“Gaeco analisa material apreendido na Operação Protocolo Fantasma”.
Mais uma nota explicativa, com o nome destacado no título deste post, foi publicada, nessa terça-feira (21), no Portal do Ministério Público do Espírito Santo, onde foi destacado que: O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), informa que os trabalhos iniciados pela Operação “Protocolo Fantasma” continuaram na terça-feira (21/03) com a análise da documentação e equipamentos apreendidos na véspera. As quatro pessoas presas na operação, Ângela Souza Santos, Walter Matias Lopes, Leonardo Fernandes Nascimento e Cláudia Gonçalves Bispo, continuam no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar (QCG), em Maruípe, Vitória. Nos próximos dias, os promotores de Justiça integrantes do Gaeco realizarão a oitiva de testemunhas. O MPES, por meio do Gaeco, com o apoio da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), por meio de sua Corregedoria, e da Força de Segurança Nacional, realizou na segunda-feira (20/03), a operação “Protocolo Fantasma” voltada ao cumprimento de quatro mandados de prisão preventiva (que não tem prazo e pode ser mantida enquanto houver motivo para a manutenção), 23 mandados de busca e apreensão e 17 notificações para depoimento, expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal de Vitória e tendo como alvos policiais militares, familiares de policiais e representantes de associações classistas. O GAECO investiga os integrantes de uma organização criminosa que, sob pretexto de reivindicar aumento salarial e outros benefícios aos policiais militares, vale-se de atentados contra serviços de utilidade pública, apologia a fatos criminosos, motim/revolta, ameaças a autoridades, dentre outros crimes. Diante dos elementos probatórios colhidos, as medidas cautelares acima descritas se mostraram indispensáveis. A deflagração da operação não obsta negociações em prol de melhorias reivindicadas pela classe policial, já iniciadas por comissão mista formada perante a 3.ª Vara de Fazenda Pública de Vitória. Até porque as condutas criminosas sob apuração são contrárias aos interesses da categoria e atentatórias à sociedade capixaba. Fonte: MPES.
Não me decepcione, destacou a Polícia Militar sul-mato-grossense!
Em Campo Grande, Capital do Mato Grosso do Sul, neste 21 de Março; — quando se comemora o Dia Internacional da Sindrome de Down —,houve destacada manifestação dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Associação Juliano Varela, que é especializada no atendimento de pessoas com síndrome de down, realizou um evento alusiva à data e foi prestigiada com a presença do “Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul, coronel Waldir Ribeiro Acosta, juntamente com o Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Carlos Barbosa, informou o Portal da PMMS. Aquele portal publicou notícia, evidenciando que: A ASSOCIAÇÃO JULIANO VARELA é uma instituição filantrópica, possui convênios com órgãos públicos e privados, recebe doações de empresas e pessoas físicas, sua diretoria é formada por pais de alunos da “Escola de Desenvolvimento Especial Juliano F. Varela”. Temos na associação o setor de serviço social, que oferece serviços de forma continuada, atendendo as famílias da instituição, com apoio sócio familiar, encaminhamento a rede sócio assistencial, benefícios eventuais, garantia e efetivação de direitos, apoio a família na sua função protetiva e mobilização para o exercício da cidadania. A grande maioria dos alunos atendidos na Escola Juliano Varela é de família comprovadamente vulnerável, sendo que muitas vezes faz-se necessário a intervenção da assistente social, no sentido de providenciar benefícios eventuais (como cestas básicas, fralda, leite, medicamentos) bem como orientá-los quanto ao recebimento de outros benefícios, como BPC, passe livre e outros programas do governo. NOSSOS PROJETOS: ESTIMULAÇÃO PRECOCE É o conjunto de ações que tendem a proporcionar à criança as experiências de que ela necessita desde o dia de seu nascimento para desenvolver ao máximo seu potencial. A ASSOCIAÇÃO JULIANO VARELA atende os bebês com Síndrome de Down, oferecendo atendimento clínico nas áreas de Fonoaudiologia, fisioterapia, Terapia Ocupacional e Apoio Social e Psicológico às famílias. O objetivo do trabalho, que acontece de forma semanal, é o de estimular o desenvolvimento motor global, inibir os reflexos, orientar na alimentação, auxiliar no desenvolvimento da fala e linguagem, sempre pensando em diminuir o atraso decorrente da Síndrome de Down e favorecer a independência. Fonte: PMMS.
Ações de Polícia Ostensiva Rodoviária no Estado do Amapá.
A atuação dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública do Amapá, que atua no trânsito rodoviário estão descritas no folder abaixo. Confira os resultados das ações, durante o último final de semana, do dia 17 a 19 de março. Fonte: Portal da PMAP.
MPES divulga a “Nota 3” da “Operação Protocolo Fantasma”.
MPES divulgou a seguinte nota, complementando as anteriores publicadas em Pontopm. Leia, a seguir, os detalhes, inclusive sobre as prisões já efetivadas Operação Protocolo Fantasma – Nota 3 O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), com o apoio da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), por meio de sua Corregedoria, e da Força de Segurança Nacional, realizou na segunda-feira (20/03), a operação “Protocolo Fantasma” voltada ao cumprimento de quatro mandados de prisão preventiva (que não tem prazo e pode ser mantida enquanto houver motivo para a manutenção), 23 mandados de busca e apreensão e 17 notificações para depoimento, expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal de Vitória e tendo como alvos policiais militares, familiares de policiais e representantes de associações classistas. Durante operação, foram presos Ângela Souza Santos, Walter Matias Lopes, Leonardo Fernandes Nascimento e Cláudia Gonçalves Bispo. Eles prestaram depoimento na sede do Gaeco e depois foram encaminhados para o Quartel do Comando Geral da Polícia Militar (QCG), em Maruípe, Vitória. Todos são investigados pela prática, em tese, dos delitos de associação criminosa (art. 288 do CPB), atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública (art. 265 do CPB), apologia de fato criminoso (art. 287, CPB e 156, do CPM), motim/revolta (art. 149 do CPM), ameaças a autoridades (art. 147), dentre outros. Os integrantes do Gaeco já iniciaram a análise da documentação e equipamentos apreendidos e continuarão a realizar a oitiva de testemunhas e investigados. A deflagração da operação não obsta a conciliação e as negociações em prol de melhorias reivindicadas pela classe policial, já iniciadas por comissão mista formada perante a 3ª Vara de Fazenda Pública de Vitória, até porque as condutas criminosas sob apuração são contrárias aos interesses da categoria e atentatórias à sociedade capixaba. O nome da operação, “Protocolo Fantasma”, foi sugerido pela Corregedoria da PM, e faz referência a um dos filmes da série “Missão Impossível”, em que uma equipe investiga para tentar limpar o nome da instituição em que trabalha. Saiba mais A juíza da 4ª Vara Criminal de Vitória, Gisele Souza de Oliveira, deferiu um pedido feito pelo MPES, e autorizou que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), por meio da operação “Protocolo Fantasma”, realizasse o cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão em vários municípios da Grande Vitória. A ação, de acordo com o pedido do MPES, teve como principal objetivo a produção de provas para o processo criminal que visa identificar e punir os responsáveis pela fomentação dos movimentos que têm impedido a PMES de atuar no Estado de forma regular. Para o MPES, os relatórios de transcrição das conversas, juntados à petição protocolada na 4ª Vara Criminal, são a chave para descobrir de que maneira a suposta organização funciona. Em um trecho das conversas interceptadas e lançadas à petição, uma das pessoas investigadas, em uma ligação datada da quinta-feira (16/03), sustenta já ter passado nos batalhões, alegando, ainda, que os policiais estariam de acordo em fechar as unidades. Segundo os autos, a pessoa que dizia já ter acertado tudo com a polícia seria uma das líderes do movimento paredista. Além de afirmar já ter articulado com os batalhões para o inicio das possíveis paralisações, a pessoa suspeita de liderar o movimento também alegou que precisaria de mais mulheres nas ações de obstrução das unidades policiais. Ainda de acordo com o processo, uma reunião aconteceria na casa da investigada, para acertos acerca da atuação do grupo. Já em outra parte da conversa, a líder do movimento assumiu que, durante protesto realizado na quinta-feira (16/03), a atuação do grupo teria atrapalhado o trânsito no entorno da Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória. Ao fundamentar a decisão, a juíza destacou que “as consequências nefastas do movimento paredista da Polícia Militar em nosso Estado, culminaram com duas centenas de mortes, uma onda de saques e furtos a estabelecimentos comerciais, suspensão de aulas, da atividade comercial, do transporte público e até das atividades do próprio Poder Judiciário”, concluiu. A juíza Gisele Souza de Oliveira relatou ainda em sua decisão: “Nesse período, a sociedade capixaba ficou abandonada à própria sorte, com seus cidadãos trancafiados em suas residências, impedidos, pela onda de violência, de exercer o direito constitucional de ir e vir. Tratou-se de situação até então nunca experimentada, naquela dimensão, pela sociedade capixaba”. Disse ainda: “Aliás, creio não existir na literatura jurídica e nem na jurisprudência produzida pelos nossos tribunais, outro exemplo de situação que melhor encarne a justificativa de garantia da ordem pública, considerando essa como a necessidade de preservação da boa convivência social” . O processo tramitou em segredo de Justiça, mas a partir do início da “Operação Protocolo Fantasma”, a juíza quebrou o sigilo. Processo nº 0006726-26.2017.8.08.0024 Fonte: MPES.
Ministério Público desvendará ação criminosa por traz da “paralisação da PM Capixaba”?
Nesta segunda-feira (20), foi desencadeada a Operação Protocolo Fantasma pelo “Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – GAECO, com o apoio da Polícia Militar do Espírito Santo, por meio de sua Corregedoria, e da Força Nacional”. A ação transcorreu de forma transparente. Isso porque o MPES, na parte da manhã, publicou no portal da Instituição, a seguinte nota: OPERAÇÃO PROTOCOLO FANTASMA – NOTA PRELIMINAR O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – GAECO, com o apoio da Polícia Militar do Espírito Santo, por meio de sua Corregedoria, e da Força Nacional, realiza, na manhã desta segunda-feira (20/03), uma operação voltada ao cumprimento de quatro mandados de prisão, vinte e três mandados de busca e apreensão e dezessete notificações para depoimento, expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal de Vitória e tendo como alvos policiais militares, familiares de policiais e representantes de associações classistas. O GAECO investiga os integrantes de uma organização criminosa que, sob pretexto de reivindicar aumento salarial e outros benefícios aos policiais militares, vale-se de atentados contra serviços de utilidade pública, apologia a fatos criminosos, motim/revolta, ameaças a autoridades, dentre outros crimes. Diante dos elementos probatórios colhidos, as medidas cautelares acima descritas se mostraram indispensáveis. A deflagração da operação não obsta negociações em prol de melhorias reivindicadas pela classe policial, já iniciadas por comissão mista formada perante a 3.ª Vara de Fazenda Pública de Vitória, até porque as condutas criminosas sob apuração são contrárias aos interesses da categoria e atentatórias à sociedade capixaba. Durante o dia serão fornecidas outras informações. De fato as informações foram atualizadas, conforme se vê na publicação seguinte: Operação Protocolo Fantasma – atualização Considerando ser de extrema importância o esclarecimento dos fatos acerca do movimento que tem impedido a atuação efetiva da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), além de prevenir novas articulações que levem o policiamento do Estado a uma possível paralisação, a juíza da 4ª Vara Criminal de Vitória, Gisele Souza de Oliveira, deferiu um pedido feito pelo Ministério Público Estadual (MPES), e autorizou que o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), por meio da operação “Protocolo Fantasma”, realizasse o cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão em vários municípios da Grande Vitória. Quatro pessoas, tidas como principais articuladoras do movimento tiveram prisão preventiva decretada pela magistrada. O único item indeferido pela juíza foi o que trata da condução coercitiva dos investigados. Além do GAECO, a corregedoria da PMES e a Força Nacional também atuam na operação, iniciada na manhã desta segunda-feira (23).(SIC) […] A ação, de acordo com o pedido do MPES, tem como principal objetivo a reprodução de provas para o processo criminal que visa identificar e punir os responsáveis pela fomentação dos movimentos que têm impedido a PMES de atuar no Estado de forma regular. Ainda segundo o órgão ministerial, os relatórios de transcrição das conversas, juntados à petição protocolada na 4ª Vara Criminal, seriam a chave para descobrir de que maneira a suposta organização funciona. Em um trecho das conversas interceptadas e lançadas à petição, uma das pessoas investigadas, em uma ligação datada da última quinta-feira, sustenta já ter passado nos batalhões, alegando, ainda, que os policiais estariam de acordo em fechar as unidades. Segundo os autos, a pessoa que dizia já ter acertado tudo com a polícia seria a líder dos movimentos. Além de afirmar já ter articulado com os batalhões para o inicio das possíveis paralisações, a pessoa suspeita de liderar o movimento também alegou que precisaria de mais mulheres nas ações de obstrução das unidades policiais. Ainda de acordo com o processo, uma reunião aconteceria na casa da investigada, para acertos acerca da atuação do grupo. Já em outra parte da conversa, a líder do movimento assumiu que, durante protesto realizado na última quinta-feira (16), a atuação do grupo teria atrapalhado o trânsito no entorno da Praça Costa Pereira, no Centro de Vitória. Ao fundamentar sua decisão, a juíza destacou “as consequências nefastas do movimento paredista da Polícia Militar em nosso Estado, culminando com duas centenas de mortes, uma onda de saques e furtos a estabelecimentos comerciais, suspensão de aulas, da atividade comercial, do transporte público e até das atividades do próprio Poder Judiciário”, concluiu a magistrada. A juíza Gisele Souza de Oliveira relatou ainda em sua decisão: “Nesse período, a sociedade capixaba ficou abandonada à própria sorte, com seus cidadãos trancafiados em suas residências, impedidos, pela onda de violência, de exercer o direito constitucional de ir e vir. Tratou-se de situação até então nunca experimentada, naquela dimensão, pela sociedade capixaba”. Disse ainda: “Aliás, creio não existir na literatura jurídica e nem na jurisprudência produzida pelos nossos Tribunais, outro exemplo de situação que melhor encarne a justificativa de garantia da ordem pública, considerando essa como “a necessidade de preservação da boa convivência social” . Esse processo tramitou em segredo de Justiça e hoje, quando teve início a ”Operação Protocolo Fantasma”, a juíza quebrou o sigilo. Processo nº 0006726-26.2017.8.08.0024 Vamos aguardar o desfecho, para conhecermos as artimanhas e os verdadeiros artífices do episódio pretensioso. Fonte: MPES.
PM Mineiro tombado em serviço!
No vídeo destacado contém cenas do cortejo fúnebre do Sargento PM João José Machado Neto. A informação inicial foi publicada às 8h56min do dia 3 de março, pelo G1 – Grande Minas, relatando que: Um sargento da Polícia Militar foi baleado na noite deste sábado (4) em Jaíba, no Norte de Minas. O tiro atingiu a cabeça do sargento João José Machado Neto, que foi socorrido ao hospital da cidade, mas precisou ser transferido para a Santa Casa em Montes Claros. De acordo com as primeiras informações da PM, participava de uma operação Batida Policial no Bairro Morada do Sol para averiguar informações sobre a presença de homens em atitude suspeitas em uma rua do bairro. Ao descerem da viatura, os militares foram recebidos a tiros, vindos de um matagal; o sargento foi atingido. Os militares revidaram, mas devido à escuridão do local, não foi possível visualizar os autores envolvidos no crime. Os detalhes complementares sobre o falecimento do Sargento Machado e sobre prisões, efetivadas em consequência do episódio, foram publicadas no Blog da Renata, onde se vê que: O hospital Santa Casa confirmou a morte do sargento da Polícia Militar, João José Machado Neto. Ele morreu na tarde desta sexta-feira (17) na unidade hospitalar, onde estava internado há 12 dias, após ser baleado na cabeça durante uma ação policial em Jaíba, no Norte de Minas. A Santa Casa informou que o paciente teve uma parada cardíaca e faleceu às 13h. A Polícia Militar, informou que o sargento ingressou na corporação em outubro de 2007 e estava em Jaíba desde agosto de 2011. Machado participava de uma operação Batida Policial no Bairro Morada do Sol para averiguar informações sobre a presença de homens em atitude suspeitas em uma rua do bairro. Ao descerem da viatura, os militares foram recebidos a tiros, vindos de um matagal; o sargento foi atingido. Prisões O suspeito de atirar no sargento se entregou à Polícia Civil nesta quarta-feira (16). Marcos Vinícius Barbosa Silva, de 23 anos, estava com um mandado de prisão em aberto e se entregou acompanhado de um advogado. Ele não quis falar com a polícia sobre o caso e afirmou que só falaria diante de um juiz. Na quinta-feira (9), quatro jovens, suspeitos de terem ligação direta com Marcos Vinícius também se entregaram à Polícia Civil. O pai de um dos rapazes procurou a polícia afirmando que eles tinham intenção de se entregar e levou os policiais civis, da cidade de Manga e Jaíba, até uma estrada próxima ao matagal onde estavam sendo feitas as buscas pelos envolvidos, em Jaíba. Dois adolescentes, de 16 e 17 anos, chegaram a ser detidos em um táxi na MG-401, no dia 6. Eles afirmaram estar no local do crime, mas negaram serem os autores. Os menores foram entregues aos responsáveis após serem ouvidos na delegacia. Fonte: Textos: G1 – Grande Minas; Blog da Renata e vídeo: Blog Plantão Policial MG.
“Bola de verdade” e não garrafa pet para as crianças brincarem!
Foi noticiado, no portal da PMESP, na última sexta-feira (17), uma notável ação dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública daquela Instituição Militar Estadual. Eis a Nota publicada: Policiais estavam em patrulhamento pela região de Potunduva – Jaú, 27° Batalhão de Polícia Militar do Interior, quando perceberam que várias crianças estavam brincando de futebol com uma garrafa pet vazia. A equipe iniciou uma conversa com as crianças, que disseram que queiram muito ter uma bola de verdade para brincarem. De imediato, o Soldado CAVALCANTI e Soldado CARVALHO compraram uma bola e então doaram às crianças o presente, que emocionou a todos. Estes Policiais Militares realizaram o sonho daquele grupo de crianças carentes, trazendo não somente elas para perto do policial, como toda a sua família e vizinhos, que presenciaram tal ato de amor ao próximo. Parabéns aos Policiais. No vídeo destacado mostra que, no ano passado, em Birmingham, no estado do Alabama, Estados Unidos, policiais foram atender uma ocorrência de reclamação porque crianças jogavam bola num terreno propriedade de uma empresa de equipamentos para tratores. No local da ocorrência, verificaram que a empresa não se importava que as crianças utilizassem o terreno como se fosse um “campo de futebol” [ou de de pelada, como falamos por aqui]. Então, decidiram entrar nos times dos jovens jogadores de futebol da cidade. Um para cada lado. O policial Jordan Burke filmou a partida improvisada e postou o vídeo — que se tornou viral —, com a seguinte legenda: “Por favor, não liguem mais para a polícia para dizer às crianças que parem de jogar na rua […] O resultado será sempre este.” Fontes destacadas acima.
Solidariedade à pequena Lara!
O Soldado PM Joilson Miranda é um profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Serve na 67ª Companhia Independente de Polícia Militar — CIPM — da Polícia Militar da Bahia. Ele conta que leu, na Tribuna da Bahia, a notícia que reproduzimos parcialmente: A família de Lara Santana Monteiro, de 2 anos e 8 meses, têm passado dias de aflição, por ter dificuldades de comprar um leite especial para que ela possa se alimentar. A criança sofre de um tipo de alergia alimentar rara e não pode tomar tipos de leites comuns, nem ingerir alimentos com glúten e alguns tipos de açúcares e proteínas. Nem mesmo frutas a pequena Lara pode consumir. A ingestão desses alimentos lhe causa de fortes diarréias, além de diversos tipos de alergias e dermatites. A mãe da criança Fabiolla Cruz Silva, conta que até um ano e três meses conseguia através da prefeitura um tipo de leite para alimentar a filha. Porém, era leite que deve ser consumido até derminada idade e agora com quase três anos, Lara se alimenta de um outro tipo de leite especial que não está disponível para aquisição na rede pública de saúde. A garotinha toma o leite Neo Advance da marca Danone e a lata custa aproximadamente R$180. Fabiolla relata que esse leite só dura um dia e que a família conta com uma dificuldade imensa para comprá-lo pois não tem condições financeiras. Ela está desempregada e passa o dia em casa cuidando da filha enquanto o marido trabalha como operador de máquina de uma gráfica da cidade e recebe um salário de R$1.000. Com esses rendimentos, o esposo assume as despesas essenciais da casa e da família e pouco sobra para comprar o leite da filha. E, o Soldado Jonilson, continua: Vi o apelo da mãe no site de notícias daqui de Feira. De posse do endereço fui até a casa da garota, que fica na área da 67ª CIPM, juntamente com os colegas e falei que iria ajudar. Pedi autorização a mãe para divulgação de uma Rifa com o nome e o fato. Foi arrecadado mais de 2000 mil reais. O apoio foi de colegas da 67ª, de outras unidades, amigos e parentes e grupos de Corridas o qual participo. Parabéns ao Soldado Jonilson, amigos e profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública que participaram dessa ação maravilhosa para o alívio da pequena Lara Santana Monteiro e seus queridos familiares.
“15 anos do Proerd no Tocantins”!
Na comemoração dos 15 anos de implantação do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), no Estado do Tocantins, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública e parceiros tinham muitos motivos para se alegrarem. Os resultados são muito positivos, conforme podemos ver nos destaques apresentados a seguir: O evento realizado pela Polícia Militar ocorreu na manhã dessa sexta-feira, 17, no auditório do Palácio Araguaia, reunindo o chefe do Estado-Maior da PM, coronel Edvan de Jesus Silva, chefes de seções e comandantes de unidades da corporação, autoridades civis, policiais militares, instrutores do programa e convidados. Durante a cerimônia houve uma palestra motivacional, bem humorada e reflexiva, feita pelo superintendente estadual do Sebrae-Tocantins, Omar Hennemann, na qual foram abordados temas relacionados as relações interpessoais, a realização de sonhos, o aperfeiçoamento de talentos e o respeito às diferenças. Logo após, os alunos do coral do Proerd do 6º Batalhão (Taquaralto), sob a orquestra do cabo Rafael Pereira Rocha, instrutor do Proerd, realizaram a apresentação de uma música. A solenidade contou ainda com a entrega de homenagens de Amigo do Proerd ao chefe do Estado-Maior da PM, coronel Edvan, e à coordenadora estadual do programa, tenente coronel Silvânia Martins Benvindo Pacheco. Ainda com o intuito de homenagear os responsáveis pela execução do projeto, os instrutores pioneiros foram homenageados com placas alusivas à comemoração de 15 anos do programa, juntamente com a equipe de policiais militares do estado de Minas Gerais, tenente Alberto Nery Rocha, sargento Kerlston Bazílio dos Reis e cabo Soraya Érika Rodrigues Matoso, por terem ministrado uma atualização curricular do programa, que ocorreu durante esta semana. a coordenadora estadual do programa, tenente coronel Silvânia, o evento foi realizado com muito carinho e esforço para que os instrutores tivessem o devido reconhecimento pelo excelente trabalho desenvolvido pelo Proerd em todo estado. O evento marcou ainda a despedida da coordenadora que entra para as fileiras da reserva da corporação. “Sou muito feliz por ver o Proerd respeitado e reconhecido. Isso é fruto do mérito dos instrutores que há 15 anos trabalham com motivação e assim temos obtido excelentes resultados. Hoje comemoramos o atendimento de mais de 350 mil crianças. Estamos no caminho certo”, disse emocionada. O chefe do Estado-Maior, coronel Edvan, destacou ainda o comprometimento e esforço dos policiais militares que atuam diariamente como instrutores em sala de aula, com o intuito de conscientizar crianças e adolescentes na prevenção contra drogas e a violência. Para finalizar, os policiais militares/instrutores dançaram a música do Proerd, que foi tocada pela Banda de Música da Polícia Militar. Fonte: PMTO.
“Não atire o Pau no Gato”!
Notícia publicada, no portal da Polícia Militar do Estado do Pará, informa as seguintes ações dos profissionais de policia ostensiva e preservação a ordem pública ambiental: Na manhã desta sexta-feira (17), ocorreu o lançamento da Campanha “Não atire o Pau no Gato”, iniciativa do Ministério Público do Estado, por meio da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, em parceria com escolas municipais e do Batalhão de Polícia Ambiental. O evento tem como objetivo combater os maus tratos praticados contra animais; apresentar a cartilha educativa sobre maus tratos e lançar o concurso cultural que irá premiar alunos entre 7 e 9 anos que produzirem uma história sobre o tema da campanha. O aluno vencedor, seu professor e o diretor da escola serão anunciados no mês de junho, na programação do Ministério Público em comemoração ao Dia do Meio Ambiente. Durante a campanha, palestras serão ministradas nas escolas pelo Batalhão de Polícia Ambiental, através da Seção de Educação Ambiental. No evento, a Cabo Patrícia Andreia Oliveira ministrou uma palestra com o tema “A atuação do Batalhão de Polícia Ambiental na preservação do meio ambiente”. Animais silvestres resgatados pelo Batalhão foram expostos às crianças participantes como forma de sensibilizá-las para os danos causados pela manutenção de animais em cativeiro. A participação do BPA no evento foi realizada pela Tenente Geysa Correa com o apoio dos Sargentos C. Alves e Nunes. As crianças da Escola Estadual “Lar de Maria”, localizada no bairro de São Brás, participaram do evento e foram transportadas em um ônibus disponibilizado pelo Tenente Coronel Mauro Barbas, Comandante do Batalhão de Polícia Ambiental. Fonte:PMPA.
