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“Gaeco analisa material apreendido na Operação Protocolo Fantasma”.

Mais uma nota explicativa, com o nome destacado no título deste post, foi publicada, nessa terça-feira (21), no Portal do Ministério Público do Espírito Santo, onde foi destacado que:

O Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), informa que os trabalhos iniciados pela Operação “Protocolo Fantasma” continuaram na terça-feira (21/03) com a análise da documentação e equipamentos apreendidos na véspera. As quatro pessoas presas na operação, Ângela Souza Santos, Walter Matias Lopes, Leonardo Fernandes Nascimento e Cláudia Gonçalves Bispo, continuam no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar (QCG), em Maruípe, Vitória. Nos próximos dias, os promotores de Justiça integrantes do Gaeco realizarão a oitiva de testemunhas.

O MPES, por meio do Gaeco, com o apoio da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), por meio de sua Corregedoria, e da Força de Segurança Nacional, realizou na segunda-feira (20/03), a operação “Protocolo Fantasma” voltada ao cumprimento de quatro mandados de prisão preventiva (que não tem prazo e pode ser mantida enquanto houver motivo para a manutenção), 23 mandados de busca e apreensão e 17 notificações para depoimento, expedidos pelo Juízo da 4ª Vara Criminal de Vitória e tendo como alvos policiais militares, familiares de policiais e representantes de associações classistas.

O GAECO investiga os integrantes de uma organização criminosa que, sob pretexto de reivindicar aumento salarial e outros benefícios aos policiais militares, vale-se de atentados contra serviços de utilidade pública, apologia a fatos criminosos, motim/revolta, ameaças a autoridades, dentre outros crimes. Diante dos elementos probatórios colhidos, as medidas cautelares acima descritas se mostraram indispensáveis. A deflagração da operação não obsta negociações em prol de melhorias reivindicadas pela classe policial, já iniciadas por comissão mista formada perante a 3.ª Vara de Fazenda Pública de Vitória. Até porque as condutas criminosas sob apuração são contrárias aos interesses da categoria e atentatórias à sociedade capixaba.

Fonte: MPES.

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