pontopm
Generic selectors
Somente correspondências exatas
Pesquisar no título
Pesquisar no conteúdo
Post Type Selectors
"><font dir="auto" style="vertical-align: inherit
"><font dir="auto" style="vertical-align: inherit

O REPÓRTER ÉTICO

Emoção à flor da pele ao relembrar um jornalismo ético, confiável e isento. Durante 28 anos Heron Domingues narrou os fatos diários do Brasil e do Mundo. Essa despedida me inspirou a iniciar minha carreira. Ele morreu em 10 de Agosto de 1974 e eu estreei em 1 de setembro de 1974 na Rádio Cultura de Ouro Preto, passando ainda como locutor péla Inconfidência de BH e TV Itacolomi. Como âncora e jornalista estive na Rede Globo, Rede Manchete, Rede Record e encerrei na TV em 2018 com o Super News na Rede Super. Hoje, aposentado, ainda luto por um jornalismo verdadeiro e independente nas minhas publicações em redes sociais. Obrigado, meu Deus! Recebi muito mais do que mereço.

HONRAS OFICIAIS AO CAMARADA IRMÃO-DE-FARDA

O 8 de Janeiro de 2024, foi marcado, nas Minas Gerais, com honrarias ao Valente Camarada Irmão-de-Farda — Sargento Roger Dias da Cunha — devidas aos seus heróis. Após ter sido tombado cruelmente no serviço, o Governo de Minas Gerais honrou-o, com a publicação do DECRETO NE, no Diário Oficial de Minas Gerais. Seguiram-se o cortejo oficial, devido aos heróis brasileiros, rumo ao espaço do velório e sepultamento. Leia o Ato Oficial: Segundo o Vespertino Oficial Mineiro, o Ato, é “‘sinal de pesar’ e acontece, segundo o governo, em solidariedade aos familiares e em respeito às Forças de Segurança de Minas Gerais”. O tombamento covarde do militar de polícia foi consequência de ação criminosa de um foragido da Justiça mineira. Aconteceu “durante uma perseguição no bairro Novo Arão Reis, região Norte de Belo Horizonte, na noite da última sexta-feira (5)”. Cortejo fúnebre e velório Transeuntes belo-horizontinos assistiram ao deslocamento do cortejo fúnebre de — Sargento Roger Dias da Cunha — mais um Camarada Irmão-de-Farda assassinado no cumprimento do dever. Aqueles que compareceram ao Cemitério Bosque da Esperança assistiram às manifestações dos servidores públicos da segurança pública de Minas Gerais. Leram, nas faixas estampadas, as frases de protesto , afirmando que: “Vidas policiais importam” e “O sargento não teve saidinha”. Sepultamento Nos vídeos abaixos, há registros de dois momentos significativos na homenagem prestada pela Polícia Militar de Minas Gerais, mediante a participação do Comandante-Geral — Coronel Rodrigo Piassi Rodrigues. No primeiro, há o diálogo entre a senhora viúva do Sargento Roger Dias da Cunha. No outro, Aquele Comandante-Geral transmite sua mensagem de Gestor Principal (CEO) Polícia Militar Mineira, destacando a incerteza dos militares, nos riscos consequentes de suas ações operacionais, além do momento de muita tristeza para os servidores militares de Minas Gerais. Com as informações das fontes citadas, inclusive do Jornal o Tempo

OUTRA BAIXA DE CAMARADA IRMÃO-DE-FARDA

A fatídica ação criminosa de outro fora da lei (alcunha dos pistoleiros do Oeste Americano do Norte) ocasionou mais uma baixa na Gloriosa Polícia Militar do Alferes Tiradentes. Tornou-se outra gravíssima ofensa ao Povo Mineiro e, se é verdade que Minas são muitas, não é menos verdade que há muitos mineiros entristecidos, com a execução sumária de outro camarada irmão-de-farda, segundo notícias publicadas. Há muitas manifestações de pesar na “mídia nacional”. Mas, menos de dez publicadas pela “mídia sensacionalista”, como soe acontecer, numa rápida pesquisa do buscador google. No entanto, desperta atenção aquela publicada pela Revista Oeste, com o seguinte título: “Pacheco lamenta a morte de sargento da PM e diz que lei da ‘saidinha’ pode ser apreciada no Senado.” A notícia aponta ao Twitter daquela autoridade, onde se encontra, na data de hoje (08/01/2024), a seguinte postagem: “O crime cometido contra o policial Roger Dias da Cunha é de gravidade acentuada e gerou a todos grande perplexidade e tristeza. Meus sentimentos à sua família e à Polícia Militar de Minas Gerais.” O próprio autor associa, à sua postagem, outras três: “Assim como ele, a policial civil Milene Bagalho também foi assassinada por um cidadão que a recebeu a tiros num bairro nobre de SP. O delegado da PF Thiago Selling Cunha levou um tiro na cabeça, ao cumprir mandado de busca e apreensão no Guarujá, mas felizmente não morreu.” “Policiais estão morrendo ou sendo feridos com gravidade no cumprimento de sua função e isso nos obriga a reagir. Armas estão nas mãos de quem não tem condição de tê-las, e a liberdade para usá-las garantida a quem não devia estar em liberdade.” “Embora o papel da segurança pública seja do Executivo, e o de se fazer justiça, do Judiciário, o Congresso promoverá mudanças nas leis, reformulando e até suprimindo direitos que, a pretexto de ressocializar, estão servindo como meio para a prática de mais e mais crimes.” A autoridade afirma que “policiais estão morrendo (…) e isso nos obriga a reagir. Armas estão nas mãos de quem (…) não devia estar em liberdade”. No entanto, a reação mencionada nasceu dentro do próprio Senado. Isso é comprovado, desde 2013, quando se vê que a Câmara dos Deputados certifica ter: “Recebido o Ofício nº 2235/2013, do Senado Federal, que encaminha, a fim de ser submetido à revisão da Câmara dos Deputados, nos termos do art. 65 da Constituição Federal, o Projeto de Lei do Senado nº 7, de 2012, de autoria da Senadora Ana Amélia, constante dos autógrafos em anexo, que “Altera os arts. 123 e 124 da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal). para restringir o beneficio da saída temporária de presos”.” (sic) Após dez anos de tramitação naquele Parlamento, a proposta de equacionamento — da desejada reação do Senador mineiro e ocupante da Mesa da Presidência — retornou ao Senado conforme registro do Primeiro-Secretário do Senado Federal. Desde então, completam-se, no próximo dia 11 janeiro de 2024, um ano e três meses da conclusão dos trabalhos da Câmara dos Deputados. Salienta-se que, nessa casa legislativa, o projeto, oriundo do Senado, foi aprovado pelos representantes do Povo Brasileiro, com 311 votos favoráveis e 98 contrários. Buscaram-se as informações sobre a consequente tramitação do material enviado pelo ofício citado no link anterior. Não se conseguiu, até o fechamento desta postagem, acessar ao site do Senado Federal. Cabe então, ao Presidente do Senado, responder o porquê do atraso dos trabalhos devidos à sociedade brasileira. Será que a reação, manifestada na postagem twieteira do Senador, será concretizada nos próximos dez anos? Enlutados, os camaradas irmão-de-farda do Sargento PM Roger Dias da Cunha, lamentam sua partida precoce. Que Deus conforte e console seus familiares, com os corações doídos pela inesquecível perda. A todos nós, anima-nos a certeza de que o camarada irmão-de-farda cumpria seu dever-de-ofício, diante dos riscos de morte e outras dificuldades, mesmo com o sacrifício da própria vida, para proteger a sociedade mineira. Que o dia de sua morte e de seu sepultamento sejam lembrados por todos os mineiros! Que sua coragem e intrepidez de Servidor Militar Mineiro sirvam de exemplo a outros mineiros que são, igualmente, servidores públicos. Com as infomações da Rádio Itatiaia (imagem destacada) e da Revista Oeste “1” e “2” e o vídeo da câmera que filmou o trágico momento..

TEMPOS DE PSEFOLOGISTAS

Há muitos desafios, nesses dias deste 2024. Será mais um que comporá os tempos de Psefologistas? A resposta é afirmativa, nesses tempos intensivos de Social Media (SOCM). Isso é consequência do que se encontra num artigo sobre inteligência nas mídias sociais — SOCMINT —, segundo as considerações daquele autor: “As disciplinas mais bem equipadas para compreender e explicar o comportamento humano – as ciências sociais e comportamentais, a ciência política, a psefologia, a antropologia e a psicologia social – devem ser interligadas com as abordagens de big data necessárias para compreender as redes sociais. Somente através desta fusão as explicações do comportamento humano baseadas em dados também podem ser explicações humanísticas do comportamento humano.” (Tradução do Google e grifo nosso). Vi pela primeira vez, a palavra negritada. Procurei por ela, nos dicionários da Língua Portuguesa. Alguns mostraram que “não temos o significado de psefologia“. No Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, on-line, encontrei os substantivos (f. e m.) — Psefologia e Psefólogo — e o adjetivo — Psefológico — , e também — Psefologista —, que é, dependendo de sua utilização, substantivo e adjetivo. Ao entendimento da citada Ciência, a consulta continuou em outros dois dicionários (destacados abaixo). No Merriam-Webster, encontra-se a explicação seguinte: Psefologia vem da palavra grega psēphos , que significa “pedra”. (Um parente da psefologia é a psefomancia , que significa “adivinhação por seixos”.) A psefologia mereceu ser eleita como o nome para o trabalho de analistas eleitorais, ou psefologistas, porque os seixos eram usados ​​​​pelos antigos gregos na votação. Da mesma forma, a palavra cédula foi uma excelente escolha para meio de votação, pois é derivada de palla , a palavra italiana para “bola”, e os italianos colocavam as bolas em um recipiente para votar. Segundo o Oxford Advanced Learner’s Dictionary, a Psefologia “é estudo de como as pessoas votam nas eleições”. Destaca, ainda, que a “Word origin”: 1950s: from Greek psēphos pebble, voteʼ (from the ancient Greeksʼ practice of usingpebbles to cast votes) + -logy“. Em tradução livre, a “Origem da palavra” é da “Década de 1950: do grego psēphos ‘seixo, voto’ (da prática dos antigos gregos de usar seixos para votar) + –logia. Afinal, o que ratificar: o “Voto Impresso”, analisado pela a Psefologia, ou a “Urna Eletrônica”? Parece que, no Brasil, a decisão foi pela última. Há alguma perspectiva de certeza nesse mundo tão incerto? Com as informações do Merrian-Webster e Oxford Advanced Learner’s Dictionary.

INSANIDADE

Última crônica do ano. Boas Festas e um 2024 repleto de boas novas! Apesar da obra de Dostoievski explorar a autodestruição e a humilhação, ela foi capaz de influenciar grandes nomes como Marcel Proust, Herman Hesse e até Franz Kafka. Disse ele: “Compara-se muitas vezes a crueldade do homem à das feras, mas isso é injuriar estas últimas.” Diante de tanta barbárie, acentuada por imagens que rodaram o mundo e chocaram o mais cético dos mortais, tamanha ignomínia corrobora o dito. Uma corte, capitaneada por um ministro irracional, que sequer pode ser comparado à feras ou animais. Impossível aceitar que tantas “cabeças pensantes”, possam instigar selvageria, covardia sem limites e tortura compulsiva. A mente humana guarda segredos que fogem a razão, o que, per si, justifica a exclusão do livre convívio social aos psicopatas. Nada diferencia esta corte do capitão do exército de Joana D’Arc, Gilles de Rais. Considerado o precursor dos “Serial killers”, matou mais de duzentos jovens entre seis e dezoito anos, pelo prazer de cortar-lhes a jugular e banhar-se no sangue. Com a modernidade das mídias sociais, os togados substituíram o banho de sangue pela brutal exposição na rede mundial. A dor de milhares de patriotas, pode ser resumida em poucas palavras: “Não dói o corpo e sim a alma.” Pobre Brasil, parafraseando Dom Luiz Inácio, “nunca antes na história desse país”, tanta exposição depreciativa nos ridicularizaram em tão pouco tempo. Precisamos todos, governo e cidadãos, estancar a permissividade e impunidade, que grassam desde os mais altos aos mais humildes obreiros da nação. Não se justifica, em nenhuma hipótese, condenar pacatos cidadãos a penas superiores a 17 anos de prisão e libertar 30 mil condenados em diversos presídios do pais, manter trancados na papuda pais de família, avós, senhorinhas, cozinheiras e sequer convocar para serem ouvidos os irmãos Batista da J&F, gastar uma montanha de dinheiro público para pagar milhões de reais a magistrados por penduricalhos já extintos, liberar multas bilionárias, mas ignorar o rombo de 50 bilhões de reais das lojas americanas, provocados criminalmente pelos três homens mais ricos do Brasil e que vivem, nababescamente, na Suíça. Desmandos e desvarios de uma corte que se nivela ao comando de facções criminosas que grassam a olhos vistos pelo Brasil. Chegou-se ao ponto do supremo “julgar inconstitucional” um artigo da constituição, onde está explícito que terras indígenas são aquelas ocupadas em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da constituição federal em vigor. Felizmente, o congresso nacional fez valer a independência entre os poderes e manteve o artigo. Para 2024 resta-nos a esperança de que a justiça divina aceite nosso recurso e interceda a nosso favor. Encerro, lembrando Edmund Burke, advogado e filósofo Irlandês do século XVII: “Para que o mal triunfe, basta que os bons fiquem de braços cruzados.”

QUANTA PICARDIA!

“A morte não é o fim. Sempre resta a briga pelo espólio”.

QUERO MEU PAÍS DE VOLTA

A aeronave Gulfstream G650 adquirida por 65 milhões de dólares saiu de Guarulhos em maio de 2018 e pousou no aeroporto de Terterboro, em Nova Jersey, vizinha a Nova York, onde possui um angar. O iate, um Azymut Leonardo de 100 pés, batizado como “WHY NOT” (Por que não?), lançado ao mar em janeiro de 2017 a um custo de 10 milhões, zarpou para Miami, onde está ancorado na Marina Biscayne bay Bayside. O dono desses “mimos” já está morando em seu novo endereço, Baccarat Residences na esquina da Rua 52 com a Quinta Avenida, avaliado em 10 milhões de dólares. Para manter-se confortavelmente, este empresário contratou a Baker McKenzie, maior banca de advogados do mundo, com 77 escritórios em 47 países, para defende-lo e providenciar a mudança da sede do seu conglomerado de empresas para os Estados Unidos da América. O faturamento dessas empresas aumentou 4.000% nos últimos 10 anos e hoje as vendas externas representam mais de 80% do total. Assim, ele achou melhor dar adeus ao Brasil após receber 12,8 bilhões de Reais do BNDES. Esses recursos deveriam gerar empregos no Brasil, mas infelizmente restou-nos apenas o calote. Como se não bastasse todo este escárnio, Joesley Batista obteve o perdão do nosso judiciário após acordo espúrio, delação debochada e sob medida para os objetivos dele, lambança generalizada no mercado financeiro, que por sinal lhe rendeu 230 milhões de Reais em apenas 2 dias e uma crise sem precedentes na governabilidade da nação. Enquanto a esplanada dos ministérios pega fogo, literalmente, eu me questiono se me encontro em meu perfeito juízo ao rabiscar estas notas. Uma quadrilha toma de assalto o país leva cerca de 6% de nosso PIB, algo como 600 bilhões de Reais, coisa nunca vista no mundo, deixa um rastro de 13 milhões de desempregados e ao invés de união para cobrarmos repatriação desses recursos, punição exemplar dos culpados e retomada do crescimento, vejo bandos tresloucados espalhando o caos, pregando o ódio para manter a instabilidade e a estagnação do país. Agora, escondidos sob o nome da holding familiar J&F, ensaiam novo ataque aos cofres brasileiros e já flanam pelos corredores do poder em Brasília. Parece que os corvos estão de volta. Embora ciente da contaminação em todos os poderes constituídos, ouço apenas gritos de fora Lula, fora Alexandre de Moraes. Até as forças armadas foram cooptadas para manter a farsa. Acho que estou delirando, mas por via das dúvidas, rogo sabedoria e peço serenidade aos meus ilustres compatriotas. Resta-nos a esperança Divina: (…) ¹ Se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela.² Inútil vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois assim dá ele aos seus amados o sono.³ Eis que os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o seu galardão.⁴ Como flechas na mão de um homem poderoso, assim são os filhos da mocidade.⁵ Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava; não serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos à porta. Salmos 127:1-5(…). Com as informações e imagens da BOAT SHOPPING INTERNATIONAL.

O MOUREJO EM FAVOR DA PESQUISA E CIENTIFIZAÇÃO POLICIAL-MILITAR.

Os Quarenta Anos de O Mourejo em Favor da Pesquisa e Cientifização Policial-Militar foi marcado pelo lançamento de um exemplar especialíssimo. No contexto das excepcionais peças — dos saberes das Ciências Policiais de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública, — destaca-se a de João Bosco de Castro, Jornalista-Responsável pelas pulcicações do GrupoMindBR-PontoPM. Leia o Texto publicado, guiando-se pelo seguinte sumário: 1. ENUNCIAÇÕES ACERCA DA REVISTA O ALFERES. 2. DUAS SÚMULAS DE FÉ DE OFÍCIO.2.1 SÚMULA DA FÉ DE OFÍCIO DE GALVÃO DE SÃO-MARTINHO.2.2 SÚMULA DA FÉ DE OFÍCIO DE CARVALHO MONTEIRO. 3. CONCLUSÃO. REFERÊNCIAS. Na oportunidade, registramos nossos cumprimentos sinceros, ao Professor, Escritor e Poeta premiadíssimo João Bosco de Castro, nosso companheiro de longas jornadas.

error: Conteúdo Protegido!