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OBRIGADO PAI!

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 Marcílio Fernandes Catarino (*) No meu caminhar trôpego e inseguro, Por caminhos, às vezes estranhos, obscuros, A Vida buscava conquistar, Grandes vôos alçar. Na memória, os teus sábios conselhos! No coração, floridos devaneios! No futuro, a certeza da vitória! No presente, a garantia da tua presença vigorosa. Pela vida avancei…! Entre vitórias e perdas me formei. As conquistas te oferecia com emoção fervorosa! Nas derrotas, sempre acolhido pela tua proteção amorosa. Hoje, desassombradamente, sigo meu caminho…! Revelando aos meus filhos doces lembranças dos teus carinhos! Poderosas sementes que no peito trago, Que comovido e saudoso brado, OBRIGADO PAI! Ago/2024. (*) Coronel Veterano PMMG/Aspirante 1970

MEDALHA DEVER CUMPRIDO AOS MILITARES VETERANOS BOM-DESPACHENSES

Mais uma vez, na comemoração do 249º aniversário da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), a União dos Militares do Estado de Minas Gerais (UMMG) agraciou,  na última terça-feira (18), com a Medalha Dever Cumprido, aos  Militares Veteranos bom-despachenses. São eles: 2º Tenente Antônio Gregório de Oliveira; 2º Tenente Pedro Alves Pinto; 3º Sargento Antônio Alves Diniz; Cabo José do Nascimento. A Comenda  a que fizeram jus os notáveis companheiros de farda. “foi instituída pelo Decreto 31.763 de 30 de agosto de 1990, com o objetivo de agraciar oficiais e praças (…) membros da” UMMG “, e que completaram “trinta anos de serviço e trinta anos de inatividade”, informou  a Seção de Comunicação organizacional (P5) do 7ºBPM/7ªRPM. De igual modo, na manhã daquele dia, no Gabinete do Comando do 7º Batalhão, foram homenageados o ex-diretor da UMMG, Coronel Veterano José Nunes Rodrigues e o atual secretário Dayvidd Brenner Fraga Firmino. Os homenageados  receberam “um certificado personalizado assinado pelo comandante do Machado de Prata, Tenente Coronel Luciano Antônio dos Santos.” Nos momentos marcantes da solenidade policial militar, abrilhantados com a  execução do Hino Nacional Brasileiro, foram prestigiados “com a presença da Subcomandante do 7º BPM, Major Marianna Atatília Alves Costa, que representou o comando da Unidade, do ex-diretor da UMMG, Coronel Veterano José Nunes Rodrigues, do Diácono e Coronel Veterano Adair Firmino da Silva, Coronel Veterano Jeferson Rodney de Oliveira além dos agraciados, seus familiares e amigos.” O 2º Tenente Veterano Gregório, que é pai do Coronel Veterano Jeferson, integra a segunda geração de militares do saudoso Sétimo Batalhão de Caçadores. Parabéns, aos homenageantes e homenageados!   PMMG.

O REI E SEU POMAR – UMA FÁBULA

Marcílio Fernandes Catarino (*) Em um reino não muito distante, sinais de deterioração em quase todos os segmentos do tecido social ameaçavam a ordem, o progresso e o bem-estar dos súditos, trazendo ao Rei sérias razões para preocupações. Não obstante manifestar as suas apreensões ao seu numeroso quadro de assessores, recomendando maior empenho no combate aos males do Reino, o Rei percebia que os problemas não apenas permaneciam, mas também se tornavam mais graves e complexos. Grande parte dos administradores do Rei, apesar de viver nababescamente, recebendo polpudas remunerações, não correspondia no exercício de suas funções, omitindo-se de suas responsabilidades e, muitas vezes, desviando, criminosamente, os recursos destinados às obras públicas e sociais. Através de posturas e atitudes debochadas, mostrava-se inteiramente avessa aos interesses coletivos, legislando em causa própria e concorrendo para o enfraquecimento e desmoralização dos poderes constituídos. À medida em que o tempo passava, com o consequente agravamento dos problemas, gerando mais pobreza, mais desemprego e insegurança, mais miséria e maior injustiça social, esses assessores do Rei se envolviam em intermináveis conflitos pessoais, na defesa de interesses corporativos e na esterilidade das acusações recíprocas. Enquanto isso, eram os súditos mantidos confusos e desorientados, através de informações contraditórias e da manipulação maquiavélica de alguns organismos da imprensa do Reino que, em conluio criminoso com administradores corruptos, veiculavam notícias distorcidas, com o propósito exclusivo de  encobrir a verdade e confundir a opinião pública. As riquezas do Reino se concentravam nas mãos dos integrantes de uma minoria privilegiada e desonesta que, em parceria com organizações criminosas, se mostrava inteiramente insensível e refratária às necessidades e aos anseios mais elementares da grande massa de plebeus. O caos ameaçava dominar todos os setores produtivos do Reino, inclusive o grande Pomar, que sempre fora motivos de orgulho do Rei. Até mesmo os diversos integrantes da assessoria real eram favoráveis a que se destruíssem determinadas árvores frutíferas, sob o controvertido pressuposto de serem velhas e improdutivas, contaminadas que estariam por ervas daninhas. Certa noite, o Rei viu-se visitado, em sonho, por um Grande Sábio de reino distante. De repente, estavam ambos a visitar o Grande Pomar que, na realidade, se estendia por todo o Reino. O Rei, orgulhosamente, apresentava ao Grande Sábio cada árvore do seu Pomar. Esta, dizia ele, chama-se Judiciária e seus frutos possuem alta capacidade nutritiva e de correção dos desvios e desequilíbrios orgânicos. Mas, veja, está totalmente atacada de pragas e, nos rincões mais distantes, onde o solo é mais árido e os recursos mais escassos, quase não produz frutos. No entanto, acrescentou, meus assessores garantem que, em todo o reino, ela pode ser recuperada, reformulando-se a estrutura do seu código genético. Esta outra se chama Política, a mais atacada e deteriorada pelas pragas, mas que também pode ser regenerada, afiançavam os assessores. Trata-se de uma árvore de suma importância para a sobrevivência do Reino, quando se desenvolve sadia. Os seus frutos, cuja produção é abundante, garantem o alimento a todos os súditos do Reino, desde os mais ricos até os mais pobres, fomentando a estabilidade, a saúde e a harmonia da vida no Reino. Mas, doente como está, quase não produz frutos, para a tristeza, o desalento e a fome em todo o aglomerado social. No entanto, frisava o Rei diante do Grande Sábio, temos esperanças de que as reformas planejadas para dar um novo tratamento à árvore sejam de fato implementadas, de forma a promover a recuperação desta importante peça integrante do Pomar. E assim, o Rei ia apresentando ao Grande Sábio as demais árvores, tais como a Educanda, a Cultural, a Administração, a Força Federal, e tantas outras, todas  atacadas indistintamente por ervas daninhas. Mas, como as anteriores, passíveis de recuperação caso tratadas adequadamente, insistia a assessoria real. Uma delas, contudo, mereceu um destaque especial por parte do Rei e que despertou maior atenção do Grande Sábio. Seu nome: Força Pública que, segundo afiançou o governador real, há mais de dois séculos e meio vem produzindo frutos abundantes. No entanto, quanto a esta, afirmam os assessores do Rei, está irremediavelmente contaminada pelas pragas, sem condições de recuperação, pelo que deve ser extinta do Pomar. Insinuam que, destruindo a Polícia Militar, estarão eliminando as ervas daninhas conhecidas como a Violência Arbitrária, o Fascismo, o Despreparo, entre outras pragas, que seriam uma exclusividade daquela espécie. Mas, ela não vem produzindo frutos abundantes, inquiriu o Grande Sábio? Esclarecendo melhor, respondeu o Rei que, além de produzir frutos o ano todo, é uma árvore extremamente resistente, sendo nos recantos mais longínquos e inóspitos do Reino o único exemplar do Pomar a existir e a manter-se produtiva. Apesar de muitas vezes receber tratamento inadequado pela administração do Reino, ela sobrevive e mantém a sua produção frutífera que, naqueles rincões do Reino, são os poucos – senão os únicos – de que os súditos dispõem para saciar a fome. Acrescente-se que a madeira de seus troncos tem sido usada ao longo dos anos, pelos diversos setores do Reino, para a construção de obras nas áreas de Assistência Social, Saneamento Básico, Defesa Civil, Meio Ambiente, entre outras, e de estruturas de apoio e cobertura às atividades desenvolvidas pelos Poderes Constituídos do território real. Finalmente, verifica-se que a maior parte da sua produção frutífera se destina às classes mais carentes do Reino, sendo os seus frutos distribuídos em domicílio, inteiramente grátis e sem nenhuma burocracia, através de um telefonema, também gratuito, ou de um aceno de mão dirigido a qualquer de seus cuidadores. Então, por que exterminá-la e não buscar a sua regeneração como as demais, perguntou o Grande Sábio? Em resposta, disse o Rei que os seus assessores julgaram melhor extirpá-la do Pomar, enxertando os seus genes com os de outra espécie da mesma família, na esperança de se obter um resultado híbrido de melhor qualidade, igual aos que teriam sido alcançados por outros reinos distantes. Alertando o Rei, o Grande Sábio chamou a atenção para os enormes riscos de tal experiência genética, questionando se os assessores tinham o pleno domínio do assunto, sobretudo

HOMENAGEM AO CORONEL VETERANO MARCÍLIO FERNANDES CATARINO

Na comemoração do 249º aniversário da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), 115 pessoas foram homenageadas com a mais alta Comenda da Instituição Militar Estadual (IME). Trata-se de uma honraria prestada a autoridades civis e militares que tenham participado, direta ou indiretamente, dos serviços prestados pela PMMG à Sociedade ao Estado Mineiros. Entre os homenageados militares, foi distinguido o Coronel Veterano Marcílio Fernandes Catarino, um dos notáveis articulistas deste PontoPM. Realizada, na manhã desta quinta-feira (13),  no pátio da Academia Militar do Prado Mineiro, a cerimônia policial Militar corou, mais uma data festiva da IME, que abrigou, nos seus quadros, o Alferes Xavier – O Tiradentes. Esse oficial serviu no Regimento de Cavalaria de Minas Gerais, a primeira unidade operacional da PMMG. Desde então, outros notáveis militares, honrando os ideais de liberdade daquele Alferes, doa(ra)m muitos momentos preciosos de suas vidas à proteção do Povo Mineiro. Exemplo disso é o Coronel Marcílio, homenageado, mais uma vez, pela IME que ele tanto ama e serviu com zelo e abnegação. No extenso rol de serviços prestados, à PMMG, desde o ano de 1970, quando foi declarado Aspirante a Oficial PM. A honraria prestada ao profissional de Polícia Ostensiva e Preservação de Ordem Pública ratifica o apreço que todos, seus comandantes e colegas de profissão, têm por ele. Nós, do PontoPM, sentimo-nos honrados, juntamente com o Amigo e Camarada e Articulista incansável,  no compartilhamento de sabedorias buriladas no decorrer do tempo. Parabéns, Coronel Veterano Marcílio Fernandes Catarino.

CRÓNICAS EM TEMPO DE GUERRAS

Recebi do Amigo, Nuno Pereira da Silva, o seguinte convite ao lançamento de “Crônicas em tempo de guerras: Não fosse minha localização, no aquém-mar, lá compareceria a receber de suas mãos um exemplar autografado. O Coronel  Nuno Miguel Pascoal Dias Pereira da Silva é Vogal do Conselho Fiscal da Revista Militar e Autor das Crónicas Militares Nacionais da Revista Militar. É, também, um dos Secretários do Corpo Diretivo da Revista Portuguesa e um de seus festejados autores. No Ranking de acesso àquela Revista, os brasileiros ocupam a terceira posição, antecedidos pelos portugueses (segunda posição) e americanos (primeira posição. Na oportunidade, cumprimentamos  Nuno Pereira da Silva, augurando, muitas felicidades acadêmicas e compartilhamos com amigos residentes em Portugal.    Voltar atrás

JOÃO BOSCO DE CASTRO NA ACLAPTCTC

Chegou ao conhecimento da Equipe do PontoPM da presença de João Bosco de Castro, na Academia Capixaba de Letras e Artes de Poetas Trovadores. O laureado Acadêmico ocupará a Caldeira 124, patroneada pelo Poeta Amazonense Amadeu Thiago de Mello. A posse do João Bosco de Castro na ACLAPTCTC será no próximo dia 7 de junho de 2024, às 20h, durante o XXI Congresso Literário daquele Areópago, em Venda Nova do Imigrante. Cumprimentamos nosso Jornalista-Responsável do Grupo MindBR/PontoPM e Confrade-Presidente da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano — João Bosco de Castro. Na noite daquele evento, vestido com seu Fardão Amarelo, vivenciará, mais uma vez, momentos de vitórias conquistadas naquela citada Agremiação Literária. Leia também sobre a Posse de João Bosco de Castro na: Academia Bom-despachense de Letras.

CRISE MORAL SEM PRECEDENTES NA HISTÓRIA BRASILEIRA

Um cachorro morre durante um voo e se torna manchete de primeira página em toda a imprensa, autoridades, artistas influenciadores mostram indignação nos espaços possíveis. Milhares de pessoas estão ilhadas, morrendo afogadas, famintas, desabrigadas na maior tragédia climática do Rio Grande do Sul e o que vemos são manchetes exaltando a “explosão de liberdade” em um show pornográfico transmitido ao vivo em rede nacional e sem limite de idade – é assim que protegem nossas crianças? O presidente da nação visita o Estado e disse que vai torcer pelos times de futebol locais. Em seguida faz um sobrevoo por algumas regiões, regressa a Brasília e envia 3 mil homens das forças armadas (média de 5 militares por regiões devastadas) para auxiliar na tragédia, note-se que são 300 mil militares na ativa. Havia mais funcionários públicos envolvidos no show da Madonna do que auxiliando na tragédia. A definição de prioridades nas operações de socorro definidas pela defesa civil RS, é um espanto: 9 pacientes morreram em um hospital depois de passarem mais de 8 horas aguardando socorro, enquanto presos da penitenciária de Charqueadas eram transferidos para locais seguros. Operações especiais da receita estadual estão impedindo a entrada de carretas com auxílio para as vítimas, porque não possuem nota fiscal (a maioria é DOAÇÃO). Donos de postos de gasolina e estabelecimentos comerciais aumentam os preços para tirar proveito da situação. Aviões e helicópteros particulares, Jipeiros, trilheiros, motociclistas, jetskys, mateiros e outras vertentes da sociedade organizada se amontoam nas operações de socorro, enquanto autoridades e forças de segurança estadual e nacional batem cabeça totalmente descoordenadas e atordoadas e por mais abjeto que seja, o governador do estado pede envio de Pix para ajudar nas ações sob responsabilidade pública. Perdemos totalmente noções básicas de civilidade, organização moral ou solidariedade, enquanto somos conduzidos ao cadafalso por políticos inescrupulosos, corruptos e vis. Governantes mal-intencionados não investem em educação, ao contrário, procuram destruir e eliminar quaisquer atividades básicas para a informação e formação do caráter infantojuvenil, porque têm a certeza de que o conhecimento LIBERTA O POVO. Triste sorte, triste sina… “e la nave va”!

LIBERDADE AINDA QUE TARDIA

O Povo Brasileiro é paciente e esperançoso, mas não é frouxo, a despeito das demonstrações de frouxidão de sua liderança executiva, judiciária e parlamentar! Procuram desmerecê-lo, irritá-lo, na certeza de que o faz de idiota. Pobres coitados, àqueles que se empreendem nessa jornada inglória, dificultando-lhe a liberdade ainda que tardia! Tem sido assim, desde os anos de 1537. Começou na colonização iniciada pelos portugueses, com as subsequentes mazelas praticadas, ao redor do mundo, seguida com a escravização e deportação dos africanos. Havia liberdade, aos primeiros moradores, legítimos donos da terra, perseguidos e eliminados na movimentação conquistadora dos novos entrantes. A riqueza do solo brasileiro despontou, à flor d’águas, na Capitania caixa-d’água da Colônia mais importante do além-mar. Descobriram-se as muitas preciosidades, abrindo-se os olhos e os interesses gananciosos dos povos poderosos ao domínio daqueles do aquém-mar. Confirmadas as disputas dos bens-sem-donos, proliferaram-se em mil e uns conflitos, em cada quilômetro quadrado existente. A historiografia brasileira enriqueceu muito, com os preciosos relatos de variados e renomados pesquisadores, de fora e de cá. Neles, encontram-se expostas milhares de páginas sobre as políticas e suas consequentes refregas brasileiras, nunca dantes vistas. Tornaram-se públicos, dalém dos palácios pomposos, engrossando o questionamento: como conter os desmandos politiqueiros e desqualificados, sustentados e endossados pelas lides judiciais descabidas e nada honrosas? Os desmandos politiqueiros e desqualificados A quem pertenciam os bens gerados na gratuita natureza, foi a causa inquietadora do sono de muito governante, honesto ou desonesto? A indagação, originada no oriente distante, firmou-se consolidadora de motivos causadores de discórdia entre os homens de variados tempos. Percorreu distâncias inimagináveis, transpôs oceanos, chegou à América Portuguesa. Aqui, e em outras partes do mundo, ocorreu, no período Setecentista, a movimentação rumo à liberdade. As diversas dificuldades – entre elas, as distâncias, parcas mobilidades e meios de comunicações – foram superadas. Os libertários esperavam, que surgiriam, com certeza, no horizonte, os primevos pigmentos de uma luz grandiosa… Chegaram, noutras plagas, vitoriosos e radiante… menos aos brasileiros. Na ambicionada e rica terra, vicejavam os desgovernos e as vergonhosas ações gestoras, unidos num propósito ganancioso. Violências hediondas grassaram em muitos cantos do solo pátrio brasileiro, notadamente na Região Sudeste, ao menos em duas épocas distintas. Nos áureos anos setecentistas, segundos registros historiográficos, ocorreu uma delas, descritos em seguida: (…) Abreu Vieira, português natural de Braga e tenente-coronel da cavalaria auxiliar de Minas Novas era, por sua vez, protetor e padrinho da filha ilegítima do alferes Joaquim José da Silva Xavier, comandante do importante destacamento que, no princípio do decênio de 1780, patrulhava a estrada para o Rio de Janeiro, sobre a serra da Mantiqueira – entre Mathias Barbosa e Igreja Nova.[1](56) Silva Xavier, apelidado Tiradentes devido a ocupar-se, secundariamente, de remover dentes e colocar novos feitos de osso, tinha, antes de ingressar na carreira militar em 1775, sido um malsucedido mineiro em Minas Novas. Aspirava unir-se em matrimônio à sobrinha de Oliveira Rolim (…) [2](57) (Maxwell, 1973, p. 164). Vencidos os tempos, entre disputas inglórias e outras vitoriosas, aproximávamos do segundo milênio, em meio a muitos mitos e bugs. As conquistas científicas da última metade do Século XX sinalizavam a superação de muitos desafios e novidades de tempos melhores à qualidade de vida mundial. As Tecnologias das informações e das comunicações (Tics) patrocinaram nova realidade aos habitantes da terra, com a aproximação, visual e audível, das pessoas distantes, no contexto da desejada globalização. No Brasil, buscava-se adaptar à realidade vigente, diante das possibilidades do avizinhamento favorável ao desejado desenvolvimento. Na perspectiva brasileira, o reordenamento constitucional fazia-se necessário, em consequência das muitas conquistas almejadas. Promulgada em 5 de outubro de 1988, a sétima e mais palavrosa de todas as constituições passou a viger, iniciando-se a Nova República. Nos trinta e seis anos de vigência da Constituição Cidadã, assistiu-se ao crescimento do Estado Brasileiro, carente de reformas emergentes, sob a batuta politiqueira e desqualificada. Nos cinco primeiros anos, na era dos planos econômicos, os brasileiros amarguraram, às duras penas, situações inflacionárias jamais vistas. Houve ligeira calmaria, política e econômica, após a renúncia do primeiro presidente eleito pelo povo e a efetividade da nova moeda – o Real – equiparada ao Dólar Americano. Desde a última década do Século XX e nesses anos do Século XXI, diversas atitudes de governantes da Nova República tornaram-se, publicamente questionáveis, e a multiplicidade de partidos políticos ampliou a corrupção política. Com o surgimento da Lava-Jato, estimava-se a existência de quadrilhas constituídas por políticos brasileiros, na maioria das Unidades da Federação. Ao lado disso, surgia ao redor do mundo o denominado ativismo judiciário, situação desfavorável à sustentação saudável de uma República harmônica e coesa. Cúmplices e devedores, os membros dos Poderes da República se inquietaram, após um processo de impeachment da Chefe do Executivo e prisões de líderes políticos brasileiros. Renascia a expectativa de fortalecimento do Estado à condição de agente da Sociedade Brasileira. Ampliou-se, ainda mais, após a eleição e constituição de um dos melhores governos da Nova República, em meio à fatídica pandemia mundial. Vivenciamos, desde janeiro de 2023, situações caóticas, diante de muitas incertezas. Não se vislumbra um cenário crescimento, ao contrário, há possibilidades nada alvissareiras, na perspectiva do Dólar Americano valendo R$5,20. Há insegurança diversificada e muita, muita mentira, propagada nos ares brasileiros. A sustentação e o endosso das lides judiciais descabidas e nada honrosas A despeito dos distintos momentos politiqueiros e desqualificados, havia expectativas de tempos melhores e adequadas condições de vida à desejada felicidade das pessoas. Com o tempo, esperava-se – principalmente, dos praticantes da desejável Justiça, qualificados no seu cânon sagrado – a proteção devida. Não foi o que aconteceu naqueles anos setecentistas, no julgamento dos acusados de conspiradores. De volta aos registros historiográficos citados anteriormente, é oportuno expor, neste 21 de abril de 2024, como foi a sentenciamento daqueles que aspiravam a Liberdade ainda que tardia. Eis os registros do 21 de abril de 1792: (…) Todas as sentenças, salvo a do alferes Silva Xavier, foram comutadas em banimento.[3](81). O espetáculo estava quase no fim. Na manhã de 21 de abril

“A CONSTRUÇÃO DA ALEGRIA, GENTILEZA E AMIZADE EM LIONS INTERNACIONAL.”

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Chegou ao conhecimento deste Ponto PM — mediante o Jornalista João Bosco de Castro (Registro MG/DRT4 n° 6877/JP), Responsável pelas Edições do PontoPM/MindBR —, o texto elaborado pelo Coronel Veterano da Polícia Militar de Minas Gerais Gentil Alberto de Menezes. A mensagem daquele membro, integrante da Equipe PontoPM, foi ativada, com a presente publicação nas páginas de nosso Portal PontoPM. O autor do texto ora publicado insere-se — por competência inegável, brio policial militar mineiro e irretocável profissional — na Ordem Maior de muitos brasileiros construtores da polícia ostensiva de preservação da ordem pública. Esta,  principiou-se nas Minas Gerais, em 1775, muito antes de ser grafada no Texto Constitucional de 1988. O texto a seguir mostra quem é o seu autor, o que pensa, já fez, enquanto protetor publico de muitas comunidades mineiras, e se dispõe a fazer de seus semelhantes, com alegria, gentileza e amizade. Caros Leões, É consabido que em Lions as nossas tarefas se equivalem, sendo nós, seus executores artífices da construção de um mundo mais igualitário e melhor. Tal tarefa, convenhamos, por si mesma, nos antecipa motivos de grande alegria de sermos Leões a serviço da vida. Melvin Jones, líder inspirador de Lions, ao cunhar a expressão “Ninguém poderá ir muito longe, enquanto não realizar algo pelo próximo”, idealizou um mundo centrado na realização de serviços pelo e para o próximo como principal objetivo das nossas ações leonísticas e um precioso legado a nos dignificar. De lá para cá, a rica e centenária história do Lions criou e fomentou entre seus associados, aguçado espírito de luta culminando em condutas solidárias e serviços comunitários de qualidade, cujo valor repousa na intensidade de sua realização. Neste sentido é crucial que ao realizarmos algo pelo próximo, acrescentemos substanciais doses de alegria, gentileza e amizade em nossos quefazeres leonísticos. Certamente, esse novo modelo de servir nos propiciará, mais e mais, introjetarmos a magnitude de Lions Internacional como maior instituição humanitária de serviço voluntário do planeta. Convidados, portanto, para acolher e socorrer a quem necessitar, na execução desta missão nenhum Leão está sozinho. Chamado a transformar a vida, por onde quer que passe, suas pegadas deixam indeléveis rastros de realizações do bem, de modo a despertar noutras pessoas a vontade de juntar-se à causa do leonismo mundial. Onde fala o Leão, brada o Lions com vigor e compromisso transmitidos por aqueles que nos precederam, fato que nos exige legar à posteridade a marca fundamental do Leão: o protagonismo no servir com alegria que contagia, no acolher com amizade que transforma e na gentileza da atitude que respeita. Lions não é realidade feita só de palavras. Mais do que isso, é ação que conforta, é vivência que encoraja, é prática que anima. Não podemos ser Leões que somente falam de Lions, mas que não o vivem na sua quintessência, qual seja: servir, no presente, em homogênea e solidária conexão às suas causas globais. Urge, portanto, compartilharmos com alegria a dádiva da visão para a redução de doenças oculares; que a silenciosa e cruel diabetes seja continuamente enfrentada e controlada; que a criança portadora do câncer seja amparada com decência e qualidade; que a fome seja aliviada dia a dia para, no futuro, ser erradicada; que os nossos netos e bisnetos usufruam de um meio ambiente ecologicamente equilibrado e digno; que as vítimas de catástrofes sejam oportunamente atendidas em suas necessidades temporárias e materiais e que os jovens, bem-orientados, sejam adultos empreendedores dos esforços humanitários densos e igualitarizantes. Guimarães Rosa com sua prosa peculiar, versa que o que a vida quer da gente é coragem. O poeta nos sugere o “viver” com intensidade e nunca dos nunca recuar ante aos desafios, pois, quando tudo parece estar bem, de repente desinquieta, sobrevindo vendavais, enchentes, desabamentos, fome, doenças, pandemias, a morte. Com a permissão do autor, a vida quer também, sensibilidade para, empaticamente, compreendermos e sentirmos a dor do outro, pois “a vida é mutirão de todos, por todos remexida e temperada.” Que criemos laços de amizade em nosso companheirismo para servirmos com alegria e gentileza, características reveladoras a índole autêntica, amena afável do Leão que se entrega ao serviço humanitário, seja pelo sorriso dado, pela mão estendida ou pelo apoio realizado. Gandi, nos alerta que a alegria de viver está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido e não na vitória propriamente dita. Cientes disso, mais fácil conceber que o que faz a alma do Leão vibrar não é, propriamente, o resultado, mas, sobretudo, a jornada empreendida pelo prazer de servir. Sejamos, então, a mudança que queremos ver no mundo. Fruto de um exercício diário que requer atenção, paciência, educação, resiliência e autoestima elevadas, ser gentil em Lions é agir com respeito ao espaço do outro, é escutar ativamente as opiniões divergentes e acatar as diferenças e a diversidade, afinal, produto dela mesma, a gentileza é vital para a construção de Lions Clubes fortes e coesos. A amizade, primordial no relacionamento entre pessoas, parece ser uma daquelas coisas que nos dizem respeito, mas que não são ensinadas por ninguém. Par Freud, “a Amizade é a porção não-genial do amor, que vai compor também o caráter…”. Para Aristóteles, “a Amizade é um coração que habita em duas almas”. Já para Cícero, orador romano, só é possível haver amizade entre “homens de bem”. Em Lions essa lealdade é proteção decorrem do interesse do serviço, de sua utilidade e da virtude de nossas ações. Continuamos, pois, ajudando a quem precisa indo além da mera satisfação momentânea e pontual de suas necessidades. Ao Leão não é permitido aquietar-se, pois o rio do tempo, aberto num delta de realizações, depende cada vez mais dele, numa urgência que não admite parada. Assim, resta-nos concluído que a Alegria, Gentileza e Amizade em Lions Internacional são qualidades que, além de nos definirem como seres humanos, esteiam, como Leões, nosso lema universal na lida do bem-servir à humanidade com qualidade e objetividade tão-necessárias ao império da grandeza do Lions Clube. Leia, também, o texto traduzido para o idioma espanhol e publicado na

O MACHADO DE PRATA

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A linda e agradável noite dessa quinta-feira, 11 de abril, testemunhou mais um reencontro dos bom-despachenses, no pátio do 7º Batalhão da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Mais uma vez, conforme se vê no vídeo abaixo, a sociedade da Cidade Sorriso prestigiou, em amistosa visita, seus valorosos protetores e respeitáveis artífices da polícia ostensiva e preservação da ordem pública.  Juntamente com Prefeito Municipal, Presidente da Câmara e outras autoridades, foram recebidos pelos comandantes da Sétima Região da PMMG — Coronel Wemerson —, do 7º BPM/PMMG — Tenente-Coronel PM Luciano e Sub-Diretor da Diretoria de Comunicação Organizacional da PMMG — Tenente-Coronel PM Warlei Eustáquio. O Professor João Bosco de Castro — Jornalista-responsável pelo PontoPM-Grupo MindBR — compareceu ao lançamento de O Machado de Prata e assim manifestou: “Boa-tarde, prezado Comandante Luciano Antônio dos Santos… Parabéns pela maravilhosa e erudita Sessão Cultural da noite de ontem, na área externa deste Quartel memorável, com a apresentação do filme mediametragem-documentário O Machado de Prata e a tocata As Melhores do Cinema. Com isto, notável Comandante, V. Sa. e sua Equipe laboriosa e criativa, a par de momentos de saudável e deleitosa recreação, resgataram valorosos registros históricos do respeitável Machado de Prata Leryano, desde seus primórdios de Batalhão de Caçadores Mineiros e Batalhão de Infantaria, cheios de Troféus Cívico-Militares conquistados na Revolução Constitucionalista de 1932 e Revolução Redentora de 1964, a esta Era de brilhante e obreira Unidade Policial-Militar de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública, inclusive em missões de Defesa Interna e Defesa Territorial, em prol da Paz Social, no contexto geopolítico de Bom Despacho, Centro-Oeste Mineiro, Minas Gerais e Brasil. Como Oficial Superior Veterano da PMMG e Professor Titular de Historiografia de Polícia Militar e História da Polícia Militar de Minas Gerais, com o status de Mestre, Doutor e Livre-Docente, por Notório Saber, em tais áreas de conhecimento e linhas de pesquisa, além de em outras cinco Disciplinas Tecnoprofissionais Policial-Militares, transmito-lhe meu aplauso e louvor por seu primoroso Trabalho contido no filme 0 Machado de Prata e na esplêndida Tocata apresentada pelas inigualáveis Bandas de Música do Machado de Prata e 7a. RPM/PMMG. Parabéns, meu prezado Comandante Luciano Antônio dos Santos! Por favor, retransmita esta minha mensagem à Majora Marianna Atatília, aos Sargentos Clécio Paulo da Silva e Dênis Pereira da Silva, pela excelente qualidade do filme O Machado de Prata, e ao Tenente Luiz Freitas e Músicos desta Unidade e da 7a. RPM, pela esmerada e fina Tocata! Minha Esposa Beatriz Campos de Paulo e Castro saiu encantada com seu admirável e reconfortante Espetáculo. A noite de ontem, no acolhedor Pátio desse inatacável Sétimo Batalhão de Polícia Militar, merece Nota Dez com Tinta Azul! Bom Despacho-MG, 12 de abril de 2024. Ass.: João Bosco de Castro, Oficial Superior Veterano da PMMG e Professor Emérito da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro. Registramos nossos cumprimentos a todos que contribuíram, direta ou indiretamente, com a realização do filme e nas atividades do magnífico lançamento. Assista ao vídeo de lançamento do filme O Machado de Prata. Fonte do vídeo: Rádio Central 10.

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