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A Noite do César: O Oscar do Cinema Francês!

Na 42ª cerimônia do César, o Oscar do cinema francês, realizada nesta sexta-feira (24), Paris ficou iluminada pelo brilho das estrelas da Sétima Arte. “Elle” foi o grande vencedor do César porque” levou o prêmio melhor filme e de melhor atriz, para Isabelle Huppert. O longa brasileiro “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, que disputava na categoria de melhor filme estrangeiro, foi derrotado por “Eu, Daniel Blake” de Ken Loach. “Elle”, o grande vencedor, do holandês Paul Verhoeven, confirmou o favoritismo. Concorria “em 11 categorias, levou o prêmio de melhor filme, mas também o de melhor atriz para Isabelle Huppert, que também foi indicada para o Oscar pelo mesmo papel.” A RFI destacou também que outro grande vencedor foi: o canadense Xavier Dolan, que levou o prêmio de melhor diretor por “É Apenas o Fim do Mundo”. Aos 27 anos, o cineasta que edita todos os seus filmes, também ganhou o troféu de melhor edição. A trama, que conta com a participação de alguns dos principais nomes do cinema francês, como Marion Cotillard (que concorria na categoria de melhor atriz), Léa Seydoux, Nathalie Baye e Vincent Cassel, também foi saudada com o troféu de melhor ator para Gaspard Ulliel, que interpretava o papel principal na história tirada de uma peça de teatro. Outro momento significativo do evento foi com o filme brasileiro “Aquarius” que: estrelado por Sônia Braga, disputava o César de melhor longa estrangeiro. Porém, como no Festival de Cannes do ano passado, onde o filme foi bem recebido, a trama dirigida por Kleber Mendonça Filho foi derrotada por “Eu, Daniel Blake” do inglês Ken Loach, que levou a Palma de Ouro na Côte d’Azur em 2016. Vela a seguir “a lista dos principais ganhadores do César de 2017: – Melhor filme – “Elle”, de Paul Verhoeven – Melhor filme estrangeiro – “Eu, Daniel Blake” de Ken Loach – Melhor atriz – Isabelle Huppert, pelo filme “Elle” – Melhor ator – Gaspard Ulliel, pelo filme “É Apenas o Fim do Mundo” – Melhor diretor – Xavier Dolan, pelo filme “É Apenas o Fim do Mundo” – Melhor atriz coadjuvante – Déborah Lukumuena, pelo filme “Divines” – Melhor ator coadjuvante – James Thierrée, pelo filme “Chocolate” – Melhor primeiro filme – “Divines”, de Houda Benyamina – Jovem talento feminino – Oulaya Amamra, pelo filme “Divines” – Jovem talento masculino – Niels Schneider, pelo filme “Dimant noir” – Melhor documentário – “Merci Patron!”, de François Ruffin – Melhor curta-metragem – “Maman(s)”, de Maïmouna Doucouré e “Vers la tendresse”, de Alice Diop – Melhor longa-metragem de animação – “Ma vie de courgette”, de Claude Barras – Melhor curta-metragem de animação – “Celui qui a deux âmes”, de Fabrice Luang-Vija – Melhor adaptação para o cinema – Céline Sciamma, pelo filme “Ma vie de courgette” – Melhor script – “L’effet aquatique”, de Sólveig Anspach e Jean-Luc Gaget – Melhor Figurino – Anaïs Romand, pelo filme “La Danseuse” – Melhor cenário – Jérémie D. Lignol, pelo filme “Chocolat” – Melhor música – Ibrahim Maalouf, pelo filme “Dans les forêts de Sibérie” – Melhor edição – “É Apenas o Fim do Mundo”, de Xavier Dolan – Melhor fotografia – Pascal Marti, pelo filme “Frantz” Conforme destacado pela RFI, “Alguns filmes ainda não têm título em português”. Fonte: RFI.

Câncer e Condições Socioeconômicas.

Há relação entre as condições de vida e saúde das pessoas? A resposta é sim, pois, “segundo o estudo do Instituto da Saúde e da Pesquisa Médica da França (Inserm), cerca de 15 mil casos da doença poderiam ser evitados melhorando as condições de vida das camadas mais desfavorecidas da população”. Nos estudos liderados liderado pela pesquisadora Joséphine Bryère, descobriu-se que: […] pessoas em piores condições socioeconômicas estão mais propensas a desenvolver certos tipos de câncer, como câncer de estômago, do fígado, do pulmão e, no caso das mulheres, câncer do colo do útero. […] tanto em homens como mulheres das camadas mais pobres da população francesa, foram detectados uma maior incidência de câncer do estômago, do fígado, lábios, boca e faringe. Já apenas na camada masculina da população, câncer da laringe, esôfago, pâncreas, bexiga e pulmão são os que têm maior incidência. Entre as mulheres mais pobres, casos de câncer do colo do útero são os mais frequentes. Guy Launoy, o co-autor dos estudos realizados, assim “explicou a maior incidência de determinados tipos de câncer nas populações mais carentes”: “O cigarro e a má alimentação são fatores de risco de alguns tipos de câncer que são socialmente determinados. Por exemplo, é mais fácil uma pessoa parar de fumar quando ela tem um bom trabalho e quando tudo vai relativamente bem na sua vida, do que uma pessoa desempregada com dificuldades financeiras. No caso específico das mulheres mais pobres, onde verificamos maior incidência de câncer do colo do útero, a explicação é a maior incidência do papilomavírus entre a população mais desfavorecida.” Verificaram-se, também, que “Nas classes sociais mais abastadas na França, os cânceres mais comuns são de próstata, dos ovários e melanomas. Para os dois últimos, os pesquisadores ainda não têm esclarecimentos hoje sobre sua incidência na população mais rica”. Na notícia, foi destacado que: No Brasil, o mesmo fenômeno é verificado. No entanto, os diferentes tipos de câncer e a incidência nas populações são detectados por regiões, de acordo com a presidente do Departamento Científico de Cancerologia da Associação Paulista de Medicina, Célia Tosello de Oliveira, professora da Faculdade de Medicina de Jundiaí (SP). De acordo com a RFI, “A especialista salienta que hospitais e tratamentos de qualidade também são mais raros nas regiões norte e nordeste”, de modo que: “Nas regiões mais ricas, no sul e no sudeste, têm mais casos de tumores do tubo digestivo, porque é onde existe uma ingestão maior de produtos industrializados. A quantidade de hormônios presentes nestes alimentos também aumenta a incidência de câncer de mama nesta parte do Brasil. Já no norte e no nordeste, a incidência de câncer do colo do útero é muito maior porque não se realiza tanto quanto se deveria o exame de Papanicolau” […]. “Nessas regiões, a população é mais dispersa e não se concentra tanto nas cidades. E, infelizmente, o serviço nesses locais mais afastados não é de qualidade, há menos médicos, enfermeiras, menos capacitação desses profissionais de saúde e muitas vezes o diagnóstico das doenças é tardio”[…]. Célia Tosello de Oliveira enfatiza que “campanhas de informação eficazes e abrangentes sobre os fatores de risco das doenças são essenciais”. Destaca, também, “recente trabalho realizado pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca) que conseguiu reduzir significativamente a quantidade de fumantes no Brasil”, destacando que o “aumento da incidência de algumas doenças” ocorre porque: “[…] na maioria das vezes, o acesso desta informação é mais difícil nos Estados mais carentes do país. A consequência é que a população mais desfavorecida não busca os serviços de saúde”. Nas explicações de Launoy, segundo a notícia, “ não há dúvidas de que é preciso melhorar o acesso da população mais pobre à saúde, além de encontrar mecanismos diferentes para lutar contra o câncer nas diferentes populações em que são detectados”. Afinal, “a equipe de pesquisadores do Inserm também ressalta que a evolução das políticas de saúde pública implica também em melhores políticas de educação, urbanização, transporte e emprego”, indicando que: “É necessário ir mais longe e, sobretudo, desenvolver essa pesquisa em diferentes populações, tentando realizar novos procedimentos e verificando se novas práticas diminuem as desigualdades no acesso aos tratamentos. Sabemos que há políticas públicas com esse objetivo, mas precisamos de dispositivos mais eficazes”. Fonte: RFI. Crédido da Foto destacada: Pixabay.

Filme Húngaro Leva o “Urso de Ouro” da Berlinale.

A RFI noticiou (com Bruno Ghetti, de Berlim) que A Hungria foi a grande vencedora no 67º Festival de Berlim. “On Body and Soul”, da cineasta Ildikó Enyedi, levou o Urso de Ouro, prêmio máximo do evento. O Brasil concorria com “Joaquim”, de Marcelo Gomes. A decisão foi considerada inusitada “por parte do júri presidido pelo cineasta holandês Paul Verhoeven“. Isso porque “Berlim costuma privilegiar obras com cunho político, o que não é exatamente o caso do longa.” Sobre o “On Body and Soul”, a notícia diz que o longa: […] bateu o finlandês Aki Kaurismaki, o favorito, mas que não deixou o evento de mãos vazias: acabou premiado com o troféu de melhor direção, por ‘The Other Side of Hope’. […] usa uma comicidade muito peculiar para contar a história de duas pessoas que se conhecem no ambiente de trabalho e sentem uma estranha atração e afinidade. Chegam, inclusive, a ter o mesmo sonho à noite. […] mostra um rapaz sírio que foge por causa da guerra civil. Depois de passar por vários países, ele se estabelece na Finlândia, onde conta com a boa vontade de um proprietário de restaurante, que o ajuda a se estabelecer ali. […] mistura humor nonsense com uma sensível observação da questão dos refugiados. Os demais vencedores foram: Melhor roteiro: “’Una Mujer Fantástica’, do chileno Sebastián Lelio“. O longa mostra o drama de uma transexual que é menosprezada pela família do seu namorado depois que ele morre. Melhor ator (considerado uma surpresa): o prêmio foi para o austríaco Georg Friedrich, por “Bright Nights” (dirigido pelo alemão Thomas Arslan). No drama ele vive um homem que tenta se aproximar do filho adolescente, com quem nunca se entendeu bem. Melhor atriz“a sul-coreana Kim Min-hee saiu vitoriosa, por ‘On the Beach at Night Alone’, de Hong Sang-soo. O longa mostra uma jovem que vai para a Europa para se recuperar de uma desilusão amorosa. Acredita-se que o longa seja inspirado na própria relação romântica na vida real entre a atriz e o diretor. Muito emocionada, a atriz dedicou seu prêmio ao cineasta”. Contribuição artística: “’Ana, Mon Amour’”, do romeno Călin Peter Netzer. O reconhecimento foi pelo trabalho de montagem do longa, que faz diversas idas e vindas temporais para mostrar as dificuldades na relação amorosa entre um rapaz e uma jovem com síndrome do pânico.” O troféu Alfred Bauer, considerado o “prêmio mais controverso da noite foi […] ‘Pokot’, longa bastante convencional da polonesa Agnieszka Holland. O filme mostra uma mulher que luta para defender os animais em uma região rural da Polônia.” O Grande Prêmio do Júri, foi “’Félicité’, do senegalês Alain Gomis”. Mostra um drama, “passado no Congo”, e “o desespero de uma mulher que precisa encontrar dinheiro para financiar a cirurgia do filho, no precário sistema de saúde africano.”

Paris Saint-Germain humilha Barcelona.

A espetacular vitória do Paris Saint-Germain, classificado praticamente para as quartas-de-finais, da Liga dos Campeões, humilhou o Barcelona, com a goleada de 4 a 0, nesta quarta-feira (14), na cidade de Paris. Além disso, merece destaque “uma das melhoras façanhas desportivas do clube parisiense na história do futebol francês”, segundo a RFI. Mas, “a notícia caiu como uma bomba” para o clube espanhoul, “o poderosíssimo Barcelona”, derrotado em casa, anteriormente, nas oitavas de final da Liga dos Campeões, pelo PSG. A noite foi igualmente espetacular para o argentino Di María que marcou dois dos quatro gols, no dia em que completou 29 anos. Draxler e Cavani fizeram os outros gols para a equipe parisiense, dirigida pelo espanhol Emery. Antes do próximo jogo, no dia 8 de março, há um prenúncio de uma crise sobre a possibilidade de Luís Enrique continuar na direção dos treinamentos do clube, considerando que há um “clima de desconfiança com os jogadores chaves”. Breve, veremos, o que acontecerá.

7O anos de sucessos da — Dior — Moda Francesa.

No último domingo, a maison de alta-costura — Christian Dior — comemorou os 70 anos do primeiro desfile, realizado em 12 de fevereiro de 1947. O evento foi marcado por uma exposição, uma coletânea de livros e resultados de vendas em alta, segundo a RFI. O ano de 1947 foi um marco fixado pelo costureiro francês Christian Dior, que se tornou uma lenda no mundo da moda, graças a uma silhueta que conquistou as mulheres após a Segunda Guerra Mundial. Em apenas um desfile, com a ajuda do empresário do setor têxtil Marcel Boussac, o tímido galerista de 33 anos balançou o universo comportado da alta-costura. Bettina Ballard, jornalista da revista Vogue americana, foi uma das testemunhas do evento. “A primeira modelo entra com passos largos, um rebolado provocador, dá meia-volta em uma sala lotada e derruba os cinzeiros com a barra de sua longa saia. Sentados na beira de suas cadeiras, os espectadores esticavam o pescoço para não perder nenhum segundo daquele momento histórico”, conta em sua autobiografia intitulada In my fashion, livro dos anos 1960 praticamente esgotado em inglês, mas que ganhou uma versão francesa em 2016. Relembrando o ano de 1947, o local do evento comemorativo foi no: 30 avenue Montaigne – que continua sendo o endereço da sede da Dior – os presentes ficam impressionados com a performance das modelos, que tinha um lado meio teatral, mas também pela audácia da coleção. A amplitude de alguns vestidos, que chegavam a consumir 25 metros de tecido, era vista como uma afronta para alguns, que ainda tinham em mente os anos de penúria impostos pela guerra. Mas para outros, o desfile foi um golpe de mestre do ponto de vista do estilo. Com uma silhueta em forma de ampulheta, marcando a cintura e valorizando os seios, o costureiro virava de vez a página dos uniformes militares e das roupas com formas masculinas que marcaram a Ocupação. Do evento de 1947, uma expressão que ganhou o mundo: “Meu querido Christian, seus vestidos são um New Look”, disse, eufórica, a editora-chefe da revista Harper’s Bazaar, Carmel Snow, ao parabenizar o costureiro no final do desfile. Um jornalista da agência de notícias Reuters gostou da expressão e a usou em sua matéria, que fez a volta ao mundo. Um exemplo clássico de globalização: Em apenas alguns anos, metade das exportações francesas de alta-costura eram realizada pela maison da avenue Montaigne. Lançou licenças de vários produtos, exportou para os Estados Unidos, abriu escritórios na América Latina e no Japão, e Christian Dior se tornou o primeiro costureiro a aparecer na capa da prestigiosa revista norte-americana Time. Estilistas renomados marcaram presença porque: A carreira de Dior foi relativamente curta, pois dez anos após lançar o New Look o costureiro morreu vítima de uma crise cardíaca em uma clínica na Itália. Mas diante do sucesso da marca, que já era um símbolo da elegância francesa, os gestores decidiram continuar a saga e logo encontraram um substituto: Yves Saint Laurent, que, com apenas 21 anos, assumiu a direção artística e assinou seis coleções. Em seguida, Dior assistiu uma sucessão de estilistas. Desde os discretos Marc Bohan e Gianfranco Ferré, até os mais conceituais, como Raf Simons, sempre inspirado pela paixão de Christian Dior pelas flores. Sem esquecer o polêmico John Galliano, que, apesar dos escândalos, sabia como poucos valorizar, com muita ironia, os códigos da marca. A direção artística da Dior, desde 2016, está nas mãos de Maria Grazia Chiuri. Ex-estilista da Valentino, a italiana é a primeira mulher a dirigir o estilo da Dior e chegou na empresa tentando conquistar uma clientela mais jovem. Suas inspirações são diversas, mas as primeiras coleções foram marcadas por uma pegada poética, que também misturava um discurso quase engajado. Em seu desfile de estreia, em setembro de 2016, um dos modelos era composto por uma camiseta com a mensagem “We all should be feminist” (Todos nós devemos ser feministas). A estilista chegou a ser criticada pela falta de uma linha mais definina nas suas primeiras coleções. Porém, como lembra a Fériel Karoui, consultora de tendências da agência de estilo Promostyl, Dior sempre misturou códigos mais extravagantes (como Galliano) com uma preocupação de manter sua herança (como Raf Simons). Então, essa ideia de “usar a moda como um soft power deve ser vista muito mais como uma atitude do que uma verdadeira postura política”, lembra a especialista. Ou seja, ainda é cedo para dizer que Dior vai se tornar uma maison militante. A despeito das crises, os resultados da Dior confirmam o sucesso, mostrando que: Em 2016 as vendas cresceram 5% a taxas de câmbio constantes, alcançando € 1,9 bilhão. Grande parte dessa performance se deve à retomada da demanda chinesa, mas também ao aumento da atividade em Londres, provocada pela queda da libra, que favoreceu as compras dos turistas. As comemorações iniciaram: em dezembro passado, com o lançamento de uma espécie de “antologia Dior”, uma coletânea composta por sete livros, cada um dedicado a um dos estilistas que passaram pela marca. O primeiro deles, que homenageia o legado do fundador, entre 1947 e 1957, já está nas livrarias e os demais serão comercializados em diferentes datas até 2018. O projeto, da editora Assouline, é disponível em francês, inglês e chinês, provando, mais uma vez, que apesar de essencialmente francesa, Dior continua global. E continuam, pois, a: Dior prepara uma exposição no museu das Artes Decorativas de Paris, prevista para julho. Mais de 400 vestidos serão expostos em 3000 m², inclusive na nave do prédio, “algo inédito”, como lembra Olivier Gabet, diretor da instituição. “Além das roupas, serão apresentados objetos e obras de arte que dialogaram com a maison”, contou durante coletiva na capital francesa.

A noite das Estrelas.

A MDEMULHER divulgou, nesta segunda feira (13), o resultado do Grammy 2017. Eis a listagem dos vencedores: – R&B Música do Ano Beyoncé – “Formation” Adele – “Hello” Mike Posner – “I Took a Pill in Ibiza” Justin Bieber – “Love Yourself” Lukas Graham – “7 Years” Gravação do Ano Adele – “Hello” Beyonce – “Formation” Rihanna – “Work” Twenty-One Pilots – “Stressed Out” Lukas Graham – “7 years” Melhor Videoclipe Beyoncé – “Formation” Leon Bridges – “River” Coldplay – “Up & Up” Jamie xx – “Gosh” OK Go – “Upside Down & Inside Out” Artista Revelação Anderson Paak Chance the Rapper Maren Morris The Chainsmokers Kelsea Ballerini Melhor Filme sobre Música Steve Aoki – I’ll Sleep When I’m Dead The Beatles – The Beatles: Eight Days a Week The Touring Years Beyoncé – Lemonade Yo-Yo Ma & the Silk Road Ensemble – The Music of Strangers Various Artists – American Saturday Night: Live from the Grand Ole Opry Álbum do Ano Adele – 25 Beyoncé – Lemonade Drake – Views Justin Bieber – Purpose Sturgill Simpson – A Sailor’s Guide to Earth – Pop Melhor Performance Solo Adele – “Hello” Beyoncé – “Hold Up” Justin Bieber – “Love Yourself” Kelly Clarkson – “Piece by Piece” (“Idol” Version) Ariana Grande – “Dangerous Woman” Melhor Performance dupla ou grupo The Chainsmokers – “Closer” [ft. Halsey] Lukas Graham – “7 Years” Rihanna – “Work” [ft. Drake] Sia – “Cheap Thrills” [ft. Sean Paul] Twenty One Pilots – “Stressed Out” Melhor Álbum vocal Adele – 25 Justin Bieber – Purpose Ariana Grande – Dangerous Woman Demi Lovato – Confident Sia – This Is Acting Melhor Álbum Tradicional Andrea Bocelli – Cinema Bob Dylan – Fallen Angels Josh Groben – Stages Live Willie Nelson – Summertime: Willie Nelson Sings Gershwin Barbra Streisand – Encore: Movie Partners Sing Broadway – Rap Melhor Apresentação Chance the Rapper – “No Problem” [ft. 2 Chainz and Lil Wayne] Desiigner – “Panda” Drake – “Pop Style” [ft. The Throne] Fat Joe / Remy Ma – “All the Way Up” [ft. French Montana and Infrared] Schoolboy Q – “That Part” [ft. Kanye West] Melhor Colaboração – Vocal Beyoncé – “Freedom” [ft. Kendrick Lamar] Drake – “Hotline Bling” D.R.A.M. – “Broccoli” [ft. Lil Yachty] Kanye West – “Ultralight Beam” [ft. Chance the Rapper, Kelly Price, Kirk Franklin and The-Dream] Kanye West – “Famous” [ft. Rihanna] Melhor Música Fat Joe / Remy Ma – “All the Way Up” [ft. French Montana and Infrared] Kanye West – “Famous” [ft. Rihanna] Drake – “Hotline Bling” Chance the Rapper – “No Problem” [ft. 2 Chainz and Lil Wayne] Kanye West – “Ultralight Beam” [ft. Chance the Rapper, Kelly Price, Kirk Franklin and The-Dream] Melhor Álbum Chance the Rapper – Coloring Book De La Soul – and the Anonymous Nobody… DJ Khaled – Major Key Drake – Views Schoolboy Q – Blank Face LP Kanye West – The Life of Pablo – Música Alternativa Melhor Álbum: Bon Iver – 22, A Million David Bowie – Blackstar PJ Harvey – The Hope Six Demolition Project Iggy Pop – Post Pop Depression Radiohead – A Moon Shaped Pool R&B Melhor Performance BJ the Chicago Kid – “Turnin’ Me Up” Ro James – “Permission” Musiq Soulchild – “I Do” Rihanna – “Needed Me” Solange – “Cranes in the Sky” Melhor Performance Tradicional William Bell – “The Three of Me” BJ The Chicago Kid – “Woman’s World” Fantasia – “Sleeping with the One I Love” Lalah Hathaway – “Angel” Jill Scott – “Can’t Wait” Melhor Música PartyNextDoor feat. Drake – “Come See Me” Bryson Tiller – “Exchange” Rihanna – “Kiss It Better” Maxwell – “Lake By the Ocean” Tory Lanez – “Luv” – Música Contemporânea Melhor Álbum Beyoncé – Lemonade Gallant – Ology KING – We Are King Anderson .Paak – Malibu Rihanna – Anti Melhor Álbum BJ The Chicago Kid – In My Mind Lalah Hathaway – Lalah Hathaway Live Terrace Martin – Velvet Portraits Mint Condition – Healing Season Mya – Smoove Jones – Rock Melhor Performance “Joe” (Live From Austin City Limits) – Alabama Shakes “Don’t Hurt Yourself” – Beyoncé Featuring Jack White “Blackstar” – David Bowie “The Sound Of Silence” (Live On Conan) – Disturbed “Heathens” – Twenty One Pilots Melhor Música – Composição “Blackstar” – David Bowie “Burn The Witch” – Radiohead (Radiohead) “Hardwired” – James Hetfield & Lars Ulrich (Metallica) “Heathens” – Tyler Joseph (Twenty One Pilots) “My Name Is Human” – Rich Meyer, Ryan Meyer & Johnny Stevens (Highly Suspect) Melhor Álbum California – Blink-182 Tell Me I’m Pretty – Cage The Elephant Magma – Gojira Death Of A Bachelor – Panic! At The Disco Weezer – Weezer – Metal Melhor Performance “Shock Me” – Baroness “Silvera” – Gojira “Rotting In Vain” – Korn “Dystopia” – Megadeth “The Price Is Wrong” – Periphery – Dance Music/Música Eletrônica Melhor Gravação “Tearing Me Up” – Bob Moses “Don’t Let Me Down” – The Chainsmokers Featuring Daya “Never Be Like You” – Flume Featuring Kai “Rinse & Repeat” – Riton Featuring Kah-Lo “Drinkee” – Sofi Tukker Melhor Disco Skin – Flume Electronica 1: The Time Machine – Jean-Michel Jarre Epoch – Tycho Barbara Barbara, We Face A Shining Future – Underworld Louie Vega Starring…XXVIII – Louie Vega – Country Melhor Performance solo “Love Can Go to Hell” – Brandy Clark “Vice” – Miranda Lambert “My Church” – Maren Morris “Church Bells” – Carrie Underwood “Blue Ain’t Your Color” – Keith Urban Melhor Performance dupla ou grupo “Different for Girls” – Dierks Bentley featuring Elle King “21 Summer” – Brothers Osborne “Setting the World on Fire” – Kenny Chesney & P!nk “Jolene” – Pentatonix featuring Dolly Parton “Think of You” – Chris Young with Cassadee Pope Melhor Música “Blue Ain’t Your Color – Keith Urban “Die a Happy Man” – Thomas Rhett “Humble and Kind” – Tim McGraw “My Church” – Maren Morris “Vice” – Miranda Lambert Melhor Álbum Big Day in a Small Town – Brandy Clark Full Circle – Loretta Lynn Hero – Maren Morris

Grammy 2017 – Momentos de muita emoção!

Neste domingo, 12 de fevereiro de 2017, será realizada a 59.ª cerimônia anual de Grammy Awards, com transmissão, ao vivo, da rede da CBS, diretamente do Staples Center em Los Angeles, a partir das 23 horas (horário de Brasília). A festa do “Oscar da Música” será apresentada por James Corden. Os principais nomes da premiação são Adele, Beyoncé, David Bowie, Justin Bieber, entre outros. Confira a lista dos concorrentes ao Grammy 2017, nas categorias: Álbum do Ano;Gravação do Ano; Música do Ano; Artista Revelação; Pop; Rap; Alternative;R&B; Videoclipe e Rock. Álbum do Ano Adele – 25; Beyoncé – Lemonade; Drake – Views; Justin Bieber – Purpose e Sturgill Simpson – A Sailor’s Guide to Earth Gravação do Ano Adele – “Hello”; Beyonce – “Formation”; Rihanna – “Work”; Twenty-One Pilots – “Stressed Out”; Lukas Graham – “7 years” Música do Ano Beyoncé – “Formation”; Adele – “Hello”; Mike Posner – “I Took a Pill in Ibiza”; Justin Bieber – “Love Yourself”; Lukas Graham – “7 Years” Artista Revelação Anderson .Paak; Chance the Rapper; Maren Morris; The Chainsmokers; Kelsea Ballerini Pop Melhor Performance Solo Adele – “Hello”; Beyoncé – “Hold Up”; Justin Bieber – “Love Yourself”; Kelly Clarkson – “Piece by Piece” (“Idol” Version); Ariana Grande – “Dangerous Woman” Melhor Performance dupla ou grupo The Chainsmokers – “Closer” [ft. Halsey]; Lukas Graham – “7 Years”; Rihanna – “Work” [ft. Drake];Sia – “Cheap Thrills” [ft. Sean Paul]; Twenty One Pilots – “Stressed Out” Melhor Álbum vocal pop Adele – 25; Justin Bieber – Purpose; Ariana Grande – Dangerous Woman; Demi Lovato – Confident; Sia – This Is Acting Melhor Álbum Pop Tradicional Andrea Bocelli – Cinema; Bob Dylan – Fallen Angels; Josh Groben – Stages Live; Willie Nelson – Summertime: Willie Nelson Sings Gershwin; Barbra Streisand – Encore: Movie Partners Sing Broadway Rap Melhor Apresentação Rap Chance the Rapper – “No Problem” [ft. 2 Chainz and Lil Wayne]; Desiigner – “Panda”; Drake – “Pop Style” [ft. The Throne]; Fat Joe / Remy Ma – “All the Way Up” [ft. French Montana and Infrared]; Schoolboy Q – “That Part” [ft. Kanye West] Melhor Colaboração Rap Beyoncé – “Freedom” [ft. Kendrick Lamar]; Drake – “Hotline Bling”; D.R.A.M. – “Broccoli” [ft. Lil Yachty]; Kanye West – “Ultralight Beam” [ft. Chance the Rapper, Kelly Price, Kirk Franklin and The-Dream]; Kanye West – “Famous” [ft. Rihanna] Melhor Música Rap Fat Joe / Remy Ma – “All the Way Up” [ft. French Montana and Infrared]; Kanye West – “Famous” [ft. Rihanna]; Drake – “Hotline Bling”; Chance the Rapper – “No Problem” [ft. 2 Chainz and Lil Wayne]; Kanye West – “Ultralight Beam” [ft. Chance the Rapper, Kelly Price, Kirk Franklin and The-Dream] Melhor Álbum de Rap Chance the Rapper – Coloring Book; De La Soul – and the Anonymous Nobody… DJ Khaled – Major Key; Drake – Views; Schoolboy Q – Blank Face LP; Kanye West – The Life of Pablo Alternative Melhor Álbum de música alternativa Bon Iver – 22, A Million; David Bowie – Blackstar; PJ Harvey – The Hope Six Demolition Project; Iggy Pop – Post Pop Depression; Radiohead – A Moon Shaped Pool R&B Melhor Performance R&B BJ the Chicago Kid – “Turnin’ Me Up”; Ro James – “Permission”; Musiq Soulchild – “I Do”; Rihanna – “Needed Me”; Solange – “Cranes in the Sky” Melhor Performance de R&B Tradicional William Bell – “The Three of Me”; BJ The Chicago Kid – “Woman’s World”; Fantasia – “Sleeping with the One I Love”; Lalah Hathaway – “Angel” Jill Scott – “Can’t Wait” Melhor Música R&B PartyNextDoor feat. Drake – “Come See Me”; Bryson Tiller – “Exchange”; Rihanna – “Kiss It Better”; Maxwell – “Lake By the Ocean”; Tory Lanez – “Luv” Melhor Álbum de Música Contemporânea Beyoncé – Lemonade; Gallant – Ology; KING – We Are King; Anderson .Paak – Malibu; Rihanna – Anti Melhor Álbum de R&B BJ The Chicago Kid – In My Mind; Lalah Hathaway – Lalah Hathaway Live; Terrace Martin – Velvet Portraits; Mint Condition – Healing Season; Mya – Smoove Jones Videoclipe Melhor Videoclipe Beyoncé – “Formation”; Leon Bridges – “River”; Coldplay – “Up & Up”; Jamie xx – “Gosh”; OK Go – “Upside Down & Inside Out” Melhor Filme sobre Música Steve Aoki – I’ll Sleep When I’m Dead; The Beatles – The Beatles: Eight Days a Week The Touring Years; Beyoncé – Lemonade; Yo-Yo Ma & the Silk Road Ensemble – The Music of Strangers; Various Artists – American Saturday Night: Live from the Grand Ole Opry; Rock Melhor Performance Rock “Joe” (Live From Austin City Limits) – Alabama Shakes; “Don’t Hurt Yourself” – Beyoncé Featuring Jack White; “Blackstar” – David Bowie; “The Sound Of Silence” (Live On Conan) – Disturbed; “Heathens” – Twenty One Pilots Melhor Performance Metal “Shock Me” – Baroness; “Silvera” – Gojira; “Rotting In Vain” – Korn; “Dystopia” – Megadeth; “The Price Is Wrong” – Periphery Melhor Música (Composição) Rock “Blackstar” – David Bowie (David Bowie); “Burn The Witch” – Radiohead (Radiohead); “Hardwired” – James Hetfield & Lars Ulrich (Metallica); “Heathens” – Tyler Joseph (Twenty One Pilots); “My Name Is Human” – Rich Meyer, Ryan Meyer & Johnny Stevens (Highly Suspect) Melhor Álbum Rock California – Blink-182; Tell Me I’m Pretty – Cage The Elephant; Magma – Gojira; Death Of A Bachelor – Panic! At The Disco; Weezer – Weezer Melhor Gravação de Dance Music “Tearing Me Up” – Bob Moses; “Don’t Let Me Down” – The Chainsmokers Featuring Daya; “Never Be Like You” – Flume Featuring Kai; “Rinse & Repeat” – Riton Featuring Kah-Lo; “Drinkee” – Sofi Tukker Melhor Disco de Dance Music/Música Eletrônica Skin – Flume; Electronica 1: The Time Machine – Jean-Michel Jarre; Epoch – Tycho; Barbara Barbara, We Face A Shining Future – Underworld; Louie Vega Starring…XXVIII – Louie Vega

108º Aniversário de Carmem Miranda

No ano em que completaria 108 anos, a “pequena grande notável”, Carmem Miranda é capa da Goggle. A foto seguinte será, neste dia visualizada por milhares de brasileiros. A maioria sequer conheceu este fenômeno da música popular brasileira. Você poderá ouvir músicas da cantora e artista luso-brasileira e americana e conhecer, no site de Carmem Miranda, onde há muitos destaques, dentre os quais destacamos: Carmen Miranda teve uma vida curta, porém intensa. Sua personalidade carismática e sua ascensão internacional inédita foram registradas não só em fotografias, discos e filmes, como em artigos, reportagens, entrevistas e muitos livros, no Brasil e no exterior, além de ensaios acadêmicos – o primeiro, em 1997, foi a tese de doutorado “O Brasil de Carmen Miranda e as Lentes de Holywood”, que Simone Pereira de Sá apresentou à Universidade Federal do Rio de Janeiro.(sic) Você pode obter mais informações sobre Carmem Miranda, clicando aqui.

Afinal, quem protegerá nossos policiais?

Verificou-se que foi realizada uma pesquisa de vitimização e percepção de risco entre profissionais do sistema de segurança pública, nos meses de junho e julho de 2015, com os seguintes destaques: A ficha técnica destacada indica que pesquisadores brasileiros e estrangeiros cuidaram das atividades coordenadora, supervisão metodológica e execução da pesquisa, apoiada institucionalmente pelas Segurança Nacional de Segurança Pública, do Ministério da justiça, e Letra certa estratégia e tática em comunicação e Urbania (sem maiores referências). A realização da pesquisa ficou a cargo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública; do Núcleo de Estudos em Organizações e Pessoas, da Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas e Segurança Nacional de Segurança Pública, do Ministério da justiça. Os dois primeiros executores foram assim identificados: O Fórum Brasileiro de Segurança Pública – FBSP é uma organização não-governamental que tem como missões principais a promoção do intercâmbio, da cooperação técnica para o aprimoramento da atividade policial e da gestão da segurança pública no Brasil. O FBSP faz uma aposta radical na aproximação de segmentos, na transparência e na prestação de contas como ferramentas de modernização da segurança pública. NEOP de Estudos em Organizações e Pessoas é um grupo vinculado à Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getulio Vargas (FGV/EAESP). A missão do Núcleo é gerar e disseminar conhecimento aplicado a questões relevantes da prática gerencial, da gestão de organizações e de pessoas. O NEOP pretende promover o diálogo entre academia, organizações e sociedade – Núcleo. A pesquisa teria sido realizada: Por meio do cadastro de policiais e demais profissionais da segurança pública registrados na Rede de Ensino à Distância da SENASP/MJ, foram enviados convites individuais para participação na pesquisa através do preenchimento de formulário eletrônico. Desses, obtivemos 10.323 retornos válidos entre 18 de junho e 08 de julho de 2015. A amostra foi ponderada por instituição policial e regiões. Não existem dados disponíveis regionalizados para a PF e PRF, de modo que estimamos a distribuição regional destes efetivos supondo que eles guardam alguma relação com a população de cada região. Com ilustrações infográficas, o relatório indica que a pesquisa teria sido estruturada em “1. Perfil dos respondentes”; “2. Situações de vitimização ao longo da carreira como profissional de segurança pública”; “3. Hábitos”; “4. Percepção de Risco e “5. Fatores de insegurança no trabalho”. Os resultados projetados, segundo as informações anteriores, dão conta de que: 1. No perfil dos respondentes, foi destacada a participação de 10.323 participantes, assim distribuídos: a) Os pesquisados eram homens “85,1%” e mulheres “14,9%”; b) Com idade variando entre “18 a 24 anos” (1,6%); “25 a 40 anos” (54,8%); “41 a 54 anos” (40,1%); “55 a 64 anos” (3,3%) e “18 a 24 anos” (1,6%) “65 ou mais anos” (0,2%); c) Quanto a “Cor/raça”, eram “46,6% (Branca)”; “9% (Preta)”; “42,8% (Parda)”; “0,8% (Amarela)”; “0,4% (Indígena)” e “1,4% (Prefiro não responder)”; d) Serviam na: “Polícia Militar 44,5%”; “Polícia Civil 21,2%”; “Polícia Rodoviária Federal 5,8%”; “Polícia Federal 5,4%”; “Corpo de Bombeiros 6,5%” e “Guarda Municipal 16,6%”. 2. Nas “situações de vitimização ao longo da carreira como profissional de segurança pública”: a) Os “profissionais de segurança pública foram alvo de ameaça”, “em serviço 75,6%” e “53,1% fora de serviço”; b) “61,9% tiveram algum colega próximo vítima de homicídio em serviço”. “Entre PMs”, foram “73%”; c) “70,0% tiveram algum colega próximo vítima de homicídio fora de serviço”. “Entre PMs”, foram “77,5%”; d) Dentre os “profissionais de segurança pública que foram alvo de ameaça”, “75,6%” foi “em serviço” e, “53,1%”, “fora de serviço”; e) “63,5% Foram vítimas de assédio moral ou humilhação no ambiente de trabalho”; f) “36,7% já sofreram acusação injusta de prática de ato ilícito”; g) “15,6%” foram “diagnosticado(a) com algum tipo de distúrbio psicológico (sic) e h) “Considerando-se um efetivo aproximado de 700.231, pelo menos 109.236 profissionais do sistema de segurança pública já foram diagnosticados com algum tipo de distúrbio psicológico no Brasil”; i) “Já passaram por dificuldade de garantir o sustento da própria família 50,4%”; j) “65,7% foram discriminados por serem profissionais do sistema de segurança pública”. “Entre PMs” foram “73,8%”; k) “33,6% tiveram pelo menos um familiar vítima de violência ou ameaça pelo fato de serem profissionais de segurança pública”; l) “26,7% tiveram pelo menos um familiar vítima de violência ou ameaça motivada por retaliação”; 3. Quanto aos “Hábitos”: a) “61,8% evitam usar o transporte Coletivo”; b) “44,3% escondem a farda ou o distintivo no trajeto entre a casa e o trabalho; c) “39,1% declararam que limitam o círculo de amizade e convívio aos colegas de trabalho”; d) “35,2% escondem de conhecidos o fato de que são policiais/guardas/agentes prisionais” 4. Na “Percepção de Risco”: a) “67,7%” responderam ter “temor alto ou muito alto de ser vítima de homicídio em serviço”; b) “68,4%” responderam ter “temor alto ou muito alto de ser vítima de homicídio fora de serviço”; c) Quanto ao item “Você acredita que corre MAIS risco de ser morto… (%)”, as respostas totalizaram: “Em serviço 38,4”; “Fora de serviço 29,6”; “No exercício de outras atividades profissionais 1,2” e “Mesmo risco, serviço, fora de serviço ou no exercício de outras atividades profissionais 30,8”; d) “75% das mortes de policiais registradas em 2013 ocorreram fora de serviço*. * Dados do VIII Anuário Brasileiro de Segurança Pública”; e) “Têm receio alto ou muito alto de adquirir sequelas físicas incapacitantes 59,9%”; f) “59,6% Têm receio alto ou muito alto de adquirir algum tipo de distúrbio psicológico”. 5. Diante dos “Fatores de insegurança no trabalho”: a) Dentre “Os itens mais citados como fatores de insegurança na atuação profissional (%)”, destacaram-se: “Impunidade 64,5”; “Falta de apoio da sociedade 59,7”; “Falta de apoio do comando 55,1” e “Falta de equipamentos pessoais de proteção 54,5”; b) “51% têm receio alto ou muito alto por falta de diretrizes claras sobre como conduzir ações específicas (abordagem, prisão por drogas, uso da força, etc.). Entre policiais federais 70,5”; c) Quanto a “Sanções e investigações (%)“, os respondentes afirmaram que: “temem ser investigados pela ouvidoria 22,6”; “temem ser investigados pela corregedoria 24,8”; “temem enfrentar

Como medir o desempenho de uma organização policial moderna?

A propósito da insegurança, cumpre sublinhar que os dados estatísticos das polícias dão conta apenas do que se pode chamar de (in)segurança objetiva, o que tem a ver pura e simplesmente com a quantidade das ocorrências criminais. Não dão conta da (in)segurança subjetiva, também conhecida como sentimento de insegurança, que, independentemente dos dados objetivos, pode ser ampliada por inúmeros fatores, mas principalmente pelo impacto emocional destas ou daquelas ocorrências em função de quem seja a vítima ou o local onde tenham ocorrido. Ana Paula Miranda – Antropóloga – Fonte. A utilização da informação no planejamento da atividade policial se coloca como uma das principais questões no debate sobre os paradigmas de segurança pública contemporâneos. Ana Luísa Vieira de Azevedo – Administradora – Fonte   Medindo o desempenho em uma organização policial moderna é um dos temas da série de estudos sobre Novas Perspectivas Para o Policiamento. Publicado em março de 2015, integra, igualmente, ao Program in Criminal Justice Policy and Management, de Haward Kennedy School e do National Institute of Justice (NIJ). Conduzido por Malcolm K. Sparrow, o estudo contém orientações atualizadas de interesse de todos os profissionais da polícia ostensiva e preservação da ordem pública que atuam neste Século XXI. Mas, a principal motivação é, certamente, alertar aquele(a)s que lideram as funcionalidades policiais, de apoio e operacionais. Devem atentar-se para  as questões específicas de mensuração dos respectivos desempenhos, individuais e organizacionais, das unidades que comandam. O estudo chama a atenção para a possibilidade de haver, pelo menos, duas situações consequentes do hiato de tempo. A primeira, relacionada com a época da elaboração e estabelecimento das orientações funcionais de mensuração. A outra, se os atuais gestores operacionais, no exercício da liderança operacional, leram ou conhecem de fato quais são os objetivos reais da mensuração pretendida. São destacadas duas pesquisas. Uma, realizada em 1999, financiada pelo National Institute of Justice (NIJ) e pelo Office of Community Oriented Policing Services (COPS). Recebeu o título de Measuring What Matters. Consolidada em 15 ensaios e com opiniões divergentes, os especialistas envolvidos se dividiram, de um lado — sobre o modelo CompStat, do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) (com seu foco rigoroso e quase centrado nas reduções no crime relatado como a “linha de fundo” do policiamento) —, e do outro lado, os que defendiam concepções mais expansivas da missão policial, pressionando a favor de abordagens mais inclusivas e mais matizadas para a medição do desempenho. A segunda pesquisa, realizada em 2002, de autoria Mark H. Moore e Anthony Braga, foi publicada pelo Fórum Executivo de Pesquisas da Polícia (PERF). Em 2003, foi, igualmente, consolidada num documento do PERF, denominado The Bottom Line of Policing: What Citizens Should Value (and Measure!) in Police Performance. A crítica evidenciada no estudo questiona: por que a liderança de muitas organizações policiais, a despeito das informações atualizadas e disponíveis, insiste em permanecer estreitamente focadas nas mesmas categorias de indicadores superados? Foram destacados os seguintes: (A) Reduções no número de crimes graves relatados, mais comumente apresentados como comparações locais contra um período imediatamente anterior. (B) Taxas de depuração. (C) Tempos de resposta. (D) Medidas de produtividade da execução (por exemplo, números de prisões, citações ou buscas de “pare e fale”). Na busca de procedimentos atualizados, Sparrow (2015) ressalta a prática de pesquisas de satisfação de algumas poucas unidades policiais. Demonstra algumas limitações verificadas nos últimos 20 anos, e possivelmente comuns nas unidades brasileiras de polícia ostensiva e preservação da ordem pública , assim ressaltadas: categoria (a) tende a dominar, pois é a medida mais próxima de uma verdadeira medida de controlo do crime. A categoria (b) tende a receber menos ênfase do que as outras três porque as taxas de depuração são geralmente difíceis de medir de forma padronizada e objetiva. As categorias (c) e (d) são úteis para mostrar que a polícia está recebendo chamadas rapidamente e trabalhando arduamente, mas não revelam se o serviço é prestado de forma inteligente, com a utilização de métodos apropriados e se causam impacto positivo. Outro ponto relevante do estudo e de interesse  também da liderança gestora da avaliação de desempenho, são alguns aspectos comuns, encontráveis na maioria das unidades policiais, assim destacados por Sparrow (2015): (1) O foco é estreito porque o controle do crime é apenas um dos vários componentes da missão policial. (2) O enfoque em crimes graves é ainda mais estreito, uma vez que as preocupações da comunidade muitas vezes giram em torno de outros problemas e padrões de comportamento. (3) A pressão implacável para baixar os números, sem pressão equivalente para preservar a integridade dos sistemas de registro e relatório, convida a manipulação de estatísticas criminais – supressão de relatórios e classificação errada de crimes – e outras formas de corrupção. (4) O foco no crime relatado negligencia crimes não declarados. Os índices globais de vitimização são geralmente duas a três vezes mais altos do que as taxas de criminalidade relatadas. As taxas de relatório particularmente baixas se aplicam aos roubos de casas, estupro, outras agressões sexuais, crimes contra jovens de 12 a 17 anos, crimes violentos cometidos em escolas e crimes cometidos por Alguém que a vítima sabe bem. (5) A pressão para reduzir os números é contraproducente quando se trata de crimes invisíveis (crimes clássicos não declarados ou sub relatados, como crimes dentro da família, crimes de colarinho branco, crimes consensuais como tráfico de drogas ou suborno e crimes envolvendo intimidação). As campanhas bem-sucedidas contra esses tipos de crimes envolvem, muitas vezes, tentativas deliberadas de expor o problema, primeiramente elevando as taxas de relatório, não diminuindo. (6) O foco na redução da taxa de criminalidade não considera os custos ou efeitos colaterais das estratégias utilizadas para alcançá-los. (7) Enfatizar comparações com períodos de tempo anteriores oferece uma perspectiva de curto prazo e muito local. Pode dar à unidade policial a chance de se vangloriar, mesmo enquanto suas taxas de criminalidade permanecem péssimas em comparação com outras de localidades diferentes. Por outro lado, os melhores desempenhos (com baixas taxas de criminalidade em geral) podem parecer ruins quando flutuações aleatórias

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