Policial Militar e Mãe: extraordinárias protetoras – Região Nordeste
Na Região Nordeste Brasileira, encontram-se os Estados do Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. No site GrupoEscolar, há muitas informações interessante sobre a região. Nela, habitam “cerca de 53 milhões de habitantes, distribuídos” numa “área de 1.558.000 km². ” Aquelas pessoas, suas respectivas comunidades e bens patrimoniais contam com a proteção efetiva das Pms da Região Nordeste. São as Polícias Militares do Alagoas (PMAL), Bahia (PMBA), Ceará (PMCE), Maranhão (PMMA), Paraíba (PMPB), Pernambuco (PMPE), Piauí (PMPI), Rio Grande do Norte (PMRN) e Sergipe (PMSE). A maioria das polícias militares nordestinas publicou de notícias homenageando Dia das Mães. São destacadas as profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública que, de uma forma muito especial, evidenciam qualidades de extraordinárias mulheres: mães e policiais militares protetoras. PMAL No Estado de Alagoas, aconteceram duas homenagens às mães — policiais militares alagoanas —, às mães acolhidas numa entidade social e a que foi prestada pelos alunos do Colégio da Polícia Militar Agreste. Nas imagens e textos seguintes, encontram-se as informações relativas à comemoração do Dia das Mães, na PMAL. Primeira homenagem Na manhã desta sexta-feira (10), as cadeiras da sala de Cinemas Lumière, no Shopping Farol, foram tomadas por um público muito especial: as policiais femininas que se dividem entre a missão na Corporação e a da maternidade. Elas participaram de uma manhã de sorrisos e homenagens promovida pela Polícia Militar do Estado de Alagoas (PMAL). Logo na abertura, as homenageadas acompanharam um vídeo dedicado a elas. Com direito a uma sequência de fotos mostrando as mães fardadas acompanhadas de seus filhos e filhas e uma fala do comandante-geral. “Hoje faço uma menção especial a você mãe policial militar pois, além de cuidarem de seus filhos com esse amor supremo, zelam pela segurança das famílias alagoanas. Nossa gratidão a todas e um Feliz Dia das Mães”, parabenizou o coronel Marcos Sampaio. O filme exibido foi a comédia nacional “Minha Vida em Marte”, que tem os atores Paulo Gustavo e Mônica Martelli como protagonistas. Mas antes que o filme começasse, uma surpresa: a própria Mônica apareceu na tela e deixou um recado para as mulheres a quem chamou de mães e guerreiras, policiais de Alagoas. “Estou muito feliz porque vocês vieram assistir Minha Vida em Marte e mais feliz em poder proporcionar esta alegria para cada uma de vocês, mamães como eu”, declarou a atriz que é também criadora da história que inspirou o roteiro. A programação contou ainda com sorteio de brindes e entrega de certificados em agradecimento aos parceiros do evento, feita pelo major Sérgio Galvão, chefe da Assessoria de Comunicação da PM. Já a soldado Lucirlene Frias, pertencente à 1ª CPM/I, foi a campeã da campanha lançada nas redes sociais da PM, e sua foto com seu filho Miguel obteve o maior número de curtidas no Instagram @pmal.oficial. “Ser mãe é uma das tarefas mais difíceis que exerço, contudo, é a melhor oportunidade que Deus me deu para tentar ser alguém melhor”. A fala é da policial militar e mãe, soldado Micheliny Tenório. Ela, que está lotada no Batalhão de Polícia Escolar (BPEsc), foi uma das militares que participaram do evento. “Esta iniciativa do Comando Geral, em nos homenagear com uma sessão de cinema, foi propícia para refletirmos sobre nossos posicionamentos como mãe, profissional e mulher”, completou a soldado. Já a soldado Amarillys Santos, do Batalhão de Polícia de Radiopatrulha (BPRp), destaca sua dupla jornada em estar ali no árduo trabalho policial e em casa, na serenidade de ser mãe e educadora do pequeno Victor Santos, de três anos de idade. Ela também parabenizou a iniciativa inédita da sessão especial para as policiais, que puderam sair um pouco da rotina operacional e administrativa e reencontraram suas companheiras de curso e labuta. “Esse é o quinto ano consecutivo que participo dos eventos das mães milicianas e, mais uma vez, a PM nos faz sentirmos especiais. A manhã de hoje foi maravilhosa e exclusiva. Nos divertimos muito, demos gargalhadas, nos emocionamos e refletimos sobre nosso papel de mulher e mãe”, disse a militar. Ela conclui dizendo que o sacrifício da dupla jornada de mãe e policial, que se arrisca pela proteção da sociedade alagoana, é recompensador e ainda aconselha as futuras mamães policiais: “Tentem se desdobrar como todas as mulheres. Sejam as melhores mães e as melhores policiais que possam ser. Até porque, um dia, os filhos irão se orgulhar de vocês e de suas carreiras”. Segunda Homenagem O “Dia das Mães Solidário” , foi realizado com a participação dos cadetes da APMSAM, numa “ação social em abrigo de idosos”. Ali homenagearam as mães acolhidas pela Entidade Social, conforme se vê nas imagens e textos destacados a seguir: Os cadetes da Academia de Polícia Militar Senador Arnon de Mello (APMSAM) participaram de uma manhã diferenciada nesta quinta-feira (09). No Dia das Mães Solidário, os militares visitaram a Associação de Acolhimento Mãe das Graças, no Conjunto Village Campestre II, bairro Cidade Universitária, na parte alta de Maceió.Os cadetes prepararam homenagens às idosas em comemoração ao dia das mães. Além da interação, durante a atividade, os 60 idosos assistidos pela instituição receberam doação de itens como fraldas geriátricas, leite e materiais de higiene. O evento contou também com a participação de integrantes do Centro Musical da PM. Os músicos da banda levaram muita animação executando um repertório variado do projeto “Musicoterapia”. A ação faz parte das diretrizes do comando da Academia de Polícia Militar, hoje conduzido pelo coronel Carlos Luna, e tem o objetivo de aproximar o futuro oficial da PM com o diversos setores da sociedade alagoana, estreitando ainda mais o contato entre instituição e população em geral. Terceira homenagem Mediante uma linda apresentação, os alunos do CPM Agreste homenagearam sua mamães. Nas imagens e textos seguintes, encontram-se os registros dos significativos momentos. No Colégio da Polícia Militar Tiradentes – unidade Agreste, a tarde da última quinta-feira (09) foi marcada por uma linda apresentação dos alunos da Unidade de Ensino em homenagem as suas genitoras. Durante a desenvoltura dos filhos em suas performances, entoando canções,
Policial Militar e Mãe: extraordinárias protetoras – Região Sul
Na Região Sul Brasileira, encontram-se os Estados do Paraná, do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. No site GrupoEscolar, há muitas informações interessante sobre a região. “O espaço tomado pela Região Sul do Brasil” corresponde a “576.774.310 km²” e a população “é de pouco mais de 27 milhões de habitantes.” Estas e suas respectivas comunidades e bens patrimoniais contam com a proteção efetiva das Pms da Região Sul, denominadas Brigada Militar do Rio Grande do Sul (BMRS); Polícia Militar do Paraná (PMPR) e Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC). As Instituições Militares Estaduais ora destacadas, nas comemorações do Dia das Mães, homenagearam suas profissionais, evidenciando as qualidades daquelas extraordinárias mulheres:mães e policiais militares e bombeiras-militares protetoras. BMRS Aquela Instituição Militar Estadual (IME) homenageou as mães — policiais militares rio-grandense-do-sul —, num evento cerimonioso, com a presença do comandante-geral da BMRS. Os detalhes daquela solenidade foram publicados no portal da IME, mediante imagens e texto apresentados a seguir: Nesta sexta-feira (10/5), no quartel do comando geral da Brigada Militar, em Porto Alegre, ocorreu à solenidade em homenagem ao Dia das Mães no próximo domingo dia 12 de maio. Na ocasião, foram reunidas às policiais militares que são mães e fazem parte do efetivo do quartel do comando geral da BM. O capelão honorífico, padre Alexandre Chaves, realizou a leitura de um texto celebrando a vida de todas as mães e posterior deu a benção para todos os presentes. Todas as policiais que estavam no evento foram homenageadas, pelo comandante-geral, coronel Mário Yukio Ikeda, subcomandante-geral, coronel Carlos Alberto Prado de Andrade, o chefe do Estado-Maior, coronel Marcus Vinicius Sousa Dutra e o corregedor-geral, coronel Márcio Galdino, com rosas e um cartão. A cerimônia foi abrilhantada pela Banda de Música da Ajudância-Geral da BM. Ao receber a palavra o chefe do Estado-Maior, coronel Dutra, destacou a importância de valorizarmos nossas mães em vida. A mãe do coronel Dutra faleceu em 1986, durante seu curso de aspirante. Os oficias e praças do comando geral da Brigada Militar, homenageiam a todas as mães pela passagem do seu dia no próximo domingo 12 de maio de 2019. PMPR As mães — policiais e bombeiras-militares paranaenses —, na comemoração do Dia das Mães, receberam as homenagens prestadas pela Instituição Militar Estadual. Os momento maravilhosos de confraternização estão descritos no texto, descrito pela jornalista Márcia Santos, da PMPR, e nas imagens expostas a seguir: Em comemoração ao Dia das Mães, a 5ª Seção do Estado Maior da Polícia Militar preparou uma manhã com homenagens e atividades para as mães e filhos da PM e do Corpo de Bombeiros. Nesta sexta-feira (10/05) as policiais e bombeiras trouxeram os seus filhos até o Quartel do Comando Geral, em Curitiba, para uma manhã diferente. Para o chefe do Estado Maior da corporação, coronel Lanes Randal Prates Marques, esse é um momento para homenagear essas mulheres que além de se dedicarem à sociedade, também cuidam das suas famílias. “Nossas mulheres são fortes, com muito brio, e que tem, com certeza, responsabilidades imensas com a sociedade e também com a sua família”, disse. “Por isso é que nós temos que comemorar um dia tão valoroso como o dia das mães”, complementou o coronel Prates. O dia foi organizado pela integrante da 5ª Seção do Estado Maior, tenente Michele de Paula Trindade Sensolo, com o apoio da equipe do Centro de Educação Física e Desportos (CEFID). “A ideia surgiu a partir de conversas com amigas aqui do Quartel do Comando-Geral para fazermos uma ação que contribuísse e agregasse aos filhos e as mães”, contou. Integrar as comemorações com o Corpo de Bombeiros foi um dos diferenciais do evento. “Toda mulher mãe, que trabalha fora e que contribui no orçamento do lar, sabe a dificuldade que é todo dia ter dois expedientes, o da polícia, ou dos bombeiros, ser mãe e dona de casa, então é muito prazeroso compartilhar isso com todo mundo hoje”, acrescentou a tenente Trindade. A oficial de Comunicação Social do Corpo de Bombeiros, capitão Rafaela Mansur Diotalevi, destacou a importância de unir PM e Bombeiros para comemorar a data. “É muito importante valorizar a família, trazer mães e filhos para o Quartel do Comando-Geral e proporcionar um dia agradável e exclusivo para eles”, disse a capitão. “É uma alegria muito grande tanto para mim quanto para minhas filhas. Elas gostam muito de vir no quartel e acompanham a nossa rotina”, disse a integrante do Estado Maior, soldado Alessandra Schiochet Zanella, que trouxe as duas filhas para a comemoração. A soldado Alexandra Dudcoschi, que trabalha no refeitório do Quartel do Comando-Geral, trouxe as duas filhas para a manhã especial e disse que, às vezes, as pessoas esquecem que além de ser policial, as mulheres são mães e tem uma família para gerenciar. “Eu amo ser policial, não queria ser outra coisa, mas eu amo ser mãe também e é gratificante termos a profissão que a gente gosta e construir a família”, disse. A filha dela, Giovana, adora vir no quartel e sempre que pode pede para a mãe. “Eu gosto de vir, porque eu passo o dia com a minha mamãe, e conheço mais um pouquinho o trabalho dela”, contou. O Centro de Educação Física e Desportos (CEFID) também auxiliou nas comemorações com atividades físicas para as mães e filhos. “Muitas mães já vem treinar aqui conosco, então colocar as crianças já cedo na atividade, mesmo sendo lúdica, com músicas infantis, estimula a gostarem de exercício físico”, disse professora de aula laboral e localizada do CEFID, soldado Geslaine Ketlin Couto da Silva. A manhã foi de muita brincadeira para as crianças, que tinham a disposição cama elástica, piscina de bolinha, jogos de mesa e bola de futebol, além de uma mesa com um café da manhã para dar mais energia para os pequenos. Durante o evento foi apresentado um vídeo institucional do Dia das Mães aos participantes. Veja, também, a apresentação que Banda de Música da PM fez num “shopping de Curitiba para comemorar do Dia das Mães”. Com
Policial Militar e Mãe: extraordinárias protetoras – Região Sudeste
Na Região Sudeste Brasileira, encontram-se os Estados do Espírito Santo; Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. No site GrupoEscolar, há muitas informações interessante sobre a região. É a mais povoada do Brasil, ocupando “uma área pouco maior que 924 mil km², sendo uma área formada por uma cultura muito rica e com grande poder econômico e político no país.” As pessoas, comunidades e bens patrimoniais contam com a proteção efetiva das Pms da Região Sudeste. São as Polícias Militares do Espírito Santo (PMES); de Minas Gerais (PMMG); do Rio de Janeiro (PMERJ) e de São Paulo (PMESP). As Instituições Militares Estaduais ora destacadas, nas comemorações do Dia das Mães, homenagearam-nas. De modo muito especial, destacaram as qualidades daquelas extraordinárias mulheres que são mães e policiais militares protetoras. PMES Cada policial militar feminino do Espírito Santo foi denominada Heroína Protetora da Sociedade. Do comando-geral, as mães — policiais militares espírito-santense — receberam a seguinte mensagem: A Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) homenageia todas as mulheres que diariamente se doam para levar afeto, sustento, conforto e alegria para crianças, homens e mulheres; que transmitem valores para a construção de relações mais justas, empáticas e equilibradas. Em especial rendemos nossa admiração às mães policiais militares e às mães dos policiais militares, exemplos de mulheres guerreiras, persistentes e profissionais, que servem e protegem envergando a farda da PMES ou emprestando seus filhos para trabalharem em prol das comunidades. O cheiro delas nos traz lembranças das quais gostaríamos que se repetissem por longos dias. Nossa memória jamais se esquecerá de seus rostos e nossa alma será eternamente grata por sua existência. Cada mulher que assumiu a tarefa de passar o resto de seus dias zelando pelos seus é digna de receber todo o respeito e gratidão. Cada mulher que abraçou essa missão é como um sinal do amor de Deus sob a vastidão do firmamento. Cada mulher que desabrochou desse dom é uma verdadeira heroína protetora da sociedade. Obrigado mãe. Parabéns pelo seu dia! Coronel Moacir Leonardo Vieira Barreto Mendonça Comandante-Geral da Polícia Militar do Espírito Santo PMMG As mães — policiais militares mineiras — foram homenageadas com a linda mensagem destacada no seguinte vídeo: PMERJ As homenagens destinas às mães — policiais militares fluminenses — foram publicadas no FaceBook da Instituição Militar Estadual, destacando-se as seguintes mensagens e imagens: #DiaDasMãesNaPMERJ “Ser mãe é se abdicar de muito e tornar o filho sua prioridade.” (CAP PM ENF Luciana) #MamãesGuerreirasDaPMERJ #MuitoAlémDeServireProteger #DiaDasMãesNaPMERJ“Ser mãe é ter o amor de Deus materializado.” (CB PM M.Duarte)#MamãesGuerreirasDaPMERJ #MuitoAlémDeServireProteger PMESP As homenagens destinadas às mães — policiais militares paulistas — foram prestadas pelo Comandante-Geral da Instituição Militar, no vídeo abaixo… E pela seguinte mensagem institucional, homenageando do Dia da Policial Militar Feminino: No FaceBook da Instituição Militar Estadual, foram destacadas as seguintes mensagens e imagem: “Nada mais contraditório do que ser mulher…Mulher que pensa com o coração,Age pela emoção e vence pelo amor.Que vive milhões de emoções num só diae transmite cada uma delas num único olhar.”Um feliz dia das mães a todas policiais militares, nossas heroínas em dose dupla e que, por amor aos filhos, são capazes de enfrentar o mundo! 48º BPM/M, ORGULHO EM PERTENCER! Com as informações e imagens das fontes citadas anteriormente Ver Mensagens da Região:
Policial Militar e Mãe: extraordinárias protetoras – Região Centro-Oeste
Na Região Centro-Oeste Brasileira, encontram-se o Distrito Federal e os Estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. No site GrupoEscolar, há muitas informações interessante sobre a região. Nela, habitam “cerca de 16 milhões” de pessoas, numa extensão de terra correspondente a “1612 km².“. Contam, então, para si e suas respectivas comunidades e bens patrimoniais, com a proteção efetiva das Pms da Região Centro-Oeste, denominadas Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF); Polícia Militar de Goiás (PMGO); Polícia Militar do Mato Grosso (PMMT) e Polícia Militar do Mato Grosso do Sul (PMMS). As Instituições Militares Estaduais destacadas a seguir, nas comemorações do Dia das Mães, homenagearam e evidenciaram as qualidades daquelas extraordinárias mulheres que são mães e policiais militares protetoras. PMDF Na Instituição Militar Estadual, a homenagem especial, neste Dia das Mães, considerou o tema “Sobre Ser Mãe”. Com isso, mediante as imagens e textos seguintes, foram evidenciados alguns papéis, depoimentos e opiniões sobre as atividades das policiais militares brasilienses. Acrescente-se, a isso, as homenagens a todas profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública que são mamães. Mãe, beleza, força, coragem e amor incondicional. Resplendor e luz que nasce do ventre e da essência dessa mulher. O amor vibra alto, nas afirmativas e nos erros, tentativas de acertos amorosos.Mãe, que se emociona quando vê seu pequenino dançar em todas as apresentações escolares e que sente pulsar a vida a cada nova conquista. Mães, que se afligem ao perceber o serzinho amado ensaiar seus primeiros passos, temerosas de que possam cair. Mães, que se esforçam para deixá-los voar na medida que crescem e aprendem. Mãe, detentora de dupla, tripla e até quádrupla jornada de trabalho, busca na fé as repostas que tangem os anseios e medos relacionados aos jovens filhos. Àqueles que ensinou a nadar. E é no mar das aventuras e desventuras que os jovens filhos iniciam a idade adulta. Mãe que torce para que vençam as correntezas. Em alguns momentos os protegem em demasia, em outros apenas os ensinam sobre as ondas e ainda assim deixa-os nadar, mesmo com o coração na mão, na imensidão do oceano. Mães policiais, professoras, jornalistas, médicas, donas de casa, bombeiras e todas as mulheres semeadoras do bem, que todas as flores dos campos sejam suas. O amor Divino que irradia nos seres humanos é comparado ao amor de mãe, que acima das profissões e títulos, querem apenas ver os filhos crescerem felizes. Confira o depoimento de algumas mães policiais militares e a relação com filhos e família: “Planejei e esperei muito a chegada do meu primeiro filho. A gravidez está sendo deliciosa. Estou curtindo cada momento, cada vez que ele meche, fico empolgada, é uma descoberta. Tudo é aprendizado, além de ser a realização de um sonho. Sempre quis ser mãe e está sendo diferente de tudo que já vivi. A jornada de trabalho que virá após o nascimento sei que será intensa, porém a PMDF vai me conceder a chance de ficar seis meses ao lado do bebê. Fico um pouco ansiosa de como será essa jornada de cuidar do bebê, marido, casa e trabalho.” “Para minha surpresa e alegria fui mãe na mesma época que me tornei policial, dois sonhos realizados juntos. Descobri a gravidez mais ou menos dois meses após o início do curso de formação e daí para frente os desafios só aumentavam para conseguir conciliar tudo com muita sabedoria e amor. A rotina da minha casa é bem intensa, gosto de deixar tudo pronto principalmente a comida deles que amo fazer, brincar e cantar com eles, levar para passear, ajudar a Diana nas atividades dela e conseguir ir trabalhar bem, mesmo sem muito tempo para dormir. Sempre antes de sair para o serviço eu amamento o Miguel e o deixo dormindo por algumas horas para não sentir tanto tempo a minha falta e depois levo a Diana para a escola. Sei que quando estou trabalhando, eles estão sob a proteção de Deus e aos cuidados do pai, Tiago é Militar do Corpo de Bombeiros.”“Ela é uma guerreira e um orgulho para todos em tudo que faz desde antes da gravidez, no curso de formação, durante as gestações, nunca se enfraqueceu com nada sempre muito dedicada ao lar e ao serviço.” Tiago (Marido)“Eu gosto muito da minha mamãe ser policial e fico feliz quando me arruma com a farda que ela me deu! Sinto muita saudade da mamãe quando ela vai embora para o quartel, ela sempre me abençoa antes de ir e fala que quando ficar de noite ela vai voltar; então eu, o Miguel e o papai fica esperando ela; quando escuto o portão abrir eu sei que é ela e vou correndo e grito: a mamãe chegou!” Diana, 3 anos (filha) “Me sinto imensamente gratificada, importante para sociedade e realizada em todos os sentidos, pois são dois dons Divinos ser mãe e profissional da Segurança Pública”. “Nós vemos nossa mãe como uma verdadeira super heroína, uma mulher muito forte e esforçada. Para nós, ela é perfeita.” Larissa Prado, Lucas Prado e Rafael Prado (filhos). “Como marido me faltam palavras para elogiar essa grande mulher. São tantas qualidades que fica difícil citar todas e incorrer no risco de esquecer alguma. Uma excelente esposa, mãe, filha e uma profissional sem igual”. Tavares Souza (marido). “Como profissional policial militar feminina e mãe, carrego a sensibilidade no combate ao crime, conciliando as funções e obrigações, e pedindo a Deus que nunca me falte sabedoria e paciência”. “Sempre tive muito orgulho da minha mãe: uma mulher forte, batalhadora e guerreira, que teve que lutar muito para conquistar tudo e se tornar essa pessoa maravilhosa por dentro e por fora. Hoje, entendo o amor que sinto por ela, sobretudo, pelo fato de também ser mãe. Admiro sua profissão como policial, pois entendo melhor a sua importância para a sociedade”. Bárbara, 24 anos (filha). “A maternidade aumentou minha sensibilidade quando no atendimento de ocorrências que envolvam crianças, procuro sempre preservá-las e priorizar a ocorrência” “Ser policial feminina é uma missão cheia de desafios, preconceitos e, de
A Interpretação do Conhecimento Adjacente às Informações Visuais – Parte I
Nos textos anteriores [Partes 1, 2 e 3], quando se construiu as hipóteses de extração do Conhecimento Intrínseco à Informação. Neles, ficou evidente que a informação transformadora, no Conhecimento, é justamente a capacidade que o homem tem, a partir de um conjunto de Conhecimentos pretéritos, de extrair a construção do pensamento que levou à informação. Ruma-se, então, à interpretação do conhecimento adjacente às informações visuais. As imagens adjacentes às informações visuais disponibilizadas, principalmente na natureza, são um conjunto de informações relevantes. E permitem conclusões voltadas ao perfeito Conhecimento do espaço material descrito em fenômenos físicos, regidos por leis, teorias, tratados e enunciados. Esse conjunto de informações de natureza material demanda uma compreensão das relações tempo e espaço aprofundadas e que serão tratadas neste texto. Com certeza a mais relevante de todas as transformações da Interpretação do Conhecimento Adjacente às Informações Visuais é a expressão quantificativa do tempo em anos e a demonstração desse Conhecimento é uma tarefa muito simples. A cronologia que se utiliza, atualmente, adota o sistema de datação originário a partir do pensamento judaico-cristão, com efetiva regulação pela aceitação dos instrumentos construídos, no momento da história regido pela vinculação do poder dos governantes, ao Poder Religioso, com origem na Igreja Católica Apostólica Romana. Não nos interessam os nomes e nem tampouco os motivos originários dessa construção. O que nos interessa, no texto, é a comprovação física de um fenômeno que se processa no vácuo, sem interveniência do atrito. Manifestando-se num movimento curvilíneo uniforme, com velocidade constante, sujeito ao arranjo permanente do Universo. Assim se manterá estruturado, até que haja uma interveniência externa ou uma entropia conhecida como buraco negro. O ano regular inicia-se em 1º de janeiro e termina em 31 de dezembro. Tem 365 dias e, a cada 4 anos, um dia a mais, ou seja, 366 dias. O que determina esse dia a mais é o ajuste que se faz para que as estações do ano sejam nas mesmas épocas ano após ano. Mas, por que esse ajuste é necessário e por que esse dia a mais? Para responder ao questionamento é preciso entender o deslocamento do planeta Terra na sua órbita gravitacional em relação ao Sol. Para percorrer a sua órbita gravitacional – lembrando aqui, do texto que se fala da velocidade do Planeta Terra, onde o deslocamento se dá no vácuo – primeiro é necessário conhecer a expressão física que a determina e se manifesta como: Órbita Gravitacional = 2πR. Entendendo o funcionamento de um relógio com mecanismo analógico, fica mais fácil entender a evidência do ano de 366 dias. Imagine que você tenha um relógio com esse tipo de mecanismo e que a cada dia ele atrasa 15 segundos, um tempo insignificante e que não permite a você acertar aqueles segundos de atraso. Então você espera e no quarto dia você acerta o relógio, haja vista que no quarto dia totaliza 1 minuto de atraso e se torna possível o acerto da estrutura mecânica de visualização da hora. Com o ano de 366 dias, algo muito similar acontece e isso decorre da relação entre a Órbita Gravitacional que o planeta Terra descreve em relação ao Sol e o tempo que ele gasta para cumprir o deslocamento de toda a extensão da sua Órbita Gravitacional. Para estar alinhado com a posição exata entre a incidência do Sol e a posição na órbita em relação ao mesmo dia do ano anterior, o planeta Terra consome em seu deslocamento na Órbita Gravitacional 365 dias e 6 horas. Assim, no quarto ano ele necessita de 24 horas a mais para alcançar a mesma posição que deveria estar no primeiro ano da medição, por isso a cada 4 anos faz-se necessário o ajuste. Mas como no caso do relógio com mecanismo analógico – onde se adianta o relógio em 1 minuto para que ele apresente a hora real – o ajuste se dá com um dia a mais no calendário de datação utilizado como padronização e convencionalmente adotados pelos governos no planeta Terra. Mas esse ajustamento no modelo de datação é essencial? Sim, ele é essencial para alinhar a posição do planeta Terra com o Sol e dessa forma, ano após ano, as estações e os períodos de seca e chuva, permitem uma interpretação correta das necessidades dos homens em relação às contingências naturais do planeta Terra – produção de alimentos, ações de defesa civil, armazenamento de materiais relevantes à sobrevivência das populações, previsão do tempo, dentre outras. É tão essencial o alinhamento, que se adotou o ano de 366 dias, que numa hipótese aventada da sua não empregabilidade pela humanidade, simplesmente, não seria possível à humanidade o gerenciamento da vida no planeta Terra a partir de um modelo de datação e isso se comprova matematicamente. É o que se vai comprovar aqui. Vai-se utilizar a data de hoje – 28 de abril de 2019. O ano bissexto, ano no qual o calendário tem o dia 366, acontece a cada 4 anos. Assim:: ano corrente = 2019; ano bisexto = a cada 4 anos; desde o ano 1, temos 504 anos bissextos, pois 2019 / 4 = 504. Ainda no pensamento matemático, hoje não seria 28 de abril de 2019, mas 504 dias a frente do dia de hoje. Matematicamente descrevendo: 504 dias – 365 dias = 139 dias. A data de hoje seria no ano de 2020 e mais 139 dias. Hoje no modelo de não alinhamento seria o dia 14 de setembro de 2020. Nesta hipótese, pergunta-se: as condições de produção de alimentos, ações de defesa civil, armazenamento de materiais relevantes à sobrevivência das populações, previsão do tempo, dentre outras, no ponto fixo – manifestado pela posição geométrica estática – onde se encontra o leitor do texto seriam as mesmas para o modelo de datação com o alinhamento do ano bissexto? Obviamente que a resposta é não. Assim não é preciso aprofundar na interpretação desse Conhecimento, apenas agregar informações que o validam como uma essência natural das informações visuais na interpretação adjacente ao Conhecimento. Como
Extraindo o Conhecimento Intrínseco à Informação – Parte III
Esta é a Parte III do Tema ora apresentado. Na Partes I e II, trabalhamos a partir de um número apurado com base em Conhecimentos Pretéritos e já determinado pela análise pura e simples do conjunto de informações claramente manifestadas. Nas análises das situações hipotéticas que se seguem, vamos perceber novas variáveis, que se manifestam como metas. É preciso compreender a dinâmica da construção e estruturação dos pensamentos que vão incidir na solução dos problemas. Já não serão as mesmas lógicas. Primeiramente vamos entender a informação: “A Polícia Militar do Estado de Minas Gerais, num arrojado esforço operacional pretende reduzir os índices de criminalidade violenta em todo o Estado, nos próximos cinco anos, em 50%.” Trata-se de encontrar um coeficiente que permita sair de 1 e chegar a 0,5 na mesma proporção em que transformamos esse coeficiente numa taxa. Não nos interessa o número absoluto, o que interessa é que a incidência tende à esquerda, ou seja, o índice multiplicador é menor do que 1 e tende a zero e a taxa é uma taxa negativa. O tempo são cinco anos. Será uma função exponencial onde a base da função é 0,5 e o expoente o tempo em anos, inverso, ou seja 1/5. Eis a função: Para confirmar a exatidão do coeficiente, basta elevar o coeficiente encontrado pelos anos de incidência. Eis a função: É fácil perceber que neste caso, para encontrar a taxa de redução, não vamos subtrair o número encontrado de 1, na verdade, vamos manter o número e diminuir 1, ou seja: Esse número negativo será multiplicado por 100 e determinará a taxa anual a ser buscada como meta para a redução das taxas de criminalidade violenta. Podemos, para hipótese aventada, construir duas evidências visuais que comprovam a exatidão da taxa de incidência e do coeficiente. No quadro à esquerda do observador, tratamos da taxa anual de redução, onde as colunas devem ser lidas e entendidas na seguinte ordem: o ano; o Percentual de Redução no Ano Corrente (PRC), o Valor Final no Ano Corrente (VFC). O ano 0 é ano que antecede à intervenção, sua incidência final é a totalidade do problema a ser tratado. A partir dos anos subsequentes, o PRC é quantificado pelo resultado da multiplicação do Valor Final no Ano Anterior (VFA) pela Taxa Anual de Redução (TAR), convertida em número. O Valor Final no Ano Corrente (VFC) é o resultado do VFA + PRC. Lembrando que a taxa de –12,9449437, corresponde ao mesmo PRC no Ano 1, por se tratar da primeira intervenção. Para converter a TAR em número, basta dividi-la por 100, assim: No Ano 1, o VFC será VFA + PRC, em termos numéricos, assim se expressa: No Ano 3, o VFC o resultado será VFA + PRC, ou seja: No quadro à direita do observador, tratamos da aplicação do coeficiente, onde as colunas devem ser lidas e entendidas na seguinte ordem: o ano; Valor de Redução no Ano Corrente (VRC); e o Valor Final no Ano Corrente (VFC). O VRC é o resultado da subtração entre o VFA e VFC. O VFC é o produto do Valor Final do Ano Anterior (VFA) entre Coeficiente Multiplicador Anual (CMA). Neste caso específico, estamos demonstrando na prática o que foi observado na Parte I do Tema, quando descrevemos o processo de transformação do percentual num número parametrizado que permitisse a multiplicação sem alterar a essência do resultado. Naquele ponto explicamos que a multiplicação com números iniciais em 0 tendem a 0. A escala de valor de 1 para 0, na hipótese tratada aqui, comprova isso. Iniciamos em 1 e na medida que aplicamos o coeficiente a tendência é se aproximar de 0. Vê-se nos quadros abaixo, que explicam as construções teóricas, a evidência que valida a utilização de parâmetros diferentes, ao mesmo tempo complementares, incidindo nos mesmos resultados: Taxa de –12,9449437% Coeficiente 0,8705505633 Anos Percentual de redução no ano corrente Valor final ano corrente Anos Valor de redução no ano corrente Valor final ano corrente 0 – 100% 0 – 1 1 –12,944944% 87,055056% 1 –0,12944944 0,87055056 2 –11,269228% 75,785828% 2 –0,11269228 0,75785828 3 –9,8104329% 65,975395% 3 –0,098104329 0,65975395 4 –8,54047777% 57,434917% 4 –0,08540477 0,57434917 5 –7,434917% 50% 5 –0,07434917 0,5 A terceira situação hipotética é o coroamento das duas outras hipóteses tratadas, guarda semelhança a ambas. Ela é também um deslocamento na escala de valores, sem necessariamente estar vinculada a números absolutos, o que torna a sua abordagem muito simples quando já se acumulou níveis de Conhecimento. Ela recomenda a construção de elementos de validação que determinem a taxa anual de investimentos para alcançar o objetivo descrito em: “O Estado de Minas Gerais pretende dobrar os investimentos na área de saúde nos próximos 15 anos.” Temos o tempo – 15 anos – e temos também o percentual de crescimento ao final de 15 anos – 100%. Assim, passamos de 1 para 2 na escala de valores e podemos construir a função exponencial de base 2 e expoente 1/15, conforme se vê: Para confirmar a exatidão da taxa anual de investimentos, basta elevar a taxa encontrada aos anos de incidência. Isso é o mesmo que multiplicar o número 1,0472941228, por ele mesmo, 14 vezes. Eis a função: Encontrando o resultado 1,0472941228 subtraímos o número 1, e chegamos ao número 0,0472941228, em seguida, multiplicamos por 100 e a taxa anual de investimentos apurado é 4,72941228%, incidindo por 15 anos e perfazendo ao final 100% de investimentos na área de saúde. Descrevendo o tratamento que se deve dar à informação – “O Estado de Minas Gerais pretende dobrar os investimentos na área de saúde nos próximos 15 anos.” – permite a quem a acessa, a possibilidade de visualmente entendê-la como uma função da Ciência Matemática. Estas três hipóteses tratadas são o balizamento para o tratamento de qualquer questão colocada em termos percentuais, mesmo que os valores não estejam explicitamente constantes na informação, mas que permite, pelo acúmulo de Conhecimentos pretéritos, Extrair o Conhecimento Intrínseco à Informação.
Extraindo o Conhecimento Intrínseco à Informação – Parte II
Na Parte I deste mesmo Tema, procurou-se descrever o Conhecimento intrínseco à informação, a partir de um conjunto de informações visuais. Aprofundando na análise delas, foram construídas três situações hipotéticas de tratamento para esclarecer o perfeito emprego do Conhecimento na rotina do homem contemporâneo em sua demanda por informação. O Conhecimento a ser abordado é uma descrição do emprego da Ciência Matemática no dia-a-dia das informações construídas, difundidas e assimiladas por vários segmentos sociais e que são recepcionados no cotidiano das pessoas, sem no entanto, corresponder ao exato sentido que se expressa na informação. A compreensão dos termos descritos com a coerente informação que se produz só surte efeito a partir da sua transformação num Conhecimento validado por uma Ciência. Assim vamos analisar a seguinte informação hipotética: “O Governo do Estado de Minas Gerais, concederá reajuste aos seus servidores a partir de Abril de 2019, na mesma taxa de inflação acumulada nos 12 meses imediatamente anteriores. O reajuste de 4,5754% será dividido em 12 parcelas fixas.” Construir uma hipótese, suportada pelas Ciências Econômicas, requer mais do que simplesmente saber calcular, é preciso compreender a essência das informações e sistematizando, encontrar a resposta adequada para a hipótese de solução construída. Buscamos com a análise dessa situação hipotética encontrar a estruturação pela qual o nosso cérebro, aplicando Conhecimento à informação, determinará a taxa mensal de reajuste. Primeiramente vamos conhecer uma calculadora disponível ao alcance de todos: o seu smartphone. As figuras abaixo são as visualizações de dois modelos de calculadoras: a primeira é a tradicional, com as quatro operações fundamentais e a seguinte uma calculadora científica. Para transformar a calculadora de operações fundamentais para científica, o modo varia de sistema operacional (Android e iOS). Vamos trabalhar com o mais acessível, o sistema Android. Sistema operacional Android Para se determinar a taxa mensal de reajuste, temos as informações tempo – 12 meses – e percentual do reajuste – 4,5754%. Já sabemos que não é apenas a divisão pura e simples, trata-se, portanto, de juros compostos. Na primeira abordagem sobre o assunto, aprendemos a somar juros compostos e aqui, devemos encontrar a taxa a ser aplicada mensalmente para, ao final das 12 parcelas fixas, atingir o reajuste de 4,5754%. Pela lógica já demonstrada, percentual do reajuste dividido por 100 e acrescenta o número 1. Assim teremos: Mas como encontrar a taxa mensal? Isso é possível com uma função exponencial onde a base da função é 1,045754 e o expoente o inverso do tempo, ou seja 1/12. Eis a função: Para confirmar a exatidão da taxa mensal, basta elevar a taxa encontrada aos meses de incidência. Eis a função: Isso é o mesmo que multiplicar o número 1,003735138, por ele mesmo, 11 vezes. Visualmente: Por que multiplicar por 11 e não por 12, que é o expoente? Porque no primeiro mês a taxa de reajuste é o próprio valor expresso, não sofrendo incidência de atualização, o que só ocorrerá a partir do segundo mês. Encontrando o resultado 1,003735138, subtraímos o número 1, e chegamos ao número 0,003735138, em seguida, multiplicamos por 100 e a taxa mensal de reajuste é: 0,3735138%, incidindo por 12 meses e perfazendo ao final 4,5754% de reajuste. Nesta Parte II, do Tema em construção, tratou-se de analisar as informações da situação hipotética concernente ao reajuste que o Estado de Minas Gerais concede aos seus servidores. Optou-se por uma estruturação visual suportada pelos recursos tecnológicos mais acessíveis ao homem contemporâneo, neste caso a tecnologia que o conecta ao mundo e a infinidade de aplicativos disponíveis nele. A lógica para a Extração do Conhecimento Intrínseco à Informação, que foi construída nesta Parte II, servirá de base para a perfeita interpretação das demais situações hipotéticas que serão abordadas na Parte III do Tema, sem no entanto, utilizar a estruturação visual aqui apresentada, por entender que o Conhecimento já foi transmitido. A lógica não se altera, podendo o leitor complementar a estruturação do Conhecimento a partir da especulação própria e necessária à formação de um novo parâmetro que permita construir um novo Conhecimento.
Extraindo o Conhecimento Intrínseco à Informação – Parte I
É natural, dentro da sociedade contemporânea, a produção de informações que alimentam a demanda do homem pela atualização das relações sociais, econômicas e políticas. Essas informações não configuram Conhecimento, mesmo que a lógica para a sua produção tenha sido construída através de uma ciência. O que transforma a informação no Conhecimento é justamente a capacidade que o homem tem, a partir de um conjunto de Conhecimentos pretéritos, de extrair a construção do pensamento que levou à informação. Muitas das informações produzidas e disponibilizadas na sociedade, são produtos de uma relação estatística referente a determinado período da história e quantificados segundo uma lógica estrutural, sendo tratados a partir do entendimento de quem se presta a produzir a informação. O grave risco que decorre do tratamento estatístico está na falácia da interpretação, está na incapacidade de corretamente conhecer a lógica estrutural que se pretende transmitir como verdade. Para exemplificar, vamos acessar um endereço disponível na Web e a partir da análise do conjunto de informações visuais hospedadas neste endereço, extrair o Conhecimento intrínseco à informação. A imagem disponibilizada, com o conjunto de informações relevantes, pode ser observada a seguir: Para tratar adequadamente a informação disponível no gráfico e transformá-la num Conhecimento, vamos ordenar as informações num quadro e em seguida transformar os parâmetros de tal forma, que agregando Conhecimento, seja melhor compreendida a sua forma estrutural.
Parâmetros Para Balizar o Conhecimento
Qualquer atividade a que submetemos nosso cérebro na construção do Conhecimento, requer parâmetros ⎯ anteriormente construídos, validados e entendidos como legítimos dentro do processo de formação e estruturação do Conhecimento ⎯ que permitam ao nosso cérebro balizar o caminho que se percorre para tornar esse novo Conhecimento num Conhecimento legítimo. Normalmente, através de processos estruturados e validados anteriormente, nosso cérebro tende a buscar uma rotina que permita a ele o conforto necessário para emitir uma opinião. A partir dessa opinião construir uma verdade que seja aceita, assimilada, compreendida e difundida como verdade crítica com base nos elementos de validação conhecidos até aquele ponto. O caminho que o cérebro busca para balizar a estruturação do conhecimento é muito semelhante a uma estrada, que tem um pavimento. No leito do pavimento estão instaladas as informações horizontais ⎯ que são as pinturas ⎯ e às margens do pavimento, as informações verticais ⎯ que são as placas e sinais luminosos colocados ao longo da via. Essas informações instaladas ao longo da via servem como parâmetros para uma direção segura, para um deslocamento compatível com a estrutura que se construiu, objetivando o deslocamento com segurança entre os pontos de partida e de chegada. Esse caminho disponibiliza informações segundo uma escala de cores, que universalmente, permite a qualquer pessoa a perfeita interpretação da mensagem, independente do idioma, exigindo dela, o conhecimento pretérito das cores, dentro de uma formação com parâmetros objetivos, previamente discutidos e reconhecidos por uma codificação comum aos países que adotaram aquela convenção. A escala das cores atende aos parâmetros de segurança e vai desde o branco até o preto, passando pelo vermelho, amarelo, azul, verde e marrom. Quando mais incidente a cor, mais importante é a informação e mais determinante é o cumprimento da recomendação nela codificada. Estamos trabalhando o processo de balizamento do Conhecimento com um modelo calcado numa via pavimentada, pois é a forma de balizamento mais utilizada em deslocamentos no nosso planeta. A balizamento do Conhecimento é sim um processo em deslocamento. Para cada informação que se agrega a um Conhecimento, é necessário um processo de validação que permita a legitimação desse novo Conhecimento. Ao trazer para o exemplo da via pavimentada, o que se pretende é justamente demonstrar que os parâmetros para balizar um conhecimento não são nada mais além do que interpretar os significados de cada imagem que se forma a partir de Conhecimentos pretéritos. Esses são Conhecimentos já legitimados dentro de um ambiente de validação que comporte teorias, enunciados, tratados, leis e convenções, dentre outros meios amplamente reconhecidos e aceitos como verdades, que no âmbito do Conhecimento também é alcançado pelo significado do óbvio ululante. O ponto de partida e o ponto de chegada numa via pavimentada, demonstra que a pessoa utilizou a via segundo os critérios de segurança informados horizontal e verticalmente e que de forma segura chegou ao seu objetivo a partir do ponto de partida previamente estruturado. O Conhecimento é o mesmo processo: a pessoa se vê frente a um problema; estrutura um questionamento; e então enfrenta o desconhecido. Dá partida no cruzamento de informações pretéritas, nas variáveis que interferem no julgamento da informação, nas hipóteses alocadas à decisão, chegando às inferências e conclusões que permitam um julgamento acertado e uma tomada de decisão compatível com o Conhecimento que se estrutura. Quando da condução de um veículo numa via pavimentada, o condutor se cerca de todas as informações necessárias à condução do veículo, confere a parte mecânica e insumos necessários ao deslocamento do veículo; confere os seus documentos e do veículo; faz o planejamento das vias a utilizar e as rotas alternativas. Nesse processo, o condutor está se cercando de todas as hipóteses que interferem na sua condução, que são os aspectos de engenharia, de educação e de esforço legal. Na construção de parâmetros para balizar um Conhecimento, algo similar deve ser feito por quem pretende agregar um novo significado ao Conhecimento. É preciso que ele tenha acesso às teorias e aos referenciais teóricos que permitam a quem se propõe construir um novo Conhecimento a capacidade para estruturar um problema; conhecer as variáveis e as possibilidades de interferência nessas variáveis; as hipóteses de validação de seu Conhecimento e as informações pretéritas que estruturam esse Conhecimento até o momento presente. Lembrando que o Conhecimento é algo que pode ser transformado, validado, reconstruído o seu enunciado ou simplesmente descartado pela irrelevância de suas conclusões dentro da abordagem que se pretende legitimar. Dentre todos os parâmetros para balizar um Conhecimento, talvez os mais difíceis de serem empregados buscando a legitimação do Conhecimento sejam os que conhecemos como teorias de bases. Isto porque uma teoria, como seu próprio nome diz, é significativo sem contudo ser explicativo. Uma teoria é uma especulação que tende à impossibilidade de se comprovar em laboratório. Tender à impossibilidade é o mesmo que, na matemática, ter um limite de 1 dividido por x, com x tendendo a zero, em que o resultado não é inexistente e nem é zero. Quer dizer apenas que na atualidade do Conhecimento, com os mecanismos e processos de validação existentes, além dos equipamentos disponíveis, não se é possível materializar a hipótese descrita naquela Teoria, não sendo necessário aprofundamento sobre as variáveis que interferem na busca da validação, haja vista a complexidade do tema. A partir de uma análise, relativamente recente na história da humanidade, vamos ter três grandes teorias a comprovar. Duas são iluministas ⎯ pensamento reinante onde a comprovação teórica se dá pela ciência e pelo materialismo ⎯ a Teoria da Evolução e a Teoria da Relatividade. A terceira é religiosa – pensamento reinante que não demanda comprovação científica, sendo uma aceitação pela fé ⎯ a Teoria do Criacionismo. Por mais que se discuta, são teorias, não se tem o objetivo de construir um Conhecimento que valide ou descarte qualquer delas. O objetivo é apontar a sua existência como construção de um Conhecimento que vigorou até certo momento da história. As suas narrativas, assertivas, histórias, passagens, retóricas e verdades servem apenas para balizar o processo de formação
“Turnê Clube da Esquina”
As canções nasceram em terras mineiras. Foram buriladas, no Clube da Esquina, desde os idos de 1972. Novamente, os belorizontinos — ou você que se encontra na cidade — poderá ouvi-las. São canções dos “álbuns ‘Minas’ e ‘Gerais’ cantadas pelos notáveis do Clube da Esquina. As apresentações, conduzidas por Milton Nacimento,o Bituca, ocorrerão no Palácio das Artes nos 28, 30 e 31 de março. para apresentar a turnê inédita “Clube da Esquina”. A apresentação desta quinta-feira (28) será às 21h30min. As de sábado (30) e domingo (31)ocorrerão respectivamente às 21h e 19h, no Palácio das Artes – Av. Afonso Pena, 1537 – Centro. Na semana passada, o espetáculo do Clube da Esquina foi em Juiz de Fora. Lá, onde iniciou a Turnê Clube da Esquina, o cantor afirmou, numa entrevista ao Jornal Estado de Minas que: Começar um show novo nunca é uma coisa tão simples.Mas confesso que nunca me senti tão bem no início de uma turnê como estou me sentido agora. Todo mundo estava na mesma sintonia e a coisa funcionou tão bem que não vamos mudar praticamente nada.Outro lance muito importante neste início foi a presença do Samuel Rosa no primeiro show. Além de ter feito uma participação surpresa, ele deu o maior apoio para a gente. O Samuel Rosa não existe, é um cara muito especial. Nesse caso, Milton ressaltava as músicas — Trem azul e Paula e Bebeto — cantadas por Samuel Rosa, vocalista e guitarrista do Skank, que assim manifestou: Ter sido chamado me mobilizou emocionalmente ainda mais para uma estreia de uma turnê tão importante, que joga luz num ponto tão primordial da carreira do Milton. Foi catártico, um dos principais momentos da minha carreira. A turnê Clube da Esquina continua, então, nesses três dias, em Belo Horizonte. Assim, o público que comparecer, no Palácio das Artes, ouvirá Milton Nascimento com o seu primoroso repertório.

