Perspectiva do Pacto Federativo

O nosso pacto federativo não é uma expressão que surta efeito na cabeça do americano e nem tampouco na cabeça do europeu. O nosso pacto federativo é uma apropriação de feudos no nível local – os municípios, no nível regional – os estados e por mais que se queira falar que exista e não existe – prova é o resultado da eleição última – no nível federal. Não, não existe uma apropriação da ideia de federação no nível pátria – existe uma aceitação pela maioria simples – número de votos válidos dividido por dois e o primeiro valor inteiro após a metade. O nosso país é uma dimensão colonialista no nordeste, um sentimento de pertencimento de pátria nas demais regiões, com um divisor de águas em Minas Gerais, literalmente e geograficamente é assim. Sempre o foi. A apropriação da fé, quer seja pelo catolicismo, quer seja pelo anglicanismo, foi e continua sendo a essência do poder do estado numa sociedade política. As grandes colonizações são frutos do Pensamento Romano e Inglês – Papado e Atos de Supramacia de Henrique e Elizabeth. Os Estados só vão existir a partir da aceitação do Papa , lembre-se que o primeiro estado é Portugal e Algarve, que em 1808 torna-se Portugal, Brasil e Algarve. Todos somos vítimas da apropriação do espaço-tempo na memória política, vale a máxima do pensamento Hobbesiano, não se serve a dois senhores. A Revolução Francesa foi um ato inadvertido da Maçonaria que queria igualdade na distribuição de terras para a atividade fabril da revolução industrial, liberdade para comprar de qualquer fornecedor e não das colônias francesas e fraternidade entre os donos do capital. Financiaram os aloprados – deu errado, financiaram – o doido do 18 do mês brumário – deu errado, voltaram ao Reinofrancês – Frankreich. Culturalmente não temos maturidade para sermos os USA e particularmente não gostaria de ser a Europa, neste momento com o que temos e o que somos, está de bom tamanho ser o Brasil. Continuamos a acreditar em Deus, na família e na propriedade. Assista à Live, em seguida, e forme sua própria opinião!
Tempos de Incertezas, de Fé e Muita Certeza!

Os eleitores brasileiros têm imensurável desafio. No próximo dia 30/10, elegerão o Presidente do Brasil. Contudo, prevalecem tempos de incertezas, de Fé e muita certeza! Compreendê-las, com muita paz e harmonia no coração, é necessidade vital aos que desejam viver num País de plena felicidade à sua Brava Gente! Há percalços a ser superados, nos vigentes tempos de incertezas, de Fé e muita certeza! Surgem, assim, alguns questionamentos. Quais são as incertezas? Há Fé, para as pessoas brasileiras, aqui, ali, alhures? Qual é a realidade da certeza de Muita Certeza? Às indagações anteriores, uma resposta é certa: a certeza de que a Muita Certeza, será a vitoriosa. Aquela, nestes tempos vividos pelos brasileiros, se contrapõe à Fé e às incertezas difundidas diariamente. À qual delas se apegará o(a) leitor(a) residente nos municípios do “Oiapoque ao Chuí”, como se imaginava outrora! Assim, de Roraima (na divisa entre o Brasil e a Guiana) ao Rio Grande do Sul, prevaleça, nos corações dos brasileiros, o desejo de festejar a Democracia. Que nesse cenário continental brasileiro, cada eleitor(a) manifeste, de per si, com liberdade sua vontade política! Opte, no tempo certo, e concretize sua escolha inteligente e cristalina. O próximo domingo, dia 30/10, será um dia de alegria, com Muita Certeza, Fé e Superação das Incertezas. A Muita Certeza da Brava Gente Brasileira Na extensão continental do Brasil, no coração da brava gente brasileira, há o Deus, Criador e Rei. É Senhor de tudo! E de toda decisão! Já escolheu toda liderança política que governará a Pátria Brasileira, no período 2023-26. Firmado nesse entendimento, temos a convicção de que Sua decisão – à nossa Pátria, no próximo dia 30/10 – já foi tomada! Cada um de nós entenderá Sua vontade. Que é, aquilo que é bom, perfeito e agradável a Ele.1 Daí nos será negada qualquer atitude contrária à pacífica aceitação! Ele sabe o que é melhor para o nosso País. E nos alerta para não nos acharmos melhores do que realmente somos. E cada um julgue a si mesmo conforme a fé que Deus lhe deu.2 A Fé da Brava Gente Brasileira O que é a Fé? O autor (desconhecido) da Carta aos Hebreus ensina que A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver. O que esperas receber, nos próximos dias? Tem a certeza de que receberás? Não esqueças que existem coisas que não podemos ver. Então, exceto Deus, ninguém sabe, ainda quem será o próximo Presidente do Brasil. Que reação terás, caso não se consolide tua FÉ? Certamente aprendeu que resultados bem-sucedidos ocorrem após alguns fracassos. Fracassos são etapas de uma jornada. Vence-se, uma, aqui! Perde-se, outra, ali… e vida que segue! Superação das incertezas pela Brava Gente Brasileira A enxurrada de informações que alcança os eleitores brasileiros pode inundá-los. Muitas são verdadeiras, porém distorcidas. Às vezes omitidas, ou contadas como se fossem mentiras. Concorrem ao desentendimento dos leitores. Outras tantas, mentirosas ou falseadas de forma grotesca, são divulgadas às escâncaras. Ao reboque de muitas mídias, a maioria estrangeira, desinformam, muito mais do que comunicam. São proclamadas como se fossem a mais pura verdade. Nesse enfoque, há comprometimento dos meios criados para comunicar. Encurtam distâncias e agilizam a veiculação de dados e informações. No entanto, favorecem condutas incivilizadas, quiçá criminosas. Que as incertezas sejam superadas pela Fé! E, mediante a Fé dos brasileiros, as Bênçãos de Deus recaiam sobre todos nós. Que os homens e mulheres, escolhidos para governar o Brasil, busquem a Sabedoria Divina. Em consequência dessa, os gestos, atitudes e comportamentos humanizados sejam direcionados em favor do bem-estar dos brasileiros, do Monte Caburaí ao Chuí! Tenha um ótimo final de semana e um excelente dia das eleições, a exemplo do que ocorreu no dia 2/10/2022. 1 e 2 (Citações extraídas da Carta de Paulo aos Romanos 12:2 e 4 – Bíblia Nova Versão na Linguagem de Hoje). Com as informações da Super Interessante e Capitais e Estados Brasileiros.
100º do Portão das Armas

No ano do Bicentenário da Independência do Brasil (1822-2022), registrou-se outro feito significativo, na Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro. Ouviu-se, o “ecoar os sons dos tambores e dos taróis em magistral solenidade comemoraram-se os Duzentos Anos da Independência do Brasil e os Cem Anos do Portão das Armas da Academia de Polícia Militar.” A importância desse evento tem significativa importância para os Colegas de Farda do Alferes Joaquim Xavier – o Tiradentes. Testemunham as conquistas da Liberdade e da Paz Social, firmadas no solo da Pátria Amada Brasil. No entanto, dentre os valiosos profissionais mineiros de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, o mais feliz é o Major Veterano Carlos Alberto da Silva Santos Braga. Afeito à pesquisa dos negócios da Corporação Policial mais antiga do mundo, Carlos Braga, buscou informações encontradas, no Brasil e Portugal, quando residia, até pouco tempo, em Braga-PT. O consistente Relatório de Pesquisa, denominado O Portão das Armas da Academia da Polícia Militar Mineira é um Pórtico Colonial, mostra aos interessados na esplendorosa História Mineira e Portuguesa. O Relatório da Pesquisa (veja no link abaixo) foi publicada neste Ponto PM! Aliás, Carlos Braga, ao lado dos Camaradas Coronéis Veteranos — João Bosco de Castro e Marcílio Fernandes Catarino —, compõem o Rol dos nossos Ilustres Articulistas. Assim, em consequência das decisões estratégico-táticas da Liderança do Sistema de Ensino da Polícia Militar de Minas Gerais, Carlos Braga endereçou a seguinte correspondência: “Braga – Portugal, 12 de setembro de 2022 Exmo Senhor Coronel PM Rodrigo Sousa RodriguesDigníssimo Comandante-Geral da Polícia Militar de Minas Gerais Excelentíssimo Senhor Comandante-Geral, bom-dia! Distante fisicamente, mas presente no respeito e na ordem em que nos inserimos, valho-me das presentes palavras para expressar algo comum a todos os amantes da realidade estoica – a gratidão – expressão de amor à verdade necessária, a única que existe e que só subsiste pelo compromisso com a correção, com a justiça, com a solidariedade e com o respeito por todos quantos fazem parte das nossas memórias. A fim de demonstrar a gratidão que se fez ecoar nas Minas Gerais, na noite do dia 9 de setembro do corrente ano, quando no Pátio da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro, sob os auspícios do seu Comandante, o Senhor Coronel PM Eugênio Pascoal da Cunha Valadares, fizeram-se ecoar os sons dos tambores e dos taróis em magistral solenidade comemoraram-se os Duzentos Anos da Independência do Brasil e os Cem Anos do Portão das Armas da Academia de Polícia Militar. Valho-me de uma expressão germânica de agradecimento, própria da região da Baviera: “Ich bin deine Servus” e sendo Vosso Servo, ponho-me ao caminho. O caminho que se faz pelo significado de irreparável ato de amor à Pátria, às tradições, às pessoas e aos significados das edificações nos ritos de passagens que se manifestam na transposição dos umbrais do Portão das Armas da Academia de Polícia Militar, onde o cidadão deixa de existir e passa a ser o Homem-Estado e justamente por passar a ser o Homem-Estado a sua vida não vos pertence, passando a pertencer ao conjunto do simbolismo próprio da Ordem Militar e o compromisso com a Paz Social em Minas Gerais. Sou sim o autor de uma obra – História (in)Completa da Academia de Polícia Militar de Minas Gerais – Símbolos, Ideais e Conhecimento – que procura resgatar toda a importância do conjunto material e imaterial que se encontra inserido no contexto da Academia da Polícia Militar de Minas Gerais, todo o capital intelectual e valor agregado que constituem a força e o domínio da inteligência institucional, tal obra se encontra disponível no espaço virtual da PMMG e é facultado a todos que a queiram transformar em meio material, afinal ela não me pertence, na verdade eu é que me pertenço a ela. Mas na verdade não é sobre ela – a minha obra – que se estruturam essas ideias, tento ajuntar as palavras para fazer fluir de mim algo que é parte de um conjunto de ações que têm um só objetivo: dignificar aqueles que, como eu, encontram no Portão das Armas da Academia de Polícia Militar a essência do que nos tornamos e ao nos tornarmos o que somos, ecoam as palavras de Saint-Exupéry, em sua icônica obra, “Nos tornamos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos”. Aqui o que cativamos é o significado do Portão das Armas. Fui eu, com certeza, apenas aquele que teve a grata oportunidade de conviver com pessoas que conheciam a história oral da edificação, seu período histórico e as autoridades relacionadas a ele, coube a mim, organizar as palavras, colecionar imagens, conhecer ideias e pensamentos e por fim materializar. Não sendo eu, com certeza, em outro período o Idealizador indicaria outra Criatura para observar a Natureza e com pureza de Alma, transformar em sonhos o que se materializou na noite do memorável dia 9 de setembro de 2022. Já não cabe a mim, mas cabe sim naquele que, como eu, sonhou e deu o passo seguinte e dele temos a certeza de que com o Coração agiu e essa certeza deriva de quem ele é, de onde vêm seus princípios e para onde seguem seus sonhos. O conheci quando ainda Aspirante-a-Oficial, no ano de 1987, cheguei na icônica Vila Vitoriana, construída pela Coroa Inglesa como entreposto do ouro que se produzia nas Minas de Paracatu do Príncipe e que mais tarde encampada pela Rede Mineira de Viação foi cedida à Força Pública de Minas Gerais para a instalação do 7o BPM, tornando-se uma Vila Militar, construção histórica ímpar e pouco conhecida. Ele ainda criança, eu no Aspirantado passei a conviver com o seu saudoso pai, Cel PM Veterano José Geraldo da Cunha Pinto, pois servindo na Companhia Escola o seu pai era o P3 da Unidade, o responsável pelo Ensino e Instrução, na mesma Unidade sucedi ao seu tio, o Ten-Cel PM Veterano Raimundo da Cunha Pinto, na Seção de Manutenção e Transportes. Na 10a RPM trabalhei com outro tio dele, o Cel PM Veterano
Cenário Eleitoral Límpido e Brasileiro!

Haverá, no próximo domingo (2/10/22), um cenário eleitoral límpido e brasileiro! Haja chuva, ou faça sol, a maioria dos eleitores brasileiros mostrará sua vontade explícita! Escolherá o candidato que liderará o Governo Brasileiro, para o período 2023-2026. A última semana, iniciada no último domingo (25/9), começou barulhenta! Vários episódios marcaram o cotidiano dos brasileiros, a fim de mostrar-lhes um cenário eleitoral límpido. Um deles foi a postagem do Jornalista R.G. Guzzo, publicada no Estadão, com o seguinte título: “Lula, o cansaço e a ladroagem”. Naquele texto, Guzzo evidencia episódios da vida de seu personagem e enfatiza que ele: “(…) enche a paciência de todos com sua choradeira diária, hipócrita e arrogante sobre o que chama de “perseguição”. Roubou, nunca pediu desculpa por ter roubado, ganhou de presente do STF a anulação dos seus processos penais e ainda reclama.” Da postagem guzzaniana, nada mais será destacado. Coletou-se, analisou-se de publicam alguns comentários. Não mais! Isso porque, aos brasileiros, augura-se, no próximo domingo, um cenário eleitoral límpido. Além disso, vive-se, em meio à euforia do Bicentenário da Independência do Brasil. No entanto, será que os 451 comentários (até o momento desta postagem) mostram um cenário eleitoral límpido? A resposta ao questionamento será escolhida por você eleitor(a), ao final de sua leitura. Então, vale a pena relatar a breve pesquisa realizada nos comentaristas da postagem “Lula, o cansaço e a ladroagem”. Em consequência disso, verificou-se, na coleta de dados, a autoria dos comentários. Foi constituída por 9 mulheres e 105 homens. Uma mulher publicou seis comentários. Outras duas, publicaram, respectivamente, três e dois comentários. Dentre as demais comentaristas, cada uma publicou uma única vez. A fartura dos comentários é atribuída aos homens. 49,88% deles são da autoria de cinco homens. Os outros, 50,12%, foram publicados por 105 homens na seguinte ordem: um publicou nove vezes; dois deles, oito vezes cada um; outro, sete vezes; outros dois, seis vezes cada um; mais três, cinco vezes cada um; outros dez, três vezes um; outros dezessete, duas vezes, cada um e, por fim, 64 comentaristas escreveram, uma vez cada. Na análise dos comentários, concluiu-se que dez palavras específicas foram usadas mais vezes. A quantidade que apareceram, totalizou 273 vezes. Ei-las, com as respectivas quantidades: Lava Jato (9); CoLulistas (10); Farsa-Jato (12); Justiça (13); Voto (14); Ladrão (24); STF (28); Bolsonaro (29); Guzzo (44) e Lula (90). A despeito de contrariar a Metodologia da Pesquisa, nesta postagem, serão omitidos os aspectos conclusivos. Trata-se de estratégia oportuna e não-influenciadora. Desse modo, não contraria nenhum(a) eleitor(a), ou quem quer que seja, deixando-o(a) livre em sua escolha. Até porque, estimado(a) leitor(a), neste final de semana, haverá o Cenário Eleitoral Límpido e Brasileiro. Assim, deixo a Você a nobre tarefa de escolher. Mais que isso, caso seja do seu interesse, os comentários citados foram transcritos e encontram-se aqui. Leia-os e reafirme seu cenário eleitoral límpido. Fonte: ESTADÃO.
“COM A SINCERIDADE RUDE DO JAGUNÇO”

(Resposta a Honoráveis Curiosos). João Bosco de Castro. Algumas Pessoas ─ verdadeiros Honoráveis Curiosos, dentre os quais bons companheiros de Farda, inclusive Meia-Novianos ─ perguntaram-me, oralmente, por que eu, cheio de títulos e conquistas, com muitos livros publicados, saí apenas tenente-coronel da PMMG. Agora, em 24 de agosto de 2022, meu prezado companheiro Meia-Noviano Major Geraldo Teixeira [Quinto] faz-me, por whatssap, indagação acerca do mesmo assunto. Eis minha resposta: Não saí apenas tenente-coronel da PMMG. Saí Tenente-Coronel ─ posto honroso e respeitável!… ─, com trinta e um anos quatro meses e nove dias de efetivo serviço (férias-prêmio e anuais não gozadas e averbadas para a transferência para a reserva e promoção trintenária), em 4 de setembro de 1994, com vinte e oito anos seis meses e quatro dias de efetivo serviço policial-militar, em contagem dia a dia. Obtive, sem nenhum registro de punição disciplinar, as Medalhas do Mérito Militar nos graus Bronze, Prata e Ouro, sem nenhum atraso, portanto com a ficha limpíssima, ornada com muitas recompensas e elogios individuais. Se eu cumprisse o tempo de efetivo serviço de trinta anos contados dia a dia, teria saído Coronel, mediante promoção trintenária. Antes de eu vir para o Curso de Formação de Oficiais ─ CFO, em 1966, meu Venerando Pai, João Rodrigues de Castro ─ Oficial da Corporação ─, alertou-me sobre minhas severas dificuldades para sucesso na carreira policial-militar, em razão de meus problemas asmático-respiratórios ─ agravados pelo desastroso tabagismo ─, impeditivos de boas notas em Educação Física, e minha assustadora franqueza oral e escrita, como se eu fosse topetudo, malcriado, agressivo e indisciplinado. Menino asmático, não aprendi a gostar da prática de exercícios físicos e esportivos, mas me habilitei, com muito gosto e bons métodos, desde pequeno, às melhores e constantes leituras e tarefas intelectuais, ainda na Vila Militar de Bom Despacho-MG, principalmente na Biblioteca do Sétimo Batalhão, a melhor da Cidade, àquela época. Sobre minha franqueza oral e escrita, o Comandante do 17º BPM/Uberlândia, em 1985, ao elogiar-me, publicou: “(…) O Capitão [João Bosco de] Castro, com a sinceridade rude do jagunço, foi meu seguro e confiável assessor, em manifestações faladas e escritas. O que ele pensa, sua boca fala, e sua caneta escreve, sem dificuldade nem rancor, sem constrangimento nem desconsideração, em benefício do serviço policial-militar, da Unidade e da Corporação.(…)”. Passei os quatro anos do CFO, heroica e bravamente, com notas muito altas nas matérias tecnoprofissionais, intelectuais e escritas, e notas vergonhosas ─ de 5,5 a 6,0 ─ na tenebrosa Educação Física: ponto crítico e decisivo na classificação do Cadete e, consequentemente, na do Oficial. Os mesmos perversos desempenhos em provas do TAF ( Teste de Avaliação Física) de concursos e estágios internos, para progressão no Oficialato, travaram minhas promoções e meu acesso a cursos de aperfeiçoamento ou especialização. Consegui realizar todos eles, sempre na quarta e dura tentativa, quando eu conseguia a nota mínima na bendita e poderosa Educação Física, embora eu tenha alcançado notas com distinção avantajada nas provas tecnoprofissionais, intelectuais e escrita. Minha “sinceridade rude do jagunço”, marca vultosa de meu mobiliário eticodeontológico e humano, com espírito de justiça e respeito, não deixou, contudo, de representar manchas na balança de certos Corifeus de Farda carcomidos por nefasta arrogância e purulenta inveja de meus suados e vários títulos e conquistas. Isso adubou os canteiros do adiamento lamentável de minhas promoções, quase todas conferidas pela honrosa mas injusta antiguidade, mas não corroeu o padrão de minha Consciência Ética e Compromisso de Utilidade Social, não só de Oficial, mas também de Professor, Pesquisador, Escritor, Cidadão, Pai, Chefe de Família e outras muitas situações pessoais. Por que, então, não esperei mais um ano cinco meses e vinte e seis dias de serviço efetivo, na contagem dia a dia, para auferir a promoção trintenária a Coronel?!… ─ Porque eu estava bem-aprovado em concurso público de provas e títulos para o notável e cobiçado cargo de Redator-Revisor da Assembléia Legislativa de Minas Gerais e com o saco cheio das investidas nojentas e invejosas de Corifeus Acanalhados e transvestidos das Decências da Farda Bege, prontos para castigar-me nas Comissões de Promoção de Oficiais, principalmente depois de 1992, quando, amparado por Mandado de Segurança, realizei, com sucesso total, o Curso de Especializaçao (Pós-Graduação Lato-Sensu) em Comunicação Social, no respeitável Centro de Estudos de Pessoal do Exército ─ uma das melhores e mais idôneas Escolas pelas quais passei. Eu era o primeiro-colocado na seleção de Candidatos Mineiros à única vaga destinada à PMMG em tal Curso, mas fui preterido e desclassificado por Ato Administrativo injusto de Autoridade da Polícia Militar. Como, naquela época, era crime de lesa-majestade qualificado um Major impetrar mandado de segurança contra deletéria decisão de Sua Excelência o Superior Hierárquico, minha imagem de Oficial franco, atrevido, jagunçamente-sincero e rude, indisciplinado e perigoso ficou ainda mais escancarada e acidamente comprometedora, principalmente diante das Onipotentes Comissões de Promoção de Oficiais. Mesmo assim, decidi não chutar o balde, antes de titular-me no relevante Curso Superior de Polícia (atual Curso de Pós-Graduação Lato-Sensu de Especialização em Gestão Estratégica de Segurança Pública), no qual me matriculei, com honra e louvor, em 1994, no Centro de Altos Estudos ( Atual Centro de Pesquisa e Pós-Graduação) da insuperável Academia de Polícia Militar de Minas Gerais, nossa Nobre Escola do Prado Mineiro. Tão logo diplomado no CSP, eu contei meu tempo de serviço e, mesmo sem chegar ao último posto, requeri minha transferência para o Quadro de Oficiais da Reserva. Eu era o primeiro-lugar no CSP/1994, apesar de ter sido massacrado pelo Chefão da Banca Examinadora de minha Pesquisa (acompanhada e orientada pelo Maiúsculo e Incomparável Professor-Doutor Coronel Saul Alves Martins), porém aquela nota injusta e miserável não contaminou a postura altaneira dos três outros Avaliadores de meu Trabalho ( apenas minha Banca funcionou com quatro Avaliadores…Por quê?…), e minha Monografia obteve a maior média dentre todas as outras do CSP/1994: 9,25. Na Hora H da classificação ─ encaminhada ao premeditado labéu da desclassificação !!!… ─, enfrentei a mais humilhante agressão no Trabalho de Teoria de
“Voto no Sapucaí”

Referência: SANTOS, Gilmar Luciano dos, Prática Forense para o Juiz Militar,2013. Bom Despacho-MG, 8 de setembro de 2022. Prezado Major PMAC Neri: Saúde e Paz! Encontrei, há muitos anos, a menção “Voto no Sapucaí”… ─ atribuída ao Senador Imperial Marechal Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias ─ em vetustos papéis avulsos existentes, até então, no Museu Histórico da Polícia Militar de Minas Gerais, sob o título de “Registros do Senado Imperial do Brasil”, cuja autoria desconheço. Naquela página impressa, velhíssima, havia anotações manuscritas, em nome de Djalma Andrade (suponho seja do então Capitão-Professor do Departamento de Instrução ─ D.I. ─ atual Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro ─ Djalma de Assis Andrade: médico, advogado, jornalista…). O citado Museu Histórico da PMMG ─ até então integrante da Estrutura do Centro de Pesquisa e Pós-Graduação da APM/PMMG ─ transformou-se em Museu dos Militares Mineiros, na década de 2010-2020, e saiu do Prado Mineiro para o Bairro dos Funcionários/ Belo Horizonte-MG. Fui lá, uma vez, em busca de fontes bibliográfico-documentais, em 2014, mas nada consegui. Segundo um Funcionário de tal Museu, todas as fontes bibliográfico-documentais do antigo Acervo tranferiram-se para o Arquivo Público Mineiro, onde as procurei, sem nenhum sucesso, naquela época, pois ainda estavam encaixotadas. Professor João Bosco de Castro; 37.999027699, Oficial Superior Veterano da PMMG. Imagem destacada: FaceBook – Duque de Caxias – Patrono do Exército.
HISTORIOGRAFIA POLICIAL-MILITAR DE ALTO FÔLEGO:

Homenagem a Duas Historiógrafas, com Crítica Textual aplicada às Ciências Militares da Polícia Ostensiva e Análise Filológica. João Bosco de Castro. Referência: 40 Anos da Mulher na Polícia Militar de Minas Gerais:uma história de pioneiras (da Coronela Lívia Neide de Azevedo Alves e Capitã Veterana Denise dos Santos Gonçalves). A Historiografia de Polícia Militar, na seara da História da Polícia Militar de Minas Gerais, ganha riqueza bibliográfica e alento especial com a publicação ─ pela Editora Universitária Academia do Prado Mineiro ─ do importante Livro 40 Anos da Mulher na Polícia Militar de Minas Gerais: uma história de pioneiras, coescrito pela Coronela Lívia Neide de Azevedo Alves e Capitã Veterana Denise dos Santos Gonçalves. Esta valiosa Obra vasculha a proativa presença da Mulher Fardada nas atividades várias da Polícia Ostensiva, Preservação da Ordem Pública e Defesa Social, Interna e Territorial, em Minas Gerais, desde seus primórdios de 1981, e documenta esta transformadora dádiva de humanização e respeitabilidade feminina em ambiência policial-militar, no quartel, vida social e teatro operacional, com recursos pesquísicos e metodológicos cheios de autenticidade e legitimidade, como procedimentos analíticos, estatístico-descritivos, bibliográfico-referenciais e fotográficos, para oferecer à Comunidade Ledora e Epistêmica, prioritariamente aos Segmentos Policial-Militares, a Verdade nua e crua dos tormentos enfrentados e glórias alcançadas por nossas bem-qualificadas e zelosas Policialas Fardadas, ao longo das últimas quatro décadas. Tudo isso, mediante prosa erudita, clara, convincente e amena, segundo os ofícios tecnolinguísticos dos engenhos dissertativos e narrativos imprescindíveis à mais escorreita elaboração historiográfica. Este Livro tem de compor as melhores Referências das Malhas Curriculares e Estratégico-Pedagógicas da História da Polícia Militar de Minas Gerais ministrada aos Cursos e Programas de Qualificação de Oficiais e Praças planejados, ministrados e geridos pela Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro e respectivas Unidades Educadoras, além de também ter de ser amplamente mostrado à Sociedade Civil pelos Meios Internos e Externos da Comunicação de Massas e da Tutoração Metodológico-Científica, para a Verdade Histórica desfazer as arrrogâncias do machismo, anular os preconceitos de gênero, enfatizar a supremacia estatal e comunitarista da Polícia Militar e ensinar o Brasileiro a respeitar a dignidade, a sensatez feminil e a coragem ôntica e tecnoprofissional da Mulher Fardada na Polícia Militar de Minas Gerais. Verdade Histórica é aquela Verdade louvada por José Bento Monteiro Lobato, em seu “A Onda Verde”, sobre a postura e compostura de Euclides Rodrigues Pimenta da Cunha como jornalista-repórter da Campanha de Canudos: motivo de “Os Sertões”. Felizmente, meu Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes ─ ECOSLA, em Bom Despacho-MG, e a Biblioteca Tenente-Coronel-Professor Oswaldo de Carvalho Monteiro, da Fundação Guimarães Rosa e Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano ─ MesaMariano (da qual sou Presidente), em Belo Horizonte/Venda Nova-MG, receberam, cada uma, das atenciosas Coautoras um exemplar deste notável Livro, cujo destino grandioso é realçar as qualidades pessoais, éticas, deontológicas e tecnoprofissionais da Mulher Fardada nos Teares da Polícia Ostensiva, Preservação da Ordem Pública e Defesa Social, Interna e Territorial, em favor da Comunidade Mineira, para engrandecimento meritório da Corporação do Alferes Tiradentes, a mais antiga das Forças Públicas (Polícias Militares) do Mundo. Por isso, a Coronela Lívia Azevedo e a Capitã Veterana Denise Gonçalves merecem de todos Nós as melhores manifestações de parabéns e gratidão. Seu Trabalho de Historiografia condiz com a excelência prestada à Corporação e ao Estado pelos serviços de nossa Mulher Fardada. Os Homens Fardados da Corporação, particularmente, reflitam sobre a importância de sua profissão, aperfeiçoem-se e façam o melhor de sua parte, pois as Mulheres, fardadas ou não, já têm dado sobejas provas de ser plenamente capazes de orientar, planejar, comandar e executar programas e empreendimentos de elevada monta. Nossas Mulheres Fardadas, nessas quatro décadas, já se mostram altaneiras e eficientíssimas nos quefazeres de planejamento, orientação, comando, controle e execução das Ações e Operações da Polícia Ostensiva, Preservação da Ordem Pública e Defesa Social, Interna e Territorial. Eficiência e espírito crítico, inteligência e vontade de ser útil à Comunidade, à Família e ao Estado, organização e disciplina, coragem e devoção ao dever (Consciência Eticodeontológica) são virtudes comuns ao Macho e à Fêmea. A Mulher Fardada da Polícia Militar de Minas Gerais tem e aplica, diuturnamente, esse inteiro Cabedal de Virtudes, com sensatez e autodignidade. Contudo, essa Mulher de consistência insuperável ainda não tem coragem de autodesignar-se verdadeiramente Fêmea, autenticamente Mulher, pelo menos em âmbito policial-militar, pois não somente aceita ser tratada com designativos masculinos ─ em substantivação e adjetivação (Coronel Lívia, em vez de Coronela Lívia; Capitão Denise, em vez de Capitã Denise; Soldado Helena, em vez de Soldada Helena….) ─, mas também se trata a Si Mesma, com espontânea e inexplicável autodepreciação, como se a Policiala Fardada não fosse Mulher ou como se Ela não tivesse legitimidade feminil, para fazer-se respeitar, com a merecida e ajustada Flexão para o Gênero Feminino, sem coragem de sair das malhas do Comum de Dois Gêneros e ─ ainda mais degradante ─ do Epiceno. Ela já sabe, ou já devia saber, disso, porém não ousa aplicar a Si Mesma nem às Companheiras de Farda os engalanadores femininos de denominação funcional, contidos no riquíssimo Léxico da Língua Portuguesa: Oficiala (a Oficial), Marechala, Generala, Almiranta, Brigadeira, Coronela, Majora ( ou a Major), Capitã (ou Capitoa), Tenenta (ou a Tenente), Furriela, Sargenta, Caba, Soldada, Chefa (a Chefe), Comandanta (a Comandante)… Isto mesmo! Em vez de Sargento Priscila ou Sargento P.Fem. Priscila: pecha lamentável, deselegante e desrespeitosa!… Isso é Epiceno! Coisa feia e inaplicável à Mulher Fardada! Todos os vocábulos indicativos da especificação militar do Homem ─ adequada e corretamente empregados no gênero masculino ─ têm de flexionar-se em gênero com a especificação militar da Mulher ─ adequada e corretamente transfigurados no gênero feminino ou, como real e particularíssima opção, no comum de dois gêneros. Jamais no Epiceno (vocábulo originário do Sânscrito): uso do adjetivo feminino (abreviado para fem.), acopladamente com o designativo da Mulher (Soldado Feminino Maria, sd.fem.Maria, Cabo Feminino Gláucia, cb.fem.Gláucia, Sargento Feminino Angélica, Sgt.fem.Angélica), hediondo e lamentável expediente reservado à indicação do gênero de alguns irracionais ( bichos
Febo, Minerva e Hino da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro.

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A dança dos números!
EM BUSCA DE MIM MESMO

Marcílio Fernandes Catarino (*) No parágrafo final do meu último artigo, escrito em setembro de 2021 e intitulado Silêncio Construtivo, registrei minha decisão de, por algum tempo, “silenciar minha pena” para, numa profunda reflexão, buscar uma visão mais clara da realidade que ora nos cerca e, quem sabe, vislumbrar o real propósito desta jornada terrena. Realidade que está a nos apresentar uma profusão de fenômenos em todos os campos da vida humana, sobretudo os de natureza energética que, embora invisíveis, são captados pelos nossos sentidos, capazes de gerar consequências deletérias para a saúde e harmonia dos nossos corpos físicos, mentais e emocionais. Presenciamos, entristecidos, o desrespeito e a desvalorização do bem mais sublime que nos foi legado pelo Criador Supremo: o dom da Vida; a derrocada dos valores éticos e morais, substituídos por comportamentos iníquos, apoiados e festejados por cidadãos, muitos dos quais ostentando o manto de intelectuais, ou envergando togas, antes considerados livres de quaisquer suspeitas. Tempos estranhos, tumultuados e desafiadores de Transição Planetária! Ao refletir sobre tantos acontecimentos e fenômenos extraordinários que vêm ocorrendo mundo afora, impossível não se lembrar do “início das dores”, narrados em Mateus 24:6-8. De igual forma, tais acontecimentos nos remetem ao último livro da Bíblia, de autoria do “Exilado da Ilha de Patmos”, na Grécia Antiga, contendo o que seriam as revelações do Inolvidável Rabi Galileu para os “tempos do fim”. Revelações proféticas e de difíceis interpretações, que eram, ao mesmo tempo, um alerta para as grandes tribulações por que passaria a humanidade, e uma mensagem de esperança e confiança na vitória final do Bem sobre o Mal. Não menos difíceis têm-se mostrado as análises e interpretações do momento presente, diante de tanta mentira, manipulação e ânsia de poder e dominação. Mentiras que no Brasil, embora sem cominação legal no arcabouço jurídico do país, se transformaram em crimes, sob a incompreensível chancela da Suprema Corte do país e aplausos de parte da grande mídia nacional, cooptada por elites inescrupulosas e corruptas. Ao que parece, tudo para atender a interesses políticos e ideológicos inconfessáveis. Mergulhado nesse torvelinho de falsidade e contradições, julguei mais prudente e acertado submeter tudo ao crivo da minha própria razão, atento às ressonâncias que cada situação provocaria na intimidade do meu ser. Compreendi que, na verdade, passara a buscar o aprimoramento do meu próprio senso crítico, nesse grande e desafiador esforço do conhecer-se a si mesmo, expresso na lendária frase encontrada sobre o portal do Templo de Apolo, em Delfos, na Grécia Antiga, atribuída ao enigmático filósofo ateniense Sócrates: “Homem, conhece-te a ti mesmo e conhecerás o Universo e os Deuses”. Esse é o incessante esforço do homem para encontrar-se com o seu “Eu Superior”, ainda sufocado por sistemas de crenças limitantes com que, por dezenas, centenas, ou talvez milhares de anos, vimos sendo manipulados e escravizados. Subjugados por esse controle draconiano, nos esquecemos da nossa origem divina, como fractais que somos da Eterna Fonte Criadora – Deus, trazendo, em potencial, na nossa constituição espiritual, todos os seus atributos, assim como estão gravadas na nossa Consciência, desde a criação, as perfeitas, sábias e imutáveis Leis Naturais que regem o Universo e a Vida. “Vós sois deuses”, ressaltou o Sublime Peregrino Nazareno, há mais de dois milênios, essa frase contida no Salmo 82:6, e complementando: “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que essas…! (João 14:12) Ele não mentiu! (*) Coronel Veterano PMMG – Aspirante 1970.

