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Polícia Militar do Amazonas realizou conclusão do II Curso de Adestramento de Cão Policial e homenageou policial militar que cumpriu o tempo de serviço

Dois momentos significativos foram registrados na história da Polícia Militar do Estado do Amazonas (PMAM), durante uma solenidade realizada na sede do “Comando de Policiamento Especializado (CPE), bairro Dom Pedro.” O Primeiro foi a cerimônia policial militar de conclusão do II Curso de Adestramento de Cão Policial, com a participação de “policiais militares do Amazonas, do Mato Grosso, militar das forças armadas e Polícia Civil.” O outro momento, foi destacado pela homenagem prestada “ao Tenente PM Cordeiro pelos 30 anos de serviços prestados a sociedade” e a sua despedida da convivência na caserna. Leia a notícia publicada, no portal da PMAM, e transcrita a seguir: A Polícia Militar do Amazonas, realiza na noite desta quinta-feira (6), solenidade em conclusão do II Curso de Adestramento de Cão Policial no Comando de Policiamento Especializado (CPE), bairro Dom Pedro. Partipou da solenidade o alto comando da PMAM além de outras autoridades, o curso finaliza com 17 alunos formados entre policiais militares do Amazonas, do Mato Grosso, militar das forças armadas e Polícia Civil. Na solenidade teve também uma homenagem ao Tenente PM Cordeiro pelos 30 anos de serviços prestados a sociedade. Fonte: PMAM.

“Não somos apenas números”, declarou o comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro

Como policial e pai, compartilho o sofrimento das famílias, dos amigos e dos colegas mais próximos. Como gestor de segurança pública e comandante de uma tropa de mais de 45 mil homens e mulheres, não consigo esconder minha revolta com a omissão e, às vezes, o pouco caso de representantes de alguns segmentos da nossa sociedade. Cel Wolney Dias – Comandante-Geral Destacou-se a citação acima de um texto publicado no portal da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Nele, o comandante-geral da Instituição Militar Estadual manifestou os sentimentos de “tristeza e revolta, após tomar conhecimento da 86ª perda de mais “um companheiro de farda”. Leia mais e compreenda as razões demonstradas pelo comandante-geral da PMERJ, no texto transcrito a seguir: O Sargento Hélio Cardoso Fonseca foi morto por criminosos na noite desta quinta-feira (06/07), em Piabetá. São agora 86 policiais militares mortos, só este ano. Toda vez que recebo a notícia da morte de um companheiro de farda dois sentimentos entrelaçados me tocam a alma: tristeza e revolta. Como policial e pai, compartilho o sofrimento das famílias, dos amigos e dos colegas mais próximos. Como gestor de segurança pública e comandante de uma tropa de mais de 45 mil homens e mulheres, não consigo esconder minha revolta com a omissão e, às vezes, o pouco caso de representantes de alguns segmentos da nossa sociedade. Os agentes de segurança pública, sobretudo os policiais militares, são tão vítimas da violência como qualquer cidadão. E com um agravante incontestável: quando reconhecido pelo criminoso, o policial não tem outra saída senão matar ou morrer. Esse “detalhe”, nem sempre lembrado por especialistas e críticos, explica o fato de a maioria ser morto em dias de folga. Muitos policiais aproveitam a folga para reforçar o orçamento doméstico e dar mais conforto à sua família, prestando serviço de segurança privada. Essa constatação pode ser comprovada estatisticamente. Nos períodos de maior dificuldade econômica, como o atual, aumenta a ocorrência de mortes. Durante o ano de 2016, foram mortos 77 policiais, um número inaceitável, mas inferior ao registrado no primeiro semestre deste ano. Investir mais em segurança pública significa criar condições para reduzir os indicadores de violência em geral e a estatística de companheiros mortos em particular. Por isso, não temos medido esforços para sensibilizar o governo federal para que aporte recursos financeiros na área de segurança do nosso estado e cumpra com mais eficiência sua missão constitucional – patrulhamento de rodovias federais, vigilância das fronteiras, combate sistemático ao tráfico de armas e drogas. Lutamos para restabelecer o programa RAS (Regime Adicional de Serviço), incluindo a regularização das cotas que não foram pagas. Durante o período em que esteve em vigor, o RAS proporcionou renda extra aos policiais, evitando que muitos migrassem para a informalidade. Outra frente de luta para tentar reduzir as perdas de vida em nossa Corporação é o Programa de Qualificação e Aperfeiçoamento Profissional (QAP), planejado e já colocado em prática pela Coordenadoria de Assuntos Estratégicos (CAEs). O policial passa por um processo de reciclagem profissional, melhorando sua capacidade operacional e reavaliando suas condições físicas e psicológicas. A morte de policiais não pode ser tratada como estatística, mas como uma afronta à sociedade. Os policiais são os nossos verdadeiros heróis. E assim devem ser considerados. Está mais do que na hora de oferecer a esses combatentes incansáveis melhores condições de trabalho e seguridade social, como também uma legislação penal específica para protegê-los. Seria muito oportuno que especialistas e ONGs incluíssem esse tema de forma série e objetiva em suas louváveis campanhas e manifestações pela paz. Fonte: PMERJ.

Para reanimar os policiais militares de São Gonçalo (RJ), foi praticada uma legítima ação de comando

Ninguém estabelece ação de comando, sem dominar sua profissão e o respectivo tratado de deveres. Ninguém domina sua profissão e o respectivo tratado de deveres, sem entender o mundo. Ninguém entende o mundo, sem dedicar-se pertinazmente à pesquisa e ao exercício crítico, para avaliar-se a si mesmo, compreender o homem e suas diferenças ontológicas, preparar-se para a vida e ser útil à comunidade. A citação é da autoria de um dos jornalistas deste Pontopm — João Bosco de Castro —. Foi destacada do texto “Ação de comando e entendimento do mundo” onde se aprende que a “ação de comando depende do conhecimento que o comandante — em qualquer nível: operacional, tático e estratégico — acumula sobre a realidade cultural, socioeconômica e jurídico-político-ideológica, para a efetividade do desempenho de proteção e socorro à comunidade”.  Daí, certamente, a decisão do coronel Ruy França, comandante do 7º Batalhão da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), com sede em São Gonçalo, ao reunir seus comandados e reanimá-los, em consequência da indesejável situação em que se imiscuíram alguns pseudos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Leia mais informações, na notícia publicada no portal da PMERJ, e transcrita a seguir, onde há genuína prática de ação de comando: O comandante do 7º BPM (São Gonçalo), coronel Ruy França, reuniu grande contingente do efetivo da unidade na manhã desta quarta-feira (05/07) para enfatizar que os policiais não podem esmorecer nos momentos de dificuldade. “Temos o compromisso e responsabilidade com a população de São Gonçalo que acredita no nosso trabalho”, disse o coronel Ruy França para cerca de 500 praças e oficiais reunidos num auditório próximo ao quartel. A reunião ocorreu uma semana depois da chamada Operação Calabar, uma ação integrada que resultou na decretação da prisão de 96 policiais militares suspeitos de envolvimento com criminosos. “Foi um fato muito grave, mas nós não podemos aceitar o selo de batalhão do crime. Nossa resposta precisa ser dada com muito trabalho. Precisamos transformar a crise em oportunidade. Somos um batalhão de 900 homens. Acredito no empenho de todos perante mais um desafio”, afirmou o comandante, depois de agradecer a presença do comandante do 4º CPA, coronel Sidney Camargo, e do integral apoio do Comando-Geral da Polícia Militar. O coronel Ruy França aproveitou a ampla reunião para apresentar uma nova estratégia de policiamento para o município, fruto de um estudo de sua autoria desenvolvido nos últimos meses. Em linhas gerais, a nova estratégia prevê a ampliação do policiamento preventivo, com o emprego de mais homens e viaturas nas ruas, a partir do apoio recebido. O estudo constatou que hoje 88% dos recursos do batalhão atendem a um policiamento reativo. A meta é reverter esse percentual até chegar a um equilíbrio entre os dois modelos de policiamento.

Indignada com julgamento de uma jornalista da BandNews, Polícia Militar de São Paulo “publica nota de repúdio”

Na sua página do Facebook, a Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMES) publicou: EM EDIÇÃO MATINAL DO JORNAL BAND NEWS, JORNALISTA SE EQUIVOCA AO JULGAR AÇÃO CRIMINOSA A Polícia Militar do Estado São Paulo se indigna e publica Nota de Repúdio! NOTA DE REPÚDIO DA POLÍCIA MILITAR À BAND NEWS A Polícia Militar do Estado de São Paulo repudia, com total indignação, a matéria da BandNews “Sargento da PM é morto em tentativa de assalto na zona leste de São Paulo” (vídeo), veiculada às 07:17h de hoje (05/07), em que a jornalista Ana Paula, em infeliz comentário, diz ao telespectador que talvez os criminosos tenham disparado contra o 3° Sgt PM Carlos Roberto Pereira Da Silva para “se defenderem”. A imprensa, em uma democracia, cumpre papel importante junto à sociedade para informar e, também, formar opinião. Não é possível que no Brasil possamos cogitar que em um latrocínio, o criminoso atire para se defender, pois, no caso, descobriu que sua vítima era policial. Opinião descabida dessa faz com que a atitude do criminoso seja relativizada, induz o telespectador a cogitar que o PM estaria na hora errada e lugar errado e, em última análise, ajuda a inverter valores. Consideramos a imprensa como grande aliada na construção de uma democracia forte e duradoura no Brasil. Em especial o grupo Bandeirantes sempre nos deu voz e visibilidade em nossas ações e informações de interesse público. Acreditamos que a opinião foi fora de contexto e não proposital na dimensão como se vislumbra nas redes sociais, contudo, é de suma importância que a Instituição se posicione e que, se assim também concordarem, possamos ter a devida reparação ou esclarecimento, no mesmo jornal e pela mesma repórter. Fonte: PMESP.

Polícia Militar do Paraná realizou a formatura de 160 policiais militares que concluíra o Curso de Formação de Cabos

A Polícia Militar do Estado do Paraná (PMPR) realizou a formatura de 160 policiais militares que concluíra o Curso de Formação de Cabos, informou a notícia da autoria da Jornalista Marcia Santos e publicada no portal da Instituição Militar Estadual. Leia mais informações, na notícia que foi transcrita em seguida: A Academia Policial Militar do Guatupê (APMG) foi palco da formatura de 160 novos cabos na manhã desta terça-feira (04/07) em São José dos Pinhais (PR). A solenidade, presidida pelo Comandante-Geral da PM, coronel Maurício Tortato, coroou os alunos que passaram por 300 horas/aula e aperfeiçoaram procedimentos e doutrinas para galgar a graduação de cabo e aplicar o conhecimento em suas unidades de origem. O coronel Tortato exaltou a qualificação dos militares estaduais e a formatura de 30 cabos em Maringá na última sexta-feira (30/06), totalizando 190 profissionais capacitados. “Mesmo num momento de austeridade fiscal a Polícia Militar não para e estamos avançando em alguns cursos de formação especial. Os desafios têm sido vencidos, nos qualificam e devem ser muito valorizados por aquilo que nós conquistamos. Com o apoio do Governo do Estado continuaremos a labutar pelo aperfeiçoamento de um sistema de motivação e qualificação profissional, mas, principalmente que valoriza os militares estaduais que dão o seu melhor em prol da sociedade”, disse. O Comandante-Geral, bem como o Diretor da Diretoria de Ensino e Pesquisa (DEP), coronel Nelson Argentino Soares Júnior e o Comandante da APMG, tenente-coronel Mauro Celso Monteiro foram homenageados pelo esforço aplicado para que o curso fosse feito. A cabo Anne Caroline Bogarin Manzolli, que atua no Centro de Operações Policiais Militares (COPOM), primeira colocada no curso, explicou que o processo seletivo foi um dos mais concorridos e procurou fazer o melhor para conquistar a formatura. “Não almejei o primeiro lugar, mas cheguei lá e foi muito gratificante. Aprendi muito com os instrutores e com o conteúdo das disciplinas, além da convivência com colegas de turma”, ressaltou. A amiga dela, Caroline B. Ribeiro, prestigiou a formatura da cabo Anne e se emocionou com o momento. “Com certeza é um orgulho para todos nós, é o fruto dos estudos, da aplicação e da capacidade de extrair o conhecimento”, disse. A APMG é a instituição de ensino que forma oficiais e praças da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros para que possam atuar com primazia pela segurança pública do cidadão paranaense e que constantemente recebe profissionais para aperfeiçoamento de conhecimento e desenvolvimento de novas doutrinas e práticas. Segundo o Comandante da Academia, tenente-coronel Mauro Celso Monteiro, o Curso de Formação de Cabos turma 2017 foi um dos mais concorridos da corporação, com mais 8.400 inscritos, uma média de 57 candidatos por vaga. “Agora os formandos possuem uma melhor qualificação profissional para trabalhar nas ruas ou administrativamente, e também aptos a concorrer ao Curso de Sargento, uma nova fase da carreira de militar estadual. A APMG se estabelece fundamentalmente nessa questão da formação e aperfeiçoamento dos nossos integrantes”, afirmou o Oficial. Ele também destaca a posição que o posto de cabo exerce dentro das unidades na corporação. “O cabo exerce uma função entre o sargento e o soldado no qual ele já exerce o princípio da liderança, coordenando pequenos grupos de policiais militares, o que aumenta a sua responsabilidade e também passa a ter algumas funções administrativas”, explicou. Os 160 alunos tiveram 300 horas/aulas entre práticas e teóricas como Deontologia policial militar; Direitos Humanos e Cidadania; Educação Física e Qualidade de vida; Fundamentos Jurídicos da atividade policial; Legislação Institucional e Especial; Polícia Comunitária; Defesa Pessoal; Armamento, munição e tiro; Técnicas de abordagem; Atendimento pré-hospitalar; Primeira intervenção em crises; Prevenção e combate a incêndio; dentre outras. O cabo Thiago Momesso de Menezes, que atua pela 5ª Companhia Independente de Polícia Militar (5ª CIPM), falou da saudade da família e a experiência de aprender novas técnicas. “Atualizamos nosso conhecimento, foi uma experiência especial em que pude trocar informações com colegas mais antigos de profissão, aprimorando nosso desempenho”, disse. Estiveram presentes na cerimônia o Comandante-Geral da PM, coronel Maurício Tortato; o Diretor da Diretoria de Ensino e Pesquisa (DEP), coronel Nelson Argentino Soares Júnior; o Comandante da APMG, tenente-coronel Mauro Celso Monteiro; o Diretor de Apoio Logístico, coronel João de Paula Carneiro Filho; o Comandante do Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), tenente-coronel Valterlei Mattos de Souza e o Chefe da 5ª Seção do Estado Maior, tenente-coronel Vanderley Rothenburg. Também participaram do evento o Comandante do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), tenente-coronel Hudson Leôncio Teixeira; o Chefe do Estado Maior do 6º CRPM, tenente-coronel Maurício Cesar de Moraes; o Comandante do 17º Batalhão, tenente-coronel William Kuczynski; o Comandante do Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária (BPEC), tenente-coronel Ronaldo de Abreu, além de demais autoridades civis e militares; oficiais e praças da corporação; convidados, familiares e a comunidade no geral. Fonte: PMPR.

Atuação integrada de proteção pública recebe apoio do governo e prefeitos da baixada fluminense, no Rio de Janeiro

O comando da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) tem conhecimento de que a atuação integrada de proteção é uma das estratégias que favorecem alcançar resultados exitosos, notadamente diante da conjuntura episódica vivenciada pelos gestores públicos da segurança devida aos cidadãos e às comunidades cariocas. Nesse sentido, acordaram o governo e prefeitos da baixada fluminense, no Rio de Janeiro, a fim de reunir esforços convergentes para superarem os desafios impostos pela violência e criminalidade recrudescente naquela região do Estado de Rio de Janeiro. Leia mais informações sobre o evento, segundo notícia publicada, no portal da PMERJ, e transcrita a seguir: Acompanhado do Governador Luiz Fernando Pezão e do Secretário de Segurança Pública Roberto Sá, o Comandante-Geral Wolney Dias Ferreira participou de reunião na manhã desta segunda-feira (03/07) com prefeitos da Baixada Fluminense, em Nova Iguaçu. Durante o encontro, foi definida a criação de um consórcio dos municípios para atuar junto com o Governo do Estado na área de segurança. O Governador Pezão disse que está estudando a possibilidade de reativar o RAS – Regime Adicional de Serviço. O Governador pediu a apoio de todos para ampliar a luta por uma mudança na legislação penal para punir com mais rigor quem portar armas de guerra. Durante o encontro, o Coronel Wolney Dias disse que, apesar das freqüentes críticas de especialistas, as forças de segurança do estado estão unidas e trabalhando duro para vencer os desafios impostos pela crise. – Estamos superando esse momento. Posso garantir a todos que vamos sair vitoriosos dessa luta – afirmou o Coronel Wolney. Outro tema importante abordado foi reforçar a reivindicação junto ao Governo Federal para intensificar o patrulhamento das rodovias federais.

Na Academia da Polícia Militar do Maranhão, foi realizada mais uma formatura de Aspirantes

No portal da Polícia Militar do Estado do Maranhão (PMMA), há uma notícia sobre da formatura, após a conclusão do Curso de Formação de Oficiais, e a declaração dos novos aspirantes. Na presença das autoridades destacadas, os novéis profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública se comprometeram, após ser declarados aspirantes a oficiais policiais militares, desempenharem suas funções, notadamente na liderança de seus comandados, nas múltiplas atividades atribuídas à PMMA. Leia mais informações, na notícia transcrita a seguir: A Academia de Policia Militar Gonçalves Dias (APMGD), realizou a formatura de declaração dos Aspirantes Miguel Bispo Costa Leite Junior e Annalya Sousa Coimbra, no Ginásio do Quartel do Comando Geral da PMMA. A solenidade aconteceu às 7h, de segunda-feira (03), e contou com a presença do subcomandante geral da PMMA, coronel Luongo, o comandante da APMGD, coronel Sá, do tenente coronel Ribamar, tenente coronel Borba Lima, major Anselmo, major Andre e demais oficiais do corpo docente da APMGD e outros oficiais e praças da PMMA, além dos convidados que abrilhantaram a solenidade. Fonte: PMMA.

No Rio de Janeiro, o comandante-geral reafirma que a Polícia Militar não desiste e não desistirá de defender a sociedade

a Polícia Militar não desiste e não desistirá de defender a sociedade. Se desistirmos dessa luta, estaremos cedendo terreno para a expansão dos tentáculos do crime organizado, que, infelizmente, ainda mantém sob seu jugo milhões de cidadãos de bem. A omissão nesse caso seria uma inversão de valores. O texto ora destacado foi retirado de mais um artigo da autoria do coronel Wolney Dias, comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). No artigo, o comandante Wolney sintetiza a realidade vivida pelos cidadãos cariocas em meio ao cruento cenário, palco de uma batalha hercúlea: de um lado, o crime organizado, cada vez mais potencialmente bélico; e, do outro, comunidades e Estado mais desorganizados, em consequência de “educação de baixa qualidade, crise econômica, desigualdade social, legislação obsoleta, desordem urbana, impunidade…”. Porém, não há, na ação de comando daquela Instituição Militar Estadual, nenhum sinal de enfraquecimento! Ao contrário, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública não desistirão, nem cederão “terreno para a expansão dos tentáculos do crime organizado”, pois a “omissão nesse caso seria uma inversão de valores.” Leia mais informações, no artigo publicado, no portal da PMERJ, transcrito a seguir: Temos recebido críticas sobre o enfrentamento armado entre policiais militares e quadrilhas de traficantes de armas e drogas que, há décadas, estão entrincheirados nas comunidades carentes. Adotamos como uma de nossas estratégias de segurança evitar ao máximo situações de confronto, justamente para preservar vidas e evitar efeitos indesejáveis – suspensão de aulas, fechamento de estabelecimentos comerciais e o pânico entre moradores. Sempre que possível, planejamos nossas operações, com levantamento prévio do ponto a ser abordado e incursões fora horário de entrada e saída escolar. Contudo, nem sempre essa estratégia pode ser adotada. Em muitos casos, somos obrigados a intervir para pôr fim a uma guerra entre traficantes de facções rivais ou entre traficantes e milicianos. São pedidos de socorro que recebemos diariamente, pelo serviço 190, de moradores e vizinhos dessas comunidades. Da mesma forma, não podemos cruzar os braços quando, por exemplo, uma base de UPP é atacada. Entendemos e compartilhamos com toda população do nosso estado o clamor pelo fim dos confrontos armados. Mas não podemos aceitar que a mensagem “parem de atirar” seja endereçada à Polícia Militar. Nossa Corporação não pode ser responsabilizada pela inaceitável quantidade de armas em poder dos criminosos. Somente este ano, apreendemos quase 250 fuzis. Da mesma forma, nossa Corporação não pode ser cobrada por outros fatores que impulsionam a violência – educação de baixa qualidade, crise econômica, desigualdade social, legislação obsoleta, desordem urbana, impunidade… Apesar todas as dificuldades, com a perda de efetivo e de recursos materiais, a Polícia Militar não desiste e não desistirá de defender a sociedade. Se desistirmos dessa luta, estaremos cedendo terreno para a expansão dos tentáculos do crime organizado, que, infelizmente, ainda mantém sob seu jugo milhões de cidadãos de bem. A omissão nesse caso seria uma inversão de valores. Fonte: PMERJ.

“Comunicar-se não é falar bonito, mas ser compreendido”

“Uma carta ao ‘Dotô Adevogado’” foi publicada, na JusBrasil, por Eloy Banzi, com o seguinte teor: Caro Dotô. Lhe iscrevo purque tive arguma vergonha de fala pessoarmente, mas arguma coisa sucede e priciso disabafá. Dispois que falei meu causo, o sinhô disse que pricisava entrar com uma tar de ação. Pircebi que o sinhô intendia bem do que tava falando, purque sempre falô umas coisas bunita e difícil. Mas ai que tá, dotô. Fiquei tão basbacado com as palavra difíciu, que saí só sorriso do iscritório, mas quando cheguei em casa, pircibi que que saí rindo, mas num intendi nada de nada. A muié me pregunto como que foi com o Dotô, eu disse que foi tudo bem, que o dotô é muito bão e ia resorvê nossa pendenga. Mas aquilo fico dentro de mim, num intendi e resorvi lhe pregunta. Te liguei quele dia, lembra? Pidindo umas expricação. O sinhô falô bunito dinovo, otra veiz fiquei bobo, mas o pobrema, Dotô… É que num intendi nada traveis. O sinhô falô que pricisava fazê um tal de piticionamento, que ia despacha arguma coisa. Fiquei té preocupado, num sabia que o dotô mexia com essas coisa de despacho não. Então dotô, assim foi toda veiz que a gente se falava, o sinhô expricava e eu num intendia nadica. Pensei em ir ai traveis, mas imaginei que ia contecê dinovo. Ai eu resorvi te manda essa carta, purque anssim o sinhô pode se prepara mió pra lidá com eu. Discurpa a dificurdade dotô, mas vô gradece muito se o sinhô pudesse expricá mais simpres pra nóis. Sei que o sinhô sabe fala bunito por dimais, mas comigo num carece disso não… Priciso msm só sabê pra que serve essa tar de ação. – Caros colegas, vale muito a reflexão! Muitas vezes a profissão nos leva ao vício do “juridiquês”, esquecemos que o cliente não tem obrigação de entender a linguagem utilizada no universo jurídico. Por isso é tão importante sabermos falar da maneira mais clara possível. Comunicar-se não é falar bonito, mas ser compreendido. Fica o alerta aos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública que, na prestação dos serviços públicos, têm, na comunicação, considerável parte. Fonte: texto (Jusbrasil) e foto (Buskaki)

“Ex-ministro Geddel Vieira Lima é preso pela Polícia Federal na Bahia”

Notícia publicada pelo O GLOBO, nesta terça-feira (03), às 16:51 horas, informa que o “Ex-ministro Geddel Vieira Lima é preso pela Polícia Federal na Bahia”, com o destaque de que o “Ex-ministro estaria tentando obstruir investigação da Caixa”. Leia mais, no seu inteiro teor, a notícia transcrita a seguir: BRASÍLIA – O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi preso nesta segunda-feira. Segundo a Procuradoria República no Distrito Federal, a prisão é de caráter preventivo e tem como fundamento elementos reunidos a partir de informações fornecidas em depoimentos recentes do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva, sendo os dois últimos, em acordo de colaboração premiada. No pedido enviado à Justiça, os autores afirmaram que o político tem agido para atrapalhar as investigações. O objetivo de Geddel, segundo o Ministério Público Federal (MPF), seria evitar que o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o próprio Lúcio Funaro firmem acordo de colaboração com o MPF. Para isso, tem atuado no sentido de assegurar que ambos recebam vantagens indevidas, além de “monitorar” o comportamento do doleiro para constrangê-lo a não fechar o acordo. Na petição apresentada à Justiça, foram citadas mensagens enviadas recentemente (entre os meses de maio e junho) por Geddel à esposa de Lúcio Funaro. Para provar, tanto a existência desses contatos quanto a afirmação de que a iniciativa partiu do político, Funaro entregou à polícia cópias de diversas telas do aplicativo. Nas mensagens, o ex-ministro, identificado pelo codinome “carainho”, sonda a mulher do doleiro sobre a disposição dele em se tornar um colaborador do MPF. Para os investigadores, os novos elementos deixam claro que Geddel continua agindo para obstruir a apuração dos crimes e ainda reforçam o perfil de alguém que reitera na prática criminosa. Por isso, eles pediram a prisão “ como medida cautelar de proteção da ordem pública e da ordem econômica contra novos crimes em série que possam ser executados pelo investigado”. Com a prisão de Geddel, passam a ser cinco os presos preventivos no âmbito das investigações da Operação Sépsis Cui Bono. Já estão detidos os ex-presidentes da Câmara, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o doleiro Lúcio Funaro e André Luiz de Souza, todos apontados como integrantes da organização criminosa que agiu dentro da Caixa Econômica Federal (CEF). No caso de Cunha, Alves e Funaro, já existe uma ação penal em andamento. Os três são réus no processo que apurou o pagamento de propina em decorrência da liberação de recursos do FI-FGTS para a construção do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Além deles, respondem à ação, Alexandre Margoto e Fábio Cleto. No pedido enviado à Justiça, os autores afirmaram que o político tem agido para atrapalhar as investigações. FOnte: O GLOBO.

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