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Gratidão Sincera e Homenagem Singela À Mamãe Angélica

São muitas, as formas de manifestar sentimentos sinceros e inesquecíveis. O agradecimento é uma delas. Por meio dele, a gratidão pode ser entendida como gentileza, amizade, amor fraternal. Ter um coração grato é uma virtude manifestada por Sócrates, Platão, Aristóteles. É uma das lições ensinadas por Cristo. Encontramo-la, em consequência disso, nas Epístolas Paulinas e nos escritos dos Pais da Igreja Cristã — Santo Tomás de Aquino, Santo Agostinho. No Limiar da Década de 1980, João Bosco de Castro — Poeta, Escritor e Jornalista deste Pontopm — teve singular oportunidade e manifestou seu agradecimento, à Senhora Maria Angélica, mãe de leite de Ana Lívia, uma de suas filhas. A gratidão daquele Professor e Oficial da Polícia Militar de Minas Gerais foi assim manifestada: O Soneto-Acróstico — Gratidão Sincera e Homenagem Singela —  À Mamãe Angélica, foi,com muito cuidado, gravado em couro e, tempos depois, chegou às mãos do Poeta-sonetista, na foto da belíssima Obra de Arte. A gratidão À Mamãe Angelica foi complementada, com a declamação do Soneto pela Doutora Beatriz Campos de Paulo e Castro, esposa do Poeta-Escritor.

Noite de Homenagens e Posses em Teófilo Otoni

A Academia de Letras de Teófilo Otoni e o Instituto Histórico e Geográfico do Mucuri  realizarão, no próximo sábado (24), uma Noite de Homenagens e Posses em Teófilo Otoni. Serão dois momentos cerimoniosos. No primeiro, ocorrerá a entrega da Medalha Conselheiro João da Matta Machado. No segundo, a posse dos Sócios Correspondentes daquela Academia. Cerimônia de Entrega da Medalha Os agraciados relacionados no Convite Oficial (foto abaixo), receberão suas medalhas durante a solenidade de homenagens, prevista para este ano de 2018. A Comenda Conselheiro João da Matta Machado é outorgada “em parceria com o Instituto Histórico e Geográfico do Mucuri, a cada ano,” e “tem como finalidade: homenagear pessoas naturais com idade igual ou superior a 70 anos que se tenham dedicado ao desenvolvimento cultural, econômico, social, desportivo, cívico, educacional, científico e/ou religioso na cidade de Teófilo Otoni e região do Vale do Mucuri.” Posse dos Sócios Correspondentes Outro momento singular daquele Sodalício será a Posse dos Sócios Correspondentes, entre os quais se encontra João Bosco de Castro, Jornalista deste Pontopm. Os Sócios Correspondentes ora empossados são considerados Novos Acadêmicos porque se encontram na categoria das:   “personalidades que exercem atividade de reconhecido valor intelectual com a distinção nas letras, artes plásticas, ciências, educação, dramaturgia, música e na imprensa em vários municípios brasileiros, bem como em outros países.” A Equipe deste Pontopm sente-se honrada com a nova conquista obtida por João Bosco de Castro e publicará, na oportunidade, o Discurso de Posse proferido pelo Poeta e Escritor. 

A descoberta de Uma Joia Bem Guardada

Aconteceu, nesta terça-feira (13), a localização de Uma Joia, que se encontrava entre as bem-guardadas joias de nosso Jornalista João Bosco de Casto. E, foi a Senhora Beatriz Campos de Paulo e Castro, a autora da descoberta de uma joia bem guardada . Após a descoberta, a autora não se conteve. Leu o conteúdo de Poligamia. Depois narrou a descoberta, e, declamou a Poligamia, às pessoas queridas de seu querido esposo. Poligamia – Uma Joia Bem Guardada  “Poligamia. (João Bosco de Castro) Às Cinco Mulheres Minhas, Que Ainda As Posso Ter. DÉBORA, és a abelha LIS, a operária De vida vária e de cabeça afeitaÀ vontade virtuosa e ao trabalho!…JANAHINA: a boa ZÁHIDA, de cabeça e de bons modos,Cheia de Apolo e de Dionísio, sem aviso,Que ligas o Mar bramoso ao Paraíso!…BRUNA, que tens o ar inquieto de uma DÁPHNEE do campeão: um vencedor fremente.Que Jamais cansou os ossos e não se cansa a mente!…ANA, a cordeirinha — Tão LÍVIA, a qualquer hora, todo o dia.Muito manhosa e coberta de inglesia,Nesta feliz alegoria de soberba:Porque são todas — todas e todas! —Cheias de vida e embevecidasDesta GRAÇA, a mãe DAGÁ, forte guarida,A grande Obreira, audaz e muito arteira.Mas serena, exigente e convencidaDe que a Vida vale esta vida!— E valerá?!… Oh! Se valerá!… —Oh! Se valeu, inda vale e valerá.Porque me propelem as Cinco à labuta diuturnaDe trabalho ao trabalho, suor e malho,Peças gentis dum mosaico de retalho!…Filhas e Mãe, a quem amo e amarei,A meu modo travesso e silenciosoAos ouvidos, e ao coração, loquaz,Que refuta a guerra e guarda a paz,Dote capaz de tornar o Homem homem,Neste mercado infeliz de lobisomem!…,Mundo sutil, que ablui o corpo imundo,Para fazê-lo mais são e mais fecundo,Ainda que lhe não respeitem o direitoFilhas e Mãe, de quem gosto e gostarei,De ser um humano Mundo!…Filhas e Mãe, de quem gosto e gostarei,Deste meu jeito, que rejeito,Pois as amo e amo, tanto,Tanto e tanto, que o meu acalantoNão passa, às vezes, de silentes suspiros, Que não lhes dizem, mas lhes falam uma verdade!E a verdade fala:Enquanto houver Amor, A Vida exalaO hálito perene e tão solene:Que não é mais que a própria vida,Esta nossa, que é só nossa, e a Outra Vida!Bafejo real ou sopro incerto de quimera,Esta vida une o Outono à Primavera! Belo Horizonte, MG, 12 de setembro de 1.987. JOÃO BOSCO DE CASTRO“ A Declamação da Joia bem Guardada Coube, à Senhora Beatriz Campos de Paulo e Castro, compartilhar, com os queridos familiares e amigos do Poeta João Bosco de Castro uma declamação da Joia Bem Guardada. Ouça, por favor, o seguinte áudio:

Posse de João Bosco na Academia Bom-Despachense de Letras

A posse do Romancista João Bosco de Castro na cadeira nº 26 da Academia Bom-Despachense de Letras (ABDL), conforme noticiado neste Pontopm, aconteceu às 19h30min de 21 de setembro de 2018, no plenário da Câmara Municipal de Bom Despacho-MG. A belíssima noite de festa daquele Sodalício, foi prestigiada pela presença de autoridades, Confrades, familiares e amigos do Escritor ora destacado, que é, também, um dos Jornalistas deste Pontopm. Foi uma noite de festa dos bom-despachenses para o Patafufo-bom-despachense! Naquela inesquecível Confraria, houve outro momento significativo, quando João Bosco de Castro proferiu seu discurso de posse na cadeira Aeropagítica, de número 26, engrandecida com o nome do Prosador e Poeta Dário Couto — Insigne Patrono do experiente Acadêmico. No seu Texto Academial — elaborado com a autoridade que lhe é conferida, pois conhece e sabe utilizar adequadamente os vocábulos na elaboração de frases historiadoras —, há relatos-flashes de sua vida; na convivência próxima e amiga, com o Patrono Poeta e Trovador, e esmero dedicado e zeloso da análise dos textos de Dário Couto. A história da vida de João Bosco de Castro não é muito diferente daquela vivida pela maioria dos mais brilhantes profissionais mineiros de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Dos que já prestaram serviços, na Gloriosa Polícia Militar de Minas Gerais, ou os que ainda prestam. E pode-se afirmar que, há histórias semelhantes, aqui, ali e acolá, na imensidão das Minas Gerais e em outras 26 Unidades da Federação que abrigam Instituições Militares Estaduais. João Bosco de Castro historiou suas andanças, conquistas e produções literárias. É admirado pelo que fez, faz e ainda fará. É, algumas vezes, incompreendido por aqueles que não sabem, não querem e não gostam de ouvir as realidades, ou preferem o-faz-de-contas! Desde março deste ano, após casar-se “com a Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro”, fixou morada na “(…) amável cidade-sorriso (…)” e “(…) com o profícuo auxílio de Beatriz (…)” organizam o: “(…) Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes, com biblioteca, hemeroteca, musicoteca, exposição de Artes —  dentre as quais algumas de minha lavra, memorial túnel do tempo, acervo de adoráveis acumulações, bancadas e ferramental para marcenaria, escultura e inscultura como artes manuais, e Sala de Aula Língua Portuguesa – Técnicas de Redação pela Totalidade Verbal: Gramática, Estilística e Organização lógico-Dialética da Mensagem.(…)” As marcas de seu conhecimento e sabedoria amealhados no tempo de suas andanças, conquistas e produções literárias são comprovadas, também, na ética e lisura irretorquíveis durante a análise feita em Molambos d’Alma. Sobre Dário Couto, João Bosco destacou, inicialmente, o que o seu Patrono Academial disse de si mesmo: “O Dário não escreve, é roceirozinho que só não é analfabeto por causa do quase. Escreve o Argos, sujeito redomão no desrespeito dos homens”. Dos textos de seu Patrono, João Bosco destacou a maravilhosa “Despedida” dedicada ao “grupo escolar”, aos colegas e à “mestra e amiga” Dona Zulma; “Sôdade ingrata”, dentre outros. Distinguiu-o pelo gesto “Sui-generis”, de grand gentleman, materializado com o “HONRA AO MÉRITO — DIPLOMA DE ESPOSA”, conferido à Dona Olympia Resende Couto. João Bosco não se limitou apenas em proferir memorável discurso. Levou os participantes daquele Sodalício, ao passado próximo, relembrando do Sô Chico da Fonsina, citado pelo seu Patrono. Brindou, também, os presentes, com uma Aula Magna e inesquecível, com as análises feitas ao “Retrospecto — Procissão do Enterro em Minha Terra”; “Padre Pedro” e “Civismo”. Ao final, João Bosco distinguiu Dário Couto, autor de Molambos d’Alma, ao nível de ícones singulares da nossa Literatura. Vale a pena conferir o Discurso dePosse de João Bosco de Casto na ABDL. Veja também a galeria de fotos:

João Bosco na Academia Bom-Despachense de Letras

Neste post, noticia-se que a posse de João Bosco na Academia de Bom-Despachense de Letras (ABDL) ocorrerá sexta-feira (21) “às dezenove horas no plenário da Câmara Municipal de Bom Despacho”. Do evento ora divulgado, destacam-se duas situações distintas. Na primeira, a equipe deste Pontopm ressalta a significativa homenagem ao Notável Acadêmico, um dos seus jornalistas responsáveis. Assim, com a posse de Acadêmico Efetivo da ABDL, João Bosco conquista  e acrescenta mais esse triunfo à laureada carreira de Professor, Escritor e Oficial Superior Reformado da Polícia Militar de Minas Gerais. Atualmente, com residência fixa em Bom Despacho, após união matrimonial com a Odontóloga Beatriz Campos de Paulo, João Bosco dedica-se nas atividades de ensino da Língua Portuguesa  e nos afazeres dedicados à organização do “Espaço Camões”. Nos detalhes da foto, destacada abaixo,  o Romancista enfatizou que aquele “Espaço Camões”: ganhou vigor especial com a Mandala – feita por mim no melhor  mogno!… – ornada com medalhões de alguns Escritores: Camões,  Aristóteles, Horácio, Machado de Assis, Graciliano Ramos, Henriqueta Lisboa, Castro Alves, Saul Alves Martins, Ari Brás Lopes, Felisbino Cassimiro Ribeiro, Jorge Amado, João Guimarães Rosa e João Bosco de Castro. Eis a tal Medalhona de Medalhas!…: A outra situação distinguida, à posse de João Bosco na Academia de Bom-Despachense de Letras, ressalta aspectos importantes da foto de abertura desta postagem, composta pelas logos da ABDL e deste Pontopm. Na logo da Instituição respeitável, que homenageia nosso Jornalista, vê-se a representação artística de uma bica d’água e um quadro destacando o “Bibere In Principium“. A imagem foi encontrada numa postagem de 2 de agosto de 2012, da autoria de Ítalo Coutinho, conterrâneo e amigo da Rede do LinkedIN. Ítalo enfatizou naquela postagem o “Biebere in Principium – Beber na fonte, uma alusão à nossa Biquinha”. Há, de fato, no centro da cidade — desde os tempos que Bom Despacho era arraial —, uma biquinha, de onde jorra água fresca e cristalina. Ouvi, igualmente, de minha querida e saudosa avó-paterna relatos sobre “Dona Mariquinha”, uma “famosa quitandeira do arraial e da vila de Nossa Senhora do Bom Despacho.” Ainda, nos tempos atuais, prevalece o seguinte adágio popular: “Quem bebe da água da Biquinha e comeu do biscoito da Mariquinha sempre voltará a Bom Despacho.” Quanto ao biscoito, não sei se o Patafufo e Poeta João Bosco comeu, mas,  da água da Biquinha, já bebeu  certamente. Inclusive, além de regressar para residir em Bom Despacho, representa o município, na ACADEMIA MUNICIPALISTA DE LETRAS DE MINAS GERAIS. Naquela AMULMIG,  ocupa, deste 16 de Setembro de 2017, a Cadeira Nº 329, cujo Patrono da honorável é o Poeta José d’Avó Gontijo.

Um olhar menos míope… e que vale a pena!

Um olhar menos míope… e que vale a pena! Olhar para o Ano de 1964 e focar o Dia 31 de Março, arvorando-se conhecedor é muito arriscado. É preciso fazê-lo com um olhar menos míope… e que vale a pena! Não se pode valer apenas da ciência segmentada, apesar da validade parcial — quando praticada sem viés —. Só, a ciência segmentada, é frágil. E, mesmo completa, a Ciência pode não consolidar Conhecimento. Este, está alhures, na maioria das vezes, do limitado espaço, ou do fenômeno que se não considerou, na produção científica. Ciência mais Conhecimento é igual Sabedoria. A equação é simples assim. Hoje é 31 de março de 2018, sábado. É o “sábado de aleluia”, quando a maioria dos brasileiros se calam. Alguns, corajosos, decidem falar e expor um olhar menos míope… e que vale a pena! Nesse caso, destacamos os olhares percebidos em duas postagens: Primeira postagem sobre um olhar menos míope… e que vale a pena! No texto “A mídia e o golpe de 1964: revista O Cruzeiro como aliada do discurso das forças militares”, os autores destacaram, no resumo: Ao completar 50 anos do golpe de Estado que instaurou a ditadura militar no Brasil, evidenciamos a importância de revisitar o arquivo documental de matérias que foram veiculadas pela grande mídia durante aquele período. A instauração da Comissão Nacional da Verdade – Lei n.º 12.528 de junho de 2012 – e as recentes manifestações de movimentos sociais em defesa do direito à verdade e justiça têm movimentado o cenário político nacional e encontram lugar na análise proposta por este estudo. O discurso que desperta o nosso interesse é o político, concebido como embate, relação de forças que se materializam pelo próprio discurso. E, arquivo é entendido aqui, a partir de Horta Nunes, “não como um conjunto de ‘dados’ objetivos dos quais estaria excluída a espessura histórica, mas como uma materialidade discursiva que traz as marcas da constituição dos sentidos” (2005, p.2). Na Parte conclusiva, onde se encontram os “Apontamentos finais”, os autores afirmaram: Durante a análise do discurso da revista O Cruzeiro, foi possível identificar sentidos que se reproduzem, se repetem, se (re)significam ainda hoje, através dos grandes meios de comunicação. As forças políticas que agiram ativamente na deposição do presidente João Goulart atuavam em benefício do capital estrangeiro, criando um distanciamento moral com aqueles que se atreviam a questionar esse modelo de sociedade. O discurso de O Cruzeiro que, além de conservador, na maior parte dos casos, se mostrou preconceituoso e agressivo, resulta de uma memória discursiva na qual o mundo estaria dividido em dois extremos – de um lado o capitalismo (sistema político considerado ideal) e, de outro, o comunismo (considerado antidemocrático e, portanto, prejudicial). É o que a doutrina persa chama de maniqueísmo, ou seja, de um lado estaria todo o bem e, de outro, todo o mal. Assim, O Cruzeiro, símbolo da constelação celestial, a qual está estampada na bandeira do Brasil, entendia equivocadamente que estava alinhado com as “forças do bem” e combatia as “forças do mal”. Em fevereiro de 2009, ao empregar o termo “ditabranda”, em editorial, o jornal Folha de São Paulo recorreu à memória discursiva de O Cruzeiro. A intenção era combater um discurso que estava sendo retomado no processo histórico da luta socialista travada na Venezuela. O caráter eufêmico do discurso de um dos principais jornais do Brasil, ao tratar da formação ideológica responsável pelo golpe militar no Brasil, procurava estabelecer uma relação de confrontação à vitória de Chávez nas eleições daquele ano; diga-se de passagem, uma escolha referendada nas urnas – pela via democrática. Sob determinadas condições de produção e recorrendo ao esquecimento ideológico, o mesmo discurso utilizado pela revista O Cruzeiro continua arregimentando adeptos, pois, ainda hoje, se faz presente no imaginário social. De nossa parte, consideramos importante ressaltar que nós, analistas, também não estamos fora da interpretação e, por conseguinte, da história. Importa, então, compreender que nossa interpretação se dá de acordo com os saberes próprios ao “lugar social” em que estamos inscritos – intervém aí a ideologia e o inconsciente como constitutivos do dizer, do interpretar. E, desse processo advém a possibilidade de outra(s) interpretação(ões). Segunda postagem sobre um olhar menos míope… e que vale a pena! Em outra postagem, de 1994, intitulada “Francis faz relato tranquilo de 1964; […]”, o autor escreveu: Francis faz relato tranquilo de 1964 1964. 31 de março ou 1º de abril? Revolução ou golpe? Com essas perguntas, Paulo Francis abre seu novo livro, para fechá-lo confessando que se distanciou do tema prometido. Ele de fato faz uma crônica pessoal dos acontecimentos em questão, fala de suas personagens centrais, João Goulart e os militares, ministros, políticos, intelectuais e jornalistas. O banco de dados de que se vale são suas próprias reminiscências. Embora não fosse protagonista, estava suficientemente próximo do centro para poder amarrar algumas de suas pontas desconexas. Como se trata, porém, de Paulo Francis, ninguém que lhe tenha acompanhado a carreira esperaria um relato frio, impessoal, impassivelmente analítico, nem ele mesmo se posiciona enquanto historiador –e reclama, aliás, da omissão dos profissionais, de quem cobra muito mais trabalho. As memórias do golpe/revolução, desde o começo, vão sendo entremeadas por suas considerações favoritas –sobre arte e literatura, religião e política, a mortalidade e a natureza humana. Uma de suas características sempre foi, não se pretendendo filósofo ou coisa semelhante, a de discorrer sobre tópicos assim sem resvalar na normatividade, nem abrir demasiadamente sua intimidade ao leitor, que é sempre mantido a uma distância civilizada. A criação dessa distância, maior que a da amizade, menor que a da estranheza, talvez seja a chave de seu estilo e depende, seguramente, de seu modo de começar, conduzir e fechar uma frase ou período, do desenvolvimento da argumentação que, não raro, envolve o interlocutor numa digressão para interrompê-lo com uma síntese epigramática. Sua insistência em chamar as opiniões de opiniões permite que seja lido mesmo por quem –excluindo-se os dogmáticos– não as compartilha. Mas não é tanto o prazer da digressão

OFICINA REDATORIAL GUIMARÃES ROSA.

A partir do início de abril de 2018, organizarei uma sala de aula de Português, em Bom Despacho, para até sete (com o mínimo de cinco) alunos por turma, na Rua Pedro Simão Vaz, 217, Jardim dos Anjos. Cuidarei de dois cursos destinados a alunos de qualquer idade, a partir de catorze anos, e escolaridade igual ou superior à nona série: 1.Gramática e Estilística da Língua Portuguesa; 2.Técnicas de Redação pela Totalidade Verbal e Articulação Dialético-Estrutural da Língua Portuguesa. Cada curso abrangerá carga-horária mínima de sessenta módulos-aula de cinquenta minutos cada um, executados à razão de dois ou quatro módulos-aula semanais, de segunda a sexta-feira. Preço: R$ 200,00 (por aluno) por nove módulos-aula mensais (dois módulos-aula semanais). Taxa de matrícula: R$ 60,00. Ao longo de ambos os cursos, implementarei orientações indispensáveis à prática e ao hábito da Leitura Sinfrônica: santo remédio para a abertura de cabeça. Não aplicarei o tal para-casa a meus alunos, muito menos abrirei minhaOficina ao acompanhamento do para-casa adotado na rede escolar. Conto com a eficaz e saudável divulgação boca a boca deste meu projeto estratégico-pedagógico, para cujo sucesso preciso da colaboração de meus Amigos e Amigas, especialmente de quem conhece meu trabalho de Professor de Língua Portuguesa. Professor João Bosco de Castro: celular (31) 98432-1539.

O OITAVO ANIVERSÁRIO DA MESAMARIANO

Às 9h30min de 23 de fevereiro de 2018, no Auditório da Fundação Guimarães Rosa — FGR (Rua das Chácaras, nº 210, Bairro Mantiqueira, Venda Nova, Belo Horizonte – MG), a Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano — MesaMariano celebrou seu Oitavo Aniversário de Instalação, com pauta assentada em três pilares: 1. posse do Coronel Isaac de Oliveira e Souza na categoria de Acadêmico-Honorário da MesaMariano; 2. posse da Jornalista Jéssica Fernanda Batista da Silva no encargo de Secretária da MesaMariano; 3.instalação da Biblioteca Tenente-Coronel-Professor Oswaldo de Carvalho Monteiro — Espaço Fantásticas Veredas. Depois do Preâmbulo de Recepção, cantou-se o Hino Nacional Brasileiro e proferiu-se a Invocação Acadêmica, mediante coparticipação do Acadêmico-Honorário Eduardo César Reis. O Expediente noticiou à MesaMariano o falecimento de seu Acadêmico-Honorário Leozítor Floro, ocorrido em Brasília-DF, em 18 de fevereiro de 2018. O Ritual de Posse, mediante prolação de Termos Epistêmicos, elevou o Coronel Isaac de Oliveira e Souza à categoria dignitária de Acadêmico-Honorário e Oficializou a Jornalista Jéssica Fernanda Batista da Silva no exercício do encargo epistêmico de Secretária, ambos na Estrutura Constitutiva da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano — MesaMariano. A ambos os Empossados, na forma constitutitária, conferiram-se Diploma, Insígnia Metálica e respectiva Réplica para lapela. Para isso, desempenharam-se os acadêmicos João Bosco de Castro, Presidente da MesaMariano, e Pedro Seixas da Silva, Presidente do Conselho-Diretor do mesmo Sodalício Epistêmico e Superintendente-Geral da Fundação Guimarães Rosa, aos quais se juntaram a Professora Márcia Soares e Fisioterapeuta Jéssica Karine, esposa e filha do novo Acadêmico- Honorário Isaac de Oliveira e Souza, Antônio Carlos Cabral de Aguiar, José Antônio Borges e Elza Maria de Magalhães, Acadêmicos Epistêmicos da MesaMariano. Pela Ordem do Dia, o Acadêmico-Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro apossou-se da palavra para sumular a biografia dos Empossados e sua importância para o desiderato funcional da MesaMariano, como Oficina de Erudição e Humanidades no domínio da Epistemologia. Quanto ao Acadêmico Isaac, realçou-se-lhe o cabedal de Policiólogo Eminente, Gestor de Polícia Ostensiva e Preservação da Ordem Pública, exímio Professor e meticuloso Pesquisador das Ciências Policial-Militares e dos Engenhos do Planejamento Estratégico, além de CEO do Portal Pontopm — veículo moderno para a divulgação das Ideias e Realizações das Forças Públicas da Paz Social e Defesa Civil e Interna em espaços do Brasil e Portugal, afora espelho jornalístico aberto a assuntos socioculturais e literários, para gáudio dos espíritos afeitos às delícias da fina Poemática e aos encantos sensoriais da Narração-Descrição de sutil sugestão estética. Orgulha-me ser colaborador e jornalista do nobre Pontopm! Cumprido o esplêndido Ritual de Posse, o Acadêmico-Honorário Isaac de Oliveira e Souza proferiu sumoso e elegante discurso, com referências a seu preparo intelectual e tecnoprofissional de erudição geral e domínio dos Saberes Militares e Policiológicos, a par de justas loas à MesaMariano a cujos misteres constitutitários reafirma seu compromisso com o melhor-pensar e o melhor-fazer. O excelente e viçoso conteúdo dessa fala do Empossado lavra-se em forma digna de ser publicada e espalhada aos ares da Sabedoria pelo Portal Pontopm! O Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro, Presidente da MesaMariano e titular da Cadeira Epistêmica nº 3, retoma a palavra e disserta sobre o Oitavo Aniversário de Instalação do citado Areópago, com ênfase no Vulto polimórfico e polissêmico do Tenente-Coronel-Professor Oswaldo de Carvalho Monteiro, Patrono da dita Cadeira Epistêmica nº 3, ombro a ombro com o respectivo Prócere, o insuperável Imperador do Barroco Lusófono, o Padre-Mestre Antônio Vieira. Na historiografação desse Oitavo Aniversário, João Bosco louvou a pessoa, a fibra humana e os altos feitos de Carvalho Monteiro — particularmente a elaboração e publicação, em 1944, do necessário e denso Livro NOÇÕES DE INSTRUÇÃO POLICIAL, alicerce da Policiologia em Minas Gerais e Brasil, com única edição de mil e quinhentos exemplares, em papel de folha de bananeira, organizada e lançada no sublime Departamento de Instrução do Prado Mineiro e destinada prioritariamente aos respectivos Alunos do Curso de Formação de Oficiais e do Curso de Formação de Sargentos da então Força Pública das Alterosas, aos quais o Autor lecionava os melhores modos e meios de fazer polícia. Carvalho Monteiro assumiu o custo completo de referida edição, porque, segundo o Comandante-Geral da Corporação, Coronel Vicente Torres Júnior, o Erário Mineiro não dispunha para tanto do suporte orçamentário-financeiro. João Bosco sintetizou a bela construção da MesaMariano, com registros de sua gestação no Gabinete do Subcomandante da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro, ao longo do período de 2002 a meados de 2008, sob a regência profícua do então Tenente-Coronel Márcio Antônio Macedo Assunção, ideologização e idealização da existitura Oficina de Ideias e Dialética, em 8 de julho de 2008, e sua criação, em 14 de dezembro de 2009, tudo isso no mesmo Gabinete do Subcomandante, fornalha essencial e forja majestática dessa Casa de Erudição e Humanidades cujo Patronímico-Mor acolhe as marcas melhores do Capitão-Professor João Batista Mariano, Arquiteto do Curso Militar e Propedêutico e, como Professor Complementar da Força Pública, o Precursor do D.I. (rótulo como Ele próprio se chamava a si mesmo e divulgado por Ele mesmo em texto fino e erudito). Em 8 de julho de 2008, os Fundadores Principais desta Oficina Epistêmica (Tenentes-Coronéis Márcio Antônio Macedo Assunção e Ricardo Santos Ribeiro e Major-Capelão Samuel Sérgio Drumond) deram a Ela o nome de Academia de Mesa Tenente-Coronel João Bosco de Castro. Ao recusar a atribuição de seu nome ao idealizado Sodalício, João Bosco foi instado a escolher outro Patronímico e propôs, com aprovação unânime, o registro de Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano — MESAMARIANO. Em 14 de dezembro de 2009, criada a Casa, João Bosco, em nome dos citados Fundadores, propôs ao Coronel Álvaro Antônio Nicolau, Superintendente-Geral da Fundação Guimarães Rosa, a vinculação da MesaMariano à mencionada Estrutura Terceiro-Setorista, com sucesso absoluto e acolhimento de arrimo de manutenção logístico-administrativo-financeiro. Lavraram-se os atos necessários à efetivação legal, principalmente a indispensável Carta Constitutiva, e, às 9h30min de 25 de fevereiro de 2018, no Auditório da Fundação Guimarães Rosa, instalou-se, em belíssima Cerimônia, a ora Aniversariante Academia Epistêmica de Mesa

MILITAR RESPEITÁVEL, HISTORIÓGRAFO AUTÊNTICO…

Conheci-o, em 1966, como Tenente do Departamento de Instrução do Prado Mineiro, quando me iniciei no Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar de Minas Gerais. Ele foi meu Professor de História Militar, História da Polícia Militar de Minas Gerais e Cerimonial Militar — especialmente sobre o Regulamento de Continências, Honras e Sinais de Respeito, R Cont… Explícito e excelente em tudo quanto fazia e ensinava!… Dava gosto ver e ouvir suas verbosas explosões de entusiasmo profissional e retidão de caráter. A partir de 1968, já Capitão, Ele continuou meu Professor e recebeu o cargo de Comandante da Terceira Companhia de Alunos do citado e notável DI, à qual pertencia minha turma de Cadetes. Convivemos bem e intensamente. Sempre lhe apreciei os modos e os meios corretíssimos e exemplares de ser Oficial, Professor e Líder. Sua postura e seus jeitos de compostura encantavam-me, principalmente porque sua palavra, sempre me ensejava confiança inquebrantável e inegociável, e irradiava sólida manifestação de justiça e capacidade cristalina de convencer por meio da linguagem dos bons exemplos. Frenético e vibrante, Ele nunca me deixou na encruzilhada escura… Refiro-me àquele jovem e esguio Oficial Leozítor Floro da enfumaçada Década de 1960. Concluí meu C.F.O., vigorosamente militarista, em 5 de dezembro de 1969. Como Aspirante a Oficial, classificaram-me no próprio Departamento de Instrução do Prado Mineiro, como Professor dos Saberes Militares e de outro sublime Saber, até então ainda obscuro às mentes brasileiras: Policiamento, Polícia, Teoria de Polícia, Ciências Policiais, Policiologia. Os revolucionários Decretos-Lei nº 317/1967 e nº 667/1969 impunham mudanças profundas às Polícias Militares Brasileiras para o conhecimento e a prática de Coisas de Polícia, e o Departamento de Instrução do Prado Mineiro decidiu, a partir do Ano Letivo de 1970, priorizar as Malhas Curriculares dos Cursos de Formação de Oficiais e de Formação de Sargentos assentadas nos conceitos de Polícia e seus múltiplos e intricados correlatos. Aos Aspirantes classificados no D.I., em 1969, competia desbravar e aplainar tal Floresta Jurídico-Epistêmica. A essa Revolução Institucional, intra e extra-Departamento de Instrução, mais praticamente ao longo de todas as Unidades da Corporação, de 1967 a 1996 (?…) chamei O Estouro do Casulo, em meu Livro homônimo, lançado em 1998 e republicado em 2009, já sob o pálio do Centro de Pesquisa e Pós-Graduação da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro. Como verdolengo Professor do D.I., a partir de 1970, sob as novidades policiais brasileiras, continuei a conviver com o Capitão Leozítor Floro. Em 1972, Ele publicou o excelente Manual de História Militar, com base no qual, em 2004, convidei-o para o provimento de Cadeira Areopagítica na Seção de História da Academia de Letras João Guimarães Rosa, da PMMG. Ele não se decidiu a isso, de pronto. Reformulei-lhe tal convite, em 2012. Ele o aceitou e ocupou, com denodo e valor pesquísico, a Cadeira Areopagítica nº 4 do dito Silogeu Rosiano, sob os auspícios do Patrono Coronel-Historiador Antônio Augusto de Lima Júnior. Em 2015, o Coronel Leozítor Floro — Historiógrafo de mão-cheia e pesquisador respeitável — publicou A POLÍCIA MILITAR ATRAVÉS DOS TEMPOS — DOS PRIMÓRDIOS AO REGIMENTO REGULAR DE CAVALARIA (volume I), sobre cujo autêntico e legítimo conteúdo, fundado em inatacável pesquisa, expedi e assinei Laudo de Análise Historiológica. Toda essa riqueza historiográfica de cunho academial levou-me a conduzir o Coronel Leozítor Floro aos pódios gloriosos de Pesquisador Benemérito Notável da Polícia Militar de Minas Gerais, Excelência em Pesquisa em Defesa Social, Prêmio Coronel Alvim de Ciências Militares (com o título de Prócere Magistral em Ciências Militares da Polícia Ostensiva e chancela de Notório Saber) e Acadêmico-Honorário da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano FGR —MesaMariano. Em 18 de fevereiro de 2018, à noite, o Coronel-Acadêmico Leozítor Floro foi chamado para o outro lado agostiniano do caminho, para brilhar nas Constelações do Hemisfério da Sabedoria Eterna. Louvor e Paz a tão notável e profícuo Pesquisador! Militar respeitável, Historiógrafo autêntico… Bom Despacho-MG, 27 de fevereiro de 2018. João Bosco de Castro, Presidente da MesaMariano, Jornalista do Pontopm, Professor Emérito da APM Pra.Min., Editor-Associado da Revista O Alferes…

AMIGO…

AMIGO…   João Bosco de Castro.   A João Rodrigues de Castro, Meu Pai.     Alguém pergunte a si o que é ser gente, E a si mesmo responda, com nobreza E vontade de agir amavelmente, Que é ser capaz de olhar a Natureza   Co’os olhos de quem lê na água corrente As frases da concórdia e a singeleza Da mão pronta a amimar, calosa e quente, A fera destratada por vileza   De sublime animal que faz e pensa, Mas amesquinha coisas grandiosas, Tecidas na oficina do Artesão   Supremo, ao Qual o quíchua rendeu crença, Para ao mundo ensinar lições vultosas: – Meu amigo é meu outro coração! De Belo Horizonte-MG para Bom Despacho-MG, 21 de junho de 2001.

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