1789 – CONSPIRAÇÃO NAS MINAS GERAIS
O último quartel do século XVIII, trouxe à lume, três movimentos significativos nas relações políticas e econômicas nas maiores economias daquela época. Sendo eles a Revolução Francesa em terras homônimas; a Revolução Americana nas terras das Colônias Inglesas na América do Norte; e a Conspiração nas Minas Gerais, uma colônia portuguesa na América do Sul. A Revolução Francesa, com os seus ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade, nada mais é do que um movimento das classes que suportam, com seus impostos e trabalhos, a Realeza e gera emprego e circo para os pobres. A Revolução Francesa, por mais que se tente ocultar a verdade, às custas de um pragmatismo retórico, é um basta que as Ordens Militares, Religiosas e Filosóficas põem na carga que pesava sobre as suas costas. Os donos dos Capitais em França, têm a necessidade de expandir os seus negócios na concorrência com a Inglaterra no comércio internacional e para isso necessitam de liberdade (g.n.) para comprar de quem oferece os melhores insumos e com os melhores preços e não mais dos produtores das colônias francesas – os amigos do Rei. Necessitam de igualdade (g.n.) com a realeza na oferta de terras públicas para, aumentando a produção, concorrerem em vantagens competitivas e, por fim, fraternidade (g.n.) para se associarem entre os iguais – na disponibilidade do Capital. Os clérigos, buscam uma mudança de vida que lhes permitam, no mínimo, a capacidade de se auto-sustentarem e não apenas viver das migalhas do alto-clero que se constituía em parte da realeza. Os militares buscavam apenas a exata equivalência dos seus soldos às necessidades da vida. Mas essas Ordens não poderiam, sozinhas, modificar o ambiente, era necessário um estágio de desencontro social propício e pessoas disponíveis ao improvável e tudo conspirando, chega-se à Revolução Francesa, que mais tarde desemboca no 18 de Brumário e por fim retorna à Monarquia. A Revolução Americana, uma colônia de exploração econômica Inglesa, é o corolário de um modelo republicano e único na história contemporânea. As 13 colônias inglesas que vão dar origem aos Estados Unidos da América são fruto do claro entendimento do povo que lá estava, sobre a função de uma colônia de exploração econômica, que é: fornecer insumos para a indústria da metrópole se enriquecer às custas do empobrecimento do colono. Obviamente, que no início do processo da colonização inglesa na América, a metrópole era essencial para o fornecimento de bens, equipamentos e insumos necessários à construção do país, além de proporcionar aos colonos, as hipóteses de formação de um capital intelectual que estruturasse a nova nação. Assim, o povo com o seu território e a sua identidade busca na independência a sua soberania que conduzindo ao conceito de nação, proporciona o estabelecimento do Estado Americano. Pode-se perceber que a Revolução Americana produziu um grande sucesso, ao passo que a Revolução Francesa ficou muito presa ao ideologismo, não conduzindo à praticidade que buscavam aqueles que financiaram os revolucionários franceses, tornando-se o motivo pelo qual os militares vão assumir o controle do país com Napoleão Bonaparte. O Brasil, uma colônia portuguesa nas Américas, vai passar por um movimento que busca o estabelecimento de uma nova relação política e econômica que os autores vão nominar como Conspiração nas Minas Gerais. Um ilustre membro da Academia de Inscrições e Belas Artes de Paris, França, Monsieur De Fortia (1833), na organização da sua obra L’Art de Vérifier les Dates. Tome Quatorziéme, se expressou sobre a Conspiração nas Minas Gerais com as seguintes palavras: “ 1789 – Conspiration à Minas-Géraès. Ancien officier de Cavalerie de Minas-Géraès, appelé Joaquim Jozé da Silva Xavier et surnommé o tiradentes ou arracheur de dents, guidé par l’exemple des États-Unis … d`établir une république indépendante. … Aprés deux ans, Xavier fut condamné à être pendu, décapité et écartelé… …. La même sentence s’appliquait à Maciel, son beau-frére, à Francisco de Paulo Alvarenga et à trois autres … Le gouverneur de Portugal, jugea à propos de mitiger ces sentences, et Silva seul subit la peine de mort (1) (1) M. Southey, Hist. of Brazil, chap 43.” Ao citar Robert Southey (1774-1843) um historiador inglês, a verificação da data e dos fatos se dá por ouvir dizer, de algumas testemunhas, haja vista que naquela época as hipóteses de aprofundamento sobre o assunto eram restritas. Southey contava apenas 15 anos. A imprensa portuguesa não noticiou os fatos. Em Setembro de 1789, conforme Maxwell (1973) em sua obra A Devassa da Devassa, o representante Britânico em Lisboa, Robert Walpole (1736-1810), toma conhecimento de alguns distúrbios no Brasil, sem informações seguras. O Direito Português à época da Conspiração nas Minas Gerais, Código Phillipino de Ordenações e Leis do Reino de Portugal, tratava no seu Livro V, Título VI, dos Crimes de Lesa Majestade, figura penal que se descreve a Inconfidência, vejamos: “Lesa Magestade quer dizer traição commettida contra a pessoa do Rey, ou seu Real Stado, que he tão grave e abominavel crime, e que os antigos Sabedores tanto estranharaõ, que o comparavaõ à lepra; porque assi como esta enfermidade enche todo o corpo, sem nunca mais se poder curar, e empece ainda aos descendentes de quem a tem, e aos que com elle conversaõ, polo que he apartado da communicação da gente: assi o erro da traição condena o que a commette, e empece e infama os que de sua linha descendem, postoque não tenhaõ culpa.” Nos dicionários vamos encontrar as explicações mais apropriadas sobre Inconfidência e Inconfidente, como vemos a seguir: Inconfidência, substantivo feminino; conspiração, sublevação contra o governo ou autoridade estabelecida; conjuração; associação de pessoas, com lastro em pacto ou juramento, para atingimento de finalidade comum de conspiração; traição; infidelidade; perfídia; deslealdade; quebra da obrigação de manter segredo; falta à confiança depositada. Inconfidente, adjetivo de dois gêneros e substantivo de dois gêneros. O adjetivo inconfidente atribui ao substantivo a qualidade da prática da inconfidência: indigno de confiança, desleal, traidor, falso, infiel; aquele que vaza informações ou divulga segredos; conjurado, conspirador contra o governo ou autoridade estabelecida. Era considerado crime de inconfidência (g.n.) ou
Há tempo de decolar e tempo de pousar…
Um “voo comercial mais longo de sempre”, foi realizado neste final de semana. Decolando de Nova Iorque, na última sexta-feira (18), o Boeing 787 posou, “em Sydney, na Austrália, na manhã deste domingo”(20), destacou o MSN Notícias. São 15 horas de diferença, no fuso horário. Distingue-se, daí que há tempo de decolar e tempo de pousar. Na hipótese de ida e volta, sem solução de continuidade, são 40 horas. E, após o regresso, ele chega em Nova Iorque, no dia seguinte ao que saiu, ou seja, 16 horas após saída. Com isso, não se perdeu nenhuma hora da vida. Mas, a viagem de 40 horas é uma relação estática, de fuso horário, pois tanto em Sidney, como Nova Iorque, a duração ida e volta são 40 horas. Contudo, em Nova Iorque o relógio marcará 15 horas a menos que Sidney e o inverso aconteceram em Sidney com 15 horas a mais. Linha Internacional da Data descreve essa realidade. A volta ao mundo em 80 dias do Júlio Verne descreve essa passagem. Todo o tempo é relativo, o único tempo absoluto é o segundo, por isso, em física a medida de tempo é o segundo. O único tempo absoluto é o presente. Cá em Portugal, são 13h55min do dia 20 de outubro. Isso não diz absolutamente nada, é relativo, pois aí são 4 horas a menos, 09h55min, e, em Sidney, já é amanhã. 0h55min do dia 21 de outubro. A medição do tempo em horas e minutos só tem valor estático. Por isso é o tempo uma relatividade e não uma materialidade. Por exemplo, uma hora atrás é uma infinitude inalcançável do ponto de vista estático, ao passo que uma distância de 100 horas é muito mais próxima pois para alcançar basta apenas o início do primeiro SEGUNDO. Com as informações do MSN e da foto destacada acima.
“Internacionalização da Polícia”, no discurso da Rainha Elizabeth II.
“O sol nunca se põe, no Império Britânico…” A pretensão da frase destacada ganha muita força no discurso da Rainha Elizabeth II. Isso porque, mais uma vez, a ilustre monarca, chefe de Estado do Reino Unido, compareceu à cerimônia de abertura dos trabalhos do “Parlamento para o ano que virá”. Naquela Casa Legislativa, Elizabeth II fez o tradicional pronunciamento, na Câmara dos Lordes, a mais alta do Parlamento Britânico. Na oportunidade, ratificou a decisão tomada de que, no próximo 31 de outubro deste 2019, o Reino Unido deixará o bloco da União Europeia. Mas, qual foi a mensagem da principal representante da monarquia britânica, Mater et Magistra, aos súditos do Reino Unido, nesses tempos de crises, e aos povos do planeta Terra? Qual é o significado da propagada globalização enfatizada pela Rainha Elizabeth II? Não, há, na mídia nacional, considerações diversas das que foram apresentadas. Cada um dos veículos contou segundo suas particularidades. Algumas encarregaram, ainda, da vestimenta e da quantidade de joias usadas pela rainha pois a ocasião era muito mais do que simbólica. Contudo, na busca de algumas respostas aos questionamentos anteriores, vale a pena conhecer a opinião de Débora Gomes Barbosa, uma brasileira, que é Mestra em Inteligência de Estado e residente numa das cidades britânicas. Para ela, há, no discurso da rainha, prevalência do uso de pronomes possessivos. Posicionamentos favoráveis à parceria, com a UE, notadamente nas questões inquietantes, como a livre imigração, não se esquecendo da “migração global”. Na esteira da evidenciada globalização, destacou-se, também, a tecnologia 5G, proteção ao meio ambiente, além do mencionado sistema de internacionalização da polícia e educação para garotas, dentre outros temas. Veja o vídeo e faça suas conclusões. Ah! Talvez voce esteja interessado em ver outro vídeo que mostra o discurso da Rainha Elizabeth II, na abertura dos trabalhos, no mesmo Parlamento, em 59 anos atrás. Com as informações das fontes citadas e foto da BBCNews.
194º Aniversário da Romancista Maria Firmina dos Reis
Na data, em que se comemora o 194º Aniversário da Romancista Negra Maria Firmina dos Reis, o Google presta-lhe justa homenagem. Isso porque, na sua página principal, aquela empresa elaborou e mostrou, ao longo do dia 11 de outubro de 2019, um um doodle de reverência à Professora Maranhense. No Palmares — Fundação Cultural, há informações sobre, destacando-a de “Personalidade Negra”, com os seguintes dizeres: Maria Firmina dos Reis nasceu em São Luís, no Maranhão, no dia 11 de outubro de 1825. Filha bastarda de João Pedro Esteves e Leonor Felipe dos Reis. Foi uma escritora brasileira, considerada a primeira romancista brasileira. Em 1847, aos 22 anos, ela foi aprovada em um concurso público para a Cadeira de Instrução Primária, sendo assim a primeira professora concursada de seu Estado. Maria demonstrou sua afinidade com a escrita ao publicar “Úrsula” em 1859, primeiro romance abolicionista, primeiro escrito por uma mulher negra brasileira. O romance “Úrsula” consagrou Maria Firmina como escritora e também foi o primeiro romance da literatura afro-brasileira, entendida esta como produção de autoria afrodescendente. Em 1887, no auge da campanha abolicionista, a escritora publica o livro “A Escrava”, reforçando sua postura antiescravista. Ao aposentar-se, em 1880, fundou uma escola mista e gratuita. Maria morre aos 92 anos, na cidade de Guimarães, no dia 11 de novembro de 1917. Em 1975, Maria recebe uma homenagem de José Nascimento Morais Filho que publica a primeira biografia da escritora, Maria Firmina: fragmentos de uma vida. Sobre Maria Firmina dos Reis, a Wikipedia destaca sua brilhante carreira, no magistério público do Maranhão, apresentando, igualmente, sua obra literária, descrita a seguir: Úrsula. Romance, 1859. Gupeva. Romance, 1861/1862 (O jardim dos Maranhenses) e 1863 (Porto Livre e Eco da Juventude). Poemas em: Parnaso maranhense, 1861. A escrava. Conto, 1887 (A Revista Maranhense n° 3) Cantos à beira-mar. Poesias, 1871. Hino da libertação dos escravos. 1888. Poemas em: A Imprensa, Publicador Maranhense; A Verdadeira Marmota; Almanaque de Lembranças Brasileiras; Eco da Juventude; Semanário Maranhense; O Jardim dos Maranhenses; Porto Livre; O Domingo; O País; A Revista Maranhense; Diário do Maranhão; Pacotilha; Federalista. Composições musicais: Auto de bumba-meu-boi (letra e música); Valsa (letra de Gonçalves Dias e música de Maria Firmina dos Reis); Hino à Mocidade (letra e música); Hino à liberdade dos escravos (letra e música); Rosinha, valsa (letra e música); Pastor estrela do oriente (letra e música); Canto de recordação (“à Praia de Cumã”; letra e música). Veja o vídeo e saiba outras informações de Maria Firmina dos Reis, uma das grandes romancista brasileiras. Com as informações e fotos das fontes citadas.
Corrida da Polícia Militar Sul-Mato-Grossense
No FaceBook da Polícia Militar do Estado do Mato Grosso do Sul (PMMS), há um convite aos corredores, nacionais e internacionais, desejosos de participar da Corrida da Polícia Militar Sul-Mato-Grossense. O evento esportivo está previsto para o dia 30 de novembro de 2019. A prova principal “terá o percurso de 10km homologado pela Confederação Brasileira de Atletismo”. De acordo com os organizadores, para os participantes dessa modalidade, os resultados serão oficializados “e terão validade em todas as corridas homologados no Brasil.”Há, também, programação para as “modalidades de 5km e 2km”, contudo, “não serão oficializados.” Estima-se a participação das pessoas das comunidades sul-mato-grossense, aí incluídos os policias militares, inclusive os veteranos, e muitos outros jovens e idosos. Por isso, os interessados poderão consultar as informações sobre a organização do evento, clicando aqui. Veja também, na página indicada anteriormente, as informações regulamentares previstas para a corrida da Polícia Militar Sul-Mato-Grossense.
Campeonato Estadual de Matemática: novos vencedores são do Colégio Tiradentes da PMMG
Foi realizada, no último sábado, 05 de outubro, a grande final do Campeonato Estadual de Matemática promovido pela Escola de Engenharia de Minas Gerais. Destinado aos estudantes de escolas públicas estaduais do ensino médio, houve a participação de 234 escolas e mais de 5 mil estudantes do 2º e 3º ano. Os vencedores receberam, na premiação realizada,, uma viagem ao Cabo Canaveral, no Kennedy Space Center, na Flórida, Estados Unidos, para conhecer a NASA. O Colégio Tiradentes – Unidade Argentino Madeira – da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) foi representado por diversos alunos do Ensino Médio. Entre eles e os milhares de participantes, destacaram-se – como grandes vencedores – os alunos João Miguel Novais Borges, da turma 302, e, Gabrielle Lacerda Grugel Maia, da turma 205. Realizado no auditório da Escola Superior Dom Helder Câmara, num excelente evento educacional, nossos alunos experimentaram momentos desafiadores. Porém, deixaram a ansiedade de lado e mostraram competência, pensamento lógico, capacidade de resolver problemas e raciocínio rápido. As questões foram colocadas no telão e cronometradas o tempo para as respostas. Demonstraram conhecimentos recebidos, no Colégio Tiradentes, mediante os ensinamentos dos professores de matemática, entre os quais, Lívia Narciso Beiral; Carolina Rossi, professora de Química, e das especialistas de educação Renata Geovanni e Marta dos Santos, todos excelentes incentivadoras e colaboradoras dos alunos nessa trajetória vitoriosa. Aos vencedores e premiados alunos João Miguel e Gabrielle Lacerda e à professora Lívia Narciso, desejamos a continuidade na conquista de outros prêmios. Estimamos votos de ótimas viagens, hospedagens e visitações, naquele país e Centro Espacial da NASA, onde verão o processo de como a matemática é aplicada e a relação à engenharia e comunicação. Parabéns a todos os participantes do Campeonato Estadual de Matemática.
Bons momentos . . . , nos 70 anos do Colégio Tiradentes da PMMG
O Colégio Tiradentes da Polícia Militar — unidade de Belo Horizonte — comemorará, no próximo 10 de novembro, o 70º aniversário de criação e instalação. Na programação comemorativa, segundo a Diretriz do Comando daquela unidade de ensino da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), constou a realização de um Encontro de Eternos Alunos. Desse modo, na linda noite de primavera, no dia 2 de outubro deste ano, lá estavam, a Tenente-Coronel Ana Paula e toda sua equipe de cooperadores — policiais militares e professores — acolheram calorosamente os convidados que compareceram para comemorar os 70 anos do Colégio Tiradentes. Recebidos com muito carinho, os Alunos Eternos experimentaram, mais uma vez, ótimos momentos, nas instalações agradáveis, onde passaram momentos inesquecíveis, nos últimos 70 anos do Colégio Tiradentes de Belo Horizonte. O educandário é referência nacional consagrada, no desenvolvimento dos ensinos Fundamental I e II e Médio, e um dos pioneiros no Brasil. Serviu – e serve de modelo – para a criação de outras unidades de ensino, não apenas em Minas Gerais. Isso porque, nas outras 26 unidades da Federação Brasileira, há educandários similares, cujas criações foram inspiradas no nosso querido Colégio Tiradentes. O Encontro de Eternos Alunos assinala de forma muito significativa a comemoração dos 70 anos do Colégio Tiradentes de Belo Horizonte. Os que participaram reviveram momentos daqueles tempos escolares: o reencontro com os colegas, a participação das atividades cívicas e a deliciosa merenda preparada especialmente para a ocasião festiva. O evento que marcou o encontro citado, foi animado pela agradável música da Fanfarra dos Alunos do educandário, da Academia Musical Orquestra Show (AMOS) e dos acordes da Harpa, tocada pela aluna Ana Luíza Cicarini. Teve, igualmente, outro momento inesquecível, quando o Aluno Eterno Cláudio Renato dos Santos Costa — Desembargador do Estado de Minas Gerais — discursou, muito emocionado, representando o corpo de Eternos Alunos, na comemoração dos 70 anos do Colégio Tiradentes. Iguais à Ana Luíza, harpista, e ao Cláudio Renato, desembargador, são incontáveis os Alunos Eternos que participam das mais diversas atividades, públicas e privadas, da nossa sociedade. Todos contribuem para o engrandecimento do nosso Estado e da nossa Pátria. Exemplo disso é o da Eterna Aluna, Ana Paula de Lima Garcia Neves, Tenente-Coronel e atual Comandante das unidades do Colégio Tiradentes da Região de Belo Horizonte. Ao agradecer a presença dos presentes, […] reafirmou sua alegria em acolhê-los e o firme propósito, da continuidade do educandário da PMMG, na formação de valiosos cidadãos.[…]
Sua Excelência, O Tenente “índio Ivanir Máximo”

Vem do Amazonas, mais especificamente do Alto do Rio Negro, uma notícia sobre o “índio Ivanir Máximo”. Das informações publicadas, confirma-se que é indígena nativo “da tribo dos Barés, em São Gabriel da Cachoeira (a 852 quilômetros da capital amazonense), no extremo noroeste do país.” Atualmente, com seus 51 anos de idade, é Tenente da Polícia Militar do Estado do Amazonas (PMAM), promovido recentemente, e servindo, nos últimos oito anos, no Batalhão de Polícia Ambiental daquela Instituição Militar Estadual amazonense. Nas atividades policiais militares que desenvolve, na polícia ostensiva e preservação da ordem pública, o Tenente “índio Ivanir Máximo” tem uma expertise fundamental. Domina os dialetos Tariano, Desano, Baniwa, Yanomani, Nheengatu, Curripaco e Tenharim, muito utilizados na Amazônia. E para o gáudio daquelas comunidades, o ilustre indígena declara, com orgulho, após ser promovido a oficial: “Sou da primeira turma dos filhos indígenas formados como técnicos em enfermagem. Hoje alguns estão trabalhando nas comunidades indígenas, trazendo conhecimento para tratamento de pessoas que ficam nas grandes comunidades. E isso é um orgulho para mim, hoje um dos primeiros filhos indígenas a chegar ao posto de oficial da Polícia Militar.” Além disso, nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no ano de 2016, lá estava, o Tenente “índio Ivanir Máximo”, emprestando seus conhecimentos de proteção de pessoas e comunidades, e adquirindo outros, em meio a muitos povos que falam as muitas línguas do mundo todo. Os percalços superados pelo vitorioso Tenente “índio Ivanir Máximo”, e muitos outros amazonenses, são consideráveis. A respeito daqueles que o antecederam, na Amazônia, conhecemos as dificuldades por eles enfrentadas, segundo a narrativa euclydiana de “Os Sertões”. Vemo-las, no episódio sobre o “homem”, no contexto da “I. Complexidade do problema etnológico no Brasil. Variabilidade do meio físico e sua reflexão na História. Ação do meio na fase inicial da formação das raças. A formação brasileira no Norte (p.44).” Assim, extrai-se daquela obra que: O Amazonas referto salta fora do leito, levanta em poucos dias o nível das águas, de dezessete metros; expande-se em alagados vastos, em furos, em paranamirins, entrecruzados em rede complicadíssima de mediterrâneo cindido de correntes fortes, dentre as quais emergem, ilhados, os igapós verdejantes (p.52). (…) Muitas vezes em plena enchente, em abril ou maio, no correr de um dia calmoso e claro, dentro da atmosfera ardente do Amazonas difundem-se rajadas frigidíssimas do sul (p.53). (…). Euclydes da Cunha menciona, ainda, em “os reforços (p. 309-310)”, algumas ações policiais militares vividas por conterrêneos antecessores do Tenente “índio Ivanir Máximo”. Cuidou de ressaltar a luta dos homens, oriundos a Amazônia, nas batalhas em terras baianas, assim narrada pelo autor: Por fim dois corpos: o Regimento Policial do Pará, somando 640 combatentes, comandados pelo coronel José Sotero de Meneses, e um da polícia do Amazonas, sob o comando do tenente Cândido José Mariano, com 328 soldados. Afinal, são muitas as conquistas do Tenente “índio Ivanir Máximo”, além de dominar os dialetos e ser um policial militar zeloso, o que favorece, certamente, as ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, naquelas terras, muitas delas desconhecidas da grande mídia. A respeito desse favorecimento do atuante oficial, o subcomandante do BPA, da PMAM, major Santos Correia, afirma: Quando o Batalhão Ambiental se desloca para atuar nessas áreas, é importante a participação do tenente, como ele fala todos esses dialetos indígenas, ele consegue abrir portas, ganhar a confiança das comunidades indígenas, que acabam nutrindo uma admiração pelo próprio policial Militar, porque eles admiram pelo fato dele ter conseguido chegar aonde ele chegou, a ser um tenente da Polícia Militar.
ESPAÇO CAMÕES NA MESAMARIANO.
A Fundação Guimarães Rosa ─ FGR recebeu em seu Auditório ( Rua das Chácaras, nº 210, Bairro Mantiqueira/ Venda Nova, em Belo Horizonte-MG), na manhã de 27 de setembro de 2019, a Academia Epistêmica de Mesa Capitão ─ Professor João Batista Mariano ─ MesaMariano, para a realização da respectiva Trigésima Quinta Reunião Epistêmica, nutrida na palestra ESPAÇO CAMÕES: OFICINA DE SABERES, LETRAS E ARTES, brilhantemente proferida pela Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro, Esposa do Presidente do Sodalício Epistêmico Marianiano, Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro. A sumosa exposição oferecida por Beatriz a Acadêmicos e Convidados, por meio de texto e rico suporte audiovisual, agradou a todos, mercê de sua elegância pessoal e linguística, a par de sua zelosa articulação de mensagem dissertativa, narrativa e descritiva, com belas e objetivas imagens do Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes, acervo de erudição e cultura acumulado, escrito e esculpido-insculpido por seu Marido, ao longo de trajetória vivida e coparticipada por ele, como estudante, policiólogo, militar, professor, camonólogo, pesquisador e artífice das coisas e conhecimentos palpitantes no vastíssimo Universo da Natureza e Cultura. Em sua relevante Palestra, Beatriz mostra ao seleto Grupo de Ouvintes a diversidade sociocultural do Espaço Camões, principalmente a Biblioteca de Obras Literárias, Didáticas, Filosóficas, Gramaticais, Filológicas, Antropológicas, Historiográficas, Religiosas, Artísticas e Policiológicas ─ nesse nicho incluídas as consistentes nas Ciências Policiais, Ciências Militares da Polícia Ostensiva, Teoria da Ética, Deontologia Policial-Militar, Crítica Textual e Políticas Públicas e Preservação da Ordem Pública─, enfaticamente os Livros, Ensaios, Poemas, Contos e o Romance escritos e publicados por João Bosco de Castro, além das muitas e variadas Coletâneas e Antologias nas quais estão os prefácios, engenhos de Crítica Literária e Produções Poéticas de sua lavra, concomitantemente com prêmios poéticos e epistêmicos vencidos por ele ou a ele conferidos. Beatriz encerra sua Palestra, gloriosamente, com a leitura de Miscigênese, poema de João Bosco de Castro oferecido à morenice de Maria Ramos de Castro, Mãe dele. Como reconhecimento do respeitável e elevado valor de sua Palestra, Beatriz recebe da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano ─ MesaMariano importante Certificado. Após a publicação desse Trabalho Intelectual realizado por Beatriz Campos de Paulo e Castro, outras considerações a respeito da Trigésima Quinta Reunião Epistêmica da MesaMariano completam esta notícia do PontoPM. Eis a inteira Palestra proferida e apresentada pela Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro, inclusive o Poema MISCIGÊNESE, de João Bosco de Castro, dedicado à Mãe dele, Dona Maria Ramos de Castro!…: Palestra de Beatriz Outros registros sobre a Trigésima Quinta Reunião Epistêmica da MesaMariano: Após conferido o Certificado à Palestrante, o Presidente da MesaMariano, Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro, apresenta o Expediente da Sessão, no qual anuncia ao Areópago o fim de seu segundo mandato em tal cargo, encerrável em 25 de fevereiro de 2020, e pede aos Acadêmicos e ao Conselho-Diretor a realização de processo eleitoral para o mandato seguinte. Nas Efemérides do Período Epistêmico, João Bosco de Castro toma a palavra em louvor ao mês de junho, com referência à Biografia e à Obra Metafórica de dois Próceres da Literatura Brasileira: o Poeta e Romancista mineiro João Guimarães Rosa, nascido em 27 de junho de 1908, e o Dramaturgo e Romancista paraibano Ariano Vilar Suassuna, nascido em 16 de junho de 1927. O Presidente do Conselho-Diretor da MesaMariano, Acadêmico Epistêmico e Coronel Pedro Seixas da Silva, elogia o desempenho da Palestrante Beatriz Campos de Paulo e Castro e anuncia a cessão de verba programada para a elaboração e publicação da Coletânea de Biografias de Patronos e Próceres do Sodalício, a ser organizada e prefaciada pelo Presidente João Bosco de Castro. A Fala do Acadêmico teve a coparticipação da Confreira Gleisa Calixto Antunes, para elogiar a Palestrante e abordar a tardia publicação da Coletânea de Biografias de Patronos e Próceres do Areópago; do Confrade Luiz Carlos Abritta ( Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais), para elogiar a densidade e a beleza da Palestra de Beatriz Campos de Paulo e Castro, cujos texto e audiovisuais ele considera finamente realizados com amor e poesia, e oferecer à MesaMariano, ao Espaço Camões e aos Presentes à Sessão Epistêmica exemplares do Livreto sobre Camões e Os Lusíadas, organizado e composto por Ele e pela Acadêmica Ismaília de Moura Nunes; do Confrade Antônio Carlos Cabral de Aguiar (Gestor da FUNDAMIG), para elogiar a maravilhosa Palestra de Beatriz e oferecer, com dedicatória honrosa, ao Espaço Camões um exemplar da edição de bolso da Carta de Pero Vaz de Caminha, organizada por Sílvio Castro e publicada por L&PM Pocket. O Confrade Ari de Abreu oferece ao Espaço Camões, particularmente a João Bosco de Castro, com dedicatória afetuosa, um exemplar de Encontro Rosiano em Prosa e Verso, Coletânea Literocientífica da Academia de Letras João Guimarães Rosa da PMMG. O Confrade Isaac de Oliveira e Souza fotografou e filmou a Sessão Epistêmica e a Palestra de Beatriz, as quais publicará em seu prestante Portal PontoPM. O Presidente João Bosco de Castro enaltece os Trabalhos Epistêmicos, ao elogiar a beleza frásica e a importância histórico-sociológica da Palestra ESPAÇO CAMÕES: OFICINA DE SABERES, LETRAS E ARTES (redigida, produzida e apresentada pela Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro), agradece a coparticipação de Acadêmicos e Convidados, especialmente à Fundação Guimarães Rosa e aos citados Oferecedores de Livros anotados nesta notícia, anuncia nossa Reunião programada para o dia 13 de dezembro de 2019 ─ quando este Silogeu Epistêmico celebrará o Prêmio Cel. Alvim ─, e encerra esta Sessão Epistêmica. Veja as imagens destacadas a seguir: Clique aqui para ver a apresentação da palestra, sobre o Espaço Camões. Veja, também, os seguintes vídeos:
Parceria da Polícia Militar e Minas Tênis Clube promoverá benefícios esportivos aos alunos do Colégio Tiradentes da RMBH
A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) e o Minas Tênis Clube (MTC) firmaram um Termo de Cooperação Técnica Esportiva, com benefícios esportivos aos alunos do Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CTPM), unidade de execução do Ensino Fundamental I e II e Ensino Médio. Pelo MTC, a responsabilidade da parceria será da Gerência da Escola de Esportes, que detém reconhecida experiência, nacional e internacional, na formação de atletas e equipes de FutSal, Judô e Natação. A iniciativa concretiza nova conquista para a política educacional do Sistema de Ensino da PMMG. Isso porque, nos próximos dois anos, os alunos do CTPM serão beneficiados, com a presença de seis profissionais de Educação Física, qualificados a compartilhar moderna metodologia do treinamento esportivo de atletas praticantes daquelas modalidades esportivas. A Cooperação Técnica Esportiva foi firmada na manhã da última quarta-feira (25), no salão nobre do MTC. Participaram daquele evento significativo, o Coronel PM Giovane Gomes da Silva, comandante-geral da PMMG e Ricardo Vieira Santiago, presidente do Minas Tênis Clube. Ambos reafirmaram suas certezas de que a novidade consistirá em benefícios esportivos aos alunos dos ensinos fundamental e médio do CTPM. Naquele evento, compareceram também “Carlos Henrique Guedes Coelho de Campos, assessor especial do Governo de Minas Gerais e de Enlace com o Governo Federal”; a Tenente Coronel PM Ana Paula de Lima Garcia Neves, comandante do CTPM RMBH; Frederico Mascarenhas, e Carlos Antônio da Rocha Azevedo, diretores de Esportes e de Educação do MTC, e o 2º Sargento PM Noel Miguel de Moraes. O corpo discente do CTPM foi representado pelos seguintes alunos atletas: Emanuella Silva Soares, Matheus Srange Soares Costa, Jonatas Henrique França, Clara Cristina Closel e Danrley Saulo de Oliveira Gomes. Dentre as expectativas estimada da nova parceria, a partir dos objetivos considerados aos benefícios esportivos previstos, destacam-se: a troca de expertise à descoberta, identificação, entre os discentes, de novos talentos esportivos, nas modalidades Futsal, Judô e Natação; a capacitação técnica dos profissionais envolvidos, nas atividades de preparação física e treinamento técnico e tático esportivo dos 230 alunos do educandário, praticantes daquelas modalidades; o enriquecimento metodológico, didático e pedagógico, empreendidos na formação física e esportiva, intelectual, moral, ética e espiritual dos discentes. Além do que foi descrito, com a aplicabilidade da cooperação técnica ora firmada, devido à seriedade e comprometimento das instituições parceiras, ótimas conquistas a serem alcançadas contribuirão muito ao reforço do desenvolvimento integral da infância e adolescência dos alunos do CTPM da PMMG. Com as informações do CTPM-BH e MTC.
