O VÔMITO DO DRAGÃO

O vômito pestilento de um dragão vermelho, em terras orientais, alastrou-se de forma avassaladora pelo mundo, despejando sobre os cidadãos o seu fluído venenoso, desconhecido da ciência e portador de alto poder de virulência. Descobriram os cientistas que, embora considerada de baixo teor letal, a nova cepa virulenta possui grande facilidade e rapidez de propagação, capaz de infectar grande número de pessoas, num curto espaço de tempo, situação em que pode colocar em cheque a capacidade de resposta das redes de saúde pública e privada, sobretudo dos países do Terceiro Mundo. O Brasil não escapou ao ataque do vírus, batizado pela ciência como Coronavírus (ou Covid-19). E um grande temor se acercou das autoridades governamentais do país, em face das enormes fragilidades do Sistema de Saúde Pública, sucateado e corrompido pelos governos socialistas do Partido dos Trabalhadores. Entre polêmicas e desencontros, muitos estados e municípios da federação decretaram o “lockdown”, como protocolo de emergência, paralisando, sobretudo, as atividades econômicas. Inclusive, para espanto de muitos, em vários municípios onde sequer havia uma pessoa infectada. Em outros, assistimos estarrecidos a governadores e prefeitos despreparados e incompetentes (ou mal intencionados), atacados de delírios tirânicos, afrontando os sagrados mandamentos contidos na Constituição Federal, para determinar, por decreto, a prisão de cidadãos que desobedecerem ao “lockdown”. Tudo diante da inércia e omissão da Suprema Corte brasileira. Instalaram-se o pânico e a histeria, superestimulados por grande parte de uma mídia nacional inescrupulosa, mentirosa e irresponsável que, insensível ante as graves ameaças por passa a Nação Brasileira, conspurca e avilta o jornalismo sério, passando a atuar como um tendencioso partido político. Articula-se nas sombras para esconder ou desvirtuar os fatos, simplesmente porque não aceita, até os dias atuais, o governo do Presidente Jair Messias Bolsonaro, eleito democraticamente em 2018, pela vontade soberana da esmagadora maioria do eleitorado brasileiro. Hoje, além da ameaça à saúde pública, o Brasil treme diante de outra tão ou mais grave ainda: o colapso da economia, que fatalmente levará à falência inúmeras empresas, à explosão do número de desempregados, ao desabastecimento e ao caos social…! Um tenebroso cenário que, para muitos economistas e até autoridades da área da saúde, poderá provocar, com suas imprevisíveis consequências, muito mais mortes do que o Covid-19. Ao que parece, é o que os políticos da esquerda brasileira desejam desesperadamente, com o apoio explícito dos líderes das duas casas que compõem o Congresso Nacional e de grande parte da mídia e do judiciário, como única medida para inviabilizar o governo Bolsonaro, para muitos a última barreira a impedir o avanço do comunismo no País. Diante da reação e da pressão popular, diversos governadores e prefeitos estão recuando, buscando flexibilizar as medidas preventivas, para que o setor produtivo volte a operar, mesmo que parcialmente, observando-se as medidas de distanciamento social (isolamento vertical) e mantendo os integrantes dos grupos de risco em quarentena. Sem dúvidas, este é um momento “sui generis”, como poucos ocorridos na história da humanidade, a exigir a união de todos os brasileiros patriotas, num esforço conjunto e solidário para salvar o país das ameaças que sobre ele pairam. O episódio nos conduz a uma profunda reflexão! Uma pandemia provocada por um vírus, de baixa letalidade, paralisou o mundo, levando-o a uma grave desestabilização econômica, numa clara e dolorosa demonstração do quanto é frágil e vulnerável esse modelo de sociedade que construímos. As consequências e o tempo de recuperação da economia mundial e, por via de consequência, dos países afetados não se podem estimar. Paradoxalmente – desconsiderando o acerto ou não da medida – a quarentena imposta às populações em todo o mundo não tem representado tão somente motivos de dor e sofrimento. De repente, as pessoas se afastaram da correria diária e insana, em busca da satisfação de necessidades irreais, repensando, em mergulhos introspectivos, velhos valores e hábitos mecanicamente cultuados. As atenções se voltam para a importância do fortalecimento dos laços familiares, redescobrindo-se o verdadeiro significado do aconchego do lar e do recolhimento em sincera oração. Nunca se tem recorrido tanto ao Divino como agora! Entendemos esse momento, não apenas como uma consequência das escolhas infelizes da nossa “consciência coletiva”, mas, sobretudo, como uma clara sinalização da Divina Providência que, somada a muitas outras que vêm se manifestando em todos os campos da vida planetária, estão a clamar por mudanças. Apesar de tudo, percebemos, com muita tristeza, inúmeras vozes implorando para que tudo passe rápido e voltemos à “vida normal de antes”. Não apenas cremos, mas esperamos e desejamos profundamente, que a humanidade jamais volte a ser o que era. Não que tudo se transforme como num toque de mágica, mas que esse doloroso episódio seja o impulso inicial para substituição da Velha Energia que, há milênios, tem soberanamente reinado no nosso belo Planeta Mãe Terra, e que já não nos serve mais. Com as bênçãos da Eterna Fonte Criadora!
PIRATARIA ESTRATÉGICA…
Li o texto O Coronavírus e o Colapso do Sistema de Segurança Pública, de Rafael Alcadipani, professor do Departamento de Administração da FGV e EAESP, e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Suas páginas misturam achismo, profecia, pirataria estratégica, nhenhenhém do antropologismo-sociológico ( ou sociologismo-antropológico), à sombra do “óbvio ululante” ferroado por Nélson Rodrigues, com pitacos de Gestão de Segurança Pública, para abordar o papel estatal das Forças de Segurança Pública no cenário brasileiro do Coronavírus, assunto para o qual ele não apresenta qualificação tecnocientífica nem experiência prática e efetiva. Ao término de seu profeciário populista, Doutor Rafael louva o desempenho de Forças de Segurança e agradece-lhes a dedicação aos respectivos misteres públicos em prol da Comunidade, com provável alusão às Polícias Paulistas, às quais ele tem proferido palestras. Como Oficial Superior Veterano da Polícia Militar de Minas Gerais, à qual prestei quarenta e três anos de efetivo serviço estatal de Preservador da Ordem Pública e Gestor Estratégico da Polícia Ostensiva e Defesa Interna e Territorial, a par de minhas atividades de Professor Titular, Pesquisador, Editor-Associado e Ensaísta da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro, principalmente das Ciências Militares da Polícia Ostensiva, Ciências Policiais, Teoria da Ética, e Políticas Públicas e Preservação da Ordem Pública, limito-me à apreciação desse assunto relevante circunscritamente às missões e forças-tarefa realizadas pela respeitável Polícia Militar Mineira, como Força Pública da Paz Social, sem imiscuir-me nos domínios de outras Forças de Segurança deste nem de outros Estados Brasileiros, sem fazer nenhuma incursão nas teias pandemiológicas e sociológicas do Coronavírurs, para as quais não tenho nehuma capacitação nem habilitação. Também não entro no âmago do gênero Segurança Pública, porque à Polícia Militar competem as espécies Preservação da Ordem Pública e Polícia Ostensiva, em favor da Paz Social e Tranquilidade Pública, acrescidas de Defesa Interna e Territorial, em favor da Defesa Nacional, atribuições para as quais o Policial Militar Mineiro está sobejamente bem-preparado pelo respectivo Sistema de Educação Policial-Militar, nos campos do Ensino, Pesquisa, Extensão e Treinamento, mediante Cursos de Formação, Graduação e Pós-Graduação, Programas de Extensão e Educação Continuada, e Malhas Curriculares de Treinamento Policial-Militar e Especializado, para Grupamentos de Cabos e Soldados, Subtenentes e Sargentos, e Ciclos de Oficiais, inclusive dos Quadros Especiais, Complementares e de Saúde. Referido Sistema de Educação Policial-Militar, gerido pela Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro e executado pelas competentes Unidades Escolares, principalmente pela Escola de Formação de Soldados, Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos, Escola de Formação de Oficiais, Centro de Pesquisa e Pós-Graduação, e Centro de Treinamento Policial, orienta-se, axiológica e eticodeontologicamente, por três Valores Educacionais: Humanização Policial-Militar; Idoneidade Policial-Militar; Consciência Policial-Militar. Estes Valores de Educação Policial-Militar são a mais confiável plataforma de sustentação da autenticidade ( credibilidade), e legitimidade (consagração, renome, boa-fama, reputação) da Deontologia Policial-Militar (Conhecimentos contidos em Código de Ética e Disciplina, Preceitos de Competências, Atribuições e Deveres), com Razão e Sensibilidade, para o Policial Militar Mineiro, do Soldado ao Coronel, manter-se confiavelmente qualificado e atualizado, principalmente bem-capacitado, para: a) compreender diferenças individuais e culturais, a fim de melhor servir ao Cidadão e à Comunidade; b) humanizar-se profissionalmente; c) agir, reagir e proagir, com equilíbrio entre postura e compostura; d) assimilar e aplicar as teorias eticodeontológicas e axiológicas, em proveito dos conteúdos profissionalizantes da Preservação da Ordem Pública, Polícia Ostensiva e Defesa Social, com fundamentação nos conceitos de finalidade, necessidade, compromisso, dever, usos, constumes, tradição , crítica, autocrítica, humanização, comportamento individual e coletivo, consciência de utilidade social, prática do bem e abominação do mal, respeito à dignidade objetiva e subjetiva da pessoa humana e a preciosidades eticodeontológicas (valores éticos indissociáveis dos deveres morais e tecnoprofissionais do Servidor Policial-Militar); e) refletir sobre questões morais decorrentes das relações humanas e sobre a dimensão ética do Serviço Policial-Militar; f) aplicar o preceiturário contido na alínea anterior a esta, em benefício da Paz Social e Tranquilidade Pública; g) conhecer a súmula filosófico-científica do trinômio humanizante ÉTICA, MORAL E DEONTOLOGIA, e bem-aplicá-la ao exercício comunitarista das Obrigações Policial-Militares; h) burilar-se como Servidor Militar da Preservação da Ordem Pública, Polícia Ostensiva e Defesa Social capaz de proagir, acima de simplesmente agir e reagir, com lhaneza, bravura, serenidade, sensatez e compromisso com as Ciências Militares correlatas com o Comunitarismo, Direitos Humanos, Cidadanização e Felicidade Pública, sem estupidez, subserviência, desleixo pessoal nem tendências a práticas indecorosas e ilícitas; i) embutir-se na Consciência Policial-Militar moderna: O Preservador da Ordem Pública é militar estadual bem-preparado para a luta diuturna em prol da Paz Social, Servidor do Povo, Agente de Estado ( e não de Governo), afeito ao diálogo e pronto para o contundente desforço físico, nos limites da Lei e sob as prescrições em seu espírito contidas; j) manter-se hígido e bem-preparado para o melhor cumprimento de missões militares típicas de ações e operações de Defesa Interna e Defesa Territorial, como integrante constitucional de Força Auxiliar de Força Terrestre. Com todo esse efetivo processo de Qualificação Tecnoprofissional de seus Oficiais e Praças, a Polícia Militar de Minas Gerais, desde 1775, mas principalmente a partir de 1912 e 1934, cumpre, com lealdade e excelência, credibilidade e boa-fama, todos os misteres legal e constitucionalmente a ela atribuídos, como Força Pública da Paz Social e Guardiã da Tranquilidade Pública do Cidadão e da Comunidade. Ela tem fé de ofício impecável e não está, como nunca esteve, sob risco, nem atual nem iminente, de Colapso Institucional, muito menos sob ameaça de corrosão ou falência deontológica, no Sistema de Segurança Pública. Ao contrário dos disparates alarmistas do Doutor Rafael Alcadipani quanto ao perigo do Coronavírus contra as Forças de Segurança Pública – sem descrever tal colapso nem a força por ele ameaçada – , Minas Gerais, em seus oitocentos e cinquenta e três Municípios e cerca de mil e quinhentos Distritos, enfrenta muito bem, e o vencerá, o Coronavírus, pela eficiência de seus Servidores e Profissionais de Saúde e eficácia dos meios para isso disponíveis, sob a proteção e socorro garantidos por sua briosa e altiva Polícia Militar, cujos Oficiais e Praças não se curvam
INIMIGOS INTERNOS
Completou o governo Bolsonaro o seu primeiro ano de gestão, com registros evidentes de recuperação dos principais indicadores econômicos e sociais do País, em que se destaca o trato responsável e honesto da coisa pública, o resgate dos valores morais e éticos de uma sociedade próspera e sadia, a revisão do frágil modelo de educação básica e o combate rigoroso e sistemático à corrupção. A economia se apresenta em franca recuperação, já superando os índices previstos por analistas nacionais e internacionais, o que levou a Agência de classificação de risco Moody’s a melhorar a perspectiva de nota de crédito do Brasil de negativa para estável, com a consequente retomada da confiança dos investidores internacionais. A Ibovespa bateu mais um recorde ao superar os 117 mil pontos; os Shoppings noticiaram um crescimento de 9,5% nas vendas neste final de 2019. Apesar das imensas dificuldades econômico-financeiras, da corrupção institucionalizada, da decadência ética e moral, legado maldito dos governos petistas, o início do governo Bolsonaro é marcado por importantes e significativas realizações, deliberadamente omitidas por grande parte da mídia nacional. O seleto grupo de ministros, escolhidos pelo Presidente Bolsonaro sob o rigor dos critérios de competência, vem surpreendendo, não apenas os brasileiros, mas, sobretudo, os analistas internacionais, recolocando o País nos trilhos da ordem e do progresso. Menção especial merece o fecundo trabalho que vem sendo desenvolvido pelos Ministérios da Economia, da Infraestrutura e da Educação e Cultura, este através de um destemido e hercúleo esforço visando à desativação do verdadeiro aparelhamento ideológico implantado, em especial, nas escolas e universidades, muito mais preocupadas em formar ativistas militantes do que transmitir conhecimento. Indubitavelmente, muito mais poderia ter sido feito não fora os atos de verdadeira sabotagem de grande parte dos parlamentares integrantes do Congresso Brasileiro, envolvidos com a corrupção e investigados pela Operação Lava Jato, com o apoio escancarado da maioria dos ministros da Suprema Corte e poderosos órgãos da mídia nacional. Tais conquistas mudaram a cara do País, despertando o senso de patriotismo e a autoestima dos brasileiros e, acima de tudo, o respeito e a confiança das grandes potências internacionais. Verdades incontestes que alguns grandes órgãos de comunicação do País, cooptados a custo de milhões de reais surrupiados do erário pelos governos anteriores, tentam encobrir e/ou desmentir. Só não estão satisfeitos com o novo Brasil que surge os integrantes dos partidos de esquerda, que têm no líder maior do PT, o condenado em segunda instância pela Justiça Brasileira Luís Inácio Lula da Silva, a figura do “poderoso chefão”, a quem seguem alienadamente. Até os dias atuais, se recusam em aceitar e respeitar a escolha da esmagadora maioria do eleitorado brasileiro que elegeu o Presidente Bolsonaro, correspondente a quase 60% dos votos válidos. Quanta diferença…! Quando Lula e Dilma foram eleitos, mesmo diante de fortes suspeitas de fraudes na eleição dessa última para um segundo mandato, os eleitores derrotados não saíram às ruas para queimar pneus ou depredar patrimônios públicos e/ou privados. Muito menos se organizaram para sabotar as ações do novo governo. Todos retornaram ao trabalho, torcendo e lutando por um Brasil melhor. Incapazes de enfrentar um debate com equilíbrio e suporte nas ideias, os políticos da esquerda brasileira apelam sistematicamente para a mentira, a provocação, a ofensa e a intimidação, num esforço estéril de destruir a realidade dos fatos. Suas ações revelam, a cada dia, que nenhum compromisso têm para com a Nação Brasileira. Pelo contrário, além de sabotar as ações necessárias à recuperação dos graves danos causados pelos seus próprios governos, vêm se colocando explicitamente ao lado de ditaduras despóticas ainda existentes, muitas delas por eles financiadas com o dinheiro desviado criminosamente dos bancos públicos do país. Blindados por uma imunidade parlamentar incompreensível e obscena, acrescida de um arcabouço legal frágil e do aparelhamento da Suprema Corte Brasileira, seus crimes vêm sendo encobertos aos olhos do povo e ao crivo da Justiça, mas que não estão escapando aos poderosos tentáculos da Operação Lava Jato. Incompreensivelmente, grande parte dos brasileiros -dentre os quais muitos “intelectuais” e artistas- continua acreditando no discurso reacionário e mentiroso do condenado Lula, sonhando com o retorno do PT ao poder. Ao que tudo indica, não conseguem mais pensar com a própria cabeça, ou por uma questão de identidade e sintonia ou, ainda, por se tratar de hipnose coletiva, engendrada em algum sítio sombrio do astral planetário. Desconsideram desavergonhadamente que durante os governos petistas três presidentes, cinco secretários, três tesoureiros, os líderes da Câmara e do Senado do aludido partido foram presos, assim como os presidentes da Petrobrás, da Eletrobrás, da Nuclebrás, dos Correios, da Valec, da CEF, do BNDES e muitos outros afiliados. Mas, está escrito: “nada há de oculto que não venha a ser revelado, e nada em segredo que não seja trazido à luz do dia” (Marcos 4:22). Nesse auspicioso dia veremos todos esses inimigos internos se curvando diante da JUSTIÇA, aquela que pode tardar, mas nunca falha. E nesses tempos de Ascensão Planetária, as coisas estão indo muito depressa!
O Parasita e as questões políticas
As questões políticas e o Parasita, e, na sociologia das relações internacionais, o segredo está na propaganda — arma preferida dos estados totalitários — que se estabelece, como estratégia do Estado, para alcançar um objetivo que se manifesta imperceptível. Quando povos com origem comum se separam por questões políticas – as Antigas Alemanhas Ocidental e Oriental ; as Coréias do Norte e do Sul; e as Irlandas do Norte e o Eire – o sentimento de autodeterminação dos povos não é vencido pelas fronteiras políticas. As distâncias da tecnologia, do conhecimento, da qualidade de vida, da representatividade no mundo não foram suficientes para criar um cisma entre os povos alemães ocidentais e orientais. O mesmo se pode dizer dos povos irlandeses, apesar da violência religiosa, da submissão à Coroa Inglesa e da submissão política, econômica e social ao Reino Unido, as cores, as tradições e o sentimento de pertença ainda coabitam entre os cidadãos da Irlanda do Norte e do Eire que faz parte da Zona do Euro. Não diferente, mas ao mesmo tempo assimilando as características das Antigas Alemanhas e das Atuais Irlandas, as Coréias passam por um momento crucial no sentimento de pertença dos seus povos. As barreiras, por questões políticas, entre as duas Coréias vão aos poucos sendo transpostas com o objetivo de coesão social e de reaproximação entre os povos. Uma questão estratégica, neste momento, traz à tona uma hipótese de coesão dos povos calcada no sentimento de pertencimento comum aos povos das Coréias do Sul e do Norte. O sentido de autodeterminação dos povos coreanos, neste momento histórico, recebe um impulso particularmente propício, um impulso que contempla a projeção de um povo aos auspícios de inserção num mundo de glamour, num mundo que não apenas projeta, mas sobretudo, distingue a capacidade do povo coreano em oferecer ao mundo uma alternativa cultural. A articulação atende aos interesses da geopolítica internacional, as questões políticas se valem das estratégias, próprias dos pensadores e, sobretudo, iguais as reveladas em O Parasita, filme vitorioso no Oscar de 2020.
INTERNET, REDES SOCIAIS E OS LIVRES PENSADORES
Nunca, como nos tempos hodiernos, tem sido importante a efetiva participação, em todos os setores da vida social, de pessoas dotadas de senso crítico (que não se confunde com criticismo mórbido), capazes de pensar com a própria cabeça. Sobretudo, a partir do advento do que hoje vem sendo denominado como Sociedade da Informação, integrada pela Internet e as poderosas redes sociais que, simplesmente, pulverizaram o monopólio da informação, há décadas controlado pela grande mídia. O papel preponderante das citadas redes na eleição do presidente norte-americano, Donald Trump, foi superado pela emblemática eleição do presidente brasileiro, Jair Messias Bolsonaro, nas eleições majoritárias de outubro de 2018. Mesmo dispondo de ínfimos oito segundos de tempo na televisão e limitados recursos financeiros, o candidato Bolsonaro superou seu adversário, que dispunha do apoio maciço da grande mídia brasileira e expressivo suporte financeiro, divulgando suas propostas e programas de governo com o uso inteligente das redes sociais. Foi eleito com quase 70% dos votos válidos, na mais barata campanha presidencial do Brasil. Todos os esforços desenvolvidos pela grande mídia nacional, inclusive com a disseminação inescrupulosa de Fake News (notícias falsas), no intuito de desmoralizar e desacreditar o candidato vencedor, não foram capazes de neutralizar a eficácia do trabalho desenvolvido nas redes sociais. Com a Internet e as mencionadas redes estabeleceram-se novos padrões culturais e de sociabilidade, de produção e divulgação de informações, em que as notícias circulam entre os usuários, em tempo real e sem intermediários, onde quer que cada um esteja. Podemos destacar, nesse alvissareiro episódio, quatro aspectos fundamentais que, na nossa ótica, sinalizam o início de um novo tempo na divulgação das informações em particular, e nas campanhas políticas em geral, no território brasileiro: Inquestionável enfraquecimento das grandes mídias e do seu poder de manipulação das informações e da “opinião pública”. A situação falimentar do jornalismo autêntico, comprometido e deturpado, tendenciosamente, pelos órgãos da grande imprensa, a troco de benesses de grupos políticos que detêm o domínio do poder temporal. Sensível redução dos custos financeiros das campanhas políticas, sempre bancados pelo erário. Aumento do despertar dos “livres pensadores”. Inquestionavelmente, este último se destaca, segundo a nossa modesta compreensão, como o principal fator a indicar uma profunda transformação da sociedade brasileira que, no exercício e manifestação do pensamento independente deixa, cada vez mais, de ser simplesmente “massa de manobra”. Imperativo alertar, no entanto, que a liberdade criada pela Internet e as redes sociais abriu espaço enorme a um novo tipo de manipulação, muitas vezes sutil e de difícil identificação: a sofisticada elaboração e disseminação das tão alardeadas Fake News, capazes de construir, modificar ou destruir; de confundir, desorientar ou induzir os mais incautos. De qualquer forma, o livre pensar é libertador, conforme nos asseverou, há mais de dois milênios, o inolvidável Rabi Galileu: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (João 8:32), o que revelou a sua preocupação em lutar, na sua jornada messiânica, contra esse grande mal que ainda assola a nossa sociedade: a ignorância. Avante Brasil!
Pedra fundamental à educação brasileira
No Campo de Marte, nessa terça-feira, com a presença de ministros civis e militares e outras autoridades paulistas, foi lançada nova pedra fundamental à educação brasileira. Ali serão edificadas as instalações do 14º Colégio Militar de São Paulo (CMSP), unidade educacional destinada aos dependentes de militares, policiais e bombeiros-militares e civis. O acesso à nova escola, dar-se-á pelo critério da meritocracia, na palavra de Jair Bolsonaro, Presidente do Brasil, conforme o video anexado nesta postagem. Entre as autoridades que prestigiaram aquela solenidade cívico militar, encontrava-se atriz Regina Duarte, Secretária Especial de Cultura do governo Bolsonaro. Na foto acima, Regina Duarte, a simpaticíssima atriz e legítima representante da cultura brasileira, aparece ladeada pelas autoridades do primeiro escalão do executivo e do parlamento brasileiros. A importância do marco educacional ora inaugurado sinaliza a certeza de ratificar compromisso, com a educação de crianças e adolescentes, assumido pelo governo Bolsonaro. Firmado na vitoriosa conquista alcançada pelas escolas de ensinos Fundamental e Médio, afiliadas ao consistente sistema militar de ensino. Esse, tem-se consolidado, entre as melhores escolas brasileiras. Os resultados dos exames avaliativos dos citados ensinos, conforme ressaltado pela Agência Brasil, mostram que, nas primeiras posições do ranking estudantil, encontram-se os alunos da unidades educacionais mantidas pela união, nos colégios militares, e, nas unidades federativas, nos colégios Tiradentes e/ou das polícias militares. Dias melhores chegarão para as pessoas, com a nova pedra fundamental à educação brasileira, especialmente, pais, crianças e adolescente que vivem na região onde funcionará, brevemente, a nova unidade educacional. Fonte das fotos de capa, 1 e 2
NÃO SÃO AS ARMAS QUE MATAM
A questão do desarmamento da população, instituído no Brasil em 22 de dezembro de 2003, pelo Estatuto do Desarmamento (Lei Federal 10.826), é assunto extremamente controverso, dividindo a opinião pública em dois lados opostos: os que a aplaudem e apoiam e os que a condenam e desaprovam. Os primeiros, por acreditarem que a principal causa da violência e do aumento dos crimes contra a vida são as armas de fogo. Os segundos, ao negarem esse vínculo causal, acrescentam que o desarmamento deixou o cidadão de bem ainda mais vulnerável e exposto à sanha da criminalidade violenta, esta sim, a principal responsável pelo assustador índice de assassinatos registrados no País. Entre os que condenam o aludido estatuto, há os que consideram, ainda, que o desarmamento da população foi medida adotada por regimes ditatoriais e genocidas no passado, em diversos países, como medida de reduzir a capacidade de reação/resistência do povo. Registros históricos nos revelam, de fato, episódios que sustentam o posicionamento desses últimos. O “Decálogo de Lênin”, inserto no livro O Pensamento Vivo de Lênin (Paulo Tortello/1987) recomendava, em um dos seus mandamentos, o seguinte: “Procure catalogar todos aqueles que possuem armas de fogo para que sejam confiscadas no momento oportuno, objetivando dificultar ou impossibilitar qualquer resistência ou reação”. O líder supremo do Partido Comunista Chinês, Mao Tse-Tung, é outro exemplo que pode ser citado. Ao definir a política do partido sobre armas de fogo, consta ter estabelecido o seguinte: “O verdadeiro poder político emana do cano de uma arma. O Partido Comunista deve comandar todas as armas. Dessa maneira, nenhuma arma comandará o Partido”. Impossível abordar essa temática sem trazer à nossa reflexão o que diz a lei maior do País, a Constituição Federal, em seu Artigo 5º – Dos Direitos e Garantias Fundamentais: “Art 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: Inciso XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador, salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, por determinação judicial; Inciso XXII – é garantido o direito de propriedade.” Fundamenta-se aí, no nosso modesto entendimento, a segurança jurídica para que todo cidadão brasileiro lance mão dos recursos necessários, com a moderação que a lei recomenda, para proteger, não apenas sua vida, mas a de seus familiares assim como a sua propriedade, na medida em que o Estado se torna incapaz de prover, com eficiência e eficácia, a segurança pública, conforme preconizado na CF, em seu artigo 144. No Brasil, os números da violência e da criminalidade, sobejamente divulgados pela mídia nacional e pelos órgãos de Defesa Social revelam, com clareza insofismável, que o Estado não está conseguindo conter o seu avanço. Sobretudo no que diz respeito à posse de armas de fogo. Basta ter dinheiro que, sem muito esforço, consegue-se comprar uma nova do tipo, marca e/ou calibre que desejar. Aí está o Crime Organizado a nos demonstrar, diuturnamente, essa realidade em ações cada vez mais ousadas de assaltos a bancos, carros fortes, invasão de fazendas etc, ostentando armamento de guerra capaz, inclusive, de abater aeronaves. Para o grande número dos que são contrários ao Estatuto do Desarmamento essas são as principais justificativas para que todo o cidadão tenha a posse de uma arma de fogo. Obviamente, desde que satisfaça e se enquadre dentro de critérios rígidos de controle, cuja posse não se pode confundir com o porte da arma, posição com a qual comungo. Um dos argumentos dos que aprovam a mencionada lei é que as armas de fogo existem “para matar”. Já os que são contrários à lei, ressaltam que as armas de fogo são recursos para a “defesa” do cidadão de bem. Ao discordar dos primeiros, destaco que não são as armas que matam, mas o ser humano. Mesmo porque armas são objetos inanimados, instrumentos de que a vontade humana se serve para a prática do bem ou do mal. A decisão de matar, ou não matar, é um ato de escolha pessoal. Quem decide por matar, o faz com uma arma de fogo, uma arma branca, um pedaço de pau ou ferro, com uma pedra, usando fogo ou veneno ou, simplesmente, com as próprias mãos. Um cidadão de bem que tem a posse de uma arma de fogo e a deixa guardada, em segurança, dentro de seu domicílio, ela jamais causará ferimentos em alguém. Será tão somente um recurso extremo de defesa de que poderá lançar mão, se assim o desejar, em face de grave e injusta ameaça. Não percebo a posse de armas de fogo como responsável pelo elevado índice de violência e criminalidade de uma sociedade. Israel, com uma população de pouco mais de oito milhões de habitantes, cerca de 140.000 têm, não apenas a posse, mas também o porte de arma de fogo, número este que o governo israelense deseja dobrar como medida para aumentar a segurança dos cidadãos daquele pequeno País. Lá os índices de violência e criminalidade são extremamente baixos. Entendo, finalmente, que os elevados índices de violência e criminalidade de uma sociedade têm como causas maiores, intrínsecas ao ser humano, a corrupção, a índole violenta, o egoísmo, a intolerância, a ganância e o instinto de maldade. Situação esta potencializada pela fragilidade do Código Penal, da Lei das Execuções Penais e de um Sistema de Persecução Criminal deficiente, geradores de impunidade e da sensação de que, no Brasil, o crime compensa.
RODA DE INQUISICÃO
O programa Roda Viva, da Tv Cultura, teve na noite do dia 20 de janeiro do corrente ano a sua maior audiência dos últimos 18 anos, quando foi entrevistado o Exmo Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. O anúncio do programa, que marcou a estreia de sua nova âncora, a jornalista Vera Magalhães, gerou grande expectativa na população brasileira, como não poderia deixar de ser. Afinal, seria entrevistado um dos principais ministros do governo Bolsonaro e 10º colocado entre as 50 personalidades mais influentes do mundo, pela lista Bloomberg. O único brasileiro a integrar a mencionada lista A nova jornalista dirigente do programa registra em seu currículo passagens pelo jornal Folha de São Paulo, revista Veja, sendo hoje colunista do jornal “Estadão”, todos de ideologia esquerdista e ferrenhos opositores ao governo Bolsonaro, ao qual vêm atacando de todas as formas, com a divulgação sistemática de notícias falsas (fake News), exercitando um “jornalismo” inescrupuloso, próprio dos órgãos da Imprensa Marrom. A formação da bancada de entrevistadores não poderia ser mais tendenciosa, integrada pelos jornalistas Leandro Colon, Diretor da Sucursal da Folha de SP em Brasília, Andreza Matais, Editora Executiva do jornal Estado de SP, Alam Gripp, Diretor de Redação do jornal O Globo, Felipe Moura Brasil, Diretor de Jornalismo da Rádio Jovem Pan e Malu Gaspar, representante especial da Revista Piaui, todos manifestamente simpatizantes com o ideário esquerdista. Para os que alimentavam expectativas de um programa rico em informações relevantes e de elevado jornalismo, oposto ao que vem sendo apresentado pela grande mídia nacional, a decepção veio logo na abertura. Afinal, o próprio currículo da nova âncora do programa já sinalizava tal resultado. Vera Magalhães abriu o programa com a apresentação do entrevistado, inserindo nos seus comentários observações pessoais, no nosso entender, inteiramente impertinentes e inoportunas sobre o ministro. Na sequência, ao apresentar sua pergunta, não encontrou outro assunto a não ser rebuscar e cobrar esclarecimentos já amplamente expostos pelo Ministro Moro, sobre o desacreditado episódio da “Vaza Jato”. Já direcionava, assim, o que viria na sequência. Todos os demais entrevistadores não conseguiram ver importância nas significativas reduções nos principais índices de criminalidade violenta, no endurecimento do combate ao narcotráfico e contrabando de armas, no aumento considerável na apreensão de drogas, na aprovação do Pacote Anticrimes, entre outras conquistas. O que os telespectadores puderam assistir foi um verdadeiro “tribunal de inquisição”, em que a maioria dos entrevistadores, se pautou pelo desrespeito, provocação e intimidação, destilando ódio nos olhares, requentando desgastadas e forçadas acusações, que nenhum brasileiro, verdadeiramente patriota, cansado de ouvir, nunca acreditou. Excluímos dessa postura o jornalista Felipe Moura Brasil que, embora se conduzisse respeitosamente, se limitou a fazer breves perguntas sobre a teratológica aprovação da lei que criou a figura do Juiz de Garantias (um jabuti inserido no Pacote Anticrime do Ministro Moro pelo PSOL), cuja vigência já foi suspensa “sine die”. Pelo Ministro do STF, Luiz Fux. Um verdadeiro e deprimente show de incompetência e decadência, suportado com serenidade, equilíbrio e autoridade pelo ilustre entrevistado. Uma vez mais, o povo brasileiro assistiu o verdadeiro jornalismo sendo vilipendiado pelos principais órgãos da imprensa, envenenados pela ideologia marxista e a corrupção, transformando-se numa das instituições mais desacreditadas do país. Inegável a importância de uma imprensa séria e compromissada com a integridade das informações, para a consolidação dos regimes democráticos. Lamentavelmente, não é o que vem ocorrendo no Brasil nas últimas décadas. Mancomunados com o projeto criminoso do poder, arquitetado pelo PT, a troco de milhões de reais desviados criminosamente dos cofres públicos, importantes órgãos da mídia vem prestando verdadeiro desserviço à Nação Brasileira, cujos danos e consequências são impossíveis de se mensurar. Diuturna e sistematicamente, estamos assistindo essa banda doentia da imprensa brasileira atuando e torcendo contra o sucesso do país por se recusar em aceitar a eleição de Bolsonaro à Presidência da República, contra o qual vem promovendo as mais insidiosas campanhas difamatórias. Mais do que isso, vem desvirtuando e sabotando descaradamente os projetos promissores e as grandes conquistas do novo governo, sobejamente demonstradas pela realidade fática. Não obstante, todo esse esforço foi destroçado pelas redes sociais que, divulgando em tempo real as realizações do governo, decretaram o fim do monopólio das informações, até então sob o domínio e manipulação da grande mídia. A verdade nos mostra, cada vez mais e de forma cristalina, que o inconformismo dessa parte podre da mídia nacional decorre da perda de bilhões de reais anuais com que foram cooptados para apoiar e encobrir os crimes cometidos pelos governos petistas, que causaram ingentes sofrimentos ao povo brasileiro e jogaram o país à beira do abismo. Indubitavelmente, a atuação nefasta dessa Imprensa Marrom não escapará ao escrutínio e julgamento popular o que, ressalte-se, já começou, conforme sinalizam os resultados de pesquisa recente do Data Folha que revelou que apenas 24% dos entrevistados acreditam na imprensa brasileira. Não sentiremos nenhuma falta dela. Vídeo da entrevista publicado pelo YouTube.
O mundo no “caça palavras”.

O mundo no “caça palavras” foi uma forma de The Economist simbolizar (foto abaixo) as condições possíveis para o ano de 2020 e a Terceira Década deste Século XXI. As frases e palavras visualizadas mostram “o mundo em 2020′; “Trump”; “Brexit”; “AI”; “Taito”; “Tokio”; “Marte”; “Clima”; “XI”; “Recessão”; “MODI”; “EXPO”; “SDGS”; “BOND”; “Beethoven”; “Visões”; “Biodiversidade”; “RATNPT”; “WAR”; “REN”; “Raphael”; “Nighting Ale” e “Russia”. Porém, qual será o real significado, e o porquê, de cada uma das palavras e do conjunto delas? “O mundo em 2020” tem certamente uma simbologia caracterizada pelas cores ora destacadas. Os dois primeiros dígitos foram grafados na cor vermelha; os dois finais na cor verde. A mensagem das cores estão relacionadas aos eventos específicos que são simbolizados por elas, ou ao conjunto dos elementos? De igual modo, o termo “Visões”, associado ao “mundo em 2020” e aos demais episódios/eventos, foi grafado, na cor vermelha, evidenciando a palavra visão. Será um alerta, aos desavisados, de que o centro de controle amplia, cada vez mais sua visão, ilimitada aos espaços, até então, considerados limitados, íntimos, privados? A temática — “Trump”; “Brexit”; “AI”; “Taito”; “Tokio” e “Marte” — ocupará consideráveis espaços midiáticos, neste ano de 2020. O conjunto de episódios/eventos demonstra associação entre eles, sejam os políticos (impeachment do chefe do executivo norteamericano); tecnológicos (corrida da utilização funcional de Inteligência Artificial); entretenimentos (produção e distribuição de jogos eletrônicos); esportivos (Jogos Olímpicos de Tóquio) e/ou espaciais (Ações ampliadas na busca da conquista de Marte). Cada um deles constitui palco de disputas acirradas. Quem vencerá a corrida ora programada? Há posicionamentos que destacam o BR (Sigla do Brasil), colocado após o nome do presidente dos Estado Unidos e antes de Brexit. A corrida ambientalista está simbolizada pelos termos: “Clima”; “XI”; “EXPO” e “SDGS” e “Biodiversidade”. Quem é o “XI”, será o Líder Político da China? Ou, talvez, ao décimo primeiro OBJETIVO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, que é Tornar cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis. Os eventos “EXPO“; “SDGS” compõem a agenda sobre a “Biodiversidade” mundial. Chamam atenção, outros três conjuntos de termos com alguma relação entre si. O primeiro, constituído pelos nomes “Bond”, “Beethoven” e “Raphael”. Bond é criação inglesa do homicida com permissão para eliminar lideranças honestas e desonestas que se posicionam contrárias ao centro de controle. Qual será a bola da vez? Alguém, dentre os citados no caça palavras? O “trabalho” daquele homicida é perfeito, do ponto de vista da execução. Não deixa qualquer rastro capaz de indicar alguma autoria. Neste ano, serão comemorados, respectivamente, em 6 de abril, o 500º aniversário da morte do pintor italiano Raffaello Sanzio da Urbino; e, no dia 17 de dezembro, o 250º aniversário de Ludwig van Beethoven. No segundo, o destaque é para os termos “Recessão” e “MODI”. O primeiro é retratado numa realidade indesejável, presente nos cenários dos países considerados, outrora, prósperos com boas condições à sua população. Tem-se repetido, aqui, ali e acolá. Nos anos de 2015 a 2018, foi a realidade vivenciada pelo povo brasileiro. De igual modo, reflexos de dificuldades, têm sido observadas em várias localidades do mundo, evidenciadas em mobilizações e manifestações. O papel da Índia, na contextualização conflituosa mundial, dentre outros, é lembro pelo nome de “MODI”, uma das importantes liderança indiana? No terceiro, o que dizer dos termos “WAR REN” ou “WARREN”;”Nighting Ale” e “Russia”? Se for WARREN, quem será? O terceiro homem mais rico do mundo (Warren Buffet) liderará o ranking, em 2020? Ou a senadora, política e jurista, Elizabeth Warren, enfrentará e vencerá Trump, nas eleições à Presidência dos Estados Unidos. Destaca-se, ainda, que, na nona edição do Oxford Advanced Learner’s Dictionairy (OALD), o termo war refere-se a “guerra de tudo”; ren é a sigla de enfermeira registrada, e, Nighting Ale, seria alguma referência à Florence Nightingale? Esta, no citado dicionário é assim destacada: (1820-1910) an English nurse who became famous for her work during the Crimean War. In spite of a lot of opposition from army officials, she greatly improved the conditions of military hospitals and reduced the numbers of soldiers dying of disease. She used to walk round the hospital beds at night with her lamp, comforting the patients, and so became known as the ʼLady of the Lampʼ. Later she ran a campaign to change the British hospital system and improve the training of nurses. In 1907, she became the first woman to receive the Order of Merit. Não se encontrou explicação plausível para os termos: “RATNPT”. Talvez, seja “RAT” (Rato ou causador de pragas, segundo o OALD) e “NPT”. Há outras referências sobre a palavra “DOR”
“Internacionalização da Polícia”, no discurso da Rainha Elizabeth II.
“O sol nunca se põe, no Império Britânico…” A pretensão da frase destacada ganha muita força no discurso da Rainha Elizabeth II. Isso porque, mais uma vez, a ilustre monarca, chefe de Estado do Reino Unido, compareceu à cerimônia de abertura dos trabalhos do “Parlamento para o ano que virá”. Naquela Casa Legislativa, Elizabeth II fez o tradicional pronunciamento, na Câmara dos Lordes, a mais alta do Parlamento Britânico. Na oportunidade, ratificou a decisão tomada de que, no próximo 31 de outubro deste 2019, o Reino Unido deixará o bloco da União Europeia. Mas, qual foi a mensagem da principal representante da monarquia britânica, Mater et Magistra, aos súditos do Reino Unido, nesses tempos de crises, e aos povos do planeta Terra? Qual é o significado da propagada globalização enfatizada pela Rainha Elizabeth II? Não, há, na mídia nacional, considerações diversas das que foram apresentadas. Cada um dos veículos contou segundo suas particularidades. Algumas encarregaram, ainda, da vestimenta e da quantidade de joias usadas pela rainha pois a ocasião era muito mais do que simbólica. Contudo, na busca de algumas respostas aos questionamentos anteriores, vale a pena conhecer a opinião de Débora Gomes Barbosa, uma brasileira, que é Mestra em Inteligência de Estado e residente numa das cidades britânicas. Para ela, há, no discurso da rainha, prevalência do uso de pronomes possessivos. Posicionamentos favoráveis à parceria, com a UE, notadamente nas questões inquietantes, como a livre imigração, não se esquecendo da “migração global”. Na esteira da evidenciada globalização, destacou-se, também, a tecnologia 5G, proteção ao meio ambiente, além do mencionado sistema de internacionalização da polícia e educação para garotas, dentre outros temas. Veja o vídeo e faça suas conclusões. Ah! Talvez voce esteja interessado em ver outro vídeo que mostra o discurso da Rainha Elizabeth II, na abertura dos trabalhos, no mesmo Parlamento, em 59 anos atrás. Com as informações das fontes citadas e foto da BBCNews.
