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PRECAUÇÃO SOLICITADA.

Tendo em vista a correspondência enviada ao Gestor Principal do Grupo MindBR/PontoPM, publica-se, neste PontoPM, a seguinte solicitação: Bom Despacho-MG, 3 de dezembro de 2023.Senhor Professor e Coronel Isaac de Oliveira e Souza, Gestor-Principal do Grupo MindBR PontoPM:Solicito a V.Sa. a precaução de somente se publicarem, no Portal PontoPM do Grupo MindBR, textos previamente submetidos ao respectivo Jornalista Responsável, para análise e parecer técnico.Emitido e assinado, referido Parecer deve ser homologado ou recusado por esse Gestor-Principal.Atenciosamente, Ass.: João Bosco de Castro, Jornalista (Registro MG 6788MTbE),Responsável pelo PontoPM.

EDMAR DE BRITO TRAJANO – SAUDADE.

Vivemos um turbilhão de emoções a cada segundo, nosso cérebro não descansa, a cada segundo um novo pensamento, a cada pensamento inúmeras memórias e de cada memória uma infinitude de saudades. Saudade é a palavra que me valho, para qualificar o sentimento que se aflora neste momento. Saudade da pessoa que me permitiu, construir memórias e hoje, sentado num canto do meu quarto, no silêncio da minha casa e sentindo a doce brisa que arrefece o calor, de forma memorável, me permitir sentir a frescura do Tucunaré, às margens do Rio Tacutu, no Estado de Roraima, fronteira do Brasil com a Guiana. Sim, foi lá que eu conheci, no mês de novembro de 1990, o destinatário desta saudade, seu nome Edmar de Brito Trajano. Homem sexagenário, com traços da vida entalhados no rosto. Cuja lida diária se fez numa região, que sempre exigiu esforços hercúleos, na criação da família e na manutenção da sua propriedade. Brincava eu, comigo próprio, de ter um propósito em vê-lo e a cada encontro, estabelecer um prazo e um trato de o reencontrar. Sei que era um trato tolo, não somos senhores da nossa vida, mas sei que isso me deixava alegre. Não era importante , para mim, apenas o encontrar, mas ver nele a alegria da vida. De aprender, de sorrir, de se fazer presença e, sobretudo, de me permitir estar naquele local. Nele, o Senhor Edmar, encontrei pessoas ímpares. Passei por momentos incomparáveis. Senti sensações indescritíveis. Vivo um turbilhão de emoções. Sim, na pessoa do Senhor Edmar de Brito Trajano, fui acolhido por muitos e por apenas um – o um que se manifesta na gênese. A origem que aglutinou, aglutina e por gerações continuará aglutinando, pois, enquanto um dos seus e daqueles, que como eu, se sente pertencido a ele, não haverá morte. Há ausência física, mas nunca ausência de amor, princípios e retidão. O exemplo é eterno. Em cada um de nós que aqui fica, ficam as memórias, as presenças, os pensamentos e a certeza de que a todos amou. Não amou apenas como filho, neto, afilhado, irmão, primo, padrinho, cunhado, esposo, genro, pai, sogro, avô, tio, bisavô ou qualquer outro relação de proximidade. Ele amou como amigo, como alguém que quer o bem, como alguém que socorre, serve de exemplo e se serve da amizade para fazer o bem. Não, eu não estou sendo benevolente, eu estou sendo sincero. Eu,minha esposa Rosângela e minhas filhas Clarissa e Melissa tivemos a alegria de conhecer o Senhor Edmar de Brito Trajano, usufruímos da sua hospitalidade, do seu carinho, da sua atenção, dos seus exemplos e dos seus casos. Sentimos a sua dor na relação com a vida, convivemos com as pessoas que ele amava, que amavam a nós e nós a elas. Sabemos da dor deste momento. Sabemos que a sua Páscoa se reveste de saudades. Sabemos que todos nós,sem exceção, estamos partilhando deste momento como corolário da fé em Nosso Senhor Jesus Cristo, na certeza de que Nossa Senhora nos cobre com o seu manto sagrado e de que a Paz de Deus é conosco. À sua esposa, apenas uma palavra: obrigado. Aos seus filhos apenas um conselho: Amem como o seu pai os amou. Aos parentes um abraço e a todos nós a Paz. Obrigado pela oportunidade de ser parte da história do Senhor Edmar de Brito Trajano e que Deus, na sua infinita bondade, acolha a alma do nosso querido Edmar de Brito Trajano e tenha misericórdia das nossas almas.

O MOUREJO EM FAVOR DA PESQUISA E CIENTIFIZAÇÃO POLICIAL-MILITAR.

Os Quarenta Anos de O Mourejo em Favor da Pesquisa e Cientifização Policial-Militar foi marcado pelo lançamento de um exemplar especialíssimo. No contexto das excepcionais peças — dos saberes das Ciências Policiais de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública, — destaca-se a de João Bosco de Castro, Jornalista-Responsável pelas pulcicações do GrupoMindBR-PontoPM. Leia o Texto publicado, guiando-se pelo seguinte sumário: 1. ENUNCIAÇÕES ACERCA DA REVISTA O ALFERES. 2. DUAS SÚMULAS DE FÉ DE OFÍCIO.2.1 SÚMULA DA FÉ DE OFÍCIO DE GALVÃO DE SÃO-MARTINHO.2.2 SÚMULA DA FÉ DE OFÍCIO DE CARVALHO MONTEIRO. 3. CONCLUSÃO. REFERÊNCIAS. Na oportunidade, registramos nossos cumprimentos sinceros, ao Professor, Escritor e Poeta premiadíssimo João Bosco de Castro, nosso companheiro de longas jornadas.

ACONTECEU NA ACADEMIA DE POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS

Quando da realização do seu Curso de Administração de Polícia, nos Estados Unidos da América, no ano de 1963, o Coronel José Ortiga a partir de uma visão holística da formação de Polícia Militar, referiu-se ao Departamento de Instrução (DI) da Polícia Militar de Minas Gerais como “Military Police Academy”. Visão que se materializou através da Lei nº 7.625, de 21 de dezembro de 1979, onde não o Departamento de Instrução (DI), mas a sua evolução, a Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Oficiais (EsFAO), da Polícia Militar de Minas Gerais, passou à denominação de Academia de Polícia Militar (APM), naquela oportunidade o seu Comandante era o Coronel Dorgival Olavo Guedes Júnior. Não apenas transformar-se na Academia de Polícia Militar, mas evoluir para algo maior, já pensado no ano de 1975, onde o ingresso no Curso de Formação de Oficiais (CFO) se daria apenas para os possuidores do ensino de 2º grau, atual ensino médio. No entanto, tal requisito, efetivamente só se tornou condição obrigatória para os ingressos no Curso de Formação de Oficiais, Período Profissional, do ano de 1979, com a primeira turma formada no ano de 1981, com a duração do curso em três anos. No ano de 1977 aconteceu o primeiro ano do Curso de Formação de Oficiais, Período Básico, com os ingressos possuindo apenas o 1º grau completo e realizando os estudos de 2º grau em dois anos e, posteriormente, ingressando no Período Profissional, juntamente com os possuidores do ensino de 2º grau, selecionados para ingresso em 1979 e com formatura no ano de 1981. Cumpriram-se as determinações legais, já expressa na legislação da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, do ano de 1970, que definia que as funções de oficial da Polícia Militar eram de nível superior da Administração Pública. Era preciso avançar, não apenas exigir o ensino de 2º grau, era necessário que a formação decorrente do Curso de Formação de Oficiais (CFO), atendesse aos requisitos do sistema civil de ensino e através do Parecer nº 237/83, do então Conselho Federal de Educação, reconheceu-se a equivalência aos cursos superiores de graduação, para efeito no sistema civil, a partir de 1970, do Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais. Isso aconteceu no dia 10 de junho do ano de 1983, através de um despacho do Gabinete do Ministro da Educação e Cultura. Naquela oportunidade o Comandante da Academia de Polícia Militar era o Coronel José Braga Júnior. A retroatividade dos efeitos do Parecer nº 237/83, do então Conselho Federal de Educação, foram dirimidos pelo Parecer nº 624/85, do então Conselho Federal de Educação, que alcançou os formandos do Curso de Formação de Oficiais a Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, turma de Aspirantes de 1973. O Parecer nº 237/83, do então Conselho Federal de Educação, eleva a Academia de Polícia Militar ao patamar de Instituição de Educação Superior e não apenas uma Instituição de Ensino Superior. Seu principal curso, naquele momento, um curso com reconhecimento e equivalência aos cursos superiores de graduação, para efeito no sistema civil, cumpre o papel de proporcionar status e alcances múltiplos, pois ao ser reconhecido como curso superior de graduação, permitiu a aplicação da Resolução nº 12/83, do então Conselho Federal de Educação, permitiu a hipótese de se elevar os cursos de Aperfeiçoamento de Oficiais e Superior de Polícia, ao patamar de pós-graduação lato sensu. A Academia de Polícia Militar, através do Curso de Formação de Oficiais, Período Básico, fornecia o ensino de 2º grau. Através do Curso de Formação e Oficiais, Período Profissional fornecia o ensino de 3º grau. Através dos Cursos de Aperfeiçoamento de Oficiais e Superior de Polícia, fornecia o ensino de 3º grau como especialização. Através dos demais cursos livres para oficiais, fornecia o ensino de 3º grau como aperfeiçoamento. Através dos diversos cursos de formação de praças e dos demais cursos livres para as praças fornecia o ensino profissionalizante da atividade de segurança pública. A Academia de Polícia Militar, através das diversas ações junto à comunidade e eventos acadêmicos e desportivos voltados para o público interno e externo, proporcionava as atividades de extensão, na sua relação com a comunidade e públicos-alvo. A Academia de Polícia Militar, para cumprir o seu papel de irradiadora de doutrina e divulgação da capacidade intelectual dos seus membros, na interpretação da máxima de que o valor agregado da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, é o capital intelectual dos seus homens e mulheres, durante o Comando do Coronel José Braga Júnior, sob a égide do Chefe da Divisão de Ensino daquele educandário, Major Euro Magalhães, recria, com o número 1, em 1983, a Revista “O Alferes”, que fora criada pela Resolução nº 628, de 30 de janeiro de 1979, assinada pelo Comandante-Geral da PMMG, Coronel Carlos Augusto da Costa. Tudo que se possa dizer e contestar, perpassa pelo dia 10 de junho de 1983, pois aconteceu na Academia de Polícia Militar, no seu dia mais significativo, o dia em que se eleva a Academia de Polícia Militar à condição de Instituição de Educação Superior e eu estava lá. Foi há poucos meses além de 40 anos.

 HAVERÁ A 3ª GRANDE GUERRA MUNDIAL?

   “Se queres a paz, prepara-te para a guerra” Provérbio Latino  Há alguma causa? No ano de 1919, após o fim da Primeira Grande Guerra Mundial, o economista inglês John Maynard Keynes publicou a sua obra-prima, intitulada: “As Consequências Econômicas da Paz”.  Naquela obra, onde estão abordadas as penalidades impostas aos alemães pelo Tratado de Versalhes, John Maynard Keynes estava ciente de que um cenário crítico, se avizinhava, pois, caso o acordo fosse cumprido à risca, a Alemanha não teria outro futuro senão o de se tornar cada vez mais pobre, gerando ressentimento, raiva e ódio e por consequência, mais conflitos no futuro.  A comunidade internacional fechou os olhos a tudo isso, mesmo impondo condições econômicas pesadas à Alemanha, não se despertou para o soerguimento bélico alemão. Era a Europa, era um dos povos que formaram a nação americana, era a necessidade de fazer crescer a economia, ledo engano, o final todos sabemos.  As análises das Agências de Inteligência das várias nações não perceberam o perigo, os institutos de guerra e as universidades, não perceberam isso, afinal os anglo-saxões, com a sua raça e origens comuns, não poderiam permitir que os seus fossem prejudicados. Mais tarde surge um conceito comum de tudo isso o WASP.  Não, não estamos falando da Alemanha, não estamos falando do WASP, não estamos falando de economia, estamos falando de gente, estamos falando da humanidade!  Existem pretextos, de sobra? Nos documentos originais oficiais, da segunda reunião da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, vamos encontrar a Resolução nº 181, adotada a partir do relatório da Comissão Ad Hoc encarregada da questão Palestiniana.  Citada resolução contém um Plano de Partilha da região conhecida como Palestina. Deve-se ter em mente, que muitos países, hoje com fronteiras definidas, não existiam até poucos anos atrás, seja na Europa, seja na Ásia, seja na África, seja na Oceania, ou ainda, na América. A configuração geopolítica e os limites territoriais, são coisas relativamente recente na história da povos. A título de exemplo, as colônias portuguesas na África, só alcançaram a independência na década de 1970.  O Plano de Partilha da Região da Palestina determinava as suas fronteiras e uma união econômica, com dois Estados e uma cidade em Particular. Um Estado Árabe, um Estado Judeu e a Cidade de Jerusalém. Os Estados não tinham nomes, apenas origem nos povos árabes e judeus.  O Estado Árabe com 45,5% do território, o Estado Judeu com 53,4% do território e os outros 1,1% pertenciam à Cidade de Jerusalém, por ser ela a sede comum das três grandes religiões monoteístas. O judaísmo com o seu livro: Torá; o cristianismo com o seu livro: Bíblia; e o islamismo com o seu livro: Corão.  Rapidamente o fluxo migratório e de capitais, permitiu que o Estado Judeu fosse implantado, permitiu crescer o capital intelectual e a ocupação das áreas definidas pela ONU. Havia povo, território, nação e soberania, o Estado Judeu estava instalado nas terras demarcadas pela ONU.  O Estado Árabe, não sabemos com qual propósito, não se instalou. O certo é que o Islamismo tem separações radicais, desde a sua essência, entre xiitas e sunitas. São questões próprias deles, assim como o são entre Cristãos católicos, protestantes, cooptas e várias outras designações do mesmo ramo do Cristianismo.  As religiões, muito mais do que a simples palavra escrita nos seus livros sagrados, carregam outros sentimentos mais profundos. A Torá não é apenas um livro religioso, é um livro de Estado, assim como O Corão. Ambos carregam não só a religião, mas o sentimento de família, propriedade e Estado. Sentimento que não se expressa no Cristianismo.  Durante a ocupação árabe mulçumana na Península Ibérica, séculos VIII a XV, os mulçumanos permitiam aos cristãos e judeus três hipóteses: se converter ao islamismo; morrer pela crença; ou pagar o dízimo e continuar a praticar a sua religião. Após a expulsão dos árabes mulçumanos, os cristãos, no movimento de purificação, permitiam apenas duas formas de convivência: morrer ou se converter.  Assim o foi com os judeus e com todos os demais não cristãos. Surgiram os Cristãos-novos. Há na cidade de Tuí, na Espanha, às margens do Rio Minho, um local onde até hoje existem as placas dos judeus convertidos, trata-se da Oficina de Turismo de Tuí. Uma analogia à passagem do Anjo, onde as soleiras das portas deveriam estar lavadas com o sangue, as placas que não estavam marcadas de vermelho, os seus moradores não eram convertidos e deveriam morrer.  A utilização da imagem religiosa é uma apropriação comum a todas as religiões monoteístas. Assim o foi para os judeus, assim o foi para os cristãos e assim o é para o Islamita. O que difere são as formas de propaganda. A máquina de doutrinação. Vão se valer de instrumentos para justificar as ações do Estado de Israel, coisa desnecessária, não há nada de novo em massacrar povos, basta ler os livros sagrados das religiões monoteístas. Os povos não diferem, o tempo é linear, mas o tempo da humanidade é cíclico. Giambattista Vico já o disse e, eu, já o citei vária vezes.  A humanidade está doente e os agentes oportunistas vão se valer da doença para atacar. O universo se reproduz no ambiente macro e micro, são corpos, sujeitos às mesmas leis.  Quais são os erros? Quem errou? A humanidade errou. Os serviços de inteligência erraram. Os governantes erraram. O povo errou, o povo elegeu ou permitiu que o governo lá esteja. Todos erramos e continuaremos a errar. Perdemos a nossa concentração difusa.  Estamos superalimentados por informações desnecessárias e não nos prendemos ao essencial: a manutenção da vida humana no planeta. Guerra também é uma afronta à Ecologia, mata aquele que foi criado para dar significado ao planeta.  O homem nunca acabará com o planeta Terra, o planeta sobreviverá mesmo estéril, faz parte de um arranjo que um dia colapsará, mas não pela vontade do homem, outros animais continuarão a viver.  Considerações finais Voltando à Guerra, ao oportunismo, ao descaso com a humanidade, aos erros dos serviços de inteligência e,

V ENCONTRO NACIONAL DAS ACADEMIAS DE CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES.

No período de 3 a 5 de outubro próximo-passado, foi realizado, em Brasília-DF, o V ENCONTRO NACIONAL DAS ACADEMIAS DE CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES. O Evento Foi patrocinado pelas Academias de Letras, Ciências e Artes do Brasil (ALCABs) e a Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBACLA). A ilustre Escritora Gacy Simas, da Academia de Letras do Brasil, Seção Distrito Federal, ALB – DF, conduziu brilhantemente as atividades desenvolvidas. Às atividades programadas, compareceu o Major Veterano Carlos Alberto da Silva Santos Braga, da Polícia Militar de Minas Gerais e Acadêmico-Correspondente da Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares – AMCLAM. Carlos Braga, que é articulista do Espaço Virtual PontoPM, participou daquele Sodalício, por honra e deferência do Senhor Acadêmico-Presidente da AMCLAM, representando a mencionada Academia Maranhense. Na reunião plenária do Comitê Nacional com Comitê Estadual e convidados, após o Credenciamento, decidiu-se sobre a realização dos próximos eventos. O de 2024, ocorrerá, na cidade de São Paulo-SP, nos dias 18/19/20 Outubro, e o de 2025, com data a ser definida, será no Estado do Paraná. Ficou decidido, naquele plenário, o período de 3 dias sequenciais, para a realização de ambos os eventos. A Abertura oficial do encontro de Brasília-DF, foi abrilhantada com a Palestra Magna: O desafio das Letras, Ciências e Artes frente às futuras gerações. Proferida pelo Insigne Jornalista e Escritor Marcos Linhares, evidenciando: a importância de todos os membros de uma Academia estarem presentes no lançamento das obras dos demais confrades e confreiras, bem como conhecê-las, o que torna público o lançamento e a dimensão da obra; A questão do Chat GPT e os prejuízos para a propriedade intelectual; A necessidade e o compromisso das Academias na indicação de novos escritores, inclusive os pequenos e futuros escritores; A independência financeira e a disponibilidade de recursos públicos para financiamento das atividades, argumentando que o foco das Academias é a produção intelectual nacional, assim seus patronos devem ser escritores da terra ou da nacionalidade. No dia 04 de outubro, as atividades foram marcadas por significados e objetivos diferenciados, que se sucederam através de: mesa-redonda – O papel das Academias de Letras nos dias atuais.Mediadora: Professora, advogada e escritora Basilina Pereira; palestra – Formação de leitores no mundo digital. Palestrante: Pedagogo e Mestre em educação Rodolfo Medeiros Cunha Fortes; oficina I: Introdução ao Haicai. Oficineira: Presidente da ALT/PR Escritora Lucrecia Welter; e oficina II: Escrita criativa em Cordel. Oficineiro: Mourão. Além de atividades musicais e lançamentos de livros. Na quinta-feira, dia 05 de outubro, foi realizada a mesa-redonda: O mundo e a futura geração de escritores e de leitores. Atuou como mediadora a Dra. Vânia Diniz, Escritora, Poeta e Humanista. Nessa atividade acadêmica, houve a participação especial do Escritor Roberto klotz, que já conquistou mais de 30 prêmios literários. Durante a mesa-redonda, o Major Veterano Carlos portou a réplica da Medalha relativa ao Prêmio Coronel Alvim de Menezes. Tal Comenda materializa e Chancela o Notório Saber das Ciências Militares da Polícia Ostensiva. Foi conferida, no ano de 2023, pela Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – MesaMariano.    

LANÇAMENTO DO LIVRO POLÍCIA E FUTURO

Lançamento do Livro: Polícia e Futuro – Identidade Orientada Para Cenários e Desenvolvimento Organizacional.  Conforme anunciado neste PontoPM, no dia 28 de setembro de 2023, das 19h30 às 23h, foi realizado o lançamento do livro Realizado no Salão Diamante do Clube dos Oficiais Militares Mineiros COMM), o autor Sérgio Henrique Soares Fernandes contou com apoio da Liderança executiva da entidade e de vários membros da Academia de Letras João Guimarães Rosa (ALJGR). Familiares e amigos e muitos colegas de Farda, da ativa e veteranos, prestigiaram aqueles momentos alegres de encontros e reencontros. Sobre a organização do acontecimento e singularidade da obra para os policiólogos mineiros, falou o Presidente do Clube dos Oficiais — Coronel Veterano José Guilherme do Couto e agradeceu as distintas presenças de membros das lideranças do Corpo de Bombeiros Militares e da Polícia Militar, Instituições Militares Mineiras. Sérgio Fernandes manifestou sua alegria pela nova conquista e por ter sido privilegiado pelo público presente. Seguiram-se os momentos com músicas, ao som dos violinos, bate-papos amigáveis e autógrafos de Sérgio Fernandes. Opiniões descritas na Obra lançada. O prefácio do Novo Livro de Sérgio Fernandes coube a — Nuno Caetano Lopes de Barros Poiares —, Prof. Doutor e Oficial Superior da Polícia de Segurança Pública de Portugal. Num primeiro momento, o prefaciador afirma que a obra é produto de uma investigação que foi desenvolvida enquanto requisito parcial para a obtenção do grau acadêmico de doutor em História, Estudos de Segurança e Defesa pelo prestigiado Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL).  As manifestações descritas na segunda capa são da autoria de Ricardo Balesteros e Rodrigo Foureaux. Segundo o ex-Secretário Nacional de Segurança Pública, o estudo realizado por Sérgio Fernandes, é transversal multidisciplinar, pois transita por diversas áreas do conhecimento e emerge como uma importante contribuição para as Ciências Policiais. O nominado Juiz de Direito descreveu que a obra é de alta vali para policiais em todo o mundo, pois, conforme apurado pela própria pesquisa, “o ser policial possui uma cultura universal e não tem fronteiras”. A Equipe do Ponto PM aplaude e endossa as manifestações faladas e descritas sobre — e na — Obra lançada. Estima muitos sucessos ao Amigo e Escritor Sérgio Henrique Soares Fernandes. São extensivos aos leitores de Polícia e Futuro: Identidade Orientada Para Cenários e Desenvolvimento Organizacional. Veja, em seguida, as imagens dos momentos marcantes do lançamento do Livro.

LANÇAMENTO DO LIVRO: POLÍCIA E FUTURO

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Polícia e Futuro: Identidade Orientada Para Cenários e Desenvolvimento Organizacional é o novo Livro de Sérgio Henrique Soares Fernandes. Premiado Policiólogo é Coronel Veterano da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Publicou também o Livro Fundamentos do Planejamento Prospectivo Aplicados à Polícia Militar. Na PMMG, Sérgio Fernandes realizou os Cursos de Graduação e Pós-graduação, em Segurança Pública e Gestão Estratégica de Segurança Pública, na Academia da Polícia Militar (APM), onde foi Professor e Orientador dos militares matriculados nos cursos citados. É também Bacharel e Mestre, em Administração, e Doutor em História, Estudos de Segurança e Defesa pelo Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE). É Pesquisador Integrado do Centro de Investigação do Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna (ICPOL) – Lisboa-PT. Eis as informações do lançamento do Livro Polícia e Futuro: Identidade Orientada Para Cenários e Desenvolvimento Organizacional: Leia mais informações sobre Sérgio Fernandes: CONHECIMENTO NÃO TEM PÁTRIA. DOUTORANDO NO INSTITUTO UNIVERSTÁRIO DE LISBOA.

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