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Como emitir uma opinião correta?

Aguarde alguns minutos para emitir uma opinião correta. Tenhas certeza de que todos os elementos necessários, à formulação de uma opinião correta, se complementam com as hipóteses possíveis. Se , depois validam-na como opinião correta, esperada e manifesta.  A resposta certa é fruto de um conjunto de validações passadas e que no presente podem não ser suficientes para, de forma convicta, demonstrar que uma opinião correta é a mais adequada.  A resposta é um conjunto de probabilidades que não encontra um pensamento uníssono. Depende da carga de Conhecimentos pretéritos que cada pessoa acumula ao longo da vida e por consequência a interpretação da resposta não encontra um raciocínio integral. É uma lógica condizente com o ambiente de cada pessoa. Ao confrontar a resposta com a pergunta,  sem sombras de dúvidas,  devemos primeiramente saber se a pergunta é a mais coerente, se realmente temos a pergunta certa. Encontrar a pergunta certa é o passo principal que nos direciona à opinião correta. Antes de se prestar a analisar a pergunta colocada, as hipóteses de Conhecimento,  o ambiente que se vive e o que realmente nos faz ter certeza da pergunta, é necessário ter a percepção adequada dos elementos de validações da pergunta, é preciso ter paciência para ouvir, ter paciência para compreender os elementos de dúvidas alocados pelo interlocutor, ter paciência para descartar pontos nebulosos que desqualificam a pergunta ou os propósitos dela. Antes de emitir uma opinião correta, faz-se necessária a convicção de que ela é adequada,  necessária, pertinente e compatível com os seus elementos de valor, moral e ética.  Uma opinião correta que não se prende às convicções podem carregar elementos de anomia e desconstruir a imagem construída ao longo de toda uma vida.  Sede paciente. 

Há tempo de decolar e tempo de pousar…

Um “voo comercial mais longo de sempre”, foi realizado neste final de semana. Decolando de Nova Iorque, na última sexta-feira (18), o Boeing 787 posou, “em Sydney, na Austrália, na manhã deste domingo”(20), destacou o MSN Notícias. São 15 horas de diferença, no fuso horário. Distingue-se, daí que há tempo de decolar e tempo de pousar. Na hipótese de ida e volta, sem solução de continuidade, são 40 horas. E, após o regresso, ele chega em Nova Iorque, no dia seguinte ao que saiu, ou seja, 16 horas após saída. Com isso, não se perdeu nenhuma hora da vida. Mas, a viagem de 40 horas é uma relação estática, de fuso horário, pois tanto em Sidney, como Nova Iorque, a duração ida e volta são 40 horas. Contudo, em Nova Iorque o relógio marcará 15 horas a menos que Sidney e o inverso aconteceram em Sidney com 15 horas a mais. Linha Internacional da Data descreve essa realidade. A volta ao mundo em 80 dias do Júlio Verne descreve essa passagem. Todo o tempo é relativo, o único tempo absoluto é o segundo, por isso, em física a medida de tempo é o segundo. O único tempo absoluto é o presente. Cá em Portugal, são 13h55min do dia 20 de outubro. Isso não diz absolutamente nada, é relativo, pois aí são 4 horas a menos, 09h55min, e, em Sidney, já é amanhã. 0h55min do dia 21 de outubro. A medição do tempo em horas e minutos só tem valor estático. Por isso é o tempo uma relatividade e não uma materialidade. Por exemplo, uma hora atrás é uma infinitude inalcançável do ponto de vista estático, ao passo que uma distância de 100 horas é muito mais próxima pois para alcançar basta apenas o início do primeiro SEGUNDO. Com as informações do MSN e da foto destacada acima.

Em Minas Gerais, Justiça Militar e Instituições Militares Implementam Celeridade Processual.

Nesses tempos de avanços da tecnologia, foi noticiada, nessa última terça-feita (2), uma importante conquista. Isso porque, em Minas Gerais, justiça militar e instituições militares Implementam Celeridade Processual. Dessa iniciativa, há, além do aprimoramento da indispensável ação judicial militar, significativa economia ao erário público mineiro. Assim, as decisões da magistratura militar mineira e dos comandos-gerais das instituições militares mineira — Corpo de Bombeiros Militar e Polícia Militar — demonstram comprometimento, com a recuperação econômica, e exemplo a ser seguido pelas demais entidades governamentais. O momento da assinatura da portaria que orienta os procedimentos da implementação foi realizado na Cidade Administrativa. Nele, registraram-se as presenças do presidente do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais — juiz coronel PM James Ferreira Santos — do coordenador do projeto — juiz coronel PM Sócrates Edgard dos Anjos — e do juiz coronel BM Osmar Duarte Marcelino, e dos comandante-gerais do Corpo de Bombeiros Militar — coronel Edgard Estevo da Silva — e da Polícia Militar, coronel Giovanne Gomes da Silva. Naquele evento, participaram outros representantes da magistratura e dos comandos militares mineiros. Em Minas Gerais, a Justiça Militar e Instituições Militares Implementam Celeridade Processual, com o suporte de um sistema. Essa realidade ocorre, “desde o início do ano de 2018, com a realização de oitivas das partes. Ao todo, até o segundo semestre de 2019, três salas foram inauguradas nas sedes dos Fóruns de Justiça de Uberlândia, Pouso Alegre e Montes Claros, esta última, no último dia 3 de maio.” As expectativas da magistratura e dos comandos militares estaduais são ótimas. Estimam, para um tempo próximo, o alcance das maiores unidades militares, de bombeiros e policiais, localizadas no território mineiro. Isso, além da melhoria do desempenho da justiça militar, favorecerá menor tempo de deslocamento dos militares estaduais. Ocorrerá, também, conforme ressaltado anteriormente, economia aos cofres públicos estaduais. Com as informações da PMMG

Os Números e Quantificações: Falácias e Retóricas.

Não raras vezes ouvimos alguém expressando o significado dos números e quantificações. Invariavelmente, de forma não compatível com a sua real estrutura, que se origina nas conceituações concebidas a partir de enunciados, teoremas, axiomas e corolários.   Um número tem um significado quantitativo e atende à ciência matemática e também é utilizado por outras ciências como uma das formas de descrever o espaço a partir de algoritmos que validam uma informação. Os números expressam exatamente a medida do resultado das suas várias combinações, não admitindo quantitativamente, outras interpretações que não sejam a lógica estrutural de suas concepções. Os números não têm início em “0” pois o número “0” só se reveste de valor significativo quando acompanha outro número diferente dele próprio, seja como condição posterior ao número “9”, ou ainda, quando antecedendo um número natural que sucede após uma vírgula.   Assim, o seu valor não é “0” mesmo que tenda a “0”, ele já ocupa um espaço quantitativo na cadeia de valores, não sendo o caso da língua portuguesa, mas em outras línguas de origem gramatical latina, o seu significado é nulo, o seu nome não é zero e sim nulo. Dentre vários elementos derivados da Engenharia de Trânsito, temos um conceito que expressa com oportunidade o número “0”, trata-se do conceito técnico de Congestionamento = Grande concentração de veículos numa determinada área com deslocamento zero e velocidade nula. O número “0” no tempo, só precede ao evento, antes do seu início, imaginando uma partida desportiva, onde o cronômetro é fundamental, segundos após o início, havendo um ponto este deve ser lançado na súmula no minuto “1”, pois aqueles segundos fazendo parte do minuto “1”, não existe o tempo “0” o calendário utilizado não teve início no tempo “0”, não existiu a data 01/01/0000 e nem tampouco a data 31/12/0000, pois esse conjunto de datas faz parte do ano “1”. Outras demonstrações práticas da vida, que demonstram a inexistência do número “0” no tempo, podem ser extraídas da religião judaico-cristã, onde em passagens do Livro são descritas essas quantificações do tempo a partir do momento presente: “ao terceiro dia ressurgiu dos mortos”; “em três dias reconstruirei esse Templo”; e “ficou três dias na barriga da baleia”.   Não diz três dias depois, não diz 72:00 horas após, quantifica claramente no terceiro dia, conta-se a partir do dia presente, hoje, amanhã e depois de amanhã. Outra situação é o sétimo dia da morte, onde se conta a semana da morte e não a semana seguinte, ou a próxima semana, se o fato se dá na terça-feira a semana se encerra na segunda-feira, haja vista, ser a próxima terça-feira parte da semana seguinte. Se alguém é contratado para trabalhar a partir do dia 16 e considerando que o mês civil tem 30 dias para fins do soldo devido, esse alguém tem direito ao soldo de 15 dias e não de 14 dias, afinal a conta se estrutura em (30 – 15 = 15), pois iniciando o contrato no dia 16, deixou de trabalhar os 15 dias que antecedem ao fato, que se quantifica no dia 16. As quantificações são consequências da necessidade de se dar sentido aos números, um número só expressa o valor até o limite da sua quantificação, o número 30 por exemplo só tem valor até ele próprio, pode ser utilizado para quantificar valores inferiores, pois o seu espaço quantitativo absorve todos os possíveis números até o limite da sua quantificação. Qualquer valor que se agregue ao número 30, já não pertence ao espaço quantitativo do número 30. Por hipótese, utilizando a moeda corrente de um País, $ 30,15 pertence ao espaço quantitativo do número 31, em moeda $ 31, e não mais ao número 30, em moeda $ 30. Pense bem, se um minuto ( 1’) de telefonia custa $ 0,15 e a tarifação se dá a cada minuto dois segundos ( 2”) nada custam? Obviamente que sim, custa o equivalente a 1’. Se um mês de aluguel custa $ 300,00, se eu me mudar antes nada devo? Obviamente que deve o proporcional dos dias que habitou o imóvel. Se um litro de determinado líquido custa $ 4,00, e se for consumido 1.002 ml será pago $ 4,00? Obviamente que não, será pago o valor de um litro mais o proporcional que pertence ao segundo litro. Isso vale para qualquer situação de quantificação. Tudo, por mais fora de propósito que possa parecer, tem um sentido, que é validar a quantificação. Uma falácia muitas vezes trabalhada como direito são as chamadas horas mensais de trabalho. Apresenta-se como uma falácia porque não existe em qualquer legislação a figura das horas mensais de trabalho, no caso brasileiro a Constituição Federal trata das horas diárias e horas semanais, isto porque seria impossível saber quantos dias não-úteis teria o mês; demandaria que os meses tivessem a mesma duração; demandaria que a quantidade de dias úteis fosse a mesma; demandaria a mesma estrutura dos dias da semana, enfim algo impossível. Por isso só encontramos nas legislações as horas diárias e horas semanais de trabalho, havendo países onde a remuneração se dá semanalmente, independente do mês, ou meses, que compõem aquela semana. Afinal tanto para o trabalhador como para o fisco, o relevante é a circulação da moeda. Obviamente que as profissões onde não podem haver solução de continuidade e as horas trabalhadas se dão por  escala, fogem à regra geral, sem no entanto aceitarem uma lógica das horas mensais pela dinâmica que estrutura a composição das escalas e os rodízios necessários à produtividade, bem como pela quantidade de dias dos meses. Mas tudo isso deságua na retórica dos números, que é a sua utilização para atender a interesses setoriais, muitas vezes amparados pelo direito e pelas decisões dos tribunais, sem no entanto representarem efetivamente as quantificações até aqui descritas. Se determinada previsão estabelece um limite de idade para usufruir de determinado direito – como hipótese 24 anos a idade limite para a situação de dependência perante o fisco – pelas quantificações descritas

15ª Região da Polícia Militar Mineira recebeu homenagens em Teófilo Otoni

Numa sessão solene, a Academia de Letras de Teófilo Otoni e Instituto Histórico e Geográfico do Mucuri homenagearam a Décima Quinta Região de Polícia Militar. Trata-se de Unidade Tática e Integrativa de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, com responsabilidade territorial naquela Região do Nordeste Mineiro. Para discursar em nome das Entidades de Cultura Literofilológica e Historiográfica, foi distinguido um dos seus membros, o Professor e Tenente-Coronel PM João Bosco de Castro, Jornalista deste Pontopm. A evocação encomiástica foi realizada no Plenário da Câmara Municipal de Teófilo Otoni, às 19h30min de 15 de junho de 2019. Na ocasião, João Bosco evidenciou os Doze Anos de Criação, Instalação e Desempenho daquela 15ª RPM da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG). Ressaltou, também, sua responsabilidade territorial de polícia ostensiva e preservação da ordem pública e das Unidades Operacionais subordinadas, naqueles territórios mineiros. Veja as fotos seguintes que destacaram os momentos naquela noite. A cerimônia solene foi abrilhantada com a participação dos policiais militares músicos. Os presentes aproveitaram momentos de enlevo musical. Vejam e ouçam trechos musicais — da Canção do Expedicionário e do Hino de Minas Gerais — mostrados nos seguintes vídeos: No seu Discurso, João Bosco de Castro enfatizou a importância da 15ª RPM. Salientou que, na constituição operacional daquela Unidade, há o 19º Batalhão de Polícia Militar, com sede em Teófilo Otoni; 44º Batalhão de Polícia Militar, com sede em Almenara; 24ª Companhia de Polícia Militar Independente, com sede Nanuque; 26ª Companhia de Polícia Militar Independente, com sede em Itaobim e a 15ª Companhia de Polícia Militar Independente de Meio-Ambiente e de Trânsito, urbano e rodoviário. Desse modo, as ações de polícia ostensiva e preservação da ordem pública convergem à proteção das pessoas e das comunidades residentes naqueles Vales Mineiros!

A era dos drones serviçais

Numa conferência de tecnologia, realizada em Las Vegas, a Amazon, por intermédio de Jeff Wilke — da divisão de consumo global daquela empresa — revelou uma novidade de atendimento aos clientes. Proximamente, um drone, conforme é mostrado no vídeo abaixo, será utilizado na entrega de produtos. Para Gur Kimchi, vice-presidente da Amazon Prime Air, a inovação ao atendimento aos clientes, atenderá a demanda com celeridade e segurança. Desse modo, serão observadas as exigências legais aos deslocamentos das aeronaves pilotadas remotamente. A normalização operacional de drones, nos espaços aéreos, nos Estados Unidos, são da responsabilidade Administração Federal de Aviação (FAA) . A prestação de serviços, com a utilização de drones (vide neste Pontopm) é ampliada significativamente. Produtos da Indústria 4.0, essa realidade tem sido observada na #Polícia4.0, com a finalidade de proteger as pessoas e suas respectivas comunidades. Nesse caso, específico, há uma postagem publicada nesse sentido.

O Processo de Legitimação do Conhecimento – Objetivos Construtivos x Objetivos de Manutenção

A legitimação do Conhecimento é um processo pedagógico que atende a questionamentos próprios e são a essência de uma formulação científica que passa por um problema, um julgamento e uma conclusão. Essa formulação científica é o método, é ele que garante o emprego da retórica na construção e legitimação do Conhecimento, pois tese, antítese e síntese nada mais são do que a expressão material do problema, do julgamento e da conclusão. Os objetivos construtivos no processo de legitimação do Conhecimento, recomendam ao homem que se estruture adequadamente um problema para dar respostas às necessidades de crescimento enquanto observador participante de um mundo em transformação. Não de algo que se vislumbre no futuro, mas algo que vivenciado a partir do hoje, em qualquer momento se torne o presente, algo que deve ser trabalhado, valorizado, responsabilizado e que confrontando a realidade, torne o presente factível. Os objetivos construtivos não se prendem ao momento, eles são a base informativa das conclusões e das novas construções que são possibilitadas pelas várias hipóteses construtivas que agregam Conhecimento ao problema. Esses Conhecimento alimentam o problema e permitem ao observador crescer. O problema é uma descrição da forma como o Conhecimento necessita ser complementado, respondido, construído, reconstruído e legitimado. O problema sofre influências de variáveis independentes e dependentes e demanda hipóteses de enfrentamento que, alimentadas por objetivos bem construídos, permitem ao observador avançar para a fase seguinte, manifestada como o julgamento. O problema, em muitas das vezes, tende a algo já falado, escrito, debatido, mas não exaurido. Há algo que alimenta o problema e esse algo é justamente a pessoalidade, a vivência, a prática e a pedagogia própria de um novo observador. Um novo homem capaz de perceber arestas não aparadas, compreender a dinâmica de transformação dessas arestas e ao final acrescentar uma nova informação que leve ao novo Conhecimento. O problema é o ponto de partida para a legitimação dos Objetivos Construtivos, a partir dele vamos agregar julgamentos, que são amparados por teorias e referenciais teóricos e ao final chegamos à conclusão aflorada pelo correto emprego das informações alocadas, interpretadas, confrontadas e que validam o novo Conhecimento. O julgamento é a arte da estratégia, ele é a capacidade de adequadamente escolher o Conhecimento pretérito que melhor valide a sua estratégia, ele é a tênue linha que separa a escolha correta entre a teoria de base e o referencial teórico. O julgamento demanda ser alimentado por informações confiáveis e requer que todo Conhecimento pretérito, já materializado, torne-se elemento de validação e não de dúvidas. No julgamento, as informações alocadas pelo observador têm o escopo de validação, sem no entanto, serem objetos de manutenção de hipóteses não comprovadas, não permitindo interpretações diferentes dos elementos identificados na formulação do problema, admitindo a possibilidade da não coerência entre o problema e o julgamento e por consequência uma conclusão confrontante com o problema previamente estruturado. O julgamento é a medição entre todas as informações produzidas anteriormente e sistematizadas de forma a construir uma resposta ao problema formulado e dessa forma permitir uma conclusão coerente com o problema, a teoria e a verdade conhecida. O julgamento demanda uma retórica de construção, deve ser amparado pelo Conhecimento disponível e alimentar a humanidade na busca da verdade. O julgamento não atende aos critérios de vaidade, ele é parte da ciência, não pertence ao observador, mas ao compromisso dele no processo de legitimação do Conhecimento, processo que se materializa nas conclusões. A conclusão é a incorporação ao Conhecimento de novas verdades informativas, tem como objetivo possibilitar o confrontamento de ideias que tendem ao crescimento da humanidade, podem e o são em alguns casos, a negação do problema em princípio estruturado. A conclusão requer do observador a capacidade de diferenciar as informações construídas em relação às falácias interpretativas, erro próprio de quem não lê adequadamente as informações produzidas. A conclusão potencializa os Objetivos Construtivos, ela é fruto de um aprendizado que produz efeitos no presente. A conclusão não é definitiva, ela é apenas a verdade construída a partir das informações disponíveis no universo de análise no mundo presente. Os Objetivos Construtivos no processo de legitimação do Conhecimento são dinâmicos, não atendem ao futuro, atendem ao presente, foram construídos ao longo de todo o tempo, mas efetivamente só produzem efeitos no presente, mesmo que parte tenha sido construída num passado, entender que a materialização acontecerá num futuro é uma falácia interpretativa. Os Objetivos Construtivos do Conhecimento são fruto do presente, mesmo que em outra época, à frente do dia de hoje, a materialização se dará no presente daquele tempo, não existe o futuro, existiu um passado, existe um presente e a materialização porvir se dará no tempo presente de um novo observador. As nações ricas em Conhecimento, agregam riqueza material, capital intelectual e valores e o multiplicam não com o argumento de que se constrói para o futuro, mas sim para o presente das gerações, a época em que vivemos, a época em que produzimos Conhecimento. O discurso de produzir para o futuro é o discurso dos Objetivos de Manutenção na situação atual, geralmente amparado pela falta de riqueza material, pelo parco capital intelectual e pela ausência de valores no seio da sociedade. Apenas para ilustrar a falácia de interpretação entre viver o presente e construir o futuro, algo entre Objetivos Construtivos e Objetivos de Manutenção, vamos abordar uma questão reinante nos debates do Conhecimento: As mudanças climáticas. Para tanto vamos abordar a questão de uma represa que produz energia elétrica. Se determinado governo resolve vender uma Usina Hidrelétrica de Energia e o fazendo o comprador passa a ter direito sobre o lago e a água disponível para a produção de energia. Com as intempéries prolongadas, haverá excesso de água no lago e parte dessa água será apenas água e não força motriz. Para manter o caudal do rio, impõe-se uma vazão e também formas para que as espécies aquáticas possam manter o fluxo de reprodução. Até o momento tudo isso são Objetivos Construtivos, são frutos do Conhecimento. Mas o que serão os Objetivos de Manutenção?

Os Conhecimentos Inerte, Latente e Aflorado

Tudo que foi tratado sobre o tema Conhecimento até o momento, tem o objetivo de levar o leitor ao questionamento do nascimento das possibilidades de adequadamente construir hipóteses que respondam à essência do quanto se busca conceituar e tornar como uma verdade o tema Conhecimento. Pode ser facilmente verificado pelo leitor, que acompanha essa série de textos, que a palavra Conhecimento foi grafada com a inicial maiúscula, como o é nas línguas germânicas de origem na gramática latina, ao se referir ao substantivo agrega um número considerável de sinônimos e outros não insignificantes de sentidos. O Conhecimento não é apenas a capacidade do homem de entender e interpretar o ambiente a partir de informações, fatos, atos, acontecimentos, bases, fundamentos e noções que se fazem construir num ambiente de validação, o Conhecimento é também o sentir, a familiaridade, o trato, a relação e o domínio do ambiente onde o observador se faz presente e participa do processo de transformação e construção do Conhecimento. Não é admissível que um observador participante se desassocie do ambiente e não consiga sentir a transformação e a função do Conhecimento. Por gênese cada componente de informação do Conhecimento pertence ao conjunto maior das funcionalidades para o qual foi estruturado. O Conhecimento inerte será sempre o que é, não mudará por si só, é um arranjo estrutural físico e requer muita energia para se sustentar, o homem numa atividade de ócio durante o iluminismo procurou dar respostas a esse Conhecimento e mesmo com todos os avanços tecnológicos, pouco ou quase nada avançou, isso se justifica pelo fato de ser uma interpretação especulativa pela impossibilidade de se criar em laboratórios as condições que permitam a sua validação, diferentemente dos Conhecimentos Latente e Aflorado – próprios dos seres vivos, que possuem um código genético. Seria como interpretar um analema na relação espacial bidimensional, é uma visão incompleta da realidade e não é a mais apropriada para descrever o fenômeno, requer que o observador saia do seu espaço e se posicione distante dos pontos observados, a observação e registros apenas num ponto fixo do planeta, pelos movimentos próprios decorrentes da velocidade no vácuo e nas órbitas gravitacionais, aliada à inclinação do planeta Terra, só pode ser validada com um analema contrário. Apenas como contributo de especulação, imagine a água doce, ela tem a propriedade de congelar, mas ela se transforma antes de congelar, com o objetivo de manter a vida. Basta ver uma imagem de um lago congelado e os nativos fazem buracos no gelo e pescam no lago. Isso ocorre porque a água doce com 4ºC expande se tornando menos densa e com o ar frio congela-se na superfície e sendo o gelo um isolante térmico, a água doce mais abaixo não se congela. Como a luz passa pelo gelo, os processos da vida se mantêm. A água não existe desde o sempre, mas é parte das condições de vida no planeta Terra, como o são os gases e a luz. O primeiro Conhecimento se revela inerte, a função estrutural é apenas física, existe desde o sempre e pelo sempre existirá até que num processo de entropia tende à morte, esse Conhecimento inerte estrutura todo o arranjo físico que comporta o materialismo universal, sua função é a harmonia e por mais que se busque respostas ao arranjo estrutural, elas tendem ao desconhecimento pois os registros históricos disponíveis são incompletos para uma perfeita compreensão do universo. O Conhecimento que se revela como latente tem dupla função, proteger o planeta Terra – Conhecimento Inerte – e suportar a vida dos demais seres – Conhecimento Aflorado. O Conhecimento latente se reproduz, pode ser analisado geneticamente e suporta cruzamentos voltados à melhoria da produtividade e resistência aos agentes danosos da natureza. O Conhecimento latente não existe desde o sempre, é produto de um espaço de tempo, não muito grande como se supõe, existem exemplares seculares, mas não milenares. A sua existência sobre o planeta Terra atende a eras remotas, mas se transforma e se renova em suas espécies e espécimes. Algumas espécies se petrificaram quando a sua seiva se transformou e existem como madeiras petrificadas e não mais como vida. O Conhecimento latente pode ser transportado pelos gases, pela água e pelos demais seres para outros pontos do planeta Terra e se reproduzir, gerar vida e atender à demanda do Conhecimento aflorado, mas não é capaz de fugir à devastação causada pelas mudanças que ocorrem no planeta, sejam elas de ordem natural, sejam elas consequências das ações menos sensatas dos homens O Conhecimento latente, como produto de transformação, pode e acaba por interferir na realidade do planeta Terra, uma vez modificado geneticamente, a sua herança tende a modificar a estrutura original do arranjo construído, incorporando informações genéticas no novo ser, sem contudo, o homem se inteirar completamente das consequências na vida futura. Para imaginar a devassidão decorrente da manipulação genética imagine uma plantação de determinado produto alimentício que foi modificado geneticamente – as chamadas sementes transgênicas, o simples fato de poder ser transportado pelos gases, pela água e pelos demais seres para outros pontos do planeta Terra acaba por interferir geneticamente nas demais espécies afastando a pureza e a capacidade reprodutiva dessas espécies. O Conhecimento Aflorado é decorrente da capacidade de se locomover, buscar novos espaços, compreender os perigos, sentir o ambiente e adotar uma resposta compatível com o objetivo e com o sentido de manutenção da vida ele é a manifesta razão da vida animal. Qualquer animal tem essa faculdade intrínseca à sua vida. O fato do homem moderno pertencer à uma sociedade que codifica as suas informações, não o afasta do homem animal, isso pode ser perfeitamente entendido quando se estuda tribos ainda não contatadas e que vivem em áreas de difícil acesso. Por questões de manutenção da vida dessas populações, o contato é evitado. Pois tal qual a semente transgênica, o homem moderno recebeu insumos orgânicos em forma de vacinas que o tornam geneticamente mais forte e menos vulnerável aos microrganismos o que não acontece com os autóctones aborígenes.

Policial Militar e Mãe: extraordinárias protetoras

As extraordinárias protetoras — policiais militares brasileiras e mães — têm sido homenageadas, neste Pontopm, com publicações alusivas ao Dia das Mães. O propósito visava enaltecer as homenagens realizadas por algumas Instituições Militares Estaduais (IME). Neste ano, ampliaram-se as informações, publicando as que foram publicadas pelas PMs localizadas nas Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Foi-se o tempo, quando as homenagens eram feitas às mães dos policiais militares! Atualmente, as IME do Brasil, responsáveis pela polícia ostensiva e preservação da ordem pública, abrigam, em seus quadros, as policiais militares. Da soldada à coronela, aquelas que são mães, neste dia especial, tornaram-se destinatárias dos mais efusivos cumprimentos. Nesse sentido, o Pontopm homenageia as mamães policiais militares, mediante o poema de Toninho Bondade, narrado por Cid Moreira.

Policial Militar e Mãe: extraordinárias protetoras – Região Norte

Na Região Norte Brasileira, encontram-se os Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. No site GrupoEscolar, há muitas informações interessante sobre a região. É a maior região do território brasileiro. Ocupa 3.853.676.948 km² que é habitada por 17 milhões de pessoas.  Estas e suas respectivas comunidades e bens patrimoniais contam com a proteção efetiva das Pms da Região Norte. São as Polícias Militares do Acre (PMAC); Amapá (PMAP); Amazonas (PMAM); Pará (PMPA); Rondônia (PMRO); Roraima (PMRR) e Tocantins (PMTO). A maioria das Instituições Militares Estaduais destacadas realizou comemorações do Dia das Mães. Homenagearam-nas, de modo muito especial, destacando as qualidades daquelas extraordinárias mulheres que são mães e policiais militares protetoras. PMAM As homenagens às mães — policiais militares amazonenses — foram prestadas em momentos solenes mostrados nas imagens e descritas no texto seguintes: Policiais militares do 9º Batalhão de Polícia Militar (9º BPM) realizaram na noite de sexta-feira (10/05)  evento em homenagem ao dia das mães, que aconteceu no auditório da Associação dos Cabos e Soldados no município de Manacapuru, região metropolitana de Manaus.Na oportunidade todas as mães policiais militares da unidade policial foram agraciadas com brindes. “Foi uma noite de descontração, homenagens e música. Tudo foi planejado e executado com muito esmero para que todas as mães pudessem ficar à vontade na companhia de seus filhos”, afirmou o comandante do Batalhão  Major PM Botelho. Polícia Militar do Amazonas –  PMAMDiretoria de Comunicação Social – DCSContato: 98842-1841/98842-1824 – policiamilitaram@gmail.com PMPA As homenagens às mães, prestada pela Instituição Militar , foram momentos de carinho, agradecimento e surpresa. A mãe homenageada, conforme se vê no vídeo seguinte, recebeu abraços e beijos dos seus três filhos policiais militares paraenses. PMRO Com o tema “A melhor mãe é a que você poder ser”, a Instituição Militar Estadual comemorou o Dia das Mães e homenageou as mães — policiais militares rondonianas. Os momentos singulares do evento cerimonioso foram registrados e publicados, no portal da PMRO, com os textos e as imagens seguintes: O tema “A melhor mãe é a que você poder ser” marcou a comemoração antecipada ao Dia das Mães realizada pela Polícia Militar do Estado de Rondônia, na manhã de sexta-feira, 10, com atividade especial realizada no Salão Nobre do Comando Geral da PMRO, com a participação das mães policiais de todas as Unidades da PM, em Porto Velho. Outras atividades também foram realizadas nas demais Unidades da PM no Estado.Durante a programação, foi divulgado um vídeo em homenagem ao Dia das Mães, que será comemorado neste domingo (12). A produção, divulgada na sexta-feira, traz à reflexão todo o compromisso e respeito das mães policiais militares que se destacam com a missão de cuidar dos filhos e garantir a segurança da sociedade. A homenagem contou com a presença do comandante-geral da Polícia Militar, coronel PM Mauro Ronaldo Flôres Corrêa, que já havia antecipado que a presença das mães na corporação representa e materializa o símbolo do amor, dedicação e carinho. “A Polícia Militar se sente agradecida e prestigiada por ter todas vocês em nosso meio. Todas merecem o reconhecimento por serem tão especiais”, disse.Conforme enfatizado pelo comandante no vídeo apresentado, são mães que cuidam de suas famílias, e com sua delicadeza fortalece a Polícia Militar exercendo o papel profissional e também cuidam de outras famílias levando segurança à sociedade. “Todas são importantes para a corporação. É realmente uma dupla jornada, deixar o filho em casa e sair para o serviço para cuidar da sociedade. Sejam todas felizes e que Deus abençoe a todas”, enfatizou o comandante.A adjunta da Diretoria de Comunicação Social da PM, tenente Lidiane, expressou com emoção o significado da palavra mãe: “Mulher que deu a luz ou aquela que cria um ou mais filhos. Mas é tão pouco, tão pequeno. Ser mãe é muito mais. Ser mãe é se doar por inteiro, é amor que não tem preço. É se dedicar de corpo e alma. Todas as qualidades seriam muito pouco para expressar o significado da palavra mãe. E vocês mães policiais militar, são as melhores mães que vocês podem ser!”.Também foram ministradas palestras com os temas “Mãe nota 1000: saúde e boa forma na maternidade”, com o capitão PM Basso; “Constelação Familiar”, com Yasmin Tossati. O evento foi encerrado com atividades dinâmicas e sorteios de brindes. PMTO As mães, profissionais tocantinenses da segurança pública, receberam homenagens pelo Dia das Mães, prestadas pela Polícia Militar, Bombeiros, Casa Militar e Fundação Pró-Tocantins, no Comando Geral em Palmas. Foram momentos singulares, na vida das homenageadas, mediante as palavras inseridas, no texto abaixo, e nas imagens registradas e destacadas a seguir: Aconteceu na manhã desta sexta-feira,10, no quartel do Comando Geral da PM em Palmas, uma solenidade em homenagem ao Dia das Mães. Um evento repleto de musicalidade, momentos de descontração, sorteio de brindes e a eleição do concurso Miss Mommy 2019.O coronel Luiz Claúdio Gonçalves Benício, presidente da Fundação Pró-Tocantins, que apoia o evento, o secretário chefe da Casa Militar, coronel Júlio Manoel da Silva Neto, o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Reginaldo Leandro da Silva, lembraram a importância de homenagear as mães que é símbolo de amor incondicional.Em discurso, o comandante da Polícia Militar, coronel Jaizon Veras Barbosa, parabenizou a todas as mães. “Uma mãe se abdica de tudo para o bem-estar dos filhos. Pensando nisso,  não só as mães devem aproveitar os filhos, mas eles também devem aproveitar suas mães”, disse.O governador do estado, Mauro Carlesse, esteve presente no evento para prestigiar as mães. Ele destacou que não há palavras que exprimam a importância e o significado de uma mãe na vida de suas famílias.Num momento de fé, o major Leonardo Teixeira falou desta data simbólica que marca a vida de todos. Ele citou uma frase de Abraham Lincoln que diz: “as mãos que embalam um berço, governam o mundo”. E as mães fazem isso com amor, paz, alegria e integridade. O capelão católico do Corpo de Bombeiros Militar, padre Jairon Bezerra, falou de modo especial que as mães são como a flor do deserto que supera tantos obstáculos,

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