2025 – SEMEANDO ESPERANÇAS

Marcílio Fernandes Catarino (*) Encerra-se mais um ciclo de vida, para o florescer de um Ano Novo. Que seja de fato e verdadeiramente um Novo Ano, pois não há crescimento e evolução sem mudanças. Libertar-se de hábitos e preconceitos arraigados e de sistemas de crenças limitantes e manipuladores, que nos fizeram esquecer de quem realmente somos. É um momento muito especial, mágico e único, nunca vivenciado pela Humanidade, que sinaliza os momentos finais de uma Transição Planetária, que culminará com o momento apoteótico da Ascensão do nosso amado Berço Cósmico, o Planeta Mãe/Terra. A oportunidade nos convida à reflexão sobre o nosso papel no seio social; da contribuição Positiva que cada um pode dar para a consolidação de uma convivência verdadeiramente harmoniosa e pacífica. Creio que todos estão percebendo que a Nossa Casa Planetária, neste plano físico, está passando por grandes transformações, sobretudo nas áreas sociopolíticas e econômicas, sensivelmente agravadas por inúmeros fenômenos geofísicos e climáticos, de dimensões extraordinárias, que se manifestam mundo afora. Por mais dores e sofrimentos que elas possam nos causar, mister se faz entender que são transformações necessárias à limpeza do caos em que foi lançado o nosso belo planeta. Portanto, não como “castigo divino”, mas atraídas pelas nossas semeaduras equivocadas e infelizes, que coletivamente fizemos ao longo da vida. A semeadura é livre, mas a Colheita é obrigatória, nos alertou o Rabi Nazareno, nos seus ensinamentos de Luz e Amor. Não obstante, temos presenciado inúmeros irmãos caindo no desalento, no descrédito, na desesperança, deixando-se levar pela indignação e pela revolta estéreis, dando impulso a mensagens e atitudes não amorosas, em face dos acontecimentos do cotidiano, que só contribuem para com o aumento das dores e sofrimentos. Insistimos, por oportuno, que manifestar indignação e revolta aumenta ainda mais o caos que já se manifesta no mundo, alimentando uma onda energética densa e extremamente negativa, que repercute no campo eletromagnético e frequencial de todos nós. Façamos, pois, de 2025 um ano de ESPERANÇAS, que seja de fato melhor do que o ano que ora se finda. Não do verbo “ESPERAR”, de ficar inerte à espera de milagres que não vão acontecer. Mas do verbo “ESPERANÇAR”, que nos impulsiona às mudanças que nos tornem, em cada amanhecer, melhores do que o fomos no dia que passou. No íntimo profundo de cada um de nós existe a mesma Força Criativa de Vida. Somos em essência Centelhas Divinas, irmãos e filhos da mesma Fonte Criadora, Deus/Pai/Mãe, que AMA a todos indistintamente, razão por que TODOS SOMOS UM. Amor que, como o Criador Supremo, devemos doar mesmo àqueles de quem momentaneamente possamos divergir, por estar seguindo caminhos deferentes. Espalhemos, portanto, a LUZ que somos nos espaços de nossas convivências. JUNTOS podemos fazer, não apenas um Ano Melhor, mas um Mundo Melhor. Sejamos Semeadores Divinos a espalhar sempre pelos caminhos que percorrermos Amor, Compaixão, Perdão e Respeito. FELIZ 2025! (*) Coronel Veterano PMMG / Aspirante 1970
O ESPÍRITO DO NATAL

Marcílio Fernandes Catarino (*) É dezembro…! Momento em que milhões de pessoas nos quatro cantos do planeta comemoram o Natal, o (re)nascimento do Menino Jesus, do Sublime Peregrino, cujas mensagens de luz e amor transformaram o mundo para sempre. Ensinamentos milenares que, ainda hoje, não conseguimos entender adequadamente e internalizar a essência. Pelo contrário, grande parte da humanidade os corromperam e renegaram, hoje caminhando sem rumo, desesperada, desorientada e perdida. Olho pela janela do tempo e me vejo criança na pequena Caetanópolis, meu torrão natal. Minha mãe e minhas irmãs, alegres e agitadas, cuidando da montagem do presépio, uma tradição na cidade, comum a quase todos os lares naqueles tempos que já vão distantes. Sobre a prateleira o rádio Phillips, único elo de ligação com o mundo, a tocar músicas de época o dia inteiro. Em toda a cidade pairava um ar de magia, como se a vida se transformasse repentinamente, enchendo os corações de alegria e sentimentos fraternos. Ao entardecer, pelos alto-falantes da Matriz de Santo Antônio, soavam os acordes maviosos dos cânticos natalinos. O Adeste Fidelis e o Noite Feliz eram os meus preferidos. Foi nessa época que, aos oito anos de idade -se não me falha a memória- conheci a Capital Mineira, conduzido pelas mãos amorosas de meus saudosos pais. Que deslumbramento…! Nas ruas do centro comercial a mesma alegria e empolgação da minha cidade e, dos alto-falantes dos estabelecimentos comerciais, ouvíamos sem parar as alegres músicas de Natal, executadas pela harpa magistral de Luiz Bordon. À noite, então, todo o centro comercial se transformava num palco de luzes coloridas, com cada loja se esmerando na sua ornamentação, que a todos seduzia e hipnotizava. Ao longo dos anos pude vivenciar esse clima mágico dos dias de dezembro, com o coração enternecido e embalado pelos cânticos e músicas natalinas, como o “Happy Xmas”, gravada pelo beatle John Lennon em 1971, por muitos anos eleita a música da época, cantada em todo o mundo. Embalado por esses pensamentos, resolvi passear pelo centro comercial da nossa Capital, na esperança de reviver aquele encanto e reencontrar o Espírito do Natal, de cuja ausência meu coração de criança tanto ressente. Com profunda tristeza, percebi que o ar perdera aquela magia e no semblante das pessoas não mais se notava a alegria e o sentimento de fraternidade. Nas ruas, a multidão caminhando apressada em todas as direções, em meio ao infernal trânsito de veículos. Não se ouvem mais as músicas e cânticos natalinos. Dos alto-falantes das lojas apenas sons estranhos e anúncios de promoções de produtos, convidando todos ao consumismo. Aos poucos fui constatando que, na verdade, não se festeja mais o Natal. Ao que parece, o Menino Jesus, o aniversariante do dia, o mensageiro da Luz e do Amor, perdeu a importância e o lugar para o Papai Noel, aquele velhinho bonachão e caridoso que, na verdade, também perdeu a identidade original, transformado pela modernidade no arauto do consumo desenfreado, para a satisfação de necessidades irreais e gáudio do capitalismo selvagem. Dez/2024. (*) Coronel Veterano PMMG/Aspirante 1970
FORMATURA DO 3º ANO DO ENSINO MÉDIO, NA PMAP

A Escola Militar Professor Antônio Messias Gonçalves da Silva é uma das escolas dos ensinos fundamentais e médios dirigidas pela Polícia Milita do Amapá (PMAP). Criada em 2002, no ano de 2017, foi a primeira Escola a integrar ao Sistema de Ensino daquela Instituição Militar Estadual (IME). Na direção do Capitão Jorge Lee Leal Sacramento, auxiliado por professores, técnicos, além do apoio de profissionais militares e civis, a escola desenvolve admirável ensino de qualidade aos seus alunos. O resultado vitorioso do empreendimento hora citado veio com a formatura de 85 alunos concludentes do Ensino Médio. Aconteceu, no Quartel do Comando-Geral, no último dia 13/12, sexta-feira, a cerimônia cívico-militar de conclusão daquele curso. Presidida pelo Comandante-Geral da IME — Coronel Costa Júnior —, contando, ainda com as presenças do Subcomandante-Geral — Coronel Carlos Augusto —, do Diretor da Escola Militar Antônio Messias — Capitão Leal — e dos familiares e amigos dos formandos. Na sua mensagem, a oradora da turma, aluna Camilly Victória Carvalho Pantoja, agradeceu as presença ilustres e homenageou os professores e a patrona da escola, 3º Sargento — Auxiliadora Carla Corrêa da Silva —, que receberam comendas pelos bons serviços prestados. Fonte: Diretoria de Comunicação da PMAP.
JOÃO BOSCO DE CASTRO RECEBE HOMENAGEM DO 15º BPM

O Tenente-Coronel Luciano Antônio dos Santos — comandante do Sétimo Batalhão de Polícia Militar (7º BPM), Unidade de Execução Operacional (UEOp) da Sétima Região de Polícia Militar (7ª RPM), da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) — noticiou os eventos festivos realizados na manhã da última segunda-feira (23). O Primeiro, foi a visita do seu colega do Curso de Formação de Oficiais (CFO) Tenente-Coronel — Adhynan Alves Rodrigues dos Santos — comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar (15º BPM), da PMMG. O outro evento foi a homenagem prestada pelo comandante visitante e comitiva a João Bosco de Castro, Oficial Superior Veterano da PMMG e Premiado Escritor e renomado Poeta. Os eventos realizados têm significados especiais para ambas as UEOp, além de reencontro dos seus comandantes, oficiais da Turma de Aspirantes de 2001 da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro. Deslocando-se, de Patos de Minas (sede do 15º BPM), seu comandante foi a Bom Despacho com o propósito de entregar, ao Oficial Superior Veterano, uma réplica do Estandarte de sua UEOp. Saiba mais sobre o Estandarte do 15º BPM, no vídeo abaixo, segundo a narrativa de João Bosco de Castro: Motivações semelhantes unem as UEOp e os homenageados citados. O Tenente-Coronel R. Santos “é filho do saudoso Subtenente R. Santos, que foi Chefe de Instrução do Tiro de Guerra 040006.00” e foi aluno do Colégio Tiradentes de Bom Despacho e recebeu das mãos do Colega comandante visitado uma réplica do Machado de Prata que simboliza o 7º BPM. João Bosco de Castro foi Diretor daquele Educandário, é, também, o Autor Intelectual do Estarndarte do 15º BPM, reconhecida Obra de Arte, e é o Jornalista-Responsável deste PontoPM, um dos sites do Grupo MindBR. Com as informações do 7º BPM / 7ª RPM.
MOÇÃO DE APLAUSOS E RECONHECIMENTO A MARCÍLIO CATARINO

Nessa segunda-feira (2/9), na Câmara Municipal de Caetanópolis, aconteceu distinta homenagem ao Coronel da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) – Marcílio Fernandes Catarino. Coube à Vereadora Raquel Esteves e Oliveira Sobrinha, firmar, ao Militar Veterano, a Moção de Aplausos e Reconhecimento, no dia 5 de agosto de 2024, pelos relevantes serviços prestados, à PMMG, desde o ano de 1966. Ao evento, compareceram além de Marcílio Catarino, amigos, parentes e colegas de farda que servem naquele município. O ilustre homenageado é um dos articulistas deste PontoPM. Isso é motivo de muito alegria para todos nós. Assim, a Equipe PontoPM registra, mediante as imagens destacadas a seguir e com muita satisfação, seus agradecimentos pela iniciativa daquela operosa Casa Legislativa Caetanopolitana:
OBRIGADO PAI!

Marcílio Fernandes Catarino (*) No meu caminhar trôpego e inseguro, Por caminhos, às vezes estranhos, obscuros, A Vida buscava conquistar, Grandes vôos alçar. Na memória, os teus sábios conselhos! No coração, floridos devaneios! No futuro, a certeza da vitória! No presente, a garantia da tua presença vigorosa. Pela vida avancei…! Entre vitórias e perdas me formei. As conquistas te oferecia com emoção fervorosa! Nas derrotas, sempre acolhido pela tua proteção amorosa. Hoje, desassombradamente, sigo meu caminho…! Revelando aos meus filhos doces lembranças dos teus carinhos! Poderosas sementes que no peito trago, Que comovido e saudoso brado, OBRIGADO PAI! Ago/2024. (*) Coronel Veterano PMMG/Aspirante 1970
MEDALHA DEVER CUMPRIDO AOS MILITARES VETERANOS BOM-DESPACHENSES

Mais uma vez, na comemoração do 249º aniversário da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a União dos Militares do Estado de Minas Gerais (UMMG) agraciou, na última terça-feira (18), com a Medalha Dever Cumprido, aos Militares Veteranos bom-despachenses. São eles: 2º Tenente Antônio Gregório de Oliveira; 2º Tenente Pedro Alves Pinto; 3º Sargento Antônio Alves Diniz; Cabo José do Nascimento. A Comenda a que fizeram jus os notáveis companheiros de farda. “foi instituída pelo Decreto 31.763 de 30 de agosto de 1990, com o objetivo de agraciar oficiais e praças (…) membros da” UMMG “, e que completaram “trinta anos de serviço e trinta anos de inatividade”, informou a Seção de Comunicação organizacional (P5) do 7ºBPM/7ªRPM. De igual modo, na manhã daquele dia, no Gabinete do Comando do 7º Batalhão, foram homenageados o ex-diretor da UMMG, Coronel Veterano José Nunes Rodrigues e o atual secretário Dayvidd Brenner Fraga Firmino. Os homenageados receberam “um certificado personalizado assinado pelo comandante do Machado de Prata, Tenente Coronel Luciano Antônio dos Santos.” Nos momentos marcantes da solenidade policial militar, abrilhantados com a execução do Hino Nacional Brasileiro, foram prestigiados “com a presença da Subcomandante do 7º BPM, Major Marianna Atatília Alves Costa, que representou o comando da Unidade, do ex-diretor da UMMG, Coronel Veterano José Nunes Rodrigues, do Diácono e Coronel Veterano Adair Firmino da Silva, Coronel Veterano Jeferson Rodney de Oliveira além dos agraciados, seus familiares e amigos.” O 2º Tenente Veterano Gregório, que é pai do Coronel Veterano Jeferson, integra a segunda geração de militares do saudoso Sétimo Batalhão de Caçadores. Parabéns, aos homenageantes e homenageados! PMMG.
O REI E SEU POMAR – UMA FÁBULA

Marcílio Fernandes Catarino (*) Em um reino não muito distante, sinais de deterioração em quase todos os segmentos do tecido social ameaçavam a ordem, o progresso e o bem-estar dos súditos, trazendo ao Rei sérias razões para preocupações. Não obstante manifestar as suas apreensões ao seu numeroso quadro de assessores, recomendando maior empenho no combate aos males do Reino, o Rei percebia que os problemas não apenas permaneciam, mas também se tornavam mais graves e complexos. Grande parte dos administradores do Rei, apesar de viver nababescamente, recebendo polpudas remunerações, não correspondia no exercício de suas funções, omitindo-se de suas responsabilidades e, muitas vezes, desviando, criminosamente, os recursos destinados às obras públicas e sociais. Através de posturas e atitudes debochadas, mostrava-se inteiramente avessa aos interesses coletivos, legislando em causa própria e concorrendo para o enfraquecimento e desmoralização dos poderes constituídos. À medida em que o tempo passava, com o consequente agravamento dos problemas, gerando mais pobreza, mais desemprego e insegurança, mais miséria e maior injustiça social, esses assessores do Rei se envolviam em intermináveis conflitos pessoais, na defesa de interesses corporativos e na esterilidade das acusações recíprocas. Enquanto isso, eram os súditos mantidos confusos e desorientados, através de informações contraditórias e da manipulação maquiavélica de alguns organismos da imprensa do Reino que, em conluio criminoso com administradores corruptos, veiculavam notícias distorcidas, com o propósito exclusivo de encobrir a verdade e confundir a opinião pública. As riquezas do Reino se concentravam nas mãos dos integrantes de uma minoria privilegiada e desonesta que, em parceria com organizações criminosas, se mostrava inteiramente insensível e refratária às necessidades e aos anseios mais elementares da grande massa de plebeus. O caos ameaçava dominar todos os setores produtivos do Reino, inclusive o grande Pomar, que sempre fora motivos de orgulho do Rei. Até mesmo os diversos integrantes da assessoria real eram favoráveis a que se destruíssem determinadas árvores frutíferas, sob o controvertido pressuposto de serem velhas e improdutivas, contaminadas que estariam por ervas daninhas. Certa noite, o Rei viu-se visitado, em sonho, por um Grande Sábio de reino distante. De repente, estavam ambos a visitar o Grande Pomar que, na realidade, se estendia por todo o Reino. O Rei, orgulhosamente, apresentava ao Grande Sábio cada árvore do seu Pomar. Esta, dizia ele, chama-se Judiciária e seus frutos possuem alta capacidade nutritiva e de correção dos desvios e desequilíbrios orgânicos. Mas, veja, está totalmente atacada de pragas e, nos rincões mais distantes, onde o solo é mais árido e os recursos mais escassos, quase não produz frutos. No entanto, acrescentou, meus assessores garantem que, em todo o reino, ela pode ser recuperada, reformulando-se a estrutura do seu código genético. Esta outra se chama Política, a mais atacada e deteriorada pelas pragas, mas que também pode ser regenerada, afiançavam os assessores. Trata-se de uma árvore de suma importância para a sobrevivência do Reino, quando se desenvolve sadia. Os seus frutos, cuja produção é abundante, garantem o alimento a todos os súditos do Reino, desde os mais ricos até os mais pobres, fomentando a estabilidade, a saúde e a harmonia da vida no Reino. Mas, doente como está, quase não produz frutos, para a tristeza, o desalento e a fome em todo o aglomerado social. No entanto, frisava o Rei diante do Grande Sábio, temos esperanças de que as reformas planejadas para dar um novo tratamento à árvore sejam de fato implementadas, de forma a promover a recuperação desta importante peça integrante do Pomar. E assim, o Rei ia apresentando ao Grande Sábio as demais árvores, tais como a Educanda, a Cultural, a Administração, a Força Federal, e tantas outras, todas atacadas indistintamente por ervas daninhas. Mas, como as anteriores, passíveis de recuperação caso tratadas adequadamente, insistia a assessoria real. Uma delas, contudo, mereceu um destaque especial por parte do Rei e que despertou maior atenção do Grande Sábio. Seu nome: Força Pública que, segundo afiançou o governador real, há mais de dois séculos e meio vem produzindo frutos abundantes. No entanto, quanto a esta, afirmam os assessores do Rei, está irremediavelmente contaminada pelas pragas, sem condições de recuperação, pelo que deve ser extinta do Pomar. Insinuam que, destruindo a Polícia Militar, estarão eliminando as ervas daninhas conhecidas como a Violência Arbitrária, o Fascismo, o Despreparo, entre outras pragas, que seriam uma exclusividade daquela espécie. Mas, ela não vem produzindo frutos abundantes, inquiriu o Grande Sábio? Esclarecendo melhor, respondeu o Rei que, além de produzir frutos o ano todo, é uma árvore extremamente resistente, sendo nos recantos mais longínquos e inóspitos do Reino o único exemplar do Pomar a existir e a manter-se produtiva. Apesar de muitas vezes receber tratamento inadequado pela administração do Reino, ela sobrevive e mantém a sua produção frutífera que, naqueles rincões do Reino, são os poucos – senão os únicos – de que os súditos dispõem para saciar a fome. Acrescente-se que a madeira de seus troncos tem sido usada ao longo dos anos, pelos diversos setores do Reino, para a construção de obras nas áreas de Assistência Social, Saneamento Básico, Defesa Civil, Meio Ambiente, entre outras, e de estruturas de apoio e cobertura às atividades desenvolvidas pelos Poderes Constituídos do território real. Finalmente, verifica-se que a maior parte da sua produção frutífera se destina às classes mais carentes do Reino, sendo os seus frutos distribuídos em domicílio, inteiramente grátis e sem nenhuma burocracia, através de um telefonema, também gratuito, ou de um aceno de mão dirigido a qualquer de seus cuidadores. Então, por que exterminá-la e não buscar a sua regeneração como as demais, perguntou o Grande Sábio? Em resposta, disse o Rei que os seus assessores julgaram melhor extirpá-la do Pomar, enxertando os seus genes com os de outra espécie da mesma família, na esperança de se obter um resultado híbrido de melhor qualidade, igual aos que teriam sido alcançados por outros reinos distantes. Alertando o Rei, o Grande Sábio chamou a atenção para os enormes riscos de tal experiência genética, questionando se os assessores tinham o pleno domínio do assunto, sobretudo
HOMENAGEM AO CORONEL VETERANO MARCÍLIO FERNANDES CATARINO

Na comemoração do 249º aniversário da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), 115 pessoas foram homenageadas com a mais alta Comenda da Instituição Militar Estadual (IME). Trata-se de uma honraria prestada a autoridades civis e militares que tenham participado, direta ou indiretamente, dos serviços prestados pela PMMG à Sociedade ao Estado Mineiros. Entre os homenageados militares, foi distinguido o Coronel Veterano Marcílio Fernandes Catarino, um dos notáveis articulistas deste PontoPM. Realizada, na manhã desta quinta-feira (13), no pátio da Academia Militar do Prado Mineiro, a cerimônia policial Militar corou, mais uma data festiva da IME, que abrigou, nos seus quadros, o Alferes Xavier – O Tiradentes. Esse oficial serviu no Regimento de Cavalaria de Minas Gerais, a primeira unidade operacional da PMMG. Desde então, outros notáveis militares, honrando os ideais de liberdade daquele Alferes, doa(ra)m muitos momentos preciosos de suas vidas à proteção do Povo Mineiro. Exemplo disso é o Coronel Marcílio, homenageado, mais uma vez, pela IME que ele tanto ama e serviu com zelo e abnegação. No extenso rol de serviços prestados, à PMMG, desde o ano de 1970, quando foi declarado Aspirante a Oficial PM. A honraria prestada ao profissional de Polícia Ostensiva e Preservação de Ordem Pública ratifica o apreço que todos, seus comandantes e colegas de profissão, têm por ele. Nós, do PontoPM, sentimo-nos honrados, juntamente com o Amigo e Camarada e Articulista incansável, no compartilhamento de sabedorias buriladas no decorrer do tempo. Parabéns, Coronel Veterano Marcílio Fernandes Catarino.
CRÓNICAS EM TEMPO DE GUERRAS

Recebi do Amigo, Nuno Pereira da Silva, o seguinte convite ao lançamento de “Crônicas em tempo de guerras: Não fosse minha localização, no aquém-mar, lá compareceria a receber de suas mãos um exemplar autografado. O Coronel Nuno Miguel Pascoal Dias Pereira da Silva é Vogal do Conselho Fiscal da Revista Militar e Autor das Crónicas Militares Nacionais da Revista Militar. É, também, um dos Secretários do Corpo Diretivo da Revista Portuguesa e um de seus festejados autores. No Ranking de acesso àquela Revista, os brasileiros ocupam a terceira posição, antecedidos pelos portugueses (segunda posição) e americanos (primeira posição. Na oportunidade, cumprimentamos Nuno Pereira da Silva, augurando, muitas felicidades acadêmicas e compartilhamos com amigos residentes em Portugal. Voltar atrás
