A PROTEÇÃO DA POLÍCIA EM LONDRES E EM BELO HORIZONTE

Introdução A proteção da polícia, em Londres e em Belo horizonte, é executada pela Metropolitan Police de Londres e a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). A comparação observada revela prioridades e experiências distintas, não uma disputa entre instituições equivalentes. Também é importante lembrar que os dados disponíveis não usam necessariamente os mesmos períodos ( 2016 a 2026) ou critérios. Em suas respectivas responsabilidades, a Metropolitan Police atende a Grande Londres, enquanto a PMMG é uma força estadual que atua na capital mineira, e nos demais municípios e distritos do Estado de Minas Gerais. No Brasil, a Constituição atribui às polícias militares a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública. Em Londres, a Metropolitan Police sujeita-se à supervisão de órgãos próprios, entre eles o prefeito e o Escritório do Prefeito para Policiamento e Crime (governança da Met; Lei nº 14.751/2023). Em Belo Horizonte, dados divulgados pela prefeitura apontaram, no primeiro quadrimestre de 2017 em comparação com o mesmo período de 2016, queda de 22,75% nos homicídios consumados, 24,75% nos tentados e 13,84% nos roubos. A publicação atribuiu o cenário a uma atuação conjunta da PMMG e da Guarda Municipal, mas esses números retratam apenas um recorte específico. Por isso, não devem ser interpretados como medida de toda a década (Prefeitura de Belo Horizonte). Em Londres, a fase inicial do plano A New Met for London, lançada em 2023, priorizou o policiamento de bairro, a redução da violência e a recuperação da confiança pública. A própria Metropolitan Police divulgou, em 2025, reduções em crimes de bairro e homicídios, além de aumento na confiança declarada dos londrinos. Como se trata de balanço da própria instituição, esses indicadores devem ser lidos com atenção à fonte e ao método (plano da Met; balanço de 2025). Desenvolvimento Na capital britânica, a estratégia londrina buscou aproximar equipes policiais dos bairros e orientar ações por problemas apontados pelos moradores, como crimes de rua, comportamento antissocial e violência grave. O plano também previu maior uso de dados para direcionar recursos e reforço de equipes dedicadas a crimes como violência doméstica e delitos sexuais. A participação comunitária e o atendimento às vítimas aparecem, assim, ao lado da repressão criminal (plano da Met). A agenda londrina incluiu ainda uma reforma interna após a revisão independente conduzida por Louise Casey, que criticou a cultura e os padrões da instituição. A Met declarou aceitar as recomendações e assumiu compromissos contra racismo, misoginia e homofobia, além de mudanças na supervisão do uso da força e da revista pessoal. Esse processo mostra que confiança pública e responsabilização também se tornaram desafios centrais da polícia (resposta da Met e plano de reforma). Em Belo Horizonte, a PMMG executa a polícia ostensiva, mediante ações preventivas, aí incluídas as iniciativas escolares e comunitárias. O PROERD, por exemplo, articula policiais, escolas e famílias para a prevenção às drogas e à violência com estudantes. A corporação também descreve modalidades como patrulhamento escolar e policiamento comunitário (PROERD da PMMG; modalidades de policiamento). A comparação também aparece em operações temporárias, como o Carnaval de 2025, quando Minas Gerais informou mobilização integrada das forças de segurança, com reforço de efetivo e uso de tecnologia. Em Belo Horizonte, os registros de roubo no período caíram de 107 para 90 e os de furto, de 2.015 para 1.550, ante o Carnaval de 2024. O balanço é estadual e interinstitucional, então não permite atribuir essas variações exclusivamente à PMMG (Agência Minas Gerais). Conclusão Ao longo da década, as duas instituições combinaram presença policial, prevenção e cooperação com outros atores, mas deram visibilidade a agendas diferentes. Em Londres, os planos recentes destacaram a presença da polícia nas localidades, a confiança pública e a reforma institucional, além do combate à violência e aos crimes de bairro. Em Belo Horizonte, os exemplos consultados mostram, além da presença da polícia ostensiva, as ações preventivas, com a participação das escolas e comunidades, e operações integradas. Os resultados citados são promissores em recortes específicos, mas não demonstram, por si só, que determinada ação causou a redução dos crimes. Os períodos, as categorias criminais e as formas de contabilização variam entre as fontes. Uma avaliação rigorosa exigiria séries comparáveis e independentes para toda a década. A experiência londrina enfatiza a participação dos moradores na definição de prioridades e a necessidade de responder a críticas sobre cultura e padrões policiais. A atuação da PMMG em Belo Horizonte destaca sua execução da polícia ostensiva em meio a iniciativas preventivas, além da articulação com outras instituições. Em ambos os casos, transparência, acompanhamento público e atenção às vítimas são essenciais para sustentar a confiança institucional. Em síntese, comparar Londres e Belo Horizonte é útil para observar estratégias, mas não para presumir que uma fórmula se transfere automaticamente de uma cidade à outra. As diferenças legais, sociais e institucionais condicionam o que cada força pode fazer e como seus resultados devem ser interpretados. O desafio comum é proteger a população com eficiência e eficácia, prevenção e respeito aos direitos assegurados a todos. Fontes Metropolitan Police — governança da instituição Metropolitan Police — A New Met for London Metropolitan Police — balanço e plano de 2025 Prefeitura de Belo Horizonte — dados de criminalidade de 2016–2017 PMMG — PROERD PMMG — modalidades de policiamento Agência Minas Gerais — balanço de segurança do Carnaval de 2025 Planalto — Lei nº 14.751/2023
PRIMEIRO TURNO DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2026

O primeiro turno das eleições presidenciais de 2026 confirma uma disputa acirrada: Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva avançam ao segundo turno, segundo o TSE. O resultado revela um país dividido entre projetos políticos distintos e uma eleição ainda em aberto. A nova etapa impõe um diálogo com diferentes grupos e atenção às demandas de um eleitorado plural. Assim, vislumbra-se, no campo político, a votação expressiva dos dois candidatos e o reforço da centralidade da polarização no debate nacional. A campanha até o segundo turno será decisiva para formar alianças e apresentar propostas capazes de conquistar eleitores além das bases já mobilizadas. O desafio competitivo guiar-se-á em meio ao desafiador debate democrático, com respeito às instituições e compromisso com a governabilidade. Na economia, o resultado mantém em evidência escolhas sobre responsabilidade fiscal, investimento público, geração de empregos e desenvolvimento. A esperança da população é obter respostas concretas para o custo de vida e para a distribuição dos benefícios do crescimento. O próximo governo será cobrado não apenas por indicadores macroeconômicos, mas pelos efeitos das decisões na renda e nas oportunidades cotidianas. Afinal, na dimensão social, seguem no centro da agenda o combate à desigualdade, à pobreza e à fome, além do acesso a serviços públicos e trabalho digno. Como destaca a Agência Brasil, a percepção dos avanços sociais e econômicos devem influenciar significativamente a vida das pessoas e alcançar diferentes grupos e regiões. O primeiro turno, portanto, deixa um recado claro: o futuro do país derá expressivo via capacidade de conciliar estabilidade, inclusão e diálogo. Fontes: TSE — Flávio Bolsonaro e Lula vão disputar o segundo turno · Agência Brasil — Economistas lançam iniciativa por economia focada na vida real
EU SINTO A DOR

EU SINTO A DOR Marcílio Fernandes Catarino (*) Reacendem-se os debates acerca da pandemia da Covid-19, ocorridos no início do ano 2020, decorrentes das investigações conduzidas pelo Senado norte-americano, das quais estariam emergindo revelações estarrecedoras, a sinalizarem que tudo não teria passado de um grande embuste, sob a suposta direção do Dr. Anthony Fauci, ex-diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos EUA, no governo Joe Biden. Ao ser ouvido pelo Comitê de Segurança Interna e Assuntos Governamentais do Senado Norte-Americano, sob a acusação de ter ocultado informações sobre a origem da Covid-19 e de ter cometido graves erros na condução da resposta do país à pandemia, o Dr. Fauci invocou a 5ª Emenda da Constituição para permanecer em silêncio, não respondendo aos mais de 100 questionamentos que lhe foram feitos. Conduta no mínimo estranha para quem afirmava que as medidas por ele propostas eram resultados de “rigorosos estudos científicos”. Ainda mais estranho foi o fato dele ter sido “indultado preventivamente” pelo presidente Joe Biden, em seu último dia à frente do governo dos EUA. Registros encontrados em mais de mil páginas do diário pessoal do Dr. Fauci, apreendido pelo Comitê, além de e-mails e anotações, datados no período de 2019 e 2022, estão sendo esmiuçados pelos congressistas, que estariam trazendo fortes evidências de que o SARS-CoV-2 (coronavírus), teria origem em experiências no Instituto de Virologia de Wuhan, na China, de onde vazara. Experiências essas que o Dr. Fauci não apenas teria conhecimento, mas garantido suporte financeiro. Destacaram os senadores que integram o Comitê, que os registros sobre a Covid-19, anotados pelo Dr. Fauci no mencionado diário, “conflitavam com as suas orientações públicas para o combate à pandemia”. Ressaltaram, ainda, que a sua fortuna dobrara no período de 2019 e final de 2023, chegando a cerca de US$ 15 milhões, notícia também divulgada no jornal The NewYork Post. Creio não ser necessário destacar os momentos de terror e violência contra os direitos e garantias individuais ocorridos em todo o mundo, de modo particular no Brasil, em que nem mesmo as crianças foram poupadas. Momentos de desespero, dor, sofrimento e humilhação, patrocinados pela truculência policial, divulgados ao vivo e a cores pela maioria da grande mídia nacional. Tristes consequências das diretrizes impostas pelo programa de combate à pandemia, cuja autoridade maior era o Dr. Fauci, em que se destacou a obrigatoriedade de vacinação da população mundial, sob pena até de prisão dos recalcitrantes, e que contou com total e irrestrito apoio da grande mídia mundial, bem como da Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, oportuno ressaltar, a efetiva participação de influenciadores e, principalmente, de inúmeros artistas globais que, além de exercerem forte influenciação na opinião pública para a vacinação em maça, buscaram, de forma abjeta, denegrir a reputação de renomados médicos e cientistas, que exerceram o dever/direito inalienável de se manifestarem contra as medidas impostas, por eles consideradas equivocadas. Com a verdade vindo à tona, um silêncio ensurdecedor recaiu sobre a maior parte da grande mídia mundial e instituições que apoiaram o programa de respostas à pandemia. No Brasil, em particular, não tem sido diferente, não se verificando sequer uma linha sobre o assunto na maioria dos órgãos da grande imprensa. Nenhum artista global se apresentou publicamente, até o momento, para se desculpar perante o povo brasileiro, tampouco as personalidades cujas imagens denegriram. Indignação, revolta e Dor…! A Dor que ainda nem fora embora e que agora se reaviva fortalecida, fazendo sangrar, mais uma vez, os corações de milhões de vítimas e famílias mundo afora. Eu sinto a dor…! Dor dos verdadeiros médicos e cientistas que apresentaram estudos científicos que contraindicavam a adoção das medidas propostas para o combate a pandemia, além de justificadas dúvidas quanto à segurança e eficácia das vacinas apresentadas que, segundo se informa, ainda estão em fase final de testes. Foram todos massacrados pela grande mídia mundial e rotulados de negacionistas e genocidas. Eu sinto a dor…! Dor de governantes sérios que, corajosamente se posicionaram contra as medidas radicais impostas, igualmente atacados pela grande mídia, exemplo do que ocorreu na nossa Pátria Amada, que os fatos ora revelados atestam que estavam absolutamente com a razão. Eu sinto a dor…! Dor de pequenos e médios empreendedores, que tinham como única fonte de renda as suas empresas, mantendo a custo de esforço ingente seus empregados e seu “ganha pão”, compelidos por órgãos policiais a fecharem seus estabelecimentos. Jogados no poço do endividamento e da depressão, muitos jamais conseguiram se recuperar. Eu sinto a dor…! A dor de pais que, obrigados a se submeterem às ameaças de serem seus filhos, ainda crianças, expulsos das escolas, permitiu que a eles fossem inoculados medicamentos experimentais, de eficácia e segurança duvidosas, o que levaram diversos à óbito e outros a sequelas que persistem até os dias atuais, conforme divulgado notadamente nas redes sociais. Crianças que, conforme foi alertado por cientistas e autoridades diversas, se mostravam naturalmente imunes ao vírus. Eu sinto a dor…! A dor daqueles que, mesmo diante da opressão, do terror e ameaças de toda a sorte, não se submeteram, perdendo seus empregos, de longos anos de serviços, por justa causa. Eu sinto a dor…! A dor daqueles que foram humilhados, violentados, algemados e presos, simplesmente por estarem tomando banho de mar, ou de quem, fugindo do isolamento e da depressão, buscou se relaxar sozinho em um banco de uma praça. Eu sinto a dor…! A dor dos inúmeros jovens atletas que, oprimidos pelas circunstâncias, cumpriram as determinações que, em futuro breve, os tornariam incapazes de dar continuidade às suas carreiras, pelas sequelas adquiridas, ou vieram a óbito em plena atividade. Eu sinto a dor…! A dor daqueles que não viram outra solução senão o autoextermínio, destruindo a alegria, a harmonia e, na maioria das vezes, a esperança de toda uma família, da qual eram únicos provedores. Eu sinto a dor…! DOR da falta de tanto AMOR. (*) Coronel Veterano/PMMG – Aspirante 1970
O BRASIL EM ALTA TENSÃO INSTITUCIONAL

O Brasil atravessa um momento de fricção aberta entre seus principais centros de poder. O Senado, o governo federal e o Supremo Tribunal Federal deixaram de operar em harmonia mínima e passaram a disputar espaço, narrativa e influência com reflexos diretos na estabilidade política do país. No epicentro desse movimento está o Senado, hoje sob forte influência de Alcolumbre. Mais do que um articulador, ele simboliza uma mudança de postura: a Casa deixou de ser previsível para o governo e passou a agir com autonomia estratégica. A rejeição de indicações, o endurecimento de pautas e a sinalização de independência mostram que o Senado voltou a exercer poder real e sem alinhamento automático ao Executivo. Esse reposicionamento ocorre em um contexto mais amplo: a aproximação das eleições de 2026. Com uma renovação significativa prevista, cresce o incentivo para que senadores adotem posturas mais duras, mirando suas bases eleitorais. O resultado é um ambiente menos técnico e mais político, onde cada decisão carrega cálculo eleitoral. Paralelamente, o Supremo Tribunal Federal enfrenta desgaste crescente. Decisões controversas, críticas públicas e episódios como o chamado “caso Master” ampliaram a pressão sobre a Corte. Ainda que investigações e julgamentos sigam trâmites legais próprios, o tema já transbordou do campo jurídico para o político, sendo usado como combustível em discursos e articulações no Congresso. É nesse ponto que surgem interpretações mais sensíveis como a ideia de que movimentos no Senado poderiam estar ligados a tentativas de conter desgastes do Judiciário. No entanto, é preciso rigor: até o momento, não há comprovação factual de barganhas diretas entre votações legislativas e eventuais desdobramentos do caso. O que existe, de forma clara, é um ambiente de pressão cruzada, onde crises jurídicas alimentam estratégias políticas. No meio desse tabuleiro está André Mendonça. Como ministro do STF, seu papel é técnico, mas suas decisões inevitavelmente produzem efeitos políticos. Ao atuar em processos sensíveis, ele se torna alvo indireto de tensões que não controla, pressionado por expectativas externas, mas limitado ao rigor jurídico de sua função. É a posição clássica de quem não joga o jogo político, mas sofre suas consequências. O cenário que se desenha não é de ruptura imediata, mas de desgaste progressivo. Três riscos se destacam: a paralisia de pautas importantes no Congresso, o aumento da pressão institucional sobre o STF e a contaminação precoce do ambiente político pela eleição de 2026. Nenhum deles, isoladamente, representa uma crise terminal, mas juntos formam um quadro de instabilidade que exige atenção. A leitura mais objetiva é simples: o Brasil vive hoje uma disputa de poder aberta, onde instituições testam seus limites dentro das regras do jogo. O Senado busca protagonismo, o STF enfrenta questionamentos e o governo tenta manter governabilidade em terreno instável. Não se trata, necessariamente, de uma “hemorragia” institucional, mas ignorar os sinais de tensão seria um erro. O país segue funcionando, mas sob pressão crescente. E, como em qualquer sistema complexo, o risco não está apenas nos conflitos em si, mas na incapacidade de administrá-los com equilíbrio e responsabilidade.
34 EXPLOSIVOS ARTESANAIS APREENDIDOS E UM HOMEM PRESO NUM GARIMPO ILEGAL

Na data de 27 de março de 2026, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), após ação dos militares da 3ª Cia de Polícia Militar de Meio Ambiente (3ª Cia. MAmb), quando 34 explosivos artesanais apreendidos e um homem preso. Informações repassadas pelos policiais da Polícia Civil, indicavam possível degradação ambiental. Havia indícios de provável degradação ambiental e prática ilegal de garimpo, na Fazenda Boa Vista, localizada no Córrego Pedra Alta, no distrito de Ferruginha. Empenharam-se, na ocorrência os militares Conselheiro Pena -MG, ao qual pertence o citado Distrito. Os militares chegaram a um garimpo desativado e em processo de licenciamento ambiental, não se verificando dano ambiental. Contudo, encontraram-se 34 explosivos artesanais, quando se acionou o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) para outras providências cabíveis, inclusive a detonação do material. A operação contou com apoio do Grupamento da cidade Goiabeira/15ª Cia PM Independente, resultando na apreensão de 34 explosivos artesanais apreendidos e um homem preso. Era um homem de 72 anos, ao qual se deu voz de prisão, conduzindo-o à Delegacia da Polícia Civil. Fonte: PMMG
1º CURSO DE MEDIAÇÃO DE CONFLITOS NA POLÍCIA MILITAR DO PIAUÍ

O 1º Curso de Mediação de Conflitos (I MEDCONF) na APolícia Militar do Piauí (PMPI) foi realizado na manha de 16 de março de 2026. Ás 8h daquele dia, no auditório do Quartel do Comando Geral (QCG), realizou-se a solenidade de abertura em Teresina. O evento iniciou uma capacitação inédita promovida pela corporação, por meio da Coordenadoria de Direitos Humanos e Mediação de Conflitos (CDH). Com o curso, voltada ao fortalecimento do diálogo, favoreceu a busca por soluções pacíficas aos conflitos urbanos e rurais. Foi elaborado para oferecer uma formação abrangente e enriquecedora, além de padronizar os processos de comunicação e mediação de conflitos. Ampliou-se, ainda segurança nas intervenções policiais, além de contribuir à resolução pacífica de situações emergentes das tensões sociais. Com a carga horária de 120 horas/aula, o I MEDCONF foi realizado de 16 a 28 de março de 2026. Dele participaram 51 profissionais da segurança pública. Contou com a presença dos integrantes da Guarda Civil Municipal de Teresina e policiais militares do Piauí. Roraima, Rondônia, Bahia, Tocantins, Rio Grande do Norte, Pará e São Paulo. A importância da mediação de conflitos foi confirmada pela presença de militares representantes de diferentes estados da Federação Brasileira. Demonstra o reconhecimento nacional das práticas desenvolvidas na PMPI, além de fortalecer o intercâmbio de experiências entre instituições e entes federativos. As atividades do curso foram realizadas em diferentes unidades da PMPI, incluindo o Batalhão de Operações Especiais (BOPE), Batalhão de Polícia de Choque (BPCHOQUE) e Academia de Polícia Militar e o QCG. Para o coordenador do I MEDCONF, Tenente-Coronel PM Jamson, “[…] a capacitação foi pensada para preparar os policiais diante da complexidade e sensibilidade dos conflitos que envolvem dimensões sociais, econômicas, ambientais e culturais[…]”. O curso visa a “[…] qualificar os profissionais para atuarem em situações como o cumprimento de mandados judiciais de manutenção ou reintegração de posse […] além de ações de apoio à administração pública na proteção e retomada de imóveis públicos ocupados indevidamente[…]”. A aula inaugural foi ministrada pelo Cabo PM Edson Dias, psicólogo e negociador do Grupo de Ações Táticas Especiais da Polícia Militar de São Paulo (GATE–PMESP). Naquela ocasião abordou o tema Percepção Operacional dos Elementos Psicológicos que Interferem na Atuação do Policial durante o Atendimento de uma Ocorrência[…]”. Naquele evento, a PMPI convidou autoridades, profissionais da segurança pública e a sociedade a prestigiarem a abertura do curso. Desse modo, avançou-se e fortaleceu-se a cultura do diálogo, da prevenção de conflitos e da atuação estratégica das forças de segurança. Fonte: PMPI.
HOMICÍDIO DE UM SARGENTO DA POLÍCIA MILITAR MINEIRA

Nesta terça-feira (10/03/26), continua a operação policial militar com vistas a prender todos os envolvidos num confronto Policial. Desse, ocorreu o homicídio de um Sargento da Polícia Militar Mineira. Trata-se do Sgt PM Rodrigo covardemente, na cidade de Campo Belo, no dia 5 de março de 2026. Os militares envolvidos na operação lograram êxito, onde foram presos mais três integrantes da organização criminosa. Dois deles são maiores de idade e o outro é adolescente. Com eles, os policiiais militares mineiros apreenderam: 10 cartuchos de Cal. 32; 54 cartuchos de festim de calibre 22; 29 papelotes de cocaína; 45 buchas de maconha; R$12.323,00 (Doze mil trezentos e vinte três reais) em dinheiro; cinco munições de Cal. .40; uma pistola Cal. 380; uma pistola cal. .40; três carregadores de pistola; duas tocas ninja. Houve também o confronto com um terceiro indivíduo que fora neutralizado pelos militares da equipe. É um indivíduo de alta periculosidade, com quatro Mandados de Prisão em aberto por crimes relacionados ao trafico de drogas. As operações prosseguirão, até que os envolvido no homicídio de um Sargento da Polícia Militar Mineira sejam presos e à disposição da justiça. Fonte: PMMG
190 DIGITAL DA BRIGADA MILITAR ATENDERÁ DEFICIENTES AUDITIVOS

FERRAMENTA SERÁ A PINCIPAL FORMA DE ACIONAMENTO DA BRIGADA MILITAR DO RIO GRANDE DO SUL PARA PESSOAS MUDAS E/OU COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA. Na tarde de quarta-feira 25 de março de 2026, O 190 Digital da Brigada Militar atenderá aos deficientes auditivos que contatarem a Brigada Militar. Trata-se de um aplicativo inclusivo apresentado durante o South Summit Brazil. Tal exposição aconteceu no RS Innovation Stage, dentro do painel “Segurança Pública Inteligente”, e foi mediada pelo major Arthur Moraes Júnior. “[…] Ele nasce de uma concepção simples, mas relevante, de mudança de paradigma […] mudando-se a atenção ao cliente, na solicitação dirigida à Central de Atendimento. Anteriormente, havia “[…] apenas por um canal de voz, que é o nosso modelo tradicional. Tem-se agora “[…] novo modelo que amplia o tradicional “[…] que alcançará, inclusive comunidades surdas ou com deficiência auditiva e as pessoas mudas, explica o major […]. […] “Para muito mais do que a tecnologia envolvida, a gente acredita que a inclusão também é uma forma de proteger e salvar vidas”, […] complementa o major Arthur, ao destacar o conceito da ferramenta. O Aplicativo 190 Digital terá interface intuitiva, com forte apelo visual. Em sua tela inicial, aparecerão imagens e animações baseadas no tipo de ocorrência que o usuário deseja registrar, além de texto e Libras. O 190 Digital da Brigada Militar atenderá aos deficientes auditivos com geolocalização e possibilidade de envio da localização em tempo real para facilitar e agilizar o atendimento das equipes em campo. Também será possível enviar imagens. Os registros chegarão para os operadores em forma de texto. Para acessá-lo, o usuário deverá cadastrar-se no sistema e-Gov.BR. Em seguida terá a facilidade e a segurança devida, como usuário, à Central da Brigada Militar. Atualmente, o app está em fase de testes, mas, a partir do mês de abril, estará disponível nas lojas das plataformas Androide e iOS. Fonte: Brigada Militar
PRISÃO DE UM FORAGIDO DA JUSTIÇA EM FORTALEZA-CE

Houve a prisão de um foragido da justiça em Fortaleza-CE por integrantes da Polícia Militar do Ceará (PMCE). A consequência da ação policial dos militares, do Décimo Sexto Batalhão de Polícia Militar (16º BPM), aconteceu, em 03/03/26, no bairro do Jangurussu. Durante patrulhamento, naquela Capital, abordaram um homem que com continha cinco mandados de prisão em aberto. A ação policial militar seguiu-se em consequência de “[…] uma denúncia anônima sobre tráfico de drogas na Rua Chica da Silva[…]”. Na localidade citada anteriormente, encontravam-se três indivíduos em atitudes suspeitas. Um deles, seria o líder de um grupo criminoso, em Jaguaretama, no interior do Ceará . A ação dos policiais militares encerrou-se, após a prisão de um foragido da justiça em Fortaleza-CE, conduzido ao 30º Distrito Policial. Nesta repartição policial, iniciaram os procedimentos legais. Assim, com a prisão desse foragido, nas atividades de patrulhamento, consolida os esforços da PMCE no combate da criminalidade de Fortaleza e demais municípios cearenses. Fonte: PMCE
CONFRONTO ENTRE MILITARES MINEIROS E NTEGRANTE DE FACÇÃO CRIMINOSA GOIANA

O confronto entre militares mineiros e integrante de facção criminosa goiana, ocorreu, em Unaí-MG. O Município é sede dos Comandos do Vigésimo Oitavo Batalhão de Polícia Militar (28º BPM) e da Décima Sexta Região de Polícia Militar (16ª RPM). Naquela cidade atuam os policiais mineiros da Nonagésima Quarta Companhia de Polícia Militar (94ª CiaPM) subordinados aos comandos citados. Os militares mineiros exerciam a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública, na área central de Unaí. Receberam informações de um equipe de inteligência da Polícia Militar de Goiás (PMGO). Tomaram conhecimento de que “[…] um indivíduo, oriundo da cidade de Valparaíso de Goiás/GO, e faccionado à organização criminosa, cometera um homicídio no dia 28/02/2026, e que possivelmente de homiziara naquele município mineiro.[…]” Com as informações obtidas, em 04/03/26, a equipe destacada anteriormente, em diligência, “[…] deslocou até o estabelecimento […]”, onde “[…] visualizou o indivíduo suspeito[…]. Este se hospedara, […] no interior de um hotel na cidade de Unaí […]”. Na abordagem ao indivíduo, mediante verbalização dos militares, o abordado apossou-se “[…] de sua arma de fogo, configurando iminente e injusta agressão contra a equipe policial militar […]”. No confronto, entre militares mineiros e integrante de facção criminosa goiana “[…] o indivíduo neutralizado durante a intervenção […]”. Após cessada a agressão, o autor foi imediatamente socorrido […] e encaminhado à unidade de saúde de Unaí-MG para atendimento médico [..]. Com o agressor, a equipe policial apreendeu “[…] um revólver Cal. 32 com seis munições do mesmo calibre[…]”. Fonte: PMMG.
