No Espírito Santo, Polícia Militar Ambiental apreende 338 Kg de camarão!
Atentos aos dispositivos legais, no período “defeso de camarões das espécies sete-barbas, rosa, santana, branco e barba-ruça no território do Espírito Santo”, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública agiram incontinenti, conduzindo o agente infrator e pescado apreendido à Delegacia de Polícia Judiciária de Colatina, daquele Estado. Leia sobre outros detalhes publicados no portal da Polícia Militar do Estado do Espírito Santo (PMES). Na tarde desta terça-feira (18), uma guarnição do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) realizou a apreensão de 338 kg de camarão. O pescado foi recolhido durante operação realizada no bairro São Silvano, Colatina. O infrator foi conduzido por crime ambiental. A operação visava inibir o comércio de camarão, que está no período de defeso. A fiscalização foi feita num estabelecimento comercial, onde indagando ao responsável sobre a declaração de estoque e guia do produto, o camarão da espécie sete barbas (Xiphopenaeus kroyeri), a equipe foi informada pelo indagado que não havia documentação alguma do produto, diante disso, o comerciante juntamente com o material foi encaminhado ao DPJ local, e apresentados à autoridade competente para as medidas cabíveis. A pena pode chegar até três anos de detenção, além de multa. A Polícia Ambiental informa que o período de 1º de abril a 31 de maio corresponde ao defeso de camarões das espécies sete-barbas, rosa, santana, branco e barba-ruça no território do Espírito Santo, sendo proibida a captura, a comercialização, o transporte e o estoque de qualquer volume desses crustáceos sem a comprovação da origem dos animais. Art. 34 da Lei 9.605/98 – Pescar em período no qual a pesca seja proibida ou em lugares interditados por órgão competente: Pena – detenção de um ano a três anos ou multa, ou ambas as penas cumulativamente. Parágrafo único. Incorre nas mesmas penas quem: I – pesca espécies que devam ser preservadas ou espécimes com tamanhos inferiores aos permitidos; II – pesca quantidades superiores às permitidas, ou mediante a utilização de aparelhos, petrechos, técnicas e métodos não permitidos; III – transporta, comercializa, beneficia ou industrializa espécimes provenientes da coleta, apanha e pesca proibidas Fonte: PMES.
No Sergipe: ação policial militar de proteção ambiental!
Os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, da Polícia Militar do Estado de Sergipe (PMSE), que atuam na polícia ostensiva ambiental, no “Pelotão de Polícia Ambiental (PPAmb), flagrou no sábado, 15, no município de São Cristóvão, na Grande Aracaju, uma grande quantidade de animais silvestres sendo mantida em cativeiro numa chácara”. Leia a publicação encontrada no portal da PMSE: Por volta das 16h, a guarnição Arara 01, composta pelo cabo Barreto Júnior e os soldados Cristiano e Pithon, fazia patrulhamento de rotina no Povoado Aloque, quando percebeu que havia uma quantidade de pássaros expostos na varanda de uma chácara localizada próximo à antiga linha férrea. Ao desembarcar para a abordagem e com a autorização do proprietário do local, os militares perceberam que se tratava de um criadouro clandestino de animais silvestres, já que, ao percorrer toda a propriedade, flagraram grandes gaiolas e pequenos cativeiros para abrigar várias espécies de animais. Em conversa com o responsável, este confessou que alguns animais tinham se reproduzido ali mesmo e outros eram fruto de doações, mas negou que os animais eram capturados ou reproduzidos para venda. Diante do exposto, foi explicado ao infrator, um senhor de 59 anos, que, caso desejasse continuar com a criação de reprodução de animais silvestres, seria necessária a autorização dos órgãos ambientais. Apreensões Durante a ocorrência, foram apreendidos 15 jabutis, oito preás, dois papagaios, dois periquitos e dezenas de pássaros silvestres, totalizando 54 animais. O homem, para não ser conduzido à delegacia, concordou em assinar o termo circunstanciado no próprio local e vai responder no Juizado Especial Criminal de São Cristóvão, por crime ambiental previsto no artigo 29, da Lei 9.605/98. Fonte: PMSE.
Policiais militares de Minas Gerais, aperfeiçoam os registros dos eventos do meio ambiente.
Os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública que desenvolvem atividades de polícia ostensiva, no noroeste de Minas Gerais, foram instruídos sobre as funcionalidades do Sistema de Controle de Autos de Infrações (CAP). O treinamento foi promovido pela 16ª Companhia Independente de Meio Ambiente e Trânsito (16ª Cia PM Ind MAT), da 16ª Região de Polícia Militar (16 RPM), da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). No portal da 16 RPM/PMMG, encontra-se o detalhamento do importante evento de aprimoramento profissional dos membros daquela unidade operacional, conforme se vê em seguida: Na manhã desta quinta-feira, 06abr17, a coordenadora do Núcleo de Autos de Infração, da Superintendência Regional de Meio Ambiente (SUPRAM) do Noroeste de Minas, Renata Alves dos Santos ministrou uma instrução para os militares da 16ª Cia PM Ind MAT sobre a confecção de autos de infração ambiental e a utilização do Sistema de Controle de Autos de Infrações (CAP). O treinamento foi dividido em duas etapas. Na primeira, foram repassadas informações sobre a confecção de autos de infração ambiental e foram respondias as dúvidas dos militares sobre o preenchimento dos autos. Preenchimento que possui muitos detalhes devido a esparsa legislação ambiental. Na outra etapa, foram repassadas informações sobre o lançamento dos autos confeccionados, no Sistema CAP. Hoje, para obter uma maior agilidade no processamento dos autos de infração ambiental, os próprios militares que confeccionam os autos já os lançam no sistema da CAP. Essa nova forma de atuação diminui erros no lançamento dos autos e as informações são mais confiáveis. E para aumentar a qualidade do trabalho, foi realizado o treinamento sobre o Sistema CAP nesta data. Fonte: PMMG.
Proteção da polícia ostensiva ambiental, na região dos lagos, no Estado do Rio de Janeiro.
Ações integradas de proteção pública são concretizadas numa parceria firmada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro e a Prefeitura Municipal de Cabo Frio. A partir do acordo firmado, os profissionais de polícia ostensiva e prevenção da ordem pública daquela Instituição Militar Estadual, iniciaram as atividades de polícia ostensiva ambiental nos “municípios abrangidos pelo Parque Estadual da Costa do Sol, administrado pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente): Araruama, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Cabo Frio, Saquarema e São Pedro da Aldeia. A nova Unidade de Policiamento Ambiental (UPAm) da Região dos Lagos está localizada em Cabo Frio, nas “instalações do Parque Municipal Dormitório das Garças, no Porto do Carro”, cedidas e adaptadas pela Prefeitura do Município e pelo Inea. Para a PMERJ, com a nova UPAm, ampliam-se sos “objetivos combater crimes ambientais como invasões em áreas de preservação permanente (APP), caça de animais silvestres e extração ilegal de palmito na unidade e preservar a vegetação de Mata Atlântica”. Além das informações publicadas no portal da PMERJ, o “Lagos Notícias – Tudo sobre a região dos lagos” publicou que: Um antigo pedido dos ambientalistas, a Unidade e policiamento Ambiental de Cabo Frio (UPAM) será inaugurada dia 7 de abril com a presença do secretário estadual do Ambiente, André Corrêa. A data foi anunciada pelo coronel Mário Fernandes, do Comando de Policiamento Ambiental (CEPAM). A nova unidade vai atende a toda a Região dos Lagos, em especial a área de proteção integral do Parque Estadual da Costa do Sol (PECS). A Região dos Lagos estava sem policiamento ambiental efetivo desde que o então governador Sérgio Cabral, sobre protestos dos ambientalistas, extinguiu o Batalhão de Polícia Florestal e Meio Ambiente, que funcionava na Fazenda Colubandê, em São Gonçalo. O batalhão tinha dois postos na Região dos Lagos, em Praia Seca (Araruama) e em Barra de São João (Casimiro de Abreu). A nova UPAM surgiu de uma parceria da Polícia Militar com a Prefeitura de Cabo Frio, que cedeu parte das instalações do Parque Municipal Dormitório das Garças, no Porto do Carro, para a PM instalar a UPAM. O local é de fácil acesso para as áreas protegidas de Cabo Frio, Búzios, Arraial do Cabo e outros municípios. Além disso, a UPAM também garante a segurança no Dormitório das Garças, que estava sendo alvo de invasões: “A Região dos Lagos, em especial o PECS, precisava de uma base para facilitar a atuação da polícia ambiental, bem como para apoiar as ações de fiscalização do INEA nos municípios abrangidos pelo parque estadual” – disse o coronel Fernandes, que no passado comandou o Batalhão Florestal. “A UPAM é um sonho antigo do movimento ambiental da Região dos Lagos. Esperamos que ela chegue com disposição e energia para combater as invasões, desmatamentos e pesca predatória” – disse Arnaldo Vila Nova, presidente da ONG Viva Lagoa. No mesmo dia da inauguração da UPAM vai acontecer a eleição para escolha do novo presidente do Consórcio Ambiental Lagos-São João. O órgão é presidido por um prefeito, mas o atual presidente, que é chefe do executivo de São Pedro da Aldeia, Chumbinho, não pode se candidatar porque chegou ao segundo mandato consecutivo à frente do Consórcio. Fonte: PMERJ, Globo e Lagos Notícias.
Ações preventivas da Polícia Ostensiva Ambiental, no Estado do Tocatins.
Profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, integrantes do Batalhão de Polícia Ambiental da Polícia Militar do Estado do Tocantins (PMTO), abordaram e conduziram dois pescadores, nessa segunda-feira (3), “por volta das 10 horas, nas proximidades das comportas da Usina Hidrelétrica de Lajeado (UHE).” Os dois homens encontravam-se “numa canoa a 300 metros da escada de peixes e das comportas da UHE, região proibida devido ao perigo de afogamento.” A ilegalidade do ato em que se encontrava está prevista na “Portaria Interministerial n. 13/2011, do Ministério do Meio Ambiente”. Essa norma “prevê a proibição da pesca a menos de mil metros da jusante e montante das barragens de empreendimentos e escadas de peixes na bacia hidrográfica do rio Tocantins.” Além disso, não é permitida a permanência de pessoas naquelas imediações, pois há perigos iminentes devido à “oscilação do fluxo de água na montante e na jusante das usinas hidrelétricas, capaz de afundar qualquer barco de médio porte (como o dos pescadores) devido a forte correnteza da água nessas usinas.” No cumprimento das formalidades legais, os “pescadores foram conduzidos à Delegacia de Polícia em Miracema, para os devidos procedimentos.” Os profissionais do BPMA desenvolvem “operações frequentes nas Usinas Hidrelétricas do Rio Tocantins, principalmente na Usina Hidrelétrica de Lajeado, que é a que opera com maior capacidade energética no Estado. Nessas operações, procura-se sempre trabalhar de forma preventiva, orientando os pescadores que não conhecem essa norma a não pescarem na menos de mil menos da montante e da jusante das usinas.” Fonte: PMTO.
Ministério Público, Polícia Ambiental e IBAMA atuam na “Mata das Araucárias”.
Uma operação conjunta — do Ministério Público do Paraná (MP-PR), Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) — constatou” um desmate irregular de 1.358,98 hectares do Bioma Mata Atlântica, mais especificamente de Floresta Ombrófila Mista, conhecida como Mata das Araucárias”. A área desmatada equivale a quase 1,4 mil campos de futebol. A operação faz parte do projeto Mata Atlântica em Pé que é coordenado pelo MP-PR por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de proteção ao Meio Ambiente e da Habitação e Urbanismo. As atividades contam com o BPMA e o IBAMA. Segundo o Ministério Público, o Paraná é o estado que teve o maior avanço de desmatamento em área de Mata Atlântica no país nos últimos 30 anos – foram 456.514 hectares de floresta derrubada. Realizada desde o dia 26 de março até 1º de abril, naquela operação, foram desenvolvidas diversas fiscalizações “em propriedades situadas nos municípios de Bituruna, Clevelândia, Coronel Domingos Soares, Cruz Machado, General Carneiro, Mallet, Palmas, Paula Freitas, Paulo Frontin, Pinhão, Rebouças, Rio Azul, União da Vitória, Mangueirinha e Antônio Olinto”. Nessas localidades, integrantes da Região Centro-Sul do estado, aconteceram outras ações de polícia ostensiva ambiental, vistoriando-se 241 grandes propriedades rurais, além do registro de “210 ocorrências relacionadas a algum tipo de ilicitude, sendo deste total 94 ligadas diretamente a desmatamento”. Outras informações dão contam de que: Ao todo, durante os dias de operação mais de 100 policiais militares participaram das atividades e percorreram mais de mil quilômetros a pé e 25 mil motorizados. O BPMA registrou 752 pessoas abordadas e seis encaminhadas à delegacia, além de 61 veículos vistoriados e um apreendido. As equipes policiais abordaram/vistoriaram 336 locais, dentre eles estavam áreas de preservação permanente, carvoaria, madeireira, propriedade rural e unidade de conservação. Foram no total 261 ocorrências registradas, sendo 195 de crimes ambientais, das quais 198 estavam relacionadas a flora. Três situações de flagrante foram registradas, além da apreensão de uma carabina e duas munições. Segundo Alexandre Gaio — Promotor de Justiça — do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de proteção ao Meio Ambiente e da Habitação e Urbanismo: “A partir dos dados alarmantes em relação ao desmatamento de mata atlântica no estado do Paraná nos últimos anos, o Ministério Público lançou um plano setorial de recuperação com diversas iniciativas. Com base na confirmação desses levantamentos foi encaminhado o material correspondente às promotorias de justiça para que fossem tomadas as providências de reparação integral do dano, em especial a recuperação dessas áreas degradadas”. “Os proprietários dessas áreas desmatadas serão chamados para celebrarem termos de ajustamento de conduta para recuperarem integralmente o dano, ou, no caso de ausência de interesse, o Ministério Público ingressará com as medidas judiciais para buscar isso na justiça”. E “o relatório com as irregularidades identificadas na operação será encaminhado aos promotores de justiça que deverão adotar providências no sentido de assegurar a reparação dos danos ambientais causados, incluindo a recuperação das áreas degradadas, além da responsabilização dos autores dos desmatamentos ilegais”. Para o Tenente coronel César Lestechen Medeiros — Comandante do BPMA: as áreas desmatadas foram identificadas através de imagens de satélite fornecidas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Organização Não Governamental SOS Mata Atlântica. “Fizemos o levantamento de campo, o laudo de constatação e depois tudo foi encaminhado ao Ministério Público para as providências cabíveis. Das 241 grandes propriedades rurais vistoriadas, em 222, foi efetuado algum tipo de registro”, explica. Durante a operação foram encontrados 1.358,98 hectares de área desmatada, o equivalente ao Bairro Boqueirão, além de 4.474,78 quilos de carvão, madeira em tora, lenha e beneficiada, bem como sementes e plantas. “Estes hectares de mata desmatada equivalem ao bairro do Boqueirão. A importância dessa operação é a recuperação do dano ambiental. Temos que mostrar à sociedade que a reparação do crime ao meio ambiente é essencial”, acrescenta o tenente-coronel Lestechen. Fonte: PMPR.
Conscientização Ambiental salvará de extinção o Soldadinho-do-Araripe.
Uma iniciativa notável que animará, certamente, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar do Estado de Pernambuco. Apoiar a iniciativa ora destacada constitui um dever daqueles policiais militares que se empenham na polícia ostensiva ambiental e que tem, na missão precípua da nobilitante função, o compromisso de proteger a fauna e a flora regional. Sugere-se, portanto, aos que militam na polícia ostensiva ambiental, nas mais diversas regiões brasileiras, conhecerem sobre o projeto descrito em seguida. As “bombas do bem”, como tem sido chamada, constitui um projeto de revitalização, “na cidade do Crato, região do Cariri, no sul do Ceará”. O objetivo é o reflorestamento das áreas que “é considerado o habitat do Soldadinho-do-Araripe, ave que está em risco crítico de extinção”, informou a “consultora do Núcleo de Educação Hidroambiental do órgão, Ana Cristina Diogo, responsável pela parte educacional do projeto”. A fórmula da receita é muito simples. “Junte um pouco de barro e esterco com água, faça uma bolinha de mais ou menos 5 centímetros de diâmetro. Abra-a, coloque sementes dentro, refaça a bolinha e coloque-a para secar ao sol […]. Na receita da bomba de sementes, segundo a consultora, entram essências florestais nativas”. Trata-se de uma “tecnologia social, de origem japonesa e utilizada na permacultura”. Tem sido “disseminada pela Sociedade Anônima de Água e Esgoto do Crato (Saaec) em escolas e comunidades da cidade, com o objetivo de ‘formar formadores’, expressão usada” por Ana Cristina. Além disso, utilizar a técnica ora destacada “tem uma importância muito grande. Se não tivermos pressa, vamos perder o Soldadinho-do-Araripe em 15 anos”, alerta. “A gente planta uma árvore para colher água, porque é a árvore que garante a permanência da água subterrânea”, explicou. Além das sementes, também foram plantadas mudas de árvores oriundas da mata úmida, como o jatobá. Atividades já realizadas e perspectivas do projeto No dia 22 de março, Dia Mundial da Água, 10 mil bombas de sementes feitas por estudantes foram lançadas, de um helicóptero, na encosta da Chapada do Araripe, próximo à nascente da Caiana. No dia 24, houve novo lançamento de bombas – desta vez durante uma trilha de 2,5 quilômetros com estudantes na área da nascente da Preguiça. De acordo com Ana Cristina, a nascente deságua em outra nascente, a da Batateira, que é fonte da água que abastece a cidade do Crato e cuja vazão está diminuindo. “A bombinha de semente virou um ícone, o símbolo da preservação do momento. Queremos que essa experiência seja sustentada, que não seja só pontual”, afirmou a consultora Ana Cristina. O projeto também criou uma revista em quadrinhos que trata da origem da água do Cariri e da importância da preservação das nascentes e do uso consciente de água. A perspectiva da Saaec é produzir e lançar na encosta da Chapada do Araripe 1 milhão de bombas de sementes, até o fim do ano, mas Ana Cristina ressaltou que o órgão quer aproveitar o período chuvoso, que vai até maio, para lançar o maior número possível de sementes. Segundo ela, esse é o melhor período, pois a água quebra a casca de barro e esterco e infunde as sementes no solo. Além do lançamento das bombas de sementes, a iniciativa da Saeec inclui o monitoramento dos locais onde elas foram lançadas, para ver o resultado da ação. Esse trabalho também vai envolver os estudantes que participaram da confecção das bolinhas. No fim de abril, eles irão ao local onde foram lançadas as primeiras 10 mil bombas, acompanhados de um engenheiro florestal. Fonte: texto (Agência Brasil) e foto (Portal G1).
Polícia Militar Ambiental do Tocantins na “Rota Segura”.
A Polícia Militar de Tocantins (PMTO), por meio do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, em conjunto com o Ibama e a Polícia Rodoviária Federal finalizaram, nessa sexta-feira (31) a Operação Rota Segura. Citada operação foi desencadeada, no período de 25 a 31 de março, no Posto Rodoviário Federal na BR-153, em Paraíso. O objetivo foi “a fiscalização de veículos que transportam cargas perigosas como combustíveis e produtos químicos, já que esse tipo específico deve seguir a rigorosa normatização das Leis Ambientais”. Operação Rota Segura A Operação Rota Segura é executada em nível nacional com o objetivo de abordar veículos de cargas que trafegam em rodovias federais, bem como inibir o cometimento de ações em desacordo com a legislação de trânsito como ultrapassagens indevidas, casos de embriaguez e irresponsabilidades no trânsito. Os resultados da operação, conforme constou no portal da PMTO, indicaram que: Os agentes promoveram ainda a conscientização dos motoristas sobre o transporte de produtos perigosos e a responsabilidade de condução de veículos. […] foram contabilizadas 19 autuações por falta de autorização ambiental para o transporte de produtos perigosos cujos valores em multas totalizaram R$ 475.200,00 mil e mais uma autuação por transporte ilegal de carne de animal silvestre no valor de 500 reais. Durante a operação, ainda foram lavrados diversos Termos de Apreensão e Depósito de Veículos envolvidos no transporte ilegal de produtos perigosos. Fonte: PMTO.
Policiais militares de Santa Catarina são aperfeiçoados como educadores ambientais.
Os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC) foram aperfeiçoados para atuar, também, como educadores ambientais, naquele Estado. As informações sobre as atividades desenvolvidas estão assim relatadas no portal da PMSC: Na última semana, o quartel do Comando de Policiamento Militar Ambiental (CPMA) foi sede do Estágio de Formação e Aperfeiçoamento de Educadores Ambientais. O curso, com carga horária de 50 horas aula, teve como objetivo a formação de novos instrutores para aplicação do Programa Protetor Ambiental (PROA) e do Programa Unidos pelo Meio Ambiente (PUMA), bem como aperfeiçoar os policiais militares que já atuam como educadores ambientais. Durante a semana foram aperfeiçoadas novas técnicas de ensino e aprendizagem na temática da educação ambiental, além da discussão de projetos que estão sendo realizados em cada unidade da Polícia Militar Ambiental, bem como a padronização e normatização das atividades desenvolvidas pelos gestores de educação ambiental. O encontro promoveu riquíssimos debates sobre a educação e como a Polícia Militar está envolvida no contexto da conscientização ambiental na sociedade. Durante a aula inaugural, o comandante do CPMA, coronel Adilson Schlickmann Sperfeld destacou a importância de cada policial militar ambiental para a mudança de cultura pela instrução e finalizou: “Vocês estão aqui para fazer a diferença”. Fonte: PMSC.
Mais 159 animais protegidos pela polícia ostensiva ambiental matogrossense.
Uma nota da Comunicação Social da Polícia Militar de Mato Grosso informa ações notáveis dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, no Mato Grosso, espaço de responsabilidade territorial daquela Instituição Militar Estadual. Os resultados são positivos e demonstram o quanto os membros daquela unidade operacional, especializada em polícia ostensiva ambiental, já cumpriram seus deveres, neste ano de 2017. Leia a nota seguinte, com as observações destacadas pelo Tenente-coronel PM Rodrigo Eduardo Costa e 3º Sargento PM Joelson de Paula: Quinta-feira, 09 de fevereiro de 2017. Uma equipe do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) se deslocava até uma propriedade rural no município de Paranatinga (411 Km ao Norte de Cuiabá) para fazer o resgate de um filhote de onça parda. O animal foi encontrado em estado grave de desnutrição e foi trazido para cuidados em Cuiabá. Dias antes, em 31 de janeiro, bem distante dali, a equipe do BPMPA também havia se deslocado para situação semelhante: o resgate de um filhote de onça pintada. O animal foi entregue aos policiais por uma pessoa que mora em uma zona rural do município de Querência (912 Km a Nordeste de Cuiabá). O resgate dos dois felinos são apenas algumas dentre centenas de ocorrências atendidas pelo Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental em Mato Grosso. Somente de 1º de janeiro a 19 de março deste ano, o batalhão realizou 159 resgates de animais. Desse total, 70 já foram devolvidos ao meio ambiente. Ainda nesse primeiro trimestre, a unidade confeccionou 532 boletins de ocorrência, 741 Autos de Inspeção, 91 Autos de Infração, 164 Termos de Apreensão, 65 de notificações e 44 de embargos e interdições. No ano passado, a unidade resgatou quatro jaguatiricas, duas onças pardas e duas onças pintadas, entre os 851 resgates de animais realizados. Desse total de animais, 498 foram devolvidos ao meio ambiente. O Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental atua desde o ano de 1983 em Mato Grosso, nas atividades de policiamento e fiscalização ambiental, na proteção da fauna, flora, recursos hídricos e florestais, das águas e mananciais, na repressão da poluição, caça e pesca ilegal, queimadas e desmatamento não autorizados. O efetivo é de 200 policiais militares, distribuídos nas unidades de Cuiabá, Várzea Grande, Cáceres, Rondonópolis e Barra do Bugres, municípios que abrangem diversidades de rios, áreas do pantanal mato-grossense e áreas de fronteira propensa ao tráfico de animais silvestres. A unidade realiza operações própria e em apoio a outros órgãos, como a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), além da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema). O comandante do batalhão, tenente-coronel PM Rodrigo Eduardo Costa, afirma que grande parte das ações da unidade é provocada por denúncias. “Mas realizamos também operações tanto terrestres como fluviais, e ações em apoio aos órgãos”, disse. Onças, papagaios e macacos Atualmente o BPMPA está com 123 animais que foram resgatados. Araras, papagaios, baitacas, maracanás, periquitos, gaviões, falcão, coruja, graia azul, canário da terra, macaco prego, onças parda e pintada, e veado são algumas das espécies que estão em processo de recuperação no batalhão para posterior reintrodução ao meio ambiente. Para realizar os primeiros cuidados a esses animais que, na maioria das vezes, são resgatados em condições de maus tratos, o batalhão conta com o Centro de Triagem de Animais Silvestres. O responsável, 3º sargento PM Joelson de Paula, explica que quando o animal resgatado chega ao batalhão é recolhido no Centro de Triagem, onde é feita a observação do animal. “Se percebermos algum comportamento diferente do que o comum daquele animal, ele passa para o setor de patologia para verificar a origem daquela anormalidade”, disse. Conforme o sargento, os animais chegam ao batalhão nas mais diversas situações, por isso passam por uma quarentena antes de entrar na unidade. “Ele pode vir com uma bactéria ou uma doença que pode comprometer os plantéis que já estão no batalhão. Por isso, eles passam por uma triagem e os primeiros cuidados para posterior reintrodução”, contou. Os animais resgatados, na maioria das vezes, possuem sequelas permanentes. No Centro de Triagem é feito o primeiro atendimento e depois são encaminhados aos hospitais veterinários da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ou Universidade de Cuiabá (Unic). As espécies de animais resgatados variam de acordo com o período do ano. Em período chuvoso, são mais comuns os resgates de serpentes, marsupiais e mamíferos. Já entre setembro e outubro, são mais frequentes os resgates de aves, que estão em fase de procriação, como as araras, papagaios, periquitos, que são os alvos mais escolhidos pelos traficantes. “Uma vez que o batalhão intensifica a fiscalização, tanto nas rodovias quanto em barreiras policiais, aumenta a quantidade de apreensão desses animais em contrabando”, disse. De 2015 a 2017, o Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental resgatou 1.631 animais silvestres. Desse total, 1.246 foram reintroduzidos ao meio ambiente, 272 estavam com sequela permanente e 113 morreram devido às condições extremas em que foram resgatados. Médico veterinário voluntário do Centro de Triagem de Animais Silvestres do batalhão, John Beaumont realiza o primeiro atendimento dos animais resgatados. Ele está há quase um ano atuando no batalhão e conta que, desde então, cuidou de 380 casos. O mais raro que ele atendeu foi o de uma arara azul que chegou no dia 18 de março deste ano. O animal estava sendo criado em cativeiro e chegou ao batalhão com algumas sequelas. “Ela estava com o comportamento alterado, não conseguia manter o equilíbrio”, contou. O profissional explicou que os animais mantidos em cativeiro desenvolvem comportamento alterado porque muitas vezes não recebem estímulos mentais necessários para a sua espécie. O resgate de animal geralmente é feito por meio de denúncia, por meio do número 190. “Temos uma equipe para fazer esse resgate 24 horas por dia. Nossa principal missão é retirar o animal para que ele não sofra
