Comércio: produtos e mercadoria

Viver o mundo no presente, tentando compreender nos dias atuais, algo que já foi ensinado ao longo dos séculos – custos econômicos e sociais das crises – é não se aperceber de que não existem respostas para situações que demandam compreensão lastreada no comportamento de vida característico do tempo presente. O comportamento de vida característico do tempo presente é o consumo de qualidade de vida suportado pela atividade turística. A grande maioria dos países tem na atividade turística – não necessariamente endógena – a principal fonte de captação de moeda conversível e que tenha poder de troca em relação às demais mercadorias. Não podemos nos esquecer que moeda é uma mercadoria que tem poder de troca em relação às demais mercadorias. Se existe muita moeda o seu poder de troca é baixo, ou seja, ela é mais barata pois a oferta é maior do que a demanda. Ao passo que existindo pouca moeda, o poder de troca é alto, ou seja, ela é mais cara, donde se conclui que a oferta é menor do que a demanda. Na mesma forma interpretativa, dentro de um país se existe muita moeda em circulação os juros são mais baixo, pois a oferta é capaz de suportar a demanda por financiamento. As medidas macroeconômicas que um país adota para manter a inflação sobre controle não é o foco. Apenas procuramos descrever a regra geral da oferta e demanda de moeda. Quer seja pela oferta de bens, produtos e serviços da cadeia econômica turismo interno para atender ao turista estrangeiro e não o nativo, quer seja pela remessa de dinheiro aos países mais pobres decorrente da força de trabalho que migrou para um país mais rico onde a cadeia econômica do turismo interno demanda um número cada vez maior de mão de obra. Assim, as economias mais pobres passam a ter fluxo de caixa que permite a compra de bens, produtos e serviços necessários à subsistência do seu povo e isso se dá no âmbito do Comércio Internacional, utilizando uma moeda conversível. É justamente nesta cadeia econômica que se dá a maior parte da geração de riqueza e na capacidade das nações de adquirir o necessário para a subsistência do seu povo sem endividamento no mercado internacional. Com certeza um mercado consumidor interno com grande poder de compra e a indústria interna com capacidade de ofertar o que o povo demanda, também gera riqueza a ser aplicada no Comércio Nacional. Obviamente que o comércio local, na moeda nacional e para atender ao nativo, que não se encontra em países de moeda conversível e forte em nada ajuda à economia do país nas suas demandas por bens, serviços e produtos próprios do Comércio Internacional. Na verdade, leva ao endividamento pela aquisição de produtos não produzidos pela economia local. Outra forma de considerável fluxo de moeda conversível se dá nas Bolsas de Valores e na aplicação de Investimentos Diretos Estrangeiros numa determinada economia, mas não se deve esquecer que o fluxo de capitais não pertencem à economia onde se hospeda o Investimento ou a Bolsa de Valores, eles pertencem aos atores internacionais que poderão reclamá-los a qualquer tempo. O fluxo de moeda via Bolsa de Valores e Investimentos Diretos Estrangeiros proporcionam ao país onde se encontra a entrada e saída de moeda conversível em larga escala. Se aplicarmos as mesmas regras da oferta e procura e, portanto, sendo caracterizado como opção de compra – entrada de moeda – e opção de venda – saída de moeda – quanto mais intenso for o fluxo de entrada maior oferta e menor custo na moeda local, ao contrário, ou seja fluxo de saída, maior demanda e maior custo na moeda local. Semelhante à uma caixa d’água onde a vazão é maior do que a entrada e você coloca um redutor na saída da água, com o objetivo de não esvaziar a caixa, para controlar a vazão do fluxo de caixa de moeda conversível, cada vez mais a moeda local é desvalorizada. Falamos de duas formas de entrada de moeda conversível numa determinada economia, onde em uma das formas a entrada se dá pela oferta de bens, produtos e serviços na cadeia econômica do turismo e a outra através do capital especulativo da Bolsa de Valores e do Investimento Direto Estrangeiro. A próxima abordagem é sobre o Comércio Internacional, as economias utilizam os seus recursos voltados para a subsistência do seu povo, afinal a maior riqueza de uma nação é o capital intelectual do seu povo e nele deve ser investido os recursos que a nação capta. O Comércio Internacional, principalmente no setor do agronegócio, se dá como a principal forma de subsistência do povo, no entanto, as nações que vivem basicamente da cadeia econômica do turismo não estão capitalizando, não estão formando caixa, não estão estocando moeda – a mercadoria que tem poder de troca em relação às demais mercadorias. Não estocando moeda, por consequência terão menor poder de aquisição de bens, produtos e serviços no mercado internacional. Na mesma intensidade, as economias que têm Bolsas de Valores e Investimentos Diretos Estrangeiros, vêm perdendo força face a arribação do capital que busca mercados mais estáveis e cujas moedas conversíveis apresentam menos riscos de quebra. E tal qual as economias que vivem basicamente da cadeia econômica turismo, não estocando moeda, por consequência terão menor poder de aquisição de bens, produtos e serviços. Analisando os pontos econômicos turismo e capital especulativo, o Comércio Internacional tende à maior oferta e menor demanda e as nações tendem a buscar junto aos Bancos Fomentadores – FMI e Banco Mundial, recursos para destravar o tempo presente, se endividando. Endividando, parte significativa das moedas conversíveis que entram na economia vão para o pagamento da dívida e menos sobra como estoque de moeda e mais desvalorizada será a moeda, fazendo com que o ponto de equilíbrio do mercado demora mais tempo a ser alcançado. Viver o mundo no presente é um tempo novo, de um novo aprendizado, que impossibilita a ação da principal fonte de recursos da
O VÔMITO DO DRAGÃO

O vômito pestilento de um dragão vermelho, em terras orientais, alastrou-se de forma avassaladora pelo mundo, despejando sobre os cidadãos o seu fluído venenoso, desconhecido da ciência e portador de alto poder de virulência. Descobriram os cientistas que, embora considerada de baixo teor letal, a nova cepa virulenta possui grande facilidade e rapidez de propagação, capaz de infectar grande número de pessoas, num curto espaço de tempo, situação em que pode colocar em cheque a capacidade de resposta das redes de saúde pública e privada, sobretudo dos países do Terceiro Mundo. O Brasil não escapou ao ataque do vírus, batizado pela ciência como Coronavírus (ou Covid-19). E um grande temor se acercou das autoridades governamentais do país, em face das enormes fragilidades do Sistema de Saúde Pública, sucateado e corrompido pelos governos socialistas do Partido dos Trabalhadores. Entre polêmicas e desencontros, muitos estados e municípios da federação decretaram o “lockdown”, como protocolo de emergência, paralisando, sobretudo, as atividades econômicas. Inclusive, para espanto de muitos, em vários municípios onde sequer havia uma pessoa infectada. Em outros, assistimos estarrecidos a governadores e prefeitos despreparados e incompetentes (ou mal intencionados), atacados de delírios tirânicos, afrontando os sagrados mandamentos contidos na Constituição Federal, para determinar, por decreto, a prisão de cidadãos que desobedecerem ao “lockdown”. Tudo diante da inércia e omissão da Suprema Corte brasileira. Instalaram-se o pânico e a histeria, superestimulados por grande parte de uma mídia nacional inescrupulosa, mentirosa e irresponsável que, insensível ante as graves ameaças por passa a Nação Brasileira, conspurca e avilta o jornalismo sério, passando a atuar como um tendencioso partido político. Articula-se nas sombras para esconder ou desvirtuar os fatos, simplesmente porque não aceita, até os dias atuais, o governo do Presidente Jair Messias Bolsonaro, eleito democraticamente em 2018, pela vontade soberana da esmagadora maioria do eleitorado brasileiro. Hoje, além da ameaça à saúde pública, o Brasil treme diante de outra tão ou mais grave ainda: o colapso da economia, que fatalmente levará à falência inúmeras empresas, à explosão do número de desempregados, ao desabastecimento e ao caos social…! Um tenebroso cenário que, para muitos economistas e até autoridades da área da saúde, poderá provocar, com suas imprevisíveis consequências, muito mais mortes do que o Covid-19. Ao que parece, é o que os políticos da esquerda brasileira desejam desesperadamente, com o apoio explícito dos líderes das duas casas que compõem o Congresso Nacional e de grande parte da mídia e do judiciário, como única medida para inviabilizar o governo Bolsonaro, para muitos a última barreira a impedir o avanço do comunismo no País. Diante da reação e da pressão popular, diversos governadores e prefeitos estão recuando, buscando flexibilizar as medidas preventivas, para que o setor produtivo volte a operar, mesmo que parcialmente, observando-se as medidas de distanciamento social (isolamento vertical) e mantendo os integrantes dos grupos de risco em quarentena. Sem dúvidas, este é um momento “sui generis”, como poucos ocorridos na história da humanidade, a exigir a união de todos os brasileiros patriotas, num esforço conjunto e solidário para salvar o país das ameaças que sobre ele pairam. O episódio nos conduz a uma profunda reflexão! Uma pandemia provocada por um vírus, de baixa letalidade, paralisou o mundo, levando-o a uma grave desestabilização econômica, numa clara e dolorosa demonstração do quanto é frágil e vulnerável esse modelo de sociedade que construímos. As consequências e o tempo de recuperação da economia mundial e, por via de consequência, dos países afetados não se podem estimar. Paradoxalmente – desconsiderando o acerto ou não da medida – a quarentena imposta às populações em todo o mundo não tem representado tão somente motivos de dor e sofrimento. De repente, as pessoas se afastaram da correria diária e insana, em busca da satisfação de necessidades irreais, repensando, em mergulhos introspectivos, velhos valores e hábitos mecanicamente cultuados. As atenções se voltam para a importância do fortalecimento dos laços familiares, redescobrindo-se o verdadeiro significado do aconchego do lar e do recolhimento em sincera oração. Nunca se tem recorrido tanto ao Divino como agora! Entendemos esse momento, não apenas como uma consequência das escolhas infelizes da nossa “consciência coletiva”, mas, sobretudo, como uma clara sinalização da Divina Providência que, somada a muitas outras que vêm se manifestando em todos os campos da vida planetária, estão a clamar por mudanças. Apesar de tudo, percebemos, com muita tristeza, inúmeras vozes implorando para que tudo passe rápido e voltemos à “vida normal de antes”. Não apenas cremos, mas esperamos e desejamos profundamente, que a humanidade jamais volte a ser o que era. Não que tudo se transforme como num toque de mágica, mas que esse doloroso episódio seja o impulso inicial para substituição da Velha Energia que, há milênios, tem soberanamente reinado no nosso belo Planeta Mãe Terra, e que já não nos serve mais. Com as bênçãos da Eterna Fonte Criadora!
PIRATARIA ESTRATÉGICA…
Li o texto O Coronavírus e o Colapso do Sistema de Segurança Pública, de Rafael Alcadipani, professor do Departamento de Administração da FGV e EAESP, e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Suas páginas misturam achismo, profecia, pirataria estratégica, nhenhenhém do antropologismo-sociológico ( ou sociologismo-antropológico), à sombra do “óbvio ululante” ferroado por Nélson Rodrigues, com pitacos de Gestão de Segurança Pública, para abordar o papel estatal das Forças de Segurança Pública no cenário brasileiro do Coronavírus, assunto para o qual ele não apresenta qualificação tecnocientífica nem experiência prática e efetiva. Ao término de seu profeciário populista, Doutor Rafael louva o desempenho de Forças de Segurança e agradece-lhes a dedicação aos respectivos misteres públicos em prol da Comunidade, com provável alusão às Polícias Paulistas, às quais ele tem proferido palestras. Como Oficial Superior Veterano da Polícia Militar de Minas Gerais, à qual prestei quarenta e três anos de efetivo serviço estatal de Preservador da Ordem Pública e Gestor Estratégico da Polícia Ostensiva e Defesa Interna e Territorial, a par de minhas atividades de Professor Titular, Pesquisador, Editor-Associado e Ensaísta da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro, principalmente das Ciências Militares da Polícia Ostensiva, Ciências Policiais, Teoria da Ética, e Políticas Públicas e Preservação da Ordem Pública, limito-me à apreciação desse assunto relevante circunscritamente às missões e forças-tarefa realizadas pela respeitável Polícia Militar Mineira, como Força Pública da Paz Social, sem imiscuir-me nos domínios de outras Forças de Segurança deste nem de outros Estados Brasileiros, sem fazer nenhuma incursão nas teias pandemiológicas e sociológicas do Coronavírurs, para as quais não tenho nehuma capacitação nem habilitação. Também não entro no âmago do gênero Segurança Pública, porque à Polícia Militar competem as espécies Preservação da Ordem Pública e Polícia Ostensiva, em favor da Paz Social e Tranquilidade Pública, acrescidas de Defesa Interna e Territorial, em favor da Defesa Nacional, atribuições para as quais o Policial Militar Mineiro está sobejamente bem-preparado pelo respectivo Sistema de Educação Policial-Militar, nos campos do Ensino, Pesquisa, Extensão e Treinamento, mediante Cursos de Formação, Graduação e Pós-Graduação, Programas de Extensão e Educação Continuada, e Malhas Curriculares de Treinamento Policial-Militar e Especializado, para Grupamentos de Cabos e Soldados, Subtenentes e Sargentos, e Ciclos de Oficiais, inclusive dos Quadros Especiais, Complementares e de Saúde. Referido Sistema de Educação Policial-Militar, gerido pela Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro e executado pelas competentes Unidades Escolares, principalmente pela Escola de Formação de Soldados, Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos, Escola de Formação de Oficiais, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação, e Centro de Treinamento Policial, orienta-se, axiológica e eticodeontologicamente, por três Valores Educacionais: Humanização Policial-Militar; Idoneidade Policial-Militar; Consciência Policial-Militar. Estes Valores de Educação Policial-Militar são a mais confiável plataforma de sustentação da autenticidade ( credibilidade), e legitimidade (consagração, renome, boa-fama, reputação) da Deontologia Policial-Militar (Conhecimentos contidos em Código de Ética e Disciplina, Preceitos de Competências, Atribuições e Deveres), com Razão e Sensibilidade, para o Policial Militar Mineiro, do Soldado ao Coronel, manter-se confiavelmente qualificado e atualizado, principalmente bem-capacitado, para: a) compreender diferenças individuais e culturais, a fim de melhor servir ao Cidadão e à Comunidade; b) humanizar-se profissionalmente; c) agir, reagir e proagir, com equilíbrio entre postura e compostura; d) assimilar e aplicar as teorias eticodeontológicas e axiológicas, em proveito dos conteúdos profissionalizantes da Preservação da Ordem Pública, Polícia Ostensiva e Defesa Social, com fundamentação nos conceitos de finalidade, necessidade, compromisso, dever, usos, constumes, tradição , crítica, autocrítica, humanização, comportamento individual e coletivo, consciência de utilidade social, prática do bem e abominação do mal, respeito à dignidade objetiva e subjetiva da pessoa humana e a preciosidades eticodeontológicas (valores éticos indissociáveis dos deveres morais e tecnoprofissionais do Servidor Policial-Militar); e) refletir sobre questões morais decorrentes das relações humanas e sobre a dimensão ética do Serviço Policial-Militar; f) aplicar o preceiturário contido na alínea anterior a esta, em benefício da Paz Social e Tranquilidade Pública; g) conhecer a súmula filosófico-científica do trinômio humanizante ÉTICA, MORAL E DEONTOLOGIA, e bem-aplicá-la ao exercício comunitarista das Obrigações Policial-Militares; h) burilar-se como Servidor Militar da Preservação da Ordem Pública, Polícia Ostensiva e Defesa Social capaz de proagir, acima de simplesmente agir e reagir, com lhaneza, bravura, serenidade, sensatez e compromisso com as Ciências Militares correlatas com o Comunitarismo, Direitos Humanos, Cidadanização e Felicidade Pública, sem estupidez, subserviência, desleixo pessoal nem tendências a práticas indecorosas e ilícitas; i) embutir-se na Consciência Policial-Militar moderna: O Preservador da Ordem Pública é militar estadual bem-preparado para a luta diuturna em prol da Paz Social, Servidor do Povo, Agente de Estado ( e não de Governo), afeito ao diálogo e pronto para o contundente desforço físico, nos limites da Lei e sob as prescrições em seu espírito contidas; j) manter-se hígido e bem-preparado para o melhor cumprimento de missões militares típicas de ações e operações de Defesa Interna e Defesa Territorial, como integrante constitucional de Força Auxiliar de Força Terrestre. Com todo esse efetivo processo de Qualificação Tecnoprofissional de seus Oficiais e Praças, a Polícia Militar de Minas Gerais, desde 1775, mas principalmente a partir de 1912 e 1934, cumpre, com lealdade e excelência, credibilidade e boa-fama, todos os misteres legal e constitucionalmente a ela atribuídos, como Força Pública da Paz Social e Guardiã da Tranquilidade Pública do Cidadão e da Comunidade. Ela tem fé de ofício impecável e não está, como nunca esteve, sob risco, nem atual nem iminente, de Colapso Institucional, muito menos sob ameaça de corrosão ou falência deontológica, no Sistema de Segurança Pública. Ao contrário dos disparates alarmistas do Doutor Rafael Alcadipani quanto ao perigo do Coronavírus contra as Forças de Segurança Pública – sem descrever tal colapso nem a força por ele ameaçada – , Minas Gerais, em seus oitocentos e cinquenta e três Municípios e cerca de mil e quinhentos Distritos, enfrenta muito bem, e o vencerá, o Coronavírus, pela eficiência de seus Servidores e Profissionais de Saúde e eficácia dos meios para isso disponíveis, sob a proteção e socorro garantidos por sua briosa e altiva Polícia Militar, cujos Oficiais e Praças não se curvam
O homem precisa da economia e a economia precisa do homem.
“Não é da benevolência do açougueiro, do cervejeiro ou do padeiro que esperamos nosso jantar, mas da consideração que eles têm pelo seu próprio interesse”. Adam Smith em A Riqueza das Nações. Mas, por mais paradoxal que possa se apresentar o dilema, o momento nos obriga à uma reflexão sobre o tema, mediante os seguintes questionamentos: O homem vive sem economia? A economia vive sem o homem? Vamos, então, respondê-las. Ao primeiro questionamento, a resposta é afirmativa. Sim! Isso porque existem muitas sociedades coletoras no mundo atual, com exceção da Europa e Antártica – onde não tem civilização – em todos os outros continentes existem sociedades coletoras. Ao segundo questionamento, a resposta é negativa. Não! Afinal, na perspectiva do livre pensar, como é o caso da ciência — pensada desde a Antiga Grécia, mesmo de forma doméstica — o primordial é o homem. A vida segue sem economia? Sim. A vida segue sem o homem? Sim, o planeta não vai deixar de existir por causa do homem. Neste momento o que é mais importante? O homem, mas a economia é essencial na cadeia produtora da manutenção da vida do homem: alimentação e saúde. Nenhuma ou outra — alimentação ou saúde — são funções essenciais do Estado, definidas a partir das Cidades-Estados dos Povos Alemães, atendem às necessidades de sobrevivência, classicamente definidas por Abraham H. Maslow. O foco neste momento é esse: sobrevivência.As opções têm de ser pela economia de guerra, aplicada à sobrevivência : alimentação e saúde, ambas mantêm o homem e ambas permitem a reconstrução da economia. Racionalmente qualquer pensamento diferente é maximização dos objetivos do capital – o homem econômico na benevolência do açougueiro narrada por Adam Smith — não da humanidade. A diferença entre pensamentos de esquerda e direita é a consciência de que está sendo estúpido.
Décimo Aniversário de Instalação da MesaMariano.
Posse de Gestores e Acadêmicos. Às 9h30min de 6 de março de 2020, no Auditório da Fundação Guimarães Rosa ( Rua das Chácaras, 210, Bairro Mantiqueira/Venda Nova, Belo Horizonte – MG), realizou-se a trigésima sétima reunião da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – Mesa Mariano, em Sessão Comemorativa do DécimoAniversário de Instalação do referido Areópago Epistêmico (ocorrido em 25 de fevereiro de 2020), presidida pelo Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro e secretariada por Fernanda Ramos Amâncio, para cumprimento dos seguintes Pontos Relevantes: 1) Posse dos Gestores para 2020-2025; 2)Posse da Acadêmica Epistêmica Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro e dos Acadêmicos Honorários Coronel Gentil Alberto de Menezes, Jornalista José Passos de Carvalho e Sociólogo Paulo Roberto de Sousa Lima; 3) Celebração dos Dez Anos de Instalação da MesaMariano; 4) Ratificação do Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro como Presidente de Honra Vitalício da MesaMariano, concomitantemente com sua atual situação de Presidente do mesmo Sodalício de Saberes e Sabedoria. Como Gestores para 2020-2025, reeleitos, foram ritualisticamente empossados: Presidente – Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro; Orador (cumulativamente com as atividades de Vice-Presidente) – Acadêmico Epistêmico José Xisto da Silva Barros. Ambos receberam Diploma de Posse. O Jornalista José Passos de Carvalho, por motivo de saúde, não compareceu à Sessão, mas sua posse foi efetivada em termo competente firmado por seu Representante, o Acadêmico Honorário Sociólogo Paulo Roberto de Sousa Lima, a quem se confiaram o Diploma e a Insígnia da MesaMariano e respectiva Réplica – conferidos ao Representado. Após restabelecido, Passos de Carvalho, em Sessão Epistêmica, prestará o Compromisso Academial, coassinará o Termo de Posse de 6 de março de 2020 e proferirá seu Discurso de Posse. Depois de empossados, diplomados e condecorados, os três novos Acadêmicos proferiram o respectivo Discurso de Posse, de acordo com o rito da MesaMariano. A Acadêmica Epistêmica Beatriz Campos de Paulo e Castro, no seu Discurso de Posse, saudou amavelmente a MesaMariano e seu Quadro Acadêmico, revelou seu encanto pela Odontologia, seu amor ao exercício de referida profissão e seu compromisso tecnocientífico e profissional com a aplicação de Conhecimentos Teóricos e Práticos dessa notável Área da Saúde, e sua dedicada atenção ao Zelo Familiar. Beatriz ilustrou sua Cadeira Epistêmica nº 2 – inaugurada e outrora ocupada pelo saudoso Acadêmico Epistêmico-Fundador Tenente-Coronel-Capelão Padre Samuel Sérgio Drumond –, descreveu a marca biográfica de seu Prócere, Santo Inácio de Antioquia, e elogiou a pessoa e as elevadas postura e compostura de sua Patrona, Santa Teresa de Jesus, a Doutora da Igreja Católica Teresa d’Ávila. O Acadêmico Honorário Gentil Alberto de Menezes saudou a MesaMariano e respectivo Quadro Acadêmico, sintetizou sua vida familiar e suas atividades escolares, descreveu sua rotina social e minuciou sua qualificação tecnoprofissional de Cadete e Oficial da Polícia Militar de Minas Gerais e de Especialista em Mobilidade Urbana e Segurança de Trânsito. Na historiação de sua labuta policial-militar, o Coronel Gentil Alberto de Menezes, por seu mencionado Discurso de Posse, correlacionou os diversos períodos eticodeontológicos de seu exercício de Especialista e Gestor da Paz Social com várias fases de evolução (crescimento) e fases de revolução (crise) das segunda, terceira, quarta e quinta etapas de desenvolvimento da Polícia Militar de Minas Gerais como Órgão de Estado verdadeiramente Preservador da Ordem Pública, prioritariamente pela prática diuturna da Polícia Ostensiva, de acordo com as lições contidas em O Estouro do Casulo ( Essência Doutrinária 3: Oficina Redatorial Guimarães Rosa, 1998, e Centro de Pesquisa e Pós-Graduação da PMMG, 2009), de João Bosco de Castro, apreciado por Márcio Lopes Porto, prefaciado por Isaac de Oliveira e Souza e posfaciado por Saul Alves Martins. Gentil Alberto encerrou sua Oração Academial com homenagem à Polícia Militar de Minas Gerais, por meio de três estrofes do Poema Épico Decência, de João Bosco de Castro. O Acadêmico Honorário Paulo Roberto de Sousa Lima também reverenciou a MesaMariano e cumprimentou seus Confrades e Confreiras de nossa Oficina Epistêmica e respectivos Convidados e Amigos. Didático e reflexivo, seu Discurso de Posse, fundado em modos e meios dissertativos e narrativos, cuidou muito bem de historiar e analisar sua trajetória humana e profissional, desde seus momentos de Menino do Norte de Minas a seus labores e estudos em Belo Horizonte, particularmente para sua qualificação em níveis de Curso Científico, Graduação e Pós-Graduação, inclusive na seara stricto sensu, das Ciências Sociais, além de suas realizações histórico-sociológicas em Tiradentes-MG, em seu Stúdio Literário, e em São João d’el Rei, como Historiador e Presidente do respectivo Instituto Histórico e Geográfico. Paulo Roberto anunciou-se representante do Jornalista José Passos de Carvalho, cuja ausência nesta Solene Sessão de Posse, por motivos de saúde, justificou, e cuja pauta no Termo de Posse assinou pelo referido Representado , a quem levou os respectivos Diploma, Insígnia e Réplica, mediante autorização concedida pelo Presidente desta Casa de Saberes e Sabedoria. A Celebração dos Dez Anos de Instalação da MesaMariano realizou-se por meio de Discurso proferido pelo Presidente da dita Oficina de Erudição e Humanidades, Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro, cuja fala enalteceu, principalmente, a Fundação Guimarães Rosa, o Instalador-Decano Acadêmico Epistêmico-Fundador Márcio Antônio Macedo Assunção, e o Patrono-Príncipe Capitão-Professor João Batista Mariano, cuja biografia ilumina a História da Educação de Polícia Militar de Minas Gerais nos patamares grandiloquentes do Curso Militar e Propedêutico, Departamento de Instrução (Dê-I) , Academia de Polícia Militar, Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Oficiais e Instituto de Educação de Segurança Pública, denominações do mesmo Ente Educacional Policial-Militar transfeito em glorioso e majestático Símbolo do Prado Mineiro. O Presidente do Conselho-Diretor da MesaMariano e Superintendente-Geral da Fundação Guimarães Rosa, Acadêmico Epistêmico Pedro Seixas da Silva, ratificou, mediante Diploma, o Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro na Dignidade de Presidente de Honra Vitalício da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano – MesaMariano, desde 25 de fevereiro de 2015, concomitantemente com o cargo de Presidente do mesmo Sodalício de Cultores do Conhecimento. Nas Efemérides do Período Academial, João Bosco de Castro, com ênfase no dia 24 de fevereiro, falou
Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento, vida e morte.
Abordar o Curso de Formação de Oficiais na Polícia Militar do Estado de Minas Gerais é algo que me encanta. Afinal foram vários textos, pesquisas, palestras, seminários, cursos, monografias, publicações, comissões, matrizes, sonhos, realizações, em síntese: VIDA. não há um só militar da Força Pública de Minas Gerais que não tenha uma relação íntima com essa possibilidade chamada: Curso de Formação de Oficiais da PMMG: nascimento, vida e morte. Mas se propor a descrever sobre o tema, obriga a quem a isso se propõe, a delimitação da abordagem com o objetivo de evitar especulações diferentes do produto focal que se pretende apresentar, não com o objetivo de desqualificar outras ideias – isso não é Conhecimento – mas com a intenção de centrar num ponto específico que é Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento, vida e morte. Por dever de justiça aos homens e mulheres, que verdadeiramente trabalharam para a construção desse Conhecimento dentro da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, vou me preservar no direito de não referenciar o texto a partir dos nomes das pessoas que desenvolveram as suas competências e habilidades dentro da Coporação. Isto para não incorrer no erro de omitir nomes significantes a todo esse processo, que com certeza é muito maior do que as minhas palavras e os meus elementos de validações. O simples fato de tentar especular sobre o tema: Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento, vida e morte, gerou um turbilhão de informações e um imensurável desejo de manifestações de várias pessoas envolvidas no processo e isso permitiu o aprofundamento natural e a agregação de várias imagens, ideias, memórias, instrumentos de validações e novas abordagens sobre o tema. Outros olhares, outras dúvidas, outras certezas e uma eloquência que, com certeza, não se findará neste texto. O militar, na sua essência é um servidor típico das obrigações do Estado na sua proteção do espaço territorial e da sua soberania. A carreira é definida em lei própria, bem como as formas de acesso, não carecendo, portanto, de uma complementação de titularidade acadêmica compatível com o mundo civil. A formação e a carreira são produtos de Estado, interessam única e exclusivamente ao Estado. Por ser uma carreira típica de Estado, não demanda uma formação profissional anterior, a formação é endógena e atende ao caráter de época, tergiversar sobre que título possui é desnecessário, pois o objetivo do Estado não é um profissional para atender à sociedade civil, mas aos objetivos do Estado na Defesa Interna e Defesa Territorial, uma das poucas funções do Estado previstas no Tratado de Westfália – 1648, também conhecida como os Tratados de Münster e Osnabrück, que estabelece os princípios do Estado Moderno e da Soberania Nacional. Curso de Formação de Oficiais na PMMG: nascimento Originariamente o nascimento do Curso de Formação de Oficiais na PMMG vai se dar em 1934, nas instalações do Prado Mineiro, surge naquele momento uma célula-mãe de formação de oficiais para a Força Pública do Estado de Minas Gerais, na origem tem o nome de Departamento de Instrução. As condicionantes de acesso ao Curso de Formação de Oficiais, a forma de duração do curso, a composição de seus corpos docente e discente e a matriz curricular, nada disso é importante na análise daquele momento histórico, o importante é ter a exata noção de que nascia algo maior na Instituição, nascia o curso gerencial da Instituição, nascia a formação do oficial da Força Pública como profissional das atividades de socorrimento público e da paz social no Estado de Minas Gerais. Em decorrência desse processo de formação profissional, vários oficiais da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais – PMMG, vão ter a oportunidade de escreverem as bases doutrinárias operacionais e administrativas da Instituição, exercerem atividades como Delegados Especiais de Polícia junto a outras Forças de Segurança, participarem na formação das Polícias Militares de outros Estados da Federação, funcionarem como professor militar nas outras Polícias Militares da Federação, dentre outros próprias da formação recebida a partir dessa célula-mãe do Conhecimento. Obviamente que o produto demandava uma representatividade que o tornasse um diferencial na sua essência e na sua existência. Esse diferencial vai ser o Parecer nº 237/83, do Conselho Federal de Educação que reconhece o Curso de Formação de Oficiais da PMMG, simplesmente CFO, como equivalente aos cursos do ensino superior do sistema civil de ensino, retroagindo seus efeitos aos formandos do ano de 1973, haja vista a existência do Decreto nº 12.911 de 19 de agosto de 1970, do então Governador Israel Pinheiro, que em seus Artigos 12 e 15, determinava a forma e o grau de ensino para ingressar no curso de formação de oficiais, que naquela época tinha a duração de três anos. O Parecer nº 237/83-CFE, foi aprovado pela Câmara de Legislação e Normas do Conselho Federal de Educação em data de 06 de maio de 1983, sendo homologado pelo Ministro da Educação e Cultura da República Federativa do Brasil em 10 de junho de 1983. Obviamente que o Parecer é o resultado do cumprimento do Protocolo relativo à criação dos cursos no ensino superior e se manifesta como a última fase que antecede à publicação da Portaria de Homologação do Chefe da Pasta que autoriza à uma Instituição de Ensino Superior o fornecimento do Curso como proposto. O processo que resultou no Parecer nº 237/83-CFE de 10 de junho de 1983, foi elaborado pela PMMG. E mesmo sendo elaborado pela PMMG, ocorreram falhas graves, como o acesso ao CFO nos anos de 1974 e 1975 – decorrente de uma Resolução do Comandante-Geral da PMMG – de Sargentos que possuíam apenas o ensino fundamental completo. Certamente nem as pessoas que trabalharam na formulação do processo que culminou no reconhecimento do CFO como curso superior, sabiam disto, não havendo má-fé nem dos formuladores do processo e nem das pessoas que o examinaram no Conselho Federal de Educação. Definir a turma de 1973 como o marco da validade dos direitos originários do Parecer nº 237/83-CFE, além de caracterizar o CFO como curso
INIMIGOS INTERNOS
Completou o governo Bolsonaro o seu primeiro ano de gestão, com registros evidentes de recuperação dos principais indicadores econômicos e sociais do País, em que se destaca o trato responsável e honesto da coisa pública, o resgate dos valores morais e éticos de uma sociedade próspera e sadia, a revisão do frágil modelo de educação básica e o combate rigoroso e sistemático à corrupção. A economia se apresenta em franca recuperação, já superando os índices previstos por analistas nacionais e internacionais, o que levou a Agência de classificação de risco Moody’s a melhorar a perspectiva de nota de crédito do Brasil de negativa para estável, com a consequente retomada da confiança dos investidores internacionais. A Ibovespa bateu mais um recorde ao superar os 117 mil pontos; os Shoppings noticiaram um crescimento de 9,5% nas vendas neste final de 2019. Apesar das imensas dificuldades econômico-financeiras, da corrupção institucionalizada, da decadência ética e moral, legado maldito dos governos petistas, o início do governo Bolsonaro é marcado por importantes e significativas realizações, deliberadamente omitidas por grande parte da mídia nacional. O seleto grupo de ministros, escolhidos pelo Presidente Bolsonaro sob o rigor dos critérios de competência, vem surpreendendo, não apenas os brasileiros, mas, sobretudo, os analistas internacionais, recolocando o País nos trilhos da ordem e do progresso. Menção especial merece o fecundo trabalho que vem sendo desenvolvido pelos Ministérios da Economia, da Infraestrutura e da Educação e Cultura, este através de um destemido e hercúleo esforço visando à desativação do verdadeiro aparelhamento ideológico implantado, em especial, nas escolas e universidades, muito mais preocupadas em formar ativistas militantes do que transmitir conhecimento. Indubitavelmente, muito mais poderia ter sido feito não fora os atos de verdadeira sabotagem de grande parte dos parlamentares integrantes do Congresso Brasileiro, envolvidos com a corrupção e investigados pela Operação Lava Jato, com o apoio escancarado da maioria dos ministros da Suprema Corte e poderosos órgãos da mídia nacional. Tais conquistas mudaram a cara do País, despertando o senso de patriotismo e a autoestima dos brasileiros e, acima de tudo, o respeito e a confiança das grandes potências internacionais. Verdades incontestes que alguns grandes órgãos de comunicação do País, cooptados a custo de milhões de reais surrupiados do erário pelos governos anteriores, tentam encobrir e/ou desmentir. Só não estão satisfeitos com o novo Brasil que surge os integrantes dos partidos de esquerda, que têm no líder maior do PT, o condenado em segunda instância pela Justiça Brasileira Luís Inácio Lula da Silva, a figura do “poderoso chefão”, a quem seguem alienadamente. Até os dias atuais, se recusam em aceitar e respeitar a escolha da esmagadora maioria do eleitorado brasileiro que elegeu o Presidente Bolsonaro, correspondente a quase 60% dos votos válidos. Quanta diferença…! Quando Lula e Dilma foram eleitos, mesmo diante de fortes suspeitas de fraudes na eleição dessa última para um segundo mandato, os eleitores derrotados não saíram às ruas para queimar pneus ou depredar patrimônios públicos e/ou privados. Muito menos se organizaram para sabotar as ações do novo governo. Todos retornaram ao trabalho, torcendo e lutando por um Brasil melhor. Incapazes de enfrentar um debate com equilíbrio e suporte nas ideias, os políticos da esquerda brasileira apelam sistematicamente para a mentira, a provocação, a ofensa e a intimidação, num esforço estéril de destruir a realidade dos fatos. Suas ações revelam, a cada dia, que nenhum compromisso têm para com a Nação Brasileira. Pelo contrário, além de sabotar as ações necessárias à recuperação dos graves danos causados pelos seus próprios governos, vêm se colocando explicitamente ao lado de ditaduras despóticas ainda existentes, muitas delas por eles financiadas com o dinheiro desviado criminosamente dos bancos públicos do país. Blindados por uma imunidade parlamentar incompreensível e obscena, acrescida de um arcabouço legal frágil e do aparelhamento da Suprema Corte Brasileira, seus crimes vêm sendo encobertos aos olhos do povo e ao crivo da Justiça, mas que não estão escapando aos poderosos tentáculos da Operação Lava Jato. Incompreensivelmente, grande parte dos brasileiros -dentre os quais muitos “intelectuais” e artistas- continua acreditando no discurso reacionário e mentiroso do condenado Lula, sonhando com o retorno do PT ao poder. Ao que tudo indica, não conseguem mais pensar com a própria cabeça, ou por uma questão de identidade e sintonia ou, ainda, por se tratar de hipnose coletiva, engendrada em algum sítio sombrio do astral planetário. Desconsideram desavergonhadamente que durante os governos petistas três presidentes, cinco secretários, três tesoureiros, os líderes da Câmara e do Senado do aludido partido foram presos, assim como os presidentes da Petrobrás, da Eletrobrás, da Nuclebrás, dos Correios, da Valec, da CEF, do BNDES e muitos outros afiliados. Mas, está escrito: “nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia” (Marcos 4:22). Nesse auspicioso dia veremos todos esses inimigos internos se curvando diante da JUSTIÇA, aquela que pode tardar, mas nunca falha. E nesses tempos de Ascensão Planetária, as coisas estão indo muito depressa!
O Parasita e as questões políticas
As questões políticas e o Parasita, e, na sociologia das relações internacionais, o segredo está na propaganda — arma preferida dos estados totalitários — que se estabelece, como estratégia do Estado, para alcançar um objetivo que se manifesta imperceptível. Quando povos com origem comum se separam por questões políticas – as Antigas Alemanhas Ocidental e Oriental ; as Coréias do Norte e do Sul; e as Irlandas do Norte e o Eire – o sentimento de autodeterminação dos povos não é vencido pelas fronteiras políticas. As distâncias da tecnologia, do conhecimento, da qualidade de vida, da representatividade no mundo não foram suficientes para criar um cisma entre os povos alemães ocidentais e orientais. O mesmo se pode dizer dos povos irlandeses, apesar da violência religiosa, da submissão à Coroa Inglesa e da submissão política, econômica e social ao Reino Unido, as cores, as tradições e o sentimento de pertença ainda coabitam entre os cidadãos da Irlanda do Norte e do Eire que faz parte da Zona do Euro. Não diferente, mas ao mesmo tempo assimilando as características das Antigas Alemanhas e das Atuais Irlandas, as Coréias passam por um momento crucial no sentimento de pertença dos seus povos. As barreiras, por questões políticas, entre as duas Coréias vão aos poucos sendo transpostas com o objetivo de coesão social e de reaproximação entre os povos. Uma questão estratégica, neste momento, traz à tona uma hipótese de coesão dos povos calcada no sentimento de pertencimento comum aos povos das Coréias do Sul e do Norte. O sentido de autodeterminação dos povos coreanos, neste momento histórico, recebe um impulso particularmente propício, um impulso que contempla a projeção de um povo aos auspícios de inserção num mundo de glamour, num mundo que não apenas projeta, mas sobretudo, distingue a capacidade do povo coreano em oferecer ao mundo uma alternativa cultural. A articulação atende aos interesses da geopolítica internacional, as questões políticas se valem das estratégias, próprias dos pensadores e, sobretudo, iguais as reveladas em O Parasita, filme vitorioso no Oscar de 2020.
INTERNET, REDES SOCIAIS E OS LIVRES PENSADORES
Nunca, como nos tempos hodiernos, tem sido importante a efetiva participação, em todos os setores da vida social, de pessoas dotadas de senso crítico (que não se confunde com criticismo mórbido), capazes de pensar com a própria cabeça. Sobretudo, a partir do advento do que hoje vem sendo denominado como Sociedade da Informação, integrada pela Internet e as poderosas redes sociais que, simplesmente, pulverizaram o monopólio da informação, há décadas controlado pela grande mídia. O papel preponderante das citadas redes na eleição do presidente norte-americano, Donald Trump, foi superado pela emblemática eleição do presidente brasileiro, Jair Messias Bolsonaro, nas eleições majoritárias de outubro de 2018. Mesmo dispondo de ínfimos oito segundos de tempo na televisão e limitados recursos financeiros, o candidato Bolsonaro superou seu adversário, que dispunha do apoio maciço da grande mídia brasileira e expressivo suporte financeiro, divulgando suas propostas e programas de governo com o uso inteligente das redes sociais. Foi eleito com quase 70% dos votos válidos, na mais barata campanha presidencial do Brasil. Todos os esforços desenvolvidos pela grande mídia nacional, inclusive com a disseminação inescrupulosa de Fake News (notícias falsas), no intuito de desmoralizar e desacreditar o candidato vencedor, não foram capazes de neutralizar a eficácia do trabalho desenvolvido nas redes sociais. Com a Internet e as mencionadas redes estabeleceram-se novos padrões culturais e de sociabilidade, de produção e divulgação de informações, em que as notícias circulam entre os usuários, em tempo real e sem intermediários, onde quer que cada um esteja. Podemos destacar, nesse alvissareiro episódio, quatro aspectos fundamentais que, na nossa ótica, sinalizam o início de um novo tempo na divulgação das informações em particular, e nas campanhas políticas em geral, no território brasileiro: Inquestionável enfraquecimento das grandes mídias e do seu poder de manipulação das informações e da “opinião pública”. A situação falimentar do jornalismo autêntico, comprometido e deturpado, tendenciosamente, pelos órgãos da grande imprensa, a troco de benesses de grupos políticos que detêm o domínio do poder temporal. Sensível redução dos custos financeiros das campanhas políticas, sempre bancados pelo erário. Aumento do despertar dos “livres pensadores”. Inquestionavelmente, este último se destaca, segundo a nossa modesta compreensão, como o principal fator a indicar uma profunda transformação da sociedade brasileira que, no exercício e manifestação do pensamento independente deixa, cada vez mais, de ser simplesmente “massa de manobra”. Imperativo alertar, no entanto, que a liberdade criada pela Internet e as redes sociais abriu espaço enorme a um novo tipo de manipulação, muitas vezes sutil e de difícil identificação: a sofisticada elaboração e disseminação das tão alardeadas Fake News, capazes de construir, modificar ou destruir; de confundir, desorientar ou induzir os mais incautos. De qualquer forma, o livre pensar é libertador, conforme nos asseverou, há mais de dois milênios, o inolvidável Rabi Galileu: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32), o que revelou a sua preocupação em lutar, na sua jornada messiânica, contra esse grande mal que ainda assola a nossa sociedade: a ignorância. Avante Brasil!
Pedra fundamental à educação brasileira
No Campo de Marte, nessa terça-feira, com a presença de ministros civis e militares e outras autoridades paulistas, foi lançada nova pedra fundamental à educação brasileira. Ali serão edificadas as instalações do 14º Colégio Militar de São Paulo (CMSP), unidade educacional destinada aos dependentes de militares, policiais e bombeiros-militares e civis. O acesso à nova escola, dar-se-á pelo critério da meritocracia, na palavra de Jair Bolsonaro, Presidente do Brasil, conforme o video anexado nesta postagem. Entre as autoridades que prestigiaram aquela solenidade cívico militar, encontrava-se atriz Regina Duarte, Secretária Especial de Cultura do governo Bolsonaro. Na foto acima, Regina Duarte, a simpaticíssima atriz e legítima representante da cultura brasileira, aparece ladeada pelas autoridades do primeiro escalão do executivo e do parlamento brasileiros. A importância do marco educacional ora inaugurado sinaliza a certeza de ratificar compromisso, com a educação de crianças e adolescentes, assumido pelo governo Bolsonaro. Firmado na vitoriosa conquista alcançada pelas escolas de ensinos Fundamental e Médio, afiliadas ao consistente sistema militar de ensino. Esse, tem-se consolidado, entre as melhores escolas brasileiras. Os resultados dos exames avaliativos dos citados ensinos, conforme ressaltado pela Agência Brasil, mostram que, nas primeiras posições do ranking estudantil, encontram-se os alunos da unidades educacionais mantidas pela união, nos colégios militares, e, nas unidades federativas, nos colégios Tiradentes e/ou das polícias militares. Dias melhores chegarão para as pessoas, com a nova pedra fundamental à educação brasileira, especialmente, pais, crianças e adolescente que vivem na região onde funcionará, brevemente, a nova unidade educacional. Fonte das fotos de capa, 1 e 2

