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Mulher: uma homenagem singular

A presença da Mulher, na história da civilização humana, foi decisiva e colaborativa, segundo os autores bíblicos e historiadores seculares. Naquelas fontes, há informações sobre muitas mulheres que decidiram e/ou agiram em prol do desenvolvimento e da proteção de seus povos. Constituíram — e ainda constituem — o grupo das mulheres combatentes e das mulheres protetoras. Por isso, neste 8 de março, consagrado Dia Internacional da Mulher, o Pontopm presta mais uma homenagem singular às laboriosas mulheres militares brasileiras. Mulheres combatentes Entre as mulheres combatentes, nesta postagem, destacam-se: Débora e Artemísia. Débora: a juíza israelita A participação histórica de Débora — “cujo nome significa ‘abelha’, única profetiza entre os Juízes de Israel — cristaliza uma homenagem singular às mulheres militares brasileiras. Suas ações, registradas nos capítulos 4 e 5 do Livro de Juízes, por volta do Século XII aC, foram decisivas. Obteve o reconhecimento de Baraque que lhe afirmara: “Se fores comigo, irei; porém, se não fores comigo, não irei.” Débora foi com Baraque e derrotaram o Rei de Canaã. Subjugaram o Exército liderado por Sísera. Este fugindo do campo de batalha, foi acolhido e morto por Jael. Em “O Cântico de Débora”, o texto bíblico destaca: Bendita entre todas as mulheres será Jael, mulher de Heber, o queneu; bendita será entre as mulheres nômades(Juízes 5:24). A Almiranta Artemísia Artemísia foi outra mulher que se destacou na batalha Naval de Salamina, travada entre os persas e gregos, no limiar do Século V aC. No canal do History, em “Construindo um Império”, o ator e diretor Peter Frederick Weller, fez referência à Almiranta Artemísia, quando descreveu que: Há um episódio notável na derrota na Batalha de Salamina. Uma mulher chamada Artemísia, única capitã na esquadra persa, tapeou os gregos atingindo um de seus próprios navios e escapou no meio da confusão. Sua habilidade de sobrevivência impressionou Xerxes que teria dito “Meus homens tornaram-se mulheres e minhas mulheres se tornaram homens” No ano de 2014, a indústria cinematográfica estadunidense reproduziu a sagacidade de Artemísia, no filme “300: A Ascensão de um Império. Assista a um dos trailers no no seguinte vídeo: Mulheres protetoras Nas fileiras das Instituições Militares Estaduais (IME), há mulheres valorosas, a exemplo de Débora e Artemísia. São, igualmente combatentes, e são evidenciadas na condição de mulheres protetoras. São as profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Presentes, nas 26 unidades da Federação e no Distrito Federal,de cada uma das IME, recebem, anualmente, de suas respectivas IME, homenagem singular, no Dia Internacional da Mulher. Devem ser homenageadas, inclusive, na forma de tratamento que lhes é devido. Assim, na Flexão e Modernidade, uma das três partes do Livro O Estouro do Casulo, João Bosco de Castro — Oficial de polícia ostensiva e preservação da ordem pública; poeta e jornalista deste Pontopm — presta uma homenagem singular, às militares estaduais, citando as “consolidadoras  do Descobrimento do   Brasil,   Dona  Brites de Albuquerque [ Esposa de Duarte Coelho Pereira e homônima da mãe de Martim Afonso de Sousa. ] e Dona Ana Pimentel, as duas  primeiras    grandes  capitãs portuguesas nos domínios  de Santa Cruz! “. Ensina, também, que “Sobranceira e elegantemente, falemos e redijamos, com acerto e modernidade, sem nenhum atavio de petulância nem afetação: o almirante a almiranta o aspirante-a-oficial a aspiranta-a-oficial o bacharel a bacharela o brigadeiro a brigadeira o cabo a caba o cadete a cadeta o capelão a capelã o capitão a capitã, a capitoa o chefe a chefa, a chefe o subchefe a subchefa, a subchefe o cirurgião a cirurgiã o comandante a comandanta o subcomandante a subcomandanta o coronel a coronela o diretor a diretora o escrivão a escrivã o escrivão a escrivã o general a generala o major a majora, a majora o marechal a marechala o militar a militara, a militar o oficial a oficiala o o presidente a presidenta o recruta a recruta o sargento a sargenta o terceiro-sargento a terceira-sargenta o segundo-sargento a segunda-sargenta o primeiro-sargento a primeira-sargenta o servidor a servidora o soldado a soldada o tenente a tenenta, a tenente o segundo-tenente a segunda-tenenta, a segunda-tenente o primeiro-tenente a primeira-tenenta, a primeira-tenente o subtenente a subtenenta, a subtenente o tenente-coronel a tenente-coronela , a tenenta-coronela CASTRO, J.B. (1998). Nas histórias das IME, há registros das ações bem-sucedidas alcançadas pelas mulheres, profissionais de polícia ostensiva e de preservação da ordem pública. Conquistaram seus espaços, nas atividades-fim e atividades de apoio, nos níveis operacionais, intermediário e estratégico. Três delas alcançaram, inclusive,o mais alto posto, tornando-se comandantas-gerais. Neste ano de 2019, a Polícia Militar de Minas Gerais, mediante seu comandante-Geral — Coronel Giovanne Gomes da Silva —, homenageou as militares estaduais mineiras, com o seguinte vídeo:

Passagem do Comando-Geral da Polícia Militar de Minas Gerais

Na manhã da última quinta-feira (17), a Academia da Polícia Militar (APM) do Prado Mineiro foi sede de um dos mais importantes eventos da Instituição Militar Estadual (IME): a passagem dos cargos de comandante-geral e de subcomandante-geral. A cerimônia policial-militar, muito prestigiada pelas autoridades e convidados, transcorreu em dois momentos distintos. No primeiro, a inauguração dos retratos. No outro, as passagens dos respectivos cargos. Autoridades e convidados presentes Na solenidade, compareceram, além de Romeu Zema — Governador de Minas Gerais, as seguintes autoridades: Do Judiciário Mineiro Desembargador Nelson Missias de Morais – Presidente do TJMG; Coronel James Ferreira Santos – Presidente do Tribunal de Justiça Militar de MG (TJMMG); Coronel Rúblio Paulino Coelho e Juiz Vice-Presidente do TJMMG ; Coronel Sócrates Edgar dos Anjos e Juiz do TJMMG; Do Legislativo Weliton Prado – Deputado Federal; Cel Sandro Lúcio Fonseca – Deputado Estadual; Cel Carlos Henrique Coelho de Campos – Deputado Estadual. Do Executivo: Federal: Brigadeiro-do-Ar Mário Sérgio Rodrigues da Costa – Comandante do Centro Instrução e Adaptação da Aeronáutica; Capitão-de-Mar-e-Guerra Nicácio Sátiro de Araújo – Capitão dos Portos de Minas Gerais; Gen Henrique Matias Nolasco Sobrinho – Comandante da 4ª RPM do Exército; Delegado Paulo Henrique Barbosa – Superintendente Regional em Exercício da Polícia Federal em MG. Estadual: Paulo Brant – Vice-Governador do Estado; Antônio Sérgio Tonet – Procurador-Geral de Justiça de MG; Gen Mauro Lúcio Alves de Araújo – Secretário de Estado de Segurança Pública e Administração Prisional; Cel Edgard Estevo da Silva – Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros de MG; Delegado Wágner Pinto de Souza – Chefe da Polícia Civil de MG; Gério Patrocínio Soares – Defensor Público Geral de MG Municipal Alexandre Kalil – Prefeito de Belo Horizonte. Convidados: Procuradores, ex-comandantes-gerais; ex-subcomandantes-gerais; coronéis comandantes e diretores; coronéis da reserva e reformados; oficiais da ativa, reserva e reformados; praças da ativa, reserva e reformados; familiares dos comandantes substitutos e substituídos e outros Inauguração dos retratos Realizada no salão nobre da APM, a cerimônia policial-militar registrou a inauguração do retrato do coronel Helbert Figueiró de Lourdes, na Galeria de retratos dos ex- comandantes-gerais, e, do coronel André Agostinho Leão de Oliveira, na Galeria dos ex- subcomandantes-gerais da IME. Ainda, naquele evento cerimonioso, houve um de homenagem, às esposas dos comandantes substituídos, pelas esposas dos comandantes substitutos, coronéis Giovanne e Marcelo. Cerimônia policial-militar de passagem do comando-geral Transmissão do cargo de comandante-geral A formalidade policial-militar de passagem de comando, presidida por Romeu Zema — governador do Estado, foi desenvolvida nos termos do Regulamento de Continências, Honras, Sinais de Respeito e Cerimonial Militar das Forças Armadas (RCont). Iniciou-se com a leitura dos atos oficiais de “nomeação” do coronel Giovanne Gomes da Silva e “exoneração do coronel Helbert Figueiró de Lourdes do cargo de comandante-geral da PMMG. Seguiu-se a “transmissão do cargo”, sob a presidência de Romeu Zema, governador do Estado. Nesse momento, na presença da Bandeira do Brasil e de todos os presentes, o coronel Helbert disse: “entrego o comando da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais ao coronel Giovanne Gomes da Silva”. Na sequência, o coronel Giovanne declarou, publicamente: “Assumo o comando”.   Na sua despedida do serviço, o coronel Helbert Figueiró fez um pronunciamento relatando ações de seu comando, no últimos dois anos. Destacou quedas de indicadores da violência e criminalidade violentas, dentre outras ações, nos diversos sistemas da IME, ressaltando: Apesar de toda dificuldade nesses dois anos de comando, saímos com a sensação de que tivemos êxito. Todas as conquistas alcançadas resultaram em um trabalho harmonioso do alto-comando da corporação, com o qual definimos estratégias, e que foram fielmente cumpridas por esses brilhantes militares que nós temos. Espero que a tropa continue com o espírito republicano, com a postura focada no interesse público e que continue trabalhando para a sociedade. Desejo aos policiais militares muitas felicidades. Estarei agora na reserva altiva torcendo por todos. Ao Governador Romeu Zema, afirmo que a Polícia Militar será, diante de todas as dificuldades, um sustentáculo para a governabilidade do Estado.Muito obrigado! No discurso de posse, após assumir o comando-geral da PMMG, o coronel Giovanne Gomes da Silva, evidenciou a distinção do governador e do secretário da segurança pública, agradecendo-lhes a confiança depositada para o exercício da nova função. Depois cumprimentou cada uma das autoridades destacadas anteriormente, reafirmando o compromisso de continuar as parcerias integrativas e indispensáveis  à IME ao cumprimento das atividades de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. O coronel Giovanne indicou o caminho das ações de comando, na nova gestão estratégica da PMMG, a fim de buscar a excelência dos serviços policiais militares a serem prestados aos cidadãos e às comunidades mineiras. Aa ações destacadas, firmadas em três pilares, foram sintetizadas na(o): cumprimento dos protocolos consolidados nas doutrinas nacionais e internacionais de proteção pública; otimização e inovação tecnológica dos recursos logísticos indispensáveis à execução das atividades de proteção pública; treinamento continuado dos profissionais da IME, motivando-os ao aperfeiçoamento para a execução das atividades técnicos e táticas. Realçou a disponibilidade do potencial humano de se empenhar nas atividades atribuídas à PMMG, afirmando não ser incomum jornadas semanais superiores a 45 horas Posteriormente, o novo comandante-geral concitou a todos os integrantes da PMMG, que atuam nos 853 municípios mineiros, para somar os esforços dispendidos no dia a dia, o que garantirá a legitimidade e perenidade da Corporação perante a sociedade. E destacou: Estou ciente dos desafios que estão por vir, principalmente diante das dificuldades enfrentadas pelo estado de Minas Gerais. Sabemos que a sociedade mineira espera de nós a prestação de um serviço de qualidade, com dedicação e com amor, sobretudo por exercermos nosso ofício justamente numa área tão essencial: a segurança pública. Este comando vai manter a qualidade deste serviço alinhado com toda tropa porque, juntos, somos muito mais fortes. No encerramento do seu discurso, o o coronel Giovanne emocionou-se e sensibilizou a todos , contando a difícil, inesquecívil e honrosa carreira de uma notável policial militar: o próprio pai. À ele, o comandante-geral prestou uma continência! Transmissão do cargo de subcomandante-geral Outro momento significativo foi marcado com

Novo comandante para o comando do policiamento especializado

Na manhã desta sexta-feira (28), o coronel PM Giovanne Gomes da Silva foi substituído pelo coronel PM Frederico Geraldo Ferreira no cargo de comandante do comando do policiamento especializado (CPE). ) coronel PM Giovanne será, a partir do próximo janeiro, o novo comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), no próximo governo. A passagem de comando aconteceu na Academia da Polícia Militar do Prado Mineiro (APM). Foi presidida pelo atual comandante-geral, coronel PM Helbert Figueiró de Lourdes, na presença dos comandantes e comandados da Região Metropolitana de Belo Horizonte e de autoridades civis. Cerimônia de passagem do comando do policiamento especializado A cerimônia policial-militar de passagem do comando do CPE ocorreu no auditório da (APM). No seu discurso, o novo comandante do CPE — coronel PM Frederico — ressaltou a importância, daquela unidade intermediária na PMMG, e a motivação sentida ao comandá-la, afirmando que: “(…) é uma grande honra e satisfação para mim e agradeço ao Comando da PMMG o voto de confiança. À exceção dos três anos passados junto à Auditoria Setorial da Instituição, toda a minha carreira se desenvolveu em unidades pertencentes ao CPE, Comando fundamental para o bom desempenho da Polícia Militar. Me comprometo com todos os integrantes do Policiamento Especializado a fomentar o profícuo ambiente de trabalho baseado no respeito, na lealdade, na ética, na hierarquia e na disciplina. Trabalharemos juntos para que as forças integradas do CPE mantenham-se em pronto emprego diuturnamente” (…). O comandante substituído — coronel PM Giovanne — foi homenageado pela Instituição Militar Estadual (IME), em consequência de sua conduta exemplar, zelosa e dedicada no comando do CPE. O reconhecimento foi materializado numa “moldura com a insígnia representativa do CPE” que lhe foi entregue pelo Coronel Helbert Figueiró. Ao agradecer a manifestação de apreço, o coronel Giovanne disse que:   “A nossa carreira é feita de vários momentos e um dos mais felizes da minha vida foi como do CPE. Saio com a sensação de dever cumprido e um sentimento de muita gratidão. A tropa do CPE faz parte da minha essência. Ela ombreou comigo cada missão de proteger o povo mineiro” As solenidades de passagem de comando, para o Coronel Helbert Figueiró de Lourdes, constituem significados muito singulares, nas IME, principalmente pela renovação ocorrida nas ações de comando, pautadas pelo comprometimento e disposição de continuidade da inovação e implementação das estratégias tático-operacionais da Corporação. Naquela oportunidade, referindo-se ao coronel Frederico ressaltou que ele teria: “ (…) duas missões pela frente: em uma missão secundária, prestar auxílio ao policiamento ordinário na redução da criminalidade no estado, e em sua missão principal e mais efetiva, combater a alta criminalidade, impedindo-a de fixar no território do Estado. Sua trabalho será árduo, mas, certamente, logrado de muito sucesso, por sua diferenciada competência profissional, muito bem percebida pelo Alto Comando da Instituição”. Unidades subordinadas ao comando do policiamento especializado Criado em 21 de junho de 2004, o CPE integra o sistema operacional de recobrimento e apoio da PMMG. Articula-se, então, de tal forma a atuar em todo o território mineiro, sendo uma unidade tática responsável “(…) pela coordenação, controle e emprego das forças especiais (…)” e “(…) destinadas a atuarem em caso de graves perturbações da ordem e em ocorrências que exijam emprego de técnicas especiais, sendo força de reação do comando-geral.” Atualmente, as unidades operacionais e executivas do citado sistema são: O Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas – ROTAM; O Batalhão de Polícia de Choque – BPChq; O Batalhão de Operações Policiais Especiais – BOPE; O Batalhão de Polícia de Guardas – BPGd; O Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes – RCAT e A Companhia de Polícia Militar Independente de Policiamento com Cães.

A Velocidade Como Componente do Conhecimento

Estamos acostumados a descrever a velocidade na relação distância e tempo, mas a velocidade não necessariamente é a resultante da distância percorrida pelo tempo gasto para percorrer essa mesma distância, esta é uma definição de velocidade que implica apenas quando se trata de deslocamento. Esse processo é bem mais complexo e a resultante da distância percorrida em determinado espaço de tempo, por mais absurda que possa parecer, é uma informação que nos remete pura e unicamente aos referenciais de tempo e espaço como os conhecemos. A velocidade para percorrer uma distância em determinado tempo não se mede apenas pelos elementos de validação como os construímos, pois, esses elementos são os visíveis aos olhos e fazem parte daquilo que foi abordado no primeiro capítulo sobre o Conhecimento. Um acúmulo de informações pretéritas a partir da exposição do cérebro às experiências dos nossos terminais sensoriais, quais sejam: audição, visão, olfato, tato e paladar. O cérebro cruza estas informações e nos possibilita descrever a velocidade como uma experiência que extrapola a relação tempo e espaço.  A velocidade é também uma relação de destreza, uma relação de percepção, uma relação do pensamento com as possibilidades de experiências que se podem acumular. A velocidade permite ao homem extrapolar o seu limite de resposta aos eventos apresentados e nessa busca por resposta mais rápida aos questionamentos, permitiu também, o aprendizado transformado em tecnologia, um Conhecimento que cruza variáveis, incorpora novas informações, constrói hipóteses e ao final possibilita um novo Conhecimento que correlaciona as informações pretéritas de espectro mais alargado conjugado à exposição do cérebro às experiências dos nossos terminais sensoriais e assim sendo manifesta-se como um Conhecimento do homem e não da tecnologia.  O homem ao usar o Conhecimento para produzir instrumentos da percepção da velocidade, o faz tendo como referencial as suas necessidades e não as apresentadas pelo Universo. O homem não interfere na forma como o Universo se desloca no espaço, o homem pode sim interferir no seu processo de deslocamento a partir do acúmulo de informações, mas nada além disso. As distâncias a percorrer e o tempo que se consome – exatamente, se consome, pois não retorna – nos dão a sensação da velocidade a partir de elementos próprios do nosso planeta e que em atmosferas diferentes, mesmo que se valha das mesmas medidas de distância e tempo, bem como as mesmas especificações do conjunto motriz, não necessariamente teremos as mesmas velocidades, pois o que se construiu em termos de Conhecimento só se valida no espaço físico onde o Conhecimento foi produzido. Quando se prende ao conceito de velocidade, como o conhecemos, uma relação de espaço percorrido e tempo consumido, necessariamente, para aumentar a velocidade temos de diminuir o atrito; reduzir as possibilidades de um acidente; eliminar os pontos de conflitos; produzir força motriz compatível com a via que suporta o veículo; utilizar o combustível mais apropriado; criar uma aerodinâmica compatível com a velocidade e a força de atrito a ser rompida, tudo isso sem se esquecer da segurança que permita ao veículo se deslocar e fazer chegar o homem, do ponto A ao ponto B.  Com essas informações que levam ao Conhecimento e a partir dele uma nova tecnologia, o homem foi capaz de desenvolver um veículo, que pudesse utilizar as vias aéreas. Esse veículo nos remete à relação mais próxima do que seja o deslocamento do Universo, do que seja o deslocamento do planeta Terra na sua órbita gravitacional em relação ao Sol, sem contudo deslocar nas mesmas condições que o planeta Terra desloca no Universo. Ao Universo não se aplica o atrito, o Universo se desloca no vácuo, a velocidade de deslocamento é a mesma desde sempre e assim se manterá enquanto for o arranjo da sua estruturação. Perceber a ausência do atrito no deslocamento de um veículo não é uma inferência difícil de se construir, de certa forma é muito simples e chega a ser um exercício lúdico, tal a simplicidade dos arranjos no Universo, mas que determina uma série de informações pretéritas que construíram o Conhecimento, consumiram o tempo e a capacidade de muitos cientistas – Isaac Newton, Nicolau Copérnico, Galileu Galilei, dentre outros. Transformar em ação o movimento, a imagem que caracteriza o deslocamento do planeta Terra na sua órbita gravitacional, como dissemos, é um exercício lúdico que pode ser realizado em qualquer ambiente, basta apenas conhecimento pretérito sobre a Lei de Atrações dos Corpos e a disponibilidade para brincar, isso mesmo, divertir-se. A atividade é muito simples, duas pessoas são o suficiente, a vontade de apreender é a essência, a ação é a força motora da atividade. As duas pessoas se seguram pelas mãos e com os braços estendidos, sendo que uma delas mantém o seu ponto de apoio fixo, mas não estático, e a outra pessoa correrá em volta dela, ambas se seguram, uma pessoa no centro da circunferência que ficticiamente se forma pelo movimento da outra que se mantém em movimento curvilíneo uniforme. A pessoa do centro se movimenta de forma a garantir que a pessoa que está na periferia possa manter o seu movimento e a distância entre ambas. Os braços estendidos, com as mãos dadas, representam as forças tratadas pela Lei de Atrações dos Corpos. Existe uma força centrífuga e uma força centrípeta, essas forças são as condicionantes da estruturação da órbita que ficticiamente se formou, mas que na prática estruturam o movimento de qualquer corpo que se desloca no espaço. Se a pessoa que está no centro, que representa o Sol, soltar a mão da pessoa que representa o planeta Terra e está na periferia, pelos enunciados físicos, essa pessoa seria lançada pela tangente – lembrando que uma circunferência é uma sucessão de retas e que a tangência é um ponto de início de uma reta – em relação à curva que representa a sua órbita hipotética, se afastando em movimento retilíneo uniforme indefinidamente e infinitamente do ponto que a se sustentava no espaço, isto porque no espaço não há atrito, há predominância do vácuo e por consequência, a velocidade

Conhecimento Consequente da Produção das Informações

O Conhecimento acumulado ao longo do tempo, permitiu ao homem criar instrumentos de validação das ciências, através das quantificações das informações disponibilizadas e adequadamente tratadas no ambiente científico. Favorece-lhe inferências capazes de construir um novo Conhecimento, inclusive, validar um Conhecimento já existente, e descartar, a partir de novas evidências, aquilo que até então era conhecido como uma possibilidade. A quantificação na produção das informações As formas quantificativas das informações são mecanismos matemáticos que permitem o agrupamento de informações congêneres criando estatisticamente os mecanismos denominados “intervalos de classes”. Esses mecanismos amplamente utilizados dentro da Ciência Estatística é uma vertente matemática que permite inferências a partir de um conjunto de probabilidades que adequadamente tratadas, conduzem à racionalidade da ideia pelo agrupamento de informações periféricas que validam a estruturação de um novo Conhecimento. Obviamente que uma verdade matemática, que estrutura a possibilidade de um novo Conhecimento, se cerca do conjunto de informações disponibilizadas e que influenciam diretamente as possibilidades de acertos em determinado tratamento estatístico. Essa verdade é construída pelas informações que validam o Conhecimento e que são aceitas como condicionantes do pensamento recorrente num determinado momento da ciência, sem ser necessariamente, definitivo. Os “intervalos de classes” representam as informações quantitativas de determinado evento, não sendo portanto Conhecimento, o que faz as informações que neles se manifestam como verdadeiras é a capacidade de associar informações pretéritas, criar um Conhecimento que torne coerente com a realidade o argumento que se busca construir. A utilização desse recurso estatístico é de forma recorrente em todas as ciências, onde os parâmetros de conclusões, são calcados na realidade métrica mediana daquilo que se construiu como informação e daquilo que, cruzadas as hipóteses, permite à Ciência um diagnóstico adequado de um determinado quadro, anteriormente já construído pelas evidências e correlações afetas à análise específica. Muitas informações produzidas pelo Conhecimento dão-nos apenas o retrato fiel da sua medição, nada mais além disso, para se chegar a conclusões acertadas sobre determinado evento, temos a obrigação de construir os elementos essenciais à sua validação, é preciso e de forma clara, descrever aquilo que está acontecendo, que determina uma intervenção e que efetivamente demonstre a existência daquilo que se denomina: problema, ou seja, é preciso que identifiquemos a real necessidade de atuação para reparação de uma demanda emergente, precisamos descrever objetivamente o nosso problema – pois só se busca solução ao novo enfrentamento, cujas informações pretéritas carecem de aprofundamento. A construção de possibilidades que nos permitam descrever o problema e atacá-lo, são as nossas hipóteses de sucesso, para além de objetivamente descrever o problema que se é apresentado, mesmo de forma empírica, temos a obrigação de construir as hipóteses que se mostram, a partir do acúmulo de informações pretéritas, as mais apropriadas ao problema que nos atinge. As hipóteses, como na real definição da palavra, são as possibilidades de enfrentamento do problema a partir dos caminhos e dos Conhecimentos pretéritos de validação que agregando novas informações possam interferir de forma positiva, ou de forma negativa, ou ainda sendo irrelevante, na resposta ao problema apresentado. Ao construir uma hipótese é preciso saber dimensionar adequadamente as variáveis que podem interferir na validação da hipótese, é preciso saber se conhecemos adequadamente as variáveis e se somos capazes de interferir no ambiente onde as variáveis se manifestam. É preciso saber se as variáveis dependem de informações pretéritas que possam levar ao êxito de uma determinada hipótese, é preciso saber se controlamos adequadamente o ambiente e o impacto das variáveis construídas para atacar o problema, devemos saber o grau de dependência ou mesmo independência da variável na estruturação da hipótese, precisamos ter certeza que as variáveis não nos conduzem a erros interpretativos que possam colocar em descrédito o Conhecimento que pretende construir. Obviamente que as condicionantes para a perfeita definição do problema, a elaboração estratégica das hipóteses e influência das variáveis no êxito de uma teoria, são um conjunto de informações pretéritas que criaram a possibilidade de atualização do Conhecimento, esse mesmo conjunto de informações só tem validade no período em que se estrutura e nos instrumentos de medição que são utilizados para tal. A ciência evolui e com ela o Conhecimento, a forma de compreender o mundo, a forma de quantificar as informações, os instrumentos utilizados para a medição das informações que levam à construção do Conhecimento, por serem passivos de transformação e por agregarem novas tecnologias que permitem seu aperfeiçoamento, permitem também ao Conhecimento se refazer, se refundar, se transformar e sobretudo se atualizar em relação ao novo. O Conhecimento que se adquire com o enfrentamento de um novo problema, novas hipóteses e novas variáveis, pode redundar em conclusões e inferências próprias ao modelo de época, ou seja, o Conhecimento é uma verdade determinada pelas informações disponíveis naquele momento, não são o fim em si mesmo, mas uma possibilidade de enfrentamento de uma questão apresentada no tempo presente. Para quantificar as informações produzidas e assim chegar às conclusões ou inferências voltadas à solução do problema proposto, podemos utilizar várias técnicas para coleta das informações que se vão quantificar, que podem ser: entrevistas; roteiros; questionários; palavras-chaves; gravações; filmagens; orientações de conduta em ambientes controlados; advertências sobre utilização de determinado equipamento; correta utilização de equipamentos de medição; dentre outros que o pesquisador possa utilizar e descrever a forma de emprego. As conclusões sempre são frutos de uma relação de causalidade, em suma – acontecendo isso, a consequência é esta. As conclusões são lógicas, não permitem interpretação diferente, ou seja, são o efeito visual de uma imagem, 2 + 2 : 4. As conclusões não permitem tergiversação, aceitam apenas uma única interpretação, que é aquela que se apresenta pela leitura pura e simples do ambiente. As inferências, essas sim, nos permitem sair do estado estático do fato e buscar interpretações que nos permitem dizer que 2 + 2 podem ser 4, mas podem ser qualquer número, as inferências são como a matemática, agregam outras possibilidades de interpretação, nospermitem ver o invisível, ouvir o inaudível e sentir o borbulhar do Conhecimento à nossa volta. A qualificação na produção das informações No nosso dia-a-dia, podemos ver a interferência da

“Policial Militar: cuidar da sua saúde é manter a sua família segura”

No Canal que mantém, no YouTube, a Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) publicou uma mensagem do coronel PM Luis Claudio Laviano, que é o  Comandante-Geral da Instituição Militar Estadual (IME). A final de sua fala, o Principal Gestor da PMERJ diz: “Policial Militar: cuidar da sua saúde é manter a sua família segura”. Dois aspectos importantes são destacados no vídeo, que contém a mensagem do coronel Laviano, aos seus comandados, neste Novembro Azul. O primeiro, é a preocupação com a saúde de seus comandados e com o bem-estar de seus familiares. O segundo, é um relato da história de vida e a convivência difícil com a indesejável doença. Assim, emocionado, o comandante-geral da PMERJ, evidencia muitos momentos vividos e como aprendeu a se prevenir e evitar um mal diagnosticado, de forma desfavorável, em muitos homens. Então, com experiência, alerta-os, mas, em especial, aos membros da IME que comanda. Durante a mensagem do coronel PM Luis Claudio Laviano, Comandante-Geral da PMERJ, encontram-se projetadas as seguintes mensagens textuais: “O tratamento para quem identifica precocemente o câncer de próstata chega a índice de cura de até 90% – Fonte: Instituto Lado a Lado.” “Anualmente, o país registra cerca de 68 mil novos casos e 13 mil mortes causadas pelo tumor – Fonte: Instituto Lado a Lado.” “Cerca de 10% dos homens após os 50 anos de idade desenvolvem a doença – Fonte: Instituto Lado a Lado.” “Atualmente 15.124 policiais militares estão na faixa de risco, de 41 a 50 anos – Fonte: SISPES” “Foram diagnosticados em 2017 pelo HCPM 40 novos casos – Fonte: DGS/HCPM” “Em 2018 temos 74 Policiais Militares em Tratamento do HCPM – Fonte: DGS/HCM” Com as informações da PMERJ TV

Policiais militares brasilienses serão comandados por uma mulher

Na constituição da equipe de governo do Distrito Federal, o governador eleito, Ibaneis Rocha (MDB) decidiu convidar a Coronel da Polícia Militar  Sheyla Soares Sampaio que irá exercer o cargo de Comandante-Geral daquela Instituição Militar. É a primeira vez que os policiais militares brasilienses, será comandada por uma mulher. A coronel Sheyla esteve na Redação do Correio Braziliense e conversou com as jornalistas Ana Maria Campos e Adriana Bernardes. Assista ao vídeo e saiba quais foram as perguntas propostas pelas jornalistas e as respostas da oficial da Polícia Militar do Distrito Federal escolhida para comandar uma corporação de 11.000 homens e mulheres que se decidam à proteção das pessoas e comunidades do Distrito Federal. A Coronel PM Sheyla é uma profissional de polícia ostensiva e preservação de ordem pública experiente e dedicada. Tem consciência o desafiador papel a ser desempenhado e sente-se está confiante de que irá exercê-lo, a exemplo dos demais comandos, exercidos nos escalões inferiores, ao longo de sua brilhante carreira policial-militar. Atualmente, Sheyla é a terceira mulher escolhida para comandar uma Instituição Militar Estadual (IME), num total de 27 unidades federativas.  A primeira foi a coronel PM Angelina dos Santos Correia Ramires, da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO). Graduada no Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar do Prado Mineiro, em Belo Horizonte – Minas Gerais, Angelina galgou, a exemplo de Sheyla, todos os escalões da PMRO, até assumir o Comado-Geral daquela IME, onde permaneceu de 19 de agosto de 2003 a 31 de dezembro de 2010. A segunda mulher escolhida para comandar uma IME, é a Coronel Audilene Rosa de Paula Dias, conforme noticiado neste Pontopm, no post seguinte: Outra instituição policial comandada, pela primeira vez, por uma mulher, é Metropolitan Police Service, de Londres, na Inglaterra. A Met, como é chamada pelos ingleses teria sido criada por Sir Robert Peel. Leia o post seguinte e confira.

O Conhecimento, a Descrição Teórica e Operacional e a Relação Tempo e Espaço

O Conhecimento, por ser uma forma de compreensão do espaço que nos cerca e das transformações recorrentes neste espaço, a cada segundo requer uma nova validação. Isso decorre da capacidade adjacente ao pensamento que, compreendendo uma nova realidade, busca associar Conhecimento pretérito a essa nova informação. E cruzando as possibilidades decorrentes do novo problema – que se percebe existir – aloca a ele as possibilidades de respostas, estabelecendo hipóteses. Controla variáveis, afastando interpretações equivocadas e centra as inferências na multiplicidade de respostas possíveis e na possibilidade de acerto referente ao novo Conhecimento que se estrutura. Ao trabalharmos uma nova hipótese – naturalmente e dentro do prisma de controle que tentamos impor ao Conhecimento acumulado – como condicionante de domínio da informação, mesmo que não se proponha a esse fim, o cérebro buscará formas de se manter acima da especulação. Construirá argumentos para contrapor a nova informação. Esse domínio do cérebro sobre o Conhecimento é a antítese do que buscamos discorrer até o presente momento. Em síntese, isso quer dizer que, é apresentada uma nova hipótese, de forma recorrente, nos colocamos na defensiva e não permitimos a especulação como possibilidade de acumulação do Conhecimento. Desde o início do Conhecimento, o homem entende determinados fenômenos como verdades puras e imutáveis. Afasta hipóteses de compreensão de fenômenos físicos apenas pela negação e não pela capacidade de centrar as inferências na multiplicidade de respostas possíveis e na possibilidade de acerto referente ao novo Conhecimento apresentado. Para comprovar a assertiva, vamos descrever dois fenômenos explicados pela física: uma viatura de rolamentos quadrados e as estações do ano. O primeiro, uma teoria do Conhecimento, que na descrição teórico-operacional, apenas comprova que o seu cérebro desconsidera as inferências na multiplicidade de respostas possíveis, simplesmente pelo fato de se ter, dentro da relação tempo-espaço, uma única hipótese como verdadeira – o rolamento redondo. O segundo, uma descrição tempo-espaço que, não demandando uma teoria, se tornou uma verdade, a partir de uma realidade construída, numa época em que o conhecimento gravitava em apenas um hemisfério do planeta Terra – as órbitas gravitacionais elípticas. A física descreve o atrito como a possibilidade de deslocamento voluntário e controlado de um corpo – através de uma força motriz, o arrasto – onde o corpo empurra o planeta Terra para trás e o planeta Terra empurra o corpo para a frente, as forças de sentido contrário são percebidas por ocasião do deslocamento de qualquer ser sobre o planeta Terra. Você percebe isso claramente ao andar, a força motriz do seu corpo impele uma força de atrito que empurrando o planeta Terra para trás, é projetado para a frente pelo planeta e assim muda a sua posição no espaço, determinando um arrasto. Quando falamos de viaturas, certamente, falamos de mobilidade, velocidade, engenharia, estradas, pedestres, animais, mas com certeza a única forma de rolamentos que nos vem à mente, são os rolamentos redondos, comumente conhecidos como rodas. Estamos falando de vias terrestres: rodovias e ferrovias, estamos falando de viaturas que se movem pelo atrito provocado entre o pavimento e o rolamento. Todas as viaturas que conhecemos têm rodas redondas, o contato entre a viatura e o pavimento, que ocasiona a impulsão da viatura se dá por um rolamento redondo, mesmo que não seja um pneu ou uma roda, ou ainda sendo uma sapata – próprio das viaturas militares e dos equipamentos de terraplenagem, são todos rolamentos redondos – o ponto de contato, em momento algum, sofre solução de continuidade, ou seja, sempre estão em contato com o pavimento ou com o ponto intermédio entre o pavimento e a roda: os caminhos de ferro. Caso uma pessoa tente provar a possibilidade de um rolamento quadrado, refutamos de imediato, o Conhecimento de que dispomos e as verdades intrínsecas a esse conhecimento, nos determina a uma única hipótese de resposta: a impossibilidade. Quando assim agimos, agimos sem confrontar as possibilidades e com base em variáveis até então consideradas como o único Conhecimento possível, refutamos a hipótese pura e simplesmente. Conclusão: desconsideramos o Conhecimento e impomos a nossa verdade, impomos formas de nos manter acima da especulação e construímos argumentos para contrapor a nova informação, esse domínio do cérebro sobre o Conhecimento nos faz perder a coerência e a essência do Conhecimento, manifesta pela recepção de uma nova informação, uma nova variável, uma nova hipótese que nos permitirá especular de forma mais acertada. Descrever de forma objetiva e clara aquilo que se apresenta como o referencial teórico e operacional de uma viatura com rolamentos quadrados é tarefa simples e também o é o seu entendimento. Rolamentos quadrados – não uma roda quadrada, até mesmo porque roda é redonda – mas rolamento que é uma descrição do corpo de arrasto entre a viatura e o pavimento, o ponto da viatura que empurrando o planeta Terra para trás, é empurrado por ele para a frente, redundando no deslocamento. Uma viatura com rolamentos quadrados, conceitualmente, como um caminho de ferro, necessita de especificações próprias, a via que recepciona uma viatura de rolamentos quadrados não é uma via concebida como estamos acostumados a perceber – uma via plana. Uma via, a ser utilizada por uma viatura com rolamentos quadrados, é helicoidal, ou seja, um pavimento semelhante a meias-circunferências, mais objetivamente, quando ensinamos uma criança a escrever num caderno pautado, onde ensinamos à criança a escrever a letra “m” onde a letra deve iniciar na base de uma linha ir até o limite da linha imediatamente acima, sem contudo a ultrapassar e de forma pausada e ininterrupta se mantém. Agora, trazendo a imagem de se ensinar uma criança a escrever num caderno pautado, imaginemos vários tubos, de mesmo calibre, ou seja com as mesmas medidas de circunferências, que amarrando esses tubos, uns aos outros, sobre uma superfície, de tal forma que um tubo só se encosta nos tubos que estão aos lados direito e esquerdo, a parte de cima dos tubos, aquela parte que fica exposta, apresenta-se como a imagem mais clara e nítida da via destinada a uma viatura com rolamentos quadrados. Uma

O Tempo e a Validação do Conhecimento

O Tempo é a dimensão mais própria à validação do Conhecimento, o Tempo é uma criação do homem para comprovar a sua própria existência, o Tempo só é necessário ao homem, pois ao Universo a dimensão Tempo não é essencial, as leis do Universo se equilibram pelos arranjos físicos e químicos que evitam a sua falência, ao contrário do homem que apenas com os arranjos físicos e químicos não se sustenta. O Tempo, na descrição como o entendemos, só tem validade para o homem, a partir do referencial estático, ou seja, quando perguntamos a alguém quantas horas dura um dia, certamente esse alguém responderá que o dia dura 24:00 horas. Do ponto de vista da lógica, a resposta é correta, no entanto, do ponto de vista do ser humano alocado no planeta Terra, o dia não dura penas 24:00 horas, o dia dura 47:00 horas. Mas como isso é possível? Tomemos como exemplo o dia 01 de janeiro de um ano qualquer, esse dia civil no mundo, não dura apenas as 24:00 horas de um dia para alguém que se encontra em posição estática, basta lembrar que o planeta Terra é uma esfera, que fisicamente podemos dizer que tem 360⁰, que a duração de um dia, na posição estática do ser humano, dura 24:00 horas, que dividindo 360/24, teremos 15⁰, isso quer dizer que a cada 15⁰ de distância de um meridiano para o outro, teremos 01:00 hora de distância, ou seja, o planeta Terra tem 24 posições de nascer do Sol, que começa na posição 00:00 hora e vai até a posição 23:00 horas, pois a posição 24:00 horas é coincidente com a posição 00:00 hora o fim de um dia e o nascimento do dia seguinte. Assim, na posição 23:00 horas em relação ao dia que teve início na posição 00:00 hora estará nascendo o mesmo dia 01 de janeiro de um ano qualquer e que dali a 01:00 hora, estará terminando o dia 01 de janeiro de um ano qualquer que começou na posição 00:00 hora alusiva ao nosso primeiro meridiano. Somando as 23:00 horas que o dia 01 de janeiro de um ano qualquer ainda terá pela frente, em relação ao meridiano 23:00 hora, concluímos que o dia civil terá 47:00 horas e isso é apenas para informar ao seu cérebro que a sua análise do tempo é apenas uma interpretação estática do mundo, que o dia e a noite só existem porque existe a luz e que a luz é o resultado de um processo físico-químico de radiação solar, que o seu cérebro constrói essa descrição do ambiente para validar a sua existência, para datando, comprovar que existe passado, presente e futuro. O Tempo influencia diretamente na sua capacidade de produzir Conhecimento, o seu cérebro só consegue produzir um novo conhecimento quando tem o tempo necessário para observar o ambiente e cruzando as novas informações assimiladas com as informações pretéritas já acumuladas é capaz de apropriar-se de um conjunto de informações que possam entender como um novo Conhecimento que permitirá ao homem uma interpretação mais adequada ao evento apresentado e a tomada de decisão mais acertada. Efetivamente, como isso pode ser demonstrado? Como na prática, podemos de forma prática, permitir que uma simulação demonstre a influencia do Tempo na capacidade de produzir Conhecimento? Pode até parecer difícil o exercício, mas não o é. Seria a diferença entre a lógica e a matemática, entre o acúmulo de informação e a tomada de decisão, entre pensamento e ação, entre segundos e milésimos de segundos. Basta apenas que pensemos na objetiva de uma máquina fotográfica e o zoom dessa mesma máquina, quando temos um ponto no horizonte e em milésimos de segundos aproximamos esse ponto do nosso cérebro com o zoom da máquina fotográfica, focamos única e exclusivamente no ponto e desconsideramos todas as informações periféricas. Seria como se dirigindo uma viatura aumentado a velocidade de deslocamento deixamos de levar em consideração as informações à nossa volta, buscando apenas o ponto no infinito. O ponto no infinito não nos permitir validar as informações que medeiam o nosso espaço pois o nosso cérebro não consegue descrever objetivamente o ambiente observado no nosso entorno e, portanto, passa a desprezar informações essenciais. Ao desprezar informações essenciais, o nosso cérebro age de forma lógica e não produz conhecimento e não produzindo conhecimento, corre o risco de incorrer em interpretação equivocada do ambiente causando sério dano ao Conhecimento e mais grave corre o risco de validar uma informação a partir de um referencial teórico espaço-tempo não apropriado. Mas o que vem a ser o referencial teórico espaço-tempo não apropriado? É quando criamos no nosso cérebro uma informação – não validada – sobre determinada realidade. Por exemplo: quando levamos as pessoas para um ambiente fictício e vamos condicionar as pessoas a determinadas atividades que demandam conhecimento de espaço, tempo e mobilidade, sem, no entanto, proporcionar às pessoas essas condicionantes pretéritas. É como levar uma criança para uma cidade fictícia e ensiná-la a atravessar a rua, num ambiente totalmente controlado, com dimensões não compatíveis com as vias urbanas, com os veículos estruturalmente diferentes e as velocidades desenvolvidas monitoradas. Essa criança, ao desenvolver a sua capacidade de travessia da via, com base no seu tempo, seu espaço e sua mobilidade, construídos na cidade fictícia, corre sério risco de óbito ao se ver em ambiente real, pois as condicionantes da cidade fictícia não são compatíveis com o ambiente real. Os ambientes fictícios não permitem ao homem construir conhecimento, mas apenas condicionar a determinada situação, desde que esse ambiente seja compatível com o ambiente que será presentada durante a sua vida. Não adianta ao homem treinar para uma maratona num ambiente virtual e depois ir para a rua para efetivamente realizar a sua prova. O ambiente virtual está deslocado das condições físico-químicas além do distanciamento da questão fisiológica do homem. Lembre-se: O que torna o homem capaz de se superar, criar novas tecnologias, agregar informações e ao final produzir um novo Conhecimento é o Tempo, a única

Validação do Conhecimento

Diferenciar uma imagem de um código requer múltiplos acúmulos pretéritos de informações, é necessário não se deixar enganar pelo cérebro, é necessário distinguir criteriosamente o ponto focal, é necessário conhecer a tênue linha que separa a lógica da matemática, ou mesmo, que separa a linguagem da escrita, é necessária sagacidade e acima de tudo capacidade que clarifique o Conhecimento.  Quando alguém diz que 2 + 2 são 4, tanto na lógica como na matemática, a observação é validada de forma correta, realmente 2 + 2, são 4. Na lógica não existe outra possibilidade, 2 + 2 são 4, ponto. Na matemática nem sempre 2 + 2 são 4, podem ser várias outras possibilidades de respostas, porque a matemática admite outras informações periféricas não compatíveis com a lógica. A matemática nessa questão que se discute, tem enunciados próprios que validam outras possibilidades de respostas. O mesmo raciocínio pode ser observado em relação às palavras que são grafadas de forma idêntica, mas que em idiomas diferentes recomendam compatibilizar informações pretéritas. Pensemos numa pessoa cujo idioma nativo é o português e que conhece o idioma alemão e em viagem pela Alemanha, ao avistar determinada palavra estando em situação de automatismo funcional, o seu cérebro imediatamente a lê e a decodifica como no seu país de origem, sem se aperceber que o código de validação daquela imagem deve ser alterado para o ambiente onde se encontra.Essa forma não apropriada de automatismo funcional é evidenciada quando nos deparamos com um texto traduzido de outro idioma e que recomenda o Conhecimento de elementos culturais próprios de uma determinada época ou região. O tradutor– não obstante a sua capacidade técnica – por não vivenciar a cultura nativa do texto a traduzir, ou mesmo por não conhecer os valores atribuídos ao texto – incorpora à tradução, juízos de valores incompatíveis com o texto, o traduz a partir das suas experiências, dos seus conhecimentos e dos seus valores,distanciando da realidade que buscava transmitir o produtor original do texto. O Conhecimento quando identifica essa vulnerabilidade na intermediação da informação que se pretende acrescentar aos seus conhecimentos pretéritos, recomenda a sua não validação, pois o prejuízo decorrente da apropriação inadequada de um conjunto de imagens e códigos, podem desacreditar toda uma ordem, fazer fluir o caos e desestabilizar a confiança daqueles que o buscam. O Conhecimento é tese, antítese e síntese, é positivo, neutro e negativo. É amor, ordem e progresso. É fé, esperança e caridade. É corpo, alma e espírito. É igualdade, liberdade e fraternidade. É união, amor e independência. É hipótese, variável e conclusão. É comburente, combustível e calor. É princípio, meio e fim.  O Conhecimento é em si a verdade, refuta a  vaidade, corrompe a mentira, trabalha a inteligência, busca o crescimento da humanidade, constrói pontes para a paz, é tolerante, ampara, assiste, distingue e acima de tudo permite ao homem compreender sua missão no universo, sua responsabilidade com o próximo, com as coisas, com os feitos, com a posteridade e com o presente. O Conhecimento que se manifesta como o conjunto de informações pretéritas, hoje produzidas,permitirão à humanidade tomada de decisões acertadas e compatíveis com a grandeza do homem que compreende o seu ambiente mediato e imediato. O Conhecimento trabalhado a partir de uma plataforma digital, num mundo onde a matriz da produção do conhecimento é fruto de um algoritmo, por mais que se empreguem conhecimentos de manipulação humana na construção do algoritmo, onde se buscou informações necessárias à construção do programa, o que se produz não é conhecimento, pelo contrário é apenas mais uma informação. Um autómato, por si só, produz apenas informações, só teremos Conhecimento quando aquelas informações puderem ser traduzidas de acordo com a sensibilidade sensorial que norteia a produção do Conhecimento. As informações digitais, sejam imagens, sons, códigos ou ondas, mensuráveis sob o ponto de vista quântico, não substituem a capacidade humana de cruzar informações e definir objetivamente estratégias a aplicar para que o conjunto dessas informações se transformem em Conhecimento. As informações digitais ajudam a definir com objetividade e minimização de erros os Conhecimento produzidos.Essas informações, quando agrupadas e com tratamentos estatísticos objetivos,permitem elaborar hipóteses mais favoráveis ao Conhecimento.  A tecnologia é fruto de Conhecimento, os bens e produtos decorrentes da tecnologia são frutos do Conhecimento, os serviços decorrentes da tecnologia também são frutos do Conhecimento, mas a tecnologia em si não é conhecimento, ela é um instrumento para se chegar ao Conhecimento,ela é uma matriz que corretamente trabalhada, permite àquele que cruza as suas informações transformar os bens, produtos e serviços em Conhecimento. O Conhecimento, por ser uma relação direta com o ambiente, não aceita outra premissa senão a especulativa. É observação em constante contradição com a estabilidade. Demanda informações pretéritas na mesma intensidade que cria novas hipóteses, influenciadas por variáveis dinâmicas  que demandaram validações contemporâneas. O processo de validação é fruto de informações pretéritas em constante mutação, a verdade anterior poderá ser ampliada, revista, ou simplesmente abandonada, assim o Conhecimento não é uma essência em si mesmo, mas o caminho que clarifica o entendimento.     Ao longo dos tempos a humanidade encontrou formas de decifrar as informações pretéritas deixadas como registros do Conhecimento das várias civilizações e isso só foi possível porque os registros tinham uma lógica, eram imagens e códigos, com sequências e repetições que faziam presumir o que se propunha exprimir. Mas apesar da escrita ainda ser uma realidade recente em relação à história da humanidade, as informações fornecidas, durante épocas distintas a partir da sua inserção no cotidiano da humanidade, passaram a ser Conhecimento exclusivo de algumas ordens. O maior risco que corre o Conhecimento é se transformar numa linguagem não-material, ou seja se transformar em algo a ser transmitido em formato diferente de código ou imagem,algo a ser transmitido em meios que demandem utilização de tecnologia dependente de fontes de energia e leitores apropriados a modelos computacionais. Se transformando em linguagem diferente da compatível com o processo de interpretação dos nossos terminais sensoriais, ela de nada valerá. No mundo como o conhecemos hoje, há uma supremacia

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