JOÃO BOSCO DE CASTRO RECEBE HOMENAGEM DO 15º BPM

O Tenente-Coronel Luciano Antônio dos Santos — comandante do Sétimo Batalhão de Polícia Militar (7º BPM), Unidade de Execução Operacional (UEOp) da Sétima Região de Polícia Militar (7ª RPM), da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) — noticiou os eventos festivos realizados na manhã da última segunda-feira (23). O Primeiro, foi a visita do seu colega do Curso de Formação de Oficiais (CFO) Tenente-Coronel — Adhynan Alves Rodrigues dos Santos — comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar (15º BPM), da PMMG. O outro evento foi a homenagem prestada pelo comandante visitante e comitiva a João Bosco de Castro, Oficial Superior Veterano da PMMG e Premiado Escritor e renomado Poeta. Os eventos realizados têm significados especiais para ambas as UEOp, além de reencontro dos seus comandantes, oficiais da Turma de Aspirantes de 2001 da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro. Deslocando-se, de Patos de Minas (sede do 15º BPM), seu comandante foi a Bom Despacho com o propósito de entregar, ao Oficial Superior Veterano, uma réplica do Estandarte de sua UEOp. Saiba mais sobre o Estandarte do 15º BPM, no vídeo abaixo, segundo a narrativa de João Bosco de Castro: Motivações semelhantes unem as UEOp e os homenageados citados. O Tenente-Coronel R. Santos “é filho do saudoso Subtenente R. Santos, que foi Chefe de Instrução do Tiro de Guerra 040006.00” e foi aluno do Colégio Tiradentes de Bom Despacho e recebeu das mãos do Colega comandante visitado uma réplica do Machado de Prata que simboliza o 7º BPM. João Bosco de Castro foi Diretor daquele Educandário, é, também, o Autor Intelectual do Estarndarte do 15º BPM, reconhecida Obra de Arte, e é o Jornalista-Responsável deste PontoPM, um dos sites do Grupo MindBR. Com as informações do 7º BPM / 7ª RPM.
MOÇÃO DE APLAUSOS E RECONHECIMENTO A MARCÍLIO CATARINO

Nessa segunda-feira (2/9), na Câmara Municipal de Caetanópolis, aconteceu distinta homenagem ao Coronel da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) – Marcílio Fernandes Catarino. Coube à Vereadora Raquel Esteves e Oliveira Sobrinha, firmar, ao Militar Veterano, a Moção de Aplausos e Reconhecimento, no dia 5 de agosto de 2024, pelos relevantes serviços prestados, à PMMG, desde o ano de 1966. Ao evento, compareceram além de Marcílio Catarino, amigos, parentes e colegas de farda que servem naquele município. O ilustre homenageado é um dos articulistas deste PontoPM. Isso é motivo de muito alegria para todos nós. Assim, a Equipe PontoPM registra, mediante as imagens destacadas a seguir e com muita satisfação, seus agradecimentos pela iniciativa daquela operosa Casa Legislativa Caetanopolitana:
OBRIGADO PAI!

Marcílio Fernandes Catarino (*) No meu caminhar trôpego e inseguro, Por caminhos, às vezes estranhos, obscuros, A Vida buscava conquistar, Grandes vôos alçar. Na memória, os teus sábios conselhos! No coração, floridos devaneios! No futuro, a certeza da vitória! No presente, a garantia da tua presença vigorosa. Pela vida avancei…! Entre vitórias e perdas me formei. As conquistas te oferecia com emoção fervorosa! Nas derrotas, sempre acolhido pela tua proteção amorosa. Hoje, desassombradamente, sigo meu caminho…! Revelando aos meus filhos doces lembranças dos teus carinhos! Poderosas sementes que no peito trago, Que comovido e saudoso brado, OBRIGADO PAI! Ago/2024. (*) Coronel Veterano PMMG/Aspirante 1970
MEDALHA DEVER CUMPRIDO AOS MILITARES VETERANOS BOM-DESPACHENSES

Mais uma vez, na comemoração do 249º aniversário da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a União dos Militares do Estado de Minas Gerais (UMMG) agraciou, na última terça-feira (18), com a Medalha Dever Cumprido, aos Militares Veteranos bom-despachenses. São eles: 2º Tenente Antônio Gregório de Oliveira; 2º Tenente Pedro Alves Pinto; 3º Sargento Antônio Alves Diniz; Cabo José do Nascimento. A Comenda a que fizeram jus os notáveis companheiros de farda. “foi instituída pelo Decreto 31.763 de 30 de agosto de 1990, com o objetivo de agraciar oficiais e praças (…) membros da” UMMG “, e que completaram “trinta anos de serviço e trinta anos de inatividade”, informou a Seção de Comunicação organizacional (P5) do 7ºBPM/7ªRPM. De igual modo, na manhã daquele dia, no Gabinete do Comando do 7º Batalhão, foram homenageados o ex-diretor da UMMG, Coronel Veterano José Nunes Rodrigues e o atual secretário Dayvidd Brenner Fraga Firmino. Os homenageados receberam “um certificado personalizado assinado pelo comandante do Machado de Prata, Tenente Coronel Luciano Antônio dos Santos.” Nos momentos marcantes da solenidade policial militar, abrilhantados com a execução do Hino Nacional Brasileiro, foram prestigiados “com a presença da Subcomandante do 7º BPM, Major Marianna Atatília Alves Costa, que representou o comando da Unidade, do ex-diretor da UMMG, Coronel Veterano José Nunes Rodrigues, do Diácono e Coronel Veterano Adair Firmino da Silva, Coronel Veterano Jeferson Rodney de Oliveira além dos agraciados, seus familiares e amigos.” O 2º Tenente Veterano Gregório, que é pai do Coronel Veterano Jeferson, integra a segunda geração de militares do saudoso Sétimo Batalhão de Caçadores. Parabéns, aos homenageantes e homenageados! PMMG.
O REI E SEU POMAR – UMA FÁBULA

Marcílio Fernandes Catarino (*) Em um reino não muito distante, sinais de deterioração em quase todos os segmentos do tecido social ameaçavam a ordem, o progresso e o bem-estar dos súditos, trazendo ao Rei sérias razões para preocupações. Não obstante manifestar as suas apreensões ao seu numeroso quadro de assessores, recomendando maior empenho no combate aos males do Reino, o Rei percebia que os problemas não apenas permaneciam, mas também se tornavam mais graves e complexos. Grande parte dos administradores do Rei, apesar de viver nababescamente, recebendo polpudas remunerações, não correspondia no exercício de suas funções, omitindo-se de suas responsabilidades e, muitas vezes, desviando, criminosamente, os recursos destinados às obras públicas e sociais. Através de posturas e atitudes debochadas, mostrava-se inteiramente avessa aos interesses coletivos, legislando em causa própria e concorrendo para o enfraquecimento e desmoralização dos poderes constituídos. À medida em que o tempo passava, com o consequente agravamento dos problemas, gerando mais pobreza, mais desemprego e insegurança, mais miséria e maior injustiça social, esses assessores do Rei se envolviam em intermináveis conflitos pessoais, na defesa de interesses corporativos e na esterilidade das acusações recíprocas. Enquanto isso, eram os súditos mantidos confusos e desorientados, através de informações contraditórias e da manipulação maquiavélica de alguns organismos da imprensa do Reino que, em conluio criminoso com administradores corruptos, veiculavam notícias distorcidas, com o propósito exclusivo de encobrir a verdade e confundir a opinião pública. As riquezas do Reino se concentravam nas mãos dos integrantes de uma minoria privilegiada e desonesta que, em parceria com organizações criminosas, se mostrava inteiramente insensível e refratária às necessidades e aos anseios mais elementares da grande massa de plebeus. O caos ameaçava dominar todos os setores produtivos do Reino, inclusive o grande Pomar, que sempre fora motivos de orgulho do Rei. Até mesmo os diversos integrantes da assessoria real eram favoráveis a que se destruíssem determinadas árvores frutíferas, sob o controvertido pressuposto de serem velhas e improdutivas, contaminadas que estariam por ervas daninhas. Certa noite, o Rei viu-se visitado, em sonho, por um Grande Sábio de reino distante. De repente, estavam ambos a visitar o Grande Pomar que, na realidade, se estendia por todo o Reino. O Rei, orgulhosamente, apresentava ao Grande Sábio cada árvore do seu Pomar. Esta, dizia ele, chama-se Judiciária e seus frutos possuem alta capacidade nutritiva e de correção dos desvios e desequilíbrios orgânicos. Mas, veja, está totalmente atacada de pragas e, nos rincões mais distantes, onde o solo é mais árido e os recursos mais escassos, quase não produz frutos. No entanto, acrescentou, meus assessores garantem que, em todo o reino, ela pode ser recuperada, reformulando-se a estrutura do seu código genético. Esta outra se chama Política, a mais atacada e deteriorada pelas pragas, mas que também pode ser regenerada, afiançavam os assessores. Trata-se de uma árvore de suma importância para a sobrevivência do Reino, quando se desenvolve sadia. Os seus frutos, cuja produção é abundante, garantem o alimento a todos os súditos do Reino, desde os mais ricos até os mais pobres, fomentando a estabilidade, a saúde e a harmonia da vida no Reino. Mas, doente como está, quase não produz frutos, para a tristeza, o desalento e a fome em todo o aglomerado social. No entanto, frisava o Rei diante do Grande Sábio, temos esperanças de que as reformas planejadas para dar um novo tratamento à árvore sejam de fato implementadas, de forma a promover a recuperação desta importante peça integrante do Pomar. E assim, o Rei ia apresentando ao Grande Sábio as demais árvores, tais como a Educanda, a Cultural, a Administração, a Força Federal, e tantas outras, todas atacadas indistintamente por ervas daninhas. Mas, como as anteriores, passíveis de recuperação caso tratadas adequadamente, insistia a assessoria real. Uma delas, contudo, mereceu um destaque especial por parte do Rei e que despertou maior atenção do Grande Sábio. Seu nome: Força Pública que, segundo afiançou o governador real, há mais de dois séculos e meio vem produzindo frutos abundantes. No entanto, quanto a esta, afirmam os assessores do Rei, está irremediavelmente contaminada pelas pragas, sem condições de recuperação, pelo que deve ser extinta do Pomar. Insinuam que, destruindo a Polícia Militar, estarão eliminando as ervas daninhas conhecidas como a Violência Arbitrária, o Fascismo, o Despreparo, entre outras pragas, que seriam uma exclusividade daquela espécie. Mas, ela não vem produzindo frutos abundantes, inquiriu o Grande Sábio? Esclarecendo melhor, respondeu o Rei que, além de produzir frutos o ano todo, é uma árvore extremamente resistente, sendo nos recantos mais longínquos e inóspitos do Reino o único exemplar do Pomar a existir e a manter-se produtiva. Apesar de muitas vezes receber tratamento inadequado pela administração do Reino, ela sobrevive e mantém a sua produção frutífera que, naqueles rincões do Reino, são os poucos – senão os únicos – de que os súditos dispõem para saciar a fome. Acrescente-se que a madeira de seus troncos tem sido usada ao longo dos anos, pelos diversos setores do Reino, para a construção de obras nas áreas de Assistência Social, Saneamento Básico, Defesa Civil, Meio Ambiente, entre outras, e de estruturas de apoio e cobertura às atividades desenvolvidas pelos Poderes Constituídos do território real. Finalmente, verifica-se que a maior parte da sua produção frutífera se destina às classes mais carentes do Reino, sendo os seus frutos distribuídos em domicílio, inteiramente grátis e sem nenhuma burocracia, através de um telefonema, também gratuito, ou de um aceno de mão dirigido a qualquer de seus cuidadores. Então, por que exterminá-la e não buscar a sua regeneração como as demais, perguntou o Grande Sábio? Em resposta, disse o Rei que os seus assessores julgaram melhor extirpá-la do Pomar, enxertando os seus genes com os de outra espécie da mesma família, na esperança de se obter um resultado híbrido de melhor qualidade, igual aos que teriam sido alcançados por outros reinos distantes. Alertando o Rei, o Grande Sábio chamou a atenção para os enormes riscos de tal experiência genética, questionando se os assessores tinham o pleno domínio do assunto, sobretudo
HOMENAGEM AO CORONEL VETERANO MARCÍLIO FERNANDES CATARINO

Na comemoração do 249º aniversário da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), 115 pessoas foram homenageadas com a mais alta Comenda da Instituição Militar Estadual (IME). Trata-se de uma honraria prestada a autoridades civis e militares que tenham participado, direta ou indiretamente, dos serviços prestados pela PMMG à Sociedade ao Estado Mineiros. Entre os homenageados militares, foi distinguido o Coronel Veterano Marcílio Fernandes Catarino, um dos notáveis articulistas deste PontoPM. Realizada, na manhã desta quinta-feira (13), no pátio da Academia Militar do Prado Mineiro, a cerimônia policial Militar corou, mais uma data festiva da IME, que abrigou, nos seus quadros, o Alferes Xavier – O Tiradentes. Esse oficial serviu no Regimento de Cavalaria de Minas Gerais, a primeira unidade operacional da PMMG. Desde então, outros notáveis militares, honrando os ideais de liberdade daquele Alferes, doa(ra)m muitos momentos preciosos de suas vidas à proteção do Povo Mineiro. Exemplo disso é o Coronel Marcílio, homenageado, mais uma vez, pela IME que ele tanto ama e serviu com zelo e abnegação. No extenso rol de serviços prestados, à PMMG, desde o ano de 1970, quando foi declarado Aspirante a Oficial PM. A honraria prestada ao profissional de Polícia Ostensiva e Preservação de Ordem Pública ratifica o apreço que todos, seus comandantes e colegas de profissão, têm por ele. Nós, do PontoPM, sentimo-nos honrados, juntamente com o Amigo e Camarada e Articulista incansável, no compartilhamento de sabedorias buriladas no decorrer do tempo. Parabéns, Coronel Veterano Marcílio Fernandes Catarino.
CRÓNICAS EM TEMPO DE GUERRAS

Recebi do Amigo, Nuno Pereira da Silva, o seguinte convite ao lançamento de “Crônicas em tempo de guerras: Não fosse minha localização, no aquém-mar, lá compareceria a receber de suas mãos um exemplar autografado. O Coronel Nuno Miguel Pascoal Dias Pereira da Silva é Vogal do Conselho Fiscal da Revista Militar e Autor das Crónicas Militares Nacionais da Revista Militar. É, também, um dos Secretários do Corpo Diretivo da Revista Portuguesa e um de seus festejados autores. No Ranking de acesso àquela Revista, os brasileiros ocupam a terceira posição, antecedidos pelos portugueses (segunda posição) e americanos (primeira posição. Na oportunidade, cumprimentamos Nuno Pereira da Silva, augurando, muitas felicidades acadêmicas e compartilhamos com amigos residentes em Portugal. Voltar atrás
JOÃO BOSCO DE CASTRO NA ACLAPTCTC

Chegou ao conhecimento da Equipe do PontoPM da presença de João Bosco de Castro, na Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores. O laureado Acadêmico ocupará a Caldeira 124, patroneada pelo Poeta Amazonense Amadeu Thiago de Mello. A posse do João Bosco de Castro na ACLAPTCTC será no próximo dia 7 de junho de 2024, às 20h, durante o XXI Congresso Literário daquele Areópago, em Venda Nova do Imigrante. Cumprimentamos nosso Jornalista-Responsável do Grupo MindBR/PontoPM e Confrade-Presidente da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano — João Bosco de Castro. Na noite daquele evento, vestido com seu Fardão Amarelo, vivenciará, mais uma vez, momentos de vitórias conquistadas naquela citada Agremiação Literária. Leia também sobre a Posse de João Bosco de Castro na: Academia Bom-despachense de Letras.
CRISE MORAL SEM PRECEDENTES NA HISTÓRIA BRASILEIRA

Um cachorro morre durante um voo e se torna manchete de primeira página em toda a imprensa, autoridades, artistas influenciadores mostram indignação nos espaços possíveis. Milhares de pessoas estão ilhadas, morrendo afogadas, famintas, desabrigadas na maior tragédia climática do Rio Grande do Sul e o que vemos são manchetes exaltando a “explosão de liberdade” em um show pornográfico transmitido ao vivo em rede nacional e sem limite de idade – é assim que protegem nossas crianças? O presidente da nação visita o Estado e disse que vai torcer pelos times de futebol locais. Em seguida faz um sobrevoo por algumas regiões, regressa a Brasília e envia 3 mil homens das forças armadas (média de 5 militares por regiões devastadas) para auxiliar na tragédia, note-se que são 300 mil militares na ativa. Havia mais funcionários públicos envolvidos no show da Madonna do que auxiliando na tragédia. A definição de prioridades nas operações de socorro definidas pela defesa civil RS, é um espanto: 9 pacientes morreram em um hospital depois de passarem mais de 8 horas aguardando socorro, enquanto presos da penitenciária de Charqueadas eram transferidos para locais seguros. Operações especiais da receita estadual estão impedindo a entrada de carretas com auxílio para as vítimas, porque não possuem nota fiscal (a maioria é DOAÇÃO). Donos de postos de gasolina e estabelecimentos comerciais aumentam os preços para tirar proveito da situação. Aviões e helicópteros particulares, Jipeiros, trilheiros, motociclistas, jetskys, mateiros e outras vertentes da sociedade organizada se amontoam nas operações de socorro, enquanto autoridades e forças de segurança estadual e nacional batem cabeça totalmente descoordenadas e atordoadas e por mais abjeto que seja, o governador do estado pede envio de Pix para ajudar nas ações sob responsabilidade pública. Perdemos totalmente noções básicas de civilidade, organização moral ou solidariedade, enquanto somos conduzidos ao cadafalso por políticos inescrupulosos, corruptos e vis. Governantes mal-intencionados não investem em educação, ao contrário, procuram destruir e eliminar quaisquer atividades básicas para a informação e formação do caráter infantojuvenil, porque têm a certeza de que o conhecimento LIBERTA O POVO. Triste sorte, triste sina… “e la nave va”!
LIBERDADE AINDA QUE TARDIA

O Povo Brasileiro é paciente e esperançoso, mas não é frouxo, a despeito das demonstrações de frouxidão de sua liderança executiva, judiciária e parlamentar! Procuram desmerecê-lo, irritá-lo, na certeza de que o faz de idiota. Pobres coitados, àqueles que se empreendem nessa jornada inglória, dificultando-lhe a liberdade ainda que tardia! Tem sido assim, desde os anos de 1537. Começou na colonização iniciada pelos portugueses, com as subsequentes mazelas praticadas, ao redor do mundo, seguida com a escravização e deportação dos africanos. Havia liberdade, aos primeiros moradores, legítimos donos da terra, perseguidos e eliminados na movimentação conquistadora dos novos entrantes. A riqueza do solo brasileiro despontou, à flor d’águas, na Capitania caixa-d’água da Colônia mais importante do além-mar. Descobriram-se as muitas preciosidades, abrindo-se os olhos e os interesses gananciosos dos povos poderosos ao domínio daqueles do aquém-mar. Confirmadas as disputas dos bens-sem-donos, proliferaram-se em mil e uns conflitos, em cada quilômetro quadrado existente. A historiografia brasileira enriqueceu muito, com os preciosos relatos de variados e renomados pesquisadores, de fora e de cá. Neles, encontram-se expostas milhares de páginas sobre as políticas e suas consequentes refregas brasileiras, nunca dantes vistas. Tornaram-se públicos, dalém dos palácios pomposos, engrossando o questionamento: como conter os desmandos politiqueiros e desqualificados, sustentados e endossados pelas lides judiciais descabidas e nada honrosas? Os desmandos politiqueiros e desqualificados A quem pertenciam os bens gerados na gratuita natureza, foi a causa inquietadora do sono de muito governante, honesto ou desonesto? A indagação, originada no oriente distante, firmou-se consolidadora de motivos causadores de discórdia entre os homens de variados tempos. Percorreu distâncias inimagináveis, transpôs oceanos, chegou à América Portuguesa. Aqui, e em outras partes do mundo, ocorreu, no período Setecentista, a movimentação rumo à liberdade. As diversas dificuldades – entre elas, as distâncias, parcas mobilidades e meios de comunicações – foram superadas. Os libertários esperavam, que surgiriam, com certeza, no horizonte, os primevos pigmentos de uma luz grandiosa… Chegaram, noutras plagas, vitoriosos e radiante… menos aos brasileiros. Na ambicionada e rica terra, vicejavam os desgovernos e as vergonhosas ações gestoras, unidos num propósito ganancioso. Violências hediondas grassaram em muitos cantos do solo pátrio brasileiro, notadamente na Região Sudeste, ao menos em duas épocas distintas. Nos áureos anos setecentistas, segundos registros historiográficos, ocorreu uma delas, descritos em seguida: (…) Abreu Vieira, português natural de Braga e tenente-coronel da cavalaria auxiliar de Minas Novas era, por sua vez, protetor e padrinho da filha ilegítima do alferes Joaquim José da Silva Xavier, comandante do importante destacamento que, no princípio do decênio de 1780, patrulhava a estrada para o Rio de Janeiro, sobre a serra da Mantiqueira – entre Mathias Barbosa e Igreja Nova.[1](56) Silva Xavier, apelidado Tiradentes devido a ocupar-se, secundariamente, de remover dentes e colocar novos feitos de osso, tinha, antes de ingressar na carreira militar em 1775, sido um malsucedido mineiro em Minas Novas. Aspirava unir-se em matrimônio à sobrinha de Oliveira Rolim (…) [2](57) (Maxwell, 1973, p. 164). Vencidos os tempos, entre disputas inglórias e outras vitoriosas, aproximávamos do segundo milênio, em meio a muitos mitos e bugs. As conquistas científicas da última metade do Século XX sinalizavam a superação de muitos desafios e novidades de tempos melhores à qualidade de vida mundial. As Tecnologias das informações e das comunicações (Tics) patrocinaram nova realidade aos habitantes da terra, com a aproximação, visual e audível, das pessoas distantes, no contexto da desejada globalização. No Brasil, buscava-se adaptar à realidade vigente, diante das possibilidades do avizinhamento favorável ao desejado desenvolvimento. Na perspectiva brasileira, o reordenamento constitucional fazia-se necessário, em consequência das muitas conquistas almejadas. Promulgada em 5 de outubro de 1988, a sétima e mais palavrosa de todas as constituições passou a viger, iniciando-se a Nova República. Nos trinta e seis anos de vigência da Constituição Cidadã, assistiu-se ao crescimento do Estado Brasileiro, carente de reformas emergentes, sob a batuta politiqueira e desqualificada. Nos cinco primeiros anos, na era dos planos econômicos, os brasileiros amarguraram, às duras penas, situações inflacionárias jamais vistas. Houve ligeira calmaria, política e econômica, após a renúncia do primeiro presidente eleito pelo povo e a efetividade da nova moeda – o Real – equiparada ao Dólar Americano. Desde a última década do Século XX e nesses anos do Século XXI, diversas atitudes de governantes da Nova República tornaram-se, publicamente questionáveis, e a multiplicidade de partidos políticos ampliou a corrupção política. Com o surgimento da Lava-Jato, estimava-se a existência de quadrilhas constituídas por políticos brasileiros, na maioria das Unidades da Federação. Ao lado disso, surgia ao redor do mundo o denominado ativismo judiciário, situação desfavorável à sustentação saudável de uma República harmônica e coesa. Cúmplices e devedores, os membros dos Poderes da República se inquietaram, após um processo de impeachment da Chefe do Executivo e prisões de líderes políticos brasileiros. Renascia a expectativa de fortalecimento do Estado à condição de agente da Sociedade Brasileira. Ampliou-se, ainda mais, após a eleição e constituição de um dos melhores governos da Nova República, em meio à fatídica pandemia mundial. Vivenciamos, desde janeiro de 2023, situações caóticas, diante de muitas incertezas. Não se vislumbra um cenário crescimento, ao contrário, há possibilidades nada alvissareiras, na perspectiva do Dólar Americano valendo R$5,20. Há insegurança diversificada e muita, muita mentira, propagada nos ares brasileiros. A sustentação e o endosso das lides judiciais descabidas e nada honrosas A despeito dos distintos momentos politiqueiros e desqualificados, havia expectativas de tempos melhores e adequadas condições de vida à desejada felicidade das pessoas. Com o tempo, esperava-se – principalmente, dos praticantes da desejável Justiça, qualificados no seu cânon sagrado – a proteção devida. Não foi o que aconteceu naqueles anos setecentistas, no julgamento dos acusados de conspiradores. De volta aos registros historiográficos citados anteriormente, é oportuno expor, neste 21 de abril de 2024, como foi a sentenciamento daqueles que aspiravam a Liberdade ainda que tardia. Eis os registros do 21 de abril de 1792: (…) Todas as sentenças, salvo a do alferes Silva Xavier, foram comutadas em banimento.[3](81). O espetáculo estava quase no fim. Na manhã de 21 de abril
