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Humanização e Inteligência Artificial

“As mudanças são tão profundas que, na perspectiva da história da humanidade, nunca houve um momento tão potencialmente promissor ou perigoso” Klaus Schwab As conquistas desenvolvimentistas deste Século XXI levaram o homem a alcançar a Era da Indústria 4.0, a Sociedade 5.0 e as Tecnologias de Quinta Geração (5G). Dessas novidades modificadores do modus vivendi, aos brasileiros, emergem muitos desafios, pois ocorrerão muitas modificações nos setores produtivos e prestação de serviços, públicos e privados. Uma das consequências dessas realidades emergentes, consiste em compreender a Humanização e a Inteligência Artificial, do ponto de vista conceitual, atitudinal e funcional. Conceitos da humanização e Inteligência Artificial A compreensão conceitual de humanização e inteligência artificial pode ser analisada através dos conceitos destacados, do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (VOLP),  e apresentados a seguir. A humanização, ou a ação de humanizar, é o “1. ato ou efeito de tornar(se) humano, de adquirir forma ou condição humana”; “2. processo ou resultado de tornar(-se) mais fácil ou favorável à utilização por humanos” e “3. Ato ou efeito de tornar(se) mais compreensivo, bondoso ou sociável”. A inteligência, naquele VOLP, tem dois significados: Naquele VOLP, tem-se, ainda, que a inteligência artificial é a “área da informática cujo objetivo é a aplicação do conhecimento dos processos cognitivos humanos aos sistemas informáticos que reproduzem aqueles processos”. A  inteligência emocional se contrapõe àquela, pois é a “capacidade de reconhecer e entender as próprias emoções e as dos outros, agindo de forma adequada em diferentes situações”. A inteligência artificial, na forma de robotização, crescerá significativamente. Com isso, muitas ações e procedimentos praticados pelos seres humanos, serão atribuídos a robôs. Serão programados para tarefas de  somenos importância. Não substituirão àqueles, apenas os liberarão para tarefas, essencialmente decisórias, e muito mais importantes para as pessoas, comunidades, sociedade e meio ambiente. Atitudes da humanização e Inteligência Artificial A inteligência emocional é uma das formas caracterizadoras para a humanização e inteligência artificial. Nos seres humanos, há atitudes que podem ser re-encontradas e aperfeiçoadas e consideradas nas programações da inteligência artificial. A atitude — que é o mesmo que aptidão, ou a “1. posição do corpo; postura”; “2. forma de agir; procedimento” e “3. maneira de significar um propósito” (VOLP) —, é peculiar, e muito específica, ao ser humano. Pessoas têm atitudes, aptidões, sentimentos infinitos. Máquinas são programáveis, limitadas. Podem receber informações da fonte humana para agir e cumprir determinado procedimento. Atitudes humanizantes conquistarão novas formas de comportamentos éticos, emocionais e relacionamentos empáticos, entre si. Assim, por meio da Ética, ou a “disciplina que procura determinar a finalidade da vida humana e os meios de a alcançar, preconizando juízos de valor que permitem distinguir entre o bem e o mal” (VOLP). Serão igualmente valorizados princípios morais, outrora olvidados, e re-estabelecidas condutas de convivências pessoais e profissionais. Os códigos deontológicos serão melhores compreendidos e praticados com muita naturalidade. A esteira da inteligência emocional é a Inteligência Social, termo cunhado por Daniel Goleman. Segundo este psicólogo estadunidense “Um indivíduo emocionalmente inteligente é aquele que consegue identificar as suas emoções com mais facilidade”. E, nas lições de Goleman, pode-se dividir a inteligência emocional “em cinco habilidades específicas: Autoconhecimento emocional Controle emocional Automotivação Empatia Desenvolver relacionamentos interpessoais (habilidades sociais)” Funcionalidades da humanização e Inteligência Artificial Surgirão novas funcionalidades, na esteira das da humanização e inteligência artificial. As organizações, públicas e privadas, produtivas e prestadoras de serviços terão nova liderança para gerir, nos diversos escalões, seus “PROSUMIDORES”. Esses, segundo os Toffler, Alvin e Heidi, são os indivíduos ou grupos capazes “PROduzir e conSUMIR” os próprios produtos e serviços, realizando “o ato de PROSUMIR”. As habilidades sociais descritas anteriormente serão indispensáveis aos prosumidores.  Desses e da nova liderança resultarão os sucessos bem-sucedidos para a Indústria 4.0, pois  atenderão as demandas da Sociedade 5.0, utilizando-se, nos próximos anos, das Tecnologias de Quinta Geração (5G). No contexto ora descrito, e pelas discussões ocorridas entre os estudiosos europeus e estadunidenses, há indicativos do surgimento de a Polícia 4.0. Neste termo, encontram-se sintetizados todas as atividades desenvolvidas pelos órgãos, entidades e empresas destinadas à proteção pública e privada.

Homenagem às Crianças

Os “Filhos de Minas, Erguendo a voz, Anos após Anos, lutaram Pelas doutrinas Que eles sonharam. (…)”. Por isso, prestam justa homenagem às crianças, com o vídeo “O que você quer ser quando crescer?” Destacam, nas ações do cotidiano de seus valorosos profissionais, o apreço e a consideração pelos infantes, por peio das seguintes frases: “Eu quero ser criativa” “Eu quero ser corajoso” “Eu quero ser aplicada” “Eu quero ser herói” “Eu quero ser equilibrado” “Eu quero ser respeitoso” “Eu quero ser forte” “Eu quero ser amigo” “Eu que ser leal” “Eu quero ser perseverante” “Eu quero ser vencedor” “Eu quero ser educada” “Eu quero ser estudioso” “Eu quero ser feliz” “Eu quero ser livre” “Eu quero ser consciente” “Eu quero ser atencioso” “Eu quero ser protetor” “Eu quero ser disciplinado” “Eu quero ser família” “Quando crescer, quero ser exemplo!” Os valores evidenciados, nos textos ora descritos, são desejados por pessoas que os praticam diuturnamente, nas atividades de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Tais valores, são desejados pelos pais que amam seus filhos, pelos avós que amam seus netos, pelos tios que amam seus sobrinhos. São valores indispensáveis à cidadanização de uma Pátria! Parabéns crianças, futuros cidadãos da Nação Brasileira!

O Império da Lei e da Ordem

A Polícia Militar apreendeu no centro de Curitiba, nesta quinta-feira (27), material de campanha de Gleisi Hoffmann. A senadora, que é presidente do PT, tenta uma vaga na Câmara dos Deputados. O material, que estava exposto em camelôs, contém fotos do ex-presidente Lula, dando a entender que ele ainda seria candidato. Por Murilo Ramos O império da Lei e da Ordem prevaleceu, mais uma vez, segundo o texto destacado acima, pois foi evidenciada a presença do Estado Democrático de Direito. Isso porque, numa atuação integrada de proteção, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem, da Polícia Militar do Estado do Paraná (PMPR), asseguram a apreensão de material irregular de propaganda eleitoral, “em um calçadão no centro de Curitiba, no diretório do PT, no comitê da senadora Gleisi e no comitê central do partido”. A ação dos policiais militares paranaenses foi legítima. Assegurou-se, outra vez mais, o império da Lei e da ordem. Isso porque uma matéria publicada no Estadão divulgou a veracidade dos “ofícios assinados nos dias 26 e 27 de setembro, o chefe de cartório da 176ª Zona Eleitoral confirma o recolhimento de peças de Lula como candidato a presidente em ‘diversos materiais de diversos candidatos’” Prevaleceu o império da Lei e da Ordem, conforme se vê, também, no  vídeo, publicado pelo You Tube e assinado pela “FOLHA POLÍTICA.ORG. Até a publicação desta postagem, registravam-se 83.575 visualizações. Espalhou-se nas redes sociais, sem maiores informações. Assim, sua veracidade foi questionada. As imagens são legítimas? O evento foi legítimo? Então, comprovada a vigência do Império da Lei e da Ordem, no Estadão, na última quinta-feira (29), encontram-se as seguintes informações: É verdadeiro o vídeo publicado no YouTube que mostra a apreensão de materiais irregulares de campanha, incluindo peças de divulgação da senadora Gleisi Hoffmann(PT-PR) ao lado do ex-presidente Lula. Gleisi é candidata a deputada federal. A gravação registra o momento em que policiais militares e uma pessoa com identificação da Justiça Eleitoral recolhem placas e panfletos do PT expostos em tendas montadas em um calçadão.Ao analisar as imagens dos policiais e da viatura no local, é possível identificar que se trata da PM do Paraná. A partir disso, o Comprova entrou em contato com a Polícia Militar paranaense e o Tribunal Regional Eleitoral para confirmar a ocorrência do evento. Os órgãos informaram que a ação retratada no vídeo ocorreu no último dia 26 de setembro, no Centro de Curitiba, por ordem da Justiça Eleitoral. Por meio do Google Maps, o Comprova localizou o lugar exato do ocorrido.

Democracia, Sim! Nós concordamos!

Uma postagem de “O GLOBO” informa que: […] Mais de 300 representantes das classes artística, intelectual e científica do Brasil assinaram um manifesto contrário à eleição do candidato Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas de intenção de voto à Presidência. Os compositores Caetano Veloso, Chico Buarque e Gilberto Gil uniram forças com o médico Drauzio Varela, a cartunista Laerte, o publicitário Washington Olivetto e a consultora de moda Glória Kalil, por exemplo, para se posicionarem contra o que chamaram de “ameaça franca ao patrimônio civilizatório”. O texto “Democracia Sim” pede responsabilidade na escolha eleitoral. […]   Procurei pelo “Democracia, Sim“, que destacou o vocábulo “- MANIFESTO -“.  Nas lições da moderna mídia, não é aconselhável digitar um vocábulo  “em Caixa Alta”. A transmissão é entendida como se o autor textual “fala alto, ou está gritando”. Ou não? Ficaria mais feliz se o título do manifesto não tivesse sido digitado daquela forma. Faria sentido? Li o texto. Vi-o eivado de doçura! Uma beatitude cândida! Discordo de alguns trechos, é claro! Isso porque entre os homens verdadeiros, não pode haver unanimidade, ressaltou Nelson Rodrigues. Leia, por favor os destaques: […] Quando, no entanto, nos deparamos com projetos que negam a existência de um passado autoritário no Brasil, flertam explicitamente com conceitos como a produção de nova Constituição sem delegação popular, a manipulação do número de juízes nas cortes superiores ou recurso a autogolpes presidenciais, acumulam declarações francamente xenofóbicas e discriminatórias contra setores diversos da sociedade, refutam textualmente o princípio da proteção de minorias contra o arbítrio e lamentam o fato das forças do Estado terem historicamente matado menos dissidentes do que deveriam, temos a consciência inequívoca de estarmos lidando com algo maior, e anterior a todo dissenso democrático.  […]Tivemos em Jânio e Collor outros pretensos heróis da pátria, aventureiros eleitos como supostos redentores da ética e da limpeza política, para nos levar ao desastre (Grifamos). […] É preciso dizer, mais que uma escolha política, a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial. É preciso recusar sua normalização, e somar forças na defesa da liberdade, da tolerância e do destino coletivo entre nós. […] Quanto a “a produção de nova Constituição sem delegação popular “, discordo. Isso porque os verdadeiros democratas brasileiros ficariam muito mais orgulhosos, se a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 tivesse sido preservada, com o texto promulgado. Admitiríamos, tão somente, as 6 Emendas Constitucionais de Revisão. Porém, tais alterações cessaram no anto de 1994. Em contrapartida, alcançamos, a marca de 99 revisões constitucionais. Por quê?  O Congresso Nacional não elaborou as Leis infraconstitucionais por quê? Isso é democracia? No texto grifado, ressai um entendimento da existência de “outros pretensos”. Quem são? Ah! Foram esquecidos premeditadamente? Estejam certos de que, um presidente, eleito pela maioria dos brasileiros, democrata e conhecedor dos verdadeiros fundamentos do Estado Democrático de Direito, tudo fará para que sejam preservados. Na oportunidade, permitam-me citar aqueles fundamentos:  Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:I – a soberania; II – a cidadania; III – a dignidade da pessoa humana; IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; V – o pluralismo político. Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. Art. 2º São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;II – garantir o desenvolvimento nacional;III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. No final daquele “manifesto”, há extensa lista, com o destaque de que são “representantes das classes artística, intelectual e científica do Brasil assinaram um manifesto contrário à eleição do candidato Jair Bolsonaro (PSL), líder nas pesquisas de intenção de voto à Presidência” . Não consegui identificar meus professores, artistas e intelectuais preferidos. Nenhum que tenha influenciado na minha formação ética, moral, espiritual e intelectual. Por quê? Engraçado lembrar-me agora de um velho adágio popular: “Para quem sabe ler, um pingo é letra”! Com as informações das fontes citadas acima. A foto destacada foi encontrada em “O Antagonista“.

Polícia mata, em New York, e, protege, em Simonésia-MG?

Arealidade de Polícia mata, em New York, e, protege, em Simonésia-MG,  foi registrada em duas localidades, situações, condições e momentos distintos. São, pois, dois episódios ocorridos, respectivamente, na América do Norte e América do Sul. Dois municípios diferentes. New York, “com uma população estimada em 2017 de 8.622.698″ habitantes”, com todo o seu esplendor, desperta o desejo, na maioria das pessoas do Planeta Terra, de lá estar, por algumas horas. Simonésia, antigo distrito de Manhuaçu, é um pacato município mineiro da Mesorregião da Zona da Mata, da Microrregião de Manhuaçu. Mas o que há de comum entre as duas localidades? Uma delas é a força policial destinada a proteger os cidadãos e as respectivas comunidades. E, em ambas as localidades,  as ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública são desenvolvidas, respectivamente, pelos membros do Departamento de Polícia de New York (NYPD) e da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e encontram-se descritas a seguir: A proteção dos cidadãos nova-iorquinos Os protetores dos nova-iorquinos dispõem de muitos recursos, inclusive, com tecnologia de ponta, como é o caso das câmeras fixadas, em cada um dos membros do NYDP, a fim de registrar as ações  policiais. Neste ano de 2018, três cidadãos foram mortos por policiais, segundo o The New York Times. Os episódios fatídicos ocorreram em 29 de janeiro,  4 de abril e na última terça-feira (18). Sobre o último episódio, segundo o Times a mulher vítima dos disparos de um policial, era Susan Muller, de 54 anos. Teria ligado à polícia informando a presença de um ladrão, em sua casa,  armado com uma faca ou navalha. Residente na rua 69-14, em Maspeth, no Queens, Muller era conhecida dos policiais responsáveis pela área onde morava, pois, aquela noite não era a primeira vez que policiais lá comparecessem. Vizinhos disseram que uma viatura policial e uma ambulância estiveram lá cerca de uma semana atrás. Nas informações do Chefe de Polícia do NYDP,  foram acrescentadas que  “há uma história de ligações para este local” por razões “variadas por natureza”. Os policiais que lá compareceram, no dia que Muller foi morta, não estavam de serviço, pois teriam participado do velório de um companheiro. Os que atenderam ao chamado naquele dia era de outro Distrito e não a conhecia, segundo o Times. A proteção dos cidadãos simonesienses A última ocorrência policial militar registrada em Simonésia, foi há dois ano, conforme publicação do Portal G1 VALE DE MINAS GERAIS. Mas, na madrugada da última segunda-feira (17), após o recebimento de informações sobre um possível arrombamento, nas instalações da agência do Banco do Brasil, localizada na Praça Getúlio Vargas daquele município, foram mobilizados policiais civis e militares. O propósito da operação policial conjunta era a proteção dos simonesienses e dos respectivos patrimônios.  Quando descobriram a presença dos policiais, os integrantes daquela quadrilha desferiram diversas agressões, com disparo de armas de fogo. As ações agressivas foram revidadas e um dos meliantes ficou ferido, recebendo posterior cuidados médicos. No vídeo da TV Super, que realiza atividades jornalísticas naquela região, há mais detalhes sobre a ocorrência policial, inclusive, com as explicações do Capitão Jesus, informando a prisão de alguns membros da quadrilha e a fuga dos outros. Na continuidade das operações desenvolvidas pelos policiais civis e militares, averiguando os espaços possíveis de esconderijo, foram localizados outros foragidos. Outros detalhes, inclusive, sobre a agressão dos meliantes e o revide dos policiais, com armas de fogo, encontram-se nesse vídeo, onde há, também, explicações das autoridades. Outras informações e fotos foram publicadas no Portal do Caparaó. E sobre a morte de um dos meliantes e a prisão de outro, há no Portal do Caparaó, informações de que o episódio teria repercutido no Estado da Bahia, de onde teriam vindo. Naquela região mineira, há um ano, outra quadrilha tentou assaltar um estabelecimento bancário. Mataram covardemente um policial militar. Foram presos e condenados, segundo as informações publicadas neste Pontopm. Até a publicação deste post,  exceto as mídias destacadas acima, nenhum jornal brasileiro havia publicado uma única linha sobre os episódios destacados.

Lares Somente Com Mãe e Vó: Fábrica de Elementos Desajustados

Esta frase: Lares Somente Com Mãe e Vó: Fábrica de Elementos Desajustados assumiu uma magnitude nunca vista na mídia brasileira, ela, a frase, com certeza é a mais pura manifestação do que as ciências chamam de Óbvio Ululante, aquilo que salta aos olhos, que todos sabem que existe, que é real, mas que de forma retórica a sociedade se omite de discutir em função do politicamente correto, que é a suposta desconsideração da família matriarcal. Se procurássemos num banco de dados qualquer de autores e títulos monográficos, ou mesmo teses de doutoramento, nas mais diversas universidades do mundo, vamos constatar o tema de forma bem delineada, descrita, comentada, comprovada e assimilada como verdade: Lares Somente Com Mãe e Vó: Fábrica de Elementos Desajustados . Desconsiderar tal assertiva como verdadeira é fechar os olhos ao problema recorrente, atual e vergonhoso pelo qual passa a sociedade brasileira no assassinato do capital intelectual e do capital humano que se extirpa num ambiente matriarcal, onde as mulheres são obrigadas a assumir a chefia da casa e a busca de recursos para a manutenção do lar. A mulher na busca de recursos para a manutenção do lar, entrega seus filhos à própria sorte, por mais que se preocupem com os filhos, a sua ausência e a sua incapacidade de assistir adequadamente seus filhos, acaba por os perder para as drogas, o tráfico e a prostituição. São facilmente cooptados e dificilmente retornam aos seus lares, muitas das vezes só retornam para o sepultamento. Descrever o processo de perda do capital intelectual e humano dessa juventude – cooptada e apropriada pelo tráfico – não é tarefa que se pretenda aqui, até mesmo porque trabalhos publicados com o tema, exploram adequadamente essa realidade. Mas o que efetivamente se pode dizer de diferente em relação à frase: Lares Somente Com Mãe e Vó: Fábrica de Elementos Desajustados? A diferença está entender o que se pretende atacar com a exploração da frase, o objetivo não é desqualificar o significado literal da frase, mas construir uma verdade que não seja retórica, uma verdade que represente o pensamento de qualquer nação que tenha interesse na reposição da sua força de trabalho, no aperfeiçoamento do seu capital intelectual e no seu crescimento que suporte produtos e serviços que levem à melhoria na qualidade de vida. Para abordar a questão da qualidade de vida, que efetivamente possa redundar em preocupação com a juventude, devemos nos ocupar de algo expresso na Constituição da República Federativa do Brasil, que diz: Art. 203. A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos: I – a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;II – o amparo às crianças e adolescentes carentes;III – a promoção da integração ao mercado de trabalho;IV – a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária;V – a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei. Vê-se claramente que a legislação brasileira já contempla uma forma de amparo às pessoas portadoras de deficiência e aos idosos. Da mesma forma, percebe-se que a infância e a adolescência foram negligenciadas nas possíveis soluções que conduzam à reposição da força de trabalho, do crescimento intelectual e da certeza de que esses infantes e adolescentes se façam como força de trabalho e força intelectual. Contrariamente ao pensamento de proteção e formação de força de trabalho que se vê em países comprometidos com a sua juventude. Obviamente que a população mundial tende ao envelhecimento e nessa mesma medida, tende ao desaceleramento do crescimento, onde em algumas projeções, pelas características próprias de cada país, são adotadas políticas voltadas para a reposição da sua força de trabalho. Quando se vive a rotina de um país na Europa, percebe-se claramente o porquê dos países europeus aceitarem os refugiados com tanta facilidade e isso pode ser expresso através dos seguintes pontos: 1° – A taxa de natalidade na Europa não é suficiente para a reposição da força de trabalho e nos próximos 50 anos a população deve reduzir em aproximadamente 1/3; 2° – Os contratos de união entre pessoas do mesmo sexo, que não proporcionam a reposição da força de trabalho; 3° – A opção dos casais héteros em filhos tardios ou mesmo a não procriação; 4° – O envelhecimento de parte significativa da população; 5° – A certeza de que os refugiados em sua grande maioria, é a detentora de qualidades que os diferencia em relação às pessoas dos países de origem; 6° – A certeza de que esses refugiados tendem a voltar a seus países de origem tão logo a situação se normalize nos países de origem e dessa forma, não onerarão a previdência pública dos países europeus receptivos; 7° – A certeza de que esses refugiados aceitam trabalhar por salários menores do que os nativos dos países receptivos, não onerando futuramente a previdência pública desses países; 8° – A certeza de que esses refugiados procriarão, em função da religião que carregam consigo e que proíbe a contracepção, proporcionando a reposição necessária da força de trabalho; 9° – A elaboração de leis de estrangeiros que permitam a legalização de pessoas envolvidas na construção de uma Europa centrada nos valores das comunidades, das pessoas e das liberdades. Com certeza, as medidas adotadas pela Europa atendem única e exclusivamente ao seu modelo de reposição da força de trabalho, haja vista que as condições expostas são peculiares ao Espaço Europeu. Um ingrediente vital que existe na cultura brasileira e que não encontra homólogo na cultura da Europa é a morte por omissão do Estado – quer seja em acidentes de trabalho; acidentes de trânsito; violência: latrocínios; homicídios e tráfico de drogas; erros médicos e falta de assistência médica do Estado. As mortes violentas acidentes de trabalho; acidentes de trânsito; violência:

João Bosco na Academia Bom-Despachense de Letras

Neste post, noticia-se que a posse de João Bosco na Academia de Bom-Despachense de Letras (ABDL) ocorrerá sexta-feira (21) “às dezenove horas no plenário da Câmara Municipal de Bom Despacho”. Do evento ora divulgado, destacam-se duas situações distintas. Na primeira, a equipe deste Pontopm ressalta a significativa homenagem ao Notável Acadêmico, um dos seus jornalistas responsáveis. Assim, com a posse de Acadêmico Efetivo da ABDL, João Bosco conquista  e acrescenta mais esse triunfo à laureada carreira de Professor, Escritor e Oficial Superior Reformado da Polícia Militar de Minas Gerais. Atualmente, com residência fixa em Bom Despacho, após união matrimonial com a Odontóloga Beatriz Campos de Paulo, João Bosco dedica-se nas atividades de ensino da Língua Portuguesa  e nos afazeres dedicados à organização do “Espaço Camões”. Nos detalhes da foto, destacada abaixo,  o Romancista enfatizou que aquele “Espaço Camões”: ganhou vigor especial com a Mandala – feita por mim no melhor  mogno!… – ornada com medalhões de alguns Escritores: Camões,  Aristóteles, Horácio, Machado de Assis, Graciliano Ramos, Henriqueta Lisboa, Castro Alves, Saul Alves Martins, Ari Brás Lopes, Felisbino Cassimiro Ribeiro, Jorge Amado, João Guimarães Rosa e João Bosco de Castro. Eis a tal Medalhona de Medalhas!…: A outra situação distinguida, à posse de João Bosco na Academia de Bom-Despachense de Letras, ressalta aspectos importantes da foto de abertura desta postagem, composta pelas logos da ABDL e deste Pontopm. Na logo da Instituição respeitável, que homenageia nosso Jornalista, vê-se a representação artística de uma bica d’água e um quadro destacando o “Bibere In Principium“. A imagem foi encontrada numa postagem de 2 de agosto de 2012, da autoria de Ítalo Coutinho, conterrâneo e amigo da Rede do LinkedIN. Ítalo enfatizou naquela postagem o “Biebere in Principium – Beber na fonte, uma alusão à nossa Biquinha”. Há, de fato, no centro da cidade — desde os tempos que Bom Despacho era arraial —, uma biquinha, de onde jorra água fresca e cristalina. Ouvi, igualmente, de minha querida e saudosa avó-paterna relatos sobre “Dona Mariquinha”, uma “famosa quitandeira do arraial e da vila de Nossa Senhora do Bom Despacho.” Ainda, nos tempos atuais, prevalece o seguinte adágio popular: “Quem bebe da água da Biquinha e comeu do biscoito da Mariquinha sempre voltará a Bom Despacho.” Quanto ao biscoito, não sei se o Patafufo e Poeta João Bosco comeu, mas,  da água da Biquinha, já bebeu  certamente. Inclusive, além de regressar para residir em Bom Despacho, representa o município, na ACADEMIA MUNICIPALISTA DE LETRAS DE MINAS GERAIS. Naquela AMULMIG,  ocupa, deste 16 de Setembro de 2017, a Cadeira Nº 329, cujo Patrono da honorável é o Poeta José d’Avó Gontijo.

Eleições por meio informatizado: o protocolo da fraude

urna-eletronica

Muitos brasileiros se vangloriam de ter um processo eleitoral totalmente informatizado, permitindo o acesso em tempo real, à totalização dos votos. Isto é possível graças ao programa computacional construído para tal fim e sempre que o computador central da Justiça Eleitoral, recebe os votos de uma determinada urna eletrônica, são imediatamente disponibilizados on line e real time para todas as pessoas que acessam o endereço eletrônico da Justiça Eleitoral no Brasil, no caso específico da eleição para Presidente da República Federativa do Brasil, quando acessam o site do TSE. Os brasileiros se acostumaram a divulgar esse processo informatizado como algo novo, moderno, ágil e confiável. Confiável? Esse é o ponto central do nosso texto a confiabilidade do protocolo que cria o Algoritmo capaz de validar o processo eleitoral no Brasil. O que vem a ser esse Algoritmo e por que não é confiável? O Algoritmo é uma construção computacional que permite validar, como uma chave, as informações que circulam naquele programa. Caso se utilize apenas um computador, sem acesso à rede mundial de computadores e sem acesso a equipamentos periféricos, nenhuma informação, sofre alteração de construção programacional, ou seja, a informação é exatamente aquela que foi construída como alternativa de resposta ou de inserção de dados. O computador cruza as informações que recebe, ele não cria hipóteses, ele apenas representa aquilo que foi inserido no seu programa, ou seja, Candidato X, Número X, votos X. O que faz perder a confiabilidade no Algoritmo? O fluxo de informações através de canais não confiáveis, capaz de alterar o Algoritmo, entre a fonte primária da informação, que é o meio informatizado que originou o Boletim de Urna da Seção Eleitoral Y da Zona Eleitoral Y e o computador central da Justiça Eleitoral no Brasil. O Boletim de Urna expressa a realidade numa determinada Seção Eleitoral, ele é uma relação dos candidatos que receberam votos naquela Seção Eleitoral, com o número de votos recebidos, devendo ser disponibilizados aos interessados. O Boletim de Urna, emitido ao término do horário de votação na Seção Eleitoral, expressa a única verdade imutável, que não pode ser alterada por um Algoritmo. Quando o meio informatizado, utilizado para gravar os dados de uma determinada Urna Eletrônica, é retirado dessa Urna Eletrônica e inserido num computador para transmissão dos dados à Justiça Eleitoral no Brasil, um Algoritmo Pernicioso é criado on line e altera os dados no software de origem, criando uma nova relação e regravando os dados, sem que o sistema de segurança daquele software perceba, pois ao ler o sistema operacional e forma de armazenamento dos dados, o Algoritmo Pernicioso quebra as informações e valida as informações por ele construídas, a única forma de confrontar o falseamento das informações se faz através do confrontamento das informações do Boletim de Urna e as novas informações gravadas no software retirado da Urna Eletrônica, não é possível outra forma de validação. Poder-se-ia dizer que isso é uma história, que isso não tem comprovação, que isso é um golpe, que isso é uma retórica para desacreditar a democracia brasileira, muitas coisas poderiam ser ditas, mas qualquer um que ao proceder uma busca, utilizando um termo qualquer e um navegador aleatório, na rede mundial de computadores, poderá perceber algo comum a todas as buscas na internet. Para que você mesmo valide isso, digite um termo num buscador, seja Google, Yahoo, Explorer, não interessa qual, você terá alguns endereços de respostas confiáveis e vários outros perniciosos, cujo objetivo é roubar informações suas e das suas relações. Ao clicar nesses endereços eletrônicos perniciosos, você abre ao invasor, as informações disponíveis em seu hardware – celular, Tablet, PC, notebook, ou qualquer outro. Você poderia dizer: “Mas tudo bem, quem controla as informações na Internet, vai criar mecanismos que impossibilitem que isso aconteça e que essa vulnerabilidade não ataque o computador da Justiça Eleitoral no Brasil e dessa forma, os dados não sejam alterados.” Seria uma possibilidade simplista, para algo mais complicado e por que é simplista? Porque essas informações não circulam numa rede aberta de acesso controlado, de acesso a ambientes de negócios, de acesso às informações de Estado, essas informações não circulam num ambiente Clean, elas circulam no submundo da Rede Mundial de Computadores, a DeepWeb, as autoridades e nem mesmo os melhores Hackers conseguem identificar essas fontes maliciosas, pois são altamente protegidas e alimentam não só o submundo do crime, mas também, as ações de inteligências e contrainteligências de nações não democráticas, ou seja, alimenta governos totalitários. “Mas o meu voto é secreto, ninguém sabe em quem votei”. Essa é uma verdade quando se usa votos impressos, onde o eleitor anota os números do seu candidato, ou mesmo, faz uma marcação no nome do candidato que deseja, isso só é possível em voto material, ou seja, em cédulas eleitorais. Essas mesmas cédulas eleitorais permitem a Auditoria Eleitoral, uma recontagem dos votos, algo improvável num sistema informatizado. Isso quer dizer, numa retórica simples e objetiva, que o Sistema Eleitoral pode rastrear o voto de qualquer pessoa e você sabe disso. Quando você comparece à sua Seção Eleitoral, você se identifica e só após se identificar o mesário libera a urna para votação, ou seja, a ordem da liberação da Urna Eletrônica é a ordem do voto na Urna Eletrônica e a informação dos dados do Eleitor é lançada naquele momento. Pergunto: O seu voto é mesmo secreto? E por que nações democráticas não o utilizam, somente nações autoritárias seguem o exemplo do Brasil. Não é a Urna Eletrônica um aperfeiçoamento da Democracia? A Urna Eletrônica não permite a Auditoria dos Votos, a Urna Eletrônica não tem o registro dos votos, a Urna Eletrônica é semelhante ao teclado do seu celular, Tablet, PC ou notebook, ela reflete o programa que está dentro dela – o software – que depois será removido, como um periférico, e inserido num outro computador que enviará os dados ao Computador da Justiça Eleitoral no Brasil, que fará a consolidação dos dados. O software está, em tese, protegido por uma chave, já

O Brasil e a busca da paz social

  Informações sobre o Brasil e a busca da paz social são encontradas no Índice de Paz Global 2018 (GPI – 2018). Nesse relatório, dois aspectos iniciais, chamam atenção. O primeiro ressalta que o nível médio de tranquilidade global diminuiu pelo quarto ano consecutivo, caindo 0,27% em 2017. No segundo, os resultados mostram que, entre os países pesquisados, 71 melhoraram e 92 pioraram. Numa ligeira observação sobre os números publicados, encontra-se Portugal, na quarta posição do Ranking Mundial, atrás da Islândia (1ª), Nova Zelândia (2ª) e Áustria (3ª). A Espanha ocupa a 30ª posição. Desse modo, se considerarmos que a Espanha e Portugal foram os países europeus que colonizaram a América Sul, indaga-se: por que a maioria dos países sul-americanos, segundo o GPI – 2018, ocupam melhor posição que o Brasil? As informações do GPI-2018, sobre o Brasil e Portugal, falam por si! Sobre o Brasil, há os seguintes destaques A América do Sul também tem a maior taxa de homicídios de qualquer região, exceto a América Central e o Caribe. A corrupção e a criminalidade se tornaram profundamente desestabilizadoras na América do Sul, como está sendo visto no escândalo brasileiro Lava Jato, ou os subornos pagos pela gigante da construção Odebrecht, que envolveu políticos em sete nações sul-americanas. A América do Sul fornece outra ilustração de que uma boa política pode superar a geografia. Tanto o Chile (28) quanto o Uruguai (36) estão no top 50 das nações para a tranquilidade geral, apesar de sua proximidade com o Brasil (106). A Argentina foi seguida pelo Brasil e pela Colômbia. Apesar de uma onda de escândalos de corrupção, sinais de uma recuperação da recessão de três anos no Brasil levantaram o clima no país. Isso coincide com uma melhora acentuada em sua pontuação no terror político, após o fim dos protestos em massa contra a corrupção em 2016, que tiraram a presidente Dilma Rousseff do poder. No entanto, o nível de instabilidade política continua elevado, e as alegações de corrupção contra pessoas próximas ao atual presidente Michel Temer estão aumentando. Na América do Sul, o Brasil, o Chile e a Venezuela tiveram as maiores deteriorações na Paz Positiva de 2013 a 2016, enquanto a Colômbia teve a melhora mais significativa. O Brasil, o maior país da América do Sul, respondendo por mais de 49% da população da região, deteriorou-se em 5,3% desde 2013, com a maior deterioração ocorrendo no Pilar das Boas Relações com os Vizinhos. O principal determinante dessa deterioração foi uma mudança no indicador de hostilidade contra estrangeiros, que se deteriorou substancialmente em 2014. A América do Sul teve uma pequena deterioração no Pilar de Aceitação dos Direitos dos Outros, espelhando a tendência global. Todas as regiões do mundo tiveram uma deterioração neste Pilar entre 2013 e 2016. Sobre Portugal, há os seguintes destaques A Islândia continua a ser o país mais pacífico do mundo, uma posição que ocupa desde 2008. É seguida pela Nova Zelândia, Áustria, Portugal e Dinamarca. A Síria continua sendo o país menos pacífico do mundo, uma posição que ocupou nos últimos cinco anos. A Espanha, o Reino Unido, Portugal, a Dinamarca, a Suíça, a França, a Itália e a Alemanha, todos obtiveram tranquilidade ao longo do ano. A melhoria da Paz Positiva tem sido alcançada, desde 2013, pelos seguintes países: Portugal, Geórgia, Costa do Marfim, Noruega e Peru. Esses países alcançaram melhorias em vários indicadores. Noruega e Portugal já estavam entre os países mais pacíficos em 2013. Peru, Geórgia e Costa do Marfim estavam em 122º, 130º e 150º no GPI em 2013, respectivamente. Uma conclusão muito simples As respostas ao questionamento anterior são muitas. Mas, uma delas, muito simples, partiria de uma nova indagação: qual é o alvo do olhar para o Brasil e a busca da paz social ? Ampliar nossa visão, é preciso! Cuidar-se de que distorções ocorrem, a exemplo do que já foi ressaltado neste Pontopm. Porém, se analisarmos a maioria das afirmações dos especialistas brasileiros, no contexto da segurança e da proteção, verificaremos que o olhar brasileiro é voltado ao norte, focado no Continente Americano. O Europeu, na maioria das vezes, é ignorado. Por quê? É mais velho, mais ou menos experiente. Então, se a fonte da colonização brasileira  vem da Europa, ou melhor, de Portugal, por que não desviar o olhar. Afinal, somos, ou não, um País Lusófono?

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