Seres desprezíveis enrustidos

Os que fazem parte de nossas instituições estão, em sua maioria, podres! Veja-se o nível de um canalha como o ministro Alexandre de Moraes (STF), o qual, muitos dizem, é na realidade psicopata ou débil mental. Foi ele o principal artífice da fraude eleitoral presidencial e que não cansava de dizer aos comparsas do desmoralizado STF que alguns iriam protestar depois de anunciado o resultado, mas “que, logo, logo, a gente arruma tudo e nosso domínio será total”. Deu com os burros n’água. Vocês já imaginaram quando esse vagabundo estiver sem toga? Como irá circular nas ruas, depois de ter feito tantos inimigos e prejudicado a vida de tantos? Sem contar o bravo jornalista Oswaldo Eustáquio, que foi para a prisão e de lá saiu paraplégico. Moraes mandou prender professores que participaram de protesto, o porta-voz de caminhoneiros, Zé Trovão (eleito deputado federal), o deputado federal Daniel Silveira e exilou o jornalista Allan dos Santos. A lista é inacreditável e extensa. O STF é, hoje, reduto de criminosos do mais alto risco. Todos irmanados na tarefa de transformar o país numa ditadura comunista, onde os que trabalhassem nada possuiriam. Os ministros são apoiados por imprensa tão desmoralizada quanto os próprios, criando falsas narrativas todos os dias, a fim de que sirvam como base a atos plenos de ilegalidade. Vejam Luís Roberto Barroso, cognominado “Lulu Boca de Veludo”, porque vivia praticando felação em tudo que era universitário de seu tempo. Barroso perdeu as estribeiras em Nova York, no evento preparado por seu comparsa de felação, Agripino Doria, e empregou termo próprio do bandido, marginal e covarde que é: “-Perdeu, Mané”. Este picareta, em agosto de 2021, foi acusado pelo presidente Bolsonaro de ter ido à Câmara dos Deputados impedir que a PEC do voto impresso fosse aprovada. Dizem que ameaçou colocar em pauta, no STF, processos criminais contra deputados. Ele também declarou que “eleição não se ganha, se toma”. Em fevereiro deste ano, Barroso foi ao Texas, nos EUA, participar de evento cujo título era bem sugestivo: “Livrando-se de um presidente”. Como um ser desprezível como tal integra os quadros da mais alta corte do país? Tudo foi articulado à frente de todos. Não viu quem não quis. Todos os dias eles emitiam sinais e diziam abertamente o que estavam fazendo: preparando a fraude eleitoral que aí está. Os infames têm de ir presos. A população tem de permanecer na frente dos quartéis e pedir a prisão desses bandidos. O STF terá de mandar a maioria de seus membros para o xilindró, especialmente a tia velha, Edson Fachin, conhecida como “Carmem Miranda”. Foi este verme salafrário quem tirou o nove dedos da prisão e o colocou no páreo eleitoral presidencial, enquanto a fraude era montada. Canalhas, canalhas, mil vezes canalhas. Um outro, Gilmar Mendes, conhecido por ter a família envolvida na posse de cemitério clandestino em Diamantino, Mato Grosso, já praticou crimes inomináveis em aliança com meliantes de seu naipe. Bom mesmo que estamos tendo esse longo tempo, porque a quadrilha está apodrecendo totalmente à nossa vista. Se as providências tivessem sido tomadas no ano passado, as pessoas jamais saberiam o nível de periculosidade desses bandoleiros. Espalhem este artigo até que alcancemos a maioria dos brasileiros.
A Imprensa Brasileira da República

Neste 15 de Novembro de 2022, quando se comemora o 133º aniversário da Proclamação da República, não há muitas publicações. Este fato, passado, não é notícia, na imprensa brasileira da República. No entanto, dois chamam atenção dos atentos leitores: viagem do candidato a Presidente do Brasil e reunião dos ministros da alta corte brasileira em New York. Em consequência disso, nesses tempos permeados de questionamentos, há de se indagar: o que é Ética? O que é Moral? No dia da Proclamação da República, qual é o cenário ético e moral vigentes? Fatos publicados na imprensa brasileira da República. Um vespertino brasileiro noticiou a viagem do candidato a Presidente do Brasil. Embarcado num avião de amigo de 12 anos, rumaram-se à 27ª sessão da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas. Naquele veículo da imprensa brasileira, deveria ter sido questionada a situação Moral, do fato em si, e não a Ética. Assim, das lições preciosas de nosso Jornalista responsável – João Bosco de Castro – e respeitado Oficial Veterano da Polícia Militar Mineira, retiramos: Moral é natural, embutida na Essência Humana, é Condição: comum a todas os Povos, Tribos e Classes. Ética é cultural, embutida na Existência Humana, é Situação: divergente entre Povos, Tribos e Classes, embora exista a Ética Dominante ou Prevalente. Por isso, a Moral é única, mas a Ética, não. Existem a Ética do Bem e a Ética do Mal. A Ética é a socialização sistematizada da Moral… Há muito que se aprender, inclusive nos momentos de Fla-Flu, Coelho-Galo, Gre-Nal e outros de alegres e descontraídos! A despeito disto, foi publicada, num jornal da imprensa brasileira, a discordância de dois especialistas. Um a favor e outro contra! Tem base!? O segundo fato foi a reunião dos ministros da alta corte brasileira em New York. Uma pergunta que não quer calar: os magistrados brasileiros participam de reunião, naquela metrópole, com que propósito? No site do Supremo Tribunal Federal, encontra-se o seguinte: Algumas lições, aos profissionais da Imprensa Brasileira da República É importante ressaltar, que há lições de Rui Barbosa, aos brasileiros, sobre a Imprensa; Imprensa e Presidencialismo; A moral dos povos livres e o Código Penal. Ei-las: “A imprensa A imprensa é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alveja, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que a ameaça. Sem vista mal se vive. Vida sem vista é vida no escuro, vida na soledade, vida no medo, morte em vida: o receio de tudo; dependência de todos; rumo à mercê do acaso; a cada passo acidentes, perigos, despenhadeiros. Tal a condição do país, onde a publicidade se avariou, e, em vez de ser os olhos, por onde se lhe exerce a visão, ou o cristal, que lhe clareia, é a obscuridade, onde se perde, a ruim lente, que lhe turva, ou a droga maligna, que lhe perverte, obstando-lhe a notícia da realidade, ou não lhe deixando senão adulterada, invertida, enganosa. Já lhe não era pouco ser o órgão visual da nação. Mas a imprensa, entre os povos livres, não é só o instrumento da vista, não é unicamente o aparelho do ver, a serventia de um só sentido. Participa, nesses organismos coletivos, de quase todas as funções vitais. É, sobretudo, mediante a publicidade que os povos respiram. Todos sabem que cada um de nós tem na ação respiratória, uma das mais complexas do corpo, e uma das em que se envolvem maior número de elementos orgânicos. A respiração pulmonar combina-se com os tecidos, para constituir o sistema de ventilação, cuja essência consiste na troca incessante dos princípios necessários à vida entre o ar atmosférico e o sangue, da circulação do qual vivemos. Nos pulmões está o grande campo dessas permutas. Mas os músculos também respiram, e o centro respiratório se encontra, bem longe do aparelho pulmonar, nesse bulbo misterioso, que lhe preside à respiração, e lhe rege os movimentos. Da mesma sorte, senhores, nos corpos morais, nas sociedades humanas, essa respiração, propriedade e necessidade absoluta de toda célula viva, representa, com a mesma principalidade, o papel de nutrição, de aviventação, de regeneração, que lhe é comum em todo o mundo orgânico, animado ou vegetativo. (…)” “Imprensa e presidencialismo A expressão dominante desses costumes é a imprensa, que, nos governos dessa fórmula constitucional, substitui, como órgão da opinião pública, o mecanismo da responsabilidade ministerial nos países parlamentares. Era mister, pois, inutilizar a imprensa, tirando-lhe a virilidade, emasculando-a n’alma, jarretá-la de pés e mãos, para não atacar, nem resistir, avezá-la a pôr loja de algibebe e casa de encobrideira, onde os governos sobrevestissem os rebuços de suas mascaradas, e encantoar, com as presas dos seus crimes, a verdade dos seus atos (…)”. “A moral dos povos livres Nenhum país salva a sua reputação com os abafos, capuzes e mantilhas da corrupção encapotada. Durante a campanha da Criméia, em 1854, o Times, o jornal dos jornais europeus, não hesitou em romper na mais tremenda hostilidade contra a administração militar da Grã-Bretanha, sustentando que o seu serviço era ‘infame, infamous’, que os soldados enfermos não achavam nem camas, onde jazessem, que o exército, gasto, desmoralizado e miserando, não tinha, em Balaclava, nem onze mil homens, capazes de entrar em combate. Russell, o famoso correspondente desse jornal britânico no teatro da guerra, perguntava, em carta, a Delane, o célebre diretor do grande órgão: ‘Que hei de fazer? dizer estas coisas, ou calar?’ Mas o interrogado não hesitou na resposta. As instruções, em que lhe deu, recomendaram-lhe, com energia, ‘falar verdade, sem indulgência, nem receio’. O Times, declaravam elas, o Times não admitia ‘véus'(…)” “O código penal Mas as despesas referidas com tão rematada simpleza e segurança de ânimo num documento de tão alta solenidade estão positivamente capituladas como criminosas na legislação brasileira, onde o Código Penal, no art.
O valor do Relatório Técnico

No site do Ministério de Estado da Defesa, desde 9/11/22, encontra-se o Ofício Nº 29126/GM-MD, assinado pelo Excelentíssimo Senhor Ministro Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Referido documento foi encaminhado à Sua Excelência o Senhor Ministro – Alexandre de Moraes – Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Acostado ao citado ofício, há farta documentação, constituída pelo Relatório Técnico. Este, intitulado Fiscalização do Sistema Eletrônico de Votação Pelas Forças Armadas, contém 24 páginas, além dos dez anexos. Relatório Técnico Chamam atenção, no Ofício Nº 29126/GM-MD, os seguintes itens: “(…) 4. Assinalo que o trabalho restringiu-se à fiscalização do sistema eletrônico de votação, não compreendendo outras atividades, como, por exemplo, a manifestação acerca de eventuais indícios de crimes eleitorais. (grifo nosso) 5. Do trabalho realizado, destaco dois pontos. Primeiro, foi observado que a ocorrência de acesso à rede, durante a compilação do código-fonte e consequente geração dos programas (códigos binários), pode configurar relevante risco à segurança do processo. Segundo, dos testes de funcionalidade, realizados por meio do Teste de Integridade e do Projeto-Piloto com Biometria, não é possível afirmar que o sistema eletrônico de votação está isento da influência de um eventual código malicioso que possa alterar o seu funcionamento.” Antes do fechamento do citado documento oficial, foi igualmente destacado: “(…) 6 Em consequência, solicito à Corte Eleitoral atender ao sugerido pelos técnicos militares no sentido de: – realizar uma investigação técnica para melhor conhecimento do ocorrido na compilação do código-fonte e de seus possíveis efeitos; e – promover a análise minuciosa dos códigos binários que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas. 7. Para isso, apresento, como sugestão, a criação de uma comissão específica, integrada por técnicos renomados da sociedade e por técnicos representantes das entidades fiscalizadoras. 8. Em face da importância do processo eleitoral para a harmonia política e social do Brasil, solicito, ainda, a essa Corte Superior considerar a urgência na apreciação da presente proposição.” Site do TSE Na mesma data, foi divulgada pela Internet do TSE, a seguinte publicação: Salvo melhor juízo, há questões em aberto. A cordial grandeza e ilibado espírito público são atitudes democráticas esperadas da Alta Corte ora peticionada! Que Deus abençoe o Povo Brasileiro! EM TEMPO! Foi publicado no Site do STE. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu com satisfação o relatório final do Ministério da Defesa, que, assim como todas as demais entidades fiscalizadoras, não apontou a existência de nenhuma fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022. As sugestões encaminhadas para aperfeiçoamento do sistema serão oportunamente analisadas. O TSE reafirma que as urnas eletrônicas são motivo de orgulho nacional, e que as Eleições de 2022 comprovam a eficácia, a lisura e a total transparência da apuração e da totalização dos votos. Alexandre de MoraesPresidente do Tribunal Superior Eleitoral x EM TEMPO! Encontra-se no Site do Ministério da Defesa o seguinte esclarecimento: “Brasília (DF), 10/11/2022 – Com a finalidade de evitar distorções do conteúdo do relatório enviado, ontem (9.11), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministério da Defesa esclarece que o acurado trabalho da equipe de técnicos militares na fiscalização do sistema eletrônico de votação, embora não tenha apontado, também não excluiu a possibilidade da existência de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022. Ademais, o relatório indicou importantes aspectos que demandam esclarecimentos. Entre eles: – houve possível risco à segurança na geração dos programas das urnas eletrônicas devido à ocorrência de acesso dos computadores à rede do TSE durante a compilação do código-fonte; – os testes de funcionalidade das urnas (Teste de Integridade e Projeto-Piloto com Biometria), da forma como foram realizados, não foram suficientes para afastar a possibilidade da influência de um eventual código malicioso capaz de alterar o funcionamento do sistema de votação; e – houve restrições ao acesso adequado dos técnicos ao código-fonte e às bibliotecas de software desenvolvidas por terceiros, inviabilizando o completo entendimento da execução do código, que abrange mais de 17 milhões de linhas de programação. Em consequência dessas constatações e de outros óbices elencados no relatório, não é possível assegurar que os programas que foram executados nas urnas eletrônicas estão livres de inserções maliciosas que alterem o seu funcionamento. Por isso, o Ministério da Defesa solicitou ao TSE, com urgência, a realização de uma investigação técnica sobre o ocorrido na compilação do código-fonte e de uma análise minuciosa dos códigos que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas, criando-se, para esses fins, uma comissão específica de técnicos renomados da sociedade e de técnicos representantes das entidades fiscalizadoras. Por fim, o Ministério da Defesa reafirma o compromisso permanente da Pasta e das Forças Armadas com o Povo brasileiro, a democracia, a liberdade, a defesa da Pátria e a garantia dos Poderes Constitucionais, da lei e da ordem. Ministério da Defesa“ EM TEMPO! Neste 11 de novembro de 2022, foi publicada, nas rede sociais da Força Aérea Brasileira, Marinha Brasileira e Exército Brasileiro, a seguinte Nota: “NOTA À IMPRENSAÀs Instituições e ao Povo Brasileiro Acerca das manifestações populares que vêm ocorrendo em inúmeros locais do País, a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira reafirmam seu compromisso irrestrito e inabalável com o Povo Brasileiro, com a democracia e com a harmonia política e social do Brasil, ratificado pelos valores e pelas tradições das Forças Armadas, sempre presentes e moderadoras nos mais importantes momentos de nossa história. A Constituição Federal estabelece os deveres e os direitos a serem observados por todos os brasileiros e que devem ser assegurados pelas Instituições, especialmente no que tange à livre manifestação do pensamento; à liberdade de reunião, pacificamente; e à liberdade de locomoção no território nacional.Nesse aspecto, ao regulamentar disposições do texto constitucional, por meio da Lei nº 14.197, de 1º de setembro de 2021, o Parlamento Brasileiro foi bastante claro ao estabelecer que: “Não constitui crime […] a manifestação crítica aos poderes constitucionais nem a atividade jornalística ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais, por meio de passeatas, de reuniões, de greves, de aglomerações ou de qualquer outra forma de manifestação política com propósitos
Perspectiva do Pacto Federativo

O nosso pacto federativo não é uma expressão que surta efeito na cabeça do americano e nem tampouco na cabeça do europeu. O nosso pacto federativo é uma apropriação de feudos no nível local – os municípios, no nível regional – os estados e por mais que se queira falar que exista e não existe – prova é o resultado da eleição última – no nível federal. Não, não existe uma apropriação da ideia de federação no nível pátria – existe uma aceitação pela maioria simples – número de votos válidos dividido por dois e o primeiro valor inteiro após a metade. O nosso país é uma dimensão colonialista no nordeste, um sentimento de pertencimento de pátria nas demais regiões, com um divisor de águas em Minas Gerais, literalmente e geograficamente é assim. Sempre o foi. A apropriação da fé, quer seja pelo catolicismo, quer seja pelo anglicanismo, foi e continua sendo a essência do poder do estado numa sociedade política. As grandes colonizações são frutos do Pensamento Romano e Inglês – Papado e Atos de Supramacia de Henrique e Elizabeth. Os Estados só vão existir a partir da aceitação do Papa , lembre-se que o primeiro estado é Portugal e Algarve, que em 1808 torna-se Portugal, Brasil e Algarve. Todos somos vítimas da apropriação do espaço-tempo na memória política, vale a máxima do pensamento Hobbesiano, não se serve a dois senhores. A Revolução Francesa foi um ato inadvertido da Maçonaria que queria igualdade na distribuição de terras para a atividade fabril da revolução industrial, liberdade para comprar de qualquer fornecedor e não das colônias francesas e fraternidade entre os donos do capital. Financiaram os aloprados – deu errado, financiaram – o doido do 18 do mês brumário – deu errado, voltaram ao Reinofrancês – Frankreich. Culturalmente não temos maturidade para sermos os USA e particularmente não gostaria de ser a Europa, neste momento com o que temos e o que somos, está de bom tamanho ser o Brasil. Continuamos a acreditar em Deus, na família e na propriedade. Assista à Live, em seguida, e forme sua própria opinião!
Tempos de Incertezas, de Fé e Muita Certeza!

Os eleitores brasileiros têm imensurável desafio. No próximo dia 30/10, elegerão o Presidente do Brasil. Contudo, prevalecem tempos de incertezas, de Fé e muita certeza! Compreendê-las, com muita paz e harmonia no coração, é necessidade vital aos que desejam viver num País de plena felicidade à sua Brava Gente! Há percalços a ser superados, nos vigentes tempos de incertezas, de Fé e muita certeza! Surgem, assim, alguns questionamentos. Quais são as incertezas? Há Fé, para as pessoas brasileiras, aqui, ali, alhures? Qual é a realidade da certeza de Muita Certeza? Às indagações anteriores, uma resposta é certa: a certeza de que a Muita Certeza, será a vitoriosa. Aquela, nestes tempos vividos pelos brasileiros, se contrapõe à Fé e às incertezas difundidas diariamente. À qual delas se apegará o(a) leitor(a) residente nos municípios do “Oiapoque ao Chuí”, como se imaginava outrora! Assim, de Roraima (na divisa entre o Brasil e a Guiana) ao Rio Grande do Sul, prevaleça, nos corações dos brasileiros, o desejo de festejar a Democracia. Que nesse cenário continental brasileiro, cada eleitor(a) manifeste, de per si, com liberdade sua vontade política! Opte, no tempo certo, e concretize sua escolha inteligente e cristalina. O próximo domingo, dia 30/10, será um dia de alegria, com Muita Certeza, Fé e Superação das Incertezas. A Muita Certeza da Brava Gente Brasileira Na extensão continental do Brasil, no coração da brava gente brasileira, há o Deus, Criador e Rei. É Senhor de tudo! E de toda decisão! Já escolheu toda liderança política que governará a Pátria Brasileira, no período 2023-26. Firmado nesse entendimento, temos a convicção de que Sua decisão – à nossa Pátria, no próximo dia 30/10 – já foi tomada! Cada um de nós entenderá Sua vontade. Que é, aquilo que é bom, perfeito e agradável a Ele.1 Daí nos será negada qualquer atitude contrária à pacífica aceitação! Ele sabe o que é melhor para o nosso País. E nos alerta para não nos acharmos melhores do que realmente somos. E cada um julgue a si mesmo conforme a fé que Deus lhe deu.2 A Fé da Brava Gente Brasileira O que é a Fé? O autor (desconhecido) da Carta aos Hebreus ensina que A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver. O que esperas receber, nos próximos dias? Tem a certeza de que receberás? Não esqueças que existem coisas que não podemos ver. Então, exceto Deus, ninguém sabe, ainda quem será o próximo Presidente do Brasil. Que reação terás, caso não se consolide tua FÉ? Certamente aprendeu que resultados bem-sucedidos ocorrem após alguns fracassos. Fracassos são etapas de uma jornada. Vence-se, uma, aqui! Perde-se, outra, ali… e vida que segue! Superação das incertezas pela Brava Gente Brasileira A enxurrada de informações que alcança os eleitores brasileiros pode inundá-los. Muitas são verdadeiras, porém distorcidas. Às vezes omitidas, ou contadas como se fossem mentiras. Concorrem ao desentendimento dos leitores. Outras tantas, mentirosas ou falseadas de forma grotesca, são divulgadas às escâncaras. Ao reboque de muitas mídias, a maioria estrangeira, desinformam, muito mais do que comunicam. São proclamadas como se fossem a mais pura verdade. Nesse enfoque, há comprometimento dos meios criados para comunicar. Encurtam distâncias e agilizam a veiculação de dados e informações. No entanto, favorecem condutas incivilizadas, quiçá criminosas. Que as incertezas sejam superadas pela Fé! E, mediante a Fé dos brasileiros, as Bênçãos de Deus recaiam sobre todos nós. Que os homens e mulheres, escolhidos para governar o Brasil, busquem a Sabedoria Divina. Em consequência dessa, os gestos, atitudes e comportamentos humanizados sejam direcionados em favor do bem-estar dos brasileiros, do Monte Caburaí ao Chuí! Tenha um ótimo final de semana e um excelente dia das eleições, a exemplo do que ocorreu no dia 2/10/2022. 1 e 2 (Citações extraídas da Carta de Paulo aos Romanos 12:2 e 4 – Bíblia Nova Versão na Linguagem de Hoje). Com as informações da Super Interessante e Capitais e Estados Brasileiros.
Cenário Eleitoral Límpido e Brasileiro!

Haverá, no próximo domingo (2/10/22), um cenário eleitoral límpido e brasileiro! Haja chuva, ou faça sol, a maioria dos eleitores brasileiros mostrará sua vontade explícita! Escolherá o candidato que liderará o Governo Brasileiro, para o período 2023-2026. A última semana, iniciada no último domingo (25/9), começou barulhenta! Vários episódios marcaram o cotidiano dos brasileiros, a fim de mostrar-lhes um cenário eleitoral límpido. Um deles foi a postagem do Jornalista R.G. Guzzo, publicada no Estadão, com o seguinte título: “Lula, o cansaço e a ladroagem”. Naquele texto, Guzzo evidencia episódios da vida de seu personagem e enfatiza que ele: “(…) enche a paciência de todos com sua choradeira diária, hipócrita e arrogante sobre o que chama de “perseguição”. Roubou, nunca pediu desculpa por ter roubado, ganhou de presente do STF a anulação dos seus processos penais e ainda reclama.” Da postagem guzzaniana, nada mais será destacado. Coletou-se, analisou-se de publicam alguns comentários. Não mais! Isso porque, aos brasileiros, augura-se, no próximo domingo, um cenário eleitoral límpido. Além disso, vive-se, em meio à euforia do Bicentenário da Independência do Brasil. No entanto, será que os 451 comentários (até o momento desta postagem) mostram um cenário eleitoral límpido? A resposta ao questionamento será escolhida por você eleitor(a), ao final de sua leitura. Então, vale a pena relatar a breve pesquisa realizada nos comentaristas da postagem “Lula, o cansaço e a ladroagem”. Em consequência disso, verificou-se, na coleta de dados, a autoria dos comentários. Foi constituída por 9 mulheres e 105 homens. Uma mulher publicou seis comentários. Outras duas, publicaram, respectivamente, três e dois comentários. Dentre as demais comentaristas, cada uma publicou uma única vez. A fartura dos comentários é atribuída aos homens. 49,88% deles são da autoria de cinco homens. Os outros, 50,12%, foram publicados por 105 homens na seguinte ordem: um publicou nove vezes; dois deles, oito vezes cada um; outro, sete vezes; outros dois, seis vezes cada um; mais três, cinco vezes cada um; outros dez, três vezes um; outros dezessete, duas vezes, cada um e, por fim, 64 comentaristas escreveram, uma vez cada. Na análise dos comentários, concluiu-se que dez palavras específicas foram usadas mais vezes. A quantidade que apareceram, totalizou 273 vezes. Ei-las, com as respectivas quantidades: Lava Jato (9); CoLulistas (10); Farsa-Jato (12); Justiça (13); Voto (14); Ladrão (24); STF (28); Bolsonaro (29); Guzzo (44) e Lula (90). A despeito de contrariar a Metodologia da Pesquisa, nesta postagem, serão omitidos os aspectos conclusivos. Trata-se de estratégia oportuna e não-influenciadora. Desse modo, não contraria nenhum(a) eleitor(a), ou quem quer que seja, deixando-o(a) livre em sua escolha. Até porque, estimado(a) leitor(a), neste final de semana, haverá o Cenário Eleitoral Límpido e Brasileiro. Assim, deixo a Você a nobre tarefa de escolher. Mais que isso, caso seja do seu interesse, os comentários citados foram transcritos e encontram-se aqui. Leia-os e reafirme seu cenário eleitoral límpido. Fonte: ESTADÃO.
A dança dos números!
SILÊNCIO CONSTRUTIVO

Marcílio Fernandes Catarino (*) Vivemos tempos estranhos, desafiadores e, para muitos, sombrios. De repente, começamos a perceber que os ensinamentos que nos foram transmitidos como verdades, passaram a ser considerados errados e as palavras começaram a perder a força e o seu significado real. Há algum tempo, infeliz daquele que carregasse a pecha de vagabundo, de maconheiro ou de ladrão, por exemplo. Além do isolamento social a que era naturalmente submetido, via sua vida e seu futuro profissional inteiramente comprometidos. Mas, isso são coisas de um passado que, na verdade, já vai distante. Nos dias atuais presenciamos, constrangidos e perplexos, pessoas que carregam sobre os ombros acusações muito mais graves, que vão desde corrupção a pedofilia, de vultosos desvios de recursos públicos a assassinato, ocupando altos postos no primeiro escalão de governos, ou como ministros de Cortes Judiciais. O apodrecimento ético e moral desse modelo de sociedade que construímos, em que impera a maldade e a mentira, a manipulação e a ânsia de poder e dominação, nos cai sobre os ombros como um fardo extremamente pesado, que já não é mais possível e justo carregar. Silenciado e oprimido por uma Corte Suprema despótica, em que impera o ativismo político-ideológico, a corrupção e a afronta total às liberdades e garantias constitucionais, o cidadão de bem se vê oprimido, violentado e completamente desamparado, enquanto se blinda e protege os chefões do crime organizado, numa dolorosa e incompreensível inversão de valores. Em meio a esse ambiente adoecido e tóxico, a democracia -se é que se pode chamar assim esse regime em que vivemos- se esvai e a Justiça claudica desacreditada e desmoralizada. A ninguém é permitido o direito inalienável de criticar ou manifestar suas opiniões, consolidado, em cláusula pétrea, na Carta Magna da Nação. Como disse grande jornalista brasileiro, anos atrás, “no faroeste brasileiro, falar a verdade tornou-se perigoso.” E as prisões vão se aumentando de “criminosos de opinião”, de “suspeitos de divulgarem fakes News”, ou de cometerem “atos antidemocráticos”, delitos não tipificados em qualquer lei do país e que ninguém sabe definir ou conceituar exatamente o que tais “crimes” significam. E o autor dos mandados de prisão é exatamente um ministro do STF, atropelando as prerrogativas do Ministério Público Federal e que, em junho de 2018, deixou registrado em parecer de sua autoria: “Quem não quer ser criticado, quem não quer ser satirizado, fique em casa. Não seja candidato, não se ofereça para exercer cargos políticos. Essa é uma regra que existe desde que o mundo é mundo. Querer evitar isso por meio de uma ilegítima intervenção estatal na liberdade de expressão é absolutamente inconstitucional.” Em decisões teratológicas, inteira e claramente inconstitucionais, o supremo ministro vem se revelando, a um só tempo, como vítima, presidente do inquérito, investigador e julgador, diante do “ensurdecedor” silêncio de grande parte dos órgãos da imprensa brasileira e da postura omissa do Senado Federal, a quem cabe, privativamente, processar e julgar os Ministros da Suprema Corte, nos crimes de responsabilidade, nos termos do Artigo 52 – Inciso II, da Constituição Federal. Ao longo do tempo, tenho me aventurado (para não dizer ousado) a compartilhar minhas reflexões, através de modestas crônicas sobre esses temas e outros do cotidiano, que nos incomodam ou, de alguma forma, nos afetam. E, à medida em que correm os dias, vamos percebendo entristecidos que os ingentes esforços para se consolidar uma verdadeira democracia no Brasil, estão escorrendo ralo abaixo. Tomada de indignação, a sociedade vem se mobilizando em manifestações públicas cada vez mais intensas, que se eclodem por todo o país, clamando por justiça e liberdade. Fenômeno, aliás, que se verifica e se repete em vários países, diante dos ímpetos tirânicos de governantes que insistem em submeter toda a população à tutela absoluta do Estado. Uma espécie de “elite secreta”, com uma agenda globalista voltada para o domínio do mundo, através de um governo hegemônico (NOM), visando, dentre outros aspectos, manter a humanidade como uma manada dócil e obediente. Em paralelo, assistimos a intensificação das manifestações e fenômenos climáticos e geofísicos, cada vez mais poderosas e incontroláveis, como se o próprio planeta Terra estivesse, não apenas mostrando o seu protesto, mas alertando à humanidade para os enormes riscos a que está exposta, diante dos abusos e excessos de toda a ordem que, a centenas de anos, vem cometendo. Certamente, todos os que já se libertaram dos sistemas de crenças limitantes e manipuladores, de modo particular os de cunho religioso, aos quais a humanidade vem sendo submetida ao longo do tempo, estão percebendo tais fenômenos. Percebemos, finalmente, que vivemos um tempo de Revelações, em que os “fantasmas” estão saindo das sombras para mostrar, surpreendentemente, suas horripilantes faces e revelando novos cenários que ainda se nos apresentam incertos e obscuros. O momento nos convida à uma profunda reflexão introspectiva, em busca de uma visão mais clara da nova realidade que nos cerca. Assim considerando, julgo prudente “silenciar minha pena”, por algum tempo, me mergulhando no Silêncio Construtivo. Que eu possa retornar com mais experiência e sabedoria. Set/2021. (*) Coronel Veterano PMMG – Aspirante 1970.
INTERNET, REDES SOCIAIS E OS LIVRES PENSADORES

Marcílio Fernandes Catarino (*) Nunca, como nos tempos hodiernos, tem sido importante a efetiva participação, em todos os setores da vida social, de pessoas dotadas de senso crítico (que não se confunde com criticismo mórbido), capazes de pensar com a própria cabeça. Sobretudo, a partir do advento do que hoje vem sendo denominado como Sociedade da Informação, integrada pela Internet e as poderosas redes sociais que, simplesmente, pulverizaram o monopólio da informação, há décadas controlado e manipulado pela grande mídia. O papel preponderante das citadas redes na eleição do presidente norte-americano, Donald Trump, foi superado pela emblemática eleição do presidente brasileiro, Jair Messias Bolsonaro, nas eleições majoritárias de outubro de 2018. Mesmo dispondo de ínfimos oito segundos de tempo na televisão e limitados recursos financeiros, o candidato Bolsonaro superou seu adversário, que dispunha do apoio maciço da grande mídia brasileira e expressivo suporte financeiro, divulgando suas propostas e programas de governo com o uso inteligente das redes sociais. Foi eleito com quase 70% dos votos válidos, na mais barata campanha presidencial do Brasil. Todos os esforços desenvolvidos pela grande mídia nacional, inclusive com a disseminação inescrupulosa de Fake News (notícias falsas), no intuito de desmoralizar e desacreditar o candidato vencedor, não foram capazes de neutralizar a eficácia do trabalho desenvolvido nas redes sociais. Com a Internet e as mencionadas redes estabeleceram-se novos padrões culturais e de sociabilidade, de produção e divulgação de informações, em que as notícias circulam entre os usuários, em tempo real e sem intermediários, onde quer que cada um esteja. Podemos destacar, nesse alvissareiro episódio, quatro aspectos fundamentais que, na nossa ótica, sinalizam o início de um novo tempo na divulgação das informações em particular, e nas campanhas políticas em geral, no território brasileiro: Inquestionável enfraquecimento das grandes mídias e do seu poder de manipulação das informações e da “opinião pública”. A situação falimentar do jornalismo autêntico, comprometido e deturpado, tendenciosamente, pelos órgãos da grande imprensa, a troco de benesses de grupos políticos que detêm o domínio do poder temporal. Sensível redução dos custos financeiros das campanhas políticas, sempre bancados pelo erário. Aumento do despertar dos “livres pensadores”. Inquestionavelmente, este último se destaca, segundo a nossa modesta compreensão, como o principal fator a indicar uma profunda transformação da sociedade brasileira que, no exercício e manifestação do pensamento independente deixa, cada vez mais, de ser simplesmente “massa de manobra”. Imperativo alertar, no entanto, que a liberdade criada pela Internet e as redes sociais abriu espaço enorme a um novo tipo de manipulação, muitas vezes sutil e de difícil identificação: a sofisticada elaboração e disseminação das tão alardeadas Fake News, capazes de construir, modificar ou destruir; de confundir, desorientar ou induzir os mais incautos. De qualquer forma, o livre pensar é libertador, conforme nos asseverou, há mais de dois milênios, o inolvidável Rabi Galileu: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32), o que revelou a sua preocupação em lutar, na sua jornada messiânica, contra esse grande mal que ainda assola a nossa sociedade: a ignorância. Avante Brasil! (*) Coronel Reformado PMMG/Asp1970
SUPREMA TIRANIA

“A pior ditadura é a ditadura do Poder Judiciário. Contra ela, não há a quem recorrer”. (Rui Barbosa) Em data de 10 de junho de 2019, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, com o apoio da Fundação Alexandre Gusmão (FUNAG), promoveu a realização do Seminário denominado “Globalismo”, do qual participaram diversas autoridades dos mundos político e jurídico, além de escritores nacionais e estrangeiros, analistas políticos, entre outras personalidades. O evento registrou a brilhante participação da Juíza Ludimila Lins Grilo, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), ao discorrer sobre “O Ativismo Judicial a Serviço do Globalismo”, em que não poupou severas e fundamentadas críticas à atuação da Suprema Corte Brasileira (STF) por se afastar da sua missão constitucional, deliberando sobre matérias da competência dos demais poderes da República, o Legislativo e o Executivo. Hoje, mais do que nunca, os cidadãos brasileiros percebem com insofismável clareza uma absurda concentração de poder no STF, que o tem levado a imiscuir-se nos atos da exclusiva competência do Executivo e do Legislativo, assumindo, a um só tempo, a posição de legislador, administrador e julgador. Nenhum exemplo poderia ser mais eloquente e esclarecedor do que a recente e esdrúxula decisão do Supremo em determinar a abertura de inquérito – competência que não lhe cabe – para uma apuração genérica, sem um fato específico ou objeto definido (inquérito das fakes news). Uma aberração jurídica e uma afronta à liberdade de expressão impostas à Nação Brasileira, que se revelam como flagrante e inaceitável agressão ao regime democrático de direito, simplesmente por não ter a Corte Suprema concordado com as críticas negativas que vem recebendo, sobretudo através de mensagens que circulam nas redes sociais, pelos ministros consideradas “notícias falsas”. Esse verdadeiro ativismo judicial ideológico, abertamente exercitado pelo escalão maior do judiciário brasileiro, demonstra enfaticamente o seu afastamento do Constitucionalismo Positivista para navegar, de forma nebulosa, no que juristas da ala progressista denominam de Neoconstitucionalismo. No primeiro, defendido pelos juristas conservadores (juízes auto-restritivos), a atuação dos magistrados deve se limitar à análise dos casos dentro dos estritos limites das normas legais e constitucionais; no segundo defende-se que cada juiz tenha ampla liberdade para dar a sua interpretação pessoal sobre os ditames das leis e da constituição, extrapolando seus sentidos e conteúdos, muitas vezes com a inserção de conceitos abstratos, alterando a essência dos textos legais. O livro do constitucionalista alemão Peter Haberle, intitulado “Sociedade Aberta dos Intérpretes da Constituição” que, segundo consta, teve a sua tradução para o português feita pelo Ministro Gilmar Mendes, defende essa segunda linha de pensamento. Para o autor não só os juízes, mas todos os cidadãos deveriam ser intérpretes da Constituição, ou seja, cada um teria o direito de apresentar e ver respeitada a sua própria interpretação dos textos legais/constitucionais. Conclusão: tudo passa a ser assunto da competência da Suprema Corte. É nesse sentido que o STF vem atuando no Brasil nos últimos anos, promovendo uma verdadeira “mutação constitucional informal”. Indubitavelmente, essa concentração de poder no STF, através da qual vem impondo arbitrariamente suas decisões às instituições e ao povo brasileiro, é uma grave ameaça à harmonia e independência dos poderes, cláusula pétrea contida no artigo 2º da nossa Carta Magna, que poderá conduzir o País a um perturbador quadro de insegurança jurídica e uma crise institucional sem precedentes, com o consequente estremecimento da democracia e da liberdade que o Brasil ainda sonha em alcançar. Crise que se tornou ainda mais iminente com a recente interferência da Egrégia Corte na autonomia do Poder Executivo, através de decisão monocrática de um ministro, anulando ato do Presidente da República que determinou a expulsão do Corpo Diplomático da Venezuela, cujo governo não é reconhecido pelo Brasil e que vem submetendo seu povo à cruel ditadura do “Presidente” Maduro. Este, ressalte-se, teve sua prisão requerida pelo governo norte-americano, por associação ao tráfico internacional de drogas, cuja cabeça vale um prêmio de $ 15.000,000,00. Uma breve análise das decisões mais recentes do STF não nos deixa dúvidas quanto ao seu ativismo ideológico, em que se busca a imposição da “agenda do Globalismo” que, na verdade, tem sido um sofisma usado pela esquerda internacional como uma cortina de fumaça para encobrir os ideais expansionistas do socialismo/comunismo e seus interesses de dominação mundial. Observe-se, por exemplo, a postura ideológica do Ministro Barroso expressa em seu voto pela descriminalização do aborto, até o terceiro mês de gravidez (ainda em julgamento); a inclusão da homofobia como crime hediondo (termo que não existe na lei e que somente poderia ser feito no legislativo); as facilidades estendidas aos transexuais para a mudança de nome, que não é dada às demais pessoas; e pasmem: em decisão monocrática outro membro da Corte, atendendo requerimento de adversário político, impede o Presidente da República de, no exercício de suas prerrogativas constitucionais, nomear um funcionário para órgão da Administração Pública. No recurso impetrado foi alegado ter o Chefe do Executivo contrariado o princípio da impessoalidade, por ser o indicado seu “amigo” (ao que parece, o requerente considera a amizade um crime, ou uma coisa ilegal). Ao dar provimento ao recurso, esqueceu-se Sua Excelência que ele próprio foi nomeado para a Alta Corte, mesmo sem ter exercido o cargo de juiz, exatamente por ser amigo do Presidente da República anterior, assim como o foram os demais ministros que integram o colegiado, cada qual por seu “presidente padrinho”. Acrescente-se, por oportuno, que apenas dois dos onze ministros do STF foram juízes no passado e que, segundo entendem alguns juristas de renome nacional, na maioria deles não se reconhece o “notório saber jurídico”, exigência que a norma legal impõe aos candidatos a ocupar tão nobilitante cargo. A insatisfação popular diante a atuação do STF é clara e se intensifica a cada dia, numa pujante demonstração de que ele não está correspondendo aos elevados e sagrados propósitos para o qual foi criado. Resta saber se os Ministros da Suprema Corte, no exercício do ativismo ideológico, não estão cometendo crimes de responsabilidade. Caso contrário, esperamos ardentemente que o Senado Federal cumpra
