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A quem interessa a derrapagem?

A derrapagem é o ato de derrapar, segundo dicionaristas portugueses e brasileiros. Significa que há um “escorregamento ou deslize”. Nesses, há riscos, inclusive de morte, dependo da situação. Mas, quando se diz que o presidente de uma Nação Democrática derrapa, a quem interessa a derrapagem? A indagação é consequente do Editorial, de um Grande Jornal, publicado nesta quinta-feira (19) de janeiro. Em meio a chuva e sol, aqui, ali e acolá, passaram-se 18 dias, desde o início do atual governo da República Federativa do Brasil. Antes mesmo do início da gestão oficial, notadamente na Economia, emergiam questões sobre essa área, uma das mais sensíveis de um governo. A maioria das questões, nesse cenário econômico emaranhado, fazem sentido. Primeiro pelo questionamento normal e pertinente à possibilidade de nova onda de corrupção e “seus sequazes”. Adiciona-se, àquele, noutra indagação, a confiança no conhecimento e competência dos gestores. E por aí vai… No entanto, não é propósito dessa postagem, uma formulação de ideias. Nada de indicar caminhos, propor hipóteses sobre a gestão governamental, ou coisa parecida. A pretensão é levar, ao leitor, o conteúdo do mencionado Editorial. Ei-lo, ipsis verbis: “O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou sua primeira entrevista após a posse para criticar o sistema de inteligência do governo, incapaz de deter a barbárie do 8 de janeiro, e pedir a punição dos responsáveis. É também o desejo da maioria da população brasileira. Infelizmente, Lula deixou transparecer na entrevista à GloboNews sua visão turva sobre temas cruciais para a economia. Não custa lembrar: o fracasso econômico de seu governo teria como efeito nefasto a realimentação da descrença na democracia e do golpismo. Questionado se acredita haver antagonismo entre as responsabilidades fiscal e social, Lula respondeu que sim, em razão da “ganância” dos mais ricos, resposta extraída do manual do populismo de esquerda. Os fatos: um governo que gasta mais do que arrecada aumenta a dívida pública; quanto maior ela fica, maior a percepção de risco e mais altos os juros pagos para atrair compradores de títulos da União; quanto mais se gasta com isso, menos dinheiro sobra para programas sociais. Em vez de aceitar a realidade, Lula insiste em insinuar que quem é a favor do controle de gastos é contra o combate à fome, à pobreza ou à desigualdade — visão sem cabimento. Repetiu que ninguém pode cobrar dele responsabilidade fiscal porque ele foi responsável quando esteve no poder. Obviamente, o mais importante não é o que fez, mas o que fará. E, até agora, o controle das contas públicas, hoje sujeitas a um déficit estrutural da ordem de 2% do PIB, continua restrito às promessas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Sem o compromisso de Lula, será difícil transformá-las em realidade, tantas as demandas por recursos do governo. Ainda que na cabeça de Lula a confusão possa fazer sentido político, o discurso ambíguo atrapalha o país, pois tem reflexo nos indicadores econômicos. Isso ficou claro noutra declaração infeliz na entrevista à jornalista Natuza Nery. Lula atacou a autonomia do Banco Central (BC) como desnecessária. Afirmou que, em seus primeiros governos, o então presidente do BC, Henrique Meirelles, tinha mais independência que o atual, Roberto Campos Neto. Não é verdade. Campos Neto não pode ser demitido por Lula, por isso tem mais liberdade. Lula chegou a dizer que, se a autonomia do BC fosse boa, a inflação não estaria tão alta — um disparate que não leva em conta a conjuntura doméstica, a mundial e as incertezas trazidas pela incúria fiscal. Para piorar, Lula também atacou a meta de inflação para este ano: 3,25%. O novo governo tem todo o direito de discutir as metas, mas na instância adequada e no momento certo. Ao fazer a crítica numa entrevista, Lula sabota o trabalho do BC, empenhado em ancorar a expectativas de inflação futura de consumidores, empresários e investidores. Em vez de ajudar a derrubar os juros e a elevar a perspectiva de crescimento (desejo de Lula e do Brasil), a declaração tem o efeito contrário. Os avanços na área social nos dois primeiros mandatos de Lula são incontestáveis. O atual papel do presidente na defesa da democracia tem sido e continuará sendo primordial. Na área econômica, infelizmente, o quadro é mais incerto. O mundo mudou desde que Lula passou a faixa a Dilma Rousseff. O PIB não voltará a crescer como antes, quando havia crédito abundante e o cenário externo era favorável. Cada demonstração de amadorismo de Lula na economia cobrará seu preço. Também na política. À lembrança, vêm os termos do Trânsito Brasileiro: pedaladas (lembrando o veículo pessoal, no tráfego) e a derrapagem ou aquaplanagem (a que estão sujeitos os demais veículos). Inda mais, nesses tempos chuvosos.

 A FÉ QUE MOVE MONTANHAS

Marcílio Fernandes Catarino*  Os momentos de desafiadoras turbulências e conflitos por que passa a humanidade, de modo especial a Nação Brasileira, nos remetem aos proféticos registros contidos no “Livro das Revelações” – o último selecionado no Cânon Bíblico – escrito pelo apóstolo João, quando exilado na ilha de Patmos/Mar Egeu, sob inspiração do Mestre dos Mestres Jesus.  Na visão de vários estudiosos espiritualistas, médiuns e canalizadores de diversificadas correntes, cujos textos e mensagens circulam nas redes sociais, além de inúmeros livros divulgados, nos trazem informações de que, na verdade, estamos vivendo momentos apocalípticos, de âmbito planetário, a que estão denominando de Transição Planetária (também entendida como Ascenção Planetária), que sinalizam o final de mais um ciclo deste nosso amado berço cósmico.  Uma verdadeira Guerra Espiritual, que se desencadeia nos campos extra físico e físico, em que todas as ações se conduzem mediante um Plano Divino e sob a tutela das Inteligências Siderais e regência do Inolvidável Rabi Nazareno.  Em meio a esse torvelinho de acontecimentos, surge o Brasil como o “olho do furacão”. Momentos sensíveis e desafiadores que estamos vivenciando, não se tratando, portanto, de uma guerra entre humanos, mas de um grande conflito espiritual de extensão galáctica entre o Bem e o Mal, a Luz e as Trevas, para a “separação do joio do trigo” e definição daqueles que irão herdar o Novo Planeta Terra que está por surgir.  Episódio profetizado há milênios, conforme podemos constatar em Efésios 6:12:  “…porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais”.  Infelizmente, muitos estão perdendo a fé, mergulhados no pessimismo que espalham ao seu redor, escudados em observações e análises periféricas, incapazes de perceberem as profundas transformações por que vem passando o nosso planeta. Assim enceguecidos, não conseguem refletir com a própria cabeça, deixando-se manipular pelo que grande parte da mídia divulga (nacional e internacional), cooptada e inteiramente comprometida com os interesses escusos dos servidores das Sombras.  Sem se aperceberem do terrível mal que estão causando à coletividade, buscam as redes sociais para a disseminação de mensagens de desalento, descrédito, não raro de revolta, disseminando o ódio e emitindo julgamentos superficiais acerca do que vem acontecendo na nossa Pátria Mãe Brasil. Manifestações que não contribuem com absolutamente nada, exceto para com a implantação do medo, da dúvida e da cizânia, e o que é pior, contaminando gravemente a FÉ e a ESPERANÇA no coração daqueles que, apesar de tudo, ainda as mantém vivas.  Mensagens em que se aponta o dedo em todas as direções à busca de culpados, sem o devido conhecimento de causa e senso de justiça, incapazes de se olharem no espelho.  Conforme exposto acima, tudo se desenrola segundo um Plano Divino e não de acordo com os nossos interesses, os nossos anseios e o nosso tempo, sob o comando absoluto do Divino Mestre Jesus. Nenhuma força humana poderá impedir o que vem por aí, que marcará a transição do nosso belo Planeta Terra para dimensões mais ditosas e felizes.  O momento é de manter e fortalecer a FÉ, acreditando na vitória do Plano Divino, o que certamente se dará, não com fuzis e canhões, mas com o avanço da Luz. Como ressaltou o espírito Joana de Ângelis, em mensagem contida no livro Convites da Vida, através da mediunidade de Divaldo Pereira Franco – Cap. 33:  “Sombras não se modificam com sombras. O pântano não renascerá drenado com a condenação da lama.”  Mister se faz acreditar no Plano Divino, conforme nos exortam as mensagens espiritualistas, na certeza de que o timoneiro desta nau chamada Planeta Terra é o Divino Instrutor. Pregar a FÉ nos momentos de bonanças é muito fácil; difícil é cultuá-la e mantê-la nas adversidades, nos momentos de dor e sofrimento, quando tudo parece perdido.  Essa é a FÉ que move montanhas.  Jan/2023.  Coronel Veterano/PMMG – Aspirante 1970 

As capivaras do governo do turno

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Perspectivas de basta na corrupção? Na sua coluna deste sábado (7), Carlos Alberto Sardemberg evidencia as capivaras do governo do turno. Mostra uma inovadora ideia de a Advocacia Geral da União caçar agentes de Fake News. Criou-se, então, para tal mister, a Procuradoria Nacional da Defesa da Democracia. Além de cheiro forte de censura e agressão à democracia, ao invés disso, a AGU deveria preocupar-se com os “processos do petrolão. Não, isso não acabou, embora o STF tenha anulado a Lava-Jato alegando vícios formais nos processos” enfatizou o jornalista. Há muito o que fazer, à AGU. Na continuidade da defesa da União, urge esforçar-se no refazimento do rombo de seus cofres público. Este é conhecido, ao redor do mundo, como uma das maiores corrupções conhecidas pela humanidade. Nesse caso, os governos, de 2001 a 2018, têm muito a explicar, no seu turno, ou fora dele. No entanto, uniram-se, numa sórdida coligação. Obtiveram patrocínio de magistrados apaniguados e inescrupulosos. Agora, posam-se de pessoas santas e estão na caça da “capivara do governo Bolsonaro”, escreveu Sardemberg. Até parece que não fazem isso desde o 1º de janeiro de 2019. Na continuidade, o jornalista elenca o rol de capivaras do governo do turno. As capivaras do governo do turno Carlos Alberto lista as capivaras do governo do turno, após a 1ª semana de atividades. Há “o caso da ministra do Turismo e suas ligações com milicianos (…) o ministro da Integração, (…) condenado pelo STJ, ainda em 2019, a seis anos e nove meses, em regime aberto, pelo (…) desvio de dinheiro de consignados. (…) entrou com habeas corpus no STF (…). Indagou-se, então, por que “nomear pessoas que têm condenação por mau uso de recursos públicos?” Como é, também, o caso do “ministro do Trabalho” que “tem uma condenação recente por nepotismo no Tribunal de Justiça de São Paulo.” Ainda, asseverou o jornalista Sardemberg, “há outras capivaras a levantar. E seria interessante saber se o governo Lula pretende manter os esforços para recuperar dinheiro da corrupção.” E conclui: “Se bem que se a gente começar a procurar mais capivaras…” A caça das capivaras começou há tempos. A existência delas, e sua ações perigosas, foi alertada, há cinco anos, conforme publicação deste PontoPM, em 2017. Será que vai continuar? Isso provocará uma dança de ministros e nomeação de outros. Serão os protagonistas da  cantiga popular “Trampando juntos Unidos e misturados”! Fontes: O Globo.

Só a união de todos derrotará a pior crise de nossa história

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Se as Forças Armadas não intervierem com rapidez, o país irá mergulhar num clima de violência comparável ao observado na Venezuela. Até quando os generais irão ignorar os apelos da maioria do povo brasileiro? Que democracia é essa? O embaixador argentino no Brasil, Daniel Scioli, encontrou-se com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para discutirem a respeito de “uma moeda comum para o Mercosul”. A Argentina está com uma inflação de 100% ao ano, sua produção industrial está caindo de forma assustadora e quem ainda dispõe do mínimo de condições está abandonando o país. O Brasil já abriga milhares de argentinos exilados. O foco dos comunistas sul-americanos é a criação da URSAL – União das Repúblicas Socialistas da América Latina. A moeda comum que se deseja englobaria, inicialmente, Argentina, Venezuela, Paraguai, Uruguai, Equador, Peru e Colômbia. Sem contar a Venezuela, que hoje vive praticamente do tráfico internacional de drogas, os demais países, dominados por esquerdistas, atravessam crises insanáveis com suas populações morrendo à míngua. Eles quase nada produzem. O Brasil vai pagar a conta? Todos sabemos que as últimas eleições foram roubadas. Basta fazer levantamento de idas e vindas de ministros do STF, ao Congresso Nacional, chantageando e impedindo a indicação de parlamentares favoráveis ao voto impresso. O ministro conhecido como “Boca de Veludo” chegou a dizer, diante de câmeras, que “eleição não se ganha, eleição se toma”. O STF, hoje a instituição mais desmoralizada da República, foi buscar notório ladrão, condenado em três instâncias, colocando-o à força na Presidência. Comenta-se que há, inclusive, início de rebelião nas Forças Armadas, onde coronéis e subalternos estariam tomando iniciativa, associando-se à população para depor a quadrilha que vai se enraizando no poder. É caso a confirmar, diante de incontáveis narrativas. O fato é que não existe, ainda, tomada de posição das Forças Armadas (isso é visível), que têm ficado em cima do muro. Os generais melancias existem, mas ainda não em número suficiente que permita virar o jogo. Que fazer? Se o povo brasileiro não esmorecer, se continuar a manifestar seu repúdio, é possível que, em determinado momento, os militares finalmente despertem para o risco que eles próprios estão correndo. O Nove Dedos quer acabar com as FFAA e criar uma Força Nacional como existe na Venezuela. Seria o fim da democracia brasileira. As FFAA são o povo armado e deve obedecer à população do país, atuar como poder moderador, impedir o desmonte que se pretende implantar. Nas eleições passadas, Bolsonaro teve mais de 65% dos votos, o TSE negou-se a entregar o código fonte, toda a eleição foi roubada e, agora, tornou-se indispensável a realização de novo pleito. Todas as normas foram violadas, toda a legislação foi posta no lixo, ganhou-se a Presidência na intimidação e no grito. O que a quadrilha do ladrão de nove dedos está fazendo é simplesmente impensável! Se os bandidos que dominaram a cúpula do Judiciário continuarem a agir livremente, a desordem irá ser instaurada. Estamos vendo isso em países como Venezuela e Argentina. Os seus governos querem, agora, que os brasileiros paguem a conta. Instituir moeda única irá destruir a economia brasileira, a poupança familiar, os recursos que ainda existem nos bancos, acabando com a prosperidade. As medidas que o Lulaladrão tem tomado apontam para a total destruição. É preciso que a população vá às ruas e se manifeste. É necessário, se possível, paralisar todo o Brasil numa greve geral, antes que as forças sejam exauridas. Vejam bem: as FFAA são a única instituição que irá determinar quem vencerá: se o comunismo ou se a família, os valores éticos e morais, além da ordeira organização social. Não se deve atacar as Forças Armadas. Elas são o último bastião da pátria. Está bem claro que elas estão hesitantes, talvez divididas. A união do povo é que irá oferecer o caminho e a saída. Vamos nos unir e lutar para a derrubada dos criminosos que se enraizaram no poder, desde o Judiciário. Tenhamos fé que a vitória será nossa!

Sonhar com o Jogo de Xadrez

Na última noite sonhei que aprendia o Jogo de Xadrez. Encontrava-me assentado, numa sala iluminada, a pouca luz, maior que 70 m2 e menor que 100 m2. Vi uma pessoa assentada, no lado oposto ao meu. Usava uma roupa azul real. Era uma roupa de passeio…. Não via o seu rosto, apenas ouvia sua voz. Disse-me, então: – Você sabe jogar xadrez?! Ah! Claro que sim, mas vou avivar sua memória… Tentei visualizar o rosto daquela voz, debalde. Pela tonalidade da voz, tranquila e bem articulada, parecia ser de homem, ou, quem sabe, de alguma locutora ou cantora de voz um pouco mais grave. Em seguida, falou-me, sobre qual é: A Ambiência do Jogo de Xadrez? No Jogo de Xadrez, o embate enxadrístico, ocorre num espaço, delimitado por quatro linhas, semelhante ao que você vê. A iluminação vinda de baixo, mostrou-me um enxadrezado de cores (claras e escuras) intercaladas. É denominado tabuleiro e contém 64 quadrados de medidas semelhantes. São 32 quadrados, na cor clara, e, outros 32, na cor escura. Na ambiência enxadrística, assim como estamos, dois enxadristas se confrontam, por vez, em meio a um regramento claro e específico. Cada um com 16 peças (nas cores clara e escura). São denominadas de peões (8), torres (2), cavalos (2), bispos (2), mais uma rainha e um rei. Nas quatro linhas do tabuleiro, há os deslocamentos distintos e limitados das respectivas peças. Os peões são movidos para frente, rumo aos espaços ocupados pelos oponentes. Ocupam, respectivamente, um quadrado por vez. Exceto no movimento inicial da partida, ou para capturar uma peça oponente. No movimento das demais peças, há mais flexibilidade e liberdade. Seja para capturar uma peça oponente, ou para ocupar os quadrados desocupados. Rumam-se, sempre, ou não, na direção do reinado oponente, dependendo da ocasião. As torres são movimentadas de forma similar, à frente ou aos lados. Os cavalos são movimentados, nas diversas direções, em forma de “L invertido”. O movimento inicia no quadrado ocupado pela peça. Depois, contam-se mais dois quadrados, à frente, e termina naquele desocupado, à direita ou à esquerda. Os cavalos são as únicas peças que podem “saltar” os quadrados ocupados por outras. De igual modo, nas quatros linhas do tabuleiro, há a movimentação dos bispos. Ocorrem à frente ou para atrás, sempre na diagonal, e capturam outra peça que estiver na direção do movimento indicado. A rainha tem mais liberdade e grande capacidade de capturar outras peças. Seus movimentos sãos ilimitados, em qualquer direção, nos limites do tabuleiro. No entanto, os movimentos do rei, nas quatros linhas de Jogo de Xadrez, têm limites. Tal qual o peão, desloca-se de quadrado a quadrado por vez.  A vantagem do rei sobre o peão é a de deslocar-se a qualquer direção. Esse, não capturado, após alcançar a última linha do tabuleiro, será trocado por outra peça capturada, inclusive a rainha, retornando-a à defesa de seu reino. Após tal descrição, disse-me a pessoa, com a tonalidade bastante animada: – Então, vamos lá?! Antes de minha resposta, perguntou-me:  Você sabe o que é Ambiência de Governança de um País? Explicou-me que, num país livre e democrático, há governança saudável. Isso ocorre quando há regramento, claro e específico, inserido na Norma Maior. Se é cumprida, conforme estrita descrição, considera, com igualdade, todas as pessoas, suas respectivas relações, pessoais e sociais, concede todos os direitos que lhes são devidos e exigem de todos o cumprimento dos deveres estabelecidos. Ato contínuo, ouvi uma música, orquestrada, no ritmo de bossa nova fossa! Vi, também, ordenada movimentação de pessoas. Cada uma delas ocupou um dos 32 quadrados, pintados no chão daquela sala. Dezesseis vestiam roupas na cor de “limão-siciliano”. Era “limão-galego” verde, a cor da roupa das outras dezesseis pessoas. De repente, ligeira “queda de energia”! Com a nova iluminação, percebi que a sala ficou arredondada! O novo tabuleiro era circular. Pisquei várias vezes… Confirmadíssimo! – Sim, o Tabuleiro é Circular, vamos jogar? Disse meu oponente naquele Jogo de Xadrez. E agora, pensei com os meus botões!? Vi, ainda, que cada uma das pessoas tinha, em suas mãos, um Livro de capa azul oceano. Tentei ler o título, debalde! Enxerguei apenas o dístico “Nov”! Então, ouvi os esclarecimentos novos! As pessoas serão nossas peças do jogo.  Os peões são o Povo. Os cavalos, bispos e torres constituem os Poderes da República. O rei e rainha são a Governança entre eles. Os poderes asseguram as Leis, as Forças de proteção e a Justiça. Se há Lei e Ordem, então, a Interlocução reinou, entre todos. Se, aquelas são observadas, então, os Poderes se respeitam, cada um faz e sabe o que deve ser feito. Se assim é, a Governança é saudável! Há ética, moral, espírito público legítimos e singulares. Ouvi, mais uma vez, a voz dizer: – Vamos começar o Jogo? Olhei, outra vez, aquelas Pessoas e aos Livros, em suas mãos. Pensei e pensei e pensei. Então respondi: –  Melhor não! Vou acordar… O sonho acabou … não acabou(?)! Em 2023, vou jogar mais Xadrez Circular! Feliz 2023! Crédito das imagens e dicas: SILVA, Marcos Henrique de Paula Dias da. O curioso xadrez circular. In: UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. Zero – Blog de Ciência da Unicamp. Volume 5. Ed. 1. 1º semestre de 2021. Campinas, 09 maio 2021. Disponível https://www.blogs.unicamp.br/zero/2915/. Acesso em: <data-de-hoje>.

Nem bonitinho, mas muito ordinário!

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Se o canalha ladrão de nove dedos, Lularápio, assumisse a Presidência da República, o Brasil estaria a salvo de todos os seus males. Tudo isso porque o ex-ministro do TCU, José Múcio Monteiro Filho, o nem bonitinho, mas muito ordinário, seria indicado para o Ministério da Defesa. Vejam que desmoralização suprema: um vagabundo que não serviu ao Exército, que nunca trabalhou na vida, que jamais enfiou sequer um prego numa barra de sabão, iria cuidar da defesa do país e dar ordem de comando às Forças Armadas. José Múcio descende de família que escraviza o estado de Pernambuco há imemoráveis idos. Houve período em que os membros de sua família tinham interesses fortes e escusos, praticamente majoritário, no comércio, na indústria e na maioria das usinas produtoras de açúcar do estado. Eles comiam e comem os ganhos financeiros de todos os que trabalham e os sustentam. Eram proprietários do Banco Mercantil de Pernambuco, cuja direção ficava sob as ordens de um tio de José Múcio, Armando Monteiro Filho. Este último foi ministro do governo João Goulart, de 08.09.1961 a 26.06.1962. Todos à sombra dos cofres públicos. Se puxar um fio solto com a história da família, veremos que a biografia dessa canalha se confunde com os recursos orçamentários do estado que os sustenta. O próprio Armando Monteiro Filho foi deputado federal, tentou ser governador de Pernambuco e senador, mas só ficou mesmo comendo pelas beiradas e pelo centro, com a ajuda firme de figurões acumpliciados. José Múcio foi prefeito do município de Rio Formoso, candidato ao governo estadual, mas perdeu para o comunista-vigarista-ladrão, Miguel Arraes, até que Lularápio se engraçou da figura e o colocou num Ministério político e, mais tarde, no TCU. Armando Monteiro Filho, para quem não sabe, que era casado com uma filha de Agamemnon Magalhães, teve o Mercantil sob intervenção do Banco Central até quitar integralmente seus débitos e vendê-lo ao Bradesco. Eles se metem a gerenciar e cuidar de tudo que não conhecem, pois sempre viveram num país onde a população é sua serva. Não devem satisfação a quem quer que seja. Prejuízo, eles jamais contabilizam, pois o dinheiro vem dos impostos. Uma coisa que esse povo não tem é vergonha no focinho. Imaginem o Brasil invadido, digamos, pela costa de Fernando de Noronha, e os militares chegando no Ministério para solicitar plano de defesa elaborado por José Múcio Monteiro Filho. É pra morrer de rir! Não se deve esquecer que Zé Dirceu, o revolucionário de bosta, fez tratativas para livrar o Banco Mercantil de Pernambuco das dívidas, o que expôs envolvimento da instituição financeira no imbróglio do mensalão. Para fazer com que o país consiga respirar por longos anos, livres desses parasitas que não trabalham e sugam as riquezas e os suores do povo trabalhador, só os submetendo a julgamentos sumários e os fuzilando legalmente. Quanta bandidagem! O que acontece no Brasil faz parte de um esquema mundial. O que fazem aqui com Bolsonaro é o mesmo que fazem com Donald Trump nos EUA, em assaltos praticados por Bill Clinton, Obama, Hillary Clinton e o atual presidente demente e pedófilo, Joe Biden. Vejam, agora, o escândalo das armações do Twitter, que estourou nos EUA, revelados pelo seu novo proprietário, Elon Musk. Quando vocês virem notícias elogiosas na chamada grande imprensa, tudo vem fabricado e elaborado de forma que consiga iludir à população. Esses “líderes” são bandidos, apenas criminosos, posando de moderados e tentando ser convincentes, mas grande parcela do povo sabe que eles não merecem nenhum crédito e não passam de vagabundos desmoralizados. José Múcio nada mais é do que um crápula que tenta dar ar de veracidade à roubalheira praticada pelo TSE nas urnas. Ou ficar a pátria livre ou morrer pelo Brasil. Confira esse vídeo inspirador no meu canal. Inscreva-se lá. Está chegando a hora! Repassem para que todos tomem conhecimento dos absurdos que os pilantras nos tentam impor.

Seres desprezíveis enrustidos

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Os que fazem parte de nossas instituições estão, em sua maioria, podres! Veja-se o nível de um canalha como o ministro Alexandre de Moraes (STF), o qual, muitos dizem, é na realidade psicopata ou débil mental. Foi ele o principal artífice da fraude eleitoral presidencial e que não cansava de dizer aos comparsas do desmoralizado STF que alguns iriam protestar depois de anunciado o resultado, mas “que, logo, logo, a gente arruma tudo e nosso domínio será total”. Deu com os burros n’água. Vocês já imaginaram quando esse vagabundo estiver sem toga? Como irá circular nas ruas, depois de ter feito tantos inimigos e prejudicado a vida de tantos? Sem contar o bravo jornalista Oswaldo Eustáquio, que foi para a prisão e de lá saiu paraplégico. Moraes mandou prender professores que participaram de protesto, o porta-voz de caminhoneiros, Zé Trovão (eleito deputado federal), o deputado federal Daniel Silveira e exilou o jornalista Allan dos Santos. A lista é inacreditável e extensa. O STF é, hoje, reduto de criminosos do mais alto risco. Todos irmanados na tarefa de transformar o país numa ditadura comunista, onde os que trabalhassem nada possuiriam. Os ministros são apoiados por imprensa tão desmoralizada quanto os próprios, criando falsas narrativas todos os dias, a fim de que sirvam como base a atos plenos de ilegalidade. Vejam Luís Roberto Barroso, cognominado “Lulu Boca de Veludo”, porque vivia praticando felação em tudo que era universitário de seu tempo. Barroso perdeu as estribeiras em Nova York, no evento preparado por seu comparsa de felação, Agripino Doria, e empregou termo próprio do bandido, marginal e covarde que é: “-Perdeu, Mané”. Este picareta, em agosto de 2021, foi acusado pelo presidente Bolsonaro de ter ido à Câmara dos Deputados impedir que a PEC do voto impresso fosse aprovada. Dizem que ameaçou colocar em pauta, no STF, processos criminais contra deputados. Ele também declarou que “eleição não se ganha, se toma”. Em fevereiro deste ano, Barroso foi ao Texas, nos EUA, participar de evento cujo título era bem sugestivo: “Livrando-se de um presidente”. Como um ser desprezível como tal integra os quadros da mais alta corte do país? Tudo foi articulado à frente de todos. Não viu quem não quis. Todos os dias eles emitiam sinais e diziam abertamente o que estavam fazendo: preparando a fraude eleitoral que aí está. Os infames têm de ir presos. A população tem de permanecer na frente dos quartéis e pedir a prisão desses bandidos. O STF terá de mandar a maioria de seus membros para o xilindró, especialmente a tia velha, Edson Fachin, conhecida como “Carmem Miranda”. Foi este verme salafrário quem tirou o nove dedos da prisão e o colocou no páreo eleitoral presidencial, enquanto a fraude era montada. Canalhas, canalhas, mil vezes canalhas. Um outro, Gilmar Mendes, conhecido por ter a família envolvida na posse de cemitério clandestino em Diamantino, Mato Grosso, já praticou crimes inomináveis em aliança com meliantes de seu naipe. Bom mesmo que estamos tendo esse longo tempo, porque a quadrilha está apodrecendo totalmente à nossa vista. Se as providências tivessem sido tomadas no ano passado, as pessoas jamais saberiam o nível de periculosidade desses bandoleiros. Espalhem este artigo até que alcancemos a maioria dos brasileiros.

HONRA E GLÓRIA À ORDEM CULTURAL MILITAR MARANHENSE.

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O Major PM Carlos Alberto da Silva Santos Braga tomou posse na Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares (AMCLAM). Naquele sodalício, realizado o 1º Congresso Nacional das Academias de Letras Militares do Brasil (CONAMBRAS), Carlos Braga encerrou seu discurso Com o brado de “Honra e Glória À Ordem Cultural Militar Maranhense”. O Oficial Veterano da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), colaborador do PontoPM, foi empossado na Cadeira 41. Substituiu o Coronel da Polícia Militar do Maranhão (PMMA) Geovane Bezerra da Silva, falecido em 2018. Ambos os militares concluíram o Curso de Formação de Oficiais na Academia Militar do Prado Mineiro. Geovane e Carlos Braga foram, respectivamente, Aspirantes das Turmas de 1970 e de 1987. Aos atos cerimoniosos, realizados no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça do Maranhão, em São Luiz, compareceram ilustres autoridades, nesta sexta-feira (18). Na ocasião, registraram-se as presenças honrosas do Comandante-Geral da PMMG — Coronel PM Rodrigo Rodrigues de Souza —, Comandante-geral da PMMA — Coronel PM Emerson Bezerra da Silva —, que é filho do Coronel Geovane, além da Liderança e convidados das Academias Brasileiras. Conforme informações da AMCLAM, o CONAMBRAS será realizado em dois dias. O encerramento está previsto para o sábado (19). Consta, ainda, que evento teria sido programado para 29 de maio de 2020, das 8h às 18h. Foi adiado sine die em “razão da Pandemia ‘COVID-19′”. Atualmente, há, no Brasil, oito Academias de Letras Militares, assim constituídas: Academia de Letras João Guimarães Rosa, da Polícia Militar de Minas Gerais, fundada em 21/08/1995, portanto é o sodalício mais longevo;Academia Brigadiana de Letras, no Rio Grande do Sul, fundada em 21/04/2006;Academia de Letras dos Militares Estaduais de Santa Catarina, fundada em 01/10/2021;Academia Maranhense de Ciências, Letras e Artes Militares, fundada em 31/05/2019;Academia de Letras dos Militares Estaduais do Paraná, fundada em 28/08/2018;Academia de Letras dos Militares Estaduais do Brasil de do Distrito Federal (nacional), fundada em 10/08/2018;Academia de Letras dos Militares Estaduais da Paraíba, fundada em 19/04/2021 eAcademia Potiguar de História e Cultura Militar, fundada em 07/07/2021. Noticia-se a possível constituição de outras duas, nos estados federativos do Mato Grosso e Tocantins. Na funcionalidade das Academias Militares de Letras criadas, uma das vantagens que chama atenção é a constituição de sua Confraria. O corpo acadêmico não é constituído somente por militares das Instituições Militares Estaduais. Muitas Cadeiras são ocupadas por civis: escritores, poetas, juristas e professores universitários, dentre outros. Leia o Discurso de Posse de Carlos Braga, clicando aqui. Com as informações da ALMEBRAS: 1 e 2 e do Jornal Pequeno.

A Imprensa Brasileira da República

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Neste 15 de Novembro de 2022, quando se comemora o 133º aniversário da Proclamação da República, não há muitas publicações. Este fato, passado, não é notícia, na imprensa brasileira da República. No entanto, dois chamam atenção dos atentos leitores: viagem do candidato a Presidente do Brasil e reunião dos ministros da alta corte brasileira em New York. Em consequência disso, nesses tempos permeados de questionamentos, há de se indagar: o que é Ética? O que é Moral? No dia da Proclamação da República, qual é o cenário ético e moral vigentes? Fatos publicados na imprensa brasileira da República. Um vespertino brasileiro noticiou a viagem do candidato a Presidente do Brasil. Embarcado num avião de amigo de 12 anos, rumaram-se à 27ª sessão da Conferência do Clima da Organização das Nações Unidas. Naquele veículo da imprensa brasileira, deveria ter sido questionada a situação Moral, do fato em si, e não a Ética. Assim, das lições preciosas de nosso Jornalista responsável – João Bosco de Castro – e respeitado Oficial Veterano da Polícia Militar Mineira, retiramos: Moral é natural, embutida na Essência Humana, é Condição: comum a todas os Povos, Tribos e Classes. Ética é cultural, embutida na Existência Humana, é Situação: divergente entre Povos, Tribos e Classes, embora exista a Ética Dominante ou Prevalente. Por isso, a Moral é única, mas a Ética, não. Existem a Ética do Bem e a Ética do Mal. A Ética é a socialização sistematizada da Moral… Há muito que se aprender, inclusive nos momentos de Fla-Flu, Coelho-Galo, Gre-Nal e outros de alegres e descontraídos! A despeito disto, foi publicada, num jornal da imprensa brasileira, a discordância de dois especialistas. Um a favor e outro contra! Tem base!? O segundo fato foi a reunião dos ministros da alta corte brasileira em New York. Uma pergunta que não quer calar: os magistrados brasileiros participam de reunião, naquela metrópole, com que propósito? No site do Supremo Tribunal Federal, encontra-se o seguinte: Algumas lições, aos profissionais da Imprensa Brasileira da República É importante ressaltar, que há lições de Rui Barbosa, aos brasileiros, sobre a Imprensa; Imprensa e Presidencialismo; A moral dos povos livres e o Código Penal. Ei-las: “A imprensa  A imprensa é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alveja, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que a ameaça.  Sem vista mal se vive. Vida sem vista é vida no escuro, vida na soledade, vida no medo, morte em vida: o receio de tudo; dependência de todos; rumo à mercê do acaso; a cada passo acidentes, perigos, despenhadeiros. Tal a condição do país, onde a publicidade se avariou, e, em vez de ser os olhos, por onde se lhe exerce a visão, ou o cristal, que lhe clareia, é a obscuridade, onde se perde, a ruim lente, que lhe turva, ou a droga maligna, que lhe perverte, obstando-lhe a notícia da realidade, ou não lhe deixando senão adulterada, invertida, enganosa.  Já lhe não era pouco ser o órgão visual da nação. Mas a imprensa, entre os povos livres, não é só o instrumento da vista, não é unicamente o aparelho do ver, a serventia de um só sentido. Participa, nesses organismos coletivos, de quase todas as funções vitais. É, sobretudo, mediante a publicidade que os povos respiram.  Todos sabem que cada um de nós tem na ação respiratória, uma das mais complexas do corpo, e uma das em que se envolvem maior número de elementos orgânicos. A respiração pulmonar combina-se com os tecidos, para constituir o sistema de ventilação, cuja essência consiste na troca incessante dos princípios necessários à vida entre o ar atmosférico e o sangue, da circulação do qual vivemos. Nos pulmões está o grande campo dessas permutas. Mas os músculos também respiram, e o centro respiratório se encontra, bem longe do aparelho pulmonar, nesse bulbo misterioso, que lhe preside à respiração, e lhe rege os movimentos.  Da mesma sorte, senhores, nos corpos morais, nas sociedades humanas, essa respiração, propriedade e necessidade absoluta de toda célula viva, representa, com a mesma principalidade, o papel de nutrição, de aviventação, de regeneração, que lhe é comum em todo o mundo orgânico, animado ou vegetativo. (…)” “Imprensa e presidencialismo  A expressão dominante desses costumes é a imprensa, que, nos governos dessa fórmula constitucional, substitui, como órgão da opinião pública, o mecanismo da responsabilidade ministerial nos países parlamentares. Era mister, pois, inutilizar a imprensa, tirando-lhe a virilidade, emasculando-a n’alma, jarretá-la de pés e mãos, para não atacar, nem resistir, avezá-la a pôr loja de algibebe e casa de encobrideira, onde os governos sobrevestissem os rebuços de suas mascaradas, e encantoar, com as presas dos seus crimes, a verdade dos seus atos (…)”. “A moral dos povos livres  Nenhum país salva a sua reputação com os abafos, capuzes e mantilhas da corrupção encapotada. Durante a campanha da Criméia, em 1854, o Times,  o jornal dos jornais europeus, não hesitou em romper na mais tremenda hostilidade contra a administração militar da Grã-Bretanha, sustentando que o seu serviço era ‘infame, infamous’, que os soldados enfermos não achavam nem camas, onde jazessem, que o exército, gasto, desmoralizado e miserando, não tinha, em Balaclava, nem onze mil homens, capazes de entrar em combate.  Russell, o famoso correspondente desse jornal britânico no teatro da guerra, perguntava, em carta, a Delane, o célebre diretor do grande órgão: ‘Que hei de fazer? dizer estas coisas, ou calar?’ Mas o interrogado não hesitou na resposta. As instruções, em que lhe deu, recomendaram-lhe, com energia, ‘falar verdade, sem indulgência, nem receio’. O Times, declaravam elas, o Times não admitia ‘véus'(…)” “O código penal  Mas as despesas referidas com tão rematada simpleza e segurança de ânimo num documento de tão alta solenidade estão positivamente capituladas como criminosas na legislação brasileira, onde o Código Penal, no art.

O valor do Relatório Técnico

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No site do Ministério de Estado da Defesa, desde 9/11/22, encontra-se o Ofício Nº 29126/GM-MD, assinado pelo Excelentíssimo Senhor Ministro Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira. Referido documento foi encaminhado à Sua Excelência o Senhor Ministro – Alexandre de Moraes – Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Acostado ao citado ofício, há farta documentação, constituída pelo Relatório Técnico. Este, intitulado Fiscalização do Sistema Eletrônico de Votação Pelas Forças Armadas, contém 24 páginas, além dos dez anexos. Relatório Técnico Chamam atenção, no Ofício Nº 29126/GM-MD, os seguintes itens: “(…) 4. Assinalo que o trabalho restringiu-se à fiscalização do sistema eletrônico de votação, não compreendendo outras atividades, como, por exemplo, a manifestação acerca de eventuais indícios de crimes eleitorais. (grifo nosso) 5. Do trabalho realizado, destaco dois pontos. Primeiro, foi observado que a ocorrência de acesso à rede, durante a compilação do código-fonte e consequente geração dos programas (códigos binários), pode configurar relevante risco à segurança do processo. Segundo, dos testes de funcionalidade, realizados por meio do Teste de Integridade e do Projeto-Piloto com Biometria, não é possível afirmar que o sistema eletrônico de votação está isento da influência de um eventual código malicioso que possa alterar o seu funcionamento.” Antes do fechamento do citado documento oficial, foi igualmente destacado: “(…) 6  Em consequência, solicito à Corte Eleitoral atender ao sugerido pelos técnicos militares no sentido de: – realizar uma investigação técnica para melhor conhecimento do ocorrido na compilação do código-fonte e de seus possíveis efeitos; e – promover a análise minuciosa dos códigos binários que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas. 7. Para isso, apresento, como sugestão, a criação de uma comissão específica, integrada por técnicos renomados da sociedade e por técnicos representantes das entidades fiscalizadoras. 8. Em face da importância do processo eleitoral para a harmonia política e social do Brasil, solicito, ainda, a essa Corte Superior considerar a urgência na apreciação da presente proposição.” Site do TSE Na mesma data, foi divulgada pela Internet do TSE, a seguinte publicação: Salvo melhor juízo, há questões em aberto. A cordial grandeza e ilibado espírito público são atitudes democráticas esperadas da Alta Corte ora peticionada! Que Deus abençoe o Povo Brasileiro! EM TEMPO! Foi publicado no Site do STE. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu com satisfação o relatório final do Ministério da Defesa, que, assim como todas as demais entidades fiscalizadoras, não apontou a existência de nenhuma fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022. As sugestões encaminhadas para aperfeiçoamento do sistema serão oportunamente analisadas. O TSE reafirma que as urnas eletrônicas são motivo de orgulho nacional, e que as Eleições de 2022 comprovam a eficácia, a lisura e a total transparência da apuração e da totalização dos votos. Alexandre de MoraesPresidente do Tribunal Superior Eleitoral x EM TEMPO! Encontra-se no Site do Ministério da Defesa o seguinte esclarecimento: “Brasília (DF), 10/11/2022 – Com a finalidade de evitar distorções do conteúdo do relatório enviado, ontem (9.11), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Ministério da Defesa esclarece que o acurado trabalho da equipe de técnicos militares na fiscalização do sistema eletrônico de votação, embora não tenha apontado, também não excluiu a possibilidade da existência de fraude ou inconsistência nas urnas eletrônicas e no processo eleitoral de 2022. Ademais, o relatório indicou importantes aspectos que demandam esclarecimentos. Entre eles: – houve possível risco à segurança na geração dos programas das urnas eletrônicas devido à ocorrência de acesso dos computadores à rede do TSE durante a compilação do código-fonte; – os testes de funcionalidade das urnas (Teste de Integridade e Projeto-Piloto com Biometria), da forma como foram realizados, não foram suficientes para afastar a possibilidade da influência de um eventual código malicioso capaz de alterar o funcionamento do sistema de votação; e – houve restrições ao acesso adequado dos técnicos ao código-fonte e às bibliotecas de software desenvolvidas por terceiros, inviabilizando o completo entendimento da execução do código, que abrange mais de 17 milhões de linhas de programação. Em consequência dessas constatações e de outros óbices elencados no relatório, não é possível assegurar que os programas que foram executados nas urnas eletrônicas estão livres de inserções maliciosas que alterem o seu funcionamento. Por isso, o Ministério da Defesa solicitou ao TSE, com urgência, a realização de uma investigação técnica sobre o ocorrido na compilação do código-fonte e de uma análise minuciosa dos códigos que efetivamente foram executados nas urnas eletrônicas, criando-se, para esses fins, uma comissão específica de técnicos renomados da sociedade e de técnicos representantes das entidades fiscalizadoras. Por fim, o Ministério da Defesa reafirma o compromisso permanente da Pasta e das Forças Armadas com o Povo brasileiro, a democracia, a liberdade, a defesa da Pátria e a garantia dos Poderes Constitucionais, da lei e da ordem. Ministério da Defesa“ EM TEMPO! Neste 11 de novembro de 2022, foi publicada, nas rede sociais da Força Aérea Brasileira, Marinha Brasileira e Exército Brasileiro, a seguinte Nota: “NOTA À IMPRENSAÀs Instituições e ao Povo Brasileiro Acerca das manifestações populares que vêm ocorrendo em inúmeros locais do País, a Marinha do Brasil, o Exército Brasileiro e a Força Aérea Brasileira reafirmam seu compromisso irrestrito e inabalável com o Povo Brasileiro, com a democracia e com a harmonia política e social do Brasil, ratificado pelos valores e pelas tradições das Forças Armadas, sempre presentes e moderadoras nos mais importantes momentos de nossa história. A Constituição Federal estabelece os deveres e os direitos a serem observados por todos os brasileiros e que devem ser assegurados pelas Instituições, especialmente no que tange à livre manifestação do pensamento; à liberdade de reunião, pacificamente; e à liberdade de locomoção no território nacional.Nesse aspecto, ao regulamentar disposições do texto constitucional, por meio da Lei nº 14.197, de 1º de setembro de 2021, o Parlamento Brasileiro foi bastante claro ao estabelecer que: “Não constitui crime […] a manifestação crítica aos poderes constitucionais nem a atividade jornalística ou a reivindicação de direitos e garantias constitucionais, por meio de passeatas, de reuniões, de greves, de aglomerações ou de qualquer outra forma de manifestação política com propósitos

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