O Conhecimento, a Descrição Teórica e Operacional e a Relação Tempo e Espaço
O Conhecimento, por ser uma forma de compreensão do espaço que nos cerca e das transformações recorrentes neste espaço, a cada segundo requer uma nova validação. Isso decorre da capacidade adjacente ao pensamento que, compreendendo uma nova realidade, busca associar Conhecimento pretérito a essa nova informação. E cruzando as possibilidades decorrentes do novo problema – que se percebe existir – aloca a ele as possibilidades de respostas, estabelecendo hipóteses. Controla variáveis, afastando interpretações equivocadas e centra as inferências na multiplicidade de respostas possíveis e na possibilidade de acerto referente ao novo Conhecimento que se estrutura. Ao trabalharmos uma nova hipótese – naturalmente e dentro do prisma de controle que tentamos impor ao Conhecimento acumulado – como condicionante de domínio da informação, mesmo que não se proponha a esse fim, o cérebro buscará formas de se manter acima da especulação. Construirá argumentos para contrapor a nova informação. Esse domínio do cérebro sobre o Conhecimento é a antítese do que buscamos discorrer até o presente momento. Em síntese, isso quer dizer que, é apresentada uma nova hipótese, de forma recorrente, nos colocamos na defensiva e não permitimos a especulação como possibilidade de acumulação do Conhecimento. Desde o início do Conhecimento, o homem entende determinados fenômenos como verdades puras e imutáveis. Afasta hipóteses de compreensão de fenômenos físicos apenas pela negação e não pela capacidade de centrar as inferências na multiplicidade de respostas possíveis e na possibilidade de acerto referente ao novo Conhecimento apresentado. Para comprovar a assertiva, vamos descrever dois fenômenos explicados pela física: uma viatura de rolamentos quadrados e as estações do ano. O primeiro, uma teoria do Conhecimento, que na descrição teórico-operacional, apenas comprova que o seu cérebro desconsidera as inferências na multiplicidade de respostas possíveis, simplesmente pelo fato de se ter, dentro da relação tempo-espaço, uma única hipótese como verdadeira – o rolamento redondo. O segundo, uma descrição tempo-espaço que, não demandando uma teoria, se tornou uma verdade, a partir de uma realidade construída, numa época em que o conhecimento gravitava em apenas um hemisfério do planeta Terra – as órbitas gravitacionais elípticas. A física descreve o atrito como a possibilidade de deslocamento voluntário e controlado de um corpo – através de uma força motriz, o arrasto – onde o corpo empurra o planeta Terra para trás e o planeta Terra empurra o corpo para a frente, as forças de sentido contrário são percebidas por ocasião do deslocamento de qualquer ser sobre o planeta Terra. Você percebe isso claramente ao andar, a força motriz do seu corpo impele uma força de atrito que empurrando o planeta Terra para trás, é projetado para a frente pelo planeta e assim muda a sua posição no espaço, determinando um arrasto. Quando falamos de viaturas, certamente, falamos de mobilidade, velocidade, engenharia, estradas, pedestres, animais, mas com certeza a única forma de rolamentos que nos vem à mente, são os rolamentos redondos, comumente conhecidos como rodas. Estamos falando de vias terrestres: rodovias e ferrovias, estamos falando de viaturas que se movem pelo atrito provocado entre o pavimento e o rolamento. Todas as viaturas que conhecemos têm rodas redondas, o contato entre a viatura e o pavimento, que ocasiona a impulsão da viatura se dá por um rolamento redondo, mesmo que não seja um pneu ou uma roda, ou ainda sendo uma sapata – próprio das viaturas militares e dos equipamentos de terraplenagem, são todos rolamentos redondos – o ponto de contato, em momento algum, sofre solução de continuidade, ou seja, sempre estão em contato com o pavimento ou com o ponto intermédio entre o pavimento e a roda: os caminhos de ferro. Caso uma pessoa tente provar a possibilidade de um rolamento quadrado, refutamos de imediato, o Conhecimento de que dispomos e as verdades intrínsecas a esse conhecimento, nos determina a uma única hipótese de resposta: a impossibilidade. Quando assim agimos, agimos sem confrontar as possibilidades e com base em variáveis até então consideradas como o único Conhecimento possível, refutamos a hipótese pura e simplesmente. Conclusão: desconsideramos o Conhecimento e impomos a nossa verdade, impomos formas de nos manter acima da especulação e construímos argumentos para contrapor a nova informação, esse domínio do cérebro sobre o Conhecimento nos faz perder a coerência e a essência do Conhecimento, manifesta pela recepção de uma nova informação, uma nova variável, uma nova hipótese que nos permitirá especular de forma mais acertada. Descrever de forma objetiva e clara aquilo que se apresenta como o referencial teórico e operacional de uma viatura com rolamentos quadrados é tarefa simples e também o é o seu entendimento. Rolamentos quadrados – não uma roda quadrada, até mesmo porque roda é redonda – mas rolamento que é uma descrição do corpo de arrasto entre a viatura e o pavimento, o ponto da viatura que empurrando o planeta Terra para trás, é empurrado por ele para a frente, redundando no deslocamento. Uma viatura com rolamentos quadrados, conceitualmente, como um caminho de ferro, necessita de especificações próprias, a via que recepciona uma viatura de rolamentos quadrados não é uma via concebida como estamos acostumados a perceber – uma via plana. Uma via, a ser utilizada por uma viatura com rolamentos quadrados, é helicoidal, ou seja, um pavimento semelhante a meias-circunferências, mais objetivamente, quando ensinamos uma criança a escrever num caderno pautado, onde ensinamos à criança a escrever a letra “m” onde a letra deve iniciar na base de uma linha ir até o limite da linha imediatamente acima, sem contudo a ultrapassar e de forma pausada e ininterrupta se mantém. Agora, trazendo a imagem de se ensinar uma criança a escrever num caderno pautado, imaginemos vários tubos, de mesmo calibre, ou seja com as mesmas medidas de circunferências, que amarrando esses tubos, uns aos outros, sobre uma superfície, de tal forma que um tubo só se encosta nos tubos que estão aos lados direito e esquerdo, a parte de cima dos tubos, aquela parte que fica exposta, apresenta-se como a imagem mais clara e nítida da via destinada a uma viatura com rolamentos quadrados. Uma
O Tempo e a Validação do Conhecimento
O Tempo é a dimensão mais própria à validação do Conhecimento, o Tempo é uma criação do homem para comprovar a sua própria existência, o Tempo só é necessário ao homem, pois ao Universo a dimensão Tempo não é essencial, as leis do Universo se equilibram pelos arranjos físicos e químicos que evitam a sua falência, ao contrário do homem que apenas com os arranjos físicos e químicos não se sustenta. O Tempo, na descrição como o entendemos, só tem validade para o homem, a partir do referencial estático, ou seja, quando perguntamos a alguém quantas horas dura um dia, certamente esse alguém responderá que o dia dura 24:00 horas. Do ponto de vista da lógica, a resposta é correta, no entanto, do ponto de vista do ser humano alocado no planeta Terra, o dia não dura penas 24:00 horas, o dia dura 47:00 horas. Mas como isso é possível? Tomemos como exemplo o dia 01 de janeiro de um ano qualquer, esse dia civil no mundo, não dura apenas as 24:00 horas de um dia para alguém que se encontra em posição estática, basta lembrar que o planeta Terra é uma esfera, que fisicamente podemos dizer que tem 360⁰, que a duração de um dia, na posição estática do ser humano, dura 24:00 horas, que dividindo 360/24, teremos 15⁰, isso quer dizer que a cada 15⁰ de distância de um meridiano para o outro, teremos 01:00 hora de distância, ou seja, o planeta Terra tem 24 posições de nascer do Sol, que começa na posição 00:00 hora e vai até a posição 23:00 horas, pois a posição 24:00 horas é coincidente com a posição 00:00 hora o fim de um dia e o nascimento do dia seguinte. Assim, na posição 23:00 horas em relação ao dia que teve início na posição 00:00 hora estará nascendo o mesmo dia 01 de janeiro de um ano qualquer e que dali a 01:00 hora, estará terminando o dia 01 de janeiro de um ano qualquer que começou na posição 00:00 hora alusiva ao nosso primeiro meridiano. Somando as 23:00 horas que o dia 01 de janeiro de um ano qualquer ainda terá pela frente, em relação ao meridiano 23:00 hora, concluímos que o dia civil terá 47:00 horas e isso é apenas para informar ao seu cérebro que a sua análise do tempo é apenas uma interpretação estática do mundo, que o dia e a noite só existem porque existe a luz e que a luz é o resultado de um processo físico-químico de radiação solar, que o seu cérebro constrói essa descrição do ambiente para validar a sua existência, para datando, comprovar que existe passado, presente e futuro. O Tempo influencia diretamente na sua capacidade de produzir Conhecimento, o seu cérebro só consegue produzir um novo conhecimento quando tem o tempo necessário para observar o ambiente e cruzando as novas informações assimiladas com as informações pretéritas já acumuladas é capaz de apropriar-se de um conjunto de informações que possam entender como um novo Conhecimento que permitirá ao homem uma interpretação mais adequada ao evento apresentado e a tomada de decisão mais acertada. Efetivamente, como isso pode ser demonstrado? Como na prática, podemos de forma prática, permitir que uma simulação demonstre a influencia do Tempo na capacidade de produzir Conhecimento? Pode até parecer difícil o exercício, mas não o é. Seria a diferença entre a lógica e a matemática, entre o acúmulo de informação e a tomada de decisão, entre pensamento e ação, entre segundos e milésimos de segundos. Basta apenas que pensemos na objetiva de uma máquina fotográfica e o zoom dessa mesma máquina, quando temos um ponto no horizonte e em milésimos de segundos aproximamos esse ponto do nosso cérebro com o zoom da máquina fotográfica, focamos única e exclusivamente no ponto e desconsideramos todas as informações periféricas. Seria como se dirigindo uma viatura aumentado a velocidade de deslocamento deixamos de levar em consideração as informações à nossa volta, buscando apenas o ponto no infinito. O ponto no infinito não nos permitir validar as informações que medeiam o nosso espaço pois o nosso cérebro não consegue descrever objetivamente o ambiente observado no nosso entorno e, portanto, passa a desprezar informações essenciais. Ao desprezar informações essenciais, o nosso cérebro age de forma lógica e não produz conhecimento e não produzindo conhecimento, corre o risco de incorrer em interpretação equivocada do ambiente causando sério dano ao Conhecimento e mais grave corre o risco de validar uma informação a partir de um referencial teórico espaço-tempo não apropriado. Mas o que vem a ser o referencial teórico espaço-tempo não apropriado? É quando criamos no nosso cérebro uma informação – não validada – sobre determinada realidade. Por exemplo: quando levamos as pessoas para um ambiente fictício e vamos condicionar as pessoas a determinadas atividades que demandam conhecimento de espaço, tempo e mobilidade, sem, no entanto, proporcionar às pessoas essas condicionantes pretéritas. É como levar uma criança para uma cidade fictícia e ensiná-la a atravessar a rua, num ambiente totalmente controlado, com dimensões não compatíveis com as vias urbanas, com os veículos estruturalmente diferentes e as velocidades desenvolvidas monitoradas. Essa criança, ao desenvolver a sua capacidade de travessia da via, com base no seu tempo, seu espaço e sua mobilidade, construídos na cidade fictícia, corre sério risco de óbito ao se ver em ambiente real, pois as condicionantes da cidade fictícia não são compatíveis com o ambiente real. Os ambientes fictícios não permitem ao homem construir conhecimento, mas apenas condicionar a determinada situação, desde que esse ambiente seja compatível com o ambiente que será presentada durante a sua vida. Não adianta ao homem treinar para uma maratona num ambiente virtual e depois ir para a rua para efetivamente realizar a sua prova. O ambiente virtual está deslocado das condições físico-químicas além do distanciamento da questão fisiológica do homem. Lembre-se: O que torna o homem capaz de se superar, criar novas tecnologias, agregar informações e ao final produzir um novo Conhecimento é o Tempo, a única
Validação do Conhecimento
Diferenciar uma imagem de um código requer múltiplos acúmulos pretéritos de informações, é necessário não se deixar enganar pelo cérebro, é necessário distinguir criteriosamente o ponto focal, é necessário conhecer a tênue linha que separa a lógica da matemática, ou mesmo, que separa a linguagem da escrita, é necessária sagacidade e acima de tudo capacidade que clarifique o Conhecimento. Quando alguém diz que 2 + 2 são 4, tanto na lógica como na matemática, a observação é validada de forma correta, realmente 2 + 2, são 4. Na lógica não existe outra possibilidade, 2 + 2 são 4, ponto. Na matemática nem sempre 2 + 2 são 4, podem ser várias outras possibilidades de respostas, porque a matemática admite outras informações periféricas não compatíveis com a lógica. A matemática nessa questão que se discute, tem enunciados próprios que validam outras possibilidades de respostas. O mesmo raciocínio pode ser observado em relação às palavras que são grafadas de forma idêntica, mas que em idiomas diferentes recomendam compatibilizar informações pretéritas. Pensemos numa pessoa cujo idioma nativo é o português e que conhece o idioma alemão e em viagem pela Alemanha, ao avistar determinada palavra estando em situação de automatismo funcional, o seu cérebro imediatamente a lê e a decodifica como no seu país de origem, sem se aperceber que o código de validação daquela imagem deve ser alterado para o ambiente onde se encontra.Essa forma não apropriada de automatismo funcional é evidenciada quando nos deparamos com um texto traduzido de outro idioma e que recomenda o Conhecimento de elementos culturais próprios de uma determinada época ou região. O tradutor– não obstante a sua capacidade técnica – por não vivenciar a cultura nativa do texto a traduzir, ou mesmo por não conhecer os valores atribuídos ao texto – incorpora à tradução, juízos de valores incompatíveis com o texto, o traduz a partir das suas experiências, dos seus conhecimentos e dos seus valores,distanciando da realidade que buscava transmitir o produtor original do texto. O Conhecimento quando identifica essa vulnerabilidade na intermediação da informação que se pretende acrescentar aos seus conhecimentos pretéritos, recomenda a sua não validação, pois o prejuízo decorrente da apropriação inadequada de um conjunto de imagens e códigos, podem desacreditar toda uma ordem, fazer fluir o caos e desestabilizar a confiança daqueles que o buscam. O Conhecimento é tese, antítese e síntese, é positivo, neutro e negativo. É amor, ordem e progresso. É fé, esperança e caridade. É corpo, alma e espírito. É igualdade, liberdade e fraternidade. É união, amor e independência. É hipótese, variável e conclusão. É comburente, combustível e calor. É princípio, meio e fim. O Conhecimento é em si a verdade, refuta a vaidade, corrompe a mentira, trabalha a inteligência, busca o crescimento da humanidade, constrói pontes para a paz, é tolerante, ampara, assiste, distingue e acima de tudo permite ao homem compreender sua missão no universo, sua responsabilidade com o próximo, com as coisas, com os feitos, com a posteridade e com o presente. O Conhecimento que se manifesta como o conjunto de informações pretéritas, hoje produzidas,permitirão à humanidade tomada de decisões acertadas e compatíveis com a grandeza do homem que compreende o seu ambiente mediato e imediato. O Conhecimento trabalhado a partir de uma plataforma digital, num mundo onde a matriz da produção do conhecimento é fruto de um algoritmo, por mais que se empreguem conhecimentos de manipulação humana na construção do algoritmo, onde se buscou informações necessárias à construção do programa, o que se produz não é conhecimento, pelo contrário é apenas mais uma informação. Um autómato, por si só, produz apenas informações, só teremos Conhecimento quando aquelas informações puderem ser traduzidas de acordo com a sensibilidade sensorial que norteia a produção do Conhecimento. As informações digitais, sejam imagens, sons, códigos ou ondas, mensuráveis sob o ponto de vista quântico, não substituem a capacidade humana de cruzar informações e definir objetivamente estratégias a aplicar para que o conjunto dessas informações se transformem em Conhecimento. As informações digitais ajudam a definir com objetividade e minimização de erros os Conhecimento produzidos.Essas informações, quando agrupadas e com tratamentos estatísticos objetivos,permitem elaborar hipóteses mais favoráveis ao Conhecimento. A tecnologia é fruto de Conhecimento, os bens e produtos decorrentes da tecnologia são frutos do Conhecimento, os serviços decorrentes da tecnologia também são frutos do Conhecimento, mas a tecnologia em si não é conhecimento, ela é um instrumento para se chegar ao Conhecimento,ela é uma matriz que corretamente trabalhada, permite àquele que cruza as suas informações transformar os bens, produtos e serviços em Conhecimento. O Conhecimento, por ser uma relação direta com o ambiente, não aceita outra premissa senão a especulativa. É observação em constante contradição com a estabilidade. Demanda informações pretéritas na mesma intensidade que cria novas hipóteses, influenciadas por variáveis dinâmicas que demandaram validações contemporâneas. O processo de validação é fruto de informações pretéritas em constante mutação, a verdade anterior poderá ser ampliada, revista, ou simplesmente abandonada, assim o Conhecimento não é uma essência em si mesmo, mas o caminho que clarifica o entendimento. Ao longo dos tempos a humanidade encontrou formas de decifrar as informações pretéritas deixadas como registros do Conhecimento das várias civilizações e isso só foi possível porque os registros tinham uma lógica, eram imagens e códigos, com sequências e repetições que faziam presumir o que se propunha exprimir. Mas apesar da escrita ainda ser uma realidade recente em relação à história da humanidade, as informações fornecidas, durante épocas distintas a partir da sua inserção no cotidiano da humanidade, passaram a ser Conhecimento exclusivo de algumas ordens. O maior risco que corre o Conhecimento é se transformar numa linguagem não-material, ou seja se transformar em algo a ser transmitido em formato diferente de código ou imagem,algo a ser transmitido em meios que demandem utilização de tecnologia dependente de fontes de energia e leitores apropriados a modelos computacionais. Se transformando em linguagem diferente da compatível com o processo de interpretação dos nossos terminais sensoriais, ela de nada valerá. No mundo como o conhecemos hoje, há uma supremacia
Clarificando o Conhecimento
Passadas as explicações preliminares, buscamos clarificar o Conhecimento, como componente da descrição da inteligência da humanidade. Para clarificar o processo da construção do Conhecimento naqueles que se propõem a isso se permitir; devem, reportar-se a algo que fizeram ou fazem cotidianamente. Tais ações correspondem a ler um livro, assistir a um filme, ir a uma peça de teatro ou assistir a uma partida de futebol, coisas do prazer; ou mesmo para aqueles que professam uma religião, ir à missa, assistir ao culto ou ler o seu livro sagrado. Quando iniciamos estas ações, o primeiro minuto é parte do tempo que mais demora a passar. Isso porque estamos recebendo informações atualizadas pelo nosso cérebro. Então, na medida que o tempo passa, menos nos apercebemos dele porque o nosso cérebro está processando as informações buscando antecipar as conclusões finais. Na verdade, todos os minutos se passam na mesma intensidade de tempo. O nosso cérebro, com menos informações a processar e no estado de ócio, deixa se influenciar pelo tempo. Em síntese, a única dimensão que prova a nossa existência. Na medida que o tempo passa criamos uma relação com essa dimensão que cada vez mais nos empurra para distante do início da especulação do Conhecimento. Criamos a falsa ideia de que há um passado, um presente e um futuro. Na verdade, só temos o presente, as informações pretéritas fazem parte de um conjunto de experiências que só têm validade no tempo presente. O tempo que virá, quando vivido, não se classifica como futuro, mas o presente de uma possibilidade trabalhada e sustentada por informações pretéritas. A base de formação de todo o Universo, sustenta-se pela perenidade que só se manifesta naquilo como conhecemos. Isso ocorre nos reinos animal, vegetal e mineral. No reino mineral, susceptível de fluidez passada e futura, isto é, somente aqueles minerais que possam ser transformados inúmeras vezes. São excluídos, nesse caso, os minerais fruíveis e irreversíveis, como a água, o petróleo, o mercúrio, os radioativos, dentre outros. Os vegetais e animais não guardam as características da perenidade pela vulnerabilidade de suas composições. A produção do Conhecimento é uma função própria do homem porque pressupõe a validação das informações sensoriais. A partir desse Conhecimento o homem cria mecanismos de difusão e perpetuação do que se conhece. As formas primárias de difusão do conhecimento se manifestam, nos dias de hoje, onde tribos ainda não civilizadas e nem mesmo contatadas — como é o caso da Amazônia Sul-americana — utilizam a pintura rupestre como informação dos locais de caça, pesca e agricultura. O Conhecimento da humanidade sobre o planeta em que vive é algo distante das potencialidades. Distante das informações disponíveis, dos acessos necessários à compreensão do ambiente, pois demanda compreensões sobre o ainda não compreendido. Requer maturidade para saber ler as informações do ambiente e sentir o que o planeta tem a dizer. É necessário ao ser humano o nível de sensibilidade próprio daqueles cujo a transmissão do Conhecimento se faz pela via genética. É preciso ao ser humano algo não disponível em registros históricos e que no presente momento pela necessidade de digitalizar as informações, afasta-se cada vez mais da perpetuação da informação. O homem criou mecanismos para decifrar códigos antigos e se viu capaz de criar mecanismos de comunicações com gerações sucessoras. O homem criou máquinas para difundir o Conhecimento Criou os meios para perpetuar o conhecimento acumulado e transmissível de geração em geração. No entanto, o homem contemporâneo vem perdendo essa capacidade de transmissão do Conhecimento na forma física, quando cria mecanismos digitais de arquivo das relações sociais. Assim, o homem põe, à mercê das probabilidades, a perpetuação do Conhecimento. Perde-se o registro histórico, perde-se a história oral, perde-se a compreensão do mundo e retorna-se à barbárie. O Conhecimento, por ser um processo que tem a capacidade de se transformar, aperfeiçoar, atualizar e reconstruir, precisa de ser constantemente alimentado. Seja pela especulação, pelo discurso, pela praxe, pela retórica, pelo proselitismo e principalmente pela negação como instrumento de controle da vaidade. O Conhecimento deve prover à sua existência que é fazer crescer a humanidade e não encontrar fora disso qualquer outra destinação. O Conhecimento não pode ser vaidade, aquele que busca o Conhecimento deve saber que é apenas um instrumento para o crescimento da humanidade. Deve compreender que aquilo que acumulou nada mais é do que a sua visão do problema, que ele não é essencial, o essencial é o Conhecimento, que o seu fim é criar condições para que outro desenvolva uma visão mais acertada, condizente, factível e necessária ao crescimento da humanidade naquele momento. Dar a Conhecer é um exercício que encerra um conjunto de valores — próprio das relações entre os homens — e de virtudes próprias da relação entre aquele que almeja o Conhecimento e o Conhecimento que se estrutura. O Conhecimento não é uma futilidade porque não é apenas uma questão de apropriação. É uma essencialidade, pois requer ser alimentado pelo prazer das construções e reflexões do pensamento. Requer que o ócio próprio de quem a ele possa contribuir não seja consumido por questões pessoais, mas por questões que busquem confortar a humanidade, que busquem criar alternativas para, de alguma forma, melhorar o ambiente que se vive, acima de tudo buscar um novo homem. O Conhecimento não deve ser fruto do confronto. Deve ser fruto de um pensamento limpo, desprovido de raiva, ira, maldade. Deve ser livre de qualquer outra confrontante que leve à perda do senso crítico. Que influencie ou tencione distorcer o caráter de pureza que lhe permeia. O Conhecimento não coloca em dúvidas a validade do que se pretende construir. Não se revela falho pela não observância de princípios construtivos da criticidade, da razoabilidade, da factibilidade e da aplicabilidade que se busca como acúmulo de informações preteridas validadas e condizentes com uma resposta propícia ao crescimento da humanidade. O embate não constrói, ao contrário destrói o Conhecimento. Temos a obrigação de compartilhar o Conhecimento e a obrigação — não só moral, como também ética — de compartilhar como condicionante de
Construindo a Descrição do Conhecimento
Conhecimento é um processo de validação da informação que chega ao nosso cérebro. Consiste numa análise de informações pretéritas acumuladas a partir da exposição do cérebro às experiências dos nossos terminais sensoriais. E favorecem a(o) audição, visão, olfato, tato e paladar. Assim, o cérebro cruza as informações obtidas, e, possibilita muitas conclusões, a partir do estoque de experiências acumuladas. As experiências acumuladas não se encerram nos simples fatos de seus registros. Mas, a partir dos terminais sensoriais, multiplicam-se, em progressão geométrica. Procuram respostas ao infinito cruzamento de variáveis que se processa no nosso cérebro. E encontram respostas para todos os fenômenos que são observados e/ou sentidos na natureza. O nosso cérebro precisa de estímulos, para produzir o Conhecimento.Na medida que nos distanciamos dos estímulos, nos distanciamos do Conhecimento. Dar a Conhecer é uma função adquirida pelo correto emprego dos estímulos. Cruzar informações, numa velocidade não medida, favorece o aumento do estoque de Conhecimento. Como qualquer outra função que se busque aperfeiçoar, o Conhecimento é uma oportunidade de crescimento. E remete-nos a outro nível de compreensão e de entendimento do universo circundante. O Conhecimento, por ser um processo dinâmico, demanda aceitação e especulação e não é propício àqueles que demonstram preguiça mental. O Conhecimento, por ser cruzamento de variáveis, impõe a quem dele se aproprie, constante exercício da atividade mental. O Conhecimento não pode ser entendido como dual, pois, se assim o fosse, o seu entendimento morreria, em si só, e não seria conhecimento. Seria apenas descrição do estado natural, ou seja, sentido o fenômeno, a informação seria arquivada e não gravitaria em torno dela as especulações necessárias, para a produção do Conhecimento. É isso, na verdade, o que difere a matemática da lógica. Na matemática construímos uma expressão para validar uma informação, na lógica procuramos entender o pensamento que constrói a informação. Em outras palavras, na matemática nos cercamos de teorias, enunciados, fórmulas, ou seja, informações pretéritas, para construir uma expressão que valide uma informação. Na lógica, nos concentramos no pensamento simples, sem deixar se influenciar pelas informações periféricas. Nela, devemos nos distanciar das informações sensoriais e nos centrar nas informações descritivas do fato em si, não se traduzindo, portanto, em conhecimento. Na lógica, não nos é facultado especular. A nós é recomendado apenas centrar no cerne da questão. Isso é muito semelhante aos espetáculos de ilusionismos, onde ocorre a busca de informações para validar a arte do profissional. Nesse caso, nosso cérebro desconsidera informações primitivas e, finalmente, engana-se. O Conhecimento, em muitos casos é confrontado com a realidade. Leva nosso cérebro a formular conclusões errôneas do ambiente. Cita-se, à guisa de exemplo clássico, o caso de rampas descendentes opostas, que se cruzam ou mesmos e encontram num ponto qualquer. Tem-se, então, a impressão de que o veículo liberado se desloca em marcha à ré. Dando-se a impressão de que estivesse subindo a rampa que descia, quando na verdade ela desce em relação ao veículo que vem na rampa oposta. Porém, essa rampa sobe em relação ao veículo que nela trafega, deixando-nos a impressão de que sobe, em marcha à ré. E o conjunto das informações visuais não permite ao cérebro uma conclusão apropriada do evento observado. Pois bem, se o Conhecimento não é potencialidade dual, então pode-se classificá-lo como potencialidade tríplice. Isso porque necessita de uma construção objetiva, uma especulação subjetiva e um entendimento clarificado. Necessita ser uma hipótese em tese, uma compreensão em antítese para ser ao final um Conhecimento em síntese. Necessita o Conhecimento de uma positividade, ou seja, uma afirmação deque aquela realidade é a mais factível e verossímil. E tem de suplantar a negatividade do discurso que busca desqualificar as suas bases e não se deixar influenciar pela neutralidade do óbvio ululante. O Conhecimentonão é algo a ser dado, é algo a ser construído, algo a ser escolhido. Quem busca a Conhecer deve primeiro ser conhecido. Deve primeiro ser aceito. Deve primeiro permitir que o seu cérebro encontre a fertilidade necessária para crescer, se transformar, se cobrar, pois a quem é dado a Conhecer, mais responsável se tornará e mais se cobrará. Leia também: Clarificando o Conhecimento Validação do Conhecimento A Aplicação do Conhecimento O Tempo e a Validação do Conhecimento O Conhecimento, a Descrição Teórica e Operacional e a Relação Tempo e Espaço Conhecimento Consequente da Produção das Informações
“Policial Militar realiza curso de operador de drone na Bahia”
Uma postagem divulgada, no portal da Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS), informa, também que um “Policial Militar realiza curso de operador de drone na Bahia”. Trata-se de uma preparação para um tempo que chegou. Isso porque, tem sido cada vez mais frequente, a utilização de drones, pelos policiais militares brasileiros, nas diversificadas ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Na Bahia, que acolheu o policial militar sul-rio-grandense, essa tecnologia policial militar ganha espaço, conforme tem sido noticiado, neste Pontopm. Inclusive, no caso citado, diante de qualquer irregularidade, o 190 será acionado pelos cidadãos que se sentirem ameaçados. Mas, no post do portal da BMRS, informando que “policial Militar realiza curso de operador de drone na Bahia”, destacou-se: Entre os dias 8 e 13 de abril, o soldado da Brigada Militar, Robson Alves, concluiu a segunda etapa do Curso de Operador de Aeronave Remotamente Pilotada (RPAS), organizado pela Polícia Militar da Bahia. O soldado, que atua junto à Comunicação Social da BM, foi o primeiro servidor da Corporação a realizar esse tipo de qualificação em outro Estado da federação. RPAS é uma sigla em inglês que significa Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada, também conhecido como drone. Os novos operadores, estarão legalmente aptos a utilizar o aparato tecnológico nas missões que lhe forem demandadas junto às Instituições. Considerado referência nacional na qualificação de operadores de RPAS, o curso promovido pela PMBA capacitou de forma teórica e prática os profissionais de segurança pública representantes da Bahia, de outros Estados e das Forças Armadas, que foram submetidos às 120 hora-aula em formato EAD semipresencial, divididas entre a fase inicial à distância e a fase presencial final. A qualificação técnica é obrigatória para operadores de aeronaves não tripuladas com peso de decolagem superior a 250 gramas e máximo de 25 quilos. E que não voará além da linha visual ou acima de 400 pés (120 metros) acima do nível do solo. O soldado Robson Alves, relata que durante o período em que esteve na Bahia realizou visita a torre de controle de voos de Salvador, aulas práticas sobre análise de risco operacional, captação de imagem aérea, manutenção e controle técnico de aeronave. Além de um teste prática de voo com RPAS, pré-requisito para conclusão do curso. Explicou que “para se tornar um operador de drone, além do curso os militares precisam ter um cadastro no Sistema de Aeronaves não Tripuladas (SISANT), manual de voo, avaliação de risco, certificado de avaliação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), além de um protocolo para acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro. Os civis ainda precisam ter um seguro aeronáutico para prática de voos com o drone”. O currículo do curso foi preenchido com base nas doutrinas e nos conhecimentos previstos na lei, regulamentos e conteúdos em vigor no Brasil, além dos oferecidos pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos. Com as informações da BMRS
História da tecnologia: Nokia, Motorola e Samsung
A Tec Mundo tem publicado desde o ano passado uma série de vídeos sobre a história da tecnologia. Neste post são destacadas as histórias da Nokia, Motorola, Samsung, LG. Saiba mais e assista História da Nokia: Saiba mais e assista História da Motorola: Saiba mais e assista História da Samsung: Fonte: TecMundo.
Inovação tecnológica na polícia ostensiva é apresentada pela Polícia Militar do Estado de São Paulo
Uma postagem, no FaceBook da Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), destaca mais uma inovação tecnológica, na polícia ostensiva e na preservação da ordem pública: o registro eletrônico do boletim de ocorrência. O dispositivo, de acordo com o vídeo destacado acima, agilizará o procedimento policial militar, otimizando a entrada dos dados, em tempo real, ao “COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar) e os demais Sistemas Inteligentes da Polícia Militar, e contribuirá sobremaneira com celeridade e facilitação ao serviço policial prestado à sociedade Paulista”. A nova ferramenta tecnológica é utilizada pelos policiais militares dos comandos de polícia ostensiva ambiental e de trânsito, urbano e rodoviário. Fonte: PMESP.
Policiais militares paraibanos, apoiados por um drone, prenderam “chefão” do tráfico numa comunidade de João Pessoa
Tem sido frequente a divulgação deste Pontopm, sobre a utilização de aeronaves remotamente pilotada (ARP), no apoio às ações dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Na Polícia Militar da Paraíba (PMPB), a utilização de ARP — ou drone — foi registrada, na quarta-feira (23), quando os policiais militares foram orientados nos deslocamentos e conseguiram “prender o suspeito de chefiar o tráfico de drogas na comunidade Jardim Itabaiana, no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa.” A prisão do criminoso seguiu-se após a coleta das imagens pela ARP e a divulgação das informações aos policiais militares que ocupavam os espaços daquela localidade. A notícia publicada, no portal da PMPB, informa que: Ao perceber a ação da PM, o suspeito tentou fugir pelos telhados das residências, pulando os muros das casas, mas foi detido pelos policiais. Com ele, foram encontradas 21 porções e uma pedra de substância semelhante à cocaína, 15 pedras de substância semelhante a crack, um tablete de substância semelhante à maconha, além de balança de precisão, sacolas para embalar drogas, celulares e dinheiro. O suspeito tem passagem pela polícia por posse ilegal de arma de fogo e foi encaminhado para delegacia da Polícia Federal. A ARP tem sido considerada uma ferramenta tecnológica indispensável às atividades de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, a exemplo do que é divulgado pela PMPB, pois: […] tem auxiliado nas ações de prisão de fugitivos, cumprimentos de mandados, apoio aéreo em atividades de risco, e fiscalização contra crimes ambientais. As ações desta quarta-feira foram realizadas pelo Regimento de Polícia Montada, Força Tática e pela Companhia de Cães, do Batalhão de Operações Especiais (BOPE). Fonte: PMPB.
A realidade da utilização de drones por policiais militares brasileiros
A utilização de drones pelos policiais militares brasileiros cresce com o passar do tempo, como é o caso do que acontece na Polícia Militar do Estado do Amapá (PMAP). No Faceebook da PMAP, há uma notícia uma instrução ministrada, na última quarta-feira, (16), no auditório do Comando Geral, sobre a utilização de Aeronave Remotamente Pilotada (DRONE) pelos policiais militares do Batalhão de Polícia Ambiental. Sobre o evento dos policiais militares amapaenses, a notícia publicada informa que: A instrução foi solicitada pelo comandante do Batalhão Ambiental , Ten Cel Protásio, em virtude do BA está em processo final de aquisição de duas aeronaves (DRONES), que foi fruto de uma parceria com a Vara de Execução Penal e Medidas Alternativas (VEPMA), que tem como titular o juiz de direito Rogério Funfas. O agente da PRF, Jonas Felipe, ministrou a instrução e na oportunidade apresentou o equipamento, demonstrando a sua utilização na área de Segurança Pública, legislação específica e, manuseio dos DRONES, se encerrando com a prática da utilização do equipamento. A aquisição das aeronaves se fez necessária para auxiliar o BA nas demandas ambientais, devido as área de mata amapaense ser muito extensa e, desse modo, terá mais efetividade o monitoramento de desmatamentos, exploração ilegal de madeira, verificação de queimadas, monitoramento nas áreas de preservação permanente afim de evitar invasões, e demais demandas que forem necessárias. Há muitas notícias sobre drones, mas, o Pontopm já publicou os seguintes posts: Tecnologia no Policiamento Ambiental Inovação dos serviços na Polícia Militar Goiana Na Paraíba, Polícia Militar continua inovando com o suporte da tecnologia da informação e comunicação Em João Pessoa, PB: “Polícia Militar apresenta ferramentas tecnológicas no ‘Hackfest’” Polícia Militar da Bahia criou uma Companhia de Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) No Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) regulamentou a utilização de drones, explicando o que é um drone, um aeromodelo ou uma aeronave remotamente pilotada. DRONES O termo” drone” é utilizado popularmente para descrever qualquer aeronave (ou mesmo outro tipo de veículo) que possua alto grau de automatismo. No entanto, como não há uma definição formal para o termo, a regulamentação da Agência não utiliza essa nomenclatura, mas sim “aeromodelos” e “aeronaves remotamente pilotadas” (RPA). O que diferencia essas duas categorias de drones é a sua finalidade: Aeromodelo É toda aeronave não tripulada com finalidade de recreação. Aeronave Remotamente Pilotada (RPA) É uma aeronave não tripulada pilotada a partir de uma estação de pilotagem remota que tenha qualquer outra finalidade que não seja recreativa, tais como comercial, corporativa e experimental. Ressalte-se a importância de, na utilização de uma RPA, observar as normas estabelidas pela ANAC, no link destacado acima, que objetivam: tornar viáveis as operações desses equipamentos, preservando-se a segurança das pessoas. A instituição das regras também contribuirá para promover o desenvolvimento sustentável e seguro para o setor. Fonte: PMAP e ANAC.

