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A CONSTRUÇÃO DE “UMA IDENTIDADE PROSPECTIVA”

A construção de “Uma identidade Prospectiva” é apresentada por Sérgio Fernandes, Coronel Veterano da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), num Seminário organizado pela A Faculdade Minas Gerais (FAMIG) e a citada Instituição Militar Estadual. No vídeo abaixo, “em apertada síntese”, segundo o Policiólogo e Escritor, você conhecerá algumas etapas do desafiador caminho da arte de prospectar. No entanto, se você deseja prospectar, gerir e comunicar — as atividades organizacionais básicas, notadamente, daquelas empenhadas na polícia ostensiva e preservação da ordem pública —, sugiro a você ler a Polícia e futuro: identidade orientada por cenários e desenvolvimento organizacional, o Livro mais recente de Sérgio Fernandes (link abaixo). O Livro foi lançado no ano passado, segundo postagem publicada neste PontoPM. Veja o vídeo e deixe seu comentário! Polícia e futuro: identidade orientada por cenários e desenvolvimento organizacional

AÇÃO POLICIAL MILITAR BEM-SUCEDIDA NO RIO DE JANEIRO

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A Ação Policial Bem-sucedida no Rio de Janeiro foi o tema do Editorial de O Globo, neste 13 de março de 2024, ao destacar que o “Sequestro de ônibus expõe dilemas da segurança pública”. Enfatiza, ainda, que a “Polícia fez trabalho exemplar, mas atirador deveria estar preso por não usar tornozeleira eletrônica”. Ambos os temas “dilemas da segurança pública” e ação policial exemplar compõem o contraste do pano de fundo da publicação. Quais dilemas da segurança pública evidenciados? Um deles foi assim relembrado, durante a ocorrência de 24 anos atrás. “O desfecho contrasta com o trauma do sequestro do ônibus 174, em junho de 2000 — uma tragédia de erros. Na ocasião, uma professora mantida como refém acabou morta, e o bandido morreu asfixiado no carro da polícia.” Na CNN Portuguesa, encontra-se o seguinte vídeo: Outros dilemas da segurança pública foram assim descritos: “(…) as falhas graves que permitiram ao criminoso consumar o sequestro. Ele não deveria estar ali, mas numa penitenciária. Já havia sido preso em 2019 por assaltar passageiros de um ônibus no Rio com uma arma falsa. Foi condenado a nove anos e quatro meses em regime fechado. Depois de dois anos, acabou beneficiado com a progressão de pena para o regime domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica. Uma vez livre, deixou de usá-la. Por seis vezes, a Secretaria de Administração Penitenciária alertou a Vara de Execuções Penais sobre a situação irregular, mas a Justiça só decidiu devolvê-lo à cadeia depois do sequestro. (…) Outra questão evidente é a facilidade com que o bandido entrou no ônibus armado. Ainda que, diferentemente dos aeroportos, a lei não obrigue o uso de detectores de metal antes do embarque em ônibus, o assunto deveria ser discutido entre autoridades de segurança e gestores do terminal. Qualquer passageiro armado, exceto agentes da lei, traz risco óbvio a um local por onde circulam milhares de pessoas. O caso que deixou o país sobressaltado expõe mais uma vez os dilemas enfrentados pelo Brasil para combater a violência. (…) Mas o importante é impedir que episódios assim aconteçam, porque o desfecho poderia ter sido outro. Ainda que os reféns tenham sido libertados em segurança, um profissional que viera ao Rio fazer treinamento para assumir um novo cargo na Petrobras foi baleado e luta pela vida. Não é aceitável que bandidos perigosos circulem livremente por aí quando deveriam estar encarcerados. Pode-se discutir a leniência da legislação penal, que abre brechas a situações desse tipo. O mínimo a exigir, porém, é que as leis em vigor sejam cumpridas.” A ação da polícia foi caracterizada nos momentos descritos a seguir: Os vídeos abaixo mostram a situação de controle da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Eis as considerações descritas no Editorial do Globo (…) Do início ao fim, a ação da polícia seguiu todos os protocolos recomendados. A rodoviária, por onde circulam 30 mil passageiros diariamente, foi desocupada após a chegada dos agentes, e o trânsito interrompido no entorno. Policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), a tropa de elite da PM, e de outros quartéis cercaram o terminal. Atiradores ficaram a postos em pontos estratégicos, mas não precisaram disparar. As negociações foram tensas, e o sequestrador atirou várias vezes contra os policiais. Depois de três horas, porém, ele se entregou, e os reféns foram libertados. O criminoso foi levado para uma delegacia, como manda o manual. É verdade que a polícia fez um ótimo trabalho. (…) A ação bem-sucedida, no entanto, não encobre (…) Os dilemas da segurança pública são casos sérios. Não são políticas de governo. São políticas de Estado capazes de descentralizar os recursos necessários aos respectivos executores. Os executores são os Estados e o Distrito Federal, juntamente com os respectivos municípios. Mais uma vez, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, mostraram-se qualificados  a solucionar um conflito que teve reflexos internacionais. Com as informações, imagens e vídeos das fontes citadas.

DIA INTERNACIONAL DA MULHER!

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No Dia Internacional da Mulher, o Ponto PM homenageia aquele Mulher que decidiu se tornar uma profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Nesse contexto, encontram-se Mulheres Vitoriosas, nos diversos Municípios Brasileiros, de cada uma das 26 Unidades da Federação e do Distrito Federal. São Mulheres competentes que se comprometeram proteger pessoas, suas comunidades e seus patrimônios, mesmo com o sacrifício da própria vida! Nas suas atividades diárias, são Mulheres valiosas, no desempenho da gestão da liderança, coordenação e execução das atividades definidas anteriormente. Marcam presença, onde atuam,  nas atividades — auxiliares ou fim — quando  ocupam os espaços públicos, praças, avenidas, ruas e demais logradouros das cidades onde vivem. Nos seus afazeres policiais, deslocam-se em veículos — carros, helicópteros, motocicletas, barcos —; montadas em cavalos e a pé — ma companhia de um(a) parceiro(a) ou de cão ou cadela —, para o cumprimento da missão da Instituição Militar Estadual a qual pertencem. As Mulheres Policiais-Militares são Cunhadas, Esposas, Filhas, Irmãs, Mães, Noivas, Namoradas, Primas, Tias admiradas e dignas, honradas e amadas pelos seus respectivos parentes. No desempenho de seu saber profissional, demostram que são inteligentes, exigentes e firmes, mas nunca perdem sua docilidade feminina. São militares estaduais corajosas, decididas e valentes, na saga da proteção das pessoas, na contenção e na prisão e infratores da Lei vigente no Brasil. Parabéns, Mulheres Policiais-Militares — Mulheres Valiosas e Vitoriosas — neste Dia Internacional da Mulher!  

ATUALIZANDO O TREM-BALA DE JAIR BOLSONARO

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Por Neimar Fernandes – Jornalista Parece que o “trem-bala” conduzido por Jair Messias Bolsonaro, vulgo Johnny Bravo, continua ultrapassando barreiras, mas os apitos e barulhos ficam por conta dos descontentes. Se o Tarcísio Gomes de Freitas não parar, agora é São Paulo que vai passar todo o Chile em infraestrutura. Se o Paulo Guedes não parar de assessorar, informalmente o Milei, nossa economia, em breve estará pedindo ajuda a Argentina, que com apenas 2 meses já atingiu o primeiro superavit dos últimos 12 anos. Se Ricardo Salles não parar de gritar, espernear e continuar a brilhante atuação como deputado federal, o mundo entenderá COMO respeitar a natureza de fato deixando os ambientalistas desesperados. Se Damares Alves não parar, pedófilos e estupradores entrarão em extinção…. todas as crianças terão a sua infância protegida e respeitada….e vamos ser referências mundiais no verdadeiro significado de Direitos Humanos. Marajó, nunca mais! Se Tereza Cristina não parar de lutar no senado, o agro vai conseguir respirar e vencer essa covardia oficial instalada. Se Jair Messias Bolsonaro não parar, ele fará toda a diferença em 2024 e em 2026, arrastando multidões para desespero dos manipuladores. Se o povo não parar de apoiar o Jair Messias Bolsonaro, teremos uma Direita liderando o conservadorismo mundial emparedando os globalistas. A Caravana passa., mas os cães já não são temidos e mordem cada vez menos. Eis que a esperança ressurge no coração da nação brasileira. 25 de fevereiro FOI GIGANTE e mostrou-se IRREVERSÍVEL. Tomara que seja pelo bem, para contradizer o dito popular. A mão armada e o braço forte, estão contundidos, mas começando a sentir um misto de dor e necessidade de cura. Na obra de Hannah Arendt, o momento em que a ficção construída pelo regime se torna mais visível é justamente quando o movimento encontra seu fim. Sem a força da organização totalitária, a artificialidade do movimento se torna evidente.

OFICIAIS ACREANOS SERÃO FORMADOS NA ACADEMIA MILITAR MINEIRA

A Agência de Minas e outros órgãos da imprensa mineira noticiaram que oficiais acreanos serão formados na Academia da Polícia Militar (APM) do Prado mineiro. Os novéis Cadetes da Polícia Militar do Acre (PMAC) foram recebidos, no pátio da Academia da Polícia Militar da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Na solenidade de recepção, realizada na última terça-feira (27/2), estiveram presentes os governadores de Minas Gerais — Romeu Zema — e, do Acre, — Gladson Cameli —, acompanhados respectivamente dos Comandantes-Gerais da PMMG — coronel Rodrigo Piassi do Nascimento — e da PMAC — coronel Luciano Dias Fonseca. Ao longo de seus 89 anos de atividades acadêmicas, a APM formou e especializou oficiais da maioria dos Estados Brasileiros e Países da América do Sul. Dentre eles, alguns comandaram suas respectivas Instituições Militares Estaduais. Na convivência diária, durante o período acadêmico, criam-se laços fortes de amizades duradouras. Sobre a parceria da formação da futura liderança da polícia ostensiva e preservação da ordem pública do Estado Acreano, os participantes do evento assim manifestaram: Governador de Minas Romeu Zema: “É um orgulho muito grande estarmos participando da formação daqueles que, no futuro, vão comandar a Polícia Militar do Acre. É uma satisfação muito grande também ter essa parceria entre os dois governos. A Polícia Militar de Minas Gerais é um dos grandes orgulhos dos mineiros e eu tenho certeza que sairão muito profissionais exemplares para o estado (…). É sempre uma felicidade muito grande participar de um ato na Polícia Militar. Eu me identifico muito com uma instituição que preza pela disciplina e ética. Só se constrói uma sociedade melhor com esses princípios”. Governador do Acre Gladson Cameli: “Quem mais se beneficiará com uma iniciativa como essa será a população acreana. Essa união entre as PMs de Minas e do Acre, que acontece através desse curso, é um exemplo a ser seguido por outros estados. Por isso, agradeço de coração ao governador de Minas, Romeu Zema, e ao comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Rodrigo Piassi” Comandante-geral da PMMG coronel Rodrigo Piassi: “Para a Polícia Militar de Minas Gerais, é uma honra receber cadetes da Polícia Militar do Acre contribuindo, assim, com a segurança pública do Brasil”. Tenente-coronel Lúcio Ferreira da Silva Neto, comandante da Escola de Formação de Oficiais (EFO) “É uma responsabilidade enorme. São eles que carregarão o nome da Polícia Militar de Minas Gerais para o Acre. Então, para nós é uma honra muito grande e uma responsabilidade muito grande, pois eles deixaram as suas famílias e vão ficar integralmente a disposição da polícia mineira” Cadete Ligia Keetly Silva Alexandrino Chalub, da PMAC: “Receber a notícia que teríamos a oportunidade de nos formar na escola bicentenária de formação de oficiais aqui de Minas Gerais foi de extrema felicidade. É uma honra muito grande fazer parte dessa história, pois a academia de Minas Gerais é conhecida nacionalmente pela sua excelência na formação de oficiais. É um desafio para nós deixar nossa família, nossos lares. Isso é um compromisso nosso com o estado do Acre e Minas Gerais” Cadete Luana Nogueira Sampaio, da PMAC: “Foi uma viagem necessária. É muito gratificante estar vivendo isso. Vamos passar três anos longe da família, mas estamos vivendo um sonho. Buscamos isso e agora estamos conseguindo realizar”. Cadete Diogo Victor de Oliveira, da PMMG: “É um momento ímpar essa integração com a polícia do Acre. A segurança pública é prioridade em todo país, por isso, é uma alegria muito grande poder estar recepcionando outros militares e ajudando eles a se formarem” Estimamos, aos cadetes e graduandos, muitas felicidades, nesse tempo de vida acadêmica.   Com as informações da Agência Minas e imagens de Cristiano Machado / Imprensa MG.

LIÇÕES DE MESTRES: PAULO GUEDES

Nas Lições de Mestres, Paulo Guedes se posiciona, diante do questionamento: Como um BRASILEIRO POBRE muda de VIDA e FICA RICO? O notável executivo e experiente Professor expõe, com excelência, lições de ECONOMIA, FILOSOFIA E POLÍTICA. Antes de assistir ao vídeo, leia a proposta dos autores de Os Sócios Podast — na seguinte descrição: “Já imaginou comparar o mercado econômico a um ecossistema com diferentes “espécies”, todas buscando evoluir e se adaptar, como a própria natureza o faz? Extrapolando os conceitos da economia e permeando a filosofia e infindáveis campos correlatos da ciência, o convidado de hoje vai te conduzir a encontrar semelhanças do comportamento econômico da sociedade em descobertas muito antigas que moldaram o conhecimento que existe hoje. Afinal, a riqueza e a prosperidade de uma nação são resultado de sistemas de aprendizado milenares que evoluíram ao longo dos séculos conforme se tornam ciência e se aproximam da verdade – embora, segundo Xenofonte, nem aos deuses é assegurado conhecê-la. Mas como, a partir do método cientifico e da filosofia, entender de fato um ambiente econômico de uma nação? Como comparar átomos com indivíduos, massas de indivíduos e sociedades pode te ajudar a compreender o funcionamento do Mercado e aplicar isso em seus investimentos? É possível construir um ambiente político ideal? O que comporta uma nação com tantas divergências? Para responder estas e muitas outras perguntas, convidamos Paulo Guedes para o episódio 153 do podcast Os Sócios. Falaremos sobre filosofia e conhecimento, evolução da sociedade, qual é a diferença entre ciência politica e doutrina politica, como saber qual é verdadeira teoria e aplicá-la diante de crises econômicas e muito mais.” Com as informações de Os Sócios Podcast.

COMANDANTES DO 7º BATALHÃO EM BOM DESPACHO – GALERIA DE RETRATOS

O 7º Batalhão da Polícia Militar (7º BPM) de Minas Gerais (PMMG) realizou uma cerimônia de Inauguração do Retrato na Galeria de Comandantes do 7º Batalhão. Ao evento, compareceram os Comandantes da 7ª Região da PMMG — Coronel Wemerson— o Comandante da Academia da PMMG — Coronel Eugênio Pascoal da Cunha Valadares —, filho do saudoso veterano, Tenente Coronel José Geraldo da Cunha Pinto. Encontravam-se presentes o comandante do 7º BPM — Tenente Coronel Luciano Antônio dos Santos — e a senhora Marlene Valadares Cunha viúva do Oficial Veterano homenageado e mãe do Comandante da APM. Pelo 7º BPM, a homenagem foi assim noticiada: “Na manhã desta quarta-feira (21/02), no Gabinete do Comando do 7º Batalhão, em Bom Despacho, aconteceu a solenidade de Inauguração do Retrato na Galeria de Comandantes da Unidade. A cerimônia foi presidida pelo comandante da 7ª Região da Polícia Militar, Coronel Wemerson Lino Pimenta e contou com presenças ilustres, dentre elas do prefeito da cidade Doutor Bertolino da Costa Neto, os vereadores Marquinho e Keke. Na corporação, a Galeria constitui a mais viva memória daqueles que contribuíram para a construção de sua história. Neste ato, o Tenente Coronel José Geraldo da Cunha Pinto (in memoriam), que comandou o Machado de Prata de 25/05/1992 a 05/10/1992 e, enquanto Tenente, foi Diretor Pedagógico do Colégio Tiradentes Unidade Bom Despacho de 05/01/1976 à 28/08/1981; perpetuou junto àqueles que são ilustres para o 7º Batalhão de Polícia Militar o seu comando, deixando marcas de suas expressões maiores de seus valores pessoais e profissionais. (…) Numa demonstração de amizade e carinho da família do 7º Batalhão de Polícia Militar à senhora Marlene Valadares Cunha, viúva do saudoso Tenente Coronel José Geraldo Cunha Pinto e mãe do comandante da Academia de Polícia Militar, senhor coronel Eugênio, grande colaboradora e incentivadora das ações desenvolvidas pelo Tenente Coronel José Geraldo da Cunha Pinto, que recebeu das mãos da subcomandante da Unidade, Major PM Marianna Atatília Alves Costa um arranjo de flores.”     Nosso Jornalista-Responsável e Professor e Escritor e Poeta João Bosco de Castro foi convidado a comparecer ao 7º BPM de Bom Despacho. Respondendo ao convite recebido, João Bosco de Castro, manifestou assim seu agradecimento: “Boa-tarde, Prezada Majora Mariana Atatília… O Coronel José Geraldo da Cunha Pinto brilha no rol de meus melhores e mais autênticos Amigos, ao longo de muitas décadas de convívio social e policial-militar. Foi meu Companheiro de labutas lusofônicas, durante produtivas jornadas de Professor de Língua Portuguesa, especialmente no Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Bom Despacho. Em setembro de 1973, passei-lhe o cargo de Secretário deste monumentoso Educandário, do qual ele foi zeloso e brilhante Diretor-Pedagógico. Infelizmente, não tenho condições de honrar e prestigiar sua memória de notável Comandante do bravo e operoso Machado de Prata, porque estou em tratamento de Enfisema Pulmonar e, na manhã de amanhã, no horário da Cerimônia Magistral, estarei, aqui mesmo em Bom Despacho, em preparativos para um exame especial de imagem agendado para as 15h de depois de amanhã, no Hospital Madre Teresa/Belo Horizonte. Sairei daqui, na manhã de depois de amanhã, para tal protocolo de saúde e condução dos Trabalhos contidos na Pauta Comemorativa dos Quatorze Anos de Instalação da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano — MesaMariano, como Presidente do mencionado Sodalício de Saberes e Sabedoria, no Auditório da Fundação Guimarães Rosa — FGR, às 8h30mim da sexta-feira, 23.2.2024. Solicito a V. Sa. a atenção de apresentar ao digno Coronel Eugênio Pascoal da Cunha Valadares, sua Mãe Professora Marlene Cunha Valadares e ao respeitável Major Raimundo Pinto da Cunha esta minha justificativa. Parabéns respeitosos à Memória do Sublime Comandante Cunha, como Almenara da Galeria de Comandantes do Sétimo de Lery Santos! Bom Despacho-MG, 21 de fevereiro de 2024. João Bosco de Castro, Oficial Superior Veterano da PMMG e do Machado de Prata.” Nossos cumprimentos aos comandantes e autoridades presentes e aos demais convidados e familiares e companheiros de jornada o Oficial Veterano homenageado. Somos gratos a todos pela distinção e manifestação de apreço ao camarada Professor e Oficial Veterano da Gloriosa Instituição Militar Estadual do Alferes Tiradentes!

CORRENTE DA INSENSATEZ

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 Marcílio Fernandes Catarino (*)  Todos sabemos que o Brasil se estrutura, social e politicamente, em diversas instituições públicas e privadas. As primeiras criadas através de normas legais e mantidas pelo erário, com o objetivo precípuo de buscarem o fiel desempenho das funções essenciais do Estado e da Sociedade. As segundas, que exigem credenciamento em órgão público, são mantidas e administradas por pessoas físicas ou jurídicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, desempenhando papel importantíssimo nas diversas áreas do cenário social. De modo geral, um modelo comum a todos os países, “mutatis mutandis”.  Dentre as instituições públicas brasileiras, pedimos vênia para destacar, em especial, as Forças Armadas, com as três Armas que as integram: Marinha, Exército e Aeronáutica, cada qual concentrando seus esforços em seu campo de atuação, porém de forma coordenada e sinérgica.  Conforme preceitua o texto constitucional, “são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se a defesa da Pátria, à garantia dos Poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. (grifo nosso)  Seus feitos heroicos, registrados em diversos momentos da história pátria e regados com o sangue e suor de seus integrantes, em atos de patriotismo e bravura indômitos, encontram-se em narrativas emocionantes de inúmeras obras de escritores famosos, nacionais e internacionais.  Somem-se a esses episódios a inestimável contribuição que, de modo particular, vem o Exército Brasileiro prestando ao país, nos campos do desenvolvimento econômico e da integração nacional, com a construção de rodovias, pontes, assistência à saúde em áreas inóspitas e endêmicas, entre tantas outras atividades que não se inserem no bojo de suas atribuições constitucionais.  Ressalte-se, por oportuno, que as instituições, embora integradas por homens e mulheres, constituem um “ser” abstrato que paira acima do cidadão, garantindo que “um conjunto de regras básicas que disciplinam o Estado e a Sociedade prevaleçam e sejam respeitadas”, inclusive pelos próprios indivíduos que as dirigem.  Assim é o nosso glorioso Exército Brasileiro que, nos últimos meses, vem sendo alvo de uma corrente de manifestações nas redes sociais, ao meu juízo, inteiramente difamatórias e por via de consequência injustas, merecedoras do nosso repúdio por contribuírem tão somente para com o enfraquecimento da INSTITUIÇÃO.  Justificam os manifestantes suas atitudes ao atribuir a alguns comandantes da Força verdadeiras ações de “traição”, ao virarem às costas aos elevados valores institucionais e ao juramento prestado ante ao Pavilhão Nacional, por razões político-ideológicas.  Muitos deles, que se intitulam intelectuais e eruditos, deixando-se levar por impulsos emocionais e inconsequentes, através de análises superficiais e genéricas, exigindo que o Exército Brasileiro pegue em armas e “meta o pé na porta”, conforme jargão popular, o que mergulharia o Brasil num conflito de proporções e consequências imprevisíveis para todo o povo brasileiro. Certamente, tal aventura traria consigo tanta dor e sofrimento, que não contaria com o apoio de nenhum país democrático do mundo, além de abrir espaços para as investidas de diversos outros que sempre estiveram de olho nas imensas riquezas e potencialidades de nossa terra.  Mesmo que verdadeira a traição mencionada, por parte de alguns comandantes, não é razoável e muito menos justo condenar toda a Instituição. Ninguém amaldiçoa uma família inteira porque apenas um de seus membros se corrompeu, da mesma forma que ninguém joga todo o cesto de maçãs aos porcos, porque somente duas delas apodreceram.  A Nação Brasileira não seria o que hoje é sem o seu glorioso Exército, de cuja proteção jamais poderá prescindir. Assim como “tudo passa”, esses momentos sombrios em que está mergulhada – que na percepção de espiritualistas de diversas correntes se inserem nas profundas transformações por que passa o nosso Berço Cósmico, denominadas Transição Planetária – também passarão, revelando toda a sordidez e farsa que, por tanto tempo, nos oprime e sufoca.  Urge, pois, que os brasileiros verdadeiramente patriotas compreendam que todos, com maior ou menor proporção, somos responsáveis pela liberdade e soberania do nosso Berço Pátrio. Da mesma forma que todos nós, de um ou outro modo, por ação ou omissão, somos responsáveis por essa triste realidade que estamos vivenciando.  Que cada um faça, portanto, a parte que lhe cabe e nesse esforço se inclua a busca pelo resgate do prestígio e da credibilidade que o nosso glorioso Exército Brasileiro sempre teve junto à opinião pública e que, num futuro breve, possa ele mostrar e demonstrar para toda a Nação, uma vez mais, o seu real valor.  Que cada brasileiro use com sabedoria o seu livre arbítrio, ciente de que irá colher no porvir exatamente o que semeou.  Desperta Brasil.  Fev2024.  Coronel Veterano/PMMG – Aspirante 1970 

CRISE, MORAL E ÉTICA, NA IMPRENSA BRASILEIRA

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Com a ascensão da internet e a velocidade da propagação dos fatos, tornou-se imprescindível checar quaisquer informações e fontes a fim de evitar “barrigadas” ou “fake news”. Fazer jornalismo de verdade está cada vez mais difícil, sobretudo em um país onde os donos da comunicação, sequer são jornalistas. O que vemos, ouvimos ou assistimos diariamente nos deixa mais confusos do que informados. É muito difícil separar ideologia, militância ou subordinação quando se faz jornalismo com viés publicitário ou a serviço de uma causa. O verdadeiro jornalista tem paixão pela informação de qualidade e da forma mais rápida possível, corre em suas veias o sangue da opinião qualificada. Um veículo sobrevive da qualidade do material produzido e da capacidade de atrair verbas publicitárias. Nas últimas décadas essa equação vinha se equilibrando com 60% de verbas públicas e 40% de anúncios da iniciativa privada. No primeiro ano do governo Lula saltou para 75% pública e 25% privada. Passado um ano das escaramuças, os gigantes das comunicações lutam desesperadamente contra as quedas financeiras, agravadas pela audiência que também entrou em declínio e vem afugentado verbas privadas. Em 2023 o total de verba publicitária repassada pelo governo federal às emissoras foi pouco acima de 300 milhões de reais. Até outubro de 2023, este era o ranking: LULA (JANEIRO A OUTUBRO DE 2023) GLOBO: R$ 66.179.452,00 RECORD: R$ 16.481.784,00 SBT: R$ 13.333.066,00 BAND: R$ 5.685.711,00 REDE TV!: R$ 1.172.727,00 EBC: R$ 1.145.464,00 TV CULTURA: R$ 444.070,00 SONY: R$ 350.094,00 No mesmo período, o governo federal destinou R$ 78.650.240,00 para mídias digitais (portais, blogs e redes sociais). A situação não é diferente para jornais, revistas, mídias indoor e outdoor, que já consumiram mais de R$ 58.000.000,00. A Globo sempre se encontrava isolada na liderança, Record e SBT se revezavam em segundo lugar. Em 2018, o padrão se manteve. A Globo faturou R$ 5,93 milhões nos três primeiros meses do ano. Em segundo lugar ficou a Record, com R$ 1,308 milhão. Em terceiro ficou o SBT com R$ 1,1 milhão. Em 2019, o padrão mudou. Em primeiro lugar ficou a Record, com R$ 10,3 milhões. Em segundo, veio o SBT, com R$ 7,3 milhões. Em terceiro veio a Globo, com R$ 7,07 milhões. O leitor incauto pode pensar que o governo Bolsonaro triplicou a verba em relação a 2018, mas é preciso observar que mais de 60% desses valores foram pagamentos de contratos feitos no governo Temer. Durante todo o governo Bolsonaro, foram investidos R$ 289.586.740,00. Só em 2023, o governo Lula já gastou mais do que Bolsonaro investiu nos 4 anos de governo. A mesma imprensa que ajudou a derrubar o governo anterior, se locupletou com as benesses do novo governo. A fonte voltou a jorrar forte em troca de apoio irrestrito. Apostaram na eleição de um novo governo capaz de retomar os velhos padrões, forçaram uma polarização inexistente, na base do todos contra um, deixaram de lado o jornalismo e viraram meros distribuidores de peças publicitárias. Matérias não representam o que se vê nas ruas, institutos de pesquisas disparam números encomendados, revanchismo e ódio saltam aos olhos de grande parte de uma população atônita. Enquanto os mestres da administração e do marketing trabalham pela sobrevivência dos grandes, direcionando prioridades para os portais na internet, nós os pobres telespectadores ou leitores, sofremos com a baixa qualidade editorial proporcionada por um jornalismo tendencioso, vil e a serviço de pequenos grupos em detrimento de toda uma nação. O maior perigo dessa nova tendência está no instrumento que classifica as prioridades quando se pesquisa algo na internet. Denominado “PageRank”, o poderoso algoritmo de classificação do Google prioriza o número de cliques em uma determinada publicação, assim quanto mais cliques, mais destacada será a postagem, independente de qualquer valor científico, verdadeiro, ou de interesse público. Como não conseguem inverter essa equação lógica (audiência=credibilidade), veículos, políticos corruptos e escroques de todos os matizes, tentam enfiar goela abaixo de toda a nação o PL 2630/2020 que, a propósito de regular as redes sociais, ao contrário, impõe vigorosa CENSURA a todas elas. Querem, a qualquer custo, voltar a ter fonte de informação única, como na China, Coreia do Norte ou Cuba e sem abrir mão da vigorosa receita pública. Encerro com as palavras da Dama de ferro Margaret Thatcher: não existe dinheiro público, existe dinheiro do pagador de impostos.

CONTROLE ACIMA DA LEI É O QUÊ?

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No vídeo abaixo, há destaques interessantes aos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. O renomado Jornalista Alexandre Garcia expõe, entre outros tópicos, considerações sobre a nova lei brasileira que protege as crianças e os adolescentes. Sancionada e publicada nesse dia 12 de janeiro de 2024, a Lei 14.811: “Institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares, prevê a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e as Leis nºs 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos), e 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente).” Do teor da ementa legal, compreende-se que o Brasil não é “terra-sem-lei”. E, na esteira desse entendimento, com as alterações das normativas citadas, ampliam-se as proteções devidas às infância e juventude. A ação protetiva estatal ocorrerá nos espaços, real e virtual, reforçando que esse último, de igual modo, não é ambiência sem Lei. Nisso, a Lei 12.965, de 23 de abril de 2014, obtém mais um reforço ao enorme esforço de regulação das múltiplas relações efetivadas na Internet. Aqui, incluem-se as redes sociais e as pessoas que as utilizam, na multiplicidade de afazeres, legais e ilegais, como é o caso da Intimidação sistemática (bullying), inclusive a virtual ((cyberbullying)! Ir além do que a Lei Brasileira estabeleceu, salvo se para alterar preceitos estabelecidos, não seria uma perversidade com a Lei?     Com as informações das Leis: 12.965, de 23/04/14 e 14.811, de 12/01/24.

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