Lares Somente Com Mãe e Vó: Fábrica de Elementos Desajustados
Esta frase: Lares Somente Com Mãe e Vó: Fábrica de Elementos Desajustados assumiu uma magnitude nunca vista na mídia brasileira, ela, a frase, com certeza é a mais pura manifestação do que as ciências chamam de Óbvio Ululante, aquilo que salta aos olhos, que todos sabem que existe, que é real, mas que de forma retórica a sociedade se omite de discutir em função do politicamente correto, que é a suposta desconsideração da família matriarcal. Se procurássemos num banco de dados qualquer de autores e títulos monográficos, ou mesmo teses de doutoramento, nas mais diversas universidades do mundo, vamos constatar o tema de forma bem delineada, descrita, comentada, comprovada e assimilada como verdade: Lares Somente Com Mãe e Vó: Fábrica de Elementos Desajustados . Desconsiderar tal assertiva como verdadeira é fechar os olhos ao problema recorrente, atual e vergonhoso pelo qual passa a sociedade brasileira no assassinato do capital intelectual e do capital humano que se extirpa num ambiente matriarcal, onde as mulheres são obrigadas a assumir a chefia da casa e a busca de recursos para a manutenção do lar. A mulher na busca de recursos para a manutenção do lar, entrega seus filhos à própria sorte, por mais que se preocupem com os filhos, a sua ausência e a sua incapacidade de assistir adequadamente seus filhos, acaba por os perder para as drogas, o tráfico e a prostituição. São facilmente cooptados e dificilmente retornam aos seus lares, muitas das vezes só retornam para o sepultamento. Descrever o processo de perda do capital intelectual e humano dessa juventude – cooptada e apropriada pelo tráfico – não é tarefa que se pretenda aqui, até mesmo porque trabalhos publicados com o tema, exploram adequadamente essa realidade. Mas o que efetivamente se pode dizer de diferente em relação à frase: Lares Somente Com Mãe e Vó: Fábrica de Elementos Desajustados? A diferença está entender o que se pretende atacar com a exploração da frase, o objetivo não é desqualificar o significado literal da frase, mas construir uma verdade que não seja retórica, uma verdade que represente o pensamento de qualquer nação que tenha interesse na reposição da sua força de trabalho, no aperfeiçoamento do seu capital intelectual e no seu crescimento que suporte produtos e serviços que levem à melhoria na qualidade de vida. Para abordar a questão da qualidade de vida, que efetivamente possa redundar em preocupação com a juventude, devemos nos ocupar de algo expresso na Constituição da República Federativa do Brasil, que diz: Art. 203. A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos: I – a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice;II – o amparo às crianças e adolescentes carentes;III – a promoção da integração ao mercado de trabalho;IV – a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária;V – a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei. Vê-se claramente que a legislação brasileira já contempla uma forma de amparo às pessoas portadoras de deficiência e aos idosos. Da mesma forma, percebe-se que a infância e a adolescência foram negligenciadas nas possíveis soluções que conduzam à reposição da força de trabalho, do crescimento intelectual e da certeza de que esses infantes e adolescentes se façam como força de trabalho e força intelectual. Contrariamente ao pensamento de proteção e formação de força de trabalho que se vê em países comprometidos com a sua juventude. Obviamente que a população mundial tende ao envelhecimento e nessa mesma medida, tende ao desaceleramento do crescimento, onde em algumas projeções, pelas características próprias de cada país, são adotadas políticas voltadas para a reposição da sua força de trabalho. Quando se vive a rotina de um país na Europa, percebe-se claramente o porquê dos países europeus aceitarem os refugiados com tanta facilidade e isso pode ser expresso através dos seguintes pontos: 1° – A taxa de natalidade na Europa não é suficiente para a reposição da força de trabalho e nos próximos 50 anos a população deve reduzir em aproximadamente 1/3; 2° – Os contratos de união entre pessoas do mesmo sexo, que não proporcionam a reposição da força de trabalho; 3° – A opção dos casais héteros em filhos tardios ou mesmo a não procriação; 4° – O envelhecimento de parte significativa da população; 5° – A certeza de que os refugiados em sua grande maioria, é a detentora de qualidades que os diferencia em relação às pessoas dos países de origem; 6° – A certeza de que esses refugiados tendem a voltar a seus países de origem tão logo a situação se normalize nos países de origem e dessa forma, não onerarão a previdência pública dos países europeus receptivos; 7° – A certeza de que esses refugiados aceitam trabalhar por salários menores do que os nativos dos países receptivos, não onerando futuramente a previdência pública desses países; 8° – A certeza de que esses refugiados procriarão, em função da religião que carregam consigo e que proíbe a contracepção, proporcionando a reposição necessária da força de trabalho; 9° – A elaboração de leis de estrangeiros que permitam a legalização de pessoas envolvidas na construção de uma Europa centrada nos valores das comunidades, das pessoas e das liberdades. Com certeza, as medidas adotadas pela Europa atendem única e exclusivamente ao seu modelo de reposição da força de trabalho, haja vista que as condições expostas são peculiares ao Espaço Europeu. Um ingrediente vital que existe na cultura brasileira e que não encontra homólogo na cultura da Europa é a morte por omissão do Estado – quer seja em acidentes de trabalho; acidentes de trânsito; violência: latrocínios; homicídios e tráfico de drogas; erros médicos e falta de assistência médica do Estado. As mortes violentas acidentes de trabalho; acidentes de trânsito; violência:
João Bosco na Academia Bom-Despachense de Letras

Neste post, noticia-se que a posse de João Bosco na Academia de Bom-Despachense de Letras (ABDL) ocorrerá sexta-feira (21) “às dezenove horas no plenário da Câmara Municipal de Bom Despacho”. Do evento ora divulgado, destacam-se duas situações distintas. Na primeira, a equipe deste Pontopm ressalta a significativa homenagem ao Notável Acadêmico, um dos seus jornalistas responsáveis. Assim, com a posse de Acadêmico Efetivo da ABDL, João Bosco conquista e acrescenta mais esse triunfo à laureada carreira de Professor, Escritor e Oficial Superior Reformado da Polícia Militar de Minas Gerais. Atualmente, com residência fixa em Bom Despacho, após união matrimonial com a Odontóloga Beatriz Campos de Paulo, João Bosco dedica-se nas atividades de ensino da Língua Portuguesa e nos afazeres dedicados à organização do “Espaço Camões”. Nos detalhes da foto, destacada abaixo, o Romancista enfatizou que aquele “Espaço Camões”: ganhou vigor especial com a Mandala – feita por mim no melhor mogno!… – ornada com medalhões de alguns Escritores: Camões, Aristóteles, Horácio, Machado de Assis, Graciliano Ramos, Henriqueta Lisboa, Castro Alves, Saul Alves Martins, Ari Brás Lopes, Felisbino Cassimiro Ribeiro, Jorge Amado, João Guimarães Rosa e João Bosco de Castro. Eis a tal Medalhona de Medalhas!…: A outra situação distinguida, à posse de João Bosco na Academia de Bom-Despachense de Letras, ressalta aspectos importantes da foto de abertura desta postagem, composta pelas logos da ABDL e deste Pontopm. Na logo da Instituição respeitável, que homenageia nosso Jornalista, vê-se a representação artística de uma bica d’água e um quadro destacando o “Bibere In Principium“. A imagem foi encontrada numa postagem de 2 de agosto de 2012, da autoria de Ítalo Coutinho, conterrâneo e amigo da Rede do LinkedIN. Ítalo enfatizou naquela postagem o “Biebere in Principium – Beber na fonte, uma alusão à nossa Biquinha”. Há, de fato, no centro da cidade — desde os tempos que Bom Despacho era arraial —, uma biquinha, de onde jorra água fresca e cristalina. Ouvi, igualmente, de minha querida e saudosa avó-paterna relatos sobre “Dona Mariquinha”, uma “famosa quitandeira do arraial e da vila de Nossa Senhora do Bom Despacho.” Ainda, nos tempos atuais, prevalece o seguinte adágio popular: “Quem bebe da água da Biquinha e comeu do biscoito da Mariquinha sempre voltará a Bom Despacho.” Quanto ao biscoito, não sei se o Patafufo e Poeta João Bosco comeu, mas, da água da Biquinha, já bebeu certamente. Inclusive, além de regressar para residir em Bom Despacho, representa o município, na ACADEMIA MUNICIPALISTA DE LETRAS DE MINAS GERAIS. Naquela AMULMIG, ocupa, deste 16 de Setembro de 2017, a Cadeira Nº 329, cujo Patrono da honorável é o Poeta José d’Avó Gontijo.
Eleições por meio informatizado: o protocolo da fraude

Muitos brasileiros se vangloriam de ter um processo eleitoral totalmente informatizado, permitindo o acesso em tempo real, à totalização dos votos. Isto é possível graças ao programa computacional construído para tal fim e sempre que o computador central da Justiça Eleitoral, recebe os votos de uma determinada urna eletrônica, são imediatamente disponibilizados on line e real time para todas as pessoas que acessam o endereço eletrônico da Justiça Eleitoral no Brasil, no caso específico da eleição para Presidente da República Federativa do Brasil, quando acessam o site do TSE. Os brasileiros se acostumaram a divulgar esse processo informatizado como algo novo, moderno, ágil e confiável. Confiável? Esse é o ponto central do nosso texto a confiabilidade do protocolo que cria o Algoritmo capaz de validar o processo eleitoral no Brasil. O que vem a ser esse Algoritmo e por que não é confiável? O Algoritmo é uma construção computacional que permite validar, como uma chave, as informações que circulam naquele programa. Caso se utilize apenas um computador, sem acesso à rede mundial de computadores e sem acesso a equipamentos periféricos, nenhuma informação, sofre alteração de construção programacional, ou seja, a informação é exatamente aquela que foi construída como alternativa de resposta ou de inserção de dados. O computador cruza as informações que recebe, ele não cria hipóteses, ele apenas representa aquilo que foi inserido no seu programa, ou seja, Candidato X, Número X, votos X. O que faz perder a confiabilidade no Algoritmo? O fluxo de informações através de canais não confiáveis, capaz de alterar o Algoritmo, entre a fonte primária da informação, que é o meio informatizado que originou o Boletim de Urna da Seção Eleitoral Y da Zona Eleitoral Y e o computador central da Justiça Eleitoral no Brasil. O Boletim de Urna expressa a realidade numa determinada Seção Eleitoral, ele é uma relação dos candidatos que receberam votos naquela Seção Eleitoral, com o número de votos recebidos, devendo ser disponibilizados aos interessados. O Boletim de Urna, emitido ao término do horário de votação na Seção Eleitoral, expressa a única verdade imutável, que não pode ser alterada por um Algoritmo. Quando o meio informatizado, utilizado para gravar os dados de uma determinada Urna Eletrônica, é retirado dessa Urna Eletrônica e inserido num computador para transmissão dos dados à Justiça Eleitoral no Brasil, um Algoritmo Pernicioso é criado on line e altera os dados no software de origem, criando uma nova relação e regravando os dados, sem que o sistema de segurança daquele software perceba, pois ao ler o sistema operacional e forma de armazenamento dos dados, o Algoritmo Pernicioso quebra as informações e valida as informações por ele construídas, a única forma de confrontar o falseamento das informações se faz através do confrontamento das informações do Boletim de Urna e as novas informações gravadas no software retirado da Urna Eletrônica, não é possível outra forma de validação. Poder-se-ia dizer que isso é uma história, que isso não tem comprovação, que isso é um golpe, que isso é uma retórica para desacreditar a democracia brasileira, muitas coisas poderiam ser ditas, mas qualquer um que ao proceder uma busca, utilizando um termo qualquer e um navegador aleatório, na rede mundial de computadores, poderá perceber algo comum a todas as buscas na internet. Para que você mesmo valide isso, digite um termo num buscador, seja Google, Yahoo, Explorer, não interessa qual, você terá alguns endereços de respostas confiáveis e vários outros perniciosos, cujo objetivo é roubar informações suas e das suas relações. Ao clicar nesses endereços eletrônicos perniciosos, você abre ao invasor, as informações disponíveis em seu hardware – celular, Tablet, PC, notebook, ou qualquer outro. Você poderia dizer: “Mas tudo bem, quem controla as informações na Internet, vai criar mecanismos que impossibilitem que isso aconteça e que essa vulnerabilidade não ataque o computador da Justiça Eleitoral no Brasil e dessa forma, os dados não sejam alterados.” Seria uma possibilidade simplista, para algo mais complicado e por que é simplista? Porque essas informações não circulam numa rede aberta de acesso controlado, de acesso a ambientes de negócios, de acesso às informações de Estado, essas informações não circulam num ambiente Clean, elas circulam no submundo da Rede Mundial de Computadores, a DeepWeb, as autoridades e nem mesmo os melhores Hackers conseguem identificar essas fontes maliciosas, pois são altamente protegidas e alimentam não só o submundo do crime, mas também, as ações de inteligências e contrainteligências de nações não democráticas, ou seja, alimenta governos totalitários. “Mas o meu voto é secreto, ninguém sabe em quem votei”. Essa é uma verdade quando se usa votos impressos, onde o eleitor anota os números do seu candidato, ou mesmo, faz uma marcação no nome do candidato que deseja, isso só é possível em voto material, ou seja, em cédulas eleitorais. Essas mesmas cédulas eleitorais permitem a Auditoria Eleitoral, uma recontagem dos votos, algo improvável num sistema informatizado. Isso quer dizer, numa retórica simples e objetiva, que o Sistema Eleitoral pode rastrear o voto de qualquer pessoa e você sabe disso. Quando você comparece à sua Seção Eleitoral, você se identifica e só após se identificar o mesário libera a urna para votação, ou seja, a ordem da liberação da Urna Eletrônica é a ordem do voto na Urna Eletrônica e a informação dos dados do Eleitor é lançada naquele momento. Pergunto: O seu voto é mesmo secreto? E por que nações democráticas não o utilizam, somente nações autoritárias seguem o exemplo do Brasil. Não é a Urna Eletrônica um aperfeiçoamento da Democracia? A Urna Eletrônica não permite a Auditoria dos Votos, a Urna Eletrônica não tem o registro dos votos, a Urna Eletrônica é semelhante ao teclado do seu celular, Tablet, PC ou notebook, ela reflete o programa que está dentro dela – o software – que depois será removido, como um periférico, e inserido num outro computador que enviará os dados ao Computador da Justiça Eleitoral no Brasil, que fará a consolidação dos dados. O software está, em tese, protegido por uma chave, já
O Brasil e a busca da paz social
Informações sobre o Brasil e a busca da paz social são encontradas no Índice de Paz Global 2018 (GPI – 2018). Nesse relatório, dois aspectos iniciais, chamam atenção. O primeiro ressalta que o nível médio de tranquilidade global diminuiu pelo quarto ano consecutivo, caindo 0,27% em 2017. No segundo, os resultados mostram que, entre os países pesquisados, 71 melhoraram e 92 pioraram. Numa ligeira observação sobre os números publicados, encontra-se Portugal, na quarta posição do Ranking Mundial, atrás da Islândia (1ª), Nova Zelândia (2ª) e Áustria (3ª). A Espanha ocupa a 30ª posição. Desse modo, se considerarmos que a Espanha e Portugal foram os países europeus que colonizaram a América Sul, indaga-se: por que a maioria dos países sul-americanos, segundo o GPI – 2018, ocupam melhor posição que o Brasil? As informações do GPI-2018, sobre o Brasil e Portugal, falam por si! Sobre o Brasil, há os seguintes destaques A América do Sul também tem a maior taxa de homicídios de qualquer região, exceto a América Central e o Caribe. A corrupção e a criminalidade se tornaram profundamente desestabilizadoras na América do Sul, como está sendo visto no escândalo brasileiro Lava Jato, ou os subornos pagos pela gigante da construção Odebrecht, que envolveu políticos em sete nações sul-americanas. A América do Sul fornece outra ilustração de que uma boa política pode superar a geografia. Tanto o Chile (28) quanto o Uruguai (36) estão no top 50 das nações para a tranquilidade geral, apesar de sua proximidade com o Brasil (106). A Argentina foi seguida pelo Brasil e pela Colômbia. Apesar de uma onda de escândalos de corrupção, sinais de uma recuperação da recessão de três anos no Brasil levantaram o clima no país. Isso coincide com uma melhora acentuada em sua pontuação no terror político, após o fim dos protestos em massa contra a corrupção em 2016, que tiraram a presidente Dilma Rousseff do poder. No entanto, o nível de instabilidade política continua elevado, e as alegações de corrupção contra pessoas próximas ao atual presidente Michel Temer estão aumentando. Na América do Sul, o Brasil, o Chile e a Venezuela tiveram as maiores deteriorações na Paz Positiva de 2013 a 2016, enquanto a Colômbia teve a melhora mais significativa. O Brasil, o maior país da América do Sul, respondendo por mais de 49% da população da região, deteriorou-se em 5,3% desde 2013, com a maior deterioração ocorrendo no Pilar das Boas Relações com os Vizinhos. O principal determinante dessa deterioração foi uma mudança no indicador de hostilidade contra estrangeiros, que se deteriorou substancialmente em 2014. A América do Sul teve uma pequena deterioração no Pilar de Aceitação dos Direitos dos Outros, espelhando a tendência global. Todas as regiões do mundo tiveram uma deterioração neste Pilar entre 2013 e 2016. Sobre Portugal, há os seguintes destaques A Islândia continua a ser o país mais pacífico do mundo, uma posição que ocupa desde 2008. É seguida pela Nova Zelândia, Áustria, Portugal e Dinamarca. A Síria continua sendo o país menos pacífico do mundo, uma posição que ocupou nos últimos cinco anos. A Espanha, o Reino Unido, Portugal, a Dinamarca, a Suíça, a França, a Itália e a Alemanha, todos obtiveram tranquilidade ao longo do ano. A melhoria da Paz Positiva tem sido alcançada, desde 2013, pelos seguintes países: Portugal, Geórgia, Costa do Marfim, Noruega e Peru. Esses países alcançaram melhorias em vários indicadores. Noruega e Portugal já estavam entre os países mais pacíficos em 2013. Peru, Geórgia e Costa do Marfim estavam em 122º, 130º e 150º no GPI em 2013, respectivamente. Uma conclusão muito simples As respostas ao questionamento anterior são muitas. Mas, uma delas, muito simples, partiria de uma nova indagação: qual é o alvo do olhar para o Brasil e a busca da paz social ? Ampliar nossa visão, é preciso! Cuidar-se de que distorções ocorrem, a exemplo do que já foi ressaltado neste Pontopm. Porém, se analisarmos a maioria das afirmações dos especialistas brasileiros, no contexto da segurança e da proteção, verificaremos que o olhar brasileiro é voltado ao norte, focado no Continente Americano. O Europeu, na maioria das vezes, é ignorado. Por quê? É mais velho, mais ou menos experiente. Então, se a fonte da colonização brasileira vem da Europa, ou melhor, de Portugal, por que não desviar o olhar. Afinal, somos, ou não, um País Lusófono?
O Descaso com a Re(s)pública Brasileira
Uma visão sobre o descaso com a res(s)pública brasileira — termo cunhado pelo coronel Jair Barbosa da Costa em “Re(s)Pública Brasileira uma res de brincadeira?” — foi assim resumida, no final daquele Livro, pelo notável escritor: Duas colunas — Joaquim Levi, na Economia, Michel Temer, na Articulação Política — dois polos dessa ponte pênsil, temerária (ou levítica?) sobre um rio cujas margens já transbordam. Até quando, Catilina? No Rio de Janeiro, as muitas águas não transbordam mais! O fogo que iluminou a Quinta da Boa Vista foi implacável, além de iluminar a noite do dia 2 de setembro de 2018 (quase dezessete anos após o fatídico 11 de setembro de 2001). O resultado foi igualmente traumático, salvando-se vidas humanas, mas “destruindo quase a totalidade do acervo histórico construído ao longo de duzentos anos, e que abrangia cerca de vinte milhões de itens catalogados. “ Na destruição da imponente edificação imperial brasileira, foram-se, em meio ao rico acervo, os restos mortais de Luzia, encontrados entre “os crânios de Lagoa Santa”, em Minas Gerais. O que será, depois da tragédia? Queimar-se-á de vergonha a Re(s)pública Brasileira? Felizmente, há, aqui e acolá, iniciativas liberais, pois há organizações sérias, numa sociedade desejosa de seu fortalecimento. Isso porque, ao redor do mundo, decresce a famigerada e interesseira força do estado totalitário agonizante, a exemplo do que se viu em nossa Pátria Amada. Uma dessas iniciativas pode ser encontrada na Wikipédia, com o seguinte destaque: Um dos desafios mais imediatos é recuperar e preservar imagens do prédio e do acervo, cuja memória visual são agora nosso principal patrimônio. Você que tirou fotos no museu ou conhece alguém que visitou o museu pode ajudar: crie uma conta no Wikimedia Commons e carregue fotos de relevância. É muito importante que sua contribuição esteja de acordo com as regras de carregamento do Wikimedia Commons, em especial no que diz respeito às licenças livres. Veja o infográfico ao lado para referência. Também é muito importante que ajude a garantir a qualidade dos conteúdos sobre o Museu Nacional e seu acervo na Wikipédia. Vamos criar um cardápio de verbetes importantes e contamos com sua ajuda para melhorar esses conteúdos. Se tiver dúvidas, escreva na página de discussão deste projeto e um editor experiente poderá ajudá-lo. Editores da Wikipédia estão em contato com curadores do acervo do Museu Nacional para conseguirmos carregar livremente imagens do acervo. Isso inclui imagens técnicas, obras raras e documentação científica. Informaremos desdobramentos sobre essas iniciativas por aqui.
Estão presos 3 suspeitos do assassinato da Soldado Juliane
O primeiro suspeito, segundo publicação de Roberto Crispim, é “Everaldo, conhecido como ‘Sem Fronteiras’, deve ficar 15 dias na 89ª DP”, para onde foi conduzido, conforme divulgado no vídeo. Segundo as informações divulgadas pelo “Agora São Paulo”, estão presos outros dois suspeitos do assassinato da Soldado “Juliane dos Santos Duarte, 27 anos, encontrada morta na noite de segunda-feira na zona sul de São Paulo”, conforme noticiado neste Pontopm. Da ação criminosa, teria participado “Felipe Oliveira da Silva e, segundo as investigações, seria a pessoa que abandonou a moto da soldado, uma Yamaha Fazer YS 250, em Pinheiros (zona oeste), após o desaparecimento da policial.” Este suspeito “foi preso em uma força-tarefa realizada pelo grupo especial da Corregedoria da Polícia Militar”, informou aquele jornal, em 9 de agosto deste ano. A outra suspeita do cruento e covarde homicídio, “presa na manhã de ontem”(10), é “uma mulher de 29 anos”, cuja a identidade não foi revelada pela Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo, informou o jornal, que destacou: “a acusada presa seria, segundo fontes policiais, uma das lideranças do tráfico de drogas na favela de Paraisópolis (zona sul) […], onde a PM foi vista com vida pela última vez, em 2 de agosto.” Com as informações do “Agora São Paulo” 1 e 2
Ato terrorista bem planejado mas mal executado
Após a tentativa de extermínio do candidato à Presidência da República Federativa do Brasil — ocorrida na cidade de Juiz de Fora, no Estado de Minas Gerais, no último dia 6 de setembro — o que se pode dizer sobre o ato terrorista bem planejado mas mal executado? Na análise seguinte, não se atém a nomes e nem tampouco a implicações de datas, horas, locais, instituições ou mesmo ideologias. Cuida-se, tão somente, das exposições do ato terrorista e “modus operandi”, dos erros verificados, na execução do ato, e nas consequências possíveis. Ato terrorista e “modus operandi” dos executores Na descrição do “modus operandi” do ato terrorista que tentou exterminar um candidato que se apresenta como líder das intenções de votos, no processo eletivo presidencial do ano de 2018. Não se trata o ato, de pura e simples implicação política, é um ato mais grave, é sem qualquer sombra de dúvidas, um ato terrorista, pois não afronta uma pessoa, um candidato, uma ideia, afronta a soberania de um país em legislar, aplicar suas leis e resguardar a sua Constituição Federal, principalmente no que tange à manifestação do livre pensar, do livre expressar e das consequências legais dessas manifestações, cabendo ao Poder Judiciário a correição. É, o ato, uma ação terrorista, não isolada, que conta no cenário de atuação imediato com quatro pessoas e no cenário mediato o apoio à evasão e a construção de uma ideia, contrária à razão e uma retórica weberiana neossocialista. Como se determina que tal ato é terrorista? Simples, não se trata de um ato de desagravo, não se trata de um ato de contraponto à livre manifestação do pensamento – pois o meio correcional é o Poder Judiciário – não se trata de um ato de grupos legalmente constituídos para defender o interesse de causas – até mesmo porque a Constituição Federal não contempla o uso da violência e a existência de forças paramilitares. Não se trata de uma ação violenta em legítima defesa, pois a integridade física do agente não está em risco. É, portanto, um ato terrorista e essa afirmação é amplamente aceita e assimilada cá onde moro, em Portugal, na Comunidade Europeia e nas legislações de todas as nações que repudiam atos de violência dessa natureza. Pois o ato é vil, sorrateiro, com possibilidades de pânico e terror, com ingredientes políticos. Qualificado o ato terrorista, importa saber como se dá o cenário de atuação imediato, o cenário onde se encontra a vítima e os terroristas. Por vivermos num mundo com vastos recursos tecnológicos de mídia e produção de imagens online, e real time, não é difícil identificar quatro atores terroristas, sendo eles: o primeiro autor é o que porta a arma em uma bolsa; o segundo autor é o que gravita entre o autor que porta a arma e o autor que executa a ação; o terceiro autor é aquele que tem a missão de agravar a lesão produzida pelo autor que executará a missão, geralmente com um golpe contundente; o quarto autor é o executor da missão. Assim, a arma sai da bolsa do primeiro autor, passa às mãos do segundo autor e o segundo autor a entrega ao quarto autor, o executor da missão, produzido o primeiro golpe perfuro-cortante, cabe ao terceiro autor desferir um golpe contundente para agravar as lesões e se possível levar ao óbito. O segundo autor que entrega a arma ao quarto autor, o executor da ação, deverá reaver a faca e exterminar o autor executor da ação, sob o pretexto de linchamento para o apagamento e desfazimento das provas, que ao final levaria aos formadores de opinião e a polícia por inação, desconhecimento e/ou condução retórica a tornar o caso como algo isolado e que os seguidores do candidato, motivados pela comoção social gerada, lincharam até a morte o autor que tentou o extermínio do candidato à Presidência da República Federativa do Brasil. No entanto, algo apresentou-se de forma não contemplada pelo planejamento e pela execução, com certeza os autores do ato terrorista não estavam alinhados adequadamente para a execução do ato terrorista, sabiam que o alvo, nos ombros de terceiros, não teria proteção adequada do colete salva-vidas; sabiam que levando o golpe perfuro-cortante, o alvo inclinaria-se para a frente e facilitando o golpe contundente para o agravamento do lesão ou óbito; sabiam que após o alvo ser alvejado o desferidor do golpe deveria ser exterminado pelo segundo autor que deveria se apossar da arma, já à retaguarda dele. O autor do ato terrorista executor do golpe perfuro-cortante sabia que após o ato morreria e por isso não se preocupava com as consequências, pois o autor à sua retaguarda se apossaria da arma e daria fechos de linchamento ao ato terrorista, valendo-se da retórica de que os seguidores do candidato, motivados pela comoção social gerada, lincharam até a morte o autor que tentou o extermínio do candidato à Presidência da República Federativa do Brasil. Erros na execução do ato terrorista O primeiro erro do ato terrorista perpetrado foi acreditar que os seguidores do candidato, motivados pela comoção social gerada, linchariam até a morte o autor que tentou o extermínio do candidato à Presidência da República Federativa do Brasil, pois para os autores do ato terrorista, já se saberia que o autor que havia desferido o golpe perfuro-cortante já estaria morto pelas mãos do próprio grupo terrorista. Isto acontecendo, tudo estava legitimado pela mídia, pelas imagens, pelos formadores de opinião e pela própria polícia, consequentemente a justiça nada faria. O que não aconteceu, uma vez que um militar impediu no prosseguimento do ato terrorista, imobilizando, prendendo e impedindo o linchamento do autor do ato terrorista responsável pelo extermínio do alvo. O segundo erro foi acreditar que um autor mediano, responsável pela execução do golpe fatal, pudesse ter discernimento suficiente para perpetrar o ato terrorista e imediatamente entregar, ao autor encarregado do seu extermínio, a arma do crime e, na impossibilidade de entregar a arma, provocar o seu auto-extermínio. Pois sendo fraco moralmente, com traços acentuados de
Operação Hermes assegurou tranquilidade nas vias rodoviárias portuguesas
A Guarda Nacional Republicana de Portugal (GNR), por meio do seu portal, e alguns órgãos da imprensa divulgaram que, durante os “dias 29 de junho e 3 de setembro”, a Operação Hermes assegurou tranquilidade nas vias rodoviárias portuguesas. Nas ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública desenvolvidas pela Instituição, os membros da GNR intensificaram o “patrulhamento, fiscalização e apoio aos utentes das vias rodoviárias, com o objetivo de garantir a sua segurança durante os deslocamentos de e para os locais de veraneio e eventos de diversão natureza, próprios desta altura do ano.” Com o foco na redução da “sinistralidade e evitar comportamentos de risco”, a Operação Hermes assegurou tranquilidade nas vias rodoviárias portuguesas mediante “uma atuação preventiva nos principais eixos rodoviários (autoestradas, itinerários principais, itinerários complementares e estradas nacionais), assim como nos acessos às localidades e respetivas artérias[…].” As informações divulgadas dão conta de que, nas ações efetivadas pelos membros daquela força de proteção pública, foram registradas as detenções “3 195 condutores”, sendo “1 998 condutores por condução com taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 gramas/litro” e “797 por falta de habilitação legal para o exercício da condução.” Foram igualmente “Detetadas 105 180 infrações, destacando-se: 36 075 por excesso de velocidade; 5 525 por condução com uma taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei; 4 047 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças; 3667 por uso indevido de telemóvel no exercício da condução; 225 pela não circulação na via mais à direita. Após consolidação dos dados registrados, quando a Operação Hermes assegurou a tranquilidade das vias rodoviárias portuguesas, naquele período, em 2018, e, na análise comparativa da sinistralidade, em relação a 2017, verificaram-se as seguinte variações: 15 720 acidentes (menos 433); 100 mortos (mais 13); 398 feridos graves (mais 19); 5 205 feridos leves (menos 609). Veja também, no vídeo ora destacado, vídeo, as considerações apresentadas pelo Major Abel Adriano, da GNR. Com as informações das fontes evidenciadas.
O que restou de Luzia, uma de nossas antepassadas?
A tragédia anunciada do Museu Nacional, criado, em 1818, por D. João VI, extinguindo parte da história da Nação Brasileira, motivou, entre muitos, o seguinte questionamento: o que restou de Luzia, uma de nossas antepassadas? São muitas as especulações, em busca de culpados e responsáveis e nesse expediente se empreendem os meios midiáticos que têm o dever de divulgar os episódios públicos. No caso deste Pontopm, na busca de uma resposta plausível ao que restou de Luzia, uma de nossas antepassadas, o propósito é ressaltar que os restos da mulher projetada, na foto de destaque, são registros históricos dos estudos encontrados na Revista Superinteressante e na Revista da FAPESP, entre outras. 1 Revista Superinteressante No artigo da autoria de Reinaldo José Lopes, há informações de que LUZIA: A VÍTIMA MAIS PRECIOSA DO INCÊNDIO NO MUSEU NACIONAL era da dona de um dos crânios encontrados, na “região do atual município de Lagoa Santa, a cerca de 50 quilômetros de Belo Horizonte […] na década de 1970 e que é considerada o mais antigo habitante do continente americano.” E “Kátia Bogéa, presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, o Iphan, teria afirmado que “A gente não vai ter mais Luzia. Ela morreu no incêndio”, considerando que o “fóssil foi consumido pelas chamas que tomaram o Museu Nacional na noite de ontem”, destacou a revista especializada. Se nasceu nas imediações onde fora encontrada, Luzia era uma das mulheres mais antigas, em solo brasileiro, e seus ancestrais superaram a saga representada no seguinte mapas: Os estudos indicativos do início da “Jornada” e da “Onda Migratória” dos possíveis ancestrais de Luzia, divulgados na Superinteressante, fazem coro ao relato científico, publicado na Revista de Pesquisa da FAPESP, com o título de A América de Luzia. Em “A Jornada”, há o destaque de que “As setas em preto mostram o caminho percorrido pelos ancestrais do povo de Luzia até as Américas. As em vermelho indicam o caminho dos ascendentes dos índios atuais, que teriam atravessado o Estreito de Bering longos dois mil anos depois da população negra. ” No texto sobre as “ondas migratórias”, são enfatizados muitos dos aspectos ressaltados naquela reportagem e descrevem os passos para a redescoberta do crânio de Luzia entre os que foram encontrados no município de Lagoa Santa-MG. 2 Revista FAPESP Na Foto de Eduardo Cesar, encontram-se os crânios que “serviram para formular teoria alternativa de povoamento das Américas”, conforme destacado na legenda. O reconhecimento dos crânios, inclusive o de Luzia, é consequência de uma visita do “arqueólogo e antropólogo Walter Neves”, à “Escandinávia por uns dias para ter chance de ir a Copenhague, onde queria conhecer a coleção Peter Lund, composta por mamíferos extintos e crânios humanos de alguns milhares de anos encontrados pelo naturalista na região de Lagoa Santa, Minas Gerais, no século XIX. ” Estudos e discussões subsequentes, inclusive “com um colega argentino, o arqueólogo Hector Pucciarelli, da Universidade Nacional de La Plata, possibilitaram afirmar que: Os crânios dos paleoíndios de Lagoa Santa pareciam ter pertencido a um povo com traços físicos negroides, parecidos com os dos atuais africanos e aborígines australianos. Os crânios eram mais estreitos e longos, com faces proeminentes, estreitas e baixas. Não lembravam as antigas populações asiáticas, com olhos amendoados, das quais descendem todas as tribos indígenas ainda hoje presentes nas Américas. Dos estudos de Neves e Pucciarelli nasceria “o embrião do que viria a ser chamado o modelo dos dois componentes biológicos” que é uma proposta indicativa de que “houve duas levas migratórias primordiais para as Américas” A primeira, composta por caçadores-coletores com traços negroides, emigrou para cá há cerca de 14 mil anos e hoje não está mais representada em nenhum grupo da atualidade. A segunda, formada por indivíduos com aparência mais próxima à dos asiáticos, botou os pés no Novo Mundo cerca de 12 mil atrás. As tribos atuais ameríndias são herdeiras dessa morfologia. Nos artigos citados, há outras informações dos restos de Luzia uma das primeiras mulheres brasileiras! Mas, a notícia auspiciosa, em meio à irreparável perda do Museu Nacional, registrada na destruição causada pelo fogo, é a certeza de que os estudos realizados estão protegidos pelas tecnologia das informações e comunicações, mostrando-nos, de Luzia, uma imagem semelhante de como ela era. Com as informações da Revista Superinteressante e da Revista FAPESP
208,5 milhões de pessoas residem em terras brasileiras
No Diário Oficial da União Nº 167, desta quarta-feira (29), publicou a Reslução Nº 2, de 28 de agosto de 2018, da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), informando que 208,5 milhões de pessoas residem em terras brasileiras. Segundo a norma publicada, o propósito visou a divulgação de “as estimativas da População para Estados e Municípios com data de referência em 1º de julho de 2018, constantes da relação anexa” daquele DOU. Numa análise realizada dos dados publicados, e que totalizaram foram consideradas, em duas situações distintas, a quantidade populacional por Região e por Estados e Distrito Federal. Análise populacional por Região Na figura abaixo, é possível verificar, segundo dados quantitativos, que a menor concentração de brasileiros se encontra na Região Centro-Oeste (16.085.885 pessoas) e a maior concentração na Região Sudeste (87.711.946 pessoas). Na Região Nordeste, encontra-se a segunda maior concentração populacional (56.760.780 pessoas), seguida pela Região Sul (29,754.036 pessoas) e depois a Região Norte (18.182.253 pessoas). Observamos que a população brasileira não está distribuída de forma homogênea no território brasileiro. Pois, segundo os indicativos percentuais, quase metade da dela está distribuída na Região Sudeste (42,07%). Os demais brasileiros (57,3%) encontram-se distribuídos na Região Nordeste (27,22%); Região Sul (14,27%); Região Norte (8,72%) e Região Centro-Oeste (7,72%). Análise populacional por Estados e Distrito Federal O estado brasileiro com a menor quantidade de pessoas residentes é Roraima (576.568 pessoas) e o com a maior quantidade de pessoas residentes é São Paulo (45.538.936 pessoas). A quantidade proporcional entre esse e aquele estado corresponde a quase oitenta vezes. No Ranking dos Estados mais populosos, destacam-se, São Paulo (45.538.936), em 1º lugar; seguido por Minas Gerais (21.040.662); Rio de Janeiro (17.159.960; Bahia (14.812.617); Paraná (11.348.937); Rio Grande do Sul (11.329.605); Pernambuco (9.496.294); Ceará (9.075.649); Pará (8.513.497); e, Santa Catarina (7.075.494), em 10º lugar. Quanto ao percentual da concentração populacional, por estados e Distrito Federal, verificamos três categorias distintas. Na primeira, com variação percentual 0,277% a 1,957% do total da população, encontramos 15 estados de quatro regiões, exceto da Região Sul , inclusive o Distrito Federal. Em outra categoria, com variação percentual 3,320% a 10,092% do total da população, encontramos os 11 maiores estados das cinco regiões brasileiras. Na terceira categoria, com o percentual correspondente ao dobro do segundo estado mais populoso, encontra-se o Estado de São Paulo que lidera o Ranking da População Nacional. Veja em tempo real, por meio do post deste Pontopm, a população brasileira e dos estados federados e do Distrito Federal. Com as informações do IBGE.
