Bons momentos . . . , nos 70 anos do Colégio Tiradentes da PMMG
O Colégio Tiradentes da Polícia Militar — unidade de Belo Horizonte — comemorará, no próximo 10 de novembro, o 70º aniversário de criação e instalação. Na programação comemorativa, segundo a Diretriz do Comando daquela unidade de ensino da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), constou a realização de um Encontro de Eternos Alunos. Desse modo, na linda noite de primavera, no dia 2 de outubro deste ano, lá estavam, a Tenente-Coronel Ana Paula e toda sua equipe de cooperadores — policiais militares e professores — acolheram calorosamente os convidados que compareceram para comemorar os 70 anos do Colégio Tiradentes. Recebidos com muito carinho, os Alunos Eternos experimentaram, mais uma vez, ótimos momentos, nas instalações agradáveis, onde passaram momentos inesquecíveis, nos últimos 70 anos do Colégio Tiradentes de Belo Horizonte. O educandário é referência nacional consagrada, no desenvolvimento dos ensinos Fundamental I e II e Médio, e um dos pioneiros no Brasil. Serviu – e serve de modelo – para a criação de outras unidades de ensino, não apenas em Minas Gerais. Isso porque, nas outras 26 unidades da Federação Brasileira, há educandários similares, cujas criações foram inspiradas no nosso querido Colégio Tiradentes. O Encontro de Eternos Alunos assinala de forma muito significativa a comemoração dos 70 anos do Colégio Tiradentes de Belo Horizonte. Os que participaram reviveram momentos daqueles tempos escolares: o reencontro com os colegas, a participação das atividades cívicas e a deliciosa merenda preparada especialmente para a ocasião festiva. O evento que marcou o encontro citado, foi animado pela agradável música da Fanfarra dos Alunos do educandário, da Academia Musical Orquestra Show (AMOS) e dos acordes da Harpa, tocada pela aluna Ana Luíza Cicarini. Teve, igualmente, outro momento inesquecível, quando o Aluno Eterno Cláudio Renato dos Santos Costa — Desembargador do Estado de Minas Gerais — discursou, muito emocionado, representando o corpo de Eternos Alunos, na comemoração dos 70 anos do Colégio Tiradentes. Iguais à Ana Luíza, harpista, e ao Cláudio Renato, desembargador, são incontáveis os Alunos Eternos que participam das mais diversas atividades, públicas e privadas, da nossa sociedade. Todos contribuem para o engrandecimento do nosso Estado e da nossa Pátria. Exemplo disso é o da Eterna Aluna, Ana Paula de Lima Garcia Neves, Tenente-Coronel e atual Comandante das unidades do Colégio Tiradentes da Região de Belo Horizonte. Ao agradecer a presença dos presentes, […] reafirmou sua alegria em acolhê-los e o firme propósito, da continuidade do educandário da PMMG, na formação de valiosos cidadãos.[…]
Sua Excelência, O Tenente “índio Ivanir Máximo”

Vem do Amazonas, mais especificamente do Alto do Rio Negro, uma notícia sobre o “índio Ivanir Máximo”. Das informações publicadas, confirma-se que é indígena nativo “da tribo dos Barés, em São Gabriel da Cachoeira (a 852 quilômetros da capital amazonense), no extremo noroeste do país.” Atualmente, com seus 51 anos de idade, é Tenente da Polícia Militar do Estado do Amazonas (PMAM), promovido recentemente, e servindo, nos últimos oito anos, no Batalhão de Polícia Ambiental daquela Instituição Militar Estadual amazonense. Nas atividades policiais militares que desenvolve, na polícia ostensiva e preservação da ordem pública, o Tenente “índio Ivanir Máximo” tem uma expertise fundamental. Domina os dialetos Tariano, Desano, Baniwa, Yanomani, Nheengatu, Curripaco e Tenharim, muito utilizados na Amazônia. E para o gáudio daquelas comunidades, o ilustre indígena declara, com orgulho, após ser promovido a oficial: “Sou da primeira turma dos filhos indígenas formados como técnicos em enfermagem. Hoje alguns estão trabalhando nas comunidades indígenas, trazendo conhecimento para tratamento de pessoas que ficam nas grandes comunidades. E isso é um orgulho para mim, hoje um dos primeiros filhos indígenas a chegar ao posto de oficial da Polícia Militar.” Além disso, nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no ano de 2016, lá estava, o Tenente “índio Ivanir Máximo”, emprestando seus conhecimentos de proteção de pessoas e comunidades, e adquirindo outros, em meio a muitos povos que falam as muitas línguas do mundo todo. Os percalços superados pelo vitorioso Tenente “índio Ivanir Máximo”, e muitos outros amazonenses, são consideráveis. A respeito daqueles que o antecederam, na Amazônia, conhecemos as dificuldades por eles enfrentadas, segundo a narrativa euclydiana de “Os Sertões”. Vemo-las, no episódio sobre o “homem”, no contexto da “I. Complexidade do problema etnológico no Brasil. Variabilidade do meio físico e sua reflexão na História. Ação do meio na fase inicial da formação das raças. A formação brasileira no Norte (p.44).” Assim, extrai-se daquela obra que: O Amazonas referto salta fora do leito, levanta em poucos dias o nível das águas, de dezessete metros; expande-se em alagados vastos, em furos, em paranamirins, entrecruzados em rede complicadíssima de mediterrâneo cindido de correntes fortes, dentre as quais emergem, ilhados, os igapós verdejantes (p.52). (…) Muitas vezes em plena enchente, em abril ou maio, no correr de um dia calmoso e claro, dentro da atmosfera ardente do Amazonas difundem-se rajadas frigidíssimas do sul (p.53). (…). Euclydes da Cunha menciona, ainda, em “os reforços (p. 309-310)”, algumas ações policiais militares vividas por conterrêneos antecessores do Tenente “índio Ivanir Máximo”. Cuidou de ressaltar a luta dos homens, oriundos a Amazônia, nas batalhas em terras baianas, assim narrada pelo autor: Por fim dois corpos: o Regimento Policial do Pará, somando 640 combatentes, comandados pelo coronel José Sotero de Meneses, e um da polícia do Amazonas, sob o comando do tenente Cândido José Mariano, com 328 soldados. Afinal, são muitas as conquistas do Tenente “índio Ivanir Máximo”, além de dominar os dialetos e ser um policial militar zeloso, o que favorece, certamente, as ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, naquelas terras, muitas delas desconhecidas da grande mídia. A respeito desse favorecimento do atuante oficial, o subcomandante do BPA, da PMAM, major Santos Correia, afirma: Quando o Batalhão Ambiental se desloca para atuar nessas áreas, é importante a participação do tenente, como ele fala todos esses dialetos indígenas, ele consegue abrir portas, ganhar a confiança das comunidades indígenas, que acabam nutrindo uma admiração pelo próprio policial Militar, porque eles admiram pelo fato dele ter conseguido chegar aonde ele chegou, a ser um tenente da Polícia Militar.
ESPAÇO CAMÕES NA MESAMARIANO.
A Fundação Guimarães Rosa ─ FGR recebeu em seu Auditório ( Rua das Chácaras, nº 210, Bairro Mantiqueira/ Venda Nova, em Belo Horizonte-MG), na manhã de 27 de setembro de 2019, a Academia Epistêmica de Mesa Capitão ─ Professor João Batista Mariano ─ MesaMariano, para a realização da respectiva Trigésima Quinta Reunião Epistêmica, nutrida na palestra ESPAÇO CAMÕES: OFICINA DE SABERES, LETRAS E ARTES, brilhantemente proferida pela Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro, Esposa do Presidente do Sodalício Epistêmico Marianiano, Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro. A sumosa exposição oferecida por Beatriz a Acadêmicos e Convidados, por meio de texto e rico suporte audiovisual, agradou a todos, mercê de sua elegância pessoal e linguística, a par de sua zelosa articulação de mensagem dissertativa, narrativa e descritiva, com belas e objetivas imagens do Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes, acervo de erudição e cultura acumulado, escrito e esculpido-insculpido por seu Marido, ao longo de trajetória vivida e coparticipada por ele, como estudante, policiólogo, militar, professor, camonólogo, pesquisador e artífice das coisas e conhecimentos palpitantes no vastíssimo Universo da Natureza e Cultura. Em sua relevante Palestra, Beatriz mostra ao seleto Grupo de Ouvintes a diversidade sociocultural do Espaço Camões, principalmente a Biblioteca de Obras Literárias, Didáticas, Filosóficas, Gramaticais, Filológicas, Antropológicas, Historiográficas, Religiosas, Artísticas e Policiológicas ─ nesse nicho incluídas as consistentes nas Ciências Policiais, Ciências Militares da Polícia Ostensiva, Teoria da Ética, Deontologia Policial-Militar, Crítica Textual e Políticas Públicas e Preservação da Ordem Pública─, enfaticamente os Livros, Ensaios, Poemas, Contos e o Romance escritos e publicados por João Bosco de Castro, além das muitas e variadas Coletâneas e Antologias nas quais estão os prefácios, engenhos de Crítica Literária e Produções Poéticas de sua lavra, concomitantemente com prêmios poéticos e epistêmicos vencidos por ele ou a ele conferidos. Beatriz encerra sua Palestra, gloriosamente, com a leitura de Miscigênese, poema de João Bosco de Castro oferecido à morenice de Maria Ramos de Castro, Mãe dele. Como reconhecimento do respeitável e elevado valor de sua Palestra, Beatriz recebe da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano ─ MesaMariano importante Certificado. Após a publicação desse Trabalho Intelectual realizado por Beatriz Campos de Paulo e Castro, outras considerações a respeito da Trigésima Quinta Reunião Epistêmica da MesaMariano completam esta notícia do PontoPM. Eis a inteira Palestra proferida e apresentada pela Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro, inclusive o Poema MISCIGÊNESE, de João Bosco de Castro, dedicado à Mãe dele, Dona Maria Ramos de Castro!…: Palestra de Beatriz Outros registros sobre a Trigésima Quinta Reunião Epistêmica da MesaMariano: Após conferido o Certificado à Palestrante, o Presidente da MesaMariano, Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro, apresenta o Expediente da Sessão, no qual anuncia ao Areópago o fim de seu segundo mandato em tal cargo, encerrável em 25 de fevereiro de 2020, e pede aos Acadêmicos e ao Conselho-Diretor a realização de processo eleitoral para o mandato seguinte. Nas Efemérides do Período Epistêmico, João Bosco de Castro toma a palavra em louvor ao mês de junho, com referência à Biografia e à Obra Metafórica de dois Próceres da Literatura Brasileira: o Poeta e Romancista mineiro João Guimarães Rosa, nascido em 27 de junho de 1908, e o Dramaturgo e Romancista paraibano Ariano Vilar Suassuna, nascido em 16 de junho de 1927. O Presidente do Conselho-Diretor da MesaMariano, Acadêmico Epistêmico e Coronel Pedro Seixas da Silva, elogia o desempenho da Palestrante Beatriz Campos de Paulo e Castro e anuncia a cessão de verba programada para a elaboração e publicação da Coletânea de Biografias de Patronos e Próceres do Sodalício, a ser organizada e prefaciada pelo Presidente João Bosco de Castro. A Fala do Acadêmico teve a coparticipação da Confreira Gleisa Calixto Antunes, para elogiar a Palestrante e abordar a tardia publicação da Coletânea de Biografias de Patronos e Próceres do Areópago; do Confrade Luiz Carlos Abritta ( Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais), para elogiar a densidade e a beleza da Palestra de Beatriz Campos de Paulo e Castro, cujos texto e audiovisuais ele considera finamente realizados com amor e poesia, e oferecer à MesaMariano, ao Espaço Camões e aos Presentes à Sessão Epistêmica exemplares do Livreto sobre Camões e Os Lusíadas, organizado e composto por Ele e pela Acadêmica Ismaília de Moura Nunes; do Confrade Antônio Carlos Cabral de Aguiar (Gestor da FUNDAMIG), para elogiar a maravilhosa Palestra de Beatriz e oferecer, com dedicatória honrosa, ao Espaço Camões um exemplar da edição de bolso da Carta de Pero Vaz de Caminha, organizada por Sílvio Castro e publicada por L&PM Pocket. O Confrade Ari de Abreu oferece ao Espaço Camões, particularmente a João Bosco de Castro, com dedicatória afetuosa, um exemplar de Encontro Rosiano em Prosa e Verso, Coletânea Literocientífica da Academia de Letras João Guimarães Rosa da PMMG. O Confrade Isaac de Oliveira e Souza fotografou e filmou a Sessão Epistêmica e a Palestra de Beatriz, as quais publicará em seu prestante Portal PontoPM. O Presidente João Bosco de Castro enaltece os Trabalhos Epistêmicos, ao elogiar a beleza frásica e a importância histórico-sociológica da Palestra ESPAÇO CAMÕES: OFICINA DE SABERES, LETRAS E ARTES (redigida, produzida e apresentada pela Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro), agradece a coparticipação de Acadêmicos e Convidados, especialmente à Fundação Guimarães Rosa e aos citados Oferecedores de Livros anotados nesta notícia, anuncia nossa Reunião programada para o dia 13 de dezembro de 2019 ─ quando este Silogeu Epistêmico celebrará o Prêmio Cel. Alvim ─, e encerra esta Sessão Epistêmica. Veja as imagens destacadas a seguir: Clique aqui para ver a apresentação da palestra, sobre o Espaço Camões. Veja, também, os seguintes vídeos:
Parceria da Polícia Militar e Minas Tênis Clube promoverá benefícios esportivos aos alunos do Colégio Tiradentes da RMBH
A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e o Minas Tênis Clube (MTC) firmaram um Termo de Cooperação Técnica Esportiva, com benefícios esportivos aos alunos do Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CTPM), unidade de execução do Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio. Pelo MTC, a responsabilidade da parceria será da Gerência da Escola de Esportes, que detém reconhecida experiência, nacional e internacional, na formação de atletas e equipes de FutSal, Judô e Natação. A iniciativa concretiza nova conquista para a política educacional do Sistema de Ensino da PMMG. Isso porque, nos próximos dois anos, os alunos do CTPM serão beneficiados, com a presença de seis profissionais de Educação Física, qualificados a compartilhar moderna metodologia do treinamento esportivo de atletas praticantes daquelas modalidades esportivas. A Cooperação Técnica Esportiva foi firmada na manhã da última quarta-feira (25), no salão nobre do MTC. Participaram daquele evento significativo, o Coronel PM Giovane Gomes da Silva, comandante-geral da PMMG e Ricardo Vieira Santiago, presidente do Minas Tênis Clube. Ambos reafirmaram suas certezas de que a novidade consistirá em benefícios esportivos aos alunos dos ensinos fundamental e médio do CTPM. Naquele evento, compareceram também “Carlos Henrique Guedes Coelho de Campos, assessor especial do Governo de Minas Gerais e de Enlace com o Governo Federal”; a Tenente Coronel PM Ana Paula de Lima Garcia Neves, comandante do CTPM RMBH; Frederico Mascarenhas, e Carlos Antônio da Rocha Azevedo, diretores de Esportes e de Educação do MTC, e o 2º Sargento PM Noel Miguel de Moraes. O corpo discente do CTPM foi representado pelos seguintes alunos atletas: Emanuella Silva Soares, Matheus Srange Soares Costa, Jonatas Henrique França, Clara Cristina Closel e Danrley Saulo de Oliveira Gomes. Dentre as expectativas estimada da nova parceria, a partir dos objetivos considerados aos benefícios esportivos previstos, destacam-se: a troca de expertise à descoberta, identificação, entre os discentes, de novos talentos esportivos, nas modalidades Futsal, Judô e Natação; a capacitação técnica dos profissionais envolvidos, nas atividades de preparação física e treinamento técnico e tático esportivo dos 230 alunos do educandário, praticantes daquelas modalidades; o enriquecimento metodológico, didático e pedagógico, empreendidos na formação física e esportiva, intelectual, moral, ética e espiritual dos discentes. Além do que foi descrito, com a aplicabilidade da cooperação técnica ora firmada, devido à seriedade e comprometimento das instituições parceiras, ótimas conquistas a serem alcançadas contribuirão muito ao reforço do desenvolvimento integral da infância e adolescência dos alunos do CTPM da PMMG. Com as informações do CTPM-BH e MTC.
Em Nova Venécia, no Espírito Santo, uma nova turma do Proerd
O Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) — praticada pelos profissionais brasileiros e polícia ostensiva e preservação da ordem pública — tem-se destacado entre as estratégias de proteção da criança e adolescente. Os resultados alcançados, nas últimas duas décadas, são bem-sucedidos. Isso é inferido, segundo os depoimentos de policiais militares, professores e alunos da rede pública e privada de educação. Há, neste Pontopm, muitas publicações, igual à que se destaca nesta postagem. Recentemente, o Proerd foi praticado pelos policiais militares espirito-santense, no Município de Nova Venécia, que é um dos que se encontram no território de responsabilidade do 2º Batalhão da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo (PMES). A solenidade de formatura da conclusão das atividades daquele programa, foi realizada na manhã dessa terça-feira (24). O Evento foi abrilhantado com a presença do tenente-coronel Mario Marcelo Dal Col, comandante daquela unidade. Realizada a partir das 8h, na quadra poliesportiva da Casa Escola Montessoriana “A Ciranda”, a cerimônia solene contou, também com a presença de “69 alunos entre 5º e 7º ano da rede particular de ensino do município”, além do do instrutor do Proerd, o sargento José Inoch, e “diversos profissionais da educação e familiares dos” participantes daquele programa. Encerraram-se a formatura “com a apresentação da canção do Proerd, onde os alunos cantaram e fizeram a coreografia junto com o instrutor do Proerd, o sargento Inoch” e a premiação de “três alunos que se destacaram na elaboração da redação sobre o Programa.” As atividades do Proerd são conduzidas por policiais militares qualificados para esse mister. Apoiados pelas lições constantes do Manual do Aluno e da “ativa participação dos professores, abordam lições que objetivam o desenvolvimento da autoestima, controle das tensões, civilidade, além de ensinar técnicas de autocontrole e resistência às pressões dos companheiros e às formas de oferecimento das drogas por pessoas estranhas ao convívio das crianças e adolescentes.” Na postagem publicada, no portal da PMES, encontra-se, também, a opinião do tenente-coronel Dal Col, comandante da Unidade. Para ele, o Proerd conscientiza “os alunos sobre os danos causados pelas drogas e a importância em combatê-los, são fundamentais para a redução dos índices de criminalidade nas escolas. A prevenção é um trabalho que se inicia nas salas de aula”. Com as informações da PMES.
Nova Liderança na PGR
A nova liderança de Procuradoria Geral da República (PGR) será conduzida, doravante, por Augusto Aras, atual subprocurador-geral . A confirmação do indicado, pelo Presidente Jair Bolsonaro, foi referendada, nesta data, nas duas legítimas instâncias do Senado Federal. A primeira, foi na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), do Senado Federal, onde foi sabatinado, quando Aras obteve 23 votos favoráveis. A segunda, foi ratificada, no Plenário daquela Casa legislativa, após 68 senadores firmarem seus votos favoráveis. Os trabalhos da CCJ duraram aproximadamente 5h30min, quando se manteve firme diante das indagações, com respostas convincentes. Mostrou-se decidido e disposto, conforme pronunciou, a dar continuidade do papel fundamental da Procuradoria-Geral da República (PGR), na instrumentação e funcionalidade dos Poderes Republicanos e Sociedade. Tanto que, durante a sabatina, declarou: Reafirmo o compromisso de atuação firme, mas equilibrada, imparcial, independente e comprometida com a Constituição Federal e com a defesa dos direitos fundamentais. As indagações sobre o duplo papel, na operacionalização do Direito, daquele que exercerá nova liderança na PGR, foram muitas. Porém, todas esclarecidas. Isso porque “Aras entregou à CCJ documentos que comprovam que devolveu sua carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e que se desvinculou da sociedade do escritório de advocacia que leva seu nome.” Fez questão de ressalta, à guisa de esclarecimentos, “que membros do Ministério Público admitidos antes da Constituição de 1988, como é seu caso, podem exercer a advocacia, desde que não advoguem contra a União.” Desse modo, se dispõe a dedicar-se integralmente às atividades de principal executivo da PGR. Os parlamentares interessaram em saber a opinião do subprocurador-geral que coordenará a nova liderança na PGR. Questionaram-no sobre a continuidade da Lava Jato. Por sua vez, Aras renovou o compromisso de a PGR dar continuidade aos trabalhos ora desenvolvidos, quando afirmou que: (…) a operação traz boas referências em torno de investigações, tecnologias, modelos e sistemas, mas toda e qualquer experiência nova traz também dificuldades. “Eu sempre apontei os excessos, mas sempre defendi a Lava Jato, porque a Lava Jato não existe per se. A Lava Jato é resultado de experiências anteriores que não foram bem-sucedidas na via judiciária. A Satiagraha, a Castelo de Areia, o Banestado, a Sundown, são todas operações que antecedem a Lava Jato. E esse conjunto de experiências gerou um novo modelo, modelo esse passível de correções, e essas correções espero que possamos fazer juntos. Não somente no plano interno do Ministério Público, mas com a contribuição de vossas excelências, porque é fundamental que aprimoremos o combate, o enfrentamento à macrocriminalidade. Mas é nossa intenção levar a experiência da Lava Jato para os estados e municípios como padrão de excelência a ser seguido. Mas sempre com o respeito à Constituição e às leis” (…). Outras informações sobre o pronunciamento de Augusto Aras, são encontradas aqui.
4º Festival LISBOA de Poesia.

Ocorrerá neste mês de setembro, de 12 a 14, a programação festiva e de honrarias prestadas aos participantes do 4º Festival LISBOA de Poesia. O propósito do Certame visava “alcançar integrantes da Comunidade Lusófona que gostem de poesia e ” que se dispusessem “contribuir para a difusão cultural do Português em todo continente europeu”. Reuniram-se centenas de poetas que falam e escrevem a Língua Portuguesa, a fim de verificar seus dotes poéticos. Na culminância da Programação Literária, a ser desenvolvida no Camões Instituto da Cooperação da Língua Portuguesa,e participantes terão momentos de raro esplendor previstos para o singular acontecimento. Confira, nas fotos abaixo, toda a programação prevista para os dias designados: Mas, se verdade que d’além mar vieram muitas orientações literárias; não é menos verdade que d’aquém mar são, igualmente, produzidas muitas joias poéticas. Exemplo disso, foi o destaque do Professor João Bosco de Castro, oficial da Polícia Militar de Minas Gerais e Jornalista deste Pontopm. Participou daquele Certame Literário e foi muito feliz, em meio a umas centenas de autores portugueses de várias localidades do mundo. O festejado poeta brasileiro teve confirmação de sua presença. juntamente com outros poetas vitoriosos. Ao competente autor e poeta, nossos cumprimentos pela vitória alcançada. Com as informações (e fotos) das fontes citadas acima.
Há um melhor modelo de aplicação da lei?
Há muitas explicações sobre a aplicação da lei. Uma delas, encontra-se no Oxford Advanced Learner’s Dictionary [Dicionário de aprendizado avançado de Oxford] (OALD). São informações e esclarecimentos de práticas subsequentes, na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos da América (EUA). Nesta postagem, apresentam-se sínteses da realidade policial daqueles países, evidenciando suas capacidades e potencialidades. Após algumas análises e considerações comparativas, procurará responder possível indagação sobre um modelo ideal de aplicação da lei, na realidade policial brasileira. 1 Aplicação da lei na Grã-Bretanha Para a Grã-Bretanha, são considerados importantes, na aplicação da lei, as seguintes situações: a. Organização Na Grã-Bretanha, as forças policiais regionais têm atualização localizada na manutenção da lei e da ordem. No caso específico de Londres, há duas forças policiais: a Polícia Metropolitana e a Polícia da cidade de Londres. A Met — como é referida, pelos ingleses — foi criada, em 1829, por Sir Robert Peel. Ocupa as instalações da New Scotland Yard, em Westminster, desde 1967. Atualmente, tem responsabilidade de proteção aos cidadãos e comunidades que se encontram na Grande Londres. Na cidade de Londres, há um departamento de polícia, com responsabilidade exclusiva naquela metrópole. b. Aspectos funcionais Na proteção aos londrinos e demais ingleses, as forças policiais regionais são lideradas por um chefe de polícia. Assim, na Inglaterra e no País de Gales, desde 2012, os Comissários da Polícia e do Crime têm sido eleitos diretamente, para a direção de suas respectivas forças. A instituição policial britânica não é grande. Tem um policial para cada 400 habitantes. Além do(a)s policiais, com seus uniformes azul-escuro — usando seus capacetes altos e duros e usados pelos bobbies [1] —, muitos homens e mulheres são treinados como policiais especiais e estão disponíveis para atuar, no caso de emergências. Com efeito, há, para cada uma das forças policiais inglesas locais, um Departamento de Investigação Criminal (CID). Para servir nesse departamento, a escolha recai sobre o(a)s bobbies. Depois são denominados detetives e, nesse mister, serão inspetores. Há, outras unidades especiais aéreas, terrestres, destinadas à proteção da infância e juventude, dentre outras, inclusive, a Special Branch, destinada à prevenção das ações/operações terroristas. Porém, após 2004, houve a criação de uma nova organização nacional, a Serious Organized Crime Agency, para substituir o National Crime Squad e o National Criminal Intelligence Service. c. Relações polícia comunidade O relacionamento da polícia, com os cidadãos e comunidades da Grã-Bretanha, mudou muito, desde os tempos iniciados com a imagem tradicional do simpático bobby. Outrora, era comum ver um policial andando pela área local, a pé ou de bicicleta; armado apenas com um apito e um cassetete. Atualmente, veem o policial moderno, homem ou mulher, patrulhando, utilizando veículos de quatro ou duas rodas. Alguns ainda carregam apenas cassetetes como “armas”, apesar de serem treinados para utilizá-las, em circunstâncias especiais. Nesse sentido, primando cada vez mais pelo relacionamento entre policiais e cidadãos, procuram-se evitar, ao máximo, ações desviantes de condutas. Então, nas unidades das forças policiais, não se toleram, dentre outras, o preconceito racial e o uso excessivo da força, pois prejudicam a imagem pública da polícia. Os que assim procederam, ou procedem, responderam, ou respondem com a exclusão. Em consequência disso, além de evitar profissionais indesejáveis, a liderança das unidades vislumbram melhoria contínua de relacionamentos com as comunidades locais. Por isso, o(a)s policiais praticam as atividades de aproximação com os cidadãos e comunidades. Deslocam-se, sempre que possível a pé; ao invés de usar os veículos de apoio ao patrulhamento. 2 Aplicação da lei nos EUA Na realidade dos EUA, a aplicação da lei é realizada por diferentes organizações, seja no nível nacional, estadual ou municipal. Assim, cada ente federativo pode constituir sua força policial, nos vários níveis de governo. São 17 000 agências, empregando mais de 800 000 agentes em tempo integral, segundo os níveis políticos e dos profissionais, na aplicação da lei, descritos a seguir: a) Níveis político da aplicação da lei A nível nacional, o destaque é para o Federal Bureau of Investigation (FBI). Nessa instituição policial, há cerca de 11 000 agentes especiais que investigam crimes, nos EUA. Muitas ações do FBI são bem-sucedidas, em consequência da integração com os policiais das forças estaduais e municipais. As arestas existentes entre as competências legais, quando mal interpretadas, ocasionam dificuldades, com resultados pouco satisfatórios. No nível estadual, os departamentos de polícia estaduais são responsáveis principalmente pelas patrulhas nas rodovias. Essas forças policiais são denominadas tropas estaduais. Há divisões administrativas estaduais, a exemplo da Grã-Bretanha, denominados de condados. Nos EUA, há, aproximadamente, 3000 condados. Os alcances de suas funcionalidades são parecidas com o das comarcas brasileiras. Cada condado tem um xerife eleito pelos cidadãos. As funcionalidades do xerife são apoiadas por pessoas contratadas. Há, ainda, no escritório do xerife, os deputados. Esses são responsáveis pelas investigações criminais. Os municípios estadunidenses têm, igualmente, seus próprios departamentos de polícia. Tanto os muito grandes — como é o caso do de Nova York — quanto os pequenos, assim classificados segundo a população residente. Em quantidade de policiais, são semelhantes aos destacamentos policiais brasileiros. Outra realidade, naquele país, é que a maioria das faculdades e universidades tem suas próprias forças policiais. São pequenas e atuam nos espaços circunscritos ao das Instituições de Ensino Superior. b) Os profissionais na aplicação da lei Os policiais que usam uniforme, nos EUA, nos níveis citados, são os que mais se aproximam dos cidadãos e das comunidades. A prática da polícia de proximidade, naquele país, é uma realidade bastante percebida. Com isso, as forças policiais dos diversos departamentos policiais contabilizam bons dividendos, considerando que os policiais uniformizados são os primeiros a chegar no local de crime. Porém, as apurações dos crimes são realizadas pelos detetives e inspetores alocados aos departamentos policiais. Usam roupas normais, iguais aos demais cidadãos americanos, a exemplo do que acontece na Grã-Bretanha. Estima-se que os policiais dos EUA sejam os mais bem armados do mundo. Mesmo assim, são estimados pela maioria das pessoas que os veem como pessoas honestas, prestativas e agentes de um trabalho duro e perigoso. A imagem dessa realidade
Em Minas Gerais, Justiça Militar e Instituições Militares Implementam Celeridade Processual.
Nesses tempos de avanços da tecnologia, foi noticiada, nessa última terça-feita (2), uma importante conquista. Isso porque, em Minas Gerais, justiça militar e instituições militares Implementam Celeridade Processual. Dessa iniciativa, há, além do aprimoramento da indispensável ação judicial militar, significativa economia ao erário público mineiro. Assim, as decisões da magistratura militar mineira e dos comandos-gerais das instituições militares mineira — Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Militar — demonstram comprometimento, com a recuperação econômica, e exemplo a ser seguido pelas demais entidades governamentais. O momento da assinatura da portaria que orienta os procedimentos da implementação foi realizado na Cidade Administrativa. Nele, registraram-se as presenças do presidente do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais — juiz coronel PM James Ferreira Santos — do coordenador do projeto — juiz coronel PM Sócrates Edgard dos Anjos — e do juiz coronel BM Osmar Duarte Marcelino, e dos comandante-gerais do Corpo de Bombeiros Militar — coronel Edgard Estevo da Silva — e da Polícia Militar, coronel Giovanne Gomes da Silva. Naquele evento, participaram outros representantes da magistratura e dos comandos militares mineiros. Em Minas Gerais, a Justiça Militar e Instituições Militares Implementam Celeridade Processual, com o suporte de um sistema. Essa realidade ocorre, “desde o início do ano de 2018, com a realização de oitivas das partes. Ao todo, até o segundo semestre de 2019, três salas foram inauguradas nas sedes dos Fóruns de Justiça de Uberlândia, Pouso Alegre e Montes Claros, esta última, no último dia 3 de maio.” As expectativas da magistratura e dos comandos militares estaduais são ótimas. Estimam, para um tempo próximo, o alcance das maiores unidades militares, de bombeiros e policiais, localizadas no território mineiro. Isso, além da melhoria do desempenho da justiça militar, favorecerá menor tempo de deslocamento dos militares estaduais. Ocorrerá, também, conforme ressaltado anteriormente, economia aos cofres públicos estaduais. Com as informações da PMMG
Verdadeiro e falso, na tecnologia 5G.
Vivemos na era da inundação de informações. Temo-las para todos os gostos, vontades, necessidades. Há escancaradas publicações. Apresentam-nas de muitas formas, cores…. Porém, na maioria das vezes, publicam um conteúdo ali, que é verdadeiro; e, acolá, o mesmo conteúdo, que é falso. Então, o que fazer, quando se depara com uma informação publicada, por duas mídias, afirmando que o conteúdo é verdadeiro, para um; e, é falso, para o outro? Leia a seguir algumas considerações sobre o verdadeiro e falso, na tecnologia 5G. Qual é o significado dos vocábulos: verdadeiro e falso? A respeito de o verdadeiro, Caldas Aulete, explica: (ver.da.dei.ro)a.1. Que é conforme à realidade; FIEL: O texto era o verdadeiro retrato da situação.2. Em que há verdade: Seu gesto de piedade foi verdadeiro. [ Antôn.: falso. ]3. Que é honesto, sincero (amor verdadeiro); FRANCO4. Correto, exato, real: Esta é a verdadeira solução para o problema. [ Antôn.: inexato. ]5. Que é autêntico, genuíno; LEGÍTIMO: Esse é o verdadeiro anel, o outro é falsificado.6. Que é o que parece; que não é uma fraude7. Fig. Diz-se de alguém com quem se pode contar (amigo verdadeiro)sm.8. A realidade, a verdade: Prefiro o verdadeiro ao ilusório9. P.us. Aquilo que é o melhor ou o mais conveniente10. P.us. O dever[F.: Do lat. verdade + – eiro. Ideia de: verdadeiro’, usar antepos. aletio-, aleto – e ver-; pospos . – etê. Ant. ger.: falso.] Naquele dicionário, há, também, a seguinte explicação do que é falso: (fal.so)a.1. Que não é autêntico (dinheiro falso, falsa autoria)2. Que não corresponde à verdade ou à realidade: Era falsa a notícia da separação. [Antôn.: verdadeiro. ]3. Que é desleal, fingido: O falso amigo não demorou a sumir.4. Que se faz passar por outrem, que é impostor: O falso médico atendia em sua casa todos os dias.5. Que sofreu falsificação (2); FALSIFICADO: O documento falso foi aceito como legítimo.6. Que é artificial (unhas falsas)7. Em que há mentira, fingimento, dolo (juramento falso)8. Que não é exato; ERRADO; INEXATO: É falso que tenha nascido no Brasil, na verdade chegou aqui ainda criança.9. Que parece real mas não é (forro falso, parede falsa); ENGANOSOsm.10. O que é falso: Custa às vezes distinguir o falso do verdadeiro.11. Pessoa falsa (3 e 4)12. Pop. Mentira, calúnia, falsidade[F.: Do lat. falsus. Ideia de ‘falso’: not (o)-3 (notofago), pseud (o)- (pseudofruto).] Em falso1 Equivocado, desastrado (diz-se de passo, no sentido de ação, medida): Essa decisão foi um passo em falso da diretoria.2 De maneira falha, de mau jeito, por isso em vão, sem o efeito pretendido: Pisou em falso e torceu o pé; Na lama, as rodas giravam em falso. Envidar de falso1 Oferecer algo como cortesia formal, sem real ou sincera intenção. Eis o episódio publicado e considerado verdadeiro: No vídeo abaixo há imagens sobre a mortandade de pássaros que teria ocorrida Holanda. Nesse domingo (30), uma Rede de TV publicou, num programa de episódios aparatosos, imagens similares às do vídeo acima. A matéria jornalística foi recheada com opiniões de respeitáveis cientistas brasileiros. Eis o episódio Considerado falso: No último sábado (29), o Boatos.org publicou uma postagem com o seguinte título: Tecnologia 5G causou morte de centenas de pássaros por causa da radiação #boato Se você ler a publicação sugerida, encontrará, naquela postagem, a seguinte conclusão: “[…] os fatos são os seguintes: Nenhum teste de 5G ocorreu durante o período em que as misteriosas mortes de estorninhos ocorreram, e a única pessoa que sugere o contrário é alguém com uma vingança contra a realidade objetiva e a tecnologia 5G. Mesmo se um teste de 5G tivesse ocorrido, no entanto, não existe nenhum mecanismo que explicaria como ele poderia ter afetado os estorninhos, e muito menos [porque] apenas estorninhos e nenhum outro pássaro ou animal na região.” “Em resumo: a história que diz centenas de pássaros morreram após a realização de testes com antenas para tecnologia 5G é falsa! O uso da rede 5G tem sido alvo de constantes discussões. Porém, apesar dos debates sobre tecnologia, economia e saúde, o fato é que a morte de centenas de pássaros, na Holanda, alardeada como uma prova dos males da tecnologia 5G não tem nada a ver com a realização de testes de antenas. Ou seja, a história não passa de balela. “ No Ebook , Three keys to success: Preparing your mobile network for 5G, encontra-se a seguinte conclusão: […] Empresas visionárias expandem as oportunidades verticalizadas de negócios empreendedores.O 5G, em suma, não se refere apenas ao aprimoramento da experiência do usuário, mas também ao aprimoramento de como as empresas podem usar a rede móvel para aumentar sua competitividade. As operadoras de telefonia móvel que se concentram na HetNet, Mobile Core e xHaul agora poderão usar o 5G como uma plataforma ágil para fornecer novos serviços de negócios com rapidez e facilidade. Com as informações das fontes mencionadas
