Karl Marx um tratado para contrapor às ideias Iluministas. Pontopm – Mas quais são, de forma clarificada,essas evidências de que os conceitos expressos por Adam Smith já eram de conhecimento da Igreja Cristã e de que forma a Igreja Cristã influencia no entendimento do conceito de economia? CarlosBraga – Os conceitos de contabilidade, sobretudo o sistema de partilhas dobradas, são construções financeiras criadas como instrumentos de controle dentro da própria Igreja Cristã, Século XV, e que mais tarde são disponibilizados ao conhecimento geral. Esse sistema permite saber o custo de todos os produtos e serviços que se dispõe a tratar no mercado. Mas, bem antes disso, a Igreja Cristã já conhecia o sistema económico e financeiro do mundo de então, isso foi através das Cruzadas, Os Cavaleiros Templários, lá no Século XI, com o Papa Urbano II. Apesar de terem sidos extintos como Ordem Militar da Igreja Cristã, no século XIV, com o Papa Clemente V, os Cavaleiros Templários eram os responsáveis pelas finanças de vários Reinos da Europa e pela força de um desses reis, Felipe o Belo de França, viu-se a extinção da Ordem Templária,mas não as suas ideias e nem a prisão da maioria dos seus e nem sequer a apropriação dos bens daquela Ordem. Tanto o é, que pouco depois, o Rei Dom Dinis de Portugal juntamente com o Papa João XXII vão criar a Ordem de Cristo,uma Bula Papal, Século XIV, que estabelece esse Ordem em Portugal com a missão de explorar o mundo e difundir a fé – uma exploração económica a serviço da fé, estabelecida em Tomar com o Título de Santa Maria do Tomar, Diocese do Novo Mundo. Pontopm – Mas não se vê claramente, nessa resposta, uma afirmação de que os conceitos de economia e a obra O Capital tenham correlação com a Igreja Cristã. Sua afirmação não se trataria de uma afirmação especulativa e tão somente isso, sem qualquer evidência? Carlos Braga – Não e explico o porquê. Para se chegar ao preço de determinado produto ou serviço, temos que levar em conta o trabalho que foi realizado para a produção de determinado produto ou serviço e o preço final desse produto ou serviço,sendo o preço final, de determinado produto ou serviço, o somatório do trabalho pretérito – definido como os elementos de consumo ou de capital anteriores à realização do trabalho; o trabalho atual – que são os custos para a transformação das matérias primas no produto ou serviço e o pagamento da mão-de-obra; e a remuneração do capital que foi empregado para a realização do produto ou serviço, ou seja, o lucro do capitalista. E é esse lucro do capitalista que vai gerar a chamada Riqueza das Nações, a sua força produtiva e de transformação aliada à sua capacidade de gerar moeda. Do ponto de vista da Igreja Cristã, é
Posse de João Bosco na Academia Bom-Despachense de Letras

A posse do Romancista João Bosco de Castro na cadeira nº 26 da Academia Bom-Despachense de Letras (ABDL), conforme noticiado neste Pontopm, aconteceu às 19h30min de 21 de setembro de 2018, no plenário da Câmara Municipal de Bom Despacho-MG. A belíssima noite de festa daquele Sodalício, foi prestigiada pela presença de autoridades, Confrades, familiares e amigos do Escritor ora destacado, que é, também, um dos Jornalistas deste Pontopm. Foi uma noite de festa dos bom-despachenses para o Patafufo-bom-despachense! Naquela inesquecível Confraria, houve outro momento significativo, quando João Bosco de Castro proferiu seu discurso de posse na cadeira Aeropagítica, de número 26, engrandecida com o nome do Prosador e Poeta Dário Couto — Insigne Patrono do experiente Acadêmico. No seu Texto Academial — elaborado com a autoridade que lhe é conferida, pois conhece e sabe utilizar adequadamente os vocábulos na elaboração de frases historiadoras —, há relatos-flashes de sua vida; na convivência próxima e amiga, com o Patrono Poeta e Trovador, e esmero dedicado e zeloso da análise dos textos de Dário Couto. A história da vida de João Bosco de Castro não é muito diferente daquela vivida pela maioria dos mais brilhantes profissionais mineiros de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Dos que já prestaram serviços, na Gloriosa Polícia Militar de Minas Gerais, ou os que ainda prestam. E pode-se afirmar que, há histórias semelhantes, aqui, ali e acolá, na imensidão das Minas Gerais e em outras 26 Unidades da Federação que abrigam Instituições Militares Estaduais. João Bosco de Castro historiou suas andanças, conquistas e produções literárias. É admirado pelo que fez, faz e ainda fará. É, algumas vezes, incompreendido por aqueles que não sabem, não querem e não gostam de ouvir as realidades, ou preferem o-faz-de-contas! Desde março deste ano, após casar-se “com a Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro”, fixou morada na “(…) amável cidade-sorriso (…)” e “(…) com o profícuo auxílio de Beatriz (…)” organizam o: “(…) Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes, com biblioteca, hemeroteca, musicoteca, exposição de Artes — dentre as quais algumas de minha lavra, memorial túnel do tempo, acervo de adoráveis acumulações, bancadas e ferramental para marcenaria, escultura e inscultura como artes manuais, e Sala de Aula Língua Portuguesa – Técnicas de Redação pela Totalidade Verbal: Gramática, Estilística e Organização lógico-Dialética da Mensagem.(…)” As marcas de seu conhecimento e sabedoria amealhados no tempo de suas andanças, conquistas e produções literárias são comprovadas, também, na ética e lisura irretorquíveis durante a análise feita em Molambos d’Alma. Sobre Dário Couto, João Bosco destacou, inicialmente, o que o seu Patrono Academial disse de si mesmo: “O Dário não escreve, é roceirozinho que só não é analfabeto por causa do quase. Escreve o Argos, sujeito redomão no desrespeito dos homens”. Dos textos de seu Patrono, João Bosco destacou a maravilhosa “Despedida” dedicada ao “grupo escolar”, aos colegas e à “mestra e amiga” Dona Zulma; “Sôdade ingrata”, dentre outros. Distinguiu-o pelo gesto “Sui-generis”, de grand gentleman, materializado com o “HONRA AO MÉRITO — DIPLOMA DE ESPOSA”, conferido à Dona Olympia Resende Couto. João Bosco não se limitou apenas em proferir memorável discurso. Levou os participantes daquele Sodalício, ao passado próximo, relembrando do Sô Chico da Fonsina, citado pelo seu Patrono. Brindou, também, os presentes, com uma Aula Magna e inesquecível, com as análises feitas ao “Retrospecto — Procissão do Enterro em Minha Terra”; “Padre Pedro” e “Civismo”. Ao final, João Bosco distinguiu Dário Couto, autor de Molambos d’Alma, ao nível de ícones singulares da nossa Literatura. Vale a pena conferir o Discurso dePosse de João Bosco de Casto na ABDL. Veja também a galeria de fotos:
“Protestos contra” e “Manifestações a favor da candidatura de Bolsonaro”
Os “Protestos contra” e “Manifestações a Favor da Candidatura de Bolsonaro” foram matérias publicadas pelo Portal G1, no último final da semana que antecede o 2º turno das eleições brasileiras de 2018. Dos respectivos títulos e subtítulos daquelas notícias, observa-se que houve, no sábado (20), “Protestos contra (…)”, e, no domingo (21) “Manifestações a favor (…) da candidatura de Bolsonaro”. Que ambos os episódios ocorreram“em várias cidades pelo país”; pois foram “convocados pelas redes sociais” e os “atos foram registrados/aconteceram”,respectivamente, “em 15” e “em 20 “estados e no Distrito Federal”. Assim, os “Protestos contra” não foram realizados em doze Unidades da Federação e as “Manifestações a favor” em 7. Resta saber a quem os protestos e as manifestações favoreceram! Os leitores podem avaliar as presenças marcadas, nos “Protestos contra” e nas “Manifestações a favor”. No evento de sábado (20), foi registrado com um vídeo, mostrando reuniões em várias capitais, e mais cinco fotos. No de domingo (21), há igualmente um vídeo, mostrando reuniões em várias capitais, e mais dez fotos. Nas duas publicações, Curitiba foi a única cidade que teve a exposição de fotos, conforme se vê em seguida: Até a publicação desta postagem, haviam 2.534 comentários, nos “Protestos contra”, e, 3080, nas “Manifestações a favor”. São destacados a seguir, da notícia sobre “Protestos contra Candidatura de Bolsonaro”, quinze comentários, com mais de 100 curtidas, pró ou contra o(s) candidato(s): “Daqui há alguns anos, ninguém vai encontrar quem tenha votado no Bozo, assim como hoje não se acha ninguém que admita ter votado no Collor. Quem viver verá.” Curtidas: 110 gostaram e 423 não gostaram. “Festa da verdadeira democracia, isso ai é o povo dizendo o que quer para si e que não quer facismo, ditadura, misoginia e preconceitos, LULAÉHADDAD e somo o Brasil, se Bozonaro ganhar sou capaz de sumir deste país hoje mesmo.” Curtidas: 44 gostaram e 288 não gostaram. “querido presidente descanse , tenha um otimo repouso somos todos caixa2. brasil acima de tudo e Deus acima de todos” Curtidas: 119 gostaram e 20 não gostaram. “Agora, vejam as fotos de domingo….comparem…nada de vermelhinhos… só famílias verde amarelas que vão DE GRAÇA…” Curtidas: 91 gostaram e 20 não gostaram. “Ele foge dos debates, mas não importa, assim que o presidente Haddad ganhar, vamos ter o direito de tomar terras e casas improdutivas, vamos soltar o filho do Brasil, e o casamento de qualquer tipo de família não só terá o apoio do governo como será financiado pelo Estado! Viva 13! Bolsomedos, sua hora está chegando!” Curtidas: 22 gostaram e 267 não gostaram. “Sou do Rio Grande do Sul…moro no Nordeste…aqui o povo do Sul…vota Haddad…13” Curtidas: 25 gostaram e 112 não gostaram. “Caixa 2 é crime e lugar de criminoso é na cadeia,não na presidência.” Curtidas: 59 gostaram e 182 não gostaram. “A Globo perderá 50 % das propagandas do Governo, foi o que disse o Mito !” Curtidas: 185 gostaram e 11 não gostaram. “É o desespero kkkkkk dia 28 é Bolsonaro17 haja pão com mortadela para esse povo. É uma pena que a grande maioria eles são desprovidos de inteligência, como as pesquisar sempre mostram, o pessoal menos estudado, são os que apoiam e se deixam levar pelas mentiras desses CANALHAS, COMUNISTAS, agora estao levantando a Bandeira do BRASIL, SÓ LEVANTAM PORQUE RECEBEM PARA ISSO, CASO CONTÁRIO ESTARIAM RASGANDO, PISANDO OU QUEIMANDO. ESSE GRUPINHO PAGO NUNCA VAI REPRESENTAR A NOSSA NAÇÃO.” Curtidas: 168 gostaram e 23 não gostaram. “O povo brasileiro realmente é um povo complicado de se entender, o pais vive uma situação de desespero, somos governados por bandidos,o trafico de drogas tomou conta do pais , serviços públicos falidos,insegurança nas ruas , desemprego absurdo,e mesmo assim muitos preferem acreditar naqueles que são responsáveis por levarem o pais a esse caos do que ao menos tentarem uma mudança.” Curtidas: 129 gostaram e 8 não gostaram. “Que representa 29 cidades ,só no estado de minas gerais tem mais de 800 municípios, matéria querendo dar ênfase a fato insignificante,para tentar influenciar eleitor,perda de tempo,ainda mais quando se sabe que as ordens vem do líder de dentro da cadeia” Curtidas: 516 gostaram e 21 não gostaram. “Participaria do ato…o problema é ser contra o 17 e a favor do 13.” Curtidas: 105 gostaram e 12 não gostaram. “Quero ver noticiar amanhã as megas concentrações. É 17” Curtidas: 1520 gostaram e 61 não gostaram. “Qual cor predominante na manifestação? Minha bandeira nunca será vermelha.” Curtidas: 871 gostaram e 49 não gostaram. “Sair pra apoiar ou protestar com quem esta no poder é normal, mas protestar com quem está disputando, ai é desespero nao democracia.” Curtidas: 111 gostaram e 10 não gostaram. São destacados a seguir, da notícia sobre “Manifestações a favor da Candidatura de Bolsonaro”, quinze comentários, com mais de 100 curtidas, pró ou contra o(s) candidato(s): “Vamos ajudar a Globo, ela ‘esqueceu’ de várias cidades. Eu sou de Curitiba e está tendo manifestação aqui. Escreva aqui em baixo, o nome da sua cidade que foi ‘esquecida’!” Curtidas: 1490 gostaram e 39 não gostaram. “O MOVIMENTO É TÃO FORTE QUE EAGORATSE TÁ NO PRIMEIRO LUGAR DO TWITTER, NA FRENTE DO BOSTANARUA, QUE 90% SÃO DE ROBÔS. OS BOSTOMINIONS PIRAM KKKKKK” Curtidas: 17 gostaram e 195 não gostaram. “O sujeito está na praia. Passa um caminhão tocando música e distribuindo sorvete. Os banhistas se aproximam e são fotografados. E o que está a ocorrer.” Curtidas: 9 gostaram e 110 não gostaram. “Achei que teria 1 Bilhão de pessoas hoje, pelo que estavam prometendo ontem, e olha que as manifestação de ontem convocaram só as mulheres. kkkkkkkkkkkk Curtidas: 14 gostaram e 177 não gostaram. “7 cidades seus lixos? Passa de 200 cidades seus desesperadosssssss” Curtidas: 81 gostaram e 621 não gostaram. “GLOBOLIXQ MENTIROSA , ONTEM 29 CIDADES , HOJE SÓ 7 , DEIXA DE MENTIR GLOBOLIXQ , JÁ FUI FAKE , JÁ FUI ROBÔ , E AGORA SOU CAIXA 2 , NAO VA VOTAR DE VERDE AMARELO , PARA A GALERA DO ELENAO , NAO IDENTIFICAR VOCE COMO ELEITOR DO BOLSON4RO , SEMANA QUE VEM VAI CHOVER FAKE NEWS , CUIDADO , 17 NELES.” Curtidas: 308 gostaram e 9 não gostaram. “kkkk Gatos pingados da pena de vcs….”Curtidas: 50 gostaram e 834 não gostaram. “Um protesto pelo debate…o Bozo deveria tomar vergonha na cara e ir para o debate” Curtidas: 55 gostaram e 572 não gostaram. “Achei que teria 1 Bilhão de pessoas hoje, pelo que estavam prometendo ontem, e olha que as manifestação de ontem convocaram só as mulheres. kkkkkkkkkkkk” Curtidas: 15 gostaram e 199 não gostaram. “Essa passeata não é patrocinada com pão, mortadela e suco, sem pseudos intelectuais sem vermelhinhos e sim pelo amor ao país!!!” Curtidas: 135 gostaram e
