Parâmetros Para Balizar o Conhecimento
Qualquer atividade a que submetemos nosso cérebro na construção do Conhecimento, requer parâmetros ⎯ anteriormente construídos, validados e entendidos como legítimos dentro do processo de formação e estruturação do Conhecimento ⎯ que permitam ao nosso cérebro balizar o caminho que se percorre para tornar esse novo Conhecimento num Conhecimento legítimo. Normalmente, através de processos estruturados e validados anteriormente, nosso cérebro tende a buscar uma rotina que permita a ele o conforto necessário para emitir uma opinião. A partir dessa opinião construir uma verdade que seja aceita, assimilada, compreendida e difundida como verdade crítica com base nos elementos de validação conhecidos até aquele ponto. O caminho que o cérebro busca para balizar a estruturação do conhecimento é muito semelhante a uma estrada, que tem um pavimento. No leito do pavimento estão instaladas as informações horizontais ⎯ que são as pinturas ⎯ e às margens do pavimento, as informações verticais ⎯ que são as placas e sinais luminosos colocados ao longo da via. Essas informações instaladas ao longo da via servem como parâmetros para uma direção segura, para um deslocamento compatível com a estrutura que se construiu, objetivando o deslocamento com segurança entre os pontos de partida e de chegada. Esse caminho disponibiliza informações segundo uma escala de cores, que universalmente, permite a qualquer pessoa a perfeita interpretação da mensagem, independente do idioma, exigindo dela, o conhecimento pretérito das cores, dentro de uma formação com parâmetros objetivos, previamente discutidos e reconhecidos por uma codificação comum aos países que adotaram aquela convenção. A escala das cores atende aos parâmetros de segurança e vai desde o branco até o preto, passando pelo vermelho, amarelo, azul, verde e marrom. Quando mais incidente a cor, mais importante é a informação e mais determinante é o cumprimento da recomendação nela codificada. Estamos trabalhando o processo de balizamento do Conhecimento com um modelo calcado numa via pavimentada, pois é a forma de balizamento mais utilizada em deslocamentos no nosso planeta. A balizamento do Conhecimento é sim um processo em deslocamento. Para cada informação que se agrega a um Conhecimento, é necessário um processo de validação que permita a legitimação desse novo Conhecimento. Ao trazer para o exemplo da via pavimentada, o que se pretende é justamente demonstrar que os parâmetros para balizar um conhecimento não são nada mais além do que interpretar os significados de cada imagem que se forma a partir de Conhecimentos pretéritos. Esses são Conhecimentos já legitimados dentro de um ambiente de validação que comporte teorias, enunciados, tratados, leis e convenções, dentre outros meios amplamente reconhecidos e aceitos como verdades, que no âmbito do Conhecimento também é alcançado pelo significado do óbvio ululante. O ponto de partida e o ponto de chegada numa via pavimentada, demonstra que a pessoa utilizou a via segundo os critérios de segurança informados horizontal e verticalmente e que de forma segura chegou ao seu objetivo a partir do ponto de partida previamente estruturado. O Conhecimento é o mesmo processo: a pessoa se vê frente a um problema; estrutura um questionamento; e então enfrenta o desconhecido. Dá partida no cruzamento de informações pretéritas, nas variáveis que interferem no julgamento da informação, nas hipóteses alocadas à decisão, chegando às inferências e conclusões que permitam um julgamento acertado e uma tomada de decisão compatível com o Conhecimento que se estrutura. Quando da condução de um veículo numa via pavimentada, o condutor se cerca de todas as informações necessárias à condução do veículo, confere a parte mecânica e insumos necessários ao deslocamento do veículo; confere os seus documentos e do veículo; faz o planejamento das vias a utilizar e as rotas alternativas. Nesse processo, o condutor está se cercando de todas as hipóteses que interferem na sua condução, que são os aspectos de engenharia, de educação e de esforço legal. Na construção de parâmetros para balizar um Conhecimento, algo similar deve ser feito por quem pretende agregar um novo significado ao Conhecimento. É preciso que ele tenha acesso às teorias e aos referenciais teóricos que permitam a quem se propõe construir um novo Conhecimento a capacidade para estruturar um problema; conhecer as variáveis e as possibilidades de interferência nessas variáveis; as hipóteses de validação de seu Conhecimento e as informações pretéritas que estruturam esse Conhecimento até o momento presente. Lembrando que o Conhecimento é algo que pode ser transformado, validado, reconstruído o seu enunciado ou simplesmente descartado pela irrelevância de suas conclusões dentro da abordagem que se pretende legitimar. Dentre todos os parâmetros para balizar um Conhecimento, talvez os mais difíceis de serem empregados buscando a legitimação do Conhecimento sejam os que conhecemos como teorias de bases. Isto porque uma teoria, como seu próprio nome diz, é significativo sem contudo ser explicativo. Uma teoria é uma especulação que tende à impossibilidade de se comprovar em laboratório. Tender à impossibilidade é o mesmo que, na matemática, ter um limite de 1 dividido por x, com x tendendo a zero, em que o resultado não é inexistente e nem é zero. Quer dizer apenas que na atualidade do Conhecimento, com os mecanismos e processos de validação existentes, além dos equipamentos disponíveis, não se é possível materializar a hipótese descrita naquela Teoria, não sendo necessário aprofundamento sobre as variáveis que interferem na busca da validação, haja vista a complexidade do tema. A partir de uma análise, relativamente recente na história da humanidade, vamos ter três grandes teorias a comprovar. Duas são iluministas ⎯ pensamento reinante onde a comprovação teórica se dá pela ciência e pelo materialismo ⎯ a Teoria da Evolução e a Teoria da Relatividade. A terceira é religiosa – pensamento reinante que não demanda comprovação científica, sendo uma aceitação pela fé ⎯ a Teoria do Criacionismo. Por mais que se discuta, são teorias, não se tem o objetivo de construir um Conhecimento que valide ou descarte qualquer delas. O objetivo é apontar a sua existência como construção de um Conhecimento que vigorou até certo momento da história. As suas narrativas, assertivas, histórias, passagens, retóricas e verdades servem apenas para balizar o processo de formação
Manifestação de apreço e agradecimento
Ao Pontopm, chegou a seguinte notícia: um aluno decidiu homenagear seu Professor de Português, escrevendo-lhe uma Ode. Na manifestação de apreço e agradecimento, pelo que aprendeu e conforme se verá abaixo, o autor afirma “ser muito ousado em ousar a lhe homenagear pela escrita (…) “. Então, assim escreveu: Justo, uma das pessoas mais interessantes que conheci!Orgulho de suas filhas e de todos de sua família ele é!Autoridade máxima no comando da polícia mineira ele é!Origem do maior saber da língua portuguesa existente! Beneficiado pela didática, oratória e saber inigualáveis!Ouve a todos com uma escuta diferenciada e consciente!Sabedoria, desconheço um que tenha igual à dele!Carismático, carinhoso, culto, ético, líder nato sempre foi!Outro dia o achava inacessível, hoje lhe tenho amizade! Digno de todos méritos recebidos até hoje pelo seu saber!Elegante sempre entra e sai de qualquer lugar com classe! Competia a ele analisar tudo que nossa polícia escrevia!Amante do português, foi um de meus maiores mestres!Simples, com toda genialidade é de grande simplicidade!Totalmente à frente de todos de sua geração sempre foi!Rico em valores, em virtudes, saber, em amor aos seus!Orgulho e agradecimento tenho eu por conhecer o senhor! Coronel João Bosco de Castro, acho eu ser muito ousado em ousar a lhe homenagear pela escrita. Tenho pelo senhor admiração por tudo que contigo aprendi, destrinchar minhas redações, quando com o senhor estudei, me explicando que isso vinha do latim, isso do grego, isso do espanhol e de mais sei lá onde, só me fez aumentar ainda mais, a admiração que sempre tive pelo senhor e reconhecer realmente todo seu saber! Se hoje me arrisco a produzir alguns textos, alguns acrósticos, como esse que quis ao senhor homenagear, é pela segurança que adquiri com o senhor quando meu preceptor foi, em um curso de redação. Tenho muito agradecimento ao senhor, primeiro por ter me ofertado gratuitamente este curso, que muito acrescentou ao meu saber, segundo por sempre ter me aceito em sua casa, mantendo sempre as portas delas abertas à mim e pela confiança de deixar eu ter convivido com a Gracinha e com suas filhas Jana Záhida, Débora Lis Mota, Ana Lívia Azevedo Castro e Bruna Dáphne, que muito me ensinaram, todos vocês, o lado do bem da vida! Quero que saiba, que terei sempre uma eterna dívida de gratidão ao senhor, à Graça e às meninas por tudo que aprendi com vocês e pelas inúmeras vezes que vocês me acolheram e me respeitaram indiferente de tudo que alguns diziam de mim, momentos em que precisava realmente apenas disto, acolhimento e respeito. Saibam que o senhor e as meninas poderão sempre contar comigo, não sei se terei muito a lhes oferecerem frente à tudo que recebi de vocês , mas tenham a certeza, serei pelo menos presença verdadeira, sempre que sentir que qualquer um de vocês, estejam a precisar, nem que seja de uma presença! Do seu eterno aluno que muito aprendeu com seu saber, com seus exemplos e com sua forma harmônica de encarar a vida! Aroldo Dos Santos Rosa. Em consideração àquele autor, João Bosco de Castro, jornalista e Professor deste Pontopm, retribuiu assim o apreço e agradecimento: Aroldo dos Santos Rosa, respeitável Psicólogo, muito obrigado por sua expressiva e calorosa homenagem prestada a mim em seu excelente e afetivo acróstico enriquecido por manifestações em prosa de profunda estima por mim e minha Família: minhas Filhas Débora, Janahina, Bruna e Ana Lívia, e nossa extraordinária e adorável Maria das Graças Azevedo Castro. Deus lhe pague, Amigo! Você não foi ousado na exposição de meus supostos méritos. Nessa empreitada calorosa, Você foi, como é e será, generoso para com o Amigo, em contagiante mistura de razão com fluxo emocional ou sentimental. Isso é magnífico e inegociável. Muito obrigado, Aroldo! Boa-sorte!…
Não comemorar o 31 de Março por quê?
Há muito rebuliço, e não é de agora, com a perspectiva de distorcer fatos históricos. Um deles é o episódio circundante ao 31 de Março de 1964. Ora, se não há justificativa para a comemoração daquela data histórica, onde se encontram as do 21 de Abril, 7 de Setembro, 15 de Novembro e outras datas históricas. Estas nos levam a memorizar fatos aparatosos. É procedimento comum de cidadãos civilizados e que amam sua pátria. Não soa falsamente : “Brasil, Pátria Educadora”? Mas, o que se vê, nos últimos anos, é uma flagrante tendência de rumar ao caos. Isso porque, ao contrário de educar, fazem de tudo para que o nível de incivilidade — recrudescente na infância e juventude brasileira — aumente. Não têm família, as mães os ignoram, não têm pátria… E a Escola? Nessa sexta-feira (29), chamou atenção, um texto divulgado pela emissora de rádio, ao destacar que: Arthur Xexéo e Astrid Fontenelle criticam a intenção do presidente Jair Bolsonaro de comemorar o golpe de 1964. Eles avaliam que, apesar de ele ter voltado atrás, o estrago já tinha sido feito. “Presidente conseguiu o que queria, que eram as pessoas dizerem nas redes sociais que não houve golpe. […] Hoje estamos aí ouvindo versões de que não houve ditadura”. Os dois ressaltam a importância de lembrarmos do que aconteceu para tentar não repetir. “O que o presidente fez foi descredibilizar o acontecimento”. O(a) caro leitor(a) poderá ouvir o que foi dito pelos comentaristas (lembrando que a jornalista nasceu três dias antes o episódio em questão; o escritor em 1951): Muitas notícias, nesse diapasão, foram publicadas pelos diversos órgãos da rede de comunicações. Porém, não se sabe ao certo, quem descredibiliza os fatos históricos? Quando e por que foram descredibilizados? Empreendeu-se, então, numa pesquisa, on line, em busca das informações publicadas. Primeiros, nos dois jornais de maior circulação no Brasil. Depois, nas duas revistas, com igualdade daqueles dimensionamentos. Sobre o 31 de Março de 1964, há muitas informações publicadas, nos jornais — O GLOBO e Folha de S. Paulo — e nas revistas — O Cruzeiro e Manchete.Em seguida, encontrou-se, naquelas agências de notícias: No Jornal O GLOBO No acervo de O GLOBO, há fatos incontestes publicados nos dias 31 de março, 1º e 2 de abril de 1964. Dia 31 de março de 1964 No editorial do último dia de março, foi publicado A Nação Unida às Forças. Nele, há o reconhecimento da real situação que permeava a Pátria Brasileira, prestes a se tornar uma nação comunista, no sentido esdrúxulo e repugnante. Felizmente, brasileiros valorosos se posicionaram em defesa do Brasil. Dia 1º de abril de 1964 No dia seguinte ao 31 de Março de 1964, não houve a impressão de O GLOBO, segundo as explicações descritas na imagem seguinte: Dia 2 de abril de 1964 Na publicação do dia 2 de abril, há, de fato, informações sobre as duas publicações citadas anteriormente. Em a Violência contra “O Globo”, há informações da chegada de 30 fuzileiros navais comandados capitão-tenente. Segundo a notícia, era “Educado, mal ocultando o seu constrangimento em cumprir a ordem absurda. Depois, aconteceu a chegada do — cognominado truculento — almirante Aragão. Do mesmo modo, publicou-se o Ressurge a Democracia! Mas, o Editorial previsto e não publicado no dia 1º de abril de 1964, foi publicado no dia seguinte. Denominado A Decisão da Pátria, encontra-se na terceira página de O GLOBO do dia 2 de abril de 1964, conforme apresentado em seguida. Grosso modo, o Editorial “imposto” e o elaborado pelo matutino são divergentes apenas nas palavras usadas. Têm igual teor. Ambos enaltecem a pronta ação para dar um basta na incompetência que rondava a Presidência da República Federativa do Brasil, prestes a ruir. Jornal Folha de S. Paulo São expostos, em seguida, da Folha de S. Paulo, as publicações do dia 1º de abril de 1964. Primeira publicação No Rio de Janeiro, no dia seguinte ao 31 de Março de 1964, houve violência generalizada, publicou O GLOBO. No Jornal Folha de S. Paulo, no dia 1º de abril de 1964, publicava-se: Calma é completa no Estado de São Paulo e Não há Separatismo em Minas, diz Magalhães. Publicaram, então. sem qualquer constrangimento, outras notícias sobre o acontecimento Segunda publicação Em consequência disso, quanto destaca a Politica na opinião alheia, a Folha de S. Paulo não menciona O GLOBO. Nas opiniões, há convergência de pensamentos, inclusive, nos destaques do Discurso infeliz; Brasil continua e Confiança, apesar de tudo. Neles, há sintonia fina, com as notícias divulgadas pelo jornal carioca. Terceira publicação Aos fatos expostos, acrescem-se os apresentados na imagem seguinte, onde se vê mais considerações sobre os desmandos do Presidente da República daquela época. Contra as situações descabidas e indesejáveis, o Presidente forçou a tomada de decisão do Comandante da 4ª Região Militar – general de divisão Olímpio Mourão Filho, que se declarou “o mais humilde soldado”, a serviço da Pátria Brasileira. E, na mesma direção, o The New York Times publicara sobre a Política do Brasil à Beira do caos. Na Revista O Cruzeiro Os fatos publicados pelo O Cruzeiro não descredibiliza aquilo que foi publicado pelos jornais citados. Há porém, um artigo citado numa postagem deste Pontopm, que é direcionado, ao que parece, com a finalidade de descredibilizar aquela Revista. Daquele artigo, transcreve-se o seguinte: Durante a análise do discurso da revista O Cruzeiro, foi possível identificar sentidos que se reproduzem, se repetem, se (re)significam ainda hoje, através dos grandes meios de comunicação. As forças políticas que agiram ativamente na deposição do presidente João Goulart atuavam em benefício do capital estrangeiro, criando um distanciamento moral com aqueles que se atreviam a questionar esse modelo de sociedade. O discurso de O Cruzeiro que, além de conservador, na maior parte dos casos, se mostrou preconceituoso e agressivo, resulta de uma memória discursiva na qual o mundo estaria dividido em dois extremos – de um lado o capitalismo (sistema político considerado ideal) e, de outro, o comunismo (considerado antidemocrático e, portanto, prejudicial). É o que a doutrina persa
Marinha do Brasil e Polícia Militar Baiana: juntas na proteção integrada
Ações de proteção integrada estão na Ordem do Dia da Marinha do Brasil (MB) e a Polícia Militar da Bahia (PMBA). Nesse sentido, os Comandos do 2º Distrito Naval e da PMBA firmaram, na última segunda-feira (25), um Acordo de Cooperação Técnica. A diretriz definida naquele documento tem “o propósito de estabelecer apoios mútuos voltados à coordenação e ações integradas no tocante ao desenvolvimento de novas tecnologias no âmbito da Defesa”. Outras orientações implementadoras do Acordo de Cooperação, encontram-se definidas na imagem do Convite abaixo, divulgada no portal Tecnologia&Defesa. A proteção integrada é desejada e esperada pelos cidadãos e suas comunidades. Consiste no esforço dos órgãos de defesa e segurança, preconizado nas orientações da #Polícia4.0. Indispensável ao desenvolvimento e atividades dos empreendimentos da Indústria 4.0, a proteção integrada, de modo semelhante, terá suas ações suplementadas pela tecnologia. Vejam o exemplo dos grandes eventos realizados nos últimos anos, nas principais localidades brasileiras! Com efeito, as corporações militares citadas dão bom exemplo. Demonstram-se compromissadas com a proteção integrada. Buscam resoluções de problemas comuns, a fim de protegerem as pessoas e comunidades baianas. Neste gesto singular, avançam a liderança gestora. Viabilizam mais e melhores apoios aos liderados, responsáveis pela execução. Isso porque, conforme descrito no convite citado, aqueles comandantes, acordaram desenvolver uma: estruturação de uma logística de produção e otimização dos processos, com foco nos avanços tecnológicos na área de prevenção e repressão a ilícitos penais (…) voltados às áreas de logística, comunicação, recursos humanos, inteligência, tecnologia da informação, modelagem computacional, mecatrônica, materiais e tecnologias autônomas, entre outras. Veja nas fotos seguintes, os momentos registrados na celebração do Acordo de Cooperação Técnica de proteção integrada. Com as informações do portal Tecnologia&Defesa.
“Turnê Clube da Esquina”
As canções nasceram em terras mineiras. Foram buriladas, no Clube da Esquina, desde os idos de 1972. Novamente, os belorizontinos — ou você que se encontra na cidade — poderá ouvi-las. São canções dos “álbuns ‘Minas’ e ‘Gerais’ cantadas pelos notáveis do Clube da Esquina. As apresentações, conduzidas por Milton Nacimento,o Bituca, ocorrerão no Palácio das Artes nos 28, 30 e 31 de março. para apresentar a turnê inédita “Clube da Esquina”. A apresentação desta quinta-feira (28) será às 21h30min. As de sábado (30) e domingo (31)ocorrerão respectivamente às 21h e 19h, no Palácio das Artes – Av. Afonso Pena, 1537 – Centro. Na semana passada, o espetáculo do Clube da Esquina foi em Juiz de Fora. Lá, onde iniciou a Turnê Clube da Esquina, o cantor afirmou, numa entrevista ao Jornal Estado de Minas que: Começar um show novo nunca é uma coisa tão simples.Mas confesso que nunca me senti tão bem no início de uma turnê como estou me sentido agora. Todo mundo estava na mesma sintonia e a coisa funcionou tão bem que não vamos mudar praticamente nada.Outro lance muito importante neste início foi a presença do Samuel Rosa no primeiro show. Além de ter feito uma participação surpresa, ele deu o maior apoio para a gente. O Samuel Rosa não existe, é um cara muito especial. Nesse caso, Milton ressaltava as músicas — Trem azul e Paula e Bebeto — cantadas por Samuel Rosa, vocalista e guitarrista do Skank, que assim manifestou: Ter sido chamado me mobilizou emocionalmente ainda mais para uma estreia de uma turnê tão importante, que joga luz num ponto tão primordial da carreira do Milton. Foi catártico, um dos principais momentos da minha carreira. A turnê Clube da Esquina continua, então, nesses três dias, em Belo Horizonte. Assim, o público que comparecer, no Palácio das Artes, ouvirá Milton Nascimento com o seu primoroso repertório.
A FOGUEIRA DAS VAIDADES
Brasil acima de tudo! Não é apenas uma exclamação com viés patriótico ou publicitário, mas uma imposição para todos nós. A população foi às ruas pedir mudanças, votou e conseguiu mudar radicalmente o executivo, no legislativo a câmara teve a segunda maior renovação de sua história, 52% de novos deputados e no senado, nunca houve uma mudança deste porte, de cada 4 senadores que tentaram a reeleição, 3 não conseguiram ou seja 82%. O judiciário vem se tornando a “bola da vez” nos protestos de rua, mais por decisões de cunho corporativista, que inapetência judicial. Aqueles que buscam corrigir os rumos jurídicos através de decisões políticas açodadas, concorrem ainda mais para a instabilidade administrativa. O lema Brasil acima de tudo acaba sendo atropelado em função de uma quebra de braço entre poderes constituídos. Projetos urgentes e de interesse inquestionável deixam de tramitar, questionamentos jurídicos se amontoam nos tribunais, imprensa ativa e cobrando as mudanças prometidas, ameaças de greves e intolerância de todas os lados. Para as novas gerações, aquilo que Jânio Quadros chamou de forças ocultas, salta aos olhos da nação com personagens bem definidos em todos os poderes e identificados pela população porque buscam, a todo momento, usar de prerrogativas afim de impedir conquistas para muitos em detrimento de poucos. A harmonia entre os poderes é fundamental para a governabilidade e desenvolvimento da nação. Deixo para reflexão a advertência feita há 160 anos pelo presidente dos EUA o republicano Abraham Lincoln: O campo da derrota não está povoado de fracassos, mas de homens que tombaram antes de vencer.
SESSÃO FESTIVA DA MESAMARIANO.
A Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – MesaMariano realizou marcante Sessão Festiva, no Auditório da Fundação Guimarães Rosa – FGR (Rua das Chácaras, nº 210, Bairro Mantiqueira / Venda Nova, Belo Horizonte-MG), às 10h de 22 de fevereiro de 2019. A pauta de referida reunião epistêmica celebrou dois núcleos relevantes: a comemoração do Nono Aniversário de Instalação da MesaMariano e a posse do Jornalista-Acadêmico Renato Fragoso – da Academia Bom-Despachense de Letras e Editor do Cidade’s.com – na categoria epistêmica de Acadêmico-Honorário do dito Silogeu de Erudição e Humanidades. Conduzida pelo Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro e cerimonializada pela Secretária e Mestra de Cerimônias Fernanda Ramos Amâncio, a Sessão obedeceu a parâmetros cívicos e socioliterários compatíveis com os dois citados núcleos relevantes. Ao Expediente Epistêmico João Bosco de Castro acrescentou pedido de apoio à Fundação Guimarães Rosa para a realização de Sessão Festiva de Homenagem da MesaMariano ao Cinquentenário de Formatura dos Aspirantes a Oficial de 1969 titulados pelo Curso de Formação de Oficiais do Departamento de Instrução (atual Academia de Polícia Militar) do Prado Mineiro. O Superintendente-Geral da Fundação Guimarães Rosa e Presidente do Conselho-Diretor da MesaMariano, Acadêmico Epistêmico Pedro Seixas da Silva, acolheu o pedido apresentado por João Bosco de Castro, para execução no calendário festivo da mencionada Turma de Aspirantes, coparticipativamente com programação capitaneada pelo Acadêmico Epistêmico José Xisto da Silva Barros. Juramentado e empossado Acadêmico-Honorário da MesaMariano, o Jornalista-Editor Renato Fragoso, adequadamente diplomado e condecorado, assinou Termo Academial de Posse e proferiu discurso elegante e sumoso, em cujo conjunto morfossintático excelente se constatam ideias bem-tecidas e adequadas ao nível de erudição exigível aos Integrantes da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano. O texto admirável de Renato Fragoso condensa domínio filosófico e histórico-sociológico da realidade acoplado à maciez poética da vida bom-despachense e à metaforização pictórica de vultos populares da Cidade-Sorriso, como João Sapato, Romeu das Latinhas e outros Encantadores das Cercanias da Biquinha. Em tal fala também sobressaiu a linguagem afetiva de Fragoso, o Bruxo Bom-Despachense, a respeito de seus Familiares e Amigos, a par das amáveis referências ao Sétimo Batalhão de nossa Força Pública, a cujos misteres se dedicaram seu Pai, Sargento Davi Fragoso, seus Irmãos, Tenente-Músico Juraci Campos Soares e Cabo-Corneteiro Pedro Fragoso, e seu Vizinho notável, o Cabo Belmiro Alves de Oliveira, exímio Fotógrafo e Pai do Coronel Daniel Alves de Oliveira. No coroamento magistral de seu Discurso de Posse, Renato Fragoso confessou-se laureado de poder compor um Sodalício Epistêmico da envergadura da MesaMariano e reafirmou-se comprometido com honrar a autenticidade e o renome academiais de referida Oficina de Saberes e Humanidades. Clique aqui, para ler o Discurso de Posse do Acadêmico Rentao Fragoso. O Presidente João Bosco de Castro tomou a palavra em prol da celebração do Nono Aniversário de Instalação da MesaMariano e deu relevo justo aos Próceres da Fundação dessa Casa de Construção Epistêmica e Literária: Coronéis Márcio Antônio Macedo Assunção, Ricardo Santos Ribeiro e Álvaro Antônio Nicolau, ombreados com o Tenente-Coronel-Capelão Samuel Sérgio Drumond. Nas Efemérides Epistêmicas, João Bosco de Castro louvou o insigne Vulto do Filólogo e Folclorólogo Ayres da Matta Machado Filho e do Poeta-Príncipe da Lusofonia Luís Vaz de Camões, cujas Obras consolidam o viço gramatical, estilístico e estético da Língua Portuguesa. O Presidente João Bosco de Castro agradeceu a todos os Copartícipes dessa Festiva Sessão Epistêmica – especialmente aos Filhos do novo Acadêmico-Honorário Davi Renato e Luana Fragoso, à Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro, ao Coronel Wínston Coelho Costa, às ativas Neide Corgozinho e Fernanda Ramos Amâncio, e aos Acadêmicos e Acadêmicas do Quadro Epistêmico – e encerrou os trabalhos da vigorosa Oficina Epistêmica de Mesa vinculada à Fundação Guimarães Rosa. Belo Horizonte-MG, 22 de março de 2019.
Qual é o por que de “É uma barbaridade”?
Aconteceu o que já era esperado. Foi, na manhã desta quinta-feira (21), o início da queda dos denominados “caciques do MDB”. Um deles foi conduzido pela Escolta da Polícia Federal. A mídia nacional e internacional divulgou tudo. Uma das primeiras notícias veiculadas foi, certamente, a destacada a seguir, onde o preso declarava ao repórter que era “uma barbaridade”. Na chegada da escolta, com o preso, no Aeroporto de Guarulhos, verificou-se, momentos antes de desembarcá-lo, a ação de uma ligeira pessoa. Assim, conforme se vê num vídeo publicado pelo EL PAÍS, parece que houve a tentativa de preservar-lhe a imagem, pois tratava-se, segundo o preso, de uma barbaridade. Na notícia publicada daquele Jornal, encontra-se a seguinte explicação: O mandado de prisão foi expedido pelo juiz federal Marcelo Bretas, responsável pela operação na 7ª Vara pelo Rio de Janeiro. Também foram presos o ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência de Temer, Moreira Franco (MDB), e o Coronel Lima, homem de confiança do ex-presidente. A prisão tem relação com a operação Radioatividade, um desmembramento da Lava Jato, que apura o pagamento de propina nas obras de construção da Usina Nuclear de Angra 3. Porém, chama atenção a frase dita pelo preso ao repórter: “É uma barbaridade”! Isso porque, nas imagens divulgadas, nenhum momento noticiou-se qualquer “Ação própria de bárbaro; barbaria; crueldade”. No dicionário Caldas Aulete, há as seguintes explicações o substantivo dito pelo preso e conduzido, segundo o Mandado de Prisão Temporária dele e de outros acusados. (bar.ba.ri.da.de)sf. 1. Ação de bárbaro; BARBARIA; CRUELDADE; DESUMANIDADE: Nas guerras cometem-se barbaridades. 2. Condição em que vivem povos ditos não-civilizados; BARBARIA 3. Ação ou dito absurdo, incoerente, contrário à razão; INÉPCIA; DISPARATE; CONTRASSENSO: É uma barbaridade derrubar essas árvores: É melhor ficar calado do que dizer barbaridades.interj. 4. Bras. S. Expressa surpresa, espanto. [F.: bárbaro + -(i)dade.] Mas, para o Doutor Michel Temer, deve haver muitas explicações para o vocábulo barbaridade, a exemplo de algumas postagens publicadas neste Pontopm. Com as informações das fontes destacadas acima.
Doutorando no Instituto Universitário de Lisboa
A Equipe Pontopm recebeu a notícia de nova conquista do Coronel da PMMG, Sérgio Henrique Soares Fernandes. Trata-se da admissão, em primeiro lugar, ao Doutoramento em História, Estudos de Segurança e Defesa. As atividades acadêmicas do novel doutorando serão desenvolvidas no ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa . O Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) foi criado pelo Decreto-Lei n.º 522/72. Depois, Estabelecimento de Ensino foi integrado à Universidade Nova de Lisboa, segundo o Decreto-Lei n.° 402/73. Posteriormente, o “Decreto-Lei n.º 95/2009, de 27 de abril, o ISCTE transformou-se numa instituição de ensino superior pública de natureza fundacional, nos termos da Lei n.º 62/2007, de 10 de setembro, denominando-se, a partir de então, ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL) [O antigo acrónimo ISCTE deixou de possuir significado desde essa data, sendo mantido agora apenas como uma marca. ]. No primeiro mês de 2018, o Jornalista João Bosco de Castro escreveu, neste Pontopm, que “Conhecimento não tem Pátria”. Relatou a respeito da brilhante carreira do Coronel Sérgio Henrique Soares Fernandes. Cuidou de frisar a trajetória acadêmica daquele oficial que, à época, transferia-se com sua família para Portugal. Na parte final da postagem, aquele autor destacou: Perde-o o Brasil. Ganha-o Portugal, para o gáudio das Ciências Militares, Policias e Gestoriais, pois conhecimento não tem pátria… Assim, cumpriu-se aquilo que foi descrito por João Bosco. Neste mês de março de 2019, conforme se vê na Ata n.°2 , do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). O nome do Coronel Sérgio Henrique Soares Fernandes encontra-se entre os selecionados à 1ª fase de candidaturas 2019/2020. Por esse motivo, apresentamos, àquele oficial, nossas congratulações, pela brilhante conquista. Estimamos profícuos sucessos acadêmicos, durante sua estada no ISCTE-IUL.
Polícia ostensiva na Caatinga
A Caatinga, segundo a fonte destacada “é um bioma exclusivamente brasileiro e compreende cerca de 11% do território nacional e 70% da Região Nordeste.” Nela, há grande biodiversidade, com fauna e flora específicas. A Caatinga brasileira (foto abaixo) é encontrada nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Maranhão, Alagoas, Pernambuco, Sergipe, Bahia e Minas Gerais. Para melhor compreensão da Caatinga (Do tupi Kaa’tinga, “idem”, de ka’a, “mato” + ‘tinga, “branco”.), lei o “mapa mental” encontrado na fonte destacada acima. O exercício da polícia ostensiva e preservação da ordem pública naqueles estados, onde se encontra a Caatinga, constitui um dos desafios para aquelas Instituições Militares Estaduais. As ações e operações, na caatinga, podem e desem ser suplementadas, com a moderna tecnologia policia — como é o caso das aeronaves, drones — existente na maioria das IME. Porém, a despeito dos desafios, as IME com responsabilidades territoriais na caatinga brasileira, desenvolvem esforços, a fim de cumprir os mandamentos legais que lhes competem. Exemplo disso aconteceu na Polícia Militar do Estado de Sergipe (PMSE), onde se vê que no “início da tarde desta quarta-feira, 27, a Companhia Independente de Operações Policiais em Área de Caatinga (Ciopac) formou 20 novos ‘Guerreiros de Caatinga’”. O evento policial militar, da cerimônia de “formatura ocorreu na Fazenda São Luiz, localizada no município de Poço Redondo, Alto Sertão sergipano.” No destaque da notícia publicada no portal daquela IME, encontra-se que: Após 10 dias de instruções intensas sobre as Características Operacionais da Área de Caatinga, Primeiros Socorros e Ofidismo, Combate Rural e Patrulhas na Caatinga, Tiro Policial, Orientação e Navegação, Marchas na Caatinga, Técnicas de Sobrevivência, Busca e Salvamento e Operações Ribeirinhas, 20 dos 64 candidatos matriculados resistiram bravamente até o final e conquistaram o brevê dos ‘Guerreiros de Caatinga’. Entre os formandos 15 são policiais militares de Sergipe, dois policiais civis de Sergipe e três policiais militares dos estados de Alagoas, Piauí e Tocantins. Veja abaixo o rol de fotografias do evento mencionado. Com as informações das fontes citadas acima
