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A Interpretação do Conhecimento Adjacente às Informações Visuais – Parte II

Na Parte II, sobre a Interpretação do conhecimento Adjacente às informações visuais, complementa-se o que foi apresentado na Parte I. Amplia-se o foco sobre as relações do espaço físico no planeta Terra, as convenções normatizadas e o contrassenso em relação às percepções visuais, que obrigam ao observador muito mais do que a simples aplicação de modelos matemáticos, mas a especulação como forma de acumulação do Conhecimento. Ao longo de toda a formação do Conhecimento, principalmente aquele que é transmitido nas cadeiras acadêmicas, fica a análise do espaço material como uma consequência da descrição dos fenômenos físicos, regidos por leis, teorias, tratados e enunciados. Numa visão interpretativa pura e simples da ciência, acaba por impor limites ao imaginário e obriga o cérebro a aceitar como verdade, enunciados descritos em momentos históricos em que a ciência não produzia uma leitura holística do planeta. Fomos sendo academicamente moldados de forma a entender alguns conceitos como relação direta de espaço planificados geometricamente. Quando buscamos compreender o espaço físico do planeta Terra, o medimos numa relação bidimensional, tratamos sempre as informações relativas à área na escala metro quadrado e desconsideramos outras variáveis por entender que a escala bidimensional dá respostas adequadas aos nossos questionamentos sobre áreas. Obviamente que a resposta para uma área é a relação metros x metros, sendo por convenção metros quadrados. Estamos nos ocupando apenas do revestimento da área e não do volume da área. A idéia que estamos acostumados a analisar é a relação lado vezes lado. Entretanto outras variáveis estão inseridas neste contexto, não especificamente as mais comumente descritas nas inclinações, mas as que fazem parte de um conjunto descrito nas curvas de níveis, uma função de 3º grau. Uma função x, y e z. A função x, y e z é facilmente entendida e qualquer pessoa tem em sua casa um objeto que exemplifica claramente essa função. Trata-se do copo cônico com a base plana. As paredes do copo são as coordenadas x e y. A linha que imaginariamente une o fundo do copo à sua boca, pelo ponto de interseção da coordenadas x e y, é a coordenada z. Essas são as curvas de níveis e são comumente utilizadas em gráficos tridimensionais. As curvas de níveis num determinado terreno, vão fazer a área do terreno aumentar consideravelmente. Quando se busca determinar uma área com uma inclinação qualquer, basta apenas calcular a hipotenusa – que é uma relação entre o ponto mais alto e o ponto mais baixo da área do terreno – multiplicado-a pelo lado adjacente. Isso quer dizer que um terreno de lado x que multiplica o lado y e que não tem qualquer inclinação, tem a sua área no produto de x que multiplica y. Num terreno que tenha uma inclinação qualquer, seja no lado x ou no lado y, para se determinar a área, é preciso que primeiro se calcule a real dimensão do lado que apresenta a inclinação – pela regra da hipotenusa – para só após calcular a sua área total. No caso de uma curva de nível, aprofunda-se o conhecimento e busca-se a área de recobrimento de um volume. As informações para cálculos de curvas de níveis não se restringem apenas às áreas sobre a terra e podem ser usadas para definir o tamanho, a área e por consequência o volume de água doce que existe num iceberg. Pode ainda dimensionar uma geleira e saber o impacto das transformações climáticas na elevação dos níveis de água do mar. Nestas hipóteses, área ou volume, a ciência dispõe de equipamentos e instrumentos de medição que propiciam uma resposta adequada ao homem, mas o homem consegue entender claramente o processo e o descrever de forma precisa. Isso é o que vamos demonstrar neste texto. Para se determinar uma área de contornos irregulares e determinar com a mais próxima hipótese acertada de resposta, é preciso compreender alguns pormenores e agregar Conhecimentos na discussão do tema. Pela impossibilidade de se tratar o problema num espaço real, o homem opta por proporções em escalas geométricas e a partir dessa opção o homem traz para o campo do experimento as suas observações e consegue produzir respostas mais precisas, uma vez que cria um ambiente controlado. Quando reproduz num ambiente de proporcionalidades controladas as informações de um terreno com curvas de níveis, ou mesmo de um iceberg, a lógica no emprego dos meios de validação são as mesmas. Na medição de um terreno com curvas de níveis, pode se reduzir a uma maquete a área tratada e definir a sua área total a partir de outro instrumento de medição: a balança de precisão. Mas como? A resposta é simples: imagine que fosse feito um corte superficial sobre toda a área, como que se extrai uma casca de uma fruta; sabendo a escala proporcional utilizada, corta-se um pedaço de um centímetro quadrado e o pesa-se; em seguida pesa-se o restante e soma-se ao peso do pedaço recortado; aplica-se uma regra de três, onde o peso de um centímetro quadrado apurado como x gramas equivale a y metros quadrados e o peso total vai valer exatamente a área total que se insere naquela curva de nível. Ainda neste terreno com curvas de níveis, se fosse necessária a sua remoção, o volume de matéria a ser removida será determinada através do produto x, y e z, em metros cúbicos. Para saber o peso total a ser removido é necessário saber o peso do material a partir da densidade da matéria, para isso, uma vez determinado o volume e para encontrar o peso tem-se o mesmo processo da balança, não com um centímetro quadrado, mas com uma correlação cúbica. Um corte cúbico no terreno; sua medição e sua correlação com o volume total a ser removido e o peso da matéria a ser removida. Aplica-se igual raciocínio para um Iceberg ou uma geleira. Assim compreendendo: a relação da área em curvas de níveis; o volume da matéria numa curva de nível; a medição do volume e o seu peso a partir da densidade

Em Tempo

As manifestações espontâneas que levaram milhões às ruas e inundam as redes sociais, contradizem números e impedem a repercussão de artigos tendenciosos. Todos os dias, aqui, ali e acolá, requentam denúncias e espalham dúvidas. E, apesar de tudo, Jair Bolsonaro continua sendo o vento da estação e não tem como esconder. Uma análise fria e honesta dos primeiros 100 dias de governo mostra o trabalho em busca da realização dos compromissos de campanha. Apesar dos aliados aloprados, a mídia tradicional não consegue impedir o avanço da equipe, que já sofreu algumas baixas. Melhor assim, nódulos devem ser removidos após biopsia, afim de evitar o contágio de todo o tecido, o mesmo ocorre com maus políticos para preservar o time. Acreditei e torci pelo sucesso dos governos socialistas, acreditei no plano real, acreditei que o tsunami que varria o mundo não passaria de uma marolinha em nosso país. Agora, por favor, permitam-me acreditar em um governo liberal. Torcer para o seu prédio pegar fogo só porque não gosta do síndico é pura insanidade. Infelizmente, mais uma vez, o tempo mostra-se Senhor da razão. 3,38 trilhões de Reais, disponíveis para 2019, déficit primário, que é o montante a descoberto antes do pagamento dos juros, 139 bilhões. Em cenário otimista a dívida pública deve chegar a 4 trilhões, dos quais 640 bilhões têm que ser pagos ainda este ano. Logo, precisaremos de 139 bilhões mais 640 bilhões e mais os juros de 165 bilhões. Só a descoberto, ou popularmente sem fundos, são quase 1 trilhão de Reais. Temos ainda as despesas contingenciadas, previdência, investimentos em saúde, educação, infraestrutura, pessoal, etc. Onde vamos conseguir tanto dinheiro sem as reformas? E o congresso, salvo poucas e honrosas exceções, boicotando medidas urgentes para retomar o crescimento e tirar um pouco do sofrimento de milhões de brasileiros, sem emprego e já perdendo o último fio de esperança, por medo de dar um segundo mandato ao presidente. Que tipo de político é esse, que eleito com promessas, acompanhando de perto uma multidão de famélicos, cidadãos sem empregos e sem perspectivas, empresas fechando ou ameaçando fechar as portas, vem agora virar as costas ao eleitor visando um corporativismo barato onde não se enxerga além do próprio umbigo? O Brasil não aguenta mais esperar o futuro, gerações se perderam nesse rastro. Será que já esqueceram o alerta do Doutor Ulisses: cuidado com a voz rouca das ruas! Nas diversas plagas mundiais, ecoa um provérbio egípcio: Todo mundo tem medo do tempo; mas o tempo tem medo das pirâmides.

A Interpretação do Conhecimento Adjacente às Informações Visuais – Parte I

Nos textos anteriores [Partes 1, 2 e 3], quando se construiu as hipóteses de extração do Conhecimento Intrínseco à Informação. Neles, ficou evidente que a informação transformadora, no Conhecimento, é justamente a capacidade que o homem tem, a partir de um conjunto de Conhecimentos pretéritos, de extrair a construção do pensamento que levou à informação. Ruma-se, então, à interpretação do conhecimento adjacente às informações visuais. As imagens adjacentes às informações visuais disponibilizadas, principalmente na natureza, são um conjunto de informações relevantes. E permitem conclusões voltadas ao perfeito Conhecimento do espaço material descrito em fenômenos físicos, regidos por leis, teorias, tratados e enunciados. Esse conjunto de informações de natureza material demanda uma compreensão das relações tempo e espaço aprofundadas e que serão tratadas neste texto. Com certeza a mais relevante de todas as transformações da Interpretação do Conhecimento Adjacente às Informações Visuais é a expressão quantificativa do tempo em anos e a demonstração desse Conhecimento é uma tarefa muito simples. A cronologia que se utiliza, atualmente, adota o sistema de datação originário a partir do pensamento judaico-cristão, com efetiva regulação pela aceitação dos instrumentos construídos, no momento da história regido pela vinculação do poder dos governantes, ao Poder Religioso, com origem na Igreja Católica Apostólica Romana. Não nos interessam os nomes e nem tampouco os motivos originários dessa construção. O que nos interessa, no texto, é a comprovação física de um fenômeno que se processa no vácuo, sem interveniência do atrito. Manifestando-se num movimento curvilíneo uniforme, com velocidade constante, sujeito ao arranjo permanente do Universo. Assim se manterá estruturado, até que haja uma interveniência externa ou uma entropia conhecida como buraco negro. O ano regular inicia-se em 1º de janeiro e termina em 31 de dezembro. Tem 365 dias e, a cada 4 anos, um dia a mais, ou seja, 366 dias. O que determina esse dia a mais é o ajuste que se faz para que as estações do ano sejam nas mesmas épocas ano após ano. Mas, por que esse ajuste é necessário e por que esse dia a mais? Para responder ao questionamento é preciso entender o deslocamento do planeta Terra na sua órbita gravitacional em relação ao Sol. Para percorrer a sua órbita gravitacional – lembrando aqui, do texto que se fala da velocidade do Planeta Terra, onde o deslocamento se dá no vácuo – primeiro é necessário conhecer a expressão física que a determina e se manifesta como: Órbita Gravitacional = 2πR. Entendendo o funcionamento de um relógio com mecanismo analógico, fica mais fácil entender a evidência do ano de 366 dias. Imagine que você tenha um relógio com esse tipo de mecanismo e que a cada dia ele atrasa 15 segundos, um tempo insignificante e que não permite a você acertar aqueles segundos de atraso. Então você espera e no quarto dia você acerta o relógio, haja vista que no quarto dia totaliza 1 minuto de atraso e se torna possível o acerto da estrutura mecânica de visualização da hora. Com o ano de 366 dias, algo muito similar acontece e isso decorre da relação entre a Órbita Gravitacional que o planeta Terra descreve em relação ao Sol e o tempo que ele gasta para cumprir o deslocamento de toda a extensão da sua Órbita Gravitacional. Para estar alinhado com a posição exata entre a incidência do Sol e a posição na órbita em relação ao mesmo dia do ano anterior, o planeta Terra consome em seu deslocamento na Órbita Gravitacional 365 dias e 6 horas. Assim, no quarto ano ele necessita de 24 horas a mais para alcançar a mesma posição que deveria estar no primeiro ano da medição, por isso a cada 4 anos faz-se necessário o ajuste. Mas como no caso do relógio com mecanismo analógico – onde se adianta o relógio em 1 minuto para que ele apresente a hora real – o ajuste se dá com um dia a mais no calendário de datação utilizado como padronização e convencionalmente adotados pelos governos no planeta Terra. Mas esse ajustamento no modelo de datação é essencial? Sim, ele é essencial para alinhar a posição do planeta Terra com o Sol e dessa forma, ano após ano, as estações e os períodos de seca e chuva, permitem uma interpretação correta das necessidades dos homens em relação às contingências naturais do planeta Terra – produção de alimentos, ações de defesa civil, armazenamento de materiais relevantes à sobrevivência das populações, previsão do tempo, dentre outras. É tão essencial o alinhamento, que se adotou o ano de 366 dias, que numa hipótese aventada da sua não empregabilidade pela humanidade, simplesmente, não seria possível à humanidade o gerenciamento da vida no planeta Terra a partir de um modelo de datação e isso se comprova matematicamente. É o que se vai comprovar aqui. Vai-se utilizar a data de hoje – 28 de abril de 2019. O ano bissexto, ano no qual o calendário tem o dia 366, acontece a cada 4 anos. Assim:: ano corrente = 2019; ano bisexto = a cada 4 anos; desde o ano 1, temos 504 anos bissextos, pois 2019 / 4 = 504. Ainda no pensamento matemático, hoje não seria 28 de abril de 2019, mas 504 dias a frente do dia de hoje. Matematicamente descrevendo: 504 dias – 365 dias = 139 dias. A data de hoje seria no ano de 2020 e mais 139 dias. Hoje no modelo de não alinhamento seria o dia 14 de setembro de 2020. Nesta hipótese, pergunta-se: as condições de produção de alimentos, ações de defesa civil, armazenamento de materiais relevantes à sobrevivência das populações, previsão do tempo, dentre outras, no ponto fixo – manifestado pela posição geométrica estática – onde se encontra o leitor do texto seriam as mesmas para o modelo de datação com o alinhamento do ano bissexto? Obviamente que a resposta é não. Assim não é preciso aprofundar na interpretação desse Conhecimento, apenas agregar informações que o validam como uma essência natural das informações visuais na interpretação adjacente ao Conhecimento. Como

Nota de Pesar – Tenente-Coronel-Capelão Padre Samuel Sérgio Drumond

O Pontopm publica a seguinte Nota de Falecimento do Tenente-Coronel-Capelão Padre Samuel Sérgio Drumond: Encontraram, por volta das 10h da manhã de hoje, 26-4-2019, num apartamento do prédio do n° 1437 da Rua Genoveva de Souza (Sagrada Família, Belo Horizonte-MG), onde morava, o corpo morto do Tenente-Coronel-Capelão Padre Samuel Sérgio Drumond, um dos Fundadores da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano — MesaMariano, como titular da Cadeira Epistêmica n°2, patroneada pela Santa-Doutora Teresa d’Ávila. // Padre Samuel foi vigário, pela Mitra Arquidiocesana de Belo Horizonte, das Paróquias do Buritis e Sagrada Família, era Capelão-Veterano da Capela Sedes Sapientiae da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro. Dedicou-se, em todo seu período militar ativo, às labutas pedagógico-pastorais em favor do melhor desenvolvimento socioespiritual de Cadetes, Alunos, Oficiais, Praças, Professores, Pesquisadores e Funcionários Civis da citada Nobre Escola do Prado Mineiro. Teólogo admirável e digno de respeito, frequentou as Cátedras de Pós-graduação da Faculdade Jesuítica de Teologia de Belo Horizonte, com ardor intelectual e proficiência. Artista Visual esplêndido no desenho, pintura e escultura, logrou prêmios expressivos em certames artísticos mineiros e brasileiros. Sua escultura Úxor Spíriti e sua tela Fuga para o Egito são trabalhos magistrais. O Padre-Coronel Samuel Sérgio Drumond, agora Pastor dos Hemisférios Espirituais da Sabedoria Eterna, fará muita falta a seus Paroquianos Fiéis, principalmente aos do Sistema de Educação Tecnoprofissional gerido pela Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro, e aos Confrades e Confreiras de nossa Ativa e Providencial Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano — MesaMariano. Réquiem in Aetérnum Dona Ei, Dómine! De Bom Despacho-MG para Belo Horizonte-MG, 26 de abril de 2019. Ass.: Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro, Presidente da MesaMariano. De modo Semelhante, a Arquidiocese Militar do Brasil divulgou nota de falecimento, destacando, além da foto mostrada acima, que: É com pesar que a Arquidiocese Militar do Brasil comunica o falecimento Capelão da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, Ten Cel Capl QOR Samuel Sergio Drumond, da Academia de Polícia Militar daquele estado. Nascido em 31 de março de 1956, na capital do Estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, o capelão Sergio Drumond foi ordenado padre em 15 de agosto de 1983 e era incardinado na Arquidiocese de Belo Horizonte. Incorporou-se às fileiras da PMMG em 1987, tendo chegado ao posto de Tenente Coronel. Os integrantes da Arquidiocese Militar se solidarizam com o ocorrido, oferecendo aos familiares e amigos as nossas condolências, bem como as nossas mais profundas orações.

Extraindo o Conhecimento Intrínseco à Informação – Parte III

Esta é a Parte III do Tema ora apresentado. Na Partes I e II, trabalhamos a partir de um número apurado com base em Conhecimentos Pretéritos e já determinado pela análise pura e simples do conjunto de informações claramente manifestadas. Nas análises das situações hipotéticas que se seguem, vamos perceber novas variáveis, que se manifestam como metas. É preciso compreender a dinâmica da construção e estruturação dos pensamentos que vão incidir na solução dos problemas. Já não serão as mesmas lógicas. Primeiramente vamos entender a informação: “A Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, num arrojado esforço operacional pretende reduzir os índices de criminalidade violenta em todo o Estado, nos próximos cinco anos, em 50%.” Trata-se de encontrar um coeficiente que permita sair de 1 e chegar a 0,5 na mesma proporção em que transformamos esse coeficiente numa taxa. Não nos interessa o número absoluto, o que interessa é que a incidência tende à esquerda, ou seja, o índice multiplicador é menor do que 1 e tende a zero e a taxa é uma taxa negativa. O tempo são cinco anos.  Será uma função exponencial onde a base da função é 0,5 e o expoente o tempo em anos, inverso, ou seja 1/5. Eis a função: Para confirmar a exatidão do coeficiente, basta elevar o coeficiente encontrado pelos anos de incidência. Eis a função: É fácil perceber que neste caso, para encontrar a taxa de redução, não vamos subtrair o número encontrado de 1, na verdade, vamos manter o número e diminuir 1, ou seja: Esse número negativo será multiplicado por 100 e determinará a taxa anual a ser buscada como meta para a redução das taxas de criminalidade violenta. Podemos, para hipótese aventada, construir duas evidências visuais que comprovam a exatidão da taxa de incidência e do coeficiente. No quadro à esquerda do observador, tratamos da taxa anual de redução, onde as colunas devem ser lidas e entendidas na seguinte ordem: o ano; o Percentual de Redução no Ano Corrente (PRC), o Valor Final no Ano Corrente (VFC). O ano 0 é ano que antecede à intervenção, sua incidência final é a totalidade do problema a ser tratado. A partir dos anos subsequentes, o PRC é quantificado pelo resultado da multiplicação do Valor Final no Ano Anterior (VFA) pela Taxa Anual de Redução (TAR), convertida em número. O Valor Final no Ano Corrente (VFC) é o resultado do VFA + PRC. Lembrando que a taxa de –12,9449437, corresponde ao mesmo PRC no Ano 1, por se tratar da primeira intervenção. Para converter a TAR em número, basta dividi-la por 100, assim: No Ano 1, o VFC será VFA + PRC, em termos numéricos, assim se expressa: No Ano 3, o VFC o resultado será VFA + PRC, ou seja: No quadro à direita do observador, tratamos da aplicação do coeficiente, onde as colunas devem ser lidas e entendidas na seguinte ordem: o ano; Valor de Redução no Ano Corrente (VRC); e o Valor Final no Ano Corrente (VFC). O VRC é o resultado da subtração entre o VFA e VFC. O VFC é o produto do Valor Final do Ano Anterior (VFA) entre Coeficiente Multiplicador Anual (CMA). Neste caso específico, estamos demonstrando na prática o que foi observado na Parte I do Tema, quando descrevemos o processo de transformação do percentual num número parametrizado que permitisse a multiplicação sem alterar a essência do resultado. Naquele ponto explicamos que a multiplicação com números iniciais em 0 tendem a 0. A escala de valor de 1 para 0, na hipótese tratada aqui, comprova isso. Iniciamos em 1 e na medida que aplicamos o coeficiente a tendência é se aproximar de 0. Vê-se nos quadros abaixo, que explicam as construções teóricas, a evidência que valida a utilização de parâmetros diferentes, ao mesmo tempo complementares, incidindo nos mesmos resultados: Taxa de –12,9449437% Coeficiente 0,8705505633 Anos Percentual de redução no ano corrente Valor final ano corrente Anos Valor de redução no ano corrente Valor final ano corrente 0 – 100% 0 – 1 1 –12,944944% 87,055056% 1 –0,12944944 0,87055056 2 –11,269228% 75,785828% 2 –0,11269228 0,75785828 3 –9,8104329% 65,975395% 3 –0,098104329 0,65975395 4 –8,54047777% 57,434917% 4 –0,08540477 0,57434917 5 –7,434917% 50% 5 –0,07434917 0,5 A terceira situação hipotética é o coroamento das duas outras hipóteses tratadas, guarda semelhança a ambas. Ela é também um deslocamento na escala de valores, sem necessariamente estar vinculada a números absolutos, o que  torna a sua abordagem muito simples quando já se acumulou níveis de Conhecimento. Ela recomenda a construção de elementos de validação que determinem a taxa anual de investimentos para alcançar o objetivo descrito em: “O Estado de Minas Gerais pretende dobrar os investimentos na área de saúde nos próximos 15 anos.” Temos o tempo – 15 anos – e temos também o percentual de crescimento ao final de 15 anos – 100%. Assim, passamos de 1 para 2 na escala de valores e podemos construir a função exponencial de base 2 e expoente 1/15, conforme se vê: Para confirmar a exatidão da taxa anual de investimentos, basta elevar a taxa encontrada aos anos de incidência. Isso é o mesmo que multiplicar o número 1,0472941228, por ele mesmo, 14 vezes. Eis a função: Encontrando o resultado 1,0472941228 subtraímos o número 1, e chegamos ao número 0,0472941228, em seguida, multiplicamos por 100 e a taxa anual de investimentos apurado é 4,72941228%, incidindo por 15 anos e perfazendo ao final 100% de investimentos na área de saúde. Descrevendo o tratamento que se deve dar à informação – “O Estado de Minas Gerais pretende dobrar os investimentos na área de saúde nos próximos 15 anos.” – permite a quem a acessa, a possibilidade de visualmente entendê-la como uma função da Ciência Matemática. Estas três hipóteses tratadas são o balizamento para o tratamento de qualquer questão colocada em termos percentuais, mesmo que os valores não estejam explicitamente constantes na informação, mas que permite, pelo acúmulo de Conhecimentos pretéritos, Extrair o Conhecimento Intrínseco à Informação.

Dia Internacional do Livro: dos pergaminhos aos e-[áudios]books

Há registros, na Wikipedia, sobre o Dia Internacional do Livro. O primeiro evento comemorativo, ocorrera “na Catalunha (Espanha), em 05 de abril de 1926, dia do nascimento do escritor espanhol Miguel de Cervantes.” Depois, a data “foi trasladada para 23 de abril, dia do falecimento de Cervantes.” No final do Século XX, ocorreu nova modificação, assim definida naquela fonte: em 1995, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) instituiu em 23 de abril o “Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor“,[2] afim de estimular a reflexão sobre a leitura, a indústria de livros e a propriedade intelectual.[3] Além de Cervantes, nesta data ocorreu o falecimento de outros escritores, como o escritor catalão Josep Pla e o dramaturgo inglês William Shakespeare.[1] Mas, o que dizer, neste dia, sobre o Livro , ou melhor, sobre a Leitura, considerando-o como uma das revoluções da informação que é ? Assim, se é verdade que há muita informação divulgação pelos livros, não é menos verdade que há leitura de menos. A comprovação dessa afirmativa pode ser verificada nos dados da Fundação Lemann, inclusive, naqueles que mostram a Evolução da Média do Brasil no Pisa da Leitura. Desde os pergaminhos até os e-[áudios]books, a humanidade percorreu extenso caminho. Ambos são lembrados, no Dia Internacional do Livro, principalmente a inegável essencialidade das informações que carreiam: Ensinar! Ensinar! Ensinar! Nas citações seguintes, há indicativos de que o pergaminho [pele de carneiro, cabra, ovelha ou cordeiro preparada para nela se escrever] foi utilizado para propagar a informação. Isso aconteceu, no Século VII antes de Cristo e no Século I da Era Cristã, segundo os seguintes textos: (…) Todo o exército dos céus se dissolverá, e os céus se enrolarão como um pergaminho; todo o seu exército cairá, como cai a folha da vide e a folha da figueira Isaías 34:4 (ARA).(…) Quando vieres, traze a capa que deixei em Trôade, em casa de Carpo, bem como os livros, especialmente os pergaminhos 2Timóteo 4:13 (ARA) (…) e o céu recolheu-se como um pergaminho quando se enrola. Então, todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar Apocalipse 6:14 (ARA). (…) Na era moderna, o Livro — comemorado neste Dia Internacional do Livro — é materializado com o advento da terceira revolução da informação, segundo as Lições de História para os revolucionários de hoje, de Peter F. Drucker, em Dominando Gestão da Informação. Aquele autor explica que a revolução da informação [ como a conhecemos nos dias atuais] é efetivamente a quarta do gênero na história humana. As outras três, nas lições daquele Mestre, encontram-se assim descritas: A primeira foi a invenção da escrita entre 5 mil e 6 mil anos atrás na Mesopotâmia — independentemente, mas milhares de anos depois —, na China; e, ainda, cerca de 1.500 anos ainda mais tarde, com os maias na América Central. A segunda revolução foi acarretada pela invenção dos livros escritos; primeiro, na China, talvez já no ano 1300 a.C; e, independentemente 800 anos mais tarde, na Grécia, quando Pisístrato, o tirano de Atenas, mandou em forma de livro os épicos de Homero — até então recitados. A terceira revolução da informação foi lançada pela invenção da xilografia e da imprensa e tipos móveis de Gutenberg entre 1450 e 2455. Quase não temos documentos as duas primeiras revoluções, embora saibamos que o impacto do livro escrito foi enorme na Grécia e em Roma, assim como na China. Mas, sobre a terceira revolução da informação, a imprensa e a xilografia, temos material abundante. E o Mestre da Gestão avaliou e expôs a importância da terceira revolução, comparada à quarta revolução, quanto às reduções de custos e ao preço, mediante as seguintes considerações: Na época em que Gutenberg inventou a imprensa, havia uma substancial indústria de informação na Europa. (…) era a que mais empregava pessoas naquele continente. Consistia em centenas de mosteiros, e muitos deles abrigavam quantidades enormes de monges altamente habilitados. Cada um trabalhava da madrugada ao anoitecer, seis dias por semana, copiando livros manualmente. Um monge industrioso e bem-treinado podia fazer quatro páginas por dia, ou 25 páginas durante a semana de seis dias, e ter um resultado de 1.200 a 1.300 páginas por ano. (…) As reduções de custo e preço da terceira revolução da informação foram pelo menos tão grandes quanto aquelas da atual, a quarta revolução da informação. Peter F. Drucker faleceu em 11 de novembro de 2015. Ouviu falar, ou viu algum dispositivo tecnológico caracterizador de um e-book. Se não, foi, certamente, professor de muitos dos idealizadores dos livros áudios-eletrônicos.

Homenagens ao Alferes Tiradentes

Joaquim José da Silva Xavier — O Alferes Tiradentes – foi lembrado neste Pontopm, em diversas postagens. Todas ressaltando seus feitos e as homenagens recebidas Brasil afora. Neste ano, o Dia 21 de Abril, dia em que se comemora a morte do Alferes da Polícia Militar de Minas Gerais, coincide com o dia que a cristandade celebra o Domingo de Páscoa. Por este motivo, a Tradicional cerimônia do 21 de abril terá mudanças importantes em 2019. Realizada anualmente, na Praça Tiradentes, em Ouro Preto, um dos destaques cerimonioso é a entrega da Medalha da Inconfidência. Entre os agraciados, o Presidente Jair Messias Bolsonaro foi distinguido com o Grande Colar. Não veio a Minas Gerais. Agradeceu a distinção e justificou sua ausência, com a seguinte mensagem. O início das homenagens ao Alferes Tiradentes No Brasil, as homenagens ao Alferes Tiradentes começaram após a instituição da República. Oficialmente, com a edição do Decreto-Lei 9.208 de 29 de abril de 1946, com os seguintes dizeres:  Considerando que entre os grandes da história pátria que se empenharam pela manutenção da ordem interna, a vulta a figura heróica de Alferes Joaquim José da Silva Xavier (Tiradentes) o qual, anteriormente aos acontecimentos que foram base de nossa Independência, prestara à segurança pública, quer na esfera militar quer na vida civil, patrióticos serviços assinalados em documentos do tempo e de indubitável autenticidade;    Considerando que a ação do indômito protomártir da Independência, como o soldado da Lei e da Ordem, deve constituir um paradigma para os que hoje exercem funções de defesa da segurança pública, como sejam as polícias civis e militares, às quais incumbe a manutenção da ordem e resguardo das instituições:    Usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição,DECRETA:        Artigo único. Fica instituído o Dia das Polícias Civis e Militares que será, comemorado todos os anos a 21 de Abril, data em que as referidas corporações em todo o país realizarão comemorações cívicas que terão como patrono o grande vulto da Inconfidência Mineira.Rio de Janeiro, 29 de Abril de 1946, 125º da Independência e 58º da República.EURICO G. DUTRACarlos Coimbra da Luz. A coincidência das datas e o “feriado de páscoa” mobilizaram, certamente, considerável efetivo das polícias militares brasileiras, responsáveis pela polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, nos 5.570 municípios brasileiros. Essa situação prejudicou a comemoração do Dia da Morte do Alferes Tiradentes, patrono daquelas instituições militares estaduais (IME). A despeito disso, algumas IME reverenciaram-no, a exemplo do que aconteceu com as polícias militares dos estados de Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina. Algumas controvérsias sobre o Alferes Tiradentes O Herói mineiro tornou-se conhecido em todo o Brasil. Seu nome é utilizado em várias unidades das IME, notadamente nas escolas dos ensinos, fundamental e médio, que administram. Mas, a imagem o Alferes Tiradentes é motivo de controvérsias. Registros históricos, subliminares à mensagem oficial, vigente à época da prisão e após a morte sentenciada, idealizaram uma imagem degradante, com a finalidade de marginalizá-lo. A resposta à pergunta colocada na legenda da imagem é direta e simples. O Alferes Tiradentes não tinha bigode, barba ou pelos na cabeça, asseguram-nos dois ilustres historiadores. O primeiro, é o saudoso coronel Leozítor Floro, da Polícia Militar de Minas Gerais, com os textos extraídos de sua magnífica obra A POLÍCIA MILITAR ATRAVÉS DOS TEMPOS — DOS PRIMÓRDIOS AO REGIMENTO REGULAR DE CAVALARIA (volume I), de 2013. As “controvérsias sobre o Alferes”, desse autor, estão publicadas neste Pontopm. O outro, é Mário Caldonazo, autor de “A Defesa dos Inconfidentes: Justiça ainda que tardia a um digno advogado” , conforme noticiou o G1, em 2014. Naquela reportagem, encontramos: Caldonazo ficou surpreso ao descobrir que a versão contada nas escolas e as imagens impressas em livros didáticos são diferentes. “Nada mais é do que um marketing feito pela Corte Portuguesa na tentativa de eleger um herói nacional. Não existe nenhuma imagem de como ele era. Não havia fotografia naquela época e nenhum historiador confirma as reproduções. Eu questiono a aparência porque era proibido usar barba e cabelo comprido no período em que a história aconteceu. Por isso, acredito que ele, como os outros, tenha sido enforcado com a cabeça e a barba raspadas”, contou. (…) O apelido de “Tiradentes” veio da profissão de dentista que ele exercera. No entanto, o ofício que mais o promoveu foi o de soldado, que o levou ao movimento da Inconfidência Mineira, que buscava a libertação do Brasil diante da monarquia portuguesa no final do século XVIII. Há suficiente plausibilidade, aos argumentos ora expostos. Ambos conviventes e registrados historicamente.

Extraindo o Conhecimento Intrínseco à Informação – Parte II

Na Parte I deste mesmo Tema, procurou-se descrever o Conhecimento intrínseco à informação, a partir de um conjunto de informações visuais. Aprofundando na análise delas, foram construídas três situações hipotéticas de tratamento para esclarecer o perfeito emprego do Conhecimento na rotina do homem contemporâneo em sua demanda por informação. O Conhecimento a ser abordado é uma descrição do emprego da Ciência Matemática no dia-a-dia das informações construídas, difundidas e assimiladas por vários segmentos sociais e que são recepcionados no cotidiano das pessoas, sem no entanto, corresponder ao exato sentido que se expressa na informação. A compreensão dos termos descritos com a coerente informação que se produz só surte efeito a partir da sua transformação num Conhecimento validado por uma Ciência. Assim vamos analisar a seguinte informação hipotética: “O Governo do Estado de Minas Gerais, concederá reajuste aos seus servidores a partir de Abril de 2019, na mesma taxa de inflação acumulada nos 12 meses imediatamente anteriores. O reajuste de 4,5754% será dividido em 12 parcelas fixas.” Construir uma hipótese, suportada pelas Ciências Econômicas, requer mais do que simplesmente saber calcular, é preciso compreender a essência das informações e sistematizando, encontrar a resposta adequada para a hipótese de solução construída. Buscamos com a análise dessa situação hipotética encontrar a estruturação pela qual o nosso cérebro, aplicando Conhecimento à informação, determinará a taxa mensal de reajuste. Primeiramente vamos conhecer uma calculadora disponível ao alcance de todos: o seu smartphone. As figuras abaixo são as visualizações de dois modelos de calculadoras: a primeira é a tradicional, com as quatro operações fundamentais e a seguinte uma calculadora científica. Para transformar a calculadora de operações fundamentais para científica, o modo varia de sistema operacional (Android e iOS). Vamos trabalhar com o mais acessível, o sistema Android. Sistema operacional Android Para se determinar a taxa mensal de reajuste, temos as informações tempo – 12 meses – e percentual do reajuste – 4,5754%. Já sabemos que não é apenas a divisão pura e simples, trata-se, portanto, de juros compostos. Na primeira abordagem sobre o assunto, aprendemos a somar juros compostos e aqui, devemos encontrar a taxa a ser aplicada mensalmente para, ao final das 12 parcelas fixas, atingir o reajuste de 4,5754%. Pela lógica já demonstrada, percentual do reajuste dividido por 100 e acrescenta o número 1. Assim teremos: Mas como encontrar a taxa mensal? Isso é possível com uma função exponencial onde a base da função é 1,045754 e o expoente o  inverso do tempo, ou seja 1/12. Eis a função: Para confirmar a exatidão da taxa mensal, basta elevar a taxa encontrada aos meses de incidência. Eis a função: Isso é o mesmo que multiplicar o número 1,003735138, por ele mesmo, 11 vezes. Visualmente: Por que multiplicar por 11 e não por 12, que é o expoente? Porque no primeiro mês a taxa de reajuste é o próprio valor expresso, não sofrendo incidência de atualização, o que só ocorrerá a partir do segundo mês. Encontrando o resultado 1,003735138, subtraímos o número 1, e chegamos ao número 0,003735138, em seguida, multiplicamos por 100 e a taxa mensal de reajuste é: 0,3735138%, incidindo por 12 meses e perfazendo ao final 4,5754% de reajuste. Nesta Parte II, do Tema em construção, tratou-se de  analisar as informações da situação hipotética concernente ao reajuste que o Estado de Minas Gerais concede aos seus servidores. Optou-se por uma estruturação visual suportada pelos recursos tecnológicos mais acessíveis ao homem contemporâneo, neste caso a tecnologia que o conecta ao mundo e a infinidade de aplicativos disponíveis nele. A lógica para a Extração do Conhecimento Intrínseco à Informação, que foi construída nesta Parte II, servirá de base para a perfeita interpretação das demais situações hipotéticas que serão abordadas na Parte III do Tema, sem no entanto, utilizar a estruturação visual aqui apresentada,  por entender que o Conhecimento já foi transmitido. A lógica não se altera, podendo o leitor complementar a estruturação do Conhecimento a partir da especulação própria e necessária à formação de um novo parâmetro que permita construir um novo Conhecimento.

Extraindo o Conhecimento Intrínseco à Informação – Parte I

É natural, dentro da sociedade contemporânea, a produção de informações que alimentam a demanda do homem pela atualização das relações sociais, econômicas e políticas.  Essas informações não configuram Conhecimento, mesmo que a lógica para a sua produção tenha sido construída através de uma ciência. O que transforma a informação no Conhecimento é justamente a capacidade que o homem tem, a partir de um conjunto de Conhecimentos pretéritos, de extrair a construção do pensamento que levou à informação. Muitas das informações produzidas e disponibilizadas na sociedade, são produtos de uma relação estatística referente a determinado período da história e quantificados segundo uma lógica estrutural, sendo tratados a partir do entendimento de quem se presta a produzir a informação. O grave risco que decorre do tratamento estatístico está na falácia da interpretação, está na incapacidade de corretamente conhecer a lógica estrutural que se pretende transmitir como verdade. Para exemplificar, vamos acessar um endereço disponível na Web e a partir da análise do conjunto de informações visuais hospedadas neste endereço, extrair o Conhecimento intrínseco à informação. A imagem disponibilizada, com o conjunto de informações relevantes, pode ser observada a seguir: Para tratar adequadamente a informação disponível no gráfico e transformá-la num Conhecimento, vamos ordenar as informações num quadro e em seguida transformar os parâmetros de tal forma, que agregando Conhecimento, seja melhor compreendida a sua forma estrutural.

Normativa e tratados sobre terrorismo

O Ministério Público Federal lançou, no ano passado, uma coletânea de tratados internacionais aplicáveis ao Brasil sobre terrorismo. Na postagem indicativa do lançamento, cuidou-se de ressaltar que a coletânea constitui “o 6º volume da coleção MPF Internacional”. Nela, encontram-se consolidados “os tratados internacionais e os decretos e leis correspondentes na legislação nacional que dão base para a atuação de países e órgãos de controle no acompanhamento e combate desse tipo de crime. “ A apresentação da coletânea é da autoria de Vladimir Aras Procurador Regional da República em Brasília Ex-secretário de Cooperação Internacional (2013-2017) . Naquele documento foi, então, evidenciado que: A presente publicação faz parte da iniciativa da Secretaria de Cooperação Internacional (SCI), da Procuradoria-Geral da República, de lançar uma coletânea de livros com temas e tratados relacionados à cooperação jurídica internacional, como parte das celebrações dos 10 anos da unidade de cooperação internacional do Ministério Público Federal (MPF), completados em 2015. Criada como Centro de Cooperação Jurídica Internacional, em 3 de fevereiro de 2005, por meio da Portaria PGR nº 23, na gestão de Cláudio Fonteles, o antigo CCJI teve sua denominação alterada para Assessoria de Cooperação Jurídica Internacional em 2010, e passou à condição de Secretaria em 17 de setembro de 2013, pela Portaria PGR/MPF nº 650, no início da gestão de Rodrigo Janot Monteiro de Barros. Esta publicação, organizada pelo procurador da República Rodrigo Leite Prado e por mim, reúne os tratados do marco global e regional antiterrorismo aplicáveis ao Brasil. Com a entrada em vigor da Lei nº 13.260/2016, o terrorismo e seu financiamento passaram a ser crimes na legislação brasileira, o que torna ainda mais importante conhecer e difundir os tratados nessa matéria, para que o Ministério Público Federal e outros órgãos do Sistema de Justiça Criminal estejam prontos, ao menos no plano legislativo, para reagir a esta que é a mais grave ameaça deste século. No conteúdo da coletânea, há convenções, protocolo e decretos promulgadores selecionados da: 1.Da ONU 1.1 Da Secretaria Geral : “Prevenção e Punição de Crimes Contra Pessoas que Gozam de Proteção Internacional, inclusive Agentes Diplomáticos”; “Tomada de Reféns”; “Segurança do Pessoal das Nações Unidas e Pessoal Associado”; “Supressão de Atentados Terroristas com Bombas”; “Supressão do Financiamento do Terrorismo” e “Supressão de Atos de Terrorismo Nuclear”. Convenções e decretos promulgadores sobre a: 1.2 Da Aviação Civil Internacional: “Relativa às Infrações e a Certos Outros Atos Cometidos a Bordo de Aeronaves”; “Repressão ao Apoderamento Ilícito de Aeronaves”; “Repressão aos Atos ilícitos Contra a Segurança da Aviação Civil”; “Repressão de Atos Ilícitos de Violência em Aeroportos que Prestem Serviços à Aviação Civil Internacional” e “Marcação de Explosivos Plásticos para Fins de Detecção”. 1.3 Da Marítima Internacional “Supressão de Atos Ilícitos contra a Segurança da Navegação Marítima” e “Supressão de Atos Ilícitos contra a Segurança de Plataformas Fixas Localizadas na Plataforma Continental”. 1.4 Da Agência Internacional de Energia Atômica “Proteção Física do Material Nuclear”. 2 Da OEA “Prevenir e Punir os Atos de Terrorismo Configurados em Delitos Contra as Pessoas e a Extorsão Conexa, Quando Tiverem Eles Transcendência Internacional” e “Interamericana contra o Terrorismo (Convenção de Barbados)”. Para acessar ao conteúdo da “coletânea de tratados internacionais aplicáveis ao Brasil sobre terrorismo”, Clique aqui.

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