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PMs Mortos no Estado do Rio de Janeiro

Dois profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública foram vítimas de homicídos, nesta sexta-feira (27) segundo noticiou o Jornal Extra/Rede Globo. A primeira vítima foi o Soldado PM Arthur Fernando Ribeiro Moura, 47 anos, lotado no 6º Batalhão de Polícia Militar, na Tijuca. De folga, foi até um banco localizado, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, em Copacabana, Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro. Instantes após deixar o local, aconteceu uma “saidinha de banco”. O PM teria sido alvejado pelo menos duas vezes, ficando ferido no tórax e rosto. O PM foi levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, também na Zona Sul, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. A outra vítima foi o Cabo PM Roque Medeiros Fonseca Junior, 34 anos, do 34º Batalhão de Polícia Militar, em Magé-RJ. De folga, encontrava-se no bairro Piabetá, quando reagiu a uma tentativa de assalto a uma loja de departamento, na região central daquela localidade. O Cabo PM foi atingido por vários disparos. Foi conduzido até a Unidade de Pronto Atendimento de Piabetá, mas não resistiu aos ferimentos.

Tentativas de Roubo vitimizaram dois PMs no Estado do Rio de Janeiro

O Jornal Extra/Rede Globo, noticiou que na última terça-feira (24) aconteceram, em diferentes bairros da Zona Oeste do Rio,duas tentativas de assalto a policiais militares. A primeira ação criminosa aconteceu em Magalhães Bastos, quando o Major PM Cremilson Jorge de Nascimento, do Centro de Aperfeiçoamento de Praças (Cefap), conduzia seu veículo, acompanhado de familiares. Após ser abordado pelos criminosos, na Rua Tenente Coronel Cunha, o oficial reagiu e ficou ferido no ombro, sem risco de vida, após ser atendido no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, naquela região. Um dos criminosos teria ficado ferido, mas conseguiu fugir juntamente com os outros dois. A segunda ação criminosa foi registrada na Praça Seca. O Segundo Sargento PM Anderson da Silva Pereira deslocava-se no veículo veículo de um colega, na Rua General Vossio Brígido, quando foram surpreendidos por dois agressores. Ambos reagiram e ficaram feridos, porém, foram socorridos por bombeiros militares do Quartel de Campinho e conduzidos para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes.

Política, Economia, Coisa e Crise.

Economia e Política são temas recorrentes no nosso dia a dia. Todos devíamos, diariamente, estudá-las. Aliás, para ser mais preciso, já fazemos isso! Aprendemos muito sobre Economia e Política, sempre que assistimos aos telejornais, ou lemos jornais e revistas, ou ouvimos noticiários radiofônicos. Invariavelmente, a elas, são associadas outras duas palavras: crise e coisa. Estas podem lhes dar – ou não – certos sentidos. Às vezes, entendê-los, não é tarefa fácil. Economia, Política, Coisa e Crise têm muitos significados. São antecedentes causais ou consequentes destrutivos. Sobre elas, há duas certezas. A primeira, é a de que, na Língua Pátria, todas são substantivos femininos. A Outra certeza é a de que as três primeiras eram conhecidas dos latinos e dos gregos. Quanto a Coisa, ninguém tem a menor ideia. Se faz, ou não algum sentido, muitas vezes falam e escrevem: a coisa da política é a crise da economia; a crise da política é a coisa da economia… Não se sabe ao certo o qual é o verdadeiro relacionamento de prevalece entre a Economia; a Política, a Crise e a Coisa. São irmãs gêmeas – siamesas, quem sabe? Primas? Amigas? Inimigas? O fato é que gostam de estar juntas. Andam juntas. Uma não vive sem a outra. Separadas podem ser perigosas. Unidas, fazem estragos irreparáveis. Na condição de irmãs, a Economia e a Política, tudo fazem para se aproximar. As primas são amigas ou inimigas, cantadas em versos, prosas e telenovelas brasileiras ou enlatadas. Quando amigas, são confidentes. Raramente, uma não deixa a outra na rua da amargura. Mas, se são inimigas, não fiques perto, se não queres testemunhar a tragédia! Da Política Brasileira, sem ou com Coisa e Crise, o que dizem: Conta-se que: “o saudoso Magalhães Pinto, no entanto, já ensinava lá atrás que ‘política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Você olha de novo e ela já mudou’”. Cientistas, filósofos e historiadores, sobre a realidade política brasileira expressam que: Na nossa opinião, o Brasil foi constituído a partir de uma fraca noção de identidade pública e sob a batuta de interesses privados muito fortes. O nosso estado é um estado forte demais para conceder favores e fraco demais para estabelecer com clareza os limites entre o público e o privado, especialmente para os poderosos. Fenômenos como o que assistimos na semana passada, de um ministro da Casa Civil afirmar que fez aquilo que todos fazem, isso é, negociou informações e acesso privilegiado ao estado com grandes grupos econômicos, são parte do dia a dia da política brasileira. É verdade que a opinião pública se indigna com razão a cada um destes episódios, mas a verdade é que a sua raiz reside em aspectos quase estruturais da cultura brasileira. Uma incapacidade de construir uma noção forte daquilo que é público na política. Sobre a Economia Brasileira, alguém escreveu: A economia do Brasil tem um PIB nominal de 2,39 trilhões de dólares [16] (4,14 trilhões de reais), foi classificada como a sétima maior economia do mundo em 2011, em números brutos (comparação país x país, sem considerar quantidade de habitantes) segundo o FMI (considerando o PIB de 2,39 trilhões de dólares, para 2012),[16] e também a sétima, de acordo com o Banco Mundial (considerando um PIB de 2,09 trilhões de dólares em 2010) [17] e o World Factbook da CIA (estimando o PIB de 2011 em 2,28 trilhões de dólares).[18] É a segunda maior do continente americano, atrás apenas da economia dos Estados Unidos. Com a desvalorização do real ocorrida em 2012, a economia voltou a ser a sétima do mundo.[19] Porém, segundo relatório do Fundo Monetário Internacional de 2014, o Brasil é o 62º país do mundo no ranking do PIB per capita (que é o valor final de bens e serviços produzidos num país num dado ano, dividido pela população desse mesmo ano), com um valor de US$ 11.310 por habitante. Os EUA estão em 8º lugar com US$ 54.980 por habitante, a Alemanha em 18º com US$ 44.999 por habitante, e o Japão em 25º com US$ 39.100 por habitante.[20] E Carlos Alberto Sardenberg afirmou: Calamidade pública, todo mundo sabe o que é. Chuvas, secas, uma baita epidemia. Nesses casos, os governos “decretam” a calamidade, instrumento que permite usar dinheiro não previsto no orçamento, podendo descumprir momentaneamente as regras de responsabilidade fiscal, que preveem punições para quem gastar além de determinados limites. Já esse decreto de calamidade financeira é uma invenção nacional. As finanças podem estar de fato em situação calamitosa, mas como se chegou a isso? Com a má gestão, com gastos em contínua elevação mesmo quando as receitas estavam em queda. Ou seja, total descumprimento das regras legais. Então, a Política é Nuvem? É muito ruim para o Público e o Privado? A Economia despenca? É confusa, intrusa, mal compreendida e igualmente ruim para o Privado e para o Público?

A educação e o treinamento policiais militares.

Ao assistirem ao vídeo ou veem as fotografias sobre o Treinamento Físico Programado (TFP) dos policiais, as pessoas têm entendimentos diversos. Na maioria das vezes — por desconhecerem o propósito pedagógico das diversas etapas da formação —, simplesmente criticam. No vídeo, vemos partes do desenvolvimento de um TFP, realizado por soldados alunos do Curso Técnico de Segurança Pública (CTSP), do Sétimo Batalhão, em Bom Despacho – MG. Nas fotos, há imagens de cadetes do Federal Bureaux Investigations (FBI), durante os treinamentos realizados na Academia daquela instituição, localizada em Quantico, no Estado da Virgínia. Os alunos do CSTP serão os futuros profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Os cadetes do FBI serão os futuros investigadores e analistas do Departamento Federal de Investigações dos Estados Unidos. Qual é o porquê da semelhança, na formação desses profissionais? Parece oportuna, a citação de C.S. Lewis (1898-1963): Desde que servi na infantaria, durante a Primeira Guerra Mundial, me desagradam as pessoas que, cercadas de segurança e conforto, fazem exortações aos homens na frente de batalha. A respeito desse Filósofo Cristão e Autor de “Cristianismo puro e simples” e “As Crônicas de Nármia”, dentre outras obras, Katleen Norris, assim se manifestou: Ainda rapaz, C.S. Lewis serviu nas pavorosas trincheiras da Primeira Guerra Mundial e, em 1940, quando as bombas começaram a cair sobre a Inglaterra, se alistou como oficial da vigilância antiaérea e passou a dar palestras para os soldados da Royal Air Force, homens que sabiam, com quase toda certeza, que seriam dados como mortos ou desaparecidos depois de apenas treze missões de bombardeio. Essas observações são para os que — desprovidos de argumentos factuais e manuseio inadequados de técnicas consagradas nas pesquisas científicas —, insistem simplesmente em criticar e criticar alguns aspectos da formação do profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem. Alguns desses críticos, talvez, até tiveram alguma experiência na caserna; outros, até conviveram e, quem sabe, ainda convivem nas casernas. Conhecer o verdadeiro propósito da formação de um profissional é muito importante. Principalmente se se tratar de profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, que se compromete com a proteção do seu semelhante … “mesmo com o sacrifício da própria vida”. Além disso, a incompreensão dos verdadeiros propósitos da formação do policial militar, tem motivado algumas “pesquisas”, até mesmo por mestrandos e doutorandos, divulgadas às escâncaras na web. Algumas delas não se sustentam, seja pelas considerações destacadas anteriormente, ou por mentiras descabidas, assim destacadas por João Bosco de Castro Com a mentira, inviabiliza-se o Desenvolvimento Humano, murcham-se as esperanças na Prosperidade Universal, fenecem as Ciências, titubeia a Filosofia, estultifica-se a Estética, desnorteia-se a Deontologia, arruína-se a Moral, cambaleia a Ética, atrofia-se o Pensamento, depaupera-se o Trabalho, insensibiliza-se o Patriotismo, emperra-se a Tecnologia, fulmina-se a Educação — torpedeia-se o Ensino, estupra-se a Pesquisa, invalida-se a Extensão e esfarrapa-se o Treinamento! —, desestabiliza-se o Homem, coisifica-se a Vida e sepulta-se a Verdade! Com a mentira, as Ciências Militares da Polícia Ostensiva não passam de demagógico arremedo e infame pantomima da Preservação da Ordem Pública, nas formidáveis trevas da desconfiança comprometidas com a intranquilidade. Esse caos soterra a Ciência, à míngua da Verdade! É importante ressaltar que todos os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, fizeram treinamentos físicos programados. Todos, sem exceção, tais como aqueles da cidade de Rio Verde – GO, da cidade do Rio de Janeiro-RJ  e da cidade de Belém do Pará, inclusive, o Coronel Eduardo e a Coronel Helena, dentre milhares de outros brasileiros, valentes guardiães de suas comunidades. Certamente que, não apenas o TFP, mas todas as atividades da formação policial militar devem ser conduzidas segundo os princípios que tutelam todos os direitos e a dignidade da pessoa humana. Aliás, para esse mister, aos líderes condutores das atividades, a lição de João Bosco de Castro quando afirma que: Comandante não é quem manda com… Tal arranjo etimológico não passa de trança retórica, troça de enganador. Só os malpreparados mandam: com alguém, ou sem ninguém, ou com seus botões!… Mandar é medíocre. Orientar é sublime. Comandar, como ducar, ou educar, é excelso e necessário, […].

Coronel PM Helena Chefia o Gabinete Militar do Governo de São Paulo.

A Coronel PM Helena dos Santos Reis foi recentemente empossada no cargo de secretária da Casa Militar do Governo do Estado de São Paulo, substituindo o Coronel PM José Roberto Rodrigues de Oliveira. É também a Coordenadora Estadual de Defesa Civil e segunda mulher a desempenhar essas funções. No seu discurso de posse, a Coronel PM Helena assim manifestou: Socorrer pessoas, lidar diretamente com perdas, conviver com a morte, reduzir sofrimento, trazer a luz uma criança, deter quem ameaça inocentes, quem corrompe a vida, a juventude e compromete o futuro das nossas crianças por meio das drogas. Além de parar aquele que agride a mulher e que discrimina o diferente…nunca perder a humanidade, a delicadeza, a amizade, o sentido de família e solidariedade. Nunca esquecer que hierarquia das nossas funções nos diferencia mas a fragilidade da vida nos iguala. A Coronel PM Helena é natural de São José do Rio Preto. Concluiu o Curso de Formação de Oficiais, no ano de 1989, na Academia do Barro Branco, onde realizou os outros cursos que favoreceram o acesso à brilhante carreira. Serviu  na região central da capital paulista, até 1995, quando foi transferida para Catanduva. Chefiou a Terceira Seção do Estado Maior Estratégico da Corporação e foi promovida ao posto de Coronel PM, em março de 2015. Comandou a Escola Superior de Sargentos (ESSgt) e o Comando do Policiamento do Interior 5, na sua cidade natal.

Novas perspectivas para o policiamento.

Na série de estudos sobre Novas Perspectivas Para o Policiamento, Anthony A. Braga apresentou, em setembro de 2015, um artigo intitulado Crime e Policiamento Revisitados. No artigo, há aspectos informativos da temática ora destacada, no contexto das Primeira e Segunda Seções Executivas dos acadêmicos que integram o Program in Criminal Justice Policy and Management, de Haward Kennedy School e do National Institute of Justice (NIJ). No texto analisado, Braga (2015) inicia indagando se a polícia pode reduzir o crime? Posteriormente, ressalta duas considerações. A primeira, de 1991, considerava que a redução do crime ocorreria simplesmente como sendo no olho do espectador. A segunda, de 1992, sustentada pelos argumentos de estudos científicos de vários criminologistas e policiólogos, indicava que a polícia não era capaz de reduzir o crime. Entretanto, se houvesse a mudança de abordagem para o controle e a prevenção do crime, os resultados poderiam sem promissores. A proposta estratégica considerou então que as iniciativas de resolução de problemas para enfrentar as situações correntes, mediante ações de um policiamento comunitário, mais próximo dos locais de ocorrência dos eventos críticos, com a apreensões de reincidentes e a constante busca de informações fornecidas pelas pessoas da comunidade. As discussões acadêmicas iniciadas em 1992 aconteceram até meados de 2008. Verificaram-se que os resultados foram exitosos, segundo Braga (2015). Mostraram um crescimento das experiências vividas, compartilhadas e consolidadas num conhecimento plausível e comprovado cientificamente, evidenciando que os profissionais responsáveis pelo policiamento discutiram e implementaram estratégias inovadoras de prevenção da criminalidade. Isso indicou que a polícia pode reduzir a criminalidade, desde que utilize uma abordagem centrada na resolução de problemas de criminalidade recorrentes, envolva a comunidade e uma diversidade de parceiros a fim de implementar estratégias e táticas apropriadas e adaptadas às condições aos problemas criminais emergentes. Mas, na segunda Sessão Executiva, em 2008, iniciaram-se novas discussões, com o propósito de verificar, não mais centrado na questão de saber se as ações efetivas do policiamento no controle da criminalidade influenciavam no aumento ou na diminuição. A questão proeminente indagava se o comprometimento do profissional de policiamento, nas práticas eficazes de prevenção da criminalidade, concorria para a resolução de problemas na comunidade e, se mantinha a mesma abordagem flexível e adaptável, diante da evolução dos problemas de criminalidade. Braga (2015) enfatiza que, entre a primeira e segunda Sessões Executivas, as diferenças radicais na natureza das conversações policiais foram resultado de um período sem precedentes de inovação policial e crescimento concomitante em pesquisa sistemática de avaliação sobre a funcionalidade da polícia na prevenção da criminalidade. O autor destaca, então, sobre o: que se sabia sobre a polícia e a prevenção do crime, na época da primeira Sessão Executiva e o que se propunha então como novas e promissoras formas de a polícia reduzir a criminalidade. Entre os anos 90 e 2000, os pesquisadores exploraram a eficácia dessas novas ideias para a redução do crime. Os desafios à noção de que estratégias de policiamento inovadoras geram ganhos de redução do crime são então revistos. O ensaio conclui oferecendo duas ideias centrais, sobre a continuação de políticas eficazes de prevenção do policiamento na criminalidade, sugeridas pelos participantes da segunda Sessão Executiva e apoiadas por evidências de pesquisa existentes. Foram analisados diversos aspectos assim destacados: O que se sabia sobre o policiamento, antes da primeira Sessão Executiva. O que foi proposto para o policiamento, na primeira Sessão Executiva. O que foi aprendido sobre o policiamento, após o encerramento da primeira Sessão Executiva. O trabalho do policiamento e segurança pública, na segunda Sessão Executiva. Cada um desses tópicos serão oportunamente destacados em novos posts. Fonte: Braga, Anthony A. Crime and Policing, Revisited. New Perspectives in Policing Bulletin. Washington, D.C.: U.S. Department of Justice, National Institute of Justice, 2015. NCJ 248888

PMs mortos e ferido no Estado da Bahia

Registramos a ação corajosa dos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública e integrantes da 38ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM). Na noite e madrugada do último domingo (22), no município baiano de Bom Jesus da Lapa, no Vale do São Francisco, os militares conseguiram evitar ações danosas ao patrimônio e pessoas daquela localidade. Lamentavelmente, durante o desenrolar da operação policial militar, foram mortos pelos criminosos os seguintes profissionais: Soldado PM Everton Oliveira de Santana, 26 anos, 38ª CIPM, 1 ano e oito meses de serviço; Soldado PM Gilberto Lemos Silva Júnior, 28 anos, 38ª CIPM, 1 ano e sete meses de serviço. Um outro policial militar teria ficado ferido mas não corre risco de vida. O Comando da Polícia Militar da Bahia expediu a seguinte: NOTA DE PESAR É com doloroso pesar que a Polícia Militar da Bahia lamenta profundamente a perda dos policiais militares Everton Oliveira de Santana e Gilberto Lemos Silva Júnior que morreram nesta madrugada (23), no município de Bom Jesus da Lapa, durante o desempenho da nobre missão de proteger a sociedade baiana. Os policiais impediram bravamente uma ação criminosa no centro da cidade e trocaram tiros com homens armados. Um terceiro policial militar que integrava a guarnição ficou ferido e o quadro de saúde dele é estável. Os soldados Everton e Gilberto foram levados como reféns e assassinados covardemente pelo grupo criminoso. A Polícia Militar está enlutada e compartilha com as famílias e amigos a dor da perda de dois irmãos de farda, ao tempo que informa a adoção de todas as medidas operacionais para identificar e prender os autores deste crime. O sepultamento dos soldados Everton Oliveira de Santana e Gilberto Lemos Silva Júnior será realizado às 9h desta terça-feira (24), no cemitério Parque Verde, em Bom Jesus da Lapa, a 796 quilômetros da capital baiana. O soldado Gilberto Lemos Silva Júnior, 28 anos, integrava há um ano e sete meses as fileiras da corporação e o soldado Everton Oliveira de Santana, 26 anos, há um ano e oito meses. Nossas condolências aos queridos familiares e aos profissionais baianos pela perda os entes queridos e colegas de farda!

Estupro coletivo de uma mulher, em Upsala, na Suécia.

Um apartamento na cidade sueca de Upsala, a 86km de Estocolmo, na madrugada do último domingo (22), teria sido palco de cenas horríveis de um estupro coletivo. Três homens são os suspeitos do suposto crime. A vítima é uma mulher de 31 anos e todos os seus agressores são mais jovens do que ela. Josefine Lundgren, de 21 anos, segundo o Jornal Mail Online, seria uma das expectadoras do vídeo, transmitido, via FaceBook Live. A jovem teria dito à polícia que assistiu as cenas quando a vítima foi violentamente desnudada e depois ser agredida sexualmente por vários homens armados. Disse também que o ataque só terminou várias horas depois, quando a polícia chegou, por volta das 8h24min, na manhã daquele domingo e desligou a webcam. Lisa Sannervik, do Centro de Comando da Polícia, solicitou à comunidade para não divulgar o vídeo, pois quem assim procedesse cometia Crime de Calúnia upsalense, prejudicaria s investigações, inclusive a prisão dos suspeitos, além de ofender e macular mais ainda a imagem da mulher vitimizada. Solicitou a quem possuísse as filmagens para enviá-las à Agência Policial. Na tarde dessa segunda-feira (23), numa coletiva à imprensa de Upsala, o Vice-Procurador-Geral Magnus Berggren teria declarado que três homens estavam presos, um sob causa provável e dois sob suspeita razoável. No local do crime, o material apreendido não contém o registro de todo o episódio filmado. Por isso, o Procurador-Geral Adjunto apelou também ao público para não divulgar o vídeo, reforçando a possibilidade de prática crime quem assim procedesse. Há outras imagens sendo veiculadas na web. Este Pontopm omite em divulgá-las, acatando ao que foi dito pelas autoridades responsáveis pela proteção dos upsalenses.

O Adeus à Sofia – Vítima de uma bala perdida

Os veículos de comunicações brasileiros noticiam, desde a noite do último sábado (21), a fatalidade que ceifou a vida de Sofia Lara Braga. Nos destaques do vídeo publicado no Boletim de Notícias da Globo News e na Folha de S. Paulo, observamos que a garotinha, acompanhada dos pais e avós, brincava tranquilamente, juntamente com outras crianças, num parquinho de uma lanchonete localizada na Avenida Monsenhor Félix do bairro do Irajá, na cidade do Rio de Janeiro-RJ. De repente, a via de acesso a aquele local tornou-se palco de mais uma dramática cena de violência. Informações dão conta de que Thiago Rodrigues dos Santos teria subtraído um veículo automotor. O infrator foi perseguido por profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Nas imediações da localidade acima, ouviu-se um tiro e o veículo roubado teria capotado, culminando-se com a prisão do criminoso. Sofia Lara Braga, uma linda garotinha de dois anos e sete meses, não resistiu o ferimento provocado pelo disparo ), os pais, avós, parentes e amigos acompanharam consternados o sepultamento da garota Sofia.O pai de Sofia, Felipe de Souza Amaral Fernandes, que é profissional de polícia ostensiva e da preservação da ordem pública, ficou abalado com a perda da única filha. Valente e com o senso de proteção da vida humana,conduziu a pequena sofia em busca do socorro necessário. Não alcançou o resultado esperado e desabafou: “Eu não acreditava que isso estivesse acontecendo comigo. Eu convivo com o perigo, mas nunca imaginei isso acontecendo com ela. Eu sempre imaginei isso pra mim, com ela me perdendo, do que eu a perdendo”. O Sepultamento de Sofia ocorreu num clima de muita tristeza, mas com muita fé e esperança manifestada pelos parentes e amigos. Muito emocionada, a mãe de Sofia teria manifestado no Facebook, que: “Deus me deu, Deus tomou. Hoje eu perdi o meu anjo. Um anjo que com 2 anos e 7 meses, me ensinou as melhores coisas da vida. Me ensinou a amar, me ensinou a viver, me ensinou o que é ter uma amiga de verdade… amigas pra sempre, como ela mesma dizia. Ela foi o melhor de mim, era o meu grude, era a minha vida!”

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