Clarificando o Conhecimento
Passadas as explicações preliminares, buscamos clarificar o Conhecimento, como componente da descrição da inteligência da humanidade. Para clarificar o processo da construção do Conhecimento naqueles que se propõem a isso se permitir; devem, reportar-se a algo que fizeram ou fazem cotidianamente. Tais ações correspondem a ler um livro, assistir a um filme, ir a uma peça de teatro ou assistir a uma partida de futebol, coisas do prazer; ou mesmo para aqueles que professam uma religião, ir à missa, assistir ao culto ou ler o seu livro sagrado. Quando iniciamos estas ações, o primeiro minuto é parte do tempo que mais demora a passar. Isso porque estamos recebendo informações atualizadas pelo nosso cérebro. Então, na medida que o tempo passa, menos nos apercebemos dele porque o nosso cérebro está processando as informações buscando antecipar as conclusões finais. Na verdade, todos os minutos se passam na mesma intensidade de tempo. O nosso cérebro, com menos informações a processar e no estado de ócio, deixa se influenciar pelo tempo. Em síntese, a única dimensão que prova a nossa existência. Na medida que o tempo passa criamos uma relação com essa dimensão que cada vez mais nos empurra para distante do início da especulação do Conhecimento. Criamos a falsa ideia de que há um passado, um presente e um futuro. Na verdade, só temos o presente, as informações pretéritas fazem parte de um conjunto de experiências que só têm validade no tempo presente. O tempo que virá, quando vivido, não se classifica como futuro, mas o presente de uma possibilidade trabalhada e sustentada por informações pretéritas. A base de formação de todo o Universo, sustenta-se pela perenidade que só se manifesta naquilo como conhecemos. Isso ocorre nos reinos animal, vegetal e mineral. No reino mineral, susceptível de fluidez passada e futura, isto é, somente aqueles minerais que possam ser transformados inúmeras vezes. São excluídos, nesse caso, os minerais fruíveis e irreversíveis, como a água, o petróleo, o mercúrio, os radioativos, dentre outros. Os vegetais e animais não guardam as características da perenidade pela vulnerabilidade de suas composições. A produção do Conhecimento é uma função própria do homem porque pressupõe a validação das informações sensoriais. A partir desse Conhecimento o homem cria mecanismos de difusão e perpetuação do que se conhece. As formas primárias de difusão do conhecimento se manifestam, nos dias de hoje, onde tribos ainda não civilizadas e nem mesmo contatadas — como é o caso da Amazônia Sul-americana — utilizam a pintura rupestre como informação dos locais de caça, pesca e agricultura. O Conhecimento da humanidade sobre o planeta em que vive é algo distante das potencialidades. Distante das informações disponíveis, dos acessos necessários à compreensão do ambiente, pois demanda compreensões sobre o ainda não compreendido. Requer maturidade para saber ler as informações do ambiente e sentir o que o planeta tem a dizer. É necessário ao ser humano o nível de sensibilidade próprio daqueles cujo a transmissão do Conhecimento se faz pela via genética. É preciso ao ser humano algo não disponível em registros históricos e que no presente momento pela necessidade de digitalizar as informações, afasta-se cada vez mais da perpetuação da informação. O homem criou mecanismos para decifrar códigos antigos e se viu capaz de criar mecanismos de comunicações com gerações sucessoras. O homem criou máquinas para difundir o Conhecimento Criou os meios para perpetuar o conhecimento acumulado e transmissível de geração em geração. No entanto, o homem contemporâneo vem perdendo essa capacidade de transmissão do Conhecimento na forma física, quando cria mecanismos digitais de arquivo das relações sociais. Assim, o homem põe, à mercê das probabilidades, a perpetuação do Conhecimento. Perde-se o registro histórico, perde-se a história oral, perde-se a compreensão do mundo e retorna-se à barbárie. O Conhecimento, por ser um processo que tem a capacidade de se transformar, aperfeiçoar, atualizar e reconstruir, precisa de ser constantemente alimentado. Seja pela especulação, pelo discurso, pela praxe, pela retórica, pelo proselitismo e principalmente pela negação como instrumento de controle da vaidade. O Conhecimento deve prover à sua existência que é fazer crescer a humanidade e não encontrar fora disso qualquer outra destinação. O Conhecimento não pode ser vaidade, aquele que busca o Conhecimento deve saber que é apenas um instrumento para o crescimento da humanidade. Deve compreender que aquilo que acumulou nada mais é do que a sua visão do problema, que ele não é essencial, o essencial é o Conhecimento, que o seu fim é criar condições para que outro desenvolva uma visão mais acertada, condizente, factível e necessária ao crescimento da humanidade naquele momento. Dar a Conhecer é um exercício que encerra um conjunto de valores — próprio das relações entre os homens — e de virtudes próprias da relação entre aquele que almeja o Conhecimento e o Conhecimento que se estrutura. O Conhecimento não é uma futilidade porque não é apenas uma questão de apropriação. É uma essencialidade, pois requer ser alimentado pelo prazer das construções e reflexões do pensamento. Requer que o ócio próprio de quem a ele possa contribuir não seja consumido por questões pessoais, mas por questões que busquem confortar a humanidade, que busquem criar alternativas para, de alguma forma, melhorar o ambiente que se vive, acima de tudo buscar um novo homem. O Conhecimento não deve ser fruto do confronto. Deve ser fruto de um pensamento limpo, desprovido de raiva, ira, maldade. Deve ser livre de qualquer outra confrontante que leve à perda do senso crítico. Que influencie ou tencione distorcer o caráter de pureza que lhe permeia. O Conhecimento não coloca em dúvidas a validade do que se pretende construir. Não se revela falho pela não observância de princípios construtivos da criticidade, da razoabilidade, da factibilidade e da aplicabilidade que se busca como acúmulo de informações preteridas validadas e condizentes com uma resposta propícia ao crescimento da humanidade. O embate não constrói, ao contrário destrói o Conhecimento. Temos a obrigação de compartilhar o Conhecimento e a obrigação — não só moral, como também ética — de compartilhar como condicionante de
Construindo a Descrição do Conhecimento
Conhecimento é um processo de validação da informação que chega ao nosso cérebro. Consiste numa análise de informações pretéritas acumuladas a partir da exposição do cérebro às experiências dos nossos terminais sensoriais. E favorecem a(o) audição, visão, olfato, tato e paladar. Assim, o cérebro cruza as informações obtidas, e, possibilita muitas conclusões, a partir do estoque de experiências acumuladas. As experiências acumuladas não se encerram nos simples fatos de seus registros. Mas, a partir dos terminais sensoriais, multiplicam-se, em progressão geométrica. Procuram respostas ao infinito cruzamento de variáveis que se processa no nosso cérebro. E encontram respostas para todos os fenômenos que são observados e/ou sentidos na natureza. O nosso cérebro precisa de estímulos, para produzir o Conhecimento.Na medida que nos distanciamos dos estímulos, nos distanciamos do Conhecimento. Dar a Conhecer é uma função adquirida pelo correto emprego dos estímulos. Cruzar informações, numa velocidade não medida, favorece o aumento do estoque de Conhecimento. Como qualquer outra função que se busque aperfeiçoar, o Conhecimento é uma oportunidade de crescimento. E remete-nos a outro nível de compreensão e de entendimento do universo circundante. O Conhecimento, por ser um processo dinâmico, demanda aceitação e especulação e não é propício àqueles que demonstram preguiça mental. O Conhecimento, por ser cruzamento de variáveis, impõe a quem dele se aproprie, constante exercício da atividade mental. O Conhecimento não pode ser entendido como dual, pois, se assim o fosse, o seu entendimento morreria, em si só, e não seria conhecimento. Seria apenas descrição do estado natural, ou seja, sentido o fenômeno, a informação seria arquivada e não gravitaria em torno dela as especulações necessárias, para a produção do Conhecimento. É isso, na verdade, o que difere a matemática da lógica. Na matemática construímos uma expressão para validar uma informação, na lógica procuramos entender o pensamento que constrói a informação. Em outras palavras, na matemática nos cercamos de teorias, enunciados, fórmulas, ou seja, informações pretéritas, para construir uma expressão que valide uma informação. Na lógica, nos concentramos no pensamento simples, sem deixar se influenciar pelas informações periféricas. Nela, devemos nos distanciar das informações sensoriais e nos centrar nas informações descritivas do fato em si, não se traduzindo, portanto, em conhecimento. Na lógica, não nos é facultado especular. A nós é recomendado apenas centrar no cerne da questão. Isso é muito semelhante aos espetáculos de ilusionismos, onde ocorre a busca de informações para validar a arte do profissional. Nesse caso, nosso cérebro desconsidera informações primitivas e, finalmente, engana-se. O Conhecimento, em muitos casos é confrontado com a realidade. Leva nosso cérebro a formular conclusões errôneas do ambiente. Cita-se, à guisa de exemplo clássico, o caso de rampas descendentes opostas, que se cruzam ou mesmos e encontram num ponto qualquer. Tem-se, então, a impressão de que o veículo liberado se desloca em marcha à ré. Dando-se a impressão de que estivesse subindo a rampa que descia, quando na verdade ela desce em relação ao veículo que vem na rampa oposta. Porém, essa rampa sobe em relação ao veículo que nela trafega, deixando-nos a impressão de que sobe, em marcha à ré. E o conjunto das informações visuais não permite ao cérebro uma conclusão apropriada do evento observado. Pois bem, se o Conhecimento não é potencialidade dual, então pode-se classificá-lo como potencialidade tríplice. Isso porque necessita de uma construção objetiva, uma especulação subjetiva e um entendimento clarificado. Necessita ser uma hipótese em tese, uma compreensão em antítese para ser ao final um Conhecimento em síntese. Necessita o Conhecimento de uma positividade, ou seja, uma afirmação deque aquela realidade é a mais factível e verossímil. E tem de suplantar a negatividade do discurso que busca desqualificar as suas bases e não se deixar influenciar pela neutralidade do óbvio ululante. O Conhecimentonão é algo a ser dado, é algo a ser construído, algo a ser escolhido. Quem busca a Conhecer deve primeiro ser conhecido. Deve primeiro ser aceito. Deve primeiro permitir que o seu cérebro encontre a fertilidade necessária para crescer, se transformar, se cobrar, pois a quem é dado a Conhecer, mais responsável se tornará e mais se cobrará. Leia também: Clarificando o Conhecimento Validação do Conhecimento A Aplicação do Conhecimento O Tempo e a Validação do Conhecimento O Conhecimento, a Descrição Teórica e Operacional e a Relação Tempo e Espaço Conhecimento Consequente da Produção das Informações
Homenagem às Crianças
Os “Filhos de Minas, Erguendo a voz, Anos após Anos, lutaram Pelas doutrinas Que eles sonharam. (…)”. Por isso, prestam justa homenagem às crianças, com o vídeo “O que você quer ser quando crescer?” Destacam, nas ações do cotidiano de seus valorosos profissionais, o apreço e a consideração pelos infantes, por peio das seguintes frases: “Eu quero ser criativa” “Eu quero ser corajoso” “Eu quero ser aplicada” “Eu quero ser herói” “Eu quero ser equilibrado” “Eu quero ser respeitoso” “Eu quero ser forte” “Eu quero ser amigo” “Eu que ser leal” “Eu quero ser perseverante” “Eu quero ser vencedor” “Eu quero ser educada” “Eu quero ser estudioso” “Eu quero ser feliz” “Eu quero ser livre” “Eu quero ser consciente” “Eu quero ser atencioso” “Eu quero ser protetor” “Eu quero ser disciplinado” “Eu quero ser família” “Quando crescer, quero ser exemplo!” Os valores evidenciados, nos textos ora descritos, são desejados por pessoas que os praticam diuturnamente, nas atividades de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Tais valores, são desejados pelos pais que amam seus filhos, pelos avós que amam seus netos, pelos tios que amam seus sobrinhos. São valores indispensáveis à cidadanização de uma Pátria! Parabéns crianças, futuros cidadãos da Nação Brasileira!
Dona Angélica, Heroína…
Ato terrorista bem planejado mas mal executado
Após a tentativa de extermínio do candidato à Presidência da República Federativa do Brasil — ocorrida na cidade de Juiz de Fora, no Estado de Minas Gerais, no último dia 6 de setembro — o que se pode dizer sobre o ato terrorista bem planejado mas mal executado? Na análise seguinte, não se atém a nomes e nem tampouco a implicações de datas, horas, locais, instituições ou mesmo ideologias. Cuida-se, tão somente, das exposições do ato terrorista e “modus operandi”, dos erros verificados, na execução do ato, e nas consequências possíveis. Ato terrorista e “modus operandi” dos executores Na descrição do “modus operandi” do ato terrorista que tentou exterminar um candidato que se apresenta como líder das intenções de votos, no processo eletivo presidencial do ano de 2018. Não se trata o ato, de pura e simples implicação política, é um ato mais grave, é sem qualquer sombra de dúvidas, um ato terrorista, pois não afronta uma pessoa, um candidato, uma ideia, afronta a soberania de um país em legislar, aplicar suas leis e resguardar a sua Constituição Federal, principalmente no que tange à manifestação do livre pensar, do livre expressar e das consequências legais dessas manifestações, cabendo ao Poder Judiciário a correição. É, o ato, uma ação terrorista, não isolada, que conta no cenário de atuação imediato com quatro pessoas e no cenário mediato o apoio à evasão e a construção de uma ideia, contrária à razão e uma retórica weberiana neossocialista. Como se determina que tal ato é terrorista? Simples, não se trata de um ato de desagravo, não se trata de um ato de contraponto à livre manifestação do pensamento – pois o meio correcional é o Poder Judiciário – não se trata de um ato de grupos legalmente constituídos para defender o interesse de causas – até mesmo porque a Constituição Federal não contempla o uso da violência e a existência de forças paramilitares. Não se trata de uma ação violenta em legítima defesa, pois a integridade física do agente não está em risco. É, portanto, um ato terrorista e essa afirmação é amplamente aceita e assimilada cá onde moro, em Portugal, na Comunidade Europeia e nas legislações de todas as nações que repudiam atos de violência dessa natureza. Pois o ato é vil, sorrateiro, com possibilidades de pânico e terror, com ingredientes políticos. Qualificado o ato terrorista, importa saber como se dá o cenário de atuação imediato, o cenário onde se encontra a vítima e os terroristas. Por vivermos num mundo com vastos recursos tecnológicos de mídia e produção de imagens online, e real time, não é difícil identificar quatro atores terroristas, sendo eles: o primeiro autor é o que porta a arma em uma bolsa; o segundo autor é o que gravita entre o autor que porta a arma e o autor que executa a ação; o terceiro autor é aquele que tem a missão de agravar a lesão produzida pelo autor que executará a missão, geralmente com um golpe contundente; o quarto autor é o executor da missão. Assim, a arma sai da bolsa do primeiro autor, passa às mãos do segundo autor e o segundo autor a entrega ao quarto autor, o executor da missão, produzido o primeiro golpe perfuro-cortante, cabe ao terceiro autor desferir um golpe contundente para agravar as lesões e se possível levar ao óbito. O segundo autor que entrega a arma ao quarto autor, o executor da ação, deverá reaver a faca e exterminar o autor executor da ação, sob o pretexto de linchamento para o apagamento e desfazimento das provas, que ao final levaria aos formadores de opinião e a polícia por inação, desconhecimento e/ou condução retórica a tornar o caso como algo isolado e que os seguidores do candidato, motivados pela comoção social gerada, lincharam até a morte o autor que tentou o extermínio do candidato à Presidência da República Federativa do Brasil. No entanto, algo apresentou-se de forma não contemplada pelo planejamento e pela execução, com certeza os autores do ato terrorista não estavam alinhados adequadamente para a execução do ato terrorista, sabiam que o alvo, nos ombros de terceiros, não teria proteção adequada do colete salva-vidas; sabiam que levando o golpe perfuro-cortante, o alvo inclinaria-se para a frente e facilitando o golpe contundente para o agravamento do lesão ou óbito; sabiam que após o alvo ser alvejado o desferidor do golpe deveria ser exterminado pelo segundo autor que deveria se apossar da arma, já à retaguarda dele. O autor do ato terrorista executor do golpe perfuro-cortante sabia que após o ato morreria e por isso não se preocupava com as consequências, pois o autor à sua retaguarda se apossaria da arma e daria fechos de linchamento ao ato terrorista, valendo-se da retórica de que os seguidores do candidato, motivados pela comoção social gerada, lincharam até a morte o autor que tentou o extermínio do candidato à Presidência da República Federativa do Brasil. Erros na execução do ato terrorista O primeiro erro do ato terrorista perpetrado foi acreditar que os seguidores do candidato, motivados pela comoção social gerada, linchariam até a morte o autor que tentou o extermínio do candidato à Presidência da República Federativa do Brasil, pois para os autores do ato terrorista, já se saberia que o autor que havia desferido o golpe perfuro-cortante já estaria morto pelas mãos do próprio grupo terrorista. Isto acontecendo, tudo estava legitimado pela mídia, pelas imagens, pelos formadores de opinião e pela própria polícia, consequentemente a justiça nada faria. O que não aconteceu, uma vez que um militar impediu no prosseguimento do ato terrorista, imobilizando, prendendo e impedindo o linchamento do autor do ato terrorista responsável pelo extermínio do alvo. O segundo erro foi acreditar que um autor mediano, responsável pela execução do golpe fatal, pudesse ter discernimento suficiente para perpetrar o ato terrorista e imediatamente entregar, ao autor encarregado do seu extermínio, a arma do crime e, na impossibilidade de entregar a arma, provocar o seu auto-extermínio. Pois sendo fraco moralmente, com traços acentuados de
Cala-se, para o mundo, um ícone da Música Gospel, Rhythm&Blues e Soul
Faleceu em Detroit, no Michigan – USA, neste 16 de agosto de 2018, aos 76 anos, Aretha Louise Franklin, conhecida como a Rainha do Soul. Nascida em Memphis, no Tennessee – USA, aos 25 de março de 1942, filha de Barbara Siggers e Clarence LaVaughn Franklin, um pregador itinerante de Igreja Batista. Casada com Glynn Turman (de 1978 a 1984) e, depoism com Ted White (de 1961 a 1969), Aretha Franklin, com quem teve os filhos: Ted White Jr., Kecalf Cunningham, Clarence Franklin, Edward Franklin. Dos dois aos quatro anos, residiu familiares em Búfalo e Nova York. Ainda com quatro anos, mudou-se com a família para Detroit que seu pai constrói sua própria congregação, a New Bethel Baptist Church e obteve reconhecimentos de respeitável liderança americana, conforme se vê nos vídeos “Rev. C.L. Franklin Tribute: Pt1 e Pt2“. Sobre o legado de Aretha Franklin, tem-se, na Wikipedia as seguintes informações: Franklin recebeu uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood em 1979. Em 1987, tornou-se a primeira artista feminina a entrar para o Rock and Roll Hall of Fame. Dois anos antes, o governo do Michigan havia decretado sua voz como um “fenômeno natural”. Em 1991, foi premiada com o Grammy Legend Award por “sua contribuição para a música” e quatro anos depois, recebeu uma medalha do Kennedy Center, uma das mais prestigiadas instituições de arte do país. Em 2005, o então Presidente George W. Bush condecorou Franklin com a Medalha Presidencial da Liberdade por “seus serviços aos Estados Unidos”.No mesmo ano, a artista foi incluída no UK Music Hall, tornando-se a segunda artista feminina a conseguir tal reconhecimento; (a primeira havia sido Madonna). Uma artista de grande quilate, Aretha já foi descrita também como “A voz do Movimento dos Direitos Civis”, “a voz da América Negra” e “um símbolo da igualdade racial”.A revista Rolling Stone a considerou uma entre “os 10 maiores artistas musicais” e a 1ª na lista dos “Maiores Cantores de Todos os Tempos”. Em 2011, após recuperar-se de uma cirurgia, Aretha foi homenageada pelas cantoras Christina Aguilera, Florence Welch, Jennifer Hudson, Martina McBride e Yolanda Adams na cerimônia do Grammy Awards. Assista ao vídeo abaixo, com 4.866.322 visualizações (até a publicação deste post) e veja porque Aretha Franklin emocionou o Presidente Obama. >
São simples e sinceras, as manifestações de amor ao próximo…
No FaceBook de SouzaSheila, foi publicado o seguinte vídeo: https://www.facebook.com/100006894316446/videos/2105102183062905/?t=23 Os dois jovens — Erick e Rafael — são irmãos e filhos de Sheila, que tem mais uma filha. No vídeo vemos momentos emocionantes vivenciado pelos irmãos, Rafael e Erick, e o carinho deste para com aquele que mandou tatuar, no braço esquerdo, a imagem do irmão caçula. Daquele Facebook, o vídeo ganhou o mundo… Foi publicado no site sonoticiaboa , no dia 1º de agosto. Depois, foi exibido, em 2 ago 2018, num programa da TV Globo. E, também, no Dailymail. As explicações para os gestos, atitudes e comportamentos de Sheila e seus filhos são muitas! São simples e sinceras, porém verdadeiras, pois são manifestações consequentes de pessoas que amam a Deus e aos seus semelhantes, que é um dos mandamentos ensinado por Jesus Cristo. Com o tempo, as pessoas têm-se esquecido daqueles mandamentos. No espaço deixado, o ódio ocupa pouco a pouco… e cresce e gera violência e violências sem limites! Com as informações das fontes citadas
Os avós e reformado(a)s e esquecido(a)s e abandonado(a)s…
Aos avós, este 26 de julho de 2018, guardam uma data significativa. Na Folha de S. Paulo, vê-se que há, inclusive, uma placa comemorativa. Ei-la: Pelos dizeres da placa, trata-se de uma data recente, ainda desconhecida, principalmente da maioria dos netos e bisnetos e avós e bisavós… Esse(a)s, são muitos! E todo(a)s reformado(a)s… Mas, aos avós e reformado(a)s e esquecido(a)s e abandonado(a)s…, resta o quê? E, se os próprios netos e bisnetos e filhos, na maioria das vezes esquecem o(a)s reformado(a)s, o que dizer do(a)s companheiro(a)s da ativa? Os reformados, no “casernês” — a linguagem militar —, são todo(a)s folgado(a)s,… Para a ocasião, há um texto, da autoria de “Carlos Conrado Pinto Coelho-Coronel Aviador da Reserva”, publicado em 25 de abril de 2012, com o título de Reserva e Reforma – a dura aposentadoria dos militares. O texto foi-me enviado por um parente, reformado, pai e avô. Ei-lo: Todos nós na vida temos uma certeza: a de que um dia vamos morrer. Na vida militar temos duas certezas: a de que um dia vamos morrer e a de que um dia vamos para a reserva. Mas, para a grande maioria, da ativa, nos parece não acreditarem que essas duas certezas vão atingí-los. Texto completo Essa ilusão começa nas escolas, onde o processo seletivo desperta em cada um o espírito de sobrevivência. Cada indivíduo, acreditando estar só, pouco se preocupa com o outro.E, se o outro foi reprovado, foi eliminado, ou será desligado, isso não poderá atingí-lo. É uma etapa de cada um por si, da busca pela sobrevivência no sistema e assim, fica somente Deus olhando por todos. Isso irá refletir lá na frente, nos cursos, nas promoções e também na passagem para a reserva. Quando deixam a ativa, aqueles que ficam passam a ver os que se foram de uma forma bem diferente, e esses passam a ser aqueles velhinhos ultrapassados, que ficam querendo ver o passado retornar, que ficam pensando que no seu tempo era melhor , que só eles têm soluções para melhorar todos os problemas atuais e que em seu tempo de caserna não foi possível resolver. Aí começa então a discriminação para com aqueles que legaram à Força muito do seu esforço, do seu conhecimento, da sua capacidade e dos seus momentos que seriam para o lazer. Surge então a intolerância. É que esses velhinhos nunca são chamados, atualizados ou reciclados, e, apesar de serem reservistas, nem sempre são sequer lembrados. Pelo contrário, para entrar nos quartéis já não lhes basta a identidade funcional. Têm que assinar listas de entrada e saída, têm que apresentar certificados de habilitação, têm que colocar crachás. Mesmo quando identificados, já não recebem os devidos comprimentos e até parece que, ao passarem para a reserva, perderam as suas patentes ou graduações. Os da ativa já não cultuam o passado. Em algumas unidades, para adentrarem as instalações até necessitam ser acompanhados. E, para esses esquecidos não adianta terem sido preparados previamente, pois, a cada ato desses, aumenta cada vez mais a vontade de não mais voltarem aos quartéis. O que antes era uma satisfação, se transforma em uma obrigação e em uma chateação. Quando antes tínham a alegria de voltar; de relembrar; de se atualizar; de matar a saudade dos velhos tempos; de ouvirem os hinos, a corneta e os sons da ordem unida; nesse instante passam a sentir na pele que não mais pertencem a esse mundo. Deixou de existir aquele tempo em que foram militares, tamanhas as barreiras que estão lhes sendo impostas. Para falar com colegas que eram mais modernos, e hoje são mais antigos, aí então é uma dificuldade. Normalmente, para alguns da reserva, são efetuados convites para as solenidades, para outros não. Para alguns, há lugares de destaque, para outros, por mais que se dedicaram e se esforçaram pela Força, não há espaço. Normalmente, os da reserva adentram as unidades a procura de apoio médico, buscando serviços odontológicos e até para sanarem dúvidas relativas aos numerários, ou para as apresentações anuais. Essas, agora já não são feitas dentro dos quartéis. As seções foram” de forma premeditada” colocadas fora dos quartéis. A nosso ver, mais uma forma de afastar da caserna aqueles que um dia a ela pertenceram. Sendo assim, não é a passagem para a reserva ou a aposentadoria que provocam mudanças drásticas nos indivíduos. Muitos continuam em atividade, conquistam novos amigos, aprendem novas profissões e se inserem em novos grupos sociais e até em novo estilo de vida. Mas é na caserna que está o seu alicerce, o seu porto seguro, a sua base. Mas são esses novos conceitos e formas de tratamento dos “tempos de mudanças” que desequilibram os indivíduos. Aquela sociedade que lhes dava total segurança ,agora os discrimina.Isso os desequilibra, tira-lhes o chão, desarticula o seu vínculo com o passado e ,não só os diferencia, mas apaga o passado e entristece. Os reservistas nunca vão se anular como sujeitos, nem vão perder os valores aprendidos, mas vão se sentir desprestigiados, principalmente com aqueles atos de seu grupo social que ora lhes vira as costas, que não reconhece o seu esforço de anos e anos despedidos para a organização, e porque não para o próprio grupo. O despertar para um amanhã onde o passado não mais existe é o verdadeiro fator de desequilíbrio. O futuro também é uma incógnita. Nesse Brasil, onde assistimos desonestos serem absolvidos, onde não se precisa mais trabalhar para auferir ganhos , onde a dedicação não é mais fator de estabilidade e não há reconhecimento daqueles que nos precederam, o futuro é sempre incerto. Aí sim, vêm à tona que a reserva é uma passagem que necessita ser pensada, estudada e reformulada. Temos que preparar certamente aqueles que estão na ativa para a tratativa daqueles que estão na reserva, pois a manutenção do “status quo” é uma dúvida e hoje nem sempre o trabalho dignifica o homem. Será que a frase “Hommine lupos homine” não se aplicaria melhor? Na minha opinião, os policiais militares da ativa são pessoas
Lembranças das experiências passadas do outro lado do Atlântico
De Braga — “uma cidade portuguesa situada ao Norte de Portugal, que é “sede dum município com 183,4 km² de área, uma população de 192 494 habitantes sendo o centro da antiga região denominada Minho, com mais de um milhão de habitantes.” —, um brasileiro relembra, com saudades, os primeiros passos em direção à carreira policial militar, realizada nas Minas Gerais. Entusiasmado, destacou companheiros de farda, alguns ícones da Instituição Militar Estadual, dentre os quais muitos parentes, que galgaram carreiras admiráveis, tornando-se comandantes-gerais inesquecíveis, como foi o caso do bondespachense coronel José Geraldo de Oliveira. Assim, do outro lado do Atlântico, Carlos Alberto da Silva, do clã dos bragas e atual cidadão português, manifestou-se: Há 36 anos, no dia 15 de junho de 1982, o jovem Carlos Alberto da Silva, filho do Manoel Braga e da Maria, irmão da Beatriz, Márcio, Marcelo e Marcos Antônio, adentrava aos portões do Batalhão de Polícia de Choque, em Belo Horizonte, Minas Gerais, para frequentar o Curso de Formação de Soldados da PMMG, pelotão 03/82 da 3. Companhia do BPChq. Naquele ano, no Brasil era presidente o General João Figueiredo, o governador de Minas Gerais era Francelino Pereira, o CG da PMMG o Cel Jair Cançado Coutinho, Cmt do BPCh o Ten Cel Tarcísio Rolino de Castro, o Sub Cmt o Maj Jaci Pedro do Couto, o Cmt da 3. CiaPChq o 1.° Ten Mauro Lúcio Gontijo, o Cmt do Pel 03/82, do qual fazia parte, era o 2.° Ten Sérgio Luiz Marques. O Cmt do CPC o Cel Klinger Sobreira de Almeida e o Cmt do sonho maior de qualquer jovem que ingressa na PM, era o meu primo Cel PM José Braga Junior, Cmt da APM, Chefe do GMG, Cmt Geral da PMMG e sem dúvidas o mais leal oficial em relação à tropa, sem obviamente me esquecer de outra figura do ano de 1982, um outro primo, os Oliveira Braga, Cel PM José Geraldo de Oliveira, à época Deputado Estadual. Na pessoa destes e de todos os amigos, colegas e companheiros da PMMG que já não estão entre nós, agradeço a todas as pessoas que fizeram parte da minha vitória na PMMG e na pessoa dos militares avós, tios, primos, sobrinhos, agradeço à minha família o culto aos valores e as virtudes. Nos nomes de Galdino, Sinfrônio, Luciano, Silvino, Anésio, Alencar, Américo, Cláudio, Vagner, Leandro, Juninho, Adilson, Sander, Rodrigo e tantos outros, agradeço o legado. Obrigado a todos.
A Polícia Militar em Belo Horizonte divulgou queda na criminalidade
Na tarde dessa quinta-feira (21), durante coletiva com a imprensa, a Polícia Militar em Belo Horizonte divulgou queda na criminalidade, segundo a major Fabíola, do comando da Primeira Região de Polícia Militar (1ª RPM), da Polícia Militar de Minas Gerais PMMG. A Polícia Militar em Belo Horizonte divulgou queda na criminalidade, nos registros de vários crimes Os resultados das análises dos registros realizados, pelos policiais militares da 1 RPM, indicaram quedas nos “roubos a estabelecimentos comerciais teve queda de 47,3% no primeiro trimestre deste ano, comparado com o mesmo período de 2017” e “também de quase 32% nos roubos a coletivos, 25,5% nos registros de ocorrências de roubos a aparelhos celulares, 23,3% a táxi, 28,5% a veículos de um modo geral e 53,7% nos roubos a motocicletas”, segundo foi divulgado pela assessoria de comunicação social daquele comando. A Polícia Militar em Belo Horizonte divulgou queda na criminalidade, em consequência de ações e operações policiais militares No portal da PMMG, consta que, de acordo com “a assessora de comunicação do CPC, Major Fabíola Gonçalves, a queda é fruto de várias ações que estão sendo realizadas pelo Comando de Policiamento da Capital”; e que foi por ela explicado: Nós fizemos quase 40 mil operações em Belo Horizonte, investimos no policiamento a pé e motorizado e, ainda, no serviço de inteligência. É um trabalho em conjunto das unidades que integram o CPC, que somaram esforços para alcançarmos essa redução tão importante para a população. Das operações policiais militares realizadas pelo comando da 1ª RPM, no primeiro trimestre de 2018, verificou-se que: […] 9.509 pessoas foram presas por crimes diversos. Deste total, 796 já foram presas mais de uma vez. Também foram apreendidas 716 armas de fogo, 522 armas brancas, 226 simulacros e quase 1500 veículos recuperados, em um total de quase 110 mil ocorrências registradas pela PMMG na capital. Outro aspecto fundamental para alcançar esses resultados bem-sucedidos, segundo a major Fabíola, foi ” importância da população neste contexto de redução criminal na capital, que pode colaborar seguindo as dicas de segurança da PMMG.” Com as informações da PMMG e O Tempo

