CRISE MORAL SEM PRECEDENTES NA HISTÓRIA BRASILEIRA

Um cachorro morre durante um voo e se torna manchete de primeira página em toda a imprensa, autoridades, artistas influenciadores mostram indignação nos espaços possíveis. Milhares de pessoas estão ilhadas, morrendo afogadas, famintas, desabrigadas na maior tragédia climática do Rio Grande do Sul e o que vemos são manchetes exaltando a “explosão de liberdade” em um show pornográfico transmitido ao vivo em rede nacional e sem limite de idade – é assim que protegem nossas crianças? O presidente da nação visita o Estado e disse que vai torcer pelos times de futebol locais. Em seguida faz um sobrevoo por algumas regiões, regressa a Brasília e envia 3 mil homens das forças armadas (média de 5 militares por regiões devastadas) para auxiliar na tragédia, note-se que são 300 mil militares na ativa. Havia mais funcionários públicos envolvidos no show da Madonna do que auxiliando na tragédia. A definição de prioridades nas operações de socorro definidas pela defesa civil RS, é um espanto: 9 pacientes morreram em um hospital depois de passarem mais de 8 horas aguardando socorro, enquanto presos da penitenciária de Charqueadas eram transferidos para locais seguros. Operações especiais da receita estadual estão impedindo a entrada de carretas com auxílio para as vítimas, porque não possuem nota fiscal (a maioria é DOAÇÃO). Donos de postos de gasolina e estabelecimentos comerciais aumentam os preços para tirar proveito da situação. Aviões e helicópteros particulares, Jipeiros, trilheiros, motociclistas, jetskys, mateiros e outras vertentes da sociedade organizada se amontoam nas operações de socorro, enquanto autoridades e forças de segurança estadual e nacional batem cabeça totalmente descoordenadas e atordoadas e por mais abjeto que seja, o governador do estado pede envio de Pix para ajudar nas ações sob responsabilidade pública. Perdemos totalmente noções básicas de civilidade, organização moral ou solidariedade, enquanto somos conduzidos ao cadafalso por políticos inescrupulosos, corruptos e vis. Governantes mal-intencionados não investem em educação, ao contrário, procuram destruir e eliminar quaisquer atividades básicas para a informação e formação do caráter infantojuvenil, porque têm a certeza de que o conhecimento LIBERTA O POVO. Triste sorte, triste sina… “e la nave va”!
LIBERDADE AINDA QUE TARDIA

O Povo Brasileiro é paciente e esperançoso, mas não é frouxo, a despeito das demonstrações de frouxidão de sua liderança executiva, judiciária e parlamentar! Procuram desmerecê-lo, irritá-lo, na certeza de que o faz de idiota. Pobres coitados, àqueles que se empreendem nessa jornada inglória, dificultando-lhe a liberdade ainda que tardia! Tem sido assim, desde os anos de 1537. Começou na colonização iniciada pelos portugueses, com as subsequentes mazelas praticadas, ao redor do mundo, seguida com a escravização e deportação dos africanos. Havia liberdade, aos primeiros moradores, legítimos donos da terra, perseguidos e eliminados na movimentação conquistadora dos novos entrantes. A riqueza do solo brasileiro despontou, à flor d’águas, na Capitania caixa-d’água da Colônia mais importante do além-mar. Descobriram-se as muitas preciosidades, abrindo-se os olhos e os interesses gananciosos dos povos poderosos ao domínio daqueles do aquém-mar. Confirmadas as disputas dos bens-sem-donos, proliferaram-se em mil e uns conflitos, em cada quilômetro quadrado existente. A historiografia brasileira enriqueceu muito, com os preciosos relatos de variados e renomados pesquisadores, de fora e de cá. Neles, encontram-se expostas milhares de páginas sobre as políticas e suas consequentes refregas brasileiras, nunca dantes vistas. Tornaram-se públicos, dalém dos palácios pomposos, engrossando o questionamento: como conter os desmandos politiqueiros e desqualificados, sustentados e endossados pelas lides judiciais descabidas e nada honrosas? Os desmandos politiqueiros e desqualificados A quem pertenciam os bens gerados na gratuita natureza, foi a causa inquietadora do sono de muito governante, honesto ou desonesto? A indagação, originada no oriente distante, firmou-se consolidadora de motivos causadores de discórdia entre os homens de variados tempos. Percorreu distâncias inimagináveis, transpôs oceanos, chegou à América Portuguesa. Aqui, e em outras partes do mundo, ocorreu, no período Setecentista, a movimentação rumo à liberdade. As diversas dificuldades – entre elas, as distâncias, parcas mobilidades e meios de comunicações – foram superadas. Os libertários esperavam, que surgiriam, com certeza, no horizonte, os primevos pigmentos de uma luz grandiosa… Chegaram, noutras plagas, vitoriosos e radiante… menos aos brasileiros. Na ambicionada e rica terra, vicejavam os desgovernos e as vergonhosas ações gestoras, unidos num propósito ganancioso. Violências hediondas grassaram em muitos cantos do solo pátrio brasileiro, notadamente na Região Sudeste, ao menos em duas épocas distintas. Nos áureos anos setecentistas, segundos registros historiográficos, ocorreu uma delas, descritos em seguida: (…) Abreu Vieira, português natural de Braga e tenente-coronel da cavalaria auxiliar de Minas Novas era, por sua vez, protetor e padrinho da filha ilegítima do alferes Joaquim José da Silva Xavier, comandante do importante destacamento que, no princípio do decênio de 1780, patrulhava a estrada para o Rio de Janeiro, sobre a serra da Mantiqueira – entre Mathias Barbosa e Igreja Nova.[1](56) Silva Xavier, apelidado Tiradentes devido a ocupar-se, secundariamente, de remover dentes e colocar novos feitos de osso, tinha, antes de ingressar na carreira militar em 1775, sido um malsucedido mineiro em Minas Novas. Aspirava unir-se em matrimônio à sobrinha de Oliveira Rolim (…) [2](57) (Maxwell, 1973, p. 164). Vencidos os tempos, entre disputas inglórias e outras vitoriosas, aproximávamos do segundo milênio, em meio a muitos mitos e bugs. As conquistas científicas da última metade do Século XX sinalizavam a superação de muitos desafios e novidades de tempos melhores à qualidade de vida mundial. As Tecnologias das informações e das comunicações (Tics) patrocinaram nova realidade aos habitantes da terra, com a aproximação, visual e audível, das pessoas distantes, no contexto da desejada globalização. No Brasil, buscava-se adaptar à realidade vigente, diante das possibilidades do avizinhamento favorável ao desejado desenvolvimento. Na perspectiva brasileira, o reordenamento constitucional fazia-se necessário, em consequência das muitas conquistas almejadas. Promulgada em 5 de outubro de 1988, a sétima e mais palavrosa de todas as constituições passou a viger, iniciando-se a Nova República. Nos trinta e seis anos de vigência da Constituição Cidadã, assistiu-se ao crescimento do Estado Brasileiro, carente de reformas emergentes, sob a batuta politiqueira e desqualificada. Nos cinco primeiros anos, na era dos planos econômicos, os brasileiros amarguraram, às duras penas, situações inflacionárias jamais vistas. Houve ligeira calmaria, política e econômica, após a renúncia do primeiro presidente eleito pelo povo e a efetividade da nova moeda – o Real – equiparada ao Dólar Americano. Desde a última década do Século XX e nesses anos do Século XXI, diversas atitudes de governantes da Nova República tornaram-se, publicamente questionáveis, e a multiplicidade de partidos políticos ampliou a corrupção política. Com o surgimento da Lava-Jato, estimava-se a existência de quadrilhas constituídas por políticos brasileiros, na maioria das Unidades da Federação. Ao lado disso, surgia ao redor do mundo o denominado ativismo judiciário, situação desfavorável à sustentação saudável de uma República harmônica e coesa. Cúmplices e devedores, os membros dos Poderes da República se inquietaram, após um processo de impeachment da Chefe do Executivo e prisões de líderes políticos brasileiros. Renascia a expectativa de fortalecimento do Estado à condição de agente da Sociedade Brasileira. Ampliou-se, ainda mais, após a eleição e constituição de um dos melhores governos da Nova República, em meio à fatídica pandemia mundial. Vivenciamos, desde janeiro de 2023, situações caóticas, diante de muitas incertezas. Não se vislumbra um cenário crescimento, ao contrário, há possibilidades nada alvissareiras, na perspectiva do Dólar Americano valendo R$5,20. Há insegurança diversificada e muita, muita mentira, propagada nos ares brasileiros. A sustentação e o endosso das lides judiciais descabidas e nada honrosas A despeito dos distintos momentos politiqueiros e desqualificados, havia expectativas de tempos melhores e adequadas condições de vida à desejada felicidade das pessoas. Com o tempo, esperava-se – principalmente, dos praticantes da desejável Justiça, qualificados no seu cânon sagrado – a proteção devida. Não foi o que aconteceu naqueles anos setecentistas, no julgamento dos acusados de conspiradores. De volta aos registros historiográficos citados anteriormente, é oportuno expor, neste 21 de abril de 2024, como foi a sentenciamento daqueles que aspiravam a Liberdade ainda que tardia. Eis os registros do 21 de abril de 1792: (…) Todas as sentenças, salvo a do alferes Silva Xavier, foram comutadas em banimento.[3](81). O espetáculo estava quase no fim. Na manhã de 21 de abril
ATUALIZANDO O TREM-BALA DE JAIR BOLSONARO

Por Neimar Fernandes – Jornalista Parece que o “trem-bala” conduzido por Jair Messias Bolsonaro, vulgo Johnny Bravo, continua ultrapassando barreiras, mas os apitos e barulhos ficam por conta dos descontentes. Se o Tarcísio Gomes de Freitas não parar, agora é São Paulo que vai passar todo o Chile em infraestrutura. Se o Paulo Guedes não parar de assessorar, informalmente o Milei, nossa economia, em breve estará pedindo ajuda a Argentina, que com apenas 2 meses já atingiu o primeiro superavit dos últimos 12 anos. Se Ricardo Salles não parar de gritar, espernear e continuar a brilhante atuação como deputado federal, o mundo entenderá COMO respeitar a natureza de fato deixando os ambientalistas desesperados. Se Damares Alves não parar, pedófilos e estupradores entrarão em extinção…. todas as crianças terão a sua infância protegida e respeitada….e vamos ser referências mundiais no verdadeiro significado de Direitos Humanos. Marajó, nunca mais! Se Tereza Cristina não parar de lutar no senado, o agro vai conseguir respirar e vencer essa covardia oficial instalada. Se Jair Messias Bolsonaro não parar, ele fará toda a diferença em 2024 e em 2026, arrastando multidões para desespero dos manipuladores. Se o povo não parar de apoiar o Jair Messias Bolsonaro, teremos uma Direita liderando o conservadorismo mundial emparedando os globalistas. A Caravana passa., mas os cães já não são temidos e mordem cada vez menos. Eis que a esperança ressurge no coração da nação brasileira. 25 de fevereiro FOI GIGANTE e mostrou-se IRREVERSÍVEL. Tomara que seja pelo bem, para contradizer o dito popular. A mão armada e o braço forte, estão contundidos, mas começando a sentir um misto de dor e necessidade de cura. Na obra de Hannah Arendt, o momento em que a ficção construída pelo regime se torna mais visível é justamente quando o movimento encontra seu fim. Sem a força da organização totalitária, a artificialidade do movimento se torna evidente.
OFICIAIS ACREANOS SERÃO FORMADOS NA ACADEMIA MILITAR MINEIRA

A Agência de Minas e outros órgãos da imprensa mineira noticiaram que oficiais acreanos serão formados na Academia da Polícia Militar (APM) do Prado mineiro. Os novéis Cadetes da Polícia Militar do Acre (PMAC) foram recebidos, no pátio da Academia da Polícia Militar da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Na solenidade de recepção, realizada na última terça-feira (27/2), estiveram presentes os governadores de Minas Gerais — Romeu Zema — e, do Acre, — Gladson Cameli —, acompanhados respectivamente dos Comandantes-Gerais da PMMG — coronel Rodrigo Piassi do Nascimento — e da PMAC — coronel Luciano Dias Fonseca. Ao longo de seus 89 anos de atividades acadêmicas, a APM formou e especializou oficiais da maioria dos Estados Brasileiros e Países da América do Sul. Dentre eles, alguns comandaram suas respectivas Instituições Militares Estaduais. Na convivência diária, durante o período acadêmico, criam-se laços fortes de amizades duradouras. Sobre a parceria da formação da futura liderança da polícia ostensiva e preservação da ordem pública do Estado Acreano, os participantes do evento assim manifestaram: Governador de Minas Romeu Zema: “É um orgulho muito grande estarmos participando da formação daqueles que, no futuro, vão comandar a Polícia Militar do Acre. É uma satisfação muito grande também ter essa parceria entre os dois governos. A Polícia Militar de Minas Gerais é um dos grandes orgulhos dos mineiros e eu tenho certeza que sairão muito profissionais exemplares para o estado (…). É sempre uma felicidade muito grande participar de um ato na Polícia Militar. Eu me identifico muito com uma instituição que preza pela disciplina e ética. Só se constrói uma sociedade melhor com esses princípios”. Governador do Acre Gladson Cameli: “Quem mais se beneficiará com uma iniciativa como essa será a população acreana. Essa união entre as PMs de Minas e do Acre, que acontece através desse curso, é um exemplo a ser seguido por outros estados. Por isso, agradeço de coração ao governador de Minas, Romeu Zema, e ao comandante-geral da Polícia Militar de Minas Gerais, coronel Rodrigo Piassi” Comandante-geral da PMMG coronel Rodrigo Piassi: “Para a Polícia Militar de Minas Gerais, é uma honra receber cadetes da Polícia Militar do Acre contribuindo, assim, com a segurança pública do Brasil”. Tenente-coronel Lúcio Ferreira da Silva Neto, comandante da Escola de Formação de Oficiais (EFO) “É uma responsabilidade enorme. São eles que carregarão o nome da Polícia Militar de Minas Gerais para o Acre. Então, para nós é uma honra muito grande e uma responsabilidade muito grande, pois eles deixaram as suas famílias e vão ficar integralmente a disposição da polícia mineira” Cadete Ligia Keetly Silva Alexandrino Chalub, da PMAC: “Receber a notícia que teríamos a oportunidade de nos formar na escola bicentenária de formação de oficiais aqui de Minas Gerais foi de extrema felicidade. É uma honra muito grande fazer parte dessa história, pois a academia de Minas Gerais é conhecida nacionalmente pela sua excelência na formação de oficiais. É um desafio para nós deixar nossa família, nossos lares. Isso é um compromisso nosso com o estado do Acre e Minas Gerais” Cadete Luana Nogueira Sampaio, da PMAC: “Foi uma viagem necessária. É muito gratificante estar vivendo isso. Vamos passar três anos longe da família, mas estamos vivendo um sonho. Buscamos isso e agora estamos conseguindo realizar”. Cadete Diogo Victor de Oliveira, da PMMG: “É um momento ímpar essa integração com a polícia do Acre. A segurança pública é prioridade em todo país, por isso, é uma alegria muito grande poder estar recepcionando outros militares e ajudando eles a se formarem” Estimamos, aos cadetes e graduandos, muitas felicidades, nesse tempo de vida acadêmica. Com as informações da Agência Minas e imagens de Cristiano Machado / Imprensa MG.
LIÇÕES DE MESTRES: PAULO GUEDES

Nas Lições de Mestres, Paulo Guedes se posiciona, diante do questionamento: Como um BRASILEIRO POBRE muda de VIDA e FICA RICO? O notável executivo e experiente Professor expõe, com excelência, lições de ECONOMIA, FILOSOFIA E POLÍTICA. Antes de assistir ao vídeo, leia a proposta dos autores de Os Sócios Podast — na seguinte descrição: “Já imaginou comparar o mercado econômico a um ecossistema com diferentes “espécies”, todas buscando evoluir e se adaptar, como a própria natureza o faz? Extrapolando os conceitos da economia e permeando a filosofia e infindáveis campos correlatos da ciência, o convidado de hoje vai te conduzir a encontrar semelhanças do comportamento econômico da sociedade em descobertas muito antigas que moldaram o conhecimento que existe hoje. Afinal, a riqueza e a prosperidade de uma nação são resultado de sistemas de aprendizado milenares que evoluíram ao longo dos séculos conforme se tornam ciência e se aproximam da verdade – embora, segundo Xenofonte, nem aos deuses é assegurado conhecê-la. Mas como, a partir do método cientifico e da filosofia, entender de fato um ambiente econômico de uma nação? Como comparar átomos com indivíduos, massas de indivíduos e sociedades pode te ajudar a compreender o funcionamento do Mercado e aplicar isso em seus investimentos? É possível construir um ambiente político ideal? O que comporta uma nação com tantas divergências? Para responder estas e muitas outras perguntas, convidamos Paulo Guedes para o episódio 153 do podcast Os Sócios. Falaremos sobre filosofia e conhecimento, evolução da sociedade, qual é a diferença entre ciência politica e doutrina politica, como saber qual é verdadeira teoria e aplicá-la diante de crises econômicas e muito mais.” Com as informações de Os Sócios Podcast.
CORRENTE DA INSENSATEZ

Marcílio Fernandes Catarino (*) Todos sabemos que o Brasil se estrutura, social e politicamente, em diversas instituições públicas e privadas. As primeiras criadas através de normas legais e mantidas pelo erário, com o objetivo precípuo de buscarem o fiel desempenho das funções essenciais do Estado e da Sociedade. As segundas, que exigem credenciamento em órgão público, são mantidas e administradas por pessoas físicas ou jurídicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, desempenhando papel importantíssimo nas diversas áreas do cenário social. De modo geral, um modelo comum a todos os países, “mutatis mutandis”. Dentre as instituições públicas brasileiras, pedimos vênia para destacar, em especial, as Forças Armadas, com as três Armas que as integram: Marinha, Exército e Aeronáutica, cada qual concentrando seus esforços em seu campo de atuação, porém de forma coordenada e sinérgica. Conforme preceitua o texto constitucional, “são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se a defesa da Pátria, à garantia dos Poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem”. (grifo nosso) Seus feitos heroicos, registrados em diversos momentos da história pátria e regados com o sangue e suor de seus integrantes, em atos de patriotismo e bravura indômitos, encontram-se em narrativas emocionantes de inúmeras obras de escritores famosos, nacionais e internacionais. Somem-se a esses episódios a inestimável contribuição que, de modo particular, vem o Exército Brasileiro prestando ao país, nos campos do desenvolvimento econômico e da integração nacional, com a construção de rodovias, pontes, assistência à saúde em áreas inóspitas e endêmicas, entre tantas outras atividades que não se inserem no bojo de suas atribuições constitucionais. Ressalte-se, por oportuno, que as instituições, embora integradas por homens e mulheres, constituem um “ser” abstrato que paira acima do cidadão, garantindo que “um conjunto de regras básicas que disciplinam o Estado e a Sociedade prevaleçam e sejam respeitadas”, inclusive pelos próprios indivíduos que as dirigem. Assim é o nosso glorioso Exército Brasileiro que, nos últimos meses, vem sendo alvo de uma corrente de manifestações nas redes sociais, ao meu juízo, inteiramente difamatórias e por via de consequência injustas, merecedoras do nosso repúdio por contribuírem tão somente para com o enfraquecimento da INSTITUIÇÃO. Justificam os manifestantes suas atitudes ao atribuir a alguns comandantes da Força verdadeiras ações de “traição”, ao virarem às costas aos elevados valores institucionais e ao juramento prestado ante ao Pavilhão Nacional, por razões político-ideológicas. Muitos deles, que se intitulam intelectuais e eruditos, deixando-se levar por impulsos emocionais e inconsequentes, através de análises superficiais e genéricas, exigindo que o Exército Brasileiro pegue em armas e “meta o pé na porta”, conforme jargão popular, o que mergulharia o Brasil num conflito de proporções e consequências imprevisíveis para todo o povo brasileiro. Certamente, tal aventura traria consigo tanta dor e sofrimento, que não contaria com o apoio de nenhum país democrático do mundo, além de abrir espaços para as investidas de diversos outros que sempre estiveram de olho nas imensas riquezas e potencialidades de nossa terra. Mesmo que verdadeira a traição mencionada, por parte de alguns comandantes, não é razoável e muito menos justo condenar toda a Instituição. Ninguém amaldiçoa uma família inteira porque apenas um de seus membros se corrompeu, da mesma forma que ninguém joga todo o cesto de maçãs aos porcos, porque somente duas delas apodreceram. A Nação Brasileira não seria o que hoje é sem o seu glorioso Exército, de cuja proteção jamais poderá prescindir. Assim como “tudo passa”, esses momentos sombrios em que está mergulhada – que na percepção de espiritualistas de diversas correntes se inserem nas profundas transformações por que passa o nosso Berço Cósmico, denominadas Transição Planetária – também passarão, revelando toda a sordidez e farsa que, por tanto tempo, nos oprime e sufoca. Urge, pois, que os brasileiros verdadeiramente patriotas compreendam que todos, com maior ou menor proporção, somos responsáveis pela liberdade e soberania do nosso Berço Pátrio. Da mesma forma que todos nós, de um ou outro modo, por ação ou omissão, somos responsáveis por essa triste realidade que estamos vivenciando. Que cada um faça, portanto, a parte que lhe cabe e nesse esforço se inclua a busca pelo resgate do prestígio e da credibilidade que o nosso glorioso Exército Brasileiro sempre teve junto à opinião pública e que, num futuro breve, possa ele mostrar e demonstrar para toda a Nação, uma vez mais, o seu real valor. Que cada brasileiro use com sabedoria o seu livre arbítrio, ciente de que irá colher no porvir exatamente o que semeou. Desperta Brasil. Fev2024. Coronel Veterano/PMMG – Aspirante 1970
CRISE, MORAL E ÉTICA, NA IMPRENSA BRASILEIRA

Com a ascensão da internet e a velocidade da propagação dos fatos, tornou-se imprescindível checar quaisquer informações e fontes a fim de evitar “barrigadas” ou “fake news”. Fazer jornalismo de verdade está cada vez mais difícil, sobretudo em um país onde os donos da comunicação, sequer são jornalistas. O que vemos, ouvimos ou assistimos diariamente nos deixa mais confusos do que informados. É muito difícil separar ideologia, militância ou subordinação quando se faz jornalismo com viés publicitário ou a serviço de uma causa. O verdadeiro jornalista tem paixão pela informação de qualidade e da forma mais rápida possível, corre em suas veias o sangue da opinião qualificada. Um veículo sobrevive da qualidade do material produzido e da capacidade de atrair verbas publicitárias. Nas últimas décadas essa equação vinha se equilibrando com 60% de verbas públicas e 40% de anúncios da iniciativa privada. No primeiro ano do governo Lula saltou para 75% pública e 25% privada. Passado um ano das escaramuças, os gigantes das comunicações lutam desesperadamente contra as quedas financeiras, agravadas pela audiência que também entrou em declínio e vem afugentado verbas privadas. Em 2023 o total de verba publicitária repassada pelo governo federal às emissoras foi pouco acima de 300 milhões de reais. Até outubro de 2023, este era o ranking: LULA (JANEIRO A OUTUBRO DE 2023) GLOBO: R$ 66.179.452,00 RECORD: R$ 16.481.784,00 SBT: R$ 13.333.066,00 BAND: R$ 5.685.711,00 REDE TV!: R$ 1.172.727,00 EBC: R$ 1.145.464,00 TV CULTURA: R$ 444.070,00 SONY: R$ 350.094,00 No mesmo período, o governo federal destinou R$ 78.650.240,00 para mídias digitais (portais, blogs e redes sociais). A situação não é diferente para jornais, revistas, mídias indoor e outdoor, que já consumiram mais de R$ 58.000.000,00. A Globo sempre se encontrava isolada na liderança, Record e SBT se revezavam em segundo lugar. Em 2018, o padrão se manteve. A Globo faturou R$ 5,93 milhões nos três primeiros meses do ano. Em segundo lugar ficou a Record, com R$ 1,308 milhão. Em terceiro ficou o SBT com R$ 1,1 milhão. Em 2019, o padrão mudou. Em primeiro lugar ficou a Record, com R$ 10,3 milhões. Em segundo, veio o SBT, com R$ 7,3 milhões. Em terceiro veio a Globo, com R$ 7,07 milhões. O leitor incauto pode pensar que o governo Bolsonaro triplicou a verba em relação a 2018, mas é preciso observar que mais de 60% desses valores foram pagamentos de contratos feitos no governo Temer. Durante todo o governo Bolsonaro, foram investidos R$ 289.586.740,00. Só em 2023, o governo Lula já gastou mais do que Bolsonaro investiu nos 4 anos de governo. A mesma imprensa que ajudou a derrubar o governo anterior, se locupletou com as benesses do novo governo. A fonte voltou a jorrar forte em troca de apoio irrestrito. Apostaram na eleição de um novo governo capaz de retomar os velhos padrões, forçaram uma polarização inexistente, na base do todos contra um, deixaram de lado o jornalismo e viraram meros distribuidores de peças publicitárias. Matérias não representam o que se vê nas ruas, institutos de pesquisas disparam números encomendados, revanchismo e ódio saltam aos olhos de grande parte de uma população atônita. Enquanto os mestres da administração e do marketing trabalham pela sobrevivência dos grandes, direcionando prioridades para os portais na internet, nós os pobres telespectadores ou leitores, sofremos com a baixa qualidade editorial proporcionada por um jornalismo tendencioso, vil e a serviço de pequenos grupos em detrimento de toda uma nação. O maior perigo dessa nova tendência está no instrumento que classifica as prioridades quando se pesquisa algo na internet. Denominado “PageRank”, o poderoso algoritmo de classificação do Google prioriza o número de cliques em uma determinada publicação, assim quanto mais cliques, mais destacada será a postagem, independente de qualquer valor científico, verdadeiro, ou de interesse público. Como não conseguem inverter essa equação lógica (audiência=credibilidade), veículos, políticos corruptos e escroques de todos os matizes, tentam enfiar goela abaixo de toda a nação o PL 2630/2020 que, a propósito de regular as redes sociais, ao contrário, impõe vigorosa CENSURA a todas elas. Querem, a qualquer custo, voltar a ter fonte de informação única, como na China, Coreia do Norte ou Cuba e sem abrir mão da vigorosa receita pública. Encerro com as palavras da Dama de ferro Margaret Thatcher: não existe dinheiro público, existe dinheiro do pagador de impostos.
CONTROLE ACIMA DA LEI É O QUÊ?

No vídeo abaixo, há destaques interessantes aos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. O renomado Jornalista Alexandre Garcia expõe, entre outros tópicos, considerações sobre a nova lei brasileira que protege as crianças e os adolescentes. Sancionada e publicada nesse dia 12 de janeiro de 2024, a Lei 14.811: “Institui medidas de proteção à criança e ao adolescente contra a violência nos estabelecimentos educacionais ou similares, prevê a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso e Exploração Sexual da Criança e do Adolescente e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e as Leis nºs 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos), e 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente).” Do teor da ementa legal, compreende-se que o Brasil não é “terra-sem-lei”. E, na esteira desse entendimento, com as alterações das normativas citadas, ampliam-se as proteções devidas às infância e juventude. A ação protetiva estatal ocorrerá nos espaços, real e virtual, reforçando que esse último, de igual modo, não é ambiência sem Lei. Nisso, a Lei 12.965, de 23 de abril de 2014, obtém mais um reforço ao enorme esforço de regulação das múltiplas relações efetivadas na Internet. Aqui, incluem-se as redes sociais e as pessoas que as utilizam, na multiplicidade de afazeres, legais e ilegais, como é o caso da Intimidação sistemática (bullying), inclusive a virtual ((cyberbullying)! Ir além do que a Lei Brasileira estabeleceu, salvo se para alterar preceitos estabelecidos, não seria uma perversidade com a Lei? Com as informações das Leis: 12.965, de 23/04/14 e 14.811, de 12/01/24.
ÓDIO LATENTE DE QUEM DEVERIA CUIDAR

É muita sacanagem com a nossa gente. Mentiras sórdidas e conluios espúrios para manter privilégios políticos. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em conjunto com o Ministério de Relações Exteriores elevou em 2% a participação brasileira no Agronegócio mundial, pulando de 7% para 9% durante o governo passado. Com cerca de 400 milhões de hectares, sendo que parte desse território disponível ainda não é explorado, juntamente com novas tecnologias e mão de obra qualificada, o país tem potencial para atingir 10% nos próximos anos, sem necessidade de desmatamentos ou agressões às áreas de preservação e florestas. O Brasil se consolida, cada vez mais, como o maior exportador agrícola do mundo. O País, que já era líder nas vendas de café verde, carne bovina, frango in natura, celulose, soja em grão e açúcar, agora também é o maior exportador de milho, superando os Estados Unidos. Briga de cachorros grandes por um negócio que movimenta cerca de 2,9 trilhões de DÓLARES por ano no mundo. Com base nesse desempenho parcial, o PIB brasileiro no setor pode alcançar 3 trilhões de REAIS em 2024, o que corresponderia a 24% do PIB do País. Em vendas houve expressivo aumento. De acordo com os números oficiais do Ministério da Economia, no ano passado exportamos US$ 340 bilhões contra US$ 300 bilhões em 2022, apesar da pandemia. Será que o complexo de vira-latas não deixa grande parte de nossa gente enxergar que 10% de 2,9 trilhões de DÓLARES representam quase a totalidade de nossas exportações atuais? Claro que não! Na verdade tudo que vem sendo veiculado pela grande mídia nos últimos dias tem o propósito de impedir, a qualquer custo, que o Brasil consiga manter as metas conquistadas pela equipe econômica do governo anterior. Desmatamentos e incêndios têm aumentado assustadoramente no atual governo e a grande mídia fala pouco ou quase nada, ao contrário do massacre mentiroso no governo anterior. Outra mentira escandalosa é a de que 290 novos defensivos foram liberados, a verdade é que a combinação de princípios ativos que vêm sendo pesquisados há mais de dez anos e já foram aprovados nos EUA e na Europa, também foram aprovados pelo Ministério da Saúde, pela ANVISA e Ministério da Agricultura. Tratam-se de moléculas desenvolvidas para atacar somente as pragas, sem contaminação generalizada como a dos antigos inseticidas. Tecnologia de ponta da EMBRAPA. Pura sacanagem e sabotagem rasteira de quem só enxerga seus próprios interesses, mesmo que custe o sacrifício de toda a nação. Covardemente, atacam os pequenos produtores, aqueles que mais precisam de apoio. Para o atual mandatário da nação, o agro é “facista” e prejudica o país. Ele apoia invasões depredações. Ódio e desejo de vingança, mesmo que nos custe a ruína total é o mantra repetido diariamente pelo IGNÓBIL presidente e seu DÉBIL rebanho. Assista o vídeo anexo e se sentir vontade chore, talvez nossas lágrimas possam regar e sensibilizar uma nação inerte. Fonte da Imagem destacada.
A SEGURANÇA PÚBLICA BRASILEIRA

A frase destacada na imagem, sobre a Segurança Pública Brasileira, é do Jornalista Alexandre Garcia. Foi retirada do vídeo abaixo, onde há comentários do experiente e laureado Repórter-Decano. Nos comentários, há informações sobre fatos históricos e atos heróicos de mineiros dignos de nota. Ao final do vídeo, Alexandre Garcia comenta o teor da frase destacada na imagem. Cita o nome do Delegado Palumbo, que é Deputado Federal, pelo Estado de São Paulo, na presente legislatura. A Segurança Pública — a Educação e a Saúde — é da responsabilidade do Estado Brasileiro e não de Governo. Mas, não é isso que acontece, desde o final da década passada. De lá para cá, assiste-se sistemáticas mudanças na Segurança Pública Brasileira, a exemplo do que ocorrerá no próximo dia 1º de fevereiro deste ano. Uma simples pesquisa, nos fartos Decretos publicados à regularização da burocrata Pasta Ministerial, expõe enorme idas e vindas em busca do nada no espaço do nunca. Salvo algumas pífias tentativas de trovações de atribuir competências e designações de órgãos executivos, interferindo, não se sabe o porquê, nas unidades federativas e municipais brasileiras. Outrora, Notável Professor, da Polícia Militar de Minas Gerais, e Desembargador aposentado, recebeu o convite para chefiar a Pasta do Ministério da Justiça e da Segurança Pública. De forma polida e elegante, agradeceu ao convite, recusando-o, num tempo de possíveis calmarias. Tal qual aquele Chefe do Executivo, o atual convidou outro desembargador aposentado. A confusão daquela pasta, por conta das múltiplas atividades, responsáveis pela Justiça e Segurança Pública, não motivou a desistência ao convidado. Aliás, demostra, aparentemente, grande disposição, considerando a publicação do Jornal com a seguinte manchete: “ Lewandowski diz que prioridade no Ministério da Justiça será segurança pública: ‘É um grande desafio’” Volta-se à frase inicial para indagar: não é mais ajuizado ao novo ministro cuidar da parte da justiça e delegar aos chefes dos executivos estaduais e municipais a parte da segurança pública? No contexto desse complexo desafio, deve-se considerar que a segurança pública brasileira é dificuldade grandiosa. Começa na ambiência do município, e, soma-se aos dos demais municípios brasileiros (5.570), para constituírem as vinte e setes unidades da Federação Brasileira. Esse caminho é a diversidade descrita na frase destacada. Qual é o papel do Ministério da Justiça e Segurança Pública? Antes de você conhecer o novo Ministro da Justiça e Segurança Pública, no vídeo abaixo, é importante analisar os Decretos reguladores. Você verá, então, que os titulares daquela pasta concorreram (sugeriram ou aceitaram) para que ela se despencasse do nobre papel de gestão da liderança política nacional ao papel de executar, desde a década passada, mediante um órgão criado por ela, ações politiqueiras de proteção.

