Mulher comandará, pela primeira vez, a polícia criada por Sir Robert Peel.

Cressida Dick, de 56 anos, foi nomeada, por Amber Rudd — Ministra do Interior — para ocupar o cargo de Comissária da Metropolitan Police Service, substituindo Sir Bernard Hogan-Howe. A Comissária Cressida será a primeira mulher a comandar as forças policiais da Capital britânica, que é um dos órgãos mais importante de segurança da Inglaterra. Encarregada dos serviços policiais de Londres e arredores e com ampla competência em âmbito nacional, aquela organização policial tem responsabilidades na luta antiterrorista e proteção da Família Real Inglesa. No entendimento de Amber Rudd, conforme publicou a RFI, “Cressida Dick é uma líder excepcional e tem uma visão clara do futuro da Polícia Metropolitana” […] “Ela assume agora um dos trabalhos mais exigentes e importantes da polícia britânica, em um contexto de alerta terrorista elevado”. Embora a nomeação tenha sido enaltecida pelo “prefeito da capital, Sadiq Khan” que considerou o fato como “um dia histórico para Londres”, familiares de Jean Charles, Mineiro de Gonzaga, não receberam a notícia com satisfação e manifestam seus protestos. Isso porque, no ano de 2005, uma onda de atentados terroristas “contra os transportes públicos de Londres, que deixaram 56 mortos”, inclusive, “Jean Charles, 27 anos, [que] morreu baleado pela polícia em uma estação do metrô, ao ser confundido com um possível terrorista”. Porém, as investigações realizadas, naquela época, não imputaram responsabilidades à Comissária Cressida que era a comandante da operação policial. Familiares de Jean Charles tem protestado desde que o nome da nova Comissão da Polícia Metropolitana apareceu entre os candidatos ao cargo. Nesta quarta-feira (22), a família do brasileiro reiterou sua preocupação com a nomeação. “Tivemos que viver uma tragédia que nenhuma família deveria experimentar: a morte trágica de um ser querido nas mãos daqueles que deveriam estar a nosso serviço e nos proteger”. Fonte: RFI Fotos destacadas:The Sun
Após extravio de 50 armas, policiais apresentam queixa-crime contra a PSP.
Nesta quarta-feira (22), o website Sapo24 publicou que o Advogado Santos Oliveira – constituído por dois agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP), de Portugal – adiantou que apresentará “uma queixa-crime contra a direção nacional da PSP […] na Procuradoria-Geral da República entre hoje e quinta-feira”. A motivação principal da ação, segundo aquele advogado, “está relacionada com ‘a violação do segredo de justiça perante a comunidade policial’, uma vez que a direção nacional da PSP não devia ter divulgado que os dois agentes foram suspensos e que eram os responsáveis pelo armazém das armas da polícia”. Consta, ainda, conforme a publicação, que: Na semana passada, um comunicado do Ministério da Administração Interna informava que a PSP tinha suspendido de funções dois agentes e instaurado um inquérito ao armazenamento de armas da direção nacional após terem sido extraviadas 50 armas de nove milímetros. O extravio das armas foi comunicado ao Ministério Público para investigação e apuramento de responsabilidades criminais e, segundo a Procuradoria-Geral da República, existe um inquérito crime sobre este caso no Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa. Santos Oliveira teria também enviado “um requerimento a solicitar para que [os policiais] sejam ouvidos pelo Ministério Público”, pois” não foram ouvidos nem pelo Ministério Público, nem pela direção nacional da PSP no âmbito do inquérito em curso, e que ainda não foram constituídos arguidos.” Noticiou-se, também que: Os dois agentes já apresentaram também uma providência cautelar para que seja levantada a suspensão imposta pela direção nacional, estando à espera da decisão do tribunal, disse o advogado, referindo que recebem menos de um sexto do ordenado. Na sequência da apreensão de uma arma de fogo durante uma operação policial que decorreu no Porto, foi detectado que esta pertencia ao armazém de material de guerra da direção nacional da PSP, segundo fonte policial. A mesma fonte adiantou que foi feita uma contabilização do armamento e foi detectado o extravio de um lote de 50 armas de nove milímetros. A fonte policial disse que os dois agentes suspensos eram responsáveis pela listagem das armas e tinham acesso direto ao armazém.
Trump nomeia o General McMaster para o cargo de Conselheiro de Segurança Nacional.

Foi noticiado nesta terça-feira (21) que Donald Trump nomeou o general Herbert Raymond McMaster, com 54 anos, para o cargo de conselheiro da segurança nacional norte-americana. McMaster era o segundo da lista. O primeiro escolhido para substituir Michael Flynn, que pediu exoneração no último dia 13 seria Robert Harward. Este, porém, recusou o convite do Presidente Trump. Segundo a RFI: Michael Flynn demitiu-se após informações de que teria enganado o vice-presidente, Mike Pence, e outros funcionários sobre os seus contactos com a Rússia. Na carta de demissão, Michael Flynn admitiu que teve várias conversas telefônicas com o embaixador russo nos Estados Unidos durante o período de transição, antes da tomada de posse de Donald Trump, e que forneceu “informação incompleta” sobre essas conversas ao vice-presidente norte-americano, Mike Pence. Conversas durante as quais abordou as sanções contra a Rússia. Considerado “veterano das guerras do Iraque e do Afeganistão”, McMaster é “especialista da contra-insurreição” e Donald Trump o considera “um homem incrível de talento e de experiência”. McMaster “é o quarto general nomeado pelo presidente norte-americano, e o terceiro a ocupar atualmente um cargo no Governo”. Dese modo, “o conselheiro interino para a segurança nacional”, o General Reformado, Keith Kellogg, 72 anos, continua no cargo de Secretário-Geral. Fonte e Crédito da foto Destacada:RFI
Câncer e Condições Socioeconômicas.
Há relação entre as condições de vida e saúde das pessoas? A resposta é sim, pois, “segundo o estudo do Instituto da Saúde e da Pesquisa Médica da França (Inserm), cerca de 15 mil casos da doença poderiam ser evitados melhorando as condições de vida das camadas mais desfavorecidas da população”. Nos estudos liderados liderado pela pesquisadora Joséphine Bryère, descobriu-se que: […] pessoas em piores condições socioeconômicas estão mais propensas a desenvolver certos tipos de câncer, como câncer de estômago, do fígado, do pulmão e, no caso das mulheres, câncer do colo do útero. […] tanto em homens como mulheres das camadas mais pobres da população francesa, foram detectados uma maior incidência de câncer do estômago, do fígado, lábios, boca e faringe. Já apenas na camada masculina da população, câncer da laringe, esôfago, pâncreas, bexiga e pulmão são os que têm maior incidência. Entre as mulheres mais pobres, casos de câncer do colo do útero são os mais frequentes. Guy Launoy, o co-autor dos estudos realizados, assim “explicou a maior incidência de determinados tipos de câncer nas populações mais carentes”: “O cigarro e a má alimentação são fatores de risco de alguns tipos de câncer que são socialmente determinados. Por exemplo, é mais fácil uma pessoa parar de fumar quando ela tem um bom trabalho e quando tudo vai relativamente bem na sua vida, do que uma pessoa desempregada com dificuldades financeiras. No caso específico das mulheres mais pobres, onde verificamos maior incidência de câncer do colo do útero, a explicação é a maior incidência do papilomavírus entre a população mais desfavorecida.” Verificaram-se, também, que “Nas classes sociais mais abastadas na França, os cânceres mais comuns são de próstata, dos ovários e melanomas. Para os dois últimos, os pesquisadores ainda não têm esclarecimentos hoje sobre sua incidência na população mais rica”. Na notícia, foi destacado que: No Brasil, o mesmo fenômeno é verificado. No entanto, os diferentes tipos de câncer e a incidência nas populações são detectados por regiões, de acordo com a presidente do Departamento Científico de Cancerologia da Associação Paulista de Medicina, Célia Tosello de Oliveira, professora da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP). De acordo com a RFI, “A especialista salienta que hospitais e tratamentos de qualidade também são mais raros nas regiões norte e nordeste”, de modo que: “Nas regiões mais ricas, no sul e no sudeste, têm mais casos de tumores do tubo digestivo, porque é onde existe uma ingestão maior de produtos industrializados. A quantidade de hormônios presentes nestes alimentos também aumenta a incidência de câncer de mama nesta parte do Brasil. Já no norte e no nordeste, a incidência de câncer do colo do útero é muito maior porque não se realiza tanto quanto se deveria o exame de Papanicolau” […]. “Nessas regiões, a população é mais dispersa e não se concentra tanto nas cidades. E, infelizmente, o serviço nesses locais mais afastados não é de qualidade, há menos médicos, enfermeiras, menos capacitação desses profissionais de saúde e muitas vezes o diagnóstico das doenças é tardio”[…]. Célia Tosello de Oliveira enfatiza que “campanhas de informação eficazes e abrangentes sobre os fatores de risco das doenças são essenciais”. Destaca, também, “recente trabalho realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) que conseguiu reduzir significativamente a quantidade de fumantes no Brasil”, destacando que o “aumento da incidência de algumas doenças” ocorre porque: “[…] na maioria das vezes, o acesso desta informação é mais difícil nos Estados mais carentes do país. A consequência é que a população mais desfavorecida não busca os serviços de saúde”. Nas explicações de Launoy, segundo a notícia, “ não há dúvidas de que é preciso melhorar o acesso da população mais pobre à saúde, além de encontrar mecanismos diferentes para lutar contra o câncer nas diferentes populações em que são detectados”. Afinal, “a equipe de pesquisadores do Inserm também ressalta que a evolução das políticas de saúde pública implica também em melhores políticas de educação, urbanização, transporte e emprego”, indicando que: “É necessário ir mais longe e, sobretudo, desenvolver essa pesquisa em diferentes populações, tentando realizar novos procedimentos e verificando se novas práticas diminuem as desigualdades no acesso aos tratamentos. Sabemos que há políticas públicas com esse objetivo, mas precisamos de dispositivos mais eficazes”. Fonte: RFI. Crédido da Foto destacada: Pixabay.
Filme Húngaro Leva o “Urso de Ouro” da Berlinale.
A RFI noticiou (com Bruno Ghetti, de Berlim) que A Hungria foi a grande vencedora no 67º Festival de Berlim. “On Body and Soul”, da cineasta Ildikó Enyedi, levou o Urso de Ouro, prêmio máximo do evento. O Brasil concorria com “Joaquim”, de Marcelo Gomes. A decisão foi considerada inusitada “por parte do júri presidido pelo cineasta holandês Paul Verhoeven“. Isso porque “Berlim costuma privilegiar obras com cunho político, o que não é exatamente o caso do longa.” Sobre o “On Body and Soul”, a notícia diz que o longa: […] bateu o finlandês Aki Kaurismaki, o favorito, mas que não deixou o evento de mãos vazias: acabou premiado com o troféu de melhor direção, por ‘The Other Side of Hope’. […] usa uma comicidade muito peculiar para contar a história de duas pessoas que se conhecem no ambiente de trabalho e sentem uma estranha atração e afinidade. Chegam, inclusive, a ter o mesmo sonho à noite. […] mostra um rapaz sírio que foge por causa da guerra civil. Depois de passar por vários países, ele se estabelece na Finlândia, onde conta com a boa vontade de um proprietário de restaurante, que o ajuda a se estabelecer ali. […] mistura humor nonsense com uma sensível observação da questão dos refugiados. Os demais vencedores foram: Melhor roteiro: “’Una Mujer Fantástica’, do chileno Sebastián Lelio“. O longa mostra o drama de uma transexual que é menosprezada pela família do seu namorado depois que ele morre. Melhor ator (considerado uma surpresa): o prêmio foi para o austríaco Georg Friedrich, por “Bright Nights” (dirigido pelo alemão Thomas Arslan). No drama ele vive um homem que tenta se aproximar do filho adolescente, com quem nunca se entendeu bem. Melhor atriz“a sul-coreana Kim Min-hee saiu vitoriosa, por ‘On the Beach at Night Alone’, de Hong Sang-soo. O longa mostra uma jovem que vai para a Europa para se recuperar de uma desilusão amorosa. Acredita-se que o longa seja inspirado na própria relação romântica na vida real entre a atriz e o diretor. Muito emocionada, a atriz dedicou seu prêmio ao cineasta”. Contribuição artística: “’Ana, Mon Amour’”, do romeno Călin Peter Netzer. O reconhecimento foi pelo trabalho de montagem do longa, que faz diversas idas e vindas temporais para mostrar as dificuldades na relação amorosa entre um rapaz e uma jovem com síndrome do pânico.” O troféu Alfred Bauer, considerado o “prêmio mais controverso da noite foi […] ‘Pokot’, longa bastante convencional da polonesa Agnieszka Holland. O filme mostra uma mulher que luta para defender os animais em uma região rural da Polônia.” O Grande Prêmio do Júri, foi “’Félicité’, do senegalês Alain Gomis”. Mostra um drama, “passado no Congo”, e “o desespero de uma mulher que precisa encontrar dinheiro para financiar a cirurgia do filho, no precário sistema de saúde africano.”
Ameaça norte-coreana forçará os EUA usar arma nuclear?
O teste norte-coreano, com o míssil balístico Pukguksong-2, realizado no domingo (12), motivou reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU. Aquele colegiado decidiu, por unanimidade, aplicar, à Coreia do Norte, a sexta sanção expressa numa resolução. A primeira, foi em 2006. No ano passado, duas. Conforme noticiado, a liderança daquele país, sob o regime de Kim Jong-un, desconsiderou a decisão da ONU, a exemplo de outras vezes, a penalidade aplicada. Essa situação preocupa os Estados Unidos. Primeiro, porque o teste teria sido considerado uma ofensa ao Governo Trump. Depois, pelo interesse dos Estados Unidos, no controle bélico nuclear e na proteção devida aos parceiros mais próximos da Coreia do Norte: a Coreia do Sul e o Japão. De certa forma, o projétil disparado, após percorrer uma distância de 500 km, caiu no mar do Japão. “Foi disparado de uma rampa móvel e não de um local fixo, tornando-o uma arma mais difícil para os Estados Unidos e seus aliados neutralizarem.” “Determinados” na proteção da Coreia do Sul e Japão, Os Estados Unidos valerá da dissuasão nuclear, declarou “nesta quinta-feira (16) o novo secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson“. Essa declaração de “ameaça foi feita durante a reunião e cúpula do G20, o primeiro compromisso internacional do chefe da diplomacia”, na cidade de Bonn — Alemanha. Nela, encontravam-se, conforme mostrado na foto acima, “Rex Tillerson entre os ministros das Relações Exteriores do Japão, Fumio Kishida (e) e da Coreia do Sul, Yun Byung-Se (d)”. Posteriormente, os representantes daqueles países voltaram “a pedir à Coreia do Norte que “abandonasse seu programa nuclear e balístico de forma completa, verificável e irreversível”, ressaltando que “essa ‘é a única forma de a Coreia do Norte ser aceita como membro responsável da comunidade internacional”. Porém, “declaração mais forte veio do secretário de Estado norte-americano”. Quando “Tillerson disse que ‘os Estados Unidos continuam comprometidos com a defesa de seus aliados, a República da Coreia e o Japão, inclusive oferecendo uma dissuasão ampliada, apoiada por toda a gama de suas capacidades de defesa, nuclear e convencional’. É certo que “a comunidade internacional condena testes da Coreia do Norte”. E “o presidente norte-americano, Donald Trump, já tinha mencionado o desejo de aumentar recursos antimísseis de seu país ante as ameaças norte-coreana e iraniana”. Fonte: RFI.
Controles sistemáticos nas fronteiras externas da União Europeia.
A partir desta quinta-feira (16) ficará mais difícil o acesso aos países da União Europeia (UE). A medida ora estabelecida visa dificultar principalmente a entrada de europeus, após “terem se radicalizado com extremistas no Iraque ou na Síria”, noticiou a RFI. A motivação do estabelecimento da medida teria sido as informações do “relatório divulgado em dezembro de 2016 pelo coordenador da UE contra o terrorismo”, pois: entre 2.000 e 2.500 europeus foram para a Síria ou o Iraque lutar ao lado de grupos extremistas e podem, potencialmente, voltar para seus países de origem. Afim de controlar o retorno desses cidadãos ao bloco, o Parlamento Europeu adotou uma nova legislação visando o que as autoridades locais chamam de “combatentes estrangeiros”. Anteriormente, somente “os cidadãos vindos de países que não fazem parte da UE” eram controlados e “os membros do grupo eram submetidos somente a uma simples verificação de seu documento de identidade ao entrar na União Europeia”. A nova legislação foi aprovada por 469 votos a favor, 120 contra e 42 abstenções e entrará em vigor 20 dias após a publicação no Diário Oficial da UE. As novas regras serão aplicadas aos cidadãos que saírem da zona de controle do bloco e dos “países nos quais é aplicado o Código de Fronteiras de Schengen“. Isso significa que os do “Reino Unido e Irlanda” não alcançados pelo acordo. Haverá uma flexibilização da regra: Porém, algumas exceções são foram previstas. Em caso de formação de longas filas nas fronteiras marítimas e terrestres, os Estados podem decidir aplicar apenas controles ditos “direcionados”, de apenas alguns passageiros. Já no caso das fronteiras aéreas, os países poderão adotar um sistema intermediário, controlando apenas alguns cidadãos, durante os primeiros seis meses de entrada em vigor do dispositivo.
Para Aprender, é Preciso viver?
Nos últimos dias, na Folha de S. Paulo, há muitas notícias valiosas com valiosas lições, para os governantes e os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Nelas, há conformidade e muita transparência, principalmente nos dados expostos, se prestados com correção e lisura. Há, também, opiniões que enriquecem ou empobrecem o debate. Uma delas é a declaração de “Arthur Trindade Costa, professor da UnB (Universidade de Brasília) e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública”, quando afirma que “No geral, o salário é só a ponta do iceberg”. Outra, digna de melhor reflexão, é a de que “Uma das principais queixas são as diferenças salariais dentro da corporação: os oficiais chegam a ganhar até cinco vezes mais que os praças, que atuam no policiamento ostensivo”. E, outra, de “Rafael Alcadipani, professor da FGV-SP”, ao afirmar, segundo aquele jornal, que o “O militarismo é um sistema bom para deixar muitos ganhando pouco e poucos ganhando muito”. Mas, o que não se explica plausivelmente, tem sido o posicionamento equivocado dos governantes, principalmente os que lideram os executivos estaduais. Nesta última quarta-feira (15) foi divulgado o Viver é Aprender, com duas lições a todos eles. Será que leram as opiniões das fontes indicadas? Provavelmente, não. Estavam ocupados, segundo a notícia de que: “Oito governadores e três vice-governadores reunidos na residência oficial do Distrito Federal nesta quarta-feira (15) assinaram uma nota pedindo que o governo federal e o Congresso não aprovem nenhum tipo de anistia a policiais militares que tenham sido punidos por atos inconstitucionais, como a paralisação dos PMs no Espírito Santo”. Estavam presentes na “reunião os vice-governadores do Espírito Santo, César Colnago, de São Paulo, Márcio França, e do Amazonas, José Henrique Oliveira, além dos governadores do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, do Tocantins, Marcelo Miranda, do Amapá, Waldez Góes, do Piauí, Wellington Dias, do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, de Goiás, Marconi Perillo, e do Pernambuco, Paulo Câmara”. Do conteúdo da “nota” ou do “texto” mencionado pela Folha de S. Paulo, foram evidenciados os seguintes: “Os governadores solicitam ao governo federal e ao Congresso Nacional para que não seja aprovada qualquer tipo de anistia aos policiais militares que tiverem sido punidos pelos atos considerados inconstitucionais”. “Neste momento de instabilidade e insegurança, é preciso agir com firmeza para que situações semelhantes não se expandam para outras regiões do país” “[…] a postura dos PMs é ‘ inaceitável e ilegal’”. “É imperioso, também, que o governo federal aprofunde as discussões com todos os governos estaduais e implemente o Plano Nacional de Segurança Pública. Esse conjunto de medidas deve conter ações e estratégias que garantam não só a segurança nas cidades, mas o controle das nossas fronteiras, de forma a combater, principalmente, o tráfico de drogas e de armas”. Será que um plano nacional de segurança público, quando o desejável é que se tenha um plano municipal de segurança pública, já que a “guerra urbana” é travada no território municipal, resolveria um problema de ordem social e econômico? Não seria mais fácil analisar os infográficos publicados, onde os dados mostram que, no período de 2012 a 2015, a infração variou 34%, segundo o IPCA, e que “Dos 19 Estados que responderam, 8 deram reajuste abaixo da inflação a PMs.”? Se os problemas dos estados, conforme noticiado, têm sido levados ao governo federal, por que os governadores não o solicitaram que decretasse, a partir daquela data, um reajuste das PMs correspondente, no mínimo, ao da inflação? Não é assim com todo trabalhador assalariado brasileiro? Além disso, há notícias indicativas da mobilização das associações que são reconhecidas pelos governos como representativas das categorias dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública e dos bombeiros militares. Em São Paulo, ontem, houve uma manifestação de familiares de policiais militares nas imediações do Palácio Bandeirantes. As informações destacam que: “Representantes de oito associações de policiais militares de São Paulo se reuniram com o secretário da Segurança Pública, Mágino Barbosa, na tarde desta quarta-feira (15), para discutir uma série de reivindicações. Os principais pontos de discussão da categoria são sobre previdência e reajuste salarial.” Para Minas Gerais, são noticiadas as possibilidades de movimentações, quando se lê que: “Nesta semana, marcaram uma manifestação para o dia 7 de março na praça da Assembleia Legislativa.” “Na terça (14), entidades e deputados definiram como reivindicações a retomada do pagamento integral no quinto dia útil e a reposição da inflação referente a 2015 e 2016, de cerca de 18%. Em calamidade financeira, Minas vem parcelando salários desde o início do ano passado. Outra reunião, com mulheres de PMs, acontece na sexta (17).” Não seria interessante, para os governos desses estados, à guisa de cumprimento do dever constitucional de proteger as pessoas e seus patrimônios; anteciparem e evitarem situações desfavoráveis, cumprirem tão somente o que está estabelecido na Lei, ao invés de buscar o socorro do governo federal?
Paris Saint-Germain humilha Barcelona.
A espetacular vitória do Paris Saint-Germain, classificado praticamente para as quartas-de-finais, da Liga dos Campeões, humilhou o Barcelona, com a goleada de 4 a 0, nesta quarta-feira (14), na cidade de Paris. Além disso, merece destaque “uma das melhoras façanhas desportivas do clube parisiense na história do futebol francês”, segundo a RFI. Mas, “a notícia caiu como uma bomba” para o clube espanhoul, “o poderosíssimo Barcelona”, derrotado em casa, anteriormente, nas oitavas de final da Liga dos Campeões, pelo PSG. A noite foi igualmente espetacular para o argentino Di María que marcou dois dos quatro gols, no dia em que completou 29 anos. Draxler e Cavani fizeram os outros gols para a equipe parisiense, dirigida pelo espanhol Emery. Antes do próximo jogo, no dia 8 de março, há um prenúncio de uma crise sobre a possibilidade de Luís Enrique continuar na direção dos treinamentos do clube, considerando que há um “clima de desconfiança com os jogadores chaves”. Breve, veremos, o que acontecerá.
Decisão da ONU é Rejeitada pela Coreia do Norte
A Coreia do Norte rejeitou categoricamente, nesta quarta-feira (15), a Resolução do Conselho de Segurança da ONU, em consequência do lançamento do tiro balístico de míssil realizado no último domingo (12) O lançamento balístico foi considerado uma provocação ao novo governo americano. O presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu uma resposta “firme ao regime de Pyongyang. A RFI noticia que as resoluções da ONU proíbem Pyongyang de desenvolver programas militares ou balísticos. A decisão do Conselho de Segurança, na última segunda-feira (13), condenou por unanimidade o teste do míssil, julgando que se tratava de uma “grave violação” das resoluções do órgão, ameaçando o regime de novas medidas significativas. Esta última decisão do Conselho de Segurança da ONU é a sexta daquele órgão, considerando que a primeira foi tomada no ano de 2006 e, duas delas, no ano passado. Neles, foram lançados vinte mísseis. As informações evidenciam que “o objetivo de Pyongyang é que as armas tenham alcance suficiente para atingir o território americano”. As decisões têm o propósito de convencer “o líder Kim Jong-Un a abandonar seus projetos militares”. Por outro lado, a KCNA, agência oficial do governo norte-coreano, declara que a decisão da ONU “é um questionamento ao direito de um Estado soberano à legítima defesa”. Além disso, alerta sobre a necessidade de a ONU “olhar de frente os progressos norte-coreanos e assegurar a posição estratégica do país como uma potência nuclear”.
