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ACONTECEU NA ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS

Quando da realização do seu Curso de Administração de Polícia, nos Estados Unidos da América, no ano de 1963, o Coronel José Ortiga a partir de uma visão holística da formação de Polícia Militar, referiu-se ao Departamento de Instrução (DI) da Polícia Militar de Minas Gerais como “Military Police Academy”. Visão que se materializou através da Lei nº 7.625, de 21 de dezembro de 1979, onde não o Departamento de Instrução (DI), mas a sua evolução, a Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Oficiais (EsFAO), da Polícia Militar de Minas Gerais, passou à denominação de Academia de Polícia Militar (APM), naquela oportunidade o seu Comandante era o Coronel Dorgival Olavo Guedes Júnior. Não apenas transformar-se na Academia de Polícia Militar, mas evoluir para algo maior, já pensado no ano de 1975, onde o ingresso no Curso de Formação de Oficiais (CFO) se daria apenas para os possuidores do ensino de 2º grau, atual ensino médio. No entanto, tal requisito, efetivamente só se tornou condição obrigatória para os ingressos no Curso de Formação de Oficiais, Período Profissional, do ano de 1979, com a primeira turma formada no ano de 1981, com a duração do curso em três anos. No ano de 1977 aconteceu o primeiro ano do Curso de Formação de Oficiais, Período Básico, com os ingressos possuindo apenas o 1º grau completo e realizando os estudos de 2º grau em dois anos e, posteriormente, ingressando no Período Profissional, juntamente com os possuidores do ensino de 2º grau, selecionados para ingresso em 1979 e com formatura no ano de 1981. Cumpriram-se as determinações legais, já expressa na legislação da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, do ano de 1970, que definia que as funções de oficial da Polícia Militar eram de nível superior da Administração Pública. Era preciso avançar, não apenas exigir o ensino de 2º grau, era necessário que a formação decorrente do Curso de Formação de Oficiais (CFO), atendesse aos requisitos do sistema civil de ensino e através do Parecer nº 237/83, do então Conselho Federal de Educação, reconheceu-se a equivalência aos cursos superiores de graduação, para efeito no sistema civil, a partir de 1970, do Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais. Isso aconteceu no dia 10 de junho do ano de 1983, através de um despacho do Gabinete do Ministro da Educação e Cultura. Naquela oportunidade o Comandante da Academia de Polícia Militar era o Coronel José Braga Júnior. A retroatividade dos efeitos do Parecer nº 237/83, do então Conselho Federal de Educação, foram dirimidos pelo Parecer nº 624/85, do então Conselho Federal de Educação, que alcançou os formandos do Curso de Formação de Oficiais a Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, turma de Aspirantes de 1973. O Parecer nº 237/83, do então Conselho Federal de Educação, eleva a Academia de Polícia Militar ao patamar de Instituição de Educação Superior e não apenas uma Instituição de Ensino Superior. Seu principal curso, naquele momento, um curso com reconhecimento e equivalência aos cursos superiores de graduação, para efeito no sistema civil, cumpre o papel de proporcionar status e alcances múltiplos, pois ao ser reconhecido como curso superior de graduação, permitiu a aplicação da Resolução nº 12/83, do então Conselho Federal de Educação, permitiu a hipótese de se elevar os cursos de Aperfeiçoamento de Oficiais e Superior de Polícia, ao patamar de pós-graduação lato sensu. A Academia de Polícia Militar, através do Curso de Formação de Oficiais, Período Básico, fornecia o ensino de 2º grau. Através do Curso de Formação e Oficiais, Período Profissional fornecia o ensino de 3º grau. Através dos Cursos de Aperfeiçoamento de Oficiais e Superior de Polícia, fornecia o ensino de 3º grau como especialização. Através dos demais cursos livres para oficiais, fornecia o ensino de 3º grau como aperfeiçoamento. Através dos diversos cursos de formação de praças e dos demais cursos livres para as praças fornecia o ensino profissionalizante da atividade de segurança pública. A Academia de Polícia Militar, através das diversas ações junto à comunidade e eventos acadêmicos e desportivos voltados para o público interno e externo, proporcionava as atividades de extensão, na sua relação com a comunidade e públicos-alvo. A Academia de Polícia Militar, para cumprir o seu papel de irradiadora de doutrina e divulgação da capacidade intelectual dos seus membros, na interpretação da máxima de que o valor agregado da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, é o capital intelectual dos seus homens e mulheres, durante o Comando do Coronel José Braga Júnior, sob a égide do Chefe da Divisão de Ensino daquele educandário, Major Euro Magalhães, recria, com o número 1, em 1983, a Revista “O Alferes”, que fora criada pela Resolução nº 628, de 30 de janeiro de 1979, assinada pelo Comandante-Geral da PMMG, Coronel Carlos Augusto da Costa. Tudo que se possa dizer e contestar, perpassa pelo dia 10 de junho de 1983, pois aconteceu na Academia de Polícia Militar, no seu dia mais significativo, o dia em que se eleva a Academia de Polícia Militar à condição de Instituição de Educação Superior e eu estava lá. Foi há poucos meses além de 40 anos.

STF julga os primeiros réus do 8 de Janeiro.

Publica-se o vídeo de primeiro dia de julgamento do STF. Assim vocês, estimados leitora e leitor, conhecerão todos os momentos do Julgamento dos denominados “golpistas do 8 de janeiro” de 2023. Vamos acompanhar… A despeito de marcar duração de 7h47min9s, tem duas partes. A primeira tem a duração aproximada de 2h20min18s. A segunda parte, inicia-se às 4h27min3s e vai até às 6h, com o proferimento da Sentença do RÉU. Após intervalo, inicia-se, novamente, às 7h  e encerra-se, até às 7h46min18s, aproximadamente. Em consequência, assista, também, ao vivo, o segundo dia de julgamento do STF.

MÃE FANTÁSTICA!

João Bosco de Castro. À sempre-viva Maria Ramos de Castro,     minha Mãe! O Rosto de Mamãe palpita em mim!Sua Sabedoria: Luz da Ética─ Amansia do Não, Farol do Sim! ─:Energia do Amor, com voz poética! Mãe ─ domínio do aqui e do sem-fim ─,Sua sábia Lição, firme e profética,É sublime Riqueza (ouro e marfim…),Sem a qual não existo! Catequética Mão ─ polegar bendito, Fonte SantaDo Sublime Fazer-Bem: Luz e Ser,Mesmo longe das tretas da Gramática… Sua Escola de Vida até suplantaO primor de meus Mestres: bom Saber!Você inda me ensina, Mãe Fantástica!… Bom Despacho-MG, 14 de maio de 2023,

Minas Gerais homenageia o Alferes Xavier!

semana-da-inconfidencia

Nesse 21 de abril de 2023, comemorou-se, mais uma vez, o dia da morte do Alferes do Regimento de Cavalaria de Minas Gerais (RCMG). Realizaram-se, em diversas localidades brasileiras, muitas homenagens ao inesquecível Soldado-Herói Brasileiro. De igual modo, as Minas Gerais homenageia o Alferes Xavier! Homenagem da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). O Alferes Xavier, que serviu no RCMG, foi homenageado pelos colegas de farda. Participaram, mais uma vez, das atividades operacionais protetivas do Povo Mineiro, que tem a PMMG como um de seus valiosos patrimônios. Participaram, também, das diversas cerimônias memorativas , nas diversas localidades mineiras. O Comandante-Geral da PMMG — Coronel PM Rodrigo Piassi do Nascimento —, expediu Nota Oficial alusiva ao Alferes Xavier. Lembrou aos seus comandados que o ato heroico do Alferes deve ser honrado: Homenagem do Governo do Estado de Minas Gerais (GEMG). A cerimônia oficial foi realizada, em Ouro Preto, em dois momentos, conforme destacado no Portal do GEMG: […] “O primeiro, na Praça Tiradentes, foi marcado pelas honras militares. Reverenciando a memória de Tiradentes, Zema e o ex-presidente, Michel Temer, homenageado de 2023 com o Grande Colar, depositaram uma coroa de flores junto ao monumento à Tiradentes.” […] O segundo momento foi marcado pelas condecorações no centro de convenções da Ufop. Além do Grande Colar, foram entregues 170 condecorações: 40 Grandes Medalhas, 58 Medalhas de Honra e 72 Medalhas da Inconfidência. […] Durante o seu discurso, Zema afirmou que a cada vez que retorna a Ouro Preto para deixar a coroa de flores no busto de Tiradentes e entregar a Medalha da Inconfidência, ele aprofunda o senso de dever e de responsabilidade de ser um defensor da liberdade.[…] Veja, em seguida, o vídeo — Semana da Inconfidência Mineira — publicado pela PMMG. Fonte: Imagem e Vídeo.

Segunda Feira Literária de Bom Despacho.

A Secretaria de Cultura e Turismo — da Prefeitura Municipal de Bom Despacho-MG realizou a Segunda Feira Literária de Bom Despacho. A exemplo do que foi registrado pelo Ponto PM, o Evento Literário e sociocultural de elevado nível aconteceu, na manhã festiva deste 15 de abril de 2023, no Mineirinho da Praça da Matriz de Nossa Senhora do Bom Despacho. Ali, os participantes tiveram a oportunidade de apreciar a Arte da Metáfora Escrita da Bacia do Picão e prestigiar diversos Escritores Bom-Despachenses. 0 Senhor Coronel PM João Bosco de Castro, Acadêmico-Presidente da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – MesaMariano e Curador do Prêmio Coronel Alvim, aproveitou a oportunidade para agraciar-me com o Diploma de Prócere Magistral em Ciências Militares da Polícia Ostensiva. O Referido Diploma é a Chancela de Notório Saber Ciências Militares da Polícia Ostensiva, com suporte no Parecer número 1295/2001, da Câmara de Ensino Superior do Conselho Nacional de Educação (CES/CNE). Acompanhando o diploma, recebi de igual modo a Medalha dele homônima e a respectiva réplica. A premiação é consequência do reconhecimento do meu livro: História (In)completa da Academia de Polícia Militar de Minas Gerais: Símbolos, Ideais e Conhecimento, considerado Obra de excelência e importância para o desenvolvimento e consolidação das Ciências Militares da Polícia Ostensiva. Participaram da premiação: 1 – O Senhor Coronel PM João Bosco de Castro, Acadêmico-Presidente da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – MesaMariano e Curador do Prêmio Coronel Alvim, e Gestor Principal do Espaço Camões: Oficina de Saberes Letras e Artes da cidade de Bom Despacho, Estado de Minas Gerais; 2 – A Senhora Beatriz Campos de Paulo e Castro, esposa do Presidente do Sodalício e Confreira MesaMariano, que na Sessão Solene do Sodalício recebeu o Premio em meu nome, procedendo a entrega do Diploma à minha pessoa; 3- A Senhora Juliana Jaber, vice-prefeita da cidade de Bom Despacho, que procedeu à entrega da Medalha homônima ao Diploma, e 4 – A minha esposa Rosângela Maria Ferreira Silva, que procedeu à aposição da réplica da Medalha. Carlos Alberto da Silva Santos Braga. Acadêmico-Correspondente da Academia Maranhense de Ciências Letras e Artes Militares.

A Mãe de Tudo!

A Equipe do PontoPM e Grupo MindBR registra mais uma Conquista Literária alcançada pelo nosso Jornalista-Responsável: João Bosco de Castro. Após participar do Concurso Nacional Pedro Ivo de Poesia – 3ª Edição – 2023, e concorreu com o Poema MÃE DE TUDO. O notável Poeta foi premiado. O Certame foi realizado pela Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares – AMCLAM. Leia o Poesia destacado na imagem seguinte: Eis, também, a leitura da Poema feita pelo próprio Autor:

13º Aniversário de Instalação da Mesa-Mariano.

O Décimo Terceiro Aniversário de Instalaçãoda Academia Epistêmica de MesaCapitão-Professor João Batista Mariano.  João Bosco de Castro. Em 10 de março de 2023, às 9h30min, no Auditório da Fundação Guimarães Rosa ─ FGR (Rua das Chácaras, nº 210, Bairro Mantiqueira/Venda Nova, Belo Horizonte-MG), realizou-se a Cerimônia Solene Comemorativa dos Treze Anos de Instalação da MesaMariano, sob a Presidência do Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro. A Sessão desenvolveu-se, ritualisticamente, em clima de fraterno e alegre convívio do Quadro Academial. À celebração do aniversário do Areópago Mesa-Marianiano (treze anos completados em 25 de fevereiro deste ano) somaram-se dois Atos Relevantes: Conferição do Prêmio Cel.Alvim a três Policiólogos da PMMG e Homenagem a duas Historiógrafas da PMMG. Cumprido o preâmbulo de boas-vindas e a descrição deontológica da Casa de Saberes e Sabedoria, todos os Presentes ao Ato Epistêmico, de pé e em atitude respeitosa, cantaram o Hino Nacional Brasileiro ─ Símbolo Poético e Patriótico nosso, com letra metafórica do Filólogo e Professor de Literatura Joaquim Osório Duque-Estrada e música do Mestre-Capela Francisco Manoel da Silva. Ainda de pé e em posição academial, os Coparticipantes da Reunião ouviram a Invocação Acadêmica, proferida pelo respectivo Autor, Acadêmico João Bosco de Castro, Presidente da MesaMariano, cuja íntegra se transcreve abaixo: Excelsa Luz dos Saberes e Sabedoria: Nutre de poderes empreendedoristas os propósitos culturais,humanizantes, socioeducativos e deontológicos desta Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano, para Ela ─ vinculada à Fundação Guimarães Rosa ─ dedicar-se à discussão espontânea e ao estudo metodológico do Conhecimento, em favor do domínio teórico e prático da Religião, Filosofia, Ciência, Técnica, Arte ─ entendida esta como a harmonia entre a Natureza e a Cultura ─ e outras quaisquer formas ou espécies de Erudição ─, do Uso das Mãos ao Cultivo da Inteligência, do Mito à Cibernética e da Tecnologia à Efervescência dos Signos, Códigos e Linguagens ─ especialmente dos lusófonos e prioritariamente dos luso-tupi-afro-brasileiros, tidos como prodigioso complexo dos modos e meios para elaboração, transmissão e compreensão de textos orais e escritos conformes com os cânones gramaticais, fraseológicos, estilísticos, estéticos e persuasivos do Padrão Erudito da Língua Portuguesa ─, com vistas no fortalecimento do preceituário eticomoral, desenvolvimentista, cidadanizante e comunitarista indispensável ao vigor dos direitos humanos e do respeito à dignidade da Pessoa, e à Felicidade Universal! O Expediente Epistêmico ─ apresentado pelo citado Presidente ─ começou com bela Homenagem à Mulher, no ensejo do 8 de Março, a ela mundialmente dedicado, consubstanciada na leitura do Poema Mulher (duas Duodécimas-Rimas), pelo próprio Autor João Bosco de Castro. Eis o Poema:                                    MULHER.                                     João Bosco de Castro. I. Santuário da Candura, Nas maravilhas do amor, Mão avessa à sinecura E afeita ao nobre labor De erigir a compostura Nos charcos do dissabor E plantar a formosura Nos versos do trovador, Pra elevar a criatura Às bênçãos do Criador, Com sintonia de orquestra E zelo de mãe e mestra! II. Luz de amorável brandura Num sorriso encantador, Alma-gêmea da doçura Num coração de esplendor, Voz macia de ternura Num mundo escravizador, Eloquência da cordura Apropriada ao louvor: Tanto da crespa escultura Como do fino lavor: Desses dons de alto mister, O Gênio fez a mulher! Também se ofereceram exemplares de nossa Coletânea de Biografias e Panegíricos da MesaMariano (editada e distribuída em 2020, em pleno flagelo pandêmico da Covid 19) a quem ainda não conhecia tal Obra. Anunciaram-se, ainda, ao Plenário Epistêmico as propostas de duas Reuniões Mesa-Marianianas Itinerantes: uma prevista para 19 de maio de 2023, às 9hs, na Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro, com a posse de dois Candidatos ─  do Coronel Eugênio Pascoal da Cunha Valadares (Comandante da anfitriã, a Nobre Escola do Prado Mineiro), na Categoria de Acadêmico Epistêmico, e da Professora Eliana Cançado Ferreira, na Categoria de Acadêmica Honorária; a outra, prevista para a semana de julho de 2023, na qual esteja o dia 9 ─ aniversário do heroico Machado de Prata ─, no Quartel do Sétimo Batalhão de Polícia Militar, em Bom Despacho-MG, durante a qual o Acadêmico-Honorário Isaac de Oliveira e Sousa apresentará um Ensaio sobre a Integração Operacional dos órgãos da segurança pública, de acordo com entendimentos estabelecidos com o Comandante da citada Unidade Anfitriã, Tenente-Coronel Luciano Antônio dos Santos. Referidas propostas mereceram aceitação e aplauso de Confrades e Confreiras, bem como apoio administrativo e logístico assegurado por nosso Confrade Coronel Pedro Seixas da Silva, Presidente do Conselho-Diretor da MesaMariano e Superintendente-Geral da Fundação Guimarães Rosa, mantenedora desta Casa de Saberes e Sabedoria. Encerrado o Expediente, executaram-se os dois Atos Relevantes da Reunião. 1.Conferição do Prêmio MesaMariano ─ FGR Coronel Alvino Alvim de Menezes das Ciências Militares da Polícia Ostensiva (Prêmio Cel.Alvim), de 2020, 2021 e 2022 ─,  interrompida por imperativos sanitários ditados pela pandemia do Covid 19. Três Policiólogos da Polícia Militar de Minas Gerais venceram este importante Certame Policiológico: Versão 2020 ─ Tenente-Coronel Flávio Jáckson Ferreira Santiago, com seu Livro  A Sombra por Trás da Onda: alta participação da dependência química na criminalidade; Versão 2021 ─ Tenente-Juiz Rodrigo Foureaux, com seu Livro Justiça Militar: aspectos gerais e controversos; Versão 2022 ─ Major Veterano Carlos Alberto da Silva Santos Braga, com seu Livro História (in)Completa da Academia de Polícia Militar de Minas Gerais: Símbolos, Ideais e Conhecimento. Por dificuldades de saúde, o Major Carlos Braga não compareceu à Premiação, e já reagendou, para recebê-la, sua vinda a Bom Despacho-MG, no Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes ─ ECOSLA, em 15 de abril de 2023, logo após a realização da Segunda Feira Literária da Cidade. Cada Vencedor do Prêmio Cel. Alvim recebeu o Diploma de Prócere Magistral em Ciências Militares de Polícia Ostensiva, com Chancela Notório Saber, a Medalha Cel. Alvim e respectiva Réplica para Lapela. 2. Homenagem às Historiógrafas da PMMG Coronela Lívia Neide de Azevedo Alves e Capitã Veterana Denise dos Santos Gonçalves, pela excelência da totalidade (pesquisa, sitematização e redação) do Livro  40 Anos da Mulher na Polícia Militar de Minas Gerais, do qual são Coautoras. Nenhuma delas compareceu à Homenagem: a Coronela Lívia, por

“A esquerda tem medo, não tem política de segurança pública”.

Encontra-se, na primeira edição da Revista Brasileira de Segurança Pública, publicada em 2007, a entrevista denominada A esquerda tem medo, não tem política de segurança pública. A entrevistadora foi a Socióloga Julita Lemgruber e o entrevistado foi o Ministro da Suprema Corte da Argentina Eugenio Raúl Zaffaroni, conforme descrições em seguida. Na publicação daquela Revista, alguns textos foram destacados. Nesta postagem, tais textos, encontram-se em negritos, nas respectivas respostas do Entrevistado. Conheça mais detalhes, lendo a entrevista transcrita a seguir: “Eugenio Raúl Zaffaroni, entrevistado por Julita Lemgruber Eugenio Raul Zaffaroni é ministro da Suprema Corte da Argentina, professor titular do Departamento de Direito Penal e Criminologia da Universidade de Buenos Aires, doutor honoris causa pela UFRJ e diversas outras universidades e vice-presidente da Associação Internacional de Direito Penal.  Entre suas obras publicadas no Brasil, estão “Em Busca das Penas Perdidas”, “Direito Penal Brasileiro”, em co-autoria com Nilo Batista, “Manual de Direito Penal Brasileiro” e “Da Tentativa”, ambos em co-autoria com José Henrique Pierangeli. Zaffaroni defende um ponto de vista sobre o sistema penal que define como “realismo marginal”. Discute a realidade dos países periféricos, com base na qual as penas criminais não podem ser juridicamente fundamentadas, uma vez que elas têm um sentido político. Partindo destes pressupostos, vinculados a uma criminologia crítica,Zaffaroni apresenta suas contribuições para a dogmática penal.Uma de suas principais contribuições nesse âmbito é o conceito de “culpabilidade por vulnerabilidade”, que leva em conta a seletividade do sistema penal para a aplicação da pena. Julita Lemgruber, socióloga, mestre pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), é diretora do Centro de Estudos em Segurança e Cidadania da Universidade Cândido Mendes (CESeC-UCAM), integrante do conselho do International Center for Prison Studies (Londres), integrante do conselho diretor da Altus Aliança Global (Haia). Foi diretora do Departamento do Sistema Penitenciário e Ouvidora de Polícia do Estado do Rio de Janeiro. É autora dos livros “Quem vigia os vigias?” (2003) e “Cemitério dos vivos: análise sociológica de uma prisão de mulheres” (1998).   jlemgruber@candidomendes.edu.br (*Diversos membros do Fórum contribuíram com suas perguntas para esta entrevista) LEMGRUBER: Com a democratização dos países da América Latina, o problema da segurança pública passou a constituir-se num dos principais desafios dos novos governos da região. As altas taxas de criminalidade e o precário funcionamento das agências de segurança pública têm dado margem a um discurso populista de endurecimento penal. Na sua opinião, que impacto isso pode trazer para a construção da democracia na América Latina? ZAFFARONI: Acho que o novo “popularismo penal” (não é “populismo”,  que  é  outra  coisa,  especialmente  na  América Latina) é uma demagogia que explora o sentimento de vingança  das  pessoas,  mas,  politicamente  falando,  é  uma  nova forma  do  autoritarismo.  A violência aumenta porque  aumentou  a  miséria.  Os anos 1990 foram  os  anos  do  festival do  mercado:  os  pobres  ficaram  mais  pobres  e  alguns  ricos, nem todos, mais ricos. Os mesmos autores dessa política de polarização da sociedade são os que hoje pedem mais repressão sobre os setores vulneráveis da população. Querem mais mortos e, entre infratores e policiais, mais “guerra”. No final, eles são invulneráveis a essa violência. A “guerra” que pedem é a “guerra” entre pobres.  Na medida em que  os  pobres  se matem  entre  si,  não  terão  condições  de  tomar  consciência da sua circunstância social e, menos ainda, política. O perigo para os reacionários não é a morte nas favelas, nem a morte dos favelados, nem a morte  dos  policiais,  mas  o  risco  de os pobres se juntarem e tomarem consciência da armadilha penal.  Essa política dos chamados comunicadores  sociais  e políticos sem programas, que só querem mais poder policial, no  fundo  é  a  neutralização  da  incorporação  das  maiorias  à democracia.  É manter um mundo  não  civilizado  marginalizado do mundo civilizado. O mundo da favela e o mundo da Barra![1] Na medida em que os da favela se matam (aí estão incluídos os policiais), a Barra não tem perigo de invasão, só algum criminoso isolado,  mas  nada  de  reclamação  política, nada  da  consciência  dos  excluídos,  nada  que  possa  pôr  em perigo  as  estruturas  de  classe,  que  se  tornam  estruturas  de casta  na  medida  em  que  a  sociedade  impede  a  mobilidade vertical, máxima aspiração dos “popularistas penais”.  LEMGRUBER: No Brasil, assim como em alguns outros países, percebe-se claramente que o discurso da esquerda é cada vez mais semelhante àquele sustentado pelos conservadores, notadamente quando o assunto é crime e violência.  Em sua opinião, por que a esquerda tem sido, em geral, incapaz de afirmar um caminho próprio ao tratar da segurança pública? ZAFFARONI: A esquerda tem medo, sabe que a imputação da direita a ela é sempre a de ser desordeira e caótica. Por causa disso, para obter o voto da direita, procura providenciar uma imagem de ordem. No final, a esquerda é usada, porque a reclamação por vingança não tem limites e porque a segurança pública jamais pode ser absoluta. Assim é que o trabalhismo inglês fez leis mais repressivas do que os conservadores. Um dia ele (o trabalhismo) vai sair do governo desprestigiado e os conservadores vão dizer – sem dúvida com razão – que as leis repressivas não são deles. O socialismo italiano, anterior aos mani pulite, fez a mesma coisa. Num plano micro, é o mesmo erro que, no plano macro, foi praticado pela social-democracia alemã quando excluiu os candidatos judeus das chapas após à ascensão do nazismo. Os socialdemocratas sobreviventes que puderam fugir lamentaram e reconheceram tal erro, com certeza, no exílio. LEMGRUBER: Em 1985, quando predominavam os governos militares e ditatoriais na América Latina, o senhor coordenou um estudo sobre a situação dos Direitos Humanos na região. Na sua opinião, o que mudou em relação ao diagnóstico produzido há mais de 20 anos? ZAFFARONI: Mudou, sem dúvida. Hoje não temos ditaduras militares, pararam os crimes contra a humanidade praticados pelos governos ditatoriais. Não temos “desaparecidos” nesse sentido. Mas temos alguns “desaparecidos” policiais, temos o chamado “gatilho fácil” (pessoas mortas pela polícia sem processo, ou seja, pena de morte sem processo),  temos  prisões  que  são  campos 

Encontro Cultural no Espaço Camões

Na última quarta-feira (25/01), o dia amanheceu lindo, com céu azulado, ensolarado. Naquela manhã, em Bom Despacho, aconteceu o dia do Encontro Cultural no Espaço Camões. Ali, houve o encontro de amigos e companheiros. Alguns de longas jornadas, ocorridas no Século passado. Outros, de jornadas recentes, nessas primeiras dezenas do Século XXI. Os convidados foram recebidos gentilmente pelos anfitrião Professor-Camonólogo João Bosco de Castro, Idealizador e Gestor-Principal do Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes (ECOSLA). De igual modo, todos foram carinhosamente acolhidos pela anfitriã Acadêmica Beatriz Campos de Paulo e Castro, Secretária-Geral e Organizadora do ECOSLA. Os convidados e visitantes experienciaram momentos preciosos. Conheceram e viram cada detalhe do inigualável Acervo do ECOSLA. Agradecido pela realização do Encontro Cultural, João Bosco de Castro, Jornalista deste PontoPM, assim manifestou: Reputo o Encontro Cultural realizado no Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes, na manhã de hoje, bem-sucedido e muito rico e útil ao processo da mais autêntica e legítima Humanização por meio dos Saberes, Letras e Artes, principalmente pela vivificação da Língua Portuguesa e Literaturas Lusófonas, enfaticamente da Literatura Portuguesa e Literatura Brasileira, mercê dos efeitos estéticos da insuperável Obra de Luís Vaz de Camões.Nosso mencionado Encontro Cultural consigna gratidão e respeito a tantos quantos dele coparticiparam, para a consolidação da Educação, Progresso, Liberdade, Consideração Pessoal e Institucional, em favor de nossa Bom Despacho mais digna do renome dos Vultos de José d’Avó Gontijo e Dário Couto, Geraldo Majela de Melo Santos, Maria de Lourdes d’Avó Gontijo, José Calais de Resende Filho, Leia Nilce Mota Pereira, Nicolau Teixeira Leite, Nicomedes Teixeira Campos, Edmundo Lery Santos, Alvino Alvim de Menezes, José Antônio Praxedes e Egydio Benício de Abreu.O Espaço Camões continuará firme em seus propósitos de Oficina de Saberes, Letras e Artes!A cada uma das Pessoas abaixo registradas, minha expressão de alegria, amizade e atenção, por haverem engrandecido nosso Encontro Cultural:Comandante do Sétimo Batalhão de Polícia Militar, Tenente-Coronel Luciano Antônio dos Santos; Comandante do Colégio Tiradentes de Bom Despacho, Capitão Almir Geraldo Campos; Diretora Pedagógica do Colégio Tiradentes de Bom Despacho, Professora Gisele Soares de Araújo; Diretor do Núcleo da UMMG de Bom Despacho, Coronel José Nunes Rodrigues; Gestor-Principal do Grupo MindBR/PontoPM, Coronel Isaac de Oliveira e Souza, com seu Filho Cleander Soares de Souza e sua Nora Carolina; Funcionário da P/5 do Machado de Prata e Comunicador de Massas da Web Rádio Central 10, Sargento Dênis Pereira da Silva; Acadêmicos Epistêmicos Beatriz Campos de Paulo e Castro (Secretária-Geral e Organizadora do Espaço Camões), Coronel Gentil Alberto de Menezes e Jornalista Renato Fragoso; Escritora da ABDL Gísila Cecilane do Couto, e Designer-Gráfico David Renato de Oliveira Fragoso.Muito obrigado a Todos!Professor João Bosco de Castro, Idealizador e Gestor-Principal do Espaço Camões. Veja os detalhes do evento realizado:

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