Na Academia da Polícia Militar do Maranhão, foi realizada mais uma formatura de Aspirantes
No portal da Polícia Militar do Estado do Maranhão (PMMA), há uma notícia sobre da formatura, após a conclusão do Curso de Formação de Oficiais, e a declaração dos novos aspirantes. Na presença das autoridades destacadas, os novéis profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública se comprometeram, após ser declarados aspirantes a oficiais policiais militares, desempenharem suas funções, notadamente na liderança de seus comandados, nas múltiplas atividades atribuídas à PMMA. Leia mais informações, na notícia transcrita a seguir: A Academia de Policia Militar Gonçalves Dias (APMGD), realizou a formatura de declaração dos Aspirantes Miguel Bispo Costa Leite Junior e Annalya Sousa Coimbra, no Ginásio do Quartel do Comando Geral da PMMA. A solenidade aconteceu às 7h, de segunda-feira (03), e contou com a presença do subcomandante geral da PMMA, coronel Luongo, o comandante da APMGD, coronel Sá, do tenente coronel Ribamar, tenente coronel Borba Lima, major Anselmo, major Andre e demais oficiais do corpo docente da APMGD e outros oficiais e praças da PMMA, além dos convidados que abrilhantaram a solenidade. Fonte: PMMA.
Em Rondônia, policiais militares do 3º Batalhão de Polícia Militar fazem palestras de crimes no trânsito
Os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública que atuam nas atividades de polícia de trânsito, na Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), estão certos de que as ações preventivas são mais eficazes do que as repressivas. Além disso, negligência, imprudência e imperícia na condução de veículos, sem a observância das normas previstas no Código de Trânsito Brasileiro, têm concorrido para o aumento das vidas ceifadas no trânsito. Nesse entendimento, os policiais militares e os membros do Poder Judiciário Local se unem para ministrar diversas palestras educativas aos cidadãos, inclusive, “a sentenciados pela Justiça em razão de condenação por crimes de trânsito, em especial os de embriaguez na direção.” Leia mais informações, na notícia publicada, no portal da PMRO, e transcrita a seguir: Policiais do Pelotão de Trânsito (PTRAN) realizaram palestra educativa a sentenciados pela Justiça em razão de condenação por crimes de trânsito, em especial os de embriaguez na direção. Reunião aconteceu na última sexta-feira (30/06) na sala de instrução da sede do 3º BPM. Em parceria com o Poder Judiciário local, o Pelotão de Trânsito aplica mensalmente as palestras educativas, nas quais são abordados diversos temas relacionados ao trânsito como a Direção Defensiva, Cidadania, Participação Social, Conceito de Mobilidade Urbana, Legislação e Psicologia no Trânsito. A palestra procura demonstrar aos participantes, por meio de apresentação de dados estatísticos e estudos, a importância do cumprimento da legislação quando na direção de veículo os efeitos maléficos da combinação álcool e direção, uso do cinto de segurança, uso de celular enquanto se dirige e todas as consequências legais de tais atos. Procura-se ainda demonstrar a real motivação do legislador quando da elaboração de alguns princípios previstos no Código de Trânsito Brasileiro de 1997 e a essencial importância da fiscalização de trânsito, de forma a contextualizar os participantes dentro do papel do exercício da Cidadania. Outro objetivo da palestra também é se evitar a reincidência desses infratores, mediante uma troca de experiência entre os participantes, a fim de se despertar na consciência de cada um a estima pela prática de um trânsito mais seguro, desenvolvendo o bom relacionamento entre a própria Polícia Militar e a sociedade. Dessa forma, os policiais do 3º BPM, por meio do policiamento especializado procuram trabalhar em todas as frentes de combate aos crimes e infrações de trânsito, de forma a se completar o ciclo: a frente a educativa, a preventiva e a repressiva. Fonte: PMRO.
Polícia Militar do Distrito Federal realizou caminhada contra drogas, no parque da cidade
No portal da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), foi publicada uma notícia sobre “a 1ª Caminhada Proerd ‘Caindo na Real’”. Há mais informações, sobre o evento realizado, na notícia transcrita a seguir: A Polícia Militar do Distrito Federal, aderindo a Campanha Internacional de Prevenção às Drogas e a Violência da Organização das Nações Unidas, promoveu a 1ª Caminhada Proerd “Caindo na Real”, na manhã deste domingo (02). A concentração foi às 8h, no estacionamento 12 do Parque Ana Lídia. O objetivo da Caminhada Proerd é sensibilizar e convidar a população para juntos estimularmos hábitos saudáveis e estratégias para que as crianças se mantenham seguras e longe de riscos. Foi um dia cheio de atividades. Foram realizadas diversas atividades desportivas e culturais como exposição de viaturas e de helicóptero, apresentação de zumba, fit dance, oficina de lutas (Muay Thai, Jiu Jitsu, Karatê, Krav Maga e Roda de Capoeira), apresentação do Teatro de Fantoches Proerd e Teatro Rodovia, Cross Police e ainda um ponto de coleta de baterias e pilhas. De acordo com a Comandante do Centro de Politicas Públicas da PMDF (CPP), coronel Andréia Gonçalves Bastos Lemos, a caminhada visa conscientizar os participantes para a necessidade de se manterem longe das drogas e serem propagadores de uma cultura de paz, com vistas a criarem um ambiente mais solidário e fraterno no DF. Os mascotes da PMDF, Leão Daren, que chegou na aeronave da corporação, o Lobo Guará e a Faixa de Pedestres fizeram a alegria da garotada e participaram da caminhada que teve o percurso de 1 Km. O espaço dispôs de uma tenda onde foram recebidos alimentos não perecíveis, agasalhos e cobertores que serão distribuídos às comunidades terapêuticas de tratamento para dependentes químicos credenciados no CONEN-DF. “Vamos tentar potencializar esta campanha, porque ela atua na prevenção primária do crime. Além disso, ações como esta promovem a aproximação da polícia com a sociedade”, afirmou o Comandante Geral da PMDF, Coronel Marcos Antônio Nunes de Oliveira.
Em Camboriú (SC), policiais militares participam de aulas de boxe com jovens expostos à situação de risco social
Nas ações de polícia comunitária, uma das estratégias que vem sendo vitoriosa, foi adotada pelos membros do 12º Batalhão de Polícia Militar, da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), com sede em Camboriú. A iniciativa consiste na manutenção de uma academia de aulas de boxe, mediante parceria daquela unidade operacional de polícia militar, com um professor que detém a expertise e se dispõe a ensinar garoto(a)s em situação de risco social. Com isso, os participantes ficam menos expostos e “longe das drogas e violência” destacou a notícia publicada no portal da PMSC. Leia mais informações, na notícia transcrita a seguir: Para manter crianças, adolescentes e jovens longe das drogas e violência, é preciso dar alternativas a eles. Pensando nisso, o 12º Batalhão de Polícia Militar (BPM) abriu a sua academia para aulas gratuitas em parceria com o professor Whesley Presunto Hernandorena, profissional com mais de 14 anos de experiência no boxe. A parceria visa à inclusão social, além de ocupar melhor o tempo de crianças e adolescentes da comunidade, dando uma oportunidade de praticar algum tipo de esporte. Nesse contexto, o 12º BPM está trabalhando esse estigma, abrindo suas portas para uma interação comunitária, quebrando medos e barreiras, onde alunos e policiais militares treinam juntos. Qualquer pessoa com no mínimo 10 anos nde idade pode se inscrever nas aulas de boxe, que acontecem de segunda a sexta-feira, no horário das 14h às 15h. Segundas e quartas-feiras, das 19h até às 20h. Terças, quintas e sextas-feiras, das 19h30 ás 20h30. No horário noturno é apenas para os alunos do sexo masculino e na parte da tarde para ambos os sexos. Ao abrir as portas para a juventude, o 12º BPM está, literalmente, lutando junto por um caminho melhor. Fonte: PMSC.
No Rio de Janeiro, o comandante-geral reafirma que a Polícia Militar não desiste e não desistirá de defender a sociedade
a Polícia Militar não desiste e não desistirá de defender a sociedade. Se desistirmos dessa luta, estaremos cedendo terreno para a expansão dos tentáculos do crime organizado, que, infelizmente, ainda mantém sob seu jugo milhões de cidadãos de bem. A omissão nesse caso seria uma inversão de valores. O texto ora destacado foi retirado de mais um artigo da autoria do coronel Wolney Dias, comandante-geral da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ). No artigo, o comandante Wolney sintetiza a realidade vivida pelos cidadãos cariocas em meio ao cruento cenário, palco de uma batalha hercúlea: de um lado, o crime organizado, cada vez mais potencialmente bélico; e, do outro, comunidades e Estado mais desorganizados, em consequência de “educação de baixa qualidade, crise econômica, desigualdade social, legislação obsoleta, desordem urbana, impunidade…”. Porém, não há, na ação de comando daquela Instituição Militar Estadual, nenhum sinal de enfraquecimento! Ao contrário, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública não desistirão, nem cederão “terreno para a expansão dos tentáculos do crime organizado”, pois a “omissão nesse caso seria uma inversão de valores.” Leia mais informações, no artigo publicado, no portal da PMERJ, transcrito a seguir: Temos recebido críticas sobre o enfrentamento armado entre policiais militares e quadrilhas de traficantes de armas e drogas que, há décadas, estão entrincheirados nas comunidades carentes. Adotamos como uma de nossas estratégias de segurança evitar ao máximo situações de confronto, justamente para preservar vidas e evitar efeitos indesejáveis – suspensão de aulas, fechamento de estabelecimentos comerciais e o pânico entre moradores. Sempre que possível, planejamos nossas operações, com levantamento prévio do ponto a ser abordado e incursões fora horário de entrada e saída escolar. Contudo, nem sempre essa estratégia pode ser adotada. Em muitos casos, somos obrigados a intervir para pôr fim a uma guerra entre traficantes de facções rivais ou entre traficantes e milicianos. São pedidos de socorro que recebemos diariamente, pelo serviço 190, de moradores e vizinhos dessas comunidades. Da mesma forma, não podemos cruzar os braços quando, por exemplo, uma base de UPP é atacada. Entendemos e compartilhamos com toda população do nosso estado o clamor pelo fim dos confrontos armados. Mas não podemos aceitar que a mensagem “parem de atirar” seja endereçada à Polícia Militar. Nossa Corporação não pode ser responsabilizada pela inaceitável quantidade de armas em poder dos criminosos. Somente este ano, apreendemos quase 250 fuzis. Da mesma forma, nossa Corporação não pode ser cobrada por outros fatores que impulsionam a violência – educação de baixa qualidade, crise econômica, desigualdade social, legislação obsoleta, desordem urbana, impunidade… Apesar todas as dificuldades, com a perda de efetivo e de recursos materiais, a Polícia Militar não desiste e não desistirá de defender a sociedade. Se desistirmos dessa luta, estaremos cedendo terreno para a expansão dos tentáculos do crime organizado, que, infelizmente, ainda mantém sob seu jugo milhões de cidadãos de bem. A omissão nesse caso seria uma inversão de valores. Fonte: PMERJ.
“Comunicar-se não é falar bonito, mas ser compreendido”
“Uma carta ao ‘Dotô Adevogado’” foi publicada, na JusBrasil, por Eloy Banzi, com o seguinte teor: Caro Dotô. Lhe iscrevo purque tive arguma vergonha de fala pessoarmente, mas arguma coisa sucede e priciso disabafá. Dispois que falei meu causo, o sinhô disse que pricisava entrar com uma tar de ação. Pircebi que o sinhô intendia bem do que tava falando, purque sempre falô umas coisas bunita e difícil. Mas ai que tá, dotô. Fiquei tão basbacado com as palavra difíciu, que saí só sorriso do iscritório, mas quando cheguei em casa, pircibi que que saí rindo, mas num intendi nada de nada. A muié me pregunto como que foi com o Dotô, eu disse que foi tudo bem, que o dotô é muito bão e ia resorvê nossa pendenga. Mas aquilo fico dentro de mim, num intendi e resorvi lhe pregunta. Te liguei quele dia, lembra? Pidindo umas expricação. O sinhô falô bunito dinovo, otra veiz fiquei bobo, mas o pobrema, Dotô… É que num intendi nada traveis. O sinhô falô que pricisava fazê um tal de piticionamento, que ia despacha arguma coisa. Fiquei té preocupado, num sabia que o dotô mexia com essas coisa de despacho não. Então dotô, assim foi toda veiz que a gente se falava, o sinhô expricava e eu num intendia nadica. Pensei em ir ai traveis, mas imaginei que ia contecê dinovo. Ai eu resorvi te manda essa carta, purque anssim o sinhô pode se prepara mió pra lidá com eu. Discurpa a dificurdade dotô, mas vô gradece muito se o sinhô pudesse expricá mais simpres pra nóis. Sei que o sinhô sabe fala bunito por dimais, mas comigo num carece disso não… Priciso msm só sabê pra que serve essa tar de ação. – Caros colegas, vale muito a reflexão! Muitas vezes a profissão nos leva ao vício do “juridiquês”, esquecemos que o cliente não tem obrigação de entender a linguagem utilizada no universo jurídico. Por isso é tão importante sabermos falar da maneira mais clara possível. Comunicar-se não é falar bonito, mas ser compreendido. Fica o alerta aos profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública que, na prestação dos serviços públicos, têm, na comunicação, considerável parte. Fonte: texto (Jusbrasil) e foto (Buskaki)
2.657,4 Kg de drogas foram apreendidos pelos policiais militares sul-mato-grossenses, na MS 380
Os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul (PMMS) registraram mais uma ação bem-sucedida, com a apreensão de “89 fardos de uma substância aparentando ser maconha, com peso total de 2.657,4 Kg.” A ação dos policiais militares, sempre presentes e atuantes, nas rodovias sul-mato-grossenses significa que menos quase 3 toneladas de drogas não serão distribuídas, em solo brasileiro, ou em localidades estrangeiras, considerando que o destino seria “o Porto de Paranaguá, PR.” Leia mais informações na notícia publicada, no portal da PMMS, e transcrita em seguida: Ponta Porã (MS) – Policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam na manhã de domingo (2) por volta das 7h, um caminhão trator Scania, de cor branca com placa de Caxias do Sul, RS acoplado a dois semirreboques transportando 89 fardos de uma substância aparentando ser maconha, com peso total de 2.657,4 Kg. A apreensão ocorreu durante abordagens do bloqueio policial para fiscalização na rodovia MS 380. O condutor do veículo, um homem de 41 anos de idade despertou a atenção dos policiais ao passar em alta velocidade na rodovia. Após a abordagem, os policiais encontraram durante buscas no interior do compartimento de carga o entorpecente que teria como destino o Porto de Paranaguá, PR. O condutor, o caminhão e o entorpecente foram entregues na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) para os procedimentos legais. Fonte: PMMS.
Polícia Militar do Amazonas homenageia o Corpo de Bombeiros Militares!
No seu Facebook, com a foto destacada a seguir, a “Polícia Militar do Amazonas parabeniza todos os Bombeiros!” Fonte: PMAM.
Policiais militares cearenses participam de ações pacificadoras em partida de futebol
A Polícia Militar do Ceará em parceria com o Fortaleza Esporte Clube promoveu, na noite deste domingo (02), ações pacificadoras na partida de futebol entre Fortaleza e Confiança. As ações contaram com 10 policiais militares, além de humoristas, universitários do curso de educação física, voluntários e crianças do projeto “bate lata”. Os policiais militares do Programa Educacional de Resistência as Drogas (Proerd), recepcionaram os torcedores com cumprimentos e abraços, além de reafirmar a importância de um jogo sem violência, enquanto isso humoristas tornavam o ambiente descontraído, trazendo alegria aos leoninos e um ambiente mais tranqüilo. Juntamente com os policiais, membros de comunidades e de igrejas distribuíram abraços grátis na chegada. As crianças entraram com jogadores do Fortaleza e do Confiança. Os meninos e meninas do “bate lata” tocaram o hino em batuque, além de se apresentarem no intervalo. O objetivo é melhorar o clima do estádio em relação ao comportamento da torcida e mostrar aos torcedores que tem medo de freqüentar o campo de futebol que o jogo não será violento. De acordo com o Tenente Coronel Plauto, as pessoas enxergam um cenário de “estética da violência” no momento em que estão chegando ao local da partida. “Nós vamos realizar mudanças para desconstruir esse cenário e montar outro, são ações no entorno e dentro do estádio”, afirma o Oficial. Na chegada dos torcedores não foram os seguranças terceirizados que orientaram o público, mas os “orientadores de público”, no modelo da Fifa na Copa do Mundo, composto por universitários do curso de educação física. Para Heleza Souza (52), torcedora do Fortaleza, a ação é fantástica porque aproxima ainda mais a Polícia Militar da população. “Quando a gente vê os policiais na entrada para fazer a revista já ficamos com medo, mas dessa vez fui surpreendida com o abraço”, afirmou. No intervalo da partida o 3º Sargento Albano e o Capitão Lutiane foram presenteados com uma camisa oficial do time do Fortaleza como uma forma de agradecer a presença da PMCE no estádio e valorizar ainda mais nossos policiais. As camisas foram entregues pelo Secretário Executivo da PMCE, Coronel Carvalho Moura e o Presidente do Fortaleza Esporte.
“Ex-ministro Geddel Vieira Lima é preso pela Polícia Federal na Bahia”
Notícia publicada pelo O GLOBO, nesta terça-feira (03), às 16:51 horas, informa que o “Ex-ministro Geddel Vieira Lima é preso pela Polícia Federal na Bahia”, com o destaque de que o “Ex-ministro estaria tentando obstruir investigação da Caixa”. Leia mais, no seu inteiro teor, a notícia transcrita a seguir: BRASÍLIA – O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi preso nesta segunda-feira. Segundo a Procuradoria República no Distrito Federal, a prisão é de caráter preventivo e tem como fundamento elementos reunidos a partir de informações fornecidas em depoimentos recentes do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva, sendo os dois últimos, em acordo de colaboração premiada. No pedido enviado à Justiça, os autores afirmaram que o político tem agido para atrapalhar as investigações. O objetivo de Geddel, segundo o Ministério Público Federal (MPF), seria evitar que o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o próprio Lúcio Funaro firmem acordo de colaboração com o MPF. Para isso, tem atuado no sentido de assegurar que ambos recebam vantagens indevidas, além de “monitorar” o comportamento do doleiro para constrangê-lo a não fechar o acordo. Na petição apresentada à Justiça, foram citadas mensagens enviadas recentemente (entre os meses de maio e junho) por Geddel à esposa de Lúcio Funaro. Para provar, tanto a existência desses contatos quanto a afirmação de que a iniciativa partiu do político, Funaro entregou à polícia cópias de diversas telas do aplicativo. Nas mensagens, o ex-ministro, identificado pelo codinome “carainho”, sonda a mulher do doleiro sobre a disposição dele em se tornar um colaborador do MPF. Para os investigadores, os novos elementos deixam claro que Geddel continua agindo para obstruir a apuração dos crimes e ainda reforçam o perfil de alguém que reitera na prática criminosa. Por isso, eles pediram a prisão “ como medida cautelar de proteção da ordem pública e da ordem econômica contra novos crimes em série que possam ser executados pelo investigado”. Com a prisão de Geddel, passam a ser cinco os presos preventivos no âmbito das investigações da Operação Sépsis Cui Bono. Já estão detidos os ex-presidentes da Câmara, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o doleiro Lúcio Funaro e André Luiz de Souza, todos apontados como integrantes da organização criminosa que agiu dentro da Caixa Econômica Federal (CEF). No caso de Cunha, Alves e Funaro, já existe uma ação penal em andamento. Os três são réus no processo que apurou o pagamento de propina em decorrência da liberação de recursos do FI-FGTS para a construção do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Além deles, respondem à ação, Alexandre Margoto e Fábio Cleto. No pedido enviado à Justiça, os autores afirmaram que o político tem agido para atrapalhar as investigações. FOnte: O GLOBO.
