“15 anos do Proerd no Tocantins”!
Na comemoração dos 15 anos de implantação do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), no Estado do Tocantins, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública e parceiros tinham muitos motivos para se alegrarem. Os resultados são muito positivos, conforme podemos ver nos destaques apresentados a seguir: O evento realizado pela Polícia Militar ocorreu na manhã dessa sexta-feira, 17, no auditório do Palácio Araguaia, reunindo o chefe do Estado-Maior da PM, coronel Edvan de Jesus Silva, chefes de seções e comandantes de unidades da corporação, autoridades civis, policiais militares, instrutores do programa e convidados. Durante a cerimônia houve uma palestra motivacional, bem humorada e reflexiva, feita pelo superintendente estadual do Sebrae-Tocantins, Omar Hennemann, na qual foram abordados temas relacionados as relações interpessoais, a realização de sonhos, o aperfeiçoamento de talentos e o respeito às diferenças. Logo após, os alunos do coral do Proerd do 6º Batalhão (Taquaralto), sob a orquestra do cabo Rafael Pereira Rocha, instrutor do Proerd, realizaram a apresentação de uma música. A solenidade contou ainda com a entrega de homenagens de Amigo do Proerd ao chefe do Estado-Maior da PM, coronel Edvan, e à coordenadora estadual do programa, tenente coronel Silvânia Martins Benvindo Pacheco. Ainda com o intuito de homenagear os responsáveis pela execução do projeto, os instrutores pioneiros foram homenageados com placas alusivas à comemoração de 15 anos do programa, juntamente com a equipe de policiais militares do estado de Minas Gerais, tenente Alberto Nery Rocha, sargento Kerlston Bazílio dos Reis e cabo Soraya Érika Rodrigues Matoso, por terem ministrado uma atualização curricular do programa, que ocorreu durante esta semana. a coordenadora estadual do programa, tenente coronel Silvânia, o evento foi realizado com muito carinho e esforço para que os instrutores tivessem o devido reconhecimento pelo excelente trabalho desenvolvido pelo Proerd em todo estado. O evento marcou ainda a despedida da coordenadora que entra para as fileiras da reserva da corporação. “Sou muito feliz por ver o Proerd respeitado e reconhecido. Isso é fruto do mérito dos instrutores que há 15 anos trabalham com motivação e assim temos obtido excelentes resultados. Hoje comemoramos o atendimento de mais de 350 mil crianças. Estamos no caminho certo”, disse emocionada. O chefe do Estado-Maior, coronel Edvan, destacou ainda o comprometimento e esforço dos policiais militares que atuam diariamente como instrutores em sala de aula, com o intuito de conscientizar crianças e adolescentes na prevenção contra drogas e a violência. Para finalizar, os policiais militares/instrutores dançaram a música do Proerd, que foi tocada pela Banda de Música da Polícia Militar. Fonte: PMTO.
“Não atire o Pau no Gato”!
Notícia publicada, no portal da Polícia Militar do Estado do Pará, informa as seguintes ações dos profissionais de policia ostensiva e preservação a ordem pública ambiental: Na manhã desta sexta-feira (17), ocorreu o lançamento da Campanha “Não atire o Pau no Gato”, iniciativa do Ministério Público do Estado, por meio da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, em parceria com escolas municipais e do Batalhão de Polícia Ambiental. O evento tem como objetivo combater os maus tratos praticados contra animais; apresentar a cartilha educativa sobre maus tratos e lançar o concurso cultural que irá premiar alunos entre 7 e 9 anos que produzirem uma história sobre o tema da campanha. O aluno vencedor, seu professor e o diretor da escola serão anunciados no mês de junho, na programação do Ministério Público em comemoração ao Dia do Meio Ambiente. Durante a campanha, palestras serão ministradas nas escolas pelo Batalhão de Polícia Ambiental, através da Seção de Educação Ambiental. No evento, a Cabo Patrícia Andreia Oliveira ministrou uma palestra com o tema “A atuação do Batalhão de Polícia Ambiental na preservação do meio ambiente”. Animais silvestres resgatados pelo Batalhão foram expostos às crianças participantes como forma de sensibilizá-las para os danos causados pela manutenção de animais em cativeiro. A participação do BPA no evento foi realizada pela Tenente Geysa Correa com o apoio dos Sargentos C. Alves e Nunes. As crianças da Escola Estadual “Lar de Maria”, localizada no bairro de São Brás, participaram do evento e foram transportadas em um ônibus disponibilizado pelo Tenente Coronel Mauro Barbas, Comandante do Batalhão de Polícia Ambiental. Fonte:PMPA.
O PROERD é ação fundamental na proteção da Infância de Adolescência.
Todos os esforços possíveis — para prevenir o crime e reduzir o medo das comunidades a quem servem — devem ser buscados pelos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. O Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) é um esforço que deve ser buscado e praticado em cada município brasileiro, a exemplo do que acontece em Sinop, no Estado do Mato Grosso. Nesse entendimento, no sentido de cooperar na formação de crianças e adolescentes sinopenses, foi noticiado nessa sexta-feira (17), pela Instituição Militar Estadual mato-grossense que: As aulas do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) começaram nesta semana em Sinop. No primeiro semestre de 2017, o programa vai beneficiar 300 alunos do 5º ano do Ensino Fundamental nas escolas da rede municipal. Por meio do 11º Batalhão da Polícia Militar (3º Comando Regional), o Proerd ensina as crianças os perigos e danos à saúde causados pela dependência química. Em 10 lições, em um total de 12 encontros, os instrutores vão mostrando como e por que dizer não às drogas e violência trabalhando a autoestima da criança e adolescentes. Nas aulas são apresentados diferentes estilos de respostas para vários modos de abordagens, desde a oferta de drogas para uso, que pode vir de amigos e desconhecidos, como de ingresso no tráfico. Também são abordadas questões como bullying, violência física, direitos e deveres, entre outras. Ministrado pela sargento PM Cristina Ferri, que atua no programa há vários anos, ao final do curso os alunos receberão certificado de conclusão. No ato de formatura os formandos ainda assumirão o compromisso de repassar os conhecimentos adquiridos para seus amigos e familiares. Eles também se comprometerão a ficar longe das drogas e da violência. Desde 2001, o 3º Comando Regional da Polícia Militar já formou 20 mil crianças incluindo o 5º e 7º ano do Ensino Fundamental. O Proerd é desenvolvido pela Polícia Militar em parceria com Prefeitura (Secretaria Municipal de Educação). Fonte: PMMT.
Fauna brasileira à margem da civilização!
A Gazeta de Uberlândia noticiou que: Na manhã desta quinta-feira (16), uma Jaguatirica pesando cerca de 15 quilos foi encontrada morta às margens da MGC 354, cerca de 2km de Presidente Olegário. A suspeita é de que o animal tenha sido atropelado ao tentar atravessar a rodovia durante a noite. As Jaguatiricas estão se tornando cada vez mais raras na região. Esse animal é o terceiro maior felino das Américas. A Jaguatirica adulta chega a medir um metro de comprimento e a pesar 16 quilos. Os machos são um pouco maiores que as fêmeas. Esta espécie de felino tem hábitos noturnos e solitários e se alimenta principalmente de mamíferos de médio e pequeno porte, como macacos, pacas e ratos, além de aves, répteis, peixes e invertebrados. As Jaguatiricas estão ameaçadas de extinção em diversas partes. No passado, o animal era caçado para a retirada da pele. Hoje, esses felinos são mortos por invadirem fazendas em busca de alimentos. Com a degradação do meio ambiente e as presas naturais cada vez mais escassas, as Jaguatiricas que ainda restam se arriscam em busca de alimentos. Os atropelamentos acontecem com certa frequência nesta região. Assim como neste caso, ao tentarem atravessar as rodovias, as Jaguatiricas são atingidas por veículos e acabam morrendo. Eis um alerta para os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública que atuam nas rodovias e na proteção da fauna brasileiras. Fonte: Gazeta.
Os 7 pecados da qualidade do serviço policial militar.
Os 7 pecados da qualidade do serviço policial militar. O vídeo ora destacado mostra a efetividade dos profissionais cariocas na prestação de serviços de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. A consequência do que foi realizado com oportunidade, eficiência e eficácia deixou, certamente, ambas as partes — prestador de serviços e destinatário dos serviços — muito satisfeitas. E, não é assim que deve ser feito? Assim, é oportuno destacar alguns deslizes que mais ameaçam os empreendimentos prestadores de serviços, públicos ou privados, que são denominados: “Os 7 pecados da qualidade do serviço”. Marcos Cobra denomina-os de apatia; dispensa; condescendência; automatismo; passeio; frieza e livro de regras. Imaginemos, caro(a) usuário(a) que você necessite de um serviço policial militar. Então, ligará para o telefone 190; ou enviará uma comunicação, via web; ou solicitará pessoalmente — ou por populares, a exemplo do que foi mostrado no vídeo —, a algum membro da PM; ou comparecerá à uma das unidades daquele órgão para solicitá-lo. Consequentemete será atendido por um(a) servidor(a) praticante do(s) seguinte(s) pecado(s): Primeiro Pecado: apatia No contato inicial, você percebe que é atendido(a) por um(a) profissional completamente apático. Do tipo: não tô nem aí! Quando o recomendável é que um(a) profissional da PM demonstre empatia antes, durante e após o atendimento de uma solicitação de serviço. Nesse caso, mesmo respostas negativas – porém sinceras, manifestadas com oportunidade – jamais desapontará o(a) solicitante do serviço, pois percebeu que foi atendido, em consequência do respeito e da atenção que lhe foi dispensada pelo(a) membro da PM. Se o atendimento correspondeu, ou não – ou excedeu – à expectativa do solicitante ele comentará – boca-a-boca – com outras pessoas. Mas, pior que a apatia é a dispensa! Segundo Pecado: dispensa A dispensa é consequência da desatenção verificada nas pessoas apáticas. Não há o mínimo interesse de um(a) membro da PM em saber o que um(a) solicitante necessita. Ora, se entrou em contato foi para solicitar. Se não é um trote — caso o meio do contato seja um telefone — é porque tem uma necessidade, um desejo a ser atendido pelo órgão público! Mas livrar-se de um(a) solicitante alegando faltas descabidas — não temos; não chegou; está fechado; só na parte da manhã… etc. — é dispensá-l(o)a sem nenhuma cerimônia e muita desconsideração. É não compreender ou não se colocar no lugar do outro. É criar uma situação antipática, deixando-se de ser simpático(a), o que é recomendável a um(a) prestador(a) de serviço público. Terceiro Pecado: condescendência A condescendência é outro deslize gravíssimo. Nada desagrada mais um(a) solicitante de um serviço quando é tratado(a) como se não soubesse do que necessita. Tratar um(a) solicitante de serviços como se fosse uma criança é condescender-se dele(a). Não é simpático(a), nem atencioso(a), nem respeitoso(a) o membro da PM que procede dessa maneira. A desumanização encontrada nos relacionamentos entre pessoas, nos últimos tempos, tem-se tornado muito natural! Quarto Pecado: automatismo Atender a um(a) pessoa sem com ela dialogar — ou tratá-la sem cortesia, ou de forma desatenta etc. — é realizar um atendimento robotizado. É possível, nestes tempos intensivos de tecnologia, um atendimento automatizado. Não é incomum um diálogo entre duas pessoas sem que se olhem uma para outra. A pessoa concentra-se numa tela de um celular, Ipad, IPhone etc. e conversa com outra pessoa. Trata-a, simplesmente com desrespeito e atenção. É um comportamento deselegante. Podemos denominá-lo de automatismo que deve ser evitado por um(a) atendente de um(a) solicitante de serviço público. A pessoa, por mais exaltada que esteja, sentirá acolhida, respeitada e disposta ao diálogo, diante de um bom dia(!); boa tarde(!), posso ajudá-lo(a)(?) etc. Quinto Pecado: passeio Nada mais desagradável para uma pessoa do que, ao solicitar um serviço, ser considerada um “passeio”. Ocorre um “passeio” quando uma pessoa, após solicitar uma informação ou serviço, é transferida de uma seção para outra e depois para outra e outra… É muito frequente, nas solicitações telefônicas, ou mesmo em atendimentos presenciais. No “passeio”, quando caracterizado que um(a) membro da PM não se interessa pelo problema que motivou o contato do(a) solicitante, não é o(a) atendente que fica desacreditado. É a credibilidade da instituição que fica comprometida. Sexto Pecado: frieza Normalmente, quando um(a) solicitante de um serviço dirige-se à PM, conforme ressaltado, é porque está com um problema sério. Por isso, um atendimento inicial cordial e atencioso estabelecerá um clima de confiança. Há caso de um atendimento inicial de maneira diversa ter consequências desagradáveis. Não há respeito por parte de um(a) membro da PM, mas não lhe falta motivo para exigir o respeito de um(a) solicitante. Este ficará facilmente irritado, quando tratado com frieza, indiferença ou hostilidade etc. Além disso, contará a outras pessoas — boca-a-boca — afirmando que foi maltratado pela PM e não por um profissional relapso. Sétimo Pecado: livro de regras A falta de argumentos, competência, ou mesmo de disposição de um(a) membro da PM, durante um atendimento, tem sido atribuída ao Livro de regras, ou “ o regulamento”, ou “o chefe”, ou “o homem”, ou “a mulher”. Assim, durante um atendimento, um(a) profissional, ao invés de consultá-los, em busca de apoio, para concluir um atendimento devido a um(a) solicitante, prefere transferir-lhes a culpa, ao invés de assumir o papel de mau atendente. Afinal, as pessoas se sentem cada vez mais empoderadas. O(a) profissional de polícia ostensiva e preservação de ordem pública deve considerar e aproveitar essa situação. Deve lembrar que, na maioria das vezes, o equacionamento e/ou encaminhamento de um serviço será muito otimizado com a participação efetiva das pessoas, no local da ocorrência, sejam solicitantes ou não. Pense nisso!
Sargento PM Maranhense tombado no cumprimento do dever!
Os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, do Maranhão, lamentam entristecidos, a perda do 3º Sargento PM Ozienne. Na Nota de Pesar do Comando daquela instituição militar estadual, encontramos: O comando da Polícia Militar do Maranhão juntamente com seu corpo de Oficiais, Praças e funcionários civis, lamentam a morte do 3º Sargento PM Ozienne Silva Queiroz, ocorrida nesta manhã (14). O sargento Queiroz tinha 34 anos, e ingressou nas fileiras da Polícia Militar em 18 de junho de 2007, estava na corporação há 09 anos, detentor de comportamento excepcional, comandante da Equipe Águia e atualmente encontrava-se lotado no 16º Batalhão de Policia Militar do Maranhão em Chapadinha. O policial Militar deixa um legado de bons serviços prestados à Polícia Militar e a sociedade Chapadinhense, homem honrado, destemido, e acima de tudo amava ser Policial Militar, é exemplo de Pai, Marido, Filho, Irmão, amigo, um ser humano dotado de bondade e de amor ao próximo, seu legado ecoara na vida de todos aqueles que tiveram o prazer de seu convívio. O Policial Militar Ozienne Queiroz não estava de serviço, mas se movia pela missão de proteger a sociedade quando foi assassinado por um disparo de arma de fogo. Que seja feita a vontade de DEUS. Reconfortemo-nos nisso e nas lembranças do saudoso Sargento Queiroz, sempre disposto, alegre e vibrante em qualquer momento e em qualquer chamado. Fonte: PMMA.
Subtenente da PM Baiana e familiares foram encontrados mortos!
A Polícia Militar da Bahia noticiou, nesta quarta-feira (15) e quinta-eira (1) a seguinte: NOTA DE PESAR A Polícia Militar da Bahia lamenta, com imenso pesar, a morte do subtenente Cláudio Guimarães Müller de Azevedo, 43 anos, nesta quarta-feira (15). Os corpos do militar, da esposa dele e do filho do casal foram encontrados no interior do apartamento em que a família morava no Loteamento Aquarius, em Salvador. A causa das mortes será investigada pela Polícia Civil. O subtenente Cláudio Guimarães Müller de Azevedo era lotado na 35ª CIPM e há 18 anos integrava as fileiras da corporação. A Polícia Militar da Bahia informa que o sepultamento do subtenente Cláudio Guimarães Müller de Azevedo será realizado às 14 horas desta quinta-feira (16), no Cemitério Bosque da Paz, Sala 5, em Salvador. Fonte: PMBA.
Profissional de Polícia Ostensiva foi agredida, enquanto pedalava!
Neste domingo (12), 0 Jornal O Globo noticiou que: A coronel Andréia dos Santos Ramos, da Polícia Militar, foi esfaqueada na manhã de ontem, durante tentativa de assalto em trecho da Ciclovia Tim Maia na altura do Elevado do Joá. Ela é oficial do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da PM (Cfap), e, segundo informações do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes), foi abordada por um suspeito que portava uma faca enquanto pedalava. Andréia, que sofreu ferimentos no braço e na perna, foi socorrida por um grupo de ciclistas, antes da chegada da PM e dos Bombeiros. Ela foi levada para o Hospital Miguel Couto, onde foi atendida e, em seguida, liberada. O suspeito fugiu. De acordo com o Major Ivan Blaz, Relações-Públicas da Polícia Militar, a coronel passa bem: — Infelizmente, ela foi mais uma vítima dos criminosos que atuam em pontos turísticos e áreas de lazer. Geralmente, são menores utilizando armas brancas, com rotas de fuga e evasão rápidas. Há muitas comunidades naquela área. Na cidade do Rio de Janeiro, pratica-se o policiamento de bicicletas, em várias pontos de concentração de pessoas. A localidade indicada na reportagem é um espaço que deve ser analisado, pelas forças de segurança pública, para receber esse tipo de policiamento, a fim de prevenir situações igual a que vitimizou a oficiala. Além disso, há muitas reclamações sobre a falta de segurança, dentre outras, conforme se vê na reportagem, destacando-se as seguintes: “Esse é o Rio! Estamos atendendo uma moça que acabou de ser esfaqueada na ciclovia que liga a Barra a São Conrado. Treino interrompido para prestar ajuda a mais uma vítima da violência”. […] — Nos últimos quatro meses, vi apenas uma vez uma dupla de guardas municipais percorrendo o local. A ciclovia neste trecho tem uma paisagem linda, mas os ciclistas são presas fáceis. […] — Não temos policiamento dedicado exclusivamente àquele equipamento público, que recebe patrulhamento da Guarda Municipal, mas temos viaturas passando constantemente, principalmente nos fins de semana. No fim da tarde de ontem, O GLOBO foi ao local e não encontrou nenhum tipo de patrulhamento. Apenas uma viatura da PM estava na entrada do túnel, próximo ao local do crime. […] Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que, em 2016, foram registrados 179 casos roubos de bicicletas em todo o estado. Em janeiro deste ano, foram registrados oito episódios, contra 21 do mesmo período em 2016. Para o triatleta e presidente da Comissão de Segurança no Ciclismo, Raphael Pazos, os casos de roubo de bicicletas no Elevado do Joá estão ligados à interdição de trecho da ciclovia Tim Maia, em razão do acidente que provocou a morte de duas pessoas, ano passado. […]
PM Capixaba tombado em serviço!
A Polícia Militar do Espírito Santo lamenta e informar a morte do Cabo Ricardo Luis Costa. Foi comunicado pela Polícia Militar do Espírito Santo que: No dia 11 de março, o Cabo Ricardo, pertencente a 1ª Companhia do 4º Batalhão, sofreu um infarto enquanto praticava atividades físicas na Praia da Costa. O cabo Ricardo chegou ser atendido por uma unidade do Samu, no local. O corpo do cabo será velado na capela anexa a Igreja Católica, no bairro Ibes, em Vila Velha, a partir das 8h deste domingo (12). O sepultamento será no cemitério no centro de Vila Velha às 15 horas. Fonte: PMES
Programa de Conscientização da Comunidade e Polícia, na Austrália.
O Comissário Andrew P Scipione e a Subcomissária Catherine Burn, da The NSW Police Force , autorizaram a divulgação do das atividades do Sexto Programa de Conscientização da Comunidade para com a Polícia (CAPP). O Comissário Burn destacou que: Através do CAPP, que se tornou um recurso inestimável, temos visto a liderança das escolas passar para suas comunidades. No CAPP deste ano, que que começa hoje, os líderes comunitários e representantes das mais diversas ocupações profissionais terão a oportunidade de obter uma visão única sobre as realidades do policiamento. O programa, iniciado em 2010, tem atraído líderes religiosos, atores, políticos, jornalistas, representantes organizações sem fins lucrativos, inclusive, internacionais e outros serviços de emergência. Ele foi projetado para ajudar a promover relacionamentos, remover quaisquer barreiras entre a polícia e a comunidade e continuar a educar o público à medida que o policiamento moderno evolui. O evento de três dias começará hoje (sexta-feira, 10 de março de 2017) com um cenário de crime simulado; demonstrações de ações de preservação da ordem pública e do Esquadrão Anti-Motim, além de cenas de busca e salvamento pelo Comando da Área Marítima. Outros cenários de treinamento de motoristas de polícia e manifestações da Unidade de Operações Táticas continuarão na Academia de Polícia da Austrália, em Goulburn, amanhã (sábado, 11 de março de 2017). No último dia os participantes assistirão demonstrações sobre as atividades de polícia técnica, na área de balística, desenvolvimento dos processos judiciais e o trabalho dos agentes da psicologia forense. A subcomissária da Polícia Australiana, Catherine Burn (foto), destaca que o programa permite que os membros do público experimentem o policiamento sob todas as perspectivas, isso porque: Desde 2010, o programa tem recebido mais de trezentos membros da comunidade, com o objetivo de abrir nossas portas para fornecer uma visão rara sobre o que os policiais fazem todos os dias, incluindo por que certas decisões são tomadas em circunstâncias frequentemente difíceis. Policiamento é muitas vezes visto publicamente como oficiais patrulhando as ruas, parando veículos em nossas estradas, e assistir a cenas de crime. O programa CAPP fornece uma compreensão mais profunda do que a polícia faz – a partir de operações de busca e salvamento, processos judiciais e negociações; Ao policiamento da água e do ar, às respostas de desastres naturais, à educação dos jovens através das escolas e ao recebimento de chamadas de Triple Zero (000). Esses momentos são cada vez mais importantes para continuarmos a construir fortes relações de confiança entre a polícia e a comunidade. Dentre os participantes da CAPP de 2016 foram destacados: – Darren Bark, Diretor, Departamento de Justiça de NSW – Graham Ross, CEO Ross Grupo de Empresas Hortícolas, Autor, TV e Radio Broadcaster, Diretor de Tour, Presidente e Fundador Australian Garden Council – Tony Martin, Ator – Tony Harris, Chefe de Operações e Grandes Eventos, Australian Rugby Union – Janet Fife-Yeomans, repórter-chefe, The Daily Telegraph – Kathy Kelly, Diretor / Co-Fundador Thomas Kelly Youth Foundation – Wayne Gleeson, ex-vice-diretor Woolooware High School, NSW Sentencing Council – Jessica Kidd, Jornalista, Australian Broadcasting Corporation – Alex McKinnon, jogador aposentado de NRL, embaixador de NRL – Arcebispo Anthony Fisher OP, Arquidiocese Católica de Sydney, Arcebispo de Sydney – Daniel Tong, Editor-Chefe, The Australian Chinese Daily – Cathy Wilcox, Cartunista, Media Fairfax – Kona Koon Doe, Trabalhador de Apoio à Deficiência, NSW Health, Refugee Advocate – Kent Ross, Diretor Executivo do Ross Group of Horticultural Companies – Peter Connelly, Secretário Adjunto, Departamento de Justiça de NSW – Teigan Power, Professora de Escola Primária, Primária de São Bento, Edgeworth – Cheryl-Anne Moy, A / Comissária Adjunta, Força da Fronteira Australiana. Fonte: The NSW Police Force.
