pontopm
Generic selectors
Somente correspondências exatas
Pesquisar no título
Pesquisar no conteúdo
Post Type Selectors
"><font dir="auto" style="vertical-align: inherit
"><font dir="auto" style="vertical-align: inherit

Relacionamento: Polícia e Comunidade.

A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro dá um bom exemplo, na operacionalização da Lei 11.788/2008, conforme se vê no Edital de abertura do Concurso de Acadêmicos Bolsistas, Bolsas de Estágio não obrigatório no ano de 2017”. Segundo aquele documento: “As inscrições serão recebidas somente pela internet no período de 20/02/2017 à 06/03/2017; […] 3.4. O valor da bolsa será de R$ 700,00 (setecentos reais), podendo haver auxílio transporte no valor de R$ 100,00 (cem reais), conforme art. 12 do Cap. IV da Lei nº 11.788 de 25 de setembro de 2008”. […] 3.6. A carga horária semanal será de 16 horas não podendo ultrapassar 6 horas diárias, salvo nas áreas de Medicina e Fisioterapia (HCPM/CTI) em que se adota regime de plantão semanal de 12 horas; 7.2. O estagiário deverá estar cursando, no primeiro semestre de 2017, os seguintes períodos de seus respectivos cursos de graduação, segundo a tabela que se segue: Curso Duração Período Medicina 12 períodos 8º ao 11º período Enfermagem 8 períodos 5º ao 7º período Fisioterapia 10 períodos 6º ao 9º período Nutrição 8 períodos 4º ao 7º período Farmácia 8 períodos 4º ao 7º período Obs.: Caso o curso tenha duração diferente da tabela acima, considerar-se-á o período mínimo listado até o penúltimo período do curso. Com a oportunidade oferecida a jovens universitários — favorecendo-lhes a conviver na ambiência policial, em contatos diuturnos com os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública —, há muitas possibilidades deles reconsiderarem percepções preconcebidas. Iniciativas iguais a essas fortalecem a imagem institucional e devem constituir benchmarking para outras instituições policiais brasileiras. Essas oportunidades ora destacadas têm certamente possibilitado a muitos jovens tornarem futuros profissionais, na instituição militar carioca. Fonte: PMERJ.

NASA rumo ao espaço da TRAPPIST-1.

Nesta quarta-feira (22), foi divulgado que “o telescópio espacial Spitzer da NASA revelou o primeiro sistema conhecido de sete planetas do tamanho da Terra em torno de uma única estrela.” A NASA destacou também que: A descoberta estabelece um novo recorde para o maior número de planetas de zonas habitáveis encontrados em torno de uma única estrela fora do nosso sistema solar. Todos esses sete planetas poderiam ter água líquida – chave para a vida como a conhecemos – sob as condições atmosféricas corretas, mas as chances são maiores em três deles com favoráveis condições habitáveis. Para Thomas Zurbuchen, administrador associado do Departamento de Missão Científica da agência em Washington “Esta descoberta pode ser uma peça significativa no quebra-cabeças de encontrar ambientes habitáveis, lugares propícios para a vida”. Ressaltou também que “Responder à pergunta ‘estamos sozinhos’ é uma prioridade científica e encontrar tantos planetas como estes pela primeira vez na zona habitável é um passo notável em direção a esse objetivo”. Distante “cerca de 40 anos-luz (235 trilhões de milhas) da Terra, o sistema de planetas”, ora descoberto, encontra-se relativamente próximo à terra, na constelação de Aquário. Mas como “estão localizados fora de nosso sistema solar, esses planetas são cientificamente conhecidos como exoplanetas”. As informações foram coletadas pelo TRAPPIST – Transiting Planets and Planetesimals Small Telescope –, instalado nas montanhas chilenas de La Silla. Em sua homenagem ao telescópio que opera em terras chilenas, “a estrela-anã vermelha, em torno da qual orbita o novo sistema planetário, foi batizada de Trappist-1”. A confirmação das informações produzidas pelo Trappist foram ratificadas pelo Spitzer. Foi este telescópio do European Southern Observatory, com sua lente, igualmente larga, que confirmou existência de dois desses planetas e descobriu outros cinco, aumentando para sete o número de planetas conhecidos no sistema. A RFI destacou que Trappist 1 é fria e pouco maior do que Júpiter, cuja temperatura é de 2.200°C, enquanto que o Sol está em torno de 6.000°C. Foi seu tamanho pequeno que interessou os astrônomos: quanto menor uma estrela, mais propícia é a possibilidade de planetas girarem em torno dela. Baseando-se nessa teoria, os pesquisadores utilizaram um método que consiste em fixar o telescópio sobre a estrela, determinar sua luminosidade e medir as variações dessa luz quando os planetas passam na frente da estrela, como um mini-eclipse. Assista ao vídeo, elaborado pela NASA, sobre os novos planetas em torno da Trappist-1. Crédito das fotos destacadas: NASA.

Real + Forte Frente ao Dólar

Foi noticiado na última quinta-feira (16), pelo Portal Brasil, que “Entre as principais moedas, o real é a que mais ganhou força frente ao dólar nos últimos 12 meses. A cotação da divisa norte-americana caiu mais de 20% no período.” Isso é considerado um bom indicativo de recuperação da economia brasileira. Naquele Portal, foi noticiado também que: Apenas em 2017, o dólar recuou 6% frente ao real. Nesta quinta-feira (16), a moeda fechou negociada a R$ 3,081; no primeiro dia útil de janeiro estava em R$ 3,278. No ranking da valorização das moedas, encontram-se: o real (+20,00%); o peso colombiano (+16,29%); o peso chileno (+9,96%); o dólar australiano (+7,27%); o novo sol, do Peru (6,93%); o dólar taiwanês (6,19%); o dólar canadense (5,47%); e won, da Coreia (5,11%).

“Joaquim”, O Tiradentes, na Berlinale de 2017.

Iniciado na segunda quinta-feira (9), e encerrada neste domingo (19), de fevereiro, aconteceu o 67º Festival Internacional de Cinema de Berlin. O Brasil teve participação marcante, “com o longa histórico ‘Joaquim’”, do cineasta pernambucano Marcelo Gomes e equipe, exibido nesta última quinta-feira (19). Trata-se de mais um filme “sobre a vida do mártir Tiradentes, enforcado e esquartejado por ter participado da Inconfidência Mineira contra a soberania de Portugal”. Segundo a RFI, “Marcelo deu asas à ficção”, ao afirmar que: “O filme foi inspirado em fatos históricos mas, na verdade, o que se tem de documento sobre o nosso Tiradentes é a certidão de batismo e o processo de julgamento dele, que é o auto de devassa. Sobre esse momento de mudança de paradigma, em que ele era um soldado da coroa e se torna um rebelde da coroa, não existe nenhum documento histórico. E eu queria falar desse momento de mudança de paradigma“, observa o diretor, que concorda que deu asas à imaginação, mas se apropriando de fatos reais: “Ele era um soldado, ele era um dentista, ele perdeu a cabeça, ele participou da Inconfidência”. Não há muita clareza, na notícia divulgada, na explicação do cineasta, quando afirma que “o enredo não chegou até a Inconfidência, propositadamente. Para ele, uma das motivações de Tiradentes mudar de campo pode ter sido a descoberta de que era tão marginalizado quanto os escravos, os índios e os mestiços”. No dizer de Marcelo, “[…] ninguém nasce herói. ‘São contingências da vida, problemas profissionais, frustrações afetivas e reflexões sobre a própria vida que levam você a tomar um ato heroico’”. O lançamento de “Joaquim”, no Brasil, é esperada “em uma data simbolicamente escolhida: 21 de abril, dia de Tiradentes e feriado nacional. E “o cineasta espera que os brasileiros recebam o filme com o coração aberto”: “Acho que a gente vive um momento no Brasil que é um “Fla-Flu” muito grande. Se você é do amarelo não quer ninguém do azul, se voce é do azul não quer ninguém de vermelho, acho que a gente tem que parar com isso porque se a gente ama o nosso país, a gente tem que entender melhor o passado, as fraturas sociais do passado para compreender melhor o presente, e dentro do presente o passado está mais vivo do que nunca. E a partir daí apontar soluções para o futuro, e parar com esse “Fla-Flu”!, enfatiza Gomes, concluindo que espera que “todas as torcidas vejam o filme”(sic). A notícia sobre as declarações do cineasta, no Jornal O Globo, há mais clareza, na intenção do cineasta, quanto à mudança de direção no enredo do filme, diferente dos anteriores. É preciso ver o filme e entender sua mensagem. Vamos aguardar. A história pode ser vista de diferentes ângulos. Sobre a história do Alferes Tiradentes — O Patrono Cívico Brasileiro e Patrono das Polícias Civis e Militares brasileiras — há os que se posicionam, de um lado, para valorizá-lo e, do outro lado, para desmoralizá-lo. No Livro, A Polícia Militar Através dos Tempos — Dos primórdios aos Regimento Regular de Cavalaria, há informações históricas que enaltecem o Joaquim José da Silva Xavier — O Tiradentes. Mas, há muitas outras estratégias utilizadas, para desconstruir o herói e torná-lo em mito. Como explicar? Enquanto isso, são oportunas as palavras de Paulo da Costa e Silva — Jornalista da Revista de História da Biblioteca Nacional: O ideal não é desconstruir o mito, mas procurar compreender sua construção, como se forjou Tiradentes como salvador da pátria, como a figura mais importante de nossa História, com direito inclusive a um feriado, o 21 de abril”. E acrescenta Paulo da Costa e Silva: Na opinião de Márcio Jardim, Tiradentes não pode ser encarado apenas como um mito: “É um personagem real da História do Brasil. A circunstância de Tiradentes ser considerado mito deriva do fato de sua figura histórica ter sido apropriada ao longo da História do Brasil, tanto no Império como na República, e ainda no século XX ter sido usada indistintamente, tanto pela esquerda – como símbolo de revolta contra os opressores e dominadores – como pela direita, como símbolo de herói militar nacionalista. Na verdade, Tiradentes não precisa ser elogiado ou diminuído, mas entendido como homem iluminista, racional e radicalmente imbuído da convicção de que era melhor para o Brasil tornar-se independente de Portugal. Não deve haver releitura negativa ou positiva, mas tão-somente interpretação documental, segundo as características de sua época, e não de acordo com as do nosso tempo. Os documentos sobre Antônia Maria e Joaquina em nada diminuem ou elevam a figura pessoal ou histórica de Tiradentes. Apenas ajudam a situá-lo como homem comum que foi, distante de um personagem idealizado”. Com as informações da RFI.

Horário de Verão termina hoje, à meia noite.

Termina hoje (19), à meia noite, o horário de verão iniciado em 16 de outubro de 2016. Nesse período, as pessoas que se encontravam, nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul,aproveitaram um pouco mais da luz do calor e contribuíram, de certa forma, na redução de consumo de energia elétrica, com resultados positivos para a economia brasileira. A previsão do Ministério de Minas e Energia era que o horário de verão 2016/2017 mantivesse a média de redução do consumo no horário de pico em 4,5% e diminuísse em 0,5% o consumo geral de energia. O balanço final da economia durante esses meses, no entanto, só será divulgado na próxima semana. Apesar de parecer pouco, a energia que deixa de ser consumida nesse período é suficiente para atender a uma cidade como Brasília, que tem 2,8 milhões de habitantes. No Brasil, o horário de verão foi instituído pela primeira vez no verão de 1931/1932, pelo então presidente Getúlio Vargas. Sua versão de estreia durou quase meio ano – de 3 de outubro de 1931 a 31 de março de 1932. No verão seguinte, a medida foi reeditada e durou o mesmo tempo da primeira versão. Desde 1985, o horário de verão vigorou no país todos os anos, mas no passado houve anos em que a medida não foi adotada. A duração também varia, mas, em média, tem sido de 120 dias nos últimos 20 anos. A partir de um decreto 2008, o horário de verão passou a ter caráter permanente. Em 2016/2017, o horário de verão foi adotado nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo, além do Distrito Federal. O horário de verão de 2017/2018 começa no dia 15 de outubro.

Carlos Velloso não será o Ministro da Justiça e Segurança Pública

Carlos Mário da Silva Velloso — natural de Entre Rios de Minas, em Minas Gerais — é filósofo, advogado, professor, escritor, magistrado e jurista brasileiro e ex-ministro e presidente do Supremo Tribunal Federal. Cogitado para o Ministério da Justiça e Segurança Pública, recusou o convite do Presidente Temer. O Portal G1 publicou matéria, nesta sexta-feira (17) destacando que Velloso diz que compromissos profissionais e éticos o impediram de assumir Justiça Foi noticiado também o seguinte “Comunicado à imprensa”: Comuniquei, hoje, ao Sr. Presidente da República, a impossibilidade de aceitar o seu convite para ocupar o honroso cargo de Ministro de Estado da Justiça. Não obstante meu desejo pessoal de contribuir com o país, neste momento tão delicado, compromissos de natureza profissional e, sobretudo, éticos, levam-me a adotar esta decisão. É que acredito no adágio “pacta sunt servanda” (o contrato é lei entre os contratantes), pilar do princípio da segurança jurídica. Continuarei à disposição do Presidente Temer, amigo de cerca de 40 anos, para auxilia-lo de outra forma, na missão que o destino conferiu ao consagrado constitucionalista de recolocar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento econômico, com justiça social. 51 anos de serviço público e, dentre estes, 40 de magistratura, deixam-me seguro de que dei a minha cota de serviço à causa pública. Brasília, DF, 17 de fevereiro de 2017. Carlos Velloso

Quem ocupará a Vaga de Ministro da Justiça e Segurança Pública?

Notícias veiculadas pelo G1, nesta segunda-feira (13), dão conta de que a vaga do Ministério da Justiça e Segurança Pública poderá ser disputada por dois mineiros. O primeiro é o Deputado Rodrigo Pacheco (PMDB), candidato do Partido derrotado na disputa à Prefeitura de Belo Horizonte. O Outro é o Ex- Ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Veloso, com a chancela política do PSDB. Sobre o Deputado Rodrigo Pacheco, o Jornal Hoje, da Rede Globo, noticiou, nesta segunda-feira, sobre a indicação, além de destacar o posicionamento contrário do parlamentar às atividades investigatórias pretendidas pelo Ministério Público. A indicação do ex-Ministro Carlos Veloso foi divulgada num post Andréa Sadi, no Portal G1, na última quarta-feira (8). Analisando ambas as informações, conclui-se que ambos os candidatos reúnem as condições exigidas para o cargo. Mas, o que pesará realmente na decisão do Presidente da República, será a plataforma política do Deputado Rodrigo Pacheco. Vamos aguardar a decisão.

Rio Grande do Norte e Maçons Potiguares na Revolução Pernambucana de 1817

Segundo a wikipedia, a “chamada Revolução Pernambucana, também conhecida como Revolução dos Padres, foi um movimento emancipacionista que eclodiu em 6 de março de 1817, na então Capitania de Pernambuco, no Brasil. A movimentação expansionista daquela revolução alcançou outros estados da Região Nordeste Brasileira, inclusive, o Rio Grande do Norte, onde se verificou que: […] o movimento conseguiu a adesão do proprietário de um grande engenho de açúcar, André de Albuquerque Maranhão, que depois de prender o governador, José Inácio Borges, ocupou Natal e formou uma junta governativa, porém não despertou o interesse da população e foi tirado do poder em poucos dias. O jornalista Hipólito José da Costa foi convidado para o cargo de ministro plenipotenciário da nova república em Londres, mas recusou. Entusiasmado com a temática histórica, o Sargento da Polícia Militar, Lourival Cassimiro da Costa Júnior, pesquisou-a, consolidando-a em “A Participação da Capitania do Rio Grande do Norte e de Maçons Potiguares na Revolução Pernambucana de 1817”. Este é, portanto, o nome do livro do Sargento Cassimiro, que destaca episódios sobre a participação da capitania do RN e de Maçons naquela revolução do nordeste. Assim — na última sexta-feira (10), na presença de outros profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, no Salão Nobre do Quartel do Comando Geral daquela Instituição Militar Estadual —, o Sargento Cassimiro, da 1ª Seção da Polícia Militar, participou entusiasmado do lançou da segunda edição do livro de sua autoria.

O que a vida tem que ter pra valer a pena?

A vida vale a pena ser vivida apesar de todas as dificuldades, tristezas e momentos de dor e angústia. O mais importante que existe é a pessoa humana. E surpreender o homem no ato de viver é uma das coisas mais fantásticas que existe. Érico Veríssimo. Em muitas palestras ministradas pelo Bacharel em Direito, Jornalista e Professor Doutor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo – Clóvis de Barros Filho –, tem sido destacada a vida que vale a pena ser vivida, segundo a retórica socrática. Barros Filho enfatiza o ponto e o contraponto da vida cheia de felicidades. O ponto é o que tem sido assegurado pelo imediatismo do valor e o sucesso efêmeros de uma vida desejada por muitos. Alguns experimentaram-na. Se foram felizes por alguns momentos, ninguém sabe! Mas os resultados trágicos, muitos conheceram e concluíram que, aquela vida vivida, não valeu a pena! Nesse particular, destaca-se o que estamos acostumados a ouvir nos mais diversos ambientes de convivência diuturna, pois, segundo Barros Filho, estamos: “acostumados a ouvir que o sucesso da nossa vida tem a ver com o nosso próprio ganho, com a nossa própria riqueza, com o nosso próprio conforto, com o nosso próprio poder”. O contraponto, assegura Barros Filho, é a lição ensinada por Jesus, e afirma: “Jesus disse coisas que ninguém tinha dito antes. Jesus, grande sábio que era, respondeu à nossa pergunta: O que a vida tem que ter para valer a pena? E a resposta de Jesus é impactante até hoje. Por mais que vivamos em uma sociedade de cultura cristã, a resposta de Jesus, quando anunciada com clareza, produz extraordinário impacto nos espíritos de quem ouve. O Filé Mignon da vida, a vida que de fato vale a pena é a vida assumidamente dedicada ao outro. […] aquilo que fará de você um vivente feliz é a entrega, é proporcionar, alavancar, é permitir que o outro viva melhor do que viveria se você não existisse”. Os exemplos podem ir ao infinito, afirma Barros Filho, e destaca, num testemunho pessoal, a experiência da filha Natália, acamada, num Centro de Tratamento Intensivo, com uma doença desafiadora à moderna medicina. Então, aprendeu que o “amor vale mais que a própria vida”. Afinal, Barros Filho alerta aos seus ouvintes que a importância maior da vida, nos moldes da Vida de Jesus, é o bem-estar e o bem-viver dos seus semelhantes. Isso porque você estará lá! E será desafiado a decidir sobre uma série de questionamentos, inclusive, se de fato amas “[…] o próximo como a ti mesmo” (Marcos 12.31). O próximo não é certamente o seu parente consanguíneo ou amigo chegado. O próximo é aquele que se opõe a você nas mais diversas ocasiões. É aquele que você, caro profissional de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, não tem com ele nenhum vínculo afetivo, porém, jurou morrer no lugar dele, se necessário for. Lembras?

Louros sob espinhos…

Que é o homem, para que tanto o estimes, e ponhas sobre ele o teu coração, e cada manhã o visites, e cada momento o proves? Jó 7.17 Com humildade, conhecimento e sabedoria, o Professor, Jornalista e Tenente-Coronel PM João Bosco de Castro, coloca o “Louros sob Espinhos” — outra preciosa e mui bem elaborada obra literária — à disposição do público brasileiro, mais especificamente aos policiólogos de polícia ostensiva e preservação da ordem pública. Nas primeiras páginas, o autor de Louros sob Espinhos assim se manifesta: Ofereço este Livro à imagem autêntica e legítima da Polícia Militar Brasileira, especialmente ao melhor desempenho da Força Pública da Paz Social de Minas Gerais. Há, também, no Louros sob Espinhos uma apresentação do saudoso Coronel Saul Alves Martins — Ensaísta, Professor, Folcrorólogo e Profesor da Universidade Federal de Minas Gerais. Daquele Professor-Doutor, destacamos, aqui, os parágrafos inicial e final: A realidade não é o que nos parece ser, e só a pesquisa confere sabedoria: pesquisa-se para conhecer; conhecer para prever; prever para controlar. Humanize-se o policial militar, e, com certeza o reconhecimento da sociedade se fará presente. Recuar é raro na história da raça humana, parar é comum, é a estagnação. O importante não é progredir depressa, é não cessar de ir sempre em frente.     Coube ao Coronel PM Ari de Abreu — Bacharel em Direito, ex-Comandante da Academia Militar do Prado Mineiro e integrante da Academia de Letras “João Guimarães Rosa” — prefaciar o “Louros sob Espinhos“.Sobre o autor e a obra, o Coronel Ari de Abreu destacou:”Considero o PROFESSOR JOÃO BOSCO DE CASTRO dono de NOTÓRIO SABER, com base em seu maciço cabedal em LITERATURA COMPARADA (ESTUDOS LITERÁRIOS), com rigorosa e escorreita metodologia científica e extraordinária autoridade literocultural, nítido e comprovado na Pesquisa Acadêmica […]. Para o Coronel Ari, a obra: […] obtém e expõe ao juízo filosófico científico e até ao senso moral a imagem de polícia militar e seus agregados congêneres, segundo a óptica da Literatura Brasileira (acrescida de elaborações intelectuais de conteúdo antropológico, histórico, filosófico, jornalístico e sociológico) em diversos estilos de época e padrões de cultura. Vale a pena conferir!

error: Conteúdo Protegido!