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A simpática mulher chinesa que derrotou “a gigante Uber”

  A chinesa com um sorriso discreto, destacada na foto acima, é Jean Liu, a simpática mulher chinesa que derrotou “a gigante Uber”. Jean Liu, segundo a Rádio França Internacional (RFI) é uma “executiva de 40 anos” e “filha de Liu Chuanzhi, o fundador de Lenovo, líder mundial dos PCs, que entrou para a história ao comprar parte da IBM”. Antes de tornar CEO do “Grupo Didi”, e a despeito “de ter um pai famoso no mundo dos negócios”, Jean Liu “começou sua carreira nos bancos em Nova York”. E, na busca do reconhecimento de seu notável talento, caminhando com suas próprias pernas, personificando uma Workaholic, quando trabalhou, no início de sua carreira, “mais de 100 horas por semana”, a fim de “mostrar que era capaz de vencer sozinha”, conta a RFI. Jean Liu venceu e tornou-se “diretora para a Ásia do banco Goldman Sachs,” pilotando “o grupo com mão de ferro.” Destacou-se, pois foi capaz de combinar “o espírito de competição capitalista e os valores chineses, encarnando o aumento do poder tecnológico da segunda economia mundial”, a reportagem ressalta, ainda, que, após regressar à “China, Jean investe essa ambição em um novo projeto: a direção da startup Didi Chuxing. A empresa é fruto da fusão entre dois aplicativos locais de gestão de serviços de taxi, que decidiram se unir para recuperar o terreno que o Uber vinha conquistando no país.” Destacou-se, também, que o Grupo Didi, além dos negócios “transporte de pessoas”, “atua na entrega de comida, possui postos de gasolina e oficinas mecânicas, e tem seu próprio sistema de seguros.” Na batalha travada para a conquista do significativo mercado chinês, a Uber teria jogado “a toalha após ter gasto mais de US$ 1 bilhão. Isso porque ” Didi aproveitou o instante de fraqueza do Uber e se ofereceu para assumir as operações da empresa no país, em troca de uma participação no capital do aplicativo americano […]” Sobre a batalha travada, a reportagem evidencia também que: A transação aconteceu no momento em que o gigante americano já havia gasto mais de US$ 1 bilhão e penava para se implantar no maior mercado online do mundo. Desde que absorveu o Uber, o aplicativo tem praticamente o monopólio do mercado chinês, com 500 milhões de usuários. E esse sucesso se deve ao fato de que a Didi, que se apresenta como “a maior plataforma móvel de transporte no mundo”, conhece melhor os hábitos dos chineses que o partido comunista, explica o texto. Principalmente graças ao sistema de dados coletados durante as 30 milhões de corridas diárias, em 400 cidades diferentes, ao ponto de servir de consultora para o governo sobre temas ligadas ao tráfego na China, um dos principais problemas das metrópoles do país. Hoje, o grupo tem 10 mil empregados, metade deles engenheiros ou especialistas de big data, pontua a revista. O grupo Didi ainda não gera lucros, e pretende fazer sua entrada na Bolsa de Valores apenas no ano que vem. “Para seduzir os investidores, a empresa deve continuar crescendo”, analisa o texto. Por enquanto essa vontade se manifesta por meios das parcerias com os antigos rivais do Uber, como Brab e Lyft na Ásia ou a estoniana Taxify, na Europa. Mas a gigante chinesa também está de olho em novos mercados, como o brasileiro, pois comprou o aplicativo 99, além de ter se lançado com seu próprio nome na Austrália, México e prepara sua chegada no Japão, completa a reportagem da revista francesa Le Point. Com as informações da RFI e Le Point

As Contas do Inativo, as Contas da Previdência e a Retórica do Estado

  João Antônio, o filho mais velho de um casal, nascido no interior de um determinado Estado Brasileiro, era um militar que teve a grata alegria de nascer numa família de militares estaduais, seus avós, tios, primos e sobrinhos passaram pela mesma Instituição Militar Estadual. Hoje, na reserva da Instituição Militar Estadual, João Antônio compreende o dilema enfrentado pelos seus amigos, pares e subordinados, eles têm o sentimento de que algo estranho e de difícil enfrentamento se avizinha no horizonte da incerteza. João Antônio, contribuiu durante a sua situação ativa na Instituição com o percentual de 11,5% do seu salário bruto para o seu Seguro Social, também conhecido como Previdência Social, de cunho obrigatório pois assim o diz a Constituição Federal do Estado Brasileiro, a sua Pátria Natal e hoje na situação de inatividade, continua a contribuir com a Previdência Social, no percentual de 8,0%. João Antônio cumpriu o seu papel constitucional, se esforçou e construiu o seu capital intelectual, emprestando-o de forma profícua ao serviço da sociedade e na defesa do cidadão. Aproveitando as oportunidades, galgou os postos que lhe foram apresentando e por opção, antecipou a passagem para a inatividade, recolhe os impostos devidos ao Estado Brasileiro na forma definida em Lei, principalmente o Imposto de Renda, na alíquota de 27,5%. João Antônio , aprofundou os seus conhecimentos, vivenciou situações diferentes e incorporou ao seu currículo outras informações, principalmente a que, referindo-se ao direito tributário, expressa a apropriação do Imposto de Renda do servidor estadual, como parte da receita orçamentária do Estado instituidor da sua Instituição Militar Estadual, ou seja, o Imposto de Renda Retido na Fonte do militar, fica na conta do próprio Estado e não é depositado na conta da Receita Federal, havendo um encontro de contas somente após a apresentação da Declaração de Ajuste Anual à Receita Federal, a Autoridade Tributária e única legalmente hábil a dirimir dúvidas sobre situação tributária e que tem o poder corregedor em matéria tributária. João Antônio também sabe que a carga tributária no Brasil é alta, se comparada ao retorno em produtos e serviços ofertados pelo Estado Brasileiro, chegando a 32,0%. Sabe também, que existem cargas maiores e menores e que o peso bruto da carga tributária não corresponde ao índice de retorno ao bem-estar da sociedade brasileira. A incerteza que se paira está afeta à questão da Previdência Social, há um sentimento de que o problema é de todos e que todos somos responsáveis pelo déficit previdenciário e que fomos nós que o produzimos. João Antônio sabe que o inativo da Instituição a que pertence, têm um sentido de pertença em relação à essa Instituição e nesse pertencimento, assume para si, uma responsabilidade que não criou, que não é sua responsabilidade solucionar e que não tem solução a partir de uma possibilidade de transferência de responsabilidade. A Previdência Social é um Seguro Social, previsto na Constituição Federal e de responsabilidade de desembolso pelo Estado. Não obstante todo o questionamento sobre a Previdência Social e o salário do inativo – o benefício previdenciário, tem-se a partir das informações já descritas, um pequeno arranjo para descrever a retórica, não se trabalha com valores expressos em moeda corrente, mas com pontos percentuais do total do salário que o Estado expressa como sua responsabilidade, a partir da obrigação criada como benefício decorrente do Seguro Social. O benefício previdenciário do João Antônio, ou seja o valor da sua aposentadoria, são 100,00 pontos percentuais – aqui trataremos pela forma p.p.. Durante o serviço ativo, João Antônio contribuiu para a Previdência Social ao Estado Mantenedor da sua Instituição com 11,5 pontos percentuais – p.p., ou seja, João Antônio desembolsou ao Seguro Social parte do benefício a que tem direito na Inatividade. Se o salário do João Antônio são 100,00 p.p. e contribuiu com 11,5 p.p. a responsabilidade no desembolso do Estado são 88,5 p.p. resultado da diferença entre o benefício previdenciário auferido e a contribuição previdenciária obrigatória na atividade, em números matemáticos absolutos: 100,0 – 11,5 = 88,5. Se levarmos em consideração que o João Antônio , na inatividade, continua a contribuir com a Previdência Social em 8,0 p.p., temos que o desembolso do Estado não será de 88,5 p.p. mas o resultado da diferença entre esse valor e a contribuição como inativo, ficando dessa forma a obrigação do desembolso do Estado em 80,5 p.p. em números matemáticos absolutos: 88,5 – 8,0 : 80,5. Continuamos a construir o desembolso do Estado para chegarmos ao número real de pontos percentuais do benefício a que João Antônio aufere do Estado. Com a tabela do Imposto de Renda, na forma progressiva, após a apresentação da Declaração de Ajuste Anual, tem que João Antônio pagou a alíquota efetiva de 20,0 p.p. de Imposto de Renda que ficou nos cofres do Estado Mantenedor da sua Instituição, assim continuando com a descrição do benefício previdenciário, temos que abater ao valor até agora apresentado, a alíquota efetiva do Imposto de Renda Retido na Fonte, em números matemáticos absolutos: 80,5 – 20,0 : 60,5. O valor de 60,5 p.p. como o desembolso do Estado em relação ao benefício previdenciário do João Antônio, ainda não é o valor efetivo, pois temos que aplicar a esse valor o custo tributário decorrente das arrecadações que Estado fará nos produtos e serviços que se consomem do próprio Estado e do setor privado que recolhe os impostos em nome do Estado. Como a alíquota no Brasil, do custo tributário é de 32,0 p.p., multiplicando-se o valor do desembolso do Estado pelo custo tributário, temos 19,36 p.p. como custo tributário do desembolso do Estado, assim 60,5 p.p. desembolso do Estado, menos 19,36 p.p. do custo tributário, chegamos ao desembolso efetivo do Estado em relação ao benefício previdenciário recebido como salário do inativo, em 41,14 p.p.. Ou seja, para cada R$ 100,00 de salário da inatividade, legalmente conhecido como benefício previdenciário da aposentadoria por tempo de contribuição, que o Estado alega desembolsar para custear a Previdência Social dos Inativos, apenas R$ 41,14 não pertence efetivamente ao Estado, não retornando

PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS MILITARES: A IGNORÂNCIA DOS LEIGOS E A VERDADE DOS FATOS

  Todo homem, dentro das suas expectativas, tende a maximizar os seus objetivos econômicos, aquele homem que detêm alguma forma de conhecimento a transforma na sua capacidade de entender o mundo e extrair dele as melhores oportunidades de vida. A experiência nada mais é do que a sua interpretação do ambiente a partir de conhecimentos anteriormente agregados. Essa experiência é particular a cada ser humano, porque cada ser humano absorve uma quantidade de conhecimento e essa absorção é inerente aos cruzamentos de informações que o seu cérebro é capaz de processar e acumular como novo conhecimento. Assim, um homem melhor, obviamente produz um conhecimento melhor e produzindo melhor conhecimento, o seu custo é por consequência, maior. No setor público o valor agregado desse homem é o conhecimento que ele utiliza para dar soluções às demandas do cidadão em relação às obrigações do Estado para com o administrado. Dentre as várias possibilidades de maximizar os seus objetivos econômicos e construir uma economia que permita ao homem não só transferir dinheiro ao Estado – através de impostos, taxas e contribuições de melhorias – mas sobretudo usufruir dessa transferência de recursos ao Estado, está a Previdência Social que é um instrumento de construção de um seguro social que obriga ao Estado uma contrapartida, mas o que vem a ser essa contrapartida, ela é o compromisso do Estado em relação ao cidadão que ajudou e/ou ajuda a construir o Estado. Atenção que a expressão Estado não se resume a interpretação Unidade Federativa e sim ao Estado Brasileiro, composto pelos poderes Centrais, Regionais e Locais, cuja essência da transformação da obrigação constitucional do Estado, em serviços produzidos aos administrados é a ação do seu funcionário público – o servidor do cidadão. A Previdência Social, por ser um seguro social criado pelo Estado, é de contribuição obrigatória e não opcional, conforme a Constituição Federal da República Federativa do Brasil, impondo a todos os trabalhadores brasileiros a obrigação contributiva que assegura ao cidadão o acesso aos benefícios previdenciários. Os trabalhadores do setor privado sujeitam-se ao Regime Geral da Previdência Social e os trabalhadores do setor público, aos regimes estatutários construídos por leis, havendo a possibilidade de o setor público contratar servidores pelo Regime Geral da Previdência Social. A Previdência Social não cuida da Saúde e nem tampouco da Assistência Social, a Previdência Social cuida do Seguro Social, bancado com as contribuições mensais que cada trabalhador paga com desconto direto na sua folha de pagamento. A Saúde é obrigação do Estado e constitucionalmente é ofertada gratuitamente pelo Estado, não há descontos para tal fim nas folhas salariais dos servidores para um serviço de acesso universal ofertado pelo Estado. A Assistência Social é uma manifestação do Estado do Bem-Estar Social, onde aquele cidadão que em nada contribuiu para a formação do Estado, recebe um benefício de prestação continuada, tecnicamente, em todos os demais países do mundo, a Assistência Social está na Conta Tesouro e não na Conta Previdência Social. A Previdência Social é o seu Seguro Social, ela é a propaganda que o Estado fez para você e para todos os trabalhadores sujeitos a ela e que contribuem de forma obrigatória – preceito constitucional da Contribuição ao Regime de Proteção Social, conhecida dentro do direito tributário e que cria uma obrigação do Estado para todas aquelas pessoas que estejam na qualidade de segurado do Seguro Social, seja no setor privado o conhecido Regime Geral da Previdência Social, seja nas forças militares – particularmente no Estado de Minas Gerais o Instituto de Previdência dos Servidores Militares-, seja para os demais servidores civis que em Minas Gerais sujeitam-se ao Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais. O Seguro Social, que no setor privado é gerido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, no Estado de Minas Gerais para o servidor civil o Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais – IPSEMG e para o servidor militar o Instituto de Previdência dos Servidores Militares – IPSM é a aceitação pelo Estado de que a sua contribuição previdenciária – forma de arrecadação pelo Estado, de tributo que em contrapartida assegura ao cidadão que sofreu o desconto previdenciário obrigatório, os direitos à aposentadoria – seja por tempo de contribuição ou invalidez – e a pensão aos seus dependentes na forma da lei. A Constituição Federal, em momento algum, ao criar a Previdência Social e a obrigação de contribuição pelo segurado, impõe ao segurado a responsabilidade pelo gerenciamento do fundo que vai gerir os recursos arrecadados e nem tampouco o responsabiliza pelo má gestão do fundo, e nem tampouco explicita em seu texto que o gestor do fundo tem a opção de pagar ou não aquele segurado que já adquiriu o direito. A Constituição Federal, ao criar o Seguro Social, quis dizer que o segurado não tinha a opção de contribuir ou não ao Regime de Previdência Social, ela a Constituição Federal cria a Previdência Social como forma impositiva de contribuição pelo Segurado e assegura o direito, cabendo ao Fundo da Previdência Social gerir os recursos e pagar os benefícios que os segurados possam vir a ter. Não se discute aqui se tem ou se não tem recursos, não se discute se há ou não orçamento que comporte as despesas, não se discute o peso da Previdência Social, pois só um incauto não saberia que em determinado momento as contas não fechariam. Mas por que as contas não fecham? Esta é uma pergunta que não precisa ser respondida, até mesmo porque não se paga um seguro com a obrigação de fazer aporte à indenização, quando se contrata um seguro, há o risco e pode ocorrer dele ser utilizado de forma favorável ao tomador ou aos seus dependentes logo após a carência legal ou de ser desfavorável ao tomador ou aos seus dependentes pelo fato gerador ser anterior ao período de carência. Pense bem, como construção de uma imagem, se o Estado Brasileiro – a União – resolve dividir o Estado de Minas Gerais – Unidade Federativa –

Cala-se, para o mundo, um ícone da Música Gospel, Rhythm&Blues e Soul

  Faleceu em Detroit, no Michigan – USA, neste 16 de agosto de 2018, aos 76 anos, Aretha Louise Franklin, conhecida como a Rainha do Soul. Nascida em Memphis, no Tennessee – USA, aos 25 de março de 1942, filha de Barbara Siggers e Clarence LaVaughn Franklin, um pregador itinerante de Igreja Batista. Casada com Glynn Turman (de 1978 a 1984) e, depoism com Ted White (de 1961 a 1969), Aretha Franklin, com quem teve os filhos: Ted White Jr., Kecalf Cunningham, Clarence Franklin, Edward Franklin. Dos dois aos quatro anos, residiu familiares em Búfalo e Nova York. Ainda com quatro anos, mudou-se com a família para Detroit que seu pai constrói sua própria congregação, a New Bethel Baptist Church e obteve reconhecimentos de respeitável liderança americana, conforme se vê nos vídeos “Rev. C.L. Franklin Tribute: Pt1 e Pt2“. Sobre o legado de Aretha Franklin, tem-se, na Wikipedia as seguintes informações: Franklin recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em 1979. Em 1987, tornou-se a primeira artista feminina a entrar para o Rock and Roll Hall of Fame. Dois anos antes, o governo do Michigan havia decretado sua voz como um “fenômeno natural”. Em 1991, foi premiada com o Grammy Legend Award por “sua contribuição para a música” e quatro anos depois, recebeu uma medalha do Kennedy Center, uma das mais prestigiadas instituições de arte do país. Em 2005, o então Presidente George W. Bush condecorou Franklin com a Medalha Presidencial da Liberdade por “seus serviços aos Estados Unidos”.No mesmo ano, a artista foi incluída no UK Music Hall, tornando-se a segunda artista feminina a conseguir tal reconhecimento; (a primeira havia sido Madonna). Uma artista de grande quilate, Aretha já foi descrita também como “A voz do Movimento dos Direitos Civis”, “a voz da América Negra” e “um símbolo da igualdade racial”.A revista Rolling Stone a considerou uma entre “os 10 maiores artistas musicais” e a 1ª na lista dos “Maiores Cantores de Todos os Tempos”. Em 2011, após recuperar-se de uma cirurgia, Aretha foi homenageada pelas cantoras Christina Aguilera, Florence Welch, Jennifer Hudson, Martina McBride e Yolanda Adams na cerimônia do Grammy Awards. Assista ao vídeo abaixo, com 4.866.322 visualizações (até a publicação deste post) e veja porque Aretha Franklin emocionou o Presidente Obama. >

Desrespeitada, Fabiane era mulher e soldado da Polícia Militar Paulista

  Desrespeitada, Fabiane era mulher e soldado da Polícia Militar Paulista e foi encontrada morta. Mas, até quando continuará a violência desvairada contra a mulher? A mídia nacional se posiciona contra toda e qualquer violência. Os autores dos textos, não sem razão, na maioria das vezes, carreiam-lhes sentimentos próprios de completa indignação, quando a violência é contra a mulher ou criança. Mas, parece que essa verdade não prevaleceu, quando se lê um texto publicado recentemente, descrevendo, provavelmente, os últimos momentos da soldado Juliane dos Santos Duarte, enterrada no Cemitério da Vila Euclides, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Ela foi desrespeitada, Fabiane era mulher e soldado da Polícia Militar Paulista e encontrada morta. Ao registro policial, conforme se sabe, aquele matutino assume que teria tido acesso e consentiu na publicação de informações repassadas por testemunhas. E a descrição, lembrando cenas hollywoodianas passadas em bares de estradas, foi feita com impressionante riqueza de detalhes. Pouco a pouco, tem-se a sensação de que as informações dos processos policiais vêm a público antes mesmo do conhecimento judicial. Isso, certamente, contradiz o desejável processo judicial do Estado Democrático de Direito. Mas, Fabiane era mulher — e acima de tudo policial militar — e foi encontrada morta, assassinada, provavelmente, de forma cruenta. Dela, pode-se escrever e dizer o que quiser. Porém, desrespeitá-la, sem conhecê-la, sem uma mínima convivência, sem sequer saber o que ela sentia, o que fazia, é de uma total irresponsabilidade. O texto publicado reflete sinais claros de homofobia eivado de ódio inexplicável, com indicativos de lugar comum, e pouco recomendado aos formadores de opinião desejável a uma das metrópoles mais importantes do mundo. Entretanto, com a palavra, Madeleine Lacsko, que obteve mais informações e tem mais explicações: Fonte da Imagem: SPTV.

Na segurança pública, senhoras e senhores, os dias são assim…

São muitos os desafios colocados aos futuros governantes do Brasil e dos estados federados e do Distrito Federal. Um deles é a complexa e desafiadora segurança pública. Por isso, nunca é demais lembrar: na segurança pública, senhoras e senhores, os dias são assim…, segundo os dados inseridos na imagem destacada e publicada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Publica (FBSP). Primeira Situação: Falta de integração funcional A ausência de integração funcional dos poderes responsáveis pela segurança pública decorre, certamente, do desconhecimento de orientações doutrinárias, olvidadas, na maioria das vezes por aqueles que deveriam saber “de cor e salteado”. É oportuno citar alguns princípios comezinhos do Direito Administrativo, explicados por Diogo Figueiredo Moreira Neto, destacando que “a segurança pública é o conjunto de estruturas e funções que deverão produzir atos e processos capazes de afastar ou eliminar riscos contra a ordem pública”; que será mantida pelos “três subsistemas da segurança pública básicos: o policial, o judicial e o penitenciário”. Acrescenta o notável Professor que: […]O subsistema policial faz parte do Poder Executivo; o subsistema judicial, do Poder Judiciário, e o penitenciário de ambos os Poderes.Tocando a todos esses subsistemas, acionando-os, fiscalizando-os e dando-lhes coerência, o subsistema Ministério Público cumpre papel imprescindível.De todos esses subsistemas, entretanto, é o subsistema policial o mais problemático: é o que está mais próximo das perturbações da ordem pública, é o que deve atuar imediata, concreta e diretamente em benefício dela e é o que, por isso, tem sua atuação preponderantemente discricionária, inesgotável em fórmulas casuísticas.” Pura teoria, afirmariam os mais apressados! Mas, os resultados aparecem, pouco a pouco, segundo os registros dos posts publicados neste Pontopm. Segunda situação: falta de gestão da segurança pública Na Constituição da República Federativa do Brasil encontra-se, no § 7º do Art. 144 que § “A lei disciplinará a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública, de maneira a garantir a eficiência de suas atividades.” Aquele texto da Lei Magna era “letra morta”, até a publicação da LEI Nº 13.675, DE 11 DE JUNHO DE 2018, que: Disciplina a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública, nos termos do § 7º do art. 144 da Constituição Federal; cria a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social (PNSPDS); institui o Sistema Único de Segurança Pública (Susp); altera a Lei Complementar nº 79, de 7 de janeiro de 1994, a Lei nº 10.201, de 14 de fevereiro de 2001, e a Lei nº 11.530, de 24 de outubro de 2007; e revoga dispositivos da Lei nº 12.681, de 4 de julho de 2012. Não há, então argumentos plausíveis que justifiquem as situações destacadas anteriormente, pois a Lei 13.675/18 as contemplou categoricamente. Assim, a reversão do caótico quadro da segurança pública, mostrado naquele infográfico, passa indesviavelmente pela competência, responsabilidade e percepção de que na segurança pública, senhoras e senhores, os dias são assim… Restam, aos atuais e futuros governantes, antes de mais nada, gerir os bens, os mais diversos, aos legítimos proprietários. Devem lembrar que os bens públicos são propriedades exclusivas do povo, inclusive a gestão pública da segurança dos cidadãos e das comunidades. Que prevaleça essa situação no nosso amado Brasil, pois, há indícios de que as concepções modernas de gestão pública, nas três esferas de governo, faliram completamente. Que o pobre Brasil das riquezas fique livre de direcionamentos, em meios rompantes, ultrapassados e mancomunados, de políticos, ignorantes dos misteres da arte de governar, e de empresários que desconhecem princípios comezinhos da arte de gestão. Que sejamos livres de grupos interesseiros, preocupados com suas próprias questões, e dos poderosos e inescrupulosos que procuram se beneficiar, não importa se ética e moral, correta ou incorretamente, ignorando os demais cidadãos, abandonados à própria sorte. Imagem destacada: FBSP (Alguns números foram atualizados, após a publicação desta postagem).

Cara de Palhaço, Pinta de Palhaço, Mas não sou Palhaço.

  Fazem-nos de palhaço, nos chamam de palhaço e continuam achando que somos palhaços. Embora não estejamos em uma ditadura, aproveito a liberdade que nos proporciona a internet para provocar nossas memórias e evoco dois grandes pensadores: O primeiro foi o britânico Thomas Paine, panfletário, revolucionário e um dos fundadores dos Estados Unidos que dizia: Quem quer garantir a própria liberdade, deve preservar da opressão até o inimigo; pois, se fugir a esse dever, estará a estabelecer um precedente que até a ele próprio há de atingir. O outro pensador, Jorge Luis Borges, escritor, poeta e ensaísta argentino, que sempre advertiu: As ditaduras fomentam a opressão, as ditaduras fomentam o servilismo, as ditaduras fomentam a crueldade; mas o mais abominável é que elas fomentam a idiotia. Isto tudo sem falar na parcialidade descarada e vergonhosa da mais alta corte capitaneada pelos nefastos Gilmar, Lewandowisk, Tóffoli, Marco Aurélio e Celso Melo. Agora, como se não bastasse tanta injúria, assistimos atônitos a esse festival de patacoadas protagonizado por jornalistas tendenciosos e teleguiados. Ufa! Deus nos livre deste tormento. Para isto cerro fileiras com qualquer corrente partidária ou grupos da sociedade organizada, desde que bem intencionados e sem buscar bônus político. Outubro vem aí, talvez seja nossa redenção.  

São simples e sinceras, as manifestações de amor ao próximo…

  No FaceBook de SouzaSheila, foi publicado o seguinte vídeo: https://www.facebook.com/100006894316446/videos/2105102183062905/?t=23 Os dois jovens — Erick e Rafael — são irmãos e filhos de Sheila, que tem mais uma filha. No vídeo vemos momentos emocionantes vivenciado pelos irmãos, Rafael e Erick, e o carinho deste para com aquele que mandou tatuar, no braço esquerdo, a imagem do irmão caçula. Daquele Facebook, o vídeo ganhou o mundo… Foi publicado no site sonoticiaboa , no dia 1º de agosto. Depois, foi exibido, em 2 ago 2018, num programa da TV Globo. E, também, no Dailymail. As explicações para os gestos, atitudes e comportamentos de Sheila e seus filhos são muitas! São simples e sinceras, porém verdadeiras, pois são manifestações consequentes de pessoas que amam a Deus e aos seus semelhantes, que é um dos mandamentos ensinado por Jesus Cristo. Com o tempo, as pessoas têm-se esquecido daqueles mandamentos. No espaço deixado, o ódio ocupa pouco a pouco… e cresce e gera violência e violências sem limites! Com as informações das fontes citadas

São Tomé e Príncipe sediou os XI Jogos Desportivos da CPLP

No Facebook da Polícia Nacional de São Tomé (PNSTP) e Príncipe, uma postagem divulgou, conforme se vê no vídeo abaixo, a abertura dos XI Jogos Desportivos da Comunidade dos Países de Língua Portugesa (CPLP).   #JOGOSdaCPLP2018Abertura oficial dos jogos da CPLP,21 de Julho de 2018 é mais uma data histórica. A primeira vez que São Tomé e Príncipe organiza os Jogos da CPLP, juntando assim os 9 países da comunidade.Um marco conquistado com esforço e muita garra, o resultado é visível. Um momento de orgulho para todos os São-tomenses bem como todos aqueles que juntos tornaram este momento possível.Viva o desporto! PARABÉNS STP!Fonte: WK Produções Posted by Abdu Sousa on Thursday, July 26, 2018   A primeira realização Jogos Desportivos da CPLP ocorreu setembro de 1992, em Lisboa, e a penúltima realização aconteceu em julho de 2016, na cidade da Praia, em Cabo Verde, segundo os registros da imagem seguinte: Fonte:  CPLP   No período de muita alegria, vivenciado pelos são-tomenses, com o acolhimento das 690 pessoas — sendo “78 participantes por Estado membro da CPLP”, segundo informações publicadas no portal daquela Entidade —, “entre atletas, juízes, apoio médico e demais delegações, como técnicos e dirigentes, vindos de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial (pela primeira vez), Moçambique, Portugal e Timor-Leste.” Antes de finalizar suas atividades, previstas para este 2 de agosto de 2018, o comando da PNSTP fez publicar, no portal da instituição policial, a seguinte postagem: XI JOGOS DESPORTIVOS DA CPLP Balanço geral Comunicado de Imprensa Tendo terminado os XI Jogos Desportivos da Comunidade dos Países de Língua Portugesa (CPLP), realizados, pela primeira vez, em São Tomé e Príncipe, e considerando a nossa pouca experiência na organização de eventos desta magnitude, estamos convictos que, com a colaboração e em coordenação com as demais Forças e Serviços de Segurança (UPDE, SMF, SNPCB), as FASTP e a PJ, conseguimos dar resposta positiva e cumprimos os nossos objectivos, no âmbito da Estratégia de Segurança delineada para o evento. O papel da Subcomissão de Segurança assentou-se, fundamentalmente, nas medidas necessárias para garantir a segurança e a protecção de pessoas e dos seus bens, nomeadamente os atletas, as respectivas equipas técnicas, dirigentes, adeptos e demais figuras que fizeram parte destes Jogos, garantindo também a ordem e a tranquilidade pública dentro e fora dos locais do evento. O policiamento esteve orientado, essencialmente, para o apoio, informação e monitorização dos espectadores, o que contribuiu para a garantia da segurança em todos os locais do evento. No cumprimento da estratégia delineada para os XI Jogos Desportivos da CPLP, activou-se o Centro de Comando e Controlo, sedeado no Liceu Nacional (Vila Olímpica), às 140015JUL18, e em conjunto o policiamento e o patrulhamento do mesmo espaço, com vigilância 24/7, até 180002AGO18. Para as operações programadas e as respectivas acções de policiamento, as Forças envolvidas no teatro de operações disponibilizaram ao todo, mais de 350 elementos que, em missões concertadas e profissionalismo, permitiram que não houvesse incidentes, sendo certo que as acções de prevenção foram fundamentais para o sucesso de toda a missão. Inevitavelmente houve situações que causaram transtornos, não só à Segurança, mas foram situações pontuais que nos permite tirar ilações para os próximos eventos, pois, desde a chegada ao País das primeiras delegações, em 15JUL, os 350 elementos das Forças de Segurança e de Defesa destacados estiveram em alerta máximo para garantir a segurança deste evento que muito nos orgulha, pois estiveram no País mais de 500 participantes, entre dirigentes, atletas, equipas técnicas, árbitros, imprensa, emergência médica, pessoal de apoio à organização local, e milhares de são-tomenses e estrangeiros residentes no território nacional. Não registou-se incidentes dignos de relevo durante o evento, somente pequenas ocorrências nos recintos desportivos que foram resolvidas com a aplicação dos devidos meios coercivos, resultando na detenção no Estádio Nacional 12 de Julho de dois indivíduos por ofensas corporais. As cerimónias de abertura e de encerramento decorreram sem incidentes, e destacamos a festa que viveu-se nestes dois grandes momentos do evento. Após o término das competições, as delegações foram deixando o território nacional a partir do dia 24JUL, sendo que os últimos participantes a deixarem o País o farão às 200002AGO18. Neste balanço, não podemos deixar de agradecer ao Governo são-tomense, a Portugal, através da PSP e da GNR, à Angola, através da PNA, aos respectivos Embaixadores acreditados no nosso País, e a todos que, directa ou indirectamente, estiveram, a vários níveis, envolvidos na realização deste grande evento desportivo. Apesar de alguns actos isolados, realçamos também o espírito de colaboração das delegações, dos dirigentes, dos adeptos e da população em geral, pois tornaram possível uma convivência num clima de verdadeira festa do desporto, adoptando comportamentos de “fair-play” e de amizade entre todos. Um bem-haja a todos! Pela Ordem e pela Paz ao serviço da Nação! Por mais e melhor São Tomé e Príncipe! Com as informações da CPLP e PNSTP

Os avós e reformado(a)s e esquecido(a)s e abandonado(a)s…

Aos avós, este 26 de julho de 2018, guardam uma data significativa. Na Folha de S. Paulo, vê-se que há, inclusive, uma placa comemorativa. Ei-la: Pelos dizeres da placa, trata-se de uma data recente, ainda desconhecida, principalmente da maioria dos netos e bisnetos e avós e bisavós… Esse(a)s, são muitos! E todo(a)s reformado(a)s… Mas, aos avós e reformado(a)s e esquecido(a)s e abandonado(a)s…, resta o quê?   E, se os próprios netos e bisnetos e filhos, na maioria das vezes esquecem o(a)s reformado(a)s, o que dizer do(a)s companheiro(a)s da ativa? Os reformados, no “casernês” — a linguagem militar —, são todo(a)s folgado(a)s,… Para a ocasião, há um texto, da autoria de “Carlos Conrado Pinto Coelho-Coronel Aviador da Reserva”, publicado em 25 de abril de 2012, com o título de Reserva e Reforma – a dura aposentadoria dos militares. O texto foi-me enviado por um parente, reformado, pai e avô. Ei-lo: Todos nós na vida temos uma certeza: a de que um dia vamos morrer. Na vida militar temos duas certezas: a de que um dia vamos morrer e a de que um dia vamos para a reserva. Mas, para a grande maioria, da ativa, nos parece não acreditarem que essas duas certezas vão atingí-los. Texto completo Essa ilusão começa nas escolas, onde o processo seletivo desperta em cada um o espírito de sobrevivência. Cada indivíduo, acreditando estar só, pouco se preocupa com o outro.E, se o outro foi reprovado, foi eliminado, ou será desligado, isso não poderá atingí-lo. É uma etapa de cada um por si, da busca pela sobrevivência no sistema e assim, fica somente Deus olhando por todos. Isso irá refletir lá na frente, nos cursos, nas promoções e também na passagem para a reserva. Quando deixam a ativa, aqueles que ficam passam a ver os que se foram de uma forma bem diferente, e esses passam a ser aqueles velhinhos ultrapassados, que ficam querendo ver o passado retornar, que ficam pensando que no seu tempo era melhor , que só eles têm soluções para melhorar todos os problemas atuais e que em seu tempo de caserna não foi possível resolver. Aí começa então a discriminação para com aqueles que legaram à Força muito do seu esforço, do seu conhecimento, da sua capacidade e dos seus momentos que seriam para o lazer. Surge então a intolerância. É que esses velhinhos nunca são chamados, atualizados ou reciclados, e, apesar de serem reservistas, nem sempre são sequer lembrados. Pelo contrário, para entrar nos quartéis já não lhes basta a identidade funcional. Têm que assinar listas de entrada e saída, têm que apresentar certificados de habilitação, têm que colocar crachás. Mesmo quando identificados, já não recebem os devidos comprimentos e até parece que, ao passarem para a reserva, perderam as suas patentes ou graduações. Os da ativa já não cultuam o passado. Em algumas unidades, para adentrarem as instalações até necessitam ser acompanhados. E, para esses esquecidos não adianta terem sido preparados previamente, pois, a cada ato desses, aumenta cada vez mais a vontade de não mais voltarem aos quartéis. O que antes era uma satisfação, se transforma em uma obrigação e em uma chateação. Quando antes tínham a alegria de voltar; de relembrar; de se atualizar; de matar a saudade dos velhos tempos; de ouvirem os hinos, a corneta e os sons da ordem unida; nesse instante passam a sentir na pele que não mais pertencem a esse mundo. Deixou de existir aquele tempo em que foram militares, tamanhas as barreiras que estão lhes sendo impostas. Para falar com colegas que eram mais modernos, e hoje são mais antigos, aí então é uma dificuldade. Normalmente, para alguns da reserva, são efetuados convites para as solenidades, para outros não. Para alguns, há lugares de destaque, para outros, por mais que se dedicaram e se esforçaram pela Força, não há espaço. Normalmente, os da reserva adentram as unidades a procura de apoio médico, buscando serviços odontológicos e até para sanarem dúvidas relativas aos numerários, ou para as apresentações anuais. Essas, agora já não são feitas dentro dos quartéis. As seções foram” de forma premeditada” colocadas fora dos quartéis. A nosso ver, mais uma forma de afastar da caserna aqueles que um dia a ela pertenceram. Sendo assim, não é a passagem para a reserva ou a aposentadoria que provocam mudanças drásticas nos indivíduos. Muitos continuam em atividade, conquistam novos amigos, aprendem novas profissões e se inserem em novos grupos sociais e até em novo estilo de vida. Mas é na caserna que está o seu alicerce, o seu porto seguro, a sua base. Mas são esses novos conceitos e formas de tratamento dos “tempos de mudanças” que desequilibram os indivíduos. Aquela sociedade que lhes dava total segurança ,agora os discrimina.Isso os desequilibra, tira-lhes o chão, desarticula o seu vínculo com o passado e ,não só os diferencia, mas apaga o passado e entristece. Os reservistas nunca vão se anular como sujeitos, nem vão perder os valores aprendidos, mas vão se sentir desprestigiados, principalmente com aqueles atos de seu grupo social que ora lhes vira as costas, que não reconhece o seu esforço de anos e anos despedidos para a organização, e porque não para o próprio grupo. O despertar para um amanhã onde o passado não mais existe é o verdadeiro fator de desequilíbrio. O futuro também é uma incógnita. Nesse Brasil, onde assistimos desonestos serem absolvidos, onde não se precisa mais trabalhar para auferir ganhos , onde a dedicação não é mais fator de estabilidade e não há reconhecimento daqueles que nos precederam, o futuro é sempre incerto. Aí sim, vêm à tona que a reserva é uma passagem que necessita ser pensada, estudada e reformulada. Temos que preparar certamente aqueles que estão na ativa para a tratativa daqueles que estão na reserva, pois a manutenção do “status quo” é uma dúvida e hoje nem sempre o trabalho dignifica o homem. Será que a frase “Hommine lupos homine” não se aplicaria melhor? Na minha opinião, os policiais militares da ativa são pessoas

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