Conclusão do Estágio de Adestramento e Emprego de Cães de Guerra
Há uma postagem, no portal da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul (PMMS), informando sobre a solenidade de conclusão do Estágio de Adestramento e Emprego de Cães de Guerra, realizada, na última sexta-feira (30), na 14ª Cia de Polícia do Exército Brasileiro (EB), sediada em Campo Grande. Desenvolvido naquela unidade operacional do EB, “que é referência neste tipo de treinamento”, o estágio foi realizado por 20 participantes: 17 militares do Exército Brasileiro, um da Marinha do Brasil e 2 policiais militares da PMMS. Desenvolvimento do Estágio No desenvolvimento do Estágio de Adestramento e Emprego de Cães de Guerra, iniciado no dia 05 de novembro, os participantes cumpriram uma matriz curricular com uma “carga horária de 164 horas/aula”, mediante as seguintes disciplinas: Teoria Cinófila; Enfermagem Veterinária; Psicologia Canina; Prática de Treinamento de Adestramento; Operações com Cães e Treinamento Físico Militar. O objetivo do Estágio de Adestramento e Emprego de Cães de Guerra visou a habilitação dos participantes ao “desempenho das funções de condutor e de adestrador de cães policiais militares, mais conhecidos como Cães de Guerra.” Desenvolveram-se, então: diversas atividades teóricas e práticas, das quais se destacam os trabalhos de obediência, agilidade, faro de entorpecentes e de explosivos, marcha através da selva, natação, ataque, proteção de ativos, escolta e guarda de prisioneiros. Policiais militares sul-mato-grossenses no estágio Participaram do Estágio de Adestramento e Emprego de Cães de Guerra, os policiais militares — cabo André Luiz e soldado Vanessa , lotados no Oitavo Batalhão de Polícia Militar (8º BPM), de Nova Andradina (MS). Desse modo, aqueles profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, anteriormente qualificados “estágios no BOPE da PM do Paraná e no Batalhão de Choque da PM MS”, encontram-se “aptos e certificados a iniciarem os trabalhos de adestramento e de operações com os cães pertencentes ao 8º BPM ‘O Guardião do Vale do Ivinhema’”. Isso porque, será concluída a construção das instalações no canil “para oferecer toda a estrutura necessária para o desempenho das funções.” Presente na solenidade de conclusão do Estágio de Adestramento e Emprego de Cães de Guerra, com a finalidade de prestigiar seus comandados, concluintes daquele estágio, o comandante do 8º BPM, Tenente Coronel Dominoni disse: Buscamos a implantação do canil em nosso batalhão desde que assumi o comando. Graças a parcerias com a sociedade e ao empenho e dedicação desses policiais estamos concluindo esse trabalho, e, em breve já estaremos com os cães atuando nas operações policiais do 8º BPM. *Fotos Assecom 8º BPM e 14 ª Cia PE EB Com as informações doa PMMS.
Gratidão Sincera e Homenagem Singela À Mamãe Angélica
São muitas, as formas de manifestar sentimentos sinceros e inesquecíveis. O agradecimento é uma delas. Por meio dele, a gratidão pode ser entendida como gentileza, amizade, amor fraternal. Ter um coração grato é uma virtude manifestada por Sócrates, Platão, Aristóteles. É uma das lições ensinadas por Cristo. Encontramo-la, em consequência disso, nas Epístolas Paulinas e nos escritos dos Pais da Igreja Cristã — Santo Tomás de Aquino, Santo Agostinho. No Limiar da Década de 1980, João Bosco de Castro — Poeta, Escritor e Jornalista deste Pontopm — teve singular oportunidade e manifestou seu agradecimento, à Senhora Maria Angélica, mãe de leite de Ana Lívia, uma de suas filhas. A gratidão daquele Professor e Oficial da Polícia Militar de Minas Gerais foi assim manifestada: O Soneto-Acróstico — Gratidão Sincera e Homenagem Singela — À Mamãe Angélica, foi,com muito cuidado, gravado em couro e, tempos depois, chegou às mãos do Poeta-sonetista, na foto da belíssima Obra de Arte. A gratidão À Mamãe Angelica foi complementada, com a declamação do Soneto pela Doutora Beatriz Campos de Paulo e Castro, esposa do Poeta-Escritor.
Conhecimento Consequente da Produção das Informações
O Conhecimento acumulado ao longo do tempo, permitiu ao homem criar instrumentos de validação das ciências, através das quantificações das informações disponibilizadas e adequadamente tratadas no ambiente científico. Favorece-lhe inferências capazes de construir um novo Conhecimento, inclusive, validar um Conhecimento já existente, e descartar, a partir de novas evidências, aquilo que até então era conhecido como uma possibilidade. A quantificação na produção das informações As formas quantificativas das informações são mecanismos matemáticos que permitem o agrupamento de informações congêneres criando estatisticamente os mecanismos denominados “intervalos de classes”. Esses mecanismos amplamente utilizados dentro da Ciência Estatística é uma vertente matemática que permite inferências a partir de um conjunto de probabilidades que adequadamente tratadas, conduzem à racionalidade da ideia pelo agrupamento de informações periféricas que validam a estruturação de um novo Conhecimento. Obviamente que uma verdade matemática, que estrutura a possibilidade de um novo Conhecimento, se cerca do conjunto de informações disponibilizadas e que influenciam diretamente as possibilidades de acertos em determinado tratamento estatístico. Essa verdade é construída pelas informações que validam o Conhecimento e que são aceitas como condicionantes do pensamento recorrente num determinado momento da ciência, sem ser necessariamente, definitivo. Os “intervalos de classes” representam as informações quantitativas de determinado evento, não sendo portanto Conhecimento, o que faz as informações que neles se manifestam como verdadeiras é a capacidade de associar informações pretéritas, criar um Conhecimento que torne coerente com a realidade o argumento que se busca construir. A utilização desse recurso estatístico é de forma recorrente em todas as ciências, onde os parâmetros de conclusões, são calcados na realidade métrica mediana daquilo que se construiu como informação e daquilo que, cruzadas as hipóteses, permite à Ciência um diagnóstico adequado de um determinado quadro, anteriormente já construído pelas evidências e correlações afetas à análise específica. Muitas informações produzidas pelo Conhecimento dão-nos apenas o retrato fiel da sua medição, nada mais além disso, para se chegar a conclusões acertadas sobre determinado evento, temos a obrigação de construir os elementos essenciais à sua validação, é preciso e de forma clara, descrever aquilo que está acontecendo, que determina uma intervenção e que efetivamente demonstre a existência daquilo que se denomina: problema, ou seja, é preciso que identifiquemos a real necessidade de atuação para reparação de uma demanda emergente, precisamos descrever objetivamente o nosso problema – pois só se busca solução ao novo enfrentamento, cujas informações pretéritas carecem de aprofundamento. A construção de possibilidades que nos permitam descrever o problema e atacá-lo, são as nossas hipóteses de sucesso, para além de objetivamente descrever o problema que se é apresentado, mesmo de forma empírica, temos a obrigação de construir as hipóteses que se mostram, a partir do acúmulo de informações pretéritas, as mais apropriadas ao problema que nos atinge. As hipóteses, como na real definição da palavra, são as possibilidades de enfrentamento do problema a partir dos caminhos e dos Conhecimentos pretéritos de validação que agregando novas informações possam interferir de forma positiva, ou de forma negativa, ou ainda sendo irrelevante, na resposta ao problema apresentado. Ao construir uma hipótese é preciso saber dimensionar adequadamente as variáveis que podem interferir na validação da hipótese, é preciso saber se conhecemos adequadamente as variáveis e se somos capazes de interferir no ambiente onde as variáveis se manifestam. É preciso saber se as variáveis dependem de informações pretéritas que possam levar ao êxito de uma determinada hipótese, é preciso saber se controlamos adequadamente o ambiente e o impacto das variáveis construídas para atacar o problema, devemos saber o grau de dependência ou mesmo independência da variável na estruturação da hipótese, precisamos ter certeza que as variáveis não nos conduzem a erros interpretativos que possam colocar em descrédito o Conhecimento que pretende construir. Obviamente que as condicionantes para a perfeita definição do problema, a elaboração estratégica das hipóteses e influência das variáveis no êxito de uma teoria, são um conjunto de informações pretéritas que criaram a possibilidade de atualização do Conhecimento, esse mesmo conjunto de informações só tem validade no período em que se estrutura e nos instrumentos de medição que são utilizados para tal. A ciência evolui e com ela o Conhecimento, a forma de compreender o mundo, a forma de quantificar as informações, os instrumentos utilizados para a medição das informações que levam à construção do Conhecimento, por serem passivos de transformação e por agregarem novas tecnologias que permitem seu aperfeiçoamento, permitem também ao Conhecimento se refazer, se refundar, se transformar e sobretudo se atualizar em relação ao novo. O Conhecimento que se adquire com o enfrentamento de um novo problema, novas hipóteses e novas variáveis, pode redundar em conclusões e inferências próprias ao modelo de época, ou seja, o Conhecimento é uma verdade determinada pelas informações disponíveis naquele momento, não são o fim em si mesmo, mas uma possibilidade de enfrentamento de uma questão apresentada no tempo presente. Para quantificar as informações produzidas e assim chegar às conclusões ou inferências voltadas à solução do problema proposto, podemos utilizar várias técnicas para coleta das informações que se vão quantificar, que podem ser: entrevistas; roteiros; questionários; palavras-chaves; gravações; filmagens; orientações de conduta em ambientes controlados; advertências sobre utilização de determinado equipamento; correta utilização de equipamentos de medição; dentre outros que o pesquisador possa utilizar e descrever a forma de emprego. As conclusões sempre são frutos de uma relação de causalidade, em suma – acontecendo isso, a consequência é esta. As conclusões são lógicas, não permitem interpretação diferente, ou seja, são o efeito visual de uma imagem, 2 + 2 : 4. As conclusões não permitem tergiversação, aceitam apenas uma única interpretação, que é aquela que se apresenta pela leitura pura e simples do ambiente. As inferências, essas sim, nos permitem sair do estado estático do fato e buscar interpretações que nos permitem dizer que 2 + 2 podem ser 4, mas podem ser qualquer número, as inferências são como a matemática, agregam outras possibilidades de interpretação, nospermitem ver o invisível, ouvir o inaudível e sentir o borbulhar do Conhecimento à nossa volta. A qualificação na produção das informações No nosso dia-a-dia, podemos ver a interferência da
“Policial Militar: cuidar da sua saúde é manter a sua família segura”
No Canal que mantém, no YouTube, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) publicou uma mensagem do coronel PM Luis Claudio Laviano, que é o Comandante-Geral da Instituição Militar Estadual (IME). A final de sua fala, o Principal Gestor da PMERJ diz: “Policial Militar: cuidar da sua saúde é manter a sua família segura”. Dois aspectos importantes são destacados no vídeo, que contém a mensagem do coronel Laviano, aos seus comandados, neste Novembro Azul. O primeiro, é a preocupação com a saúde de seus comandados e com o bem-estar de seus familiares. O segundo, é um relato da história de vida e a convivência difícil com a indesejável doença. Assim, emocionado, o comandante-geral da PMERJ, evidencia muitos momentos vividos e como aprendeu a se prevenir e evitar um mal diagnosticado, de forma desfavorável, em muitos homens. Então, com experiência, alerta-os, mas, em especial, aos membros da IME que comanda. Durante a mensagem do coronel PM Luis Claudio Laviano, Comandante-Geral da PMERJ, encontram-se projetadas as seguintes mensagens textuais: “O tratamento para quem identifica precocemente o câncer de próstata chega a índice de cura de até 90% – Fonte: Instituto Lado a Lado.” “Anualmente, o país registra cerca de 68 mil novos casos e 13 mil mortes causadas pelo tumor – Fonte: Instituto Lado a Lado.” “Cerca de 10% dos homens após os 50 anos de idade desenvolvem a doença – Fonte: Instituto Lado a Lado.” “Atualmente 15.124 policiais militares estão na faixa de risco, de 41 a 50 anos – Fonte: SISPES” “Foram diagnosticados em 2017 pelo HCPM 40 novos casos – Fonte: DGS/HCPM” “Em 2018 temos 74 Policiais Militares em Tratamento do HCPM – Fonte: DGS/HCM” Com as informações da PMERJ TV
Policiais militares brasilienses serão comandados por uma mulher
Na constituição da equipe de governo do Distrito Federal, o governador eleito, Ibaneis Rocha (MDB) decidiu convidar a Coronel da Polícia Militar Sheyla Soares Sampaio que irá exercer o cargo de Comandante-Geral daquela Instituição Militar. É a primeira vez que os policiais militares brasilienses, será comandada por uma mulher. A coronel Sheyla esteve na Redação do Correio Braziliense e conversou com as jornalistas Ana Maria Campos e Adriana Bernardes. Assista ao vídeo e saiba quais foram as perguntas propostas pelas jornalistas e as respostas da oficial da Polícia Militar do Distrito Federal escolhida para comandar uma corporação de 11.000 homens e mulheres que se decidam à proteção das pessoas e comunidades do Distrito Federal. A Coronel PM Sheyla é uma profissional de polícia ostensiva e preservação de ordem pública experiente e dedicada. Tem consciência o desafiador papel a ser desempenhado e sente-se está confiante de que irá exercê-lo, a exemplo dos demais comandos, exercidos nos escalões inferiores, ao longo de sua brilhante carreira policial-militar. Atualmente, Sheyla é a terceira mulher escolhida para comandar uma Instituição Militar Estadual (IME), num total de 27 unidades federativas. A primeira foi a coronel PM Angelina dos Santos Correia Ramires, da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO). Graduada no Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar do Prado Mineiro, em Belo Horizonte – Minas Gerais, Angelina galgou, a exemplo de Sheyla, todos os escalões da PMRO, até assumir o Comado-Geral daquela IME, onde permaneceu de 19 de agosto de 2003 a 31 de dezembro de 2010. A segunda mulher escolhida para comandar uma IME, é a Coronel Audilene Rosa de Paula Dias, conforme noticiado neste Pontopm, no post seguinte: Outra instituição policial comandada, pela primeira vez, por uma mulher, é Metropolitan Police Service, de Londres, na Inglaterra. A Met, como é chamada pelos ingleses teria sido criada por Sir Robert Peel. Leia o post seguinte e confira.
O fim da UPP – 500 dias no Front da Pacificação
Compartilhar experiências profissionais é uma das mais eficazes formas de preparação da futura liderança executiva. Tem sido assim, nas mais diversas atividades humanas, notadamente naquelas cujo o mister é proteger pessoas e comunidades. Nesse entendimento, compartilhamos um dos exemplos marcantes da desafiadora arte de policiar com inteligência. O Coronel PM Frederico Caldas, diante das adversidades latentes de uma das maiores cidades brasileira, amealhou experiências profissionais e escreveu — O fim da UPP – 500 dias no Front da Pacificação — e quer compartilhar com você, caro leitor do Pontopm. Leia o convite do Policial-Escritor: TÁ CHEGANDO A HORA. VAI SER DIA 28 DE NOVEMBRO, QUARTA-FEIRA, 19H, na Livraria da Travessa do BarraShopping. Lançamento do meu livro sobre as UPPs. Um relato super verdadeiro de 500 dias no front da pacificação. São dramas, tramas e histórias de bastidores jamais reveladas. Um livro surpreendente, podem acreditar. Tem uma coisa muito legal também: a minha parte da venda do livro será doada para a Diretoria de Assistência Social da PMERJ. Vou ficar muito HONRADO com a presença de vocês.
O Conhecimento, a Descrição Teórica e Operacional e a Relação Tempo e Espaço
O Conhecimento, por ser uma forma de compreensão do espaço que nos cerca e das transformações recorrentes neste espaço, a cada segundo requer uma nova validação. Isso decorre da capacidade adjacente ao pensamento que, compreendendo uma nova realidade, busca associar Conhecimento pretérito a essa nova informação. E cruzando as possibilidades decorrentes do novo problema – que se percebe existir – aloca a ele as possibilidades de respostas, estabelecendo hipóteses. Controla variáveis, afastando interpretações equivocadas e centra as inferências na multiplicidade de respostas possíveis e na possibilidade de acerto referente ao novo Conhecimento que se estrutura. Ao trabalharmos uma nova hipótese – naturalmente e dentro do prisma de controle que tentamos impor ao Conhecimento acumulado – como condicionante de domínio da informação, mesmo que não se proponha a esse fim, o cérebro buscará formas de se manter acima da especulação. Construirá argumentos para contrapor a nova informação. Esse domínio do cérebro sobre o Conhecimento é a antítese do que buscamos discorrer até o presente momento. Em síntese, isso quer dizer que, é apresentada uma nova hipótese, de forma recorrente, nos colocamos na defensiva e não permitimos a especulação como possibilidade de acumulação do Conhecimento. Desde o início do Conhecimento, o homem entende determinados fenômenos como verdades puras e imutáveis. Afasta hipóteses de compreensão de fenômenos físicos apenas pela negação e não pela capacidade de centrar as inferências na multiplicidade de respostas possíveis e na possibilidade de acerto referente ao novo Conhecimento apresentado. Para comprovar a assertiva, vamos descrever dois fenômenos explicados pela física: uma viatura de rolamentos quadrados e as estações do ano. O primeiro, uma teoria do Conhecimento, que na descrição teórico-operacional, apenas comprova que o seu cérebro desconsidera as inferências na multiplicidade de respostas possíveis, simplesmente pelo fato de se ter, dentro da relação tempo-espaço, uma única hipótese como verdadeira – o rolamento redondo. O segundo, uma descrição tempo-espaço que, não demandando uma teoria, se tornou uma verdade, a partir de uma realidade construída, numa época em que o conhecimento gravitava em apenas um hemisfério do planeta Terra – as órbitas gravitacionais elípticas. A física descreve o atrito como a possibilidade de deslocamento voluntário e controlado de um corpo – através de uma força motriz, o arrasto – onde o corpo empurra o planeta Terra para trás e o planeta Terra empurra o corpo para a frente, as forças de sentido contrário são percebidas por ocasião do deslocamento de qualquer ser sobre o planeta Terra. Você percebe isso claramente ao andar, a força motriz do seu corpo impele uma força de atrito que empurrando o planeta Terra para trás, é projetado para a frente pelo planeta e assim muda a sua posição no espaço, determinando um arrasto. Quando falamos de viaturas, certamente, falamos de mobilidade, velocidade, engenharia, estradas, pedestres, animais, mas com certeza a única forma de rolamentos que nos vem à mente, são os rolamentos redondos, comumente conhecidos como rodas. Estamos falando de vias terrestres: rodovias e ferrovias, estamos falando de viaturas que se movem pelo atrito provocado entre o pavimento e o rolamento. Todas as viaturas que conhecemos têm rodas redondas, o contato entre a viatura e o pavimento, que ocasiona a impulsão da viatura se dá por um rolamento redondo, mesmo que não seja um pneu ou uma roda, ou ainda sendo uma sapata – próprio das viaturas militares e dos equipamentos de terraplenagem, são todos rolamentos redondos – o ponto de contato, em momento algum, sofre solução de continuidade, ou seja, sempre estão em contato com o pavimento ou com o ponto intermédio entre o pavimento e a roda: os caminhos de ferro. Caso uma pessoa tente provar a possibilidade de um rolamento quadrado, refutamos de imediato, o Conhecimento de que dispomos e as verdades intrínsecas a esse conhecimento, nos determina a uma única hipótese de resposta: a impossibilidade. Quando assim agimos, agimos sem confrontar as possibilidades e com base em variáveis até então consideradas como o único Conhecimento possível, refutamos a hipótese pura e simplesmente. Conclusão: desconsideramos o Conhecimento e impomos a nossa verdade, impomos formas de nos manter acima da especulação e construímos argumentos para contrapor a nova informação, esse domínio do cérebro sobre o Conhecimento nos faz perder a coerência e a essência do Conhecimento, manifesta pela recepção de uma nova informação, uma nova variável, uma nova hipótese que nos permitirá especular de forma mais acertada. Descrever de forma objetiva e clara aquilo que se apresenta como o referencial teórico e operacional de uma viatura com rolamentos quadrados é tarefa simples e também o é o seu entendimento. Rolamentos quadrados – não uma roda quadrada, até mesmo porque roda é redonda – mas rolamento que é uma descrição do corpo de arrasto entre a viatura e o pavimento, o ponto da viatura que empurrando o planeta Terra para trás, é empurrado por ele para a frente, redundando no deslocamento. Uma viatura com rolamentos quadrados, conceitualmente, como um caminho de ferro, necessita de especificações próprias, a via que recepciona uma viatura de rolamentos quadrados não é uma via concebida como estamos acostumados a perceber – uma via plana. Uma via, a ser utilizada por uma viatura com rolamentos quadrados, é helicoidal, ou seja, um pavimento semelhante a meias-circunferências, mais objetivamente, quando ensinamos uma criança a escrever num caderno pautado, onde ensinamos à criança a escrever a letra “m” onde a letra deve iniciar na base de uma linha ir até o limite da linha imediatamente acima, sem contudo a ultrapassar e de forma pausada e ininterrupta se mantém. Agora, trazendo a imagem de se ensinar uma criança a escrever num caderno pautado, imaginemos vários tubos, de mesmo calibre, ou seja com as mesmas medidas de circunferências, que amarrando esses tubos, uns aos outros, sobre uma superfície, de tal forma que um tubo só se encosta nos tubos que estão aos lados direito e esquerdo, a parte de cima dos tubos, aquela parte que fica exposta, apresenta-se como a imagem mais clara e nítida da via destinada a uma viatura com rolamentos quadrados. Uma
“Servir e Proteger”, com mão estendida e ombro amigo
Nova postagem do Facebook da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), com o título — TUDO QUE REALMENTE VALE A PENA FAZER É O QUE FAZEMOS PELOS OUTROS, É UM DOS SEGREDOS DA VIDA —, contém notícia sobre a ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, capazes de demonstrar o “Servir e Proteger”, com mão estendida e ombro amigo. Conforme se vê no vídeo destacado acima, na noite da última sexta-feira (23), policiais militares, integrantes “do 6° Batalhão de Polícia Militar Metropolitano”, patrulhavam as vias públicas, “na região de São Caetano do Sul, precisamente pela Avenida Dos Estados,” após um forte temporal. Houve dificuldades à quantidade de águas se deslocarem às vias coletoras, inundando-se as vias públicas com “forte correnteza”. Aqueles policiais militares, o “Sargento VANDERLEI” e os “Cabos CAMILLO e PRUDENTE” ouviram os gritos das pessoas, clamando por socorro, no interior de seus veículos, pois estavam ilhados em meio à água.” Então, comprometidos dom lema de “Servir e Proteger”, com mão estendida e ombro amigo, aqueles policiais Militares uniram-se a outros “para socorrer aquelas pessoas”. As ações dos policiais militares paulistas foram indispensáveis àquelas pessoas, vítimas da forte chuva, mas que tiveram suas vidas preservadas. A postagem destacou que as “imagens não mostram, mas quando resgatados, os jovens estavam com água até a altura da cintura, e, foi então que alguns deles foram carregados pelos Policiais Militares, até que alcançassem a área sem água, a parte mais segura.” Com as informações da PMESP
No Rio, policiais militares prendem milicianos por construção irregular
No portal da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), uma notícia informa que os policiais militares prenderam milicianos na prática de construção irregular. A Ação Policial Militar foi desenvolvida, na última sexta-feira (23), com o foco no bairro do Itanhangá. Conduzida por policiais militares integrantes das “equipes do Comando de Policiamento Ambiental (CPAM)”, as ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública visava à repressão de “atividades econômicas criminosas praticadas por grupos de milicianos, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.” Naquele local, os policiais militares de proteção ambiental constataram a prática ilícita, em consequência de: ” construção vertiginosa e em plena atividade de prédios, nos quais havia anúncios oferecendo apartamentos de diversos valores e condições de pagamento, inclusive com projeção de taxas de condomínio”; Descumprimento das normas básicas exigidas às edificações verticais e residenciais, pois “não possuíam infraestrutura básica, como ligação regular de esgoto”, nem a mínima possibilidade de coleta dos dejetos, que “seriam lançados em rios e na Lagoa da Barra, com potencial altamente poluidor daquelas águas.” ocupação de terrenos irregulares, onde foram construídas as edificações, “ao longo das Estradas do Pica-Pau e de Jacarepaguá (…) Área de Amortecimento do Parque Nacional da Floresta da Tijuca.” No desfecho da operação policial, os militares estaduais prenderam “11 criminosos em flagrante” delito e apreenderam “caminhões,máquinas e equipamentos diversos”. A ocorrência policial-militar foi registrada na 16ª Delegacia de Polícia Judiciária, da Barra da Tijuca, para onde foram conduzidos os presos e entregue os veículos e materiais apreendidos. Com as informações da PMERJ
Policiais militares mineiros apreenderam drogas e prenderam traficantes
No Triângulo Mineiro, ações bem-sucedidas dos membros da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) resultaram na apreensão de mais de 1 tonelada de drogas e prisão de 5 homens. A operação policial-militar foi desenvolvida pelos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, com Comando de Policiamento Ambiental, na última sexta-feira (23), na região da Capelinha do Barreiro. Segundo o vídeo e notícia do G-1 TRIÂNGULO MINEIRO, o tenente Paulo Gomes teria informado que uma das equipes de polícia ostensiva ambiental realizava patrulhamento naquela área rural, quando os policiais militares avistaram, numa estrada vicinal, uma caminhonete conduzida por um caminhão guincho. Observou-se, também, que mais dois veículos deslocavam, indicando a possibilidade de que escoltavam aqueles veículos. Naquele momento, os policiais militares “ouviram um barulho semelhante a disparo de arma de fogo “. Seguindo-se o revide àquela agressão, os veículos da “escolta” evadiram-se, ficando apenas o caminhão guincho e a caminhonete. Após as ações rotineiras de abordagem — nos veículos, condutor do caminhão guincho e demais pessoas —, os policiais militares encontraram, no interior da caminhonete, 1.841 tabletes de substâncias entorpecentes, aparentando ser maconha, que totalizaram 1,3 toneladas, aproximadamente. Após o recebimento de informações, pelos policiais militares empenhados naquela ocorrência, foi, igualmente, constatado, que a droga apreendida seria armazenada em recipientes plásticos, colocados em buracos feitos no terreno de uma propriedade rural. Foram presos os condutores da caminhonete e do caminhão guincho e mais outros três homens. Posteriormente, foram conduzidos à Delegacia de Polícia Judiciária, aonde foi, também, entregue as substâncias entorpecentes e os veículos apreendidos. Com as informações do G1-TRIÂNGULO MINEIRO
