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Policiais militares brasilienses serão comandados por uma mulher

Na constituição da equipe de governo do Distrito Federal, o governador eleito, Ibaneis Rocha (MDB) decidiu convidar a Coronel da Polícia Militar  Sheyla Soares Sampaio que irá exercer o cargo de Comandante-Geral daquela Instituição Militar. É a primeira vez que os policiais militares brasilienses, será comandada por uma mulher. A coronel Sheyla esteve na Redação do Correio Braziliense e conversou com as jornalistas Ana Maria Campos e Adriana Bernardes. Assista ao vídeo e saiba quais foram as perguntas propostas pelas jornalistas e as respostas da oficial da Polícia Militar do Distrito Federal escolhida para comandar uma corporação de 11.000 homens e mulheres que se decidam à proteção das pessoas e comunidades do Distrito Federal. A Coronel PM Sheyla é uma profissional de polícia ostensiva e preservação de ordem pública experiente e dedicada. Tem consciência o desafiador papel a ser desempenhado e sente-se está confiante de que irá exercê-lo, a exemplo dos demais comandos, exercidos nos escalões inferiores, ao longo de sua brilhante carreira policial-militar. Atualmente, Sheyla é a terceira mulher escolhida para comandar uma Instituição Militar Estadual (IME), num total de 27 unidades federativas.  A primeira foi a coronel PM Angelina dos Santos Correia Ramires, da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO). Graduada no Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar do Prado Mineiro, em Belo Horizonte – Minas Gerais, Angelina galgou, a exemplo de Sheyla, todos os escalões da PMRO, até assumir o Comado-Geral daquela IME, onde permaneceu de 19 de agosto de 2003 a 31 de dezembro de 2010. A segunda mulher escolhida para comandar uma IME, é a Coronel Audilene Rosa de Paula Dias, conforme noticiado neste Pontopm, no post seguinte: Outra instituição policial comandada, pela primeira vez, por uma mulher, é Metropolitan Police Service, de Londres, na Inglaterra. A Met, como é chamada pelos ingleses teria sido criada por Sir Robert Peel. Leia o post seguinte e confira.

O fim da UPP – 500 dias no Front da Pacificação

Compartilhar experiências profissionais é uma das mais eficazes formas de preparação da futura liderança executiva. Tem sido assim, nas mais diversas atividades humanas, notadamente naquelas cujo o mister é proteger pessoas e comunidades. Nesse entendimento, compartilhamos um dos exemplos marcantes da desafiadora arte de policiar com inteligência. O Coronel PM Frederico Caldas, diante das adversidades latentes de uma das maiores cidades brasileira, amealhou experiências profissionais e escreveu — O fim da UPP – 500 dias no Front da Pacificação —  e quer compartilhar com você, caro leitor do Pontopm. Leia o convite do Policial-Escritor:  TÁ CHEGANDO A HORA. VAI SER DIA 28 DE NOVEMBRO, QUARTA-FEIRA, 19H, na Livraria da Travessa do BarraShopping. Lançamento do meu livro sobre as UPPs. Um relato super verdadeiro de 500 dias no front da pacificação. São dramas, tramas e histórias de bastidores jamais reveladas. Um livro surpreendente, podem acreditar. Tem uma coisa muito legal também: a minha parte da venda do livro será doada para a Diretoria de Assistência Social da PMERJ. Vou ficar muito HONRADO com a presença de vocês.

O Conhecimento, a Descrição Teórica e Operacional e a Relação Tempo e Espaço

O Conhecimento, por ser uma forma de compreensão do espaço que nos cerca e das transformações recorrentes neste espaço, a cada segundo requer uma nova validação. Isso decorre da capacidade adjacente ao pensamento que, compreendendo uma nova realidade, busca associar Conhecimento pretérito a essa nova informação. E cruzando as possibilidades decorrentes do novo problema – que se percebe existir – aloca a ele as possibilidades de respostas, estabelecendo hipóteses. Controla variáveis, afastando interpretações equivocadas e centra as inferências na multiplicidade de respostas possíveis e na possibilidade de acerto referente ao novo Conhecimento que se estrutura. Ao trabalharmos uma nova hipótese – naturalmente e dentro do prisma de controle que tentamos impor ao Conhecimento acumulado – como condicionante de domínio da informação, mesmo que não se proponha a esse fim, o cérebro buscará formas de se manter acima da especulação. Construirá argumentos para contrapor a nova informação. Esse domínio do cérebro sobre o Conhecimento é a antítese do que buscamos discorrer até o presente momento. Em síntese, isso quer dizer que, é apresentada uma nova hipótese, de forma recorrente, nos colocamos na defensiva e não permitimos a especulação como possibilidade de acumulação do Conhecimento. Desde o início do Conhecimento, o homem entende determinados fenômenos como verdades puras e imutáveis. Afasta hipóteses de compreensão de fenômenos físicos apenas pela negação e não pela capacidade de centrar as inferências na multiplicidade de respostas possíveis e na possibilidade de acerto referente ao novo Conhecimento apresentado. Para comprovar a assertiva, vamos descrever dois fenômenos explicados pela física: uma viatura de rolamentos quadrados e as estações do ano. O primeiro, uma teoria do Conhecimento, que na descrição teórico-operacional, apenas comprova que o seu cérebro desconsidera as inferências na multiplicidade de respostas possíveis, simplesmente pelo fato de se ter, dentro da relação tempo-espaço, uma única hipótese como verdadeira – o rolamento redondo. O segundo, uma descrição tempo-espaço que, não demandando uma teoria, se tornou uma verdade, a partir de uma realidade construída, numa época em que o conhecimento gravitava em apenas um hemisfério do planeta Terra – as órbitas gravitacionais elípticas. A física descreve o atrito como a possibilidade de deslocamento voluntário e controlado de um corpo – através de uma força motriz, o arrasto – onde o corpo empurra o planeta Terra para trás e o planeta Terra empurra o corpo para a frente, as forças de sentido contrário são percebidas por ocasião do deslocamento de qualquer ser sobre o planeta Terra. Você percebe isso claramente ao andar, a força motriz do seu corpo impele uma força de atrito que empurrando o planeta Terra para trás, é projetado para a frente pelo planeta e assim muda a sua posição no espaço, determinando um arrasto. Quando falamos de viaturas, certamente, falamos de mobilidade, velocidade, engenharia, estradas, pedestres, animais, mas com certeza a única forma de rolamentos que nos vem à mente, são os rolamentos redondos, comumente conhecidos como rodas. Estamos falando de vias terrestres: rodovias e ferrovias, estamos falando de viaturas que se movem pelo atrito provocado entre o pavimento e o rolamento. Todas as viaturas que conhecemos têm rodas redondas, o contato entre a viatura e o pavimento, que ocasiona a impulsão da viatura se dá por um rolamento redondo, mesmo que não seja um pneu ou uma roda, ou ainda sendo uma sapata – próprio das viaturas militares e dos equipamentos de terraplenagem, são todos rolamentos redondos – o ponto de contato, em momento algum, sofre solução de continuidade, ou seja, sempre estão em contato com o pavimento ou com o ponto intermédio entre o pavimento e a roda: os caminhos de ferro. Caso uma pessoa tente provar a possibilidade de um rolamento quadrado, refutamos de imediato, o Conhecimento de que dispomos e as verdades intrínsecas a esse conhecimento, nos determina a uma única hipótese de resposta: a impossibilidade. Quando assim agimos, agimos sem confrontar as possibilidades e com base em variáveis até então consideradas como o único Conhecimento possível, refutamos a hipótese pura e simplesmente. Conclusão: desconsideramos o Conhecimento e impomos a nossa verdade, impomos formas de nos manter acima da especulação e construímos argumentos para contrapor a nova informação, esse domínio do cérebro sobre o Conhecimento nos faz perder a coerência e a essência do Conhecimento, manifesta pela recepção de uma nova informação, uma nova variável, uma nova hipótese que nos permitirá especular de forma mais acertada. Descrever de forma objetiva e clara aquilo que se apresenta como o referencial teórico e operacional de uma viatura com rolamentos quadrados é tarefa simples e também o é o seu entendimento. Rolamentos quadrados – não uma roda quadrada, até mesmo porque roda é redonda – mas rolamento que é uma descrição do corpo de arrasto entre a viatura e o pavimento, o ponto da viatura que empurrando o planeta Terra para trás, é empurrado por ele para a frente, redundando no deslocamento. Uma viatura com rolamentos quadrados, conceitualmente, como um caminho de ferro, necessita de especificações próprias, a via que recepciona uma viatura de rolamentos quadrados não é uma via concebida como estamos acostumados a perceber – uma via plana. Uma via, a ser utilizada por uma viatura com rolamentos quadrados, é helicoidal, ou seja, um pavimento semelhante a meias-circunferências, mais objetivamente, quando ensinamos uma criança a escrever num caderno pautado, onde ensinamos à criança a escrever a letra “m” onde a letra deve iniciar na base de uma linha ir até o limite da linha imediatamente acima, sem contudo a ultrapassar e de forma pausada e ininterrupta se mantém. Agora, trazendo a imagem de se ensinar uma criança a escrever num caderno pautado, imaginemos vários tubos, de mesmo calibre, ou seja com as mesmas medidas de circunferências, que amarrando esses tubos, uns aos outros, sobre uma superfície, de tal forma que um tubo só se encosta nos tubos que estão aos lados direito e esquerdo, a parte de cima dos tubos, aquela parte que fica exposta, apresenta-se como a imagem mais clara e nítida da via destinada a uma viatura com rolamentos quadrados. Uma

“Servir e Proteger”, com mão estendida e ombro amigo

Nova postagem do Facebook da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), com o título — TUDO QUE REALMENTE VALE A PENA FAZER É O QUE FAZEMOS PELOS OUTROS, É UM DOS SEGREDOS DA VIDA —, contém notícia sobre a ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, capazes de demonstrar o “Servir e Proteger”, com mão estendida e ombro amigo.  Conforme se vê no vídeo destacado acima, na noite da última sexta-feira (23), policiais militares, integrantes “do 6° Batalhão de Polícia Militar Metropolitano”, patrulhavam as vias públicas, “na região de São Caetano do Sul, precisamente pela Avenida Dos Estados,” após um forte temporal. Houve dificuldades à quantidade de águas se deslocarem às vias coletoras, inundando-se as vias públicas com “forte correnteza”.  Aqueles policiais militares, o “Sargento VANDERLEI” e os “Cabos CAMILLO e PRUDENTE” ouviram os gritos das pessoas, clamando por socorro, no interior de seus veículos, pois estavam ilhados em meio à água.” Então, comprometidos dom lema de “Servir e Proteger”, com mão estendida e ombro amigo, aqueles policiais Militares uniram-se a outros “para socorrer aquelas pessoas”. As ações dos policiais militares paulistas foram indispensáveis àquelas pessoas, vítimas da forte chuva, mas que tiveram suas vidas preservadas. A postagem destacou que as “imagens não mostram, mas quando resgatados, os jovens estavam com água até a altura da cintura, e, foi então que alguns deles foram carregados pelos Policiais Militares, até que alcançassem a área sem água, a parte mais segura.” Com as informações da PMESP

No Rio, policiais militares prendem milicianos por construção irregular

No portal da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), uma notícia informa que os policiais militares prenderam milicianos na prática de construção irregular. A Ação Policial Militar foi desenvolvida, na última sexta-feira (23), com o foco no bairro do Itanhangá. Conduzida por policiais militares integrantes das “equipes do Comando de Policiamento Ambiental (CPAM)”, as ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública visava à repressão de “atividades econômicas criminosas praticadas por grupos de milicianos, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.” Naquele local, os policiais militares de proteção ambiental constataram a prática ilícita, em consequência de: ” construção vertiginosa e em plena atividade de prédios, nos quais havia anúncios oferecendo apartamentos de diversos valores e condições de pagamento, inclusive com projeção de taxas de condomínio”; Descumprimento das normas básicas exigidas às edificações verticais e residenciais, pois “não possuíam infraestrutura básica, como ligação regular de esgoto”, nem a mínima possibilidade de coleta dos dejetos, que “seriam lançados em rios e na Lagoa da Barra, com potencial altamente poluidor daquelas águas.” ocupação de terrenos irregulares, onde foram construídas as edificações, “ao longo das Estradas do Pica-Pau e de Jacarepaguá (…) Área de Amortecimento do Parque Nacional da Floresta da Tijuca.” No desfecho da operação policial, os militares estaduais prenderam “11 criminosos em flagrante” delito e apreenderam “caminhões,máquinas e equipamentos diversos”. A ocorrência policial-militar foi registrada na 16ª Delegacia de Polícia Judiciária, da Barra da Tijuca, para onde foram conduzidos os presos e entregue os veículos e materiais apreendidos. Com as informações da PMERJ

Policiais militares mineiros apreenderam drogas e prenderam traficantes

No Triângulo Mineiro, ações bem-sucedidas dos membros da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) resultaram na apreensão de mais de 1 tonelada de drogas e prisão de 5 homens. A operação policial-militar foi desenvolvida pelos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, com Comando de Policiamento Ambiental, na última sexta-feira (23), na região da Capelinha do Barreiro.  Segundo o vídeo e notícia do G-1 TRIÂNGULO MINEIRO, o tenente Paulo Gomes teria informado que uma das equipes de polícia ostensiva ambiental realizava patrulhamento naquela área rural, quando os policiais militares avistaram, numa estrada vicinal, uma caminhonete conduzida por um caminhão guincho. Observou-se, também, que mais dois veículos deslocavam, indicando a possibilidade de que escoltavam aqueles veículos. Naquele momento, os policiais militares “ouviram um barulho semelhante a disparo de arma de fogo “. Seguindo-se o revide àquela agressão, os veículos da “escolta” evadiram-se, ficando apenas o caminhão guincho e a caminhonete.  Após as ações rotineiras de abordagem — nos veículos, condutor do caminhão guincho e demais pessoas —, os policiais militares encontraram, no interior da caminhonete, 1.841 tabletes de substâncias entorpecentes, aparentando ser maconha, que totalizaram 1,3 toneladas, aproximadamente. Após o recebimento de informações, pelos policiais militares empenhados naquela ocorrência, foi, igualmente, constatado, que a droga apreendida seria armazenada em recipientes plásticos, colocados em buracos feitos no terreno de uma propriedade rural. Foram presos os condutores da caminhonete e do caminhão guincho e mais outros três homens. Posteriormente, foram conduzidos à Delegacia de Polícia Judiciária, aonde foi, também, entregue as substâncias entorpecentes e os veículos apreendidos. Com as informações do G1-TRIÂNGULO MINEIRO

O Tempo e a Validação do Conhecimento

O Tempo é a dimensão mais própria à validação do Conhecimento, o Tempo é uma criação do homem para comprovar a sua própria existência, o Tempo só é necessário ao homem, pois ao Universo a dimensão Tempo não é essencial, as leis do Universo se equilibram pelos arranjos físicos e químicos que evitam a sua falência, ao contrário do homem que apenas com os arranjos físicos e químicos não se sustenta. O Tempo, na descrição como o entendemos, só tem validade para o homem, a partir do referencial estático, ou seja, quando perguntamos a alguém quantas horas dura um dia, certamente esse alguém responderá que o dia dura 24:00 horas. Do ponto de vista da lógica, a resposta é correta, no entanto, do ponto de vista do ser humano alocado no planeta Terra, o dia não dura penas 24:00 horas, o dia dura 47:00 horas. Mas como isso é possível? Tomemos como exemplo o dia 01 de janeiro de um ano qualquer, esse dia civil no mundo, não dura apenas as 24:00 horas de um dia para alguém que se encontra em posição estática, basta lembrar que o planeta Terra é uma esfera, que fisicamente podemos dizer que tem 360⁰, que a duração de um dia, na posição estática do ser humano, dura 24:00 horas, que dividindo 360/24, teremos 15⁰, isso quer dizer que a cada 15⁰ de distância de um meridiano para o outro, teremos 01:00 hora de distância, ou seja, o planeta Terra tem 24 posições de nascer do Sol, que começa na posição 00:00 hora e vai até a posição 23:00 horas, pois a posição 24:00 horas é coincidente com a posição 00:00 hora o fim de um dia e o nascimento do dia seguinte. Assim, na posição 23:00 horas em relação ao dia que teve início na posição 00:00 hora estará nascendo o mesmo dia 01 de janeiro de um ano qualquer e que dali a 01:00 hora, estará terminando o dia 01 de janeiro de um ano qualquer que começou na posição 00:00 hora alusiva ao nosso primeiro meridiano. Somando as 23:00 horas que o dia 01 de janeiro de um ano qualquer ainda terá pela frente, em relação ao meridiano 23:00 hora, concluímos que o dia civil terá 47:00 horas e isso é apenas para informar ao seu cérebro que a sua análise do tempo é apenas uma interpretação estática do mundo, que o dia e a noite só existem porque existe a luz e que a luz é o resultado de um processo físico-químico de radiação solar, que o seu cérebro constrói essa descrição do ambiente para validar a sua existência, para datando, comprovar que existe passado, presente e futuro. O Tempo influencia diretamente na sua capacidade de produzir Conhecimento, o seu cérebro só consegue produzir um novo conhecimento quando tem o tempo necessário para observar o ambiente e cruzando as novas informações assimiladas com as informações pretéritas já acumuladas é capaz de apropriar-se de um conjunto de informações que possam entender como um novo Conhecimento que permitirá ao homem uma interpretação mais adequada ao evento apresentado e a tomada de decisão mais acertada. Efetivamente, como isso pode ser demonstrado? Como na prática, podemos de forma prática, permitir que uma simulação demonstre a influencia do Tempo na capacidade de produzir Conhecimento? Pode até parecer difícil o exercício, mas não o é. Seria a diferença entre a lógica e a matemática, entre o acúmulo de informação e a tomada de decisão, entre pensamento e ação, entre segundos e milésimos de segundos. Basta apenas que pensemos na objetiva de uma máquina fotográfica e o zoom dessa mesma máquina, quando temos um ponto no horizonte e em milésimos de segundos aproximamos esse ponto do nosso cérebro com o zoom da máquina fotográfica, focamos única e exclusivamente no ponto e desconsideramos todas as informações periféricas. Seria como se dirigindo uma viatura aumentado a velocidade de deslocamento deixamos de levar em consideração as informações à nossa volta, buscando apenas o ponto no infinito. O ponto no infinito não nos permitir validar as informações que medeiam o nosso espaço pois o nosso cérebro não consegue descrever objetivamente o ambiente observado no nosso entorno e, portanto, passa a desprezar informações essenciais. Ao desprezar informações essenciais, o nosso cérebro age de forma lógica e não produz conhecimento e não produzindo conhecimento, corre o risco de incorrer em interpretação equivocada do ambiente causando sério dano ao Conhecimento e mais grave corre o risco de validar uma informação a partir de um referencial teórico espaço-tempo não apropriado. Mas o que vem a ser o referencial teórico espaço-tempo não apropriado? É quando criamos no nosso cérebro uma informação – não validada – sobre determinada realidade. Por exemplo: quando levamos as pessoas para um ambiente fictício e vamos condicionar as pessoas a determinadas atividades que demandam conhecimento de espaço, tempo e mobilidade, sem, no entanto, proporcionar às pessoas essas condicionantes pretéritas. É como levar uma criança para uma cidade fictícia e ensiná-la a atravessar a rua, num ambiente totalmente controlado, com dimensões não compatíveis com as vias urbanas, com os veículos estruturalmente diferentes e as velocidades desenvolvidas monitoradas. Essa criança, ao desenvolver a sua capacidade de travessia da via, com base no seu tempo, seu espaço e sua mobilidade, construídos na cidade fictícia, corre sério risco de óbito ao se ver em ambiente real, pois as condicionantes da cidade fictícia não são compatíveis com o ambiente real. Os ambientes fictícios não permitem ao homem construir conhecimento, mas apenas condicionar a determinada situação, desde que esse ambiente seja compatível com o ambiente que será presentada durante a sua vida. Não adianta ao homem treinar para uma maratona num ambiente virtual e depois ir para a rua para efetivamente realizar a sua prova. O ambiente virtual está deslocado das condições físico-químicas além do distanciamento da questão fisiológica do homem. Lembre-se: O que torna o homem capaz de se superar, criar novas tecnologias, agregar informações e ao final produzir um novo Conhecimento é o Tempo, a única

Noite de Homenagens e Posses em Teófilo Otoni

A Academia de Letras de Teófilo Otoni e o Instituto Histórico e Geográfico do Mucuri  realizarão, no próximo sábado (24), uma Noite de Homenagens e Posses em Teófilo Otoni. Serão dois momentos cerimoniosos. No primeiro, ocorrerá a entrega da Medalha Conselheiro João da Matta Machado. No segundo, a posse dos Sócios Correspondentes daquela Academia. Cerimônia de Entrega da Medalha Os agraciados relacionados no Convite Oficial (foto abaixo), receberão suas medalhas durante a solenidade de homenagens, prevista para este ano de 2018. A Comenda Conselheiro João da Matta Machado é outorgada “em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico do Mucuri, a cada ano,” e “tem como finalidade: homenagear pessoas naturais com idade igual ou superior a 70 anos que se tenham dedicado ao desenvolvimento cultural, econômico, social, desportivo, cívico, educacional, científico e/ou religioso na cidade de Teófilo Otoni e região do Vale do Mucuri.” Posse dos Sócios Correspondentes Outro momento singular daquele Sodalício será a Posse dos Sócios Correspondentes, entre os quais se encontra João Bosco de Castro, Jornalista deste Pontopm. Os Sócios Correspondentes ora empossados são considerados Novos Acadêmicos porque se encontram na categoria das:   “personalidades que exercem atividade de reconhecido valor intelectual com a distinção nas letras, artes plásticas, ciências, educação, dramaturgia, música e na imprensa em vários municípios brasileiros, bem como em outros países.” A Equipe deste Pontopm sente-se honrada com a nova conquista obtida por João Bosco de Castro e publicará, na oportunidade, o Discurso de Posse proferido pelo Poeta e Escritor. 

A Aplicação do Conhecimento

Inicialmente descrita a potencialidade Conhecimento, podemos adentrar aos mecanismos de mais-valia que a humanidade se apropriou para construir novos conhecimentos voltados à sua premente necessidade de justificar a sua existência, sua sobrevivência, sua evolução e sua luta para viver mais a cada geração. A humanidade no processo de transformar o Conhecimento em qualidade de vida – longevidade, saúde, paz, espiritualidade e tolerância – mesmo que de forma não contemplativa, se vale de elementos quaternários. A verdade quaternária está presente em qualquer ser vivo. É possível a medição de um ser vivo em altura, largura, comprimento e conteúdo. Conteúdo? Sim, conteúdo. É ele quem define a vida, é o conteúdo que valida a existência do ser e esse conteúdo é fruto do Conhecimento. O conteúdo é a essência do ser, a sua funcionalidade, a sua origem, a sua destinação, a sua composição e sobretudo a sua inserção nas múltiplas hipóteses que contemplam o arranjo do universo. O conteúdo é Conhecimento acumulado. Para descrever a verdade quaternária na vida do homem, tomemos por base os quatro elementos essenciais – precisamente é uma interpelação à crítica, do ponto de vista químico, sabemos que os elementos descritos numa tabela periódica são muitos e com hipóteses de novas descobertas na medida que se aperfeiçoam os instrumentos de medição, que são frutos de Conhecimentos pretéritos.  Numa demonstração simples, voltada à essencialidade do experimento, tomemos os quatro elementos essenciais à vida no Planeta Terra: terra – aqui compreendido o solo e suas composições; água; vento – gases essenciais à vida; e fogo – luz. Para que esses elementos existam foi preciso um acúmulo de informações passadas que ao longo de eras, tornassem possíveis à geração da vida. As teorias evolucionistas de Charles Darwin, claramente validam essa informação e a transformam num Conhecimento. Não existe, no Planeta Terra, um único ser vivo que não esteja diretamente ligado a ele e não existem hipóteses de um ser vivo, viver sem que o Planeta Terra esteja vivo. Apenas como uma evidência, cita-se o vegetal, quando se corta a sua ligação ao solo, transforma-se em matéria em deterioração, pode vir a ser um alimento, um combustível, um móvel, deixará de ser um ser vivo e passa a ser apenas transformação de matéria, aquilo que descreveu Antoine Laurent de Lavoisier. Um vegetal precisa do solo – para se fixar e dele extrair a essência da sua alimentação e crescimento; da água para, no processo de osmose, se alimentar e  se alimentando transforma em alimento; precisa do vento para polinizar e desse mesmo vento retendo o gás carbônico, o transforma em oxigênio, gerando vida; e da luz, que gera calor e possibilita o processo da fotossíntese, essencial à sua própria existência e à existência do Planeta Terra. O objetivo não é descrever a vida, mas a mais-valia, parte do processo do Conhecimento. A mais-valia é a capacidade do ser humano de criar, a partir de informações pretéritas, instrumentos que possam proporcionar à humanidade, qualidade de vida. A informação na construção de novas tecnologias, são na verdade a correta aplicação de conjugação de tecnologias passadas, ou seja, do ponto de vista econômico, seriam trabalhos pretéritos associados a trabalhos atuais, um novo Conhecimento produzido e que de forma equivocada é tratado como um novo invento – frise-se não existiu e nem existirá invento, tudo já existe, desde a criaçãodo Planeta Terra – o que se tem é uma nova tecnologia, uma nova transformação do trabalho pretérito em trabalho atual, um Conhecimento que sofre o acúmulo de novas informações e no cruzamento das hipóteses criadas, testadas, descartadas e assimiladas, chega-se ao novo Conhecimento e não uma invenção, pode ser sim,uma descoberta, uma criação, uma nova funcionalidade da matéria já conhecida. Para provar a funcionalidade da matéria já conhecida, tomemos como exemplo uma paixão do ser humano: o automóvel. O coração, a pujança, a vida de um automóvel é o seu motor. A criação do motor é uma nova funcionalidade da matéria já conhecida. Como? Explico: para construir o motor, citemos o trabalho de Rudolf Diesel, o criador do motor a diesel. Para chegar a esse motor, que funciona com o produto derivado da quebra do petróleo, foi preciso que inicialmente o homem dominasse a tecnologia de quebra do petróleo, ou seja, refinar o petróleo a fim de extrair dele, os seus subprodutos necessários ao funcionamento da criação de Rudolf  Diesel. Para se chegar ao subproduto óleo diesel, foi necessário, compreender que o petróleo era um combustível; foi necessário criar mecanismos de extração do petróleo; foi necessário criar mecanismo para refinar o petróleo; foi necessário que num processo de várias eras geológicas, o Planeta Terra, num processo mais dinâmico procedesse à decomposição da matéria prima, que o homem dará o nome de petróleo. Ou seja, muito antes de Rudolf Diesel criar o seu motor, tudo já existia. Tudo já existia, para Rudolf Diesel, o combustível só se transforma em rotação do motor porque outras criações, outros produtos, outros Conhecimentos Pretéritos, criaram partes mecânicas, que uma vez testadas, assimiladas, aperfeiçoadas e/ou descartadas, propiciaram um arranjo, que associado ao Conhecimento em transformação, produzido por Rudolf Diesel, foi possível criar uma parte mecânica que transformada em força de atrito com o Planeta Terra, fosse possível fazer com que os rolamentos impingissem um atrito que empurrasse o Planeta Terra para trás e numa força contrária e de sentido oposto o Planeta Terra empurrasse a criação mecânica para a frente – Leonardo Da Vinci e Isaac Newton –  e somente assim: Conhecimentopretérito, mais valia, Conhecimento atual, vontade de transformar, cruzar informações, gerar novas possibilidades, que naquele momento a capacidade criativa se concretizou. Leia também: Construindo a Descrição do Conhecimento Clarificando o Conhecimento Validação do Conhecimento O Tempo e a Validação do Conhecimento O Conhecimento, a Descrição Teórica e Operacional e a Relação Tempo e Espaço Conhecimento Consequente da Produção das Informações

Policiais militares mineiros na proteção da infância e da juventude

O município de Ituiutaba — no Triângulo Mineiro — é sede do 54º Batalhão da Polícia Militar da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Ali, os profissionais de polícia ostensiva e preservação de ordem pública prestam serviços de proteção aos cidadãos e comunidades. De modo especial, envolvem-se com a proteção da infância e da juventude, pois estão comprometidos com o desenvolvimento das futuras gerações. A exemplo do que afirmado anteriormente,  foi a realização de mais um Projeto Patrulheiro Mirim de proteção à infância e juventude ituiutabense. Nesse projeto, com “a duração de oito meses, contou com aulas diversificadas”, ministradas pelos “policiais militares e voluntários”, com o foco na seguinte temática: filosofia infantil; canto; capoeira; natação; educação e segurança no trânsito;  prevenção às drogas; direitos da criança e adolescente; contação de história; educação financeira; ordem unida; educação moral e cívica e artes plásticas.  Após o encerramento das atividades daquele projeto, foi realizada,  no dia 12 de novembro,  “a formatura da 5ª Turma do Projeto Patrulheiro Mirim” e a solene cerimônia “aconteceu no Palácio Ponto Alto Festas e foi prestigiada por várias autoridades e familiares das crianças envolvidas no projeto.” Mas, o ponto singular daquela solenidade, e que deixou os participantes emocionados, foi o “momento em que as crianças, em demonstração do aprendizado, realizaram o juramento do Patrulheiro, comprometendo a se manterem longe da violência e serem sempre respeitosos e disciplinados.” Com as informações da PMMG

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