Comunidade PM solidária em ação!
A comunidade PM do Amazonas comemorará, com muita solidariedade, mais um aniversário. Isso mobiliza os profissionais de polícia ostensiva e preservação a ordem pública, seus familiares e a comunidade de um modo geral. Particularmente, com muita alegria, os alunos do 3o. Colégio da Polícia Militar se empenharão, conforme se vê que: Com a proximidade dos 180 anos da Polícia Militar do Amazonas, a ser festejado a partir de abril deste ano, o 3o. Colégio da Polícia Militar deu início com a participação maciça de seus alunos à Campanha Solidária de Arrecadação de Alimentos, como forma de fazer interação entre a comunidade estudantil da unidade e os apelos das comunidades carentes de nossa capital. De acordo com o Diretor daquela unidade educacional militar, a campanha vai envolver discentes, docentes, militares e servidores civis do 3º CMPM e, obviamente, terá também a participação dos pais e responsáveis dos alunos e alunas. A ação lançada no último dia 13 de março, vai durar até o dia 13 de abril do ano corrente, quando serão devidamente entregues as autoridades competentes os alimentos não perecíveis arrecadados e, a turma que mais arrecadar alimentos será considerada campeã e, receberá como premiação, um dia de lazer no Clube dos Oficiais da Polícia Militar do Amazonas. O Colégio da Polícia Militar (CMPM III), atualmente comandado pelo Major PM Alysson Lima, fica situado na Rua Santa Helena, s/n, Bairro Parque São Pedro, Zona Oeste de Manaus, telefone de contato 99126-8059. Fonte: PMAM. Foto destacada: Pyxabay.
PM de Brasília realiza aula inaugural do V Curso de Negociador Policial – 2017.
Na última sesta sexta-feira(10), às 10h, profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública participaram, no centro de convenções Antônio Felix Filho — complexo sede da Polícia Rodoviária Federal —, da aula inaugural do V curso de negociador policial. O curso, de inciativa da Polícia Militar do Distrito Federal, contará, também, com a participação de profissionais de outros estados, confore destacado na seguinte notícia: A solenidade foi iniciada com a execução do Hino Nacional Brasileiro e a apresentação das autoridades presentes no evento: coronel Hemerson Rodrigues Silva, comandante do Comando de Missões Especiais, coronel Fábio Aracaqui de Souza Lima, chefe do Departamento de Ensino e Cultura, coronel Hêlbert Borges Marins, chefe do Centro de Comunicação Social, major Gustavo Dias de Oliveira Júnior, comandante do Batalhão de Operações Especiais, entre outras autoridades. Também foram apresentados alguns vídeos institucionais da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária Federal. O evento seguiu com a palestra ministrada pelo coronel Leonardo José Rodrigues de Sant’anna que proferiu instruções importantes que serão exploradas pelos alunos durante o curso, disse: “Não há nada mais poderoso que uma mente que se muda”. Ele ainda citou Daniele Varè, um diplomata italiano que disse: “Diplomacia é a arte de permitir que as pessoas façam o que você quer”. Esta edição do curso conta com 19 policiais da PMDF e oito oriundos dos estados: Paraná, Santa Catarina, Pará, Alagoas, Paraíba, São Paulo, além de policiais da PRF e Polícia Legislativa da Câmara Federal.
Um dia para recordar!
Onde vais tu, esbelto infante com teu fuzil lesto a marchar? Cadência certa, o peito arfante, Onde vais tu a pelejar? Pra longe eu vou a pátria ordena sigo contente o meu tambor, Cheio de ardor, Cheio de ardor Pois quando a pátria nos acena se vive só da própria dor. […] Olavo Bilac Encontrei o texto abaixo, no Blog da Renata, e, a foto, no Blog Plantão Policial MG. Li o texto e lembrei-me dos bons tempos, quando cantávamos o poema composto por Olavo Bilac. Destaquei acima a primeira estrofe da música que, naquela época, no final da Década de 60, era denominada “Alegre Recruta”. Cantávamos garbosamente, no pátio, do então Batalhão Escola, que é o mesmo destacado na foto. Hoje, pensando no tempo que se foi, posso afirmar: valeu a pena! UM DIA PARA RECORDAR Há exatamente uma semana, no dia 01-03-2016, se iniciava na Escola de Formação de Soldados (EFSD) da Academia da POLÍCIA MILITAR de Minas Gerais (APM-MG), o Curso de Formação de Soldados do Quadro de Praças da Polícia Militar (CFSD-QPPM), um momento emocionante, especial e, sobretudo, INESQUECÍVEL na vida de muitos que ali estavam, inclusive eu! A primeira chamada dos ‘’recrutas’’ do CFSD estava marcada para as 07h30min AM, e eu como uma pessoa prestativa que sempre fui (rsr), me ofereci para levar meu irmão gêmeo e então ‘’novo’’ Soldado de 2ª CLASSE da PMMG Douglas Henrique para seu primeiro dia de curso, ora, não poderia perder esse momento por nada! OBS: O ‘novo’ entre aspas refere-se ao fato de que meu outro irmão, o mais velho, é recém formado nas fileiras da PMMG. Pois bem, logo na entrada da APM já tive uma surpresa: Despedi-me de meu irmão, dei ‘meia volta’ e quando dava os primeiros passos pra ir embora, a Oficial que estava ali no portão de entrada recepcionando os novatos me pergunta o porquê de eu estar ali, se eu era Militar, parente ou acompanhante de alguém que adentrava por aquele portão. Respondi que além de acompanhante, eu era irmão de um dos recrutas, foi quando a Oficial (muito simpática por sinal) disse: – Por que está indo embora? Entre, vai lá ver seu irmão! Fiquei surpreso com aquilo, pois não é normal a entrada de civis naquele local, a não ser que esse seja uma autoridade, o que de fato, não era o caso. Tendo recebido o convite formal para entrar, fui passando em meio aos recrutas até chegar à parte superior do pátio principal da EFSD, onde estavam mais ou menos uma dúzia de outros parentes e acompanhantes, dentre eles, militares e civis (mais militares que civis). Logo na chegada ao meu local, de frente para os recrutas (mais ou menos mil), que já estavam em formação, ‘saquei’ meu celular e comecei a registrar aquele momento com várias fotos e vídeos, principalmente do pelotão em que estava meu irmão, claro. Nessa hora, já estava todo cheio de orgulho e emoção por ver meu irmão (e alguns amigos meus) ali de pé, em posição de ‘sentido’, de BOJEANS (blusa branca e calça jeans azul marinho) no meio de vários novos militares, sendo agraciado por essa benção divina e realizando seu sonho antigo, depois de ter sido eliminado na última etapa do concurso anterior… Mas é como dizem, “tudo tem sua hora”, e enfim, chegou a hora dele! Continuando, observei um dos alunos, no canto direito do pátio, que mesmo em forma, olhava pro ‘nada’, balançava a cabeça e sorria sozinho, com uma expressão de felicidade e agradecimento, às vezes por ter superado fatores externos e a si mesmo para poder agora estar ali, ombreando com aqueles tantos outros jovens, que com certeza lutaram bastante até que chegasse ‘o grande dia’ (e que dia!)… Depois de alguns minutos ali em pé observando os militares veteranos ‘’organizando’’ a nova tropa, nós, os acompanhantes, fomos convidados pessoalmente pelo Sr. Cel chefe da APM, Eduardo Cezar Reis, a subir no ‘altar’ principal daquele pátio para poder, como ele próprio disse, ter a mesma visão que todos aqueles oficiais tinham dos novos soldados. Nossa, quanta surpresa e honra foi ter recebido mais esse convite, porém, fiquei meio receoso de subir ao palanque, pois como disse anteriormente, fui pego de surpresa logo na primeira chamada para entrar na Academia, principalmente pelo fato de eu não estar nem um pouco vestido a caráter. Mas isso não me impediu de subir e agraciar aquela solenidade com uma visão ‘privilegiada’. Tudo estava correndo normalmente, sem, contudo, deixar de ser emocionante. Daí, uma parte da banda da PM formada por alunos do Quadro de Praças Especialistas (QPE), que já estava em formação, começou a tocar a Canção Oficial da PMMG… Nesta hora foi forte a vontade de chorar largado, pois vi o semblante de emoção em que meu irmão estava. Até eu, que ainda nem sou Militar me emociono muito toda vez que ouço esse hino, imaginem ele naquela hora, cantando em pensamento, sabendo que agora ele é um dos ‘’Filhos de Minas’’… :’D Depois disso, fomos novamente convidados, desta vez pelo Sr. TenCel Welerson, comandante da EFSD, juntamente com outros(as) oficiais, inclusive uma psicóloga, Oficial da saúde da PMMG, a acompanhá-los para o auditório da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos (EFAS), no qual foi apresentado a nós, convidados, o que aconteceria no CFSD, dentre outras coisas pertinentes. Os oficiais que nos receberam foram super atenciosos conosco, tiraram dúvidas, conversaram, contaram histórias e até riram com a gente, o que nos deixou bem à vontade. Em especial o TenCel Welerson, que apesar de sua serenidade e sua postura reta, típicas de um comandante, foi super gentil com todos. Rolou até um cafezinho com biscoitos depois… kkkk Após esse momento de descontração, saímos com os oficiais para fazer um tour pela Academia. Passamos pelas salas de aula dos alunos do Curso de Formação de Sargentos (CFS), pelo Regimento de Cavalaria Alferes Tiradentes (RCAT) e quando estávamos a caminho da sala de música da orquestra da PM,
Queda de 3,6% do PIB Brasil, em meio a Recessão Histórica.
Num cenário de recessão brasileira, em meio às incertezas políticas, jurídicas, o Produto Interno Bruto – PIB – de 2016 continua em queda de 3,6%. Na divulgação do IBGE, nesta terça-feira (7) e amplamente noticiado pela imprensa nacional, este é o segundo ano de queda do indicador, pois, recuou, em 2015, 3,8%. Em consequência disso, ressaltou a Folha de S. Paulo, “o país acumulou queda de 7,2% no acumulado de 2015 e 2016, a pior recessão já registrada pelo IBGE, cuja série começa em 1947”. Nas explicações daquele jornal, o PIB é: […] um dos principais indicadores de uma economia. Ele revela o valor adicionado à economia em um determinado período. O PIB pode ser calculado pela ótica da oferta e pela ótica da demanda. Os métodos devem apresentar o mesmo resultado. Desde o último trimestre de 2014, o IBGE passou a aplicar diretrizes da ONU que alteraram parcialmente os cálculos para o PIB. Investimentos em pesquisa e desenvolvimento, prospecção e avaliação de recursos minerais (mesmo que não sejam encontradas, por exemplo, jazidas de minério ou petróleo) e aquisição de softwares passaram a ser contabilizados no PIB. Antes, eram encarados como despesas intermediárias e descontadas do cálculo. Pela nova metodologia, os gastos governamentais com a compra de equipamentos militares também passam a ser considerados como investimento, por exemplo. À FolhaRebeca Passos — coordenadora de contas nacionais do IBGE — que “a economia brasileira voltou ao mesmo patamar do terceiro trimestre de 2010 ” e que “a recessão no período se destaca por sua dispersão em todos os setores da economia, algo incomum em períodos de crise anteriores”. A notícia é complementada com as seguintes informações: No ano, a agropecuária caiu 6,6%, seguida pela indústria (queda de 3,8%) e pelos serviços, que recuaram 2,7%. Desde 1996 o país não tinha quedas nos três principais setores da economia. A taxa de investimento em 2016 foi a pior da série histórica do IBGE. No ano passado, o indicador chegou a 16,4% do PIB. A construção civil, que corresponde a cerca de 50% dos investimentos, é a principal responsável por essa redução. O segmento foi afetado pela crise no setor imobiliário e pela Operação Lava Jato, que investiga as maiores empresas do setor. A restrição do acesso a crédito nos bancos e as taxas de juros em alta também pressionaram os investimentos para baixo. Há, porém, sinalizações favoráveis, quando se observa, na notícia da Folha, que: A expectativa do mercado é que o desempenho no primeiro trimestre deste ano já esteja em terreno positivo. Para 2017, a projeção é de crescimento de 0,49% do PIB, de acordo com a pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda (6). A queda da inflação e a redução da taxa de juros pelo BC são as principais razões para o ânimo de economistas, que esperam que, com isso, famílias e empresários voltem a consumir e investir. A melhora na demanda por commodities e o aumento da safra agrícola —principais produtos da pauta de exportações brasileira— também explicam o otimismo. A visão positiva para 2017 contrasta com o ano de 2016, marcado pelo aprofundamento da recessão, com aumento do desemprego e piora da atividade econômica sobretudo nos setores de comércio e serviços, que levaram mais tempo para sentir os efeitos da crise. Fatores políticos, como o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e as investigações de negócios e políticos na Operação Lava Jato, pioraram esse cenário, afetando a confiança na economia e freando investimentos e consumo. Na reportagem da RFI, há o destaque sobre o Selo de bom pagador, assim explicado: Mas no segundo trimestre de 2015, sob a gestão de Dilma Rousseff, o país entrou em recessão e as agências de classificação de risco tiraram do Brasil o selo de bom pagador. O desemprego, além disso, disparou até alcançar no início deste ano um nível recorde de 12,6% (quase 12,9 milhões de pessoas). O governo conservador de Michel Temer – que no ano passado substituiu Dilma, que sofreu um impeachment – lançou um programa de ajustes para recuperar a confiança dos investidores, mas os resultados ainda são aguardados. As expectativas do mercado são de um crescimento de 0,49% este ano, enquanto a OCDE prevê um crescimento nulo (0%) em 2017. Fonte e foto destacada: Folha de S. Paulo e RFI.
Capacitação Profissional em Polícia Judiciária Militar.
Em Rondonópolis – MT, os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública e os bombeiros militares daquela Região de Polícia Militar iniciaram uma capacitação profissional em Polícia Judiciária Militar. Conforme noticiado no Portal da Polícia Militar do Mato Grosso: A Corregedoria-Geral da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT) começou na manhã desta segunda-feira (06), na sede do 4º Comando Regional, um curso de capacitação para 30 policiais militares e dois bombeiros militares na área da Polícia Judiciária Militar, em Rondonópolis. O curso tem como público alvo todos os policiais recém-promovidos aos posto de 3º sargento da PMMT e do CBMMT. São policiais que terão entre as novas atribuições inerentes à nova graduação passam a desenvolver atividades específicas em Polícia Judiciária Militar, sobretudo, como encarregados de sindicâncias, atribuições de escrivão em Inquérito Policial Militar e Auto de Prisão em Flagrante Delito Militar. Para tanto, está sendo ministrado conteúdo referentes ao direito penal militar aplicado, direito processual penal militar aplicado, direito administrativo disciplinar militar, processos administrativos disciplinares da PMMT, manuais e normas administrativas atinentes ao assunto. Ao final dessa capacitação, os policiais militares e os bombeiros militares estarão e aptos a desenvolverem as atividades mencionadas, que é de grande importância para os trabalhos desempenhados nas instituições da polícia militar e do corpo de bombeiros militar. A capacitação segue até o dia 10 de março. O planejamento é que o curso seja realizado em todos os Comandos Regionais do Estado. Fonte: PMMT.
I Curso de Comunicação Social na PMDF.
Os profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública do Distrito Federal, além de um do Estado do Acre e outro do Estado do Rio de Janeiro serão qualificados para as atividades de Comunicação Social, que é uma das mais importantes funções policiais militares neste Século XXI. As informações sobre I Curso de Comunicação Social da PMDF — 2017 — foram assim destacadas no portal daquela Instituição Militar Estadual: Novos alunos do Curso de Comunicação Social da PMDF 2017 receberam boas-vindas durante a aula inaugural, na tarde desta segunda-feira (6), no Auditório do Comando Militar do Planalto, Setor Militar Urbano. Os jornalistas Giulianno Cartaxo e Alexandre Garcia foram os palestrantes. Com 20 policiais militares inscritos, sendo um do Acre e outro do Rio de Janeiro, o curso tem o objetivo de capacitar os novos alunos para atuarem de forma eficaz e eficiente, além de dar enfoque na elaboração e compreensão da notícia, respeitando a linguagem e a formatação específica para jornais, revistas, rádio, televisão e internet. O primeiro a fazer uso da palavra foi o coronel Cláudio Ribas, que na ocasião representou o governador Rodrigo Rollemberg, e parabenizou o ótimo trabalho que vem sido realizado pelo Centro de Comunicação Social da PMDF. “A informação tem que ser fidedigna, não pode ser manipulada, tem que ser verdadeira, transparente e acredito que hoje o CCS tem mais trabalhado em desfazer as informações que não são reais do que conseguir espaço na mídia para divulgar tudo que a Polícia Militar vem desenvolvendo de importante”. Em seu discurso, o coronel Nunes destacou o importante papel de garantir a informação e transparência. “Comunicar o que fazemos é o direito da sociedade, porque trabalhamos muito e nem sempre conseguimos publicizar, nem sempre conseguimos mostrar os importantes feitos que fazemos no dia a dia em benefício da sociedade”, discursou. O jornalista Giulianno Cartaxo destacou a evolução da percepção das pessoas em relação à Polícia Militar. “Hoje em dia, o cidadão está despertando para a necessidade de mudança na legislação para que o trabalho da Polícia Militar tenha um ciclo completo”, e reconheceu “o nosso foco nesse momento é fazer que o cidadão de bem saiba que ele não está sozinho. Tem centenas de homens e mulheres trabalhando, deixando as suas famílias, para garantir que possamos dormir tranquilos”, destacou. Entre os assuntos abordados em sua palestra, Alexandre Garcia comentou sobre o Termo Circunstanciado de Ocorrência.”O Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) é uma realidade mundial e uma tendência aqui no Brasil, tendo em vista que a realização do TCO pelas Polícias Militares representa economia de gastos em relação ao deslocamento das viaturas para as delegacias e, ao mesmo tempo, atesta o serviço para o cidadão e mantém o cidadão na área”. O evento contou com presença do coronel Cláudio Ribas, secretário de Estado e chefe da Casa Militar, do comandante-geral da PMDF, coronel Marcos Antônio Nunes, do chefe do Departamento de Educação e Cultura, coronel Sousa Lima, do coronel Helbert Borges Marins, chefe do Centro de Comunicação Social e coordenador do curso, do tenente-coronel Lemos do Exército Brasileiro, além de outras autoridades militares. O curso tem duração de 170 h/a e o término está previsto para o dia 24 de abril deste ano. Fonte e fotos destacadas: PMDF.
Flexão e Modernidade.
Flexão e Modernidade.(*) Às consolidadoras do Descobrimento do Brasil, Dona Brites de Albuquerque* e Dona Ana Pimentel, as duas primeiras grandes capitãs portuguesas nos domínios de Santa Cruz! Se a mulher já saiu da beatice medieval e da redoma romanesca, para competir com o homem — e até superá-lo! — em atividades convencionais e intelectivas, ela não pode entregar-se ao desrespeitoso desprestígio contido em tão encardido simulacro de epiceno. * Esposa de Duarte Coelho Pereira e homônima da mãe de Martim Afonso de Sousa. Flexão é a forma de variabilidade de um vocábulo. Existem várias modalidades de flexão, mas este excerto aborda apenas a referente ao gênero fundamental dos designativos dos postos, graduações, círculos, cargos e encargos típicos do estrato militar ou com ele correlatos. Com a admissão da mulher aos quefazeres milicianos, fato compatível com indiscriminatória modernidade, todos os vocábulos indicativos da condição militar do homem — adequada e corretamente empregados no gênero masculino — têm de flexionar-se de acordo com a situação militar da mulher — adequada e corretamente transfigurados no gênero feminino ou, como respeitosa opção, no conhecido comum-de-dois-gêneros. O uso do adjetivo feminino (abreviado para fem.), acopladamente com o designativo militar da mulher (soldado feminino Maria, sd. fem. Maria, cabo feminino Gláucia, cb. fem. Gláucia, sargento feminino Angélica, sgt. fem. Angélica), corresponde a uma analogia com o EPICENO, expediente reservado à indicação do gênero de alguns irracionais mediante o auxílio da palavra macho (a) ou fêmeo (a): cobra macho, cobra fêmea, sabiá macho, sabiá fêmeo, capivara macha, capivara fêmea, jacaré macho, jacaré fêmeo. Isso apenas se emprega para a identificação de bichos — “animais e insetos inferiores” —, conforme com Luís Antônio Sacconi (Gramática Essencial da Língua Portuguesa, 4ª ed., rev., 1.989): “Alguns nomes de animais e insetos inferiores precisam do auxílio das palavras macho e fêmea para a distinção do sexo. Nesse caso, o substantivo se chama epiceno.” Se a mulher já saiu da beatice medieval e da redoma romanesca, para competir com o homem — e até superá-lo! — em atividades convencionais e intelectivas, ela não pode entregar-se ao desrespeitoso desprestígio contido em tão encardido simulacro de epiceno. Em minha tese POLÍCIA MILITAR SOB ENFOQUES DA LITERATURA BRASILEIRA: Análise de Conteúdo e Cosmovisão, na análise dedicada à manifestação contra a polícia feminina, explicitei: Os policiais-militares masculinos, particularmente, reflitam sobre a importância de sua profissão, aperfeiçoem-se e façam o melhor que puderem, pois as mulheres já estão dando provas de que são plenamente capazes de planejar, comandar e executar ações e operações de preservação da ordem pública e defesa social. Eficiência e espírito crítico, inteligência e vontade de ser útil à comunidade, organização e disciplina, coragem e devoção ao dever são virtudes que não discriminam macho de fêmea. E não é de hoje que as mulheres, no Brasil, fazem bonito fora da cozinha, extramuros. Das capitanias hereditárias, pelos idos do século XVI, apenas duas prosperaram: a celebrada chã de Pernambuco, de Duarte Coelho, e a de São Vicente, de Martim Afonso de Sousa. Exatamente aquelas duas governadas e administradas por mulheres. Dom Duarte Coelho, doente, retornou a Portugal e passou as rédeas de Pernambuco — que englobava o território hoje correspondente ao da Paraíba — à sua desembaraçada esposa, dona Brites de Albuquerque, autora de proezas na exploração açucareira. Talvez daí se explique a expressão “paraíba masculina, mulher macha…” Martim Afonso de Sousa também voltou a Portugal para missões militares e deixou procurações com sua igualmente empreendedora mulher, dona Ana Pimentel, que arregaçou as mangas e conduziu São Vicente ao sucesso econômico, o que seu marido, que nunca foi administrador nem gostava de terras, jamais teria conseguido fazer. Eis as duas primeiras grandes capitãs portuguesas em terras brasileiras. O Sistema Ortográfico da Língua Portuguesa oficializa, no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (elaborado pela Academia Brasileira de Letras, em razão da Lei nº 5.765, de 18 de dezembro de 1.971, e publicado por Bloch Editores S.A., em 1.981), formas de flexão de gênero dos tais designativos de postos, graduações, círculos, cargos e encargos típicos do ambiente militar ou com ele correlatos, assim: soldado s. m.* ; soldada s. f.**; sargento s. m.; sargenta s. f.; cadete s. m.; cadeta s. f.; aspirante s. m.; aspiranta s. f.; capitão s. m.; capitã s. f.; coronel s. m.; coronela s. f.; general s. m.; generala s. f.; almirante s. m.; almiranta s. f.; marechal s. m.; marechala s. f.; comandante s. m.; comandanta s. f. * substantivo masculino; ** substantivo feminino. Na página 182 do Dicionário de Questões Vernáculas, de Napoleão Mendes de Almeida, está o verbete: “Major, Majora — ´A Majora Ferdinanda Azevedo` (no Exército da Salvação é assim que dizem) é redação que não deve causar-nos estranheza demasiada; o feminino tem aí forma própria possível e justificável, como ainda possível é a terminação aberta ora, encontrada em canora, inodora, Isidora, senhora.” Na página 286 desse indispensável dicionário especializado, com o devido rigor, registra-se: “Sargento, Sargenta — O étimo da palavra permite-nos o feminino sargenta. Se tenente conservou a forma primitiva e presta-se como adjetivo uniforme para os dois gêneros, a forma participial latina serviente deu-nos pelo francês sargent a palavra terminada em o, o que nos obriga à flexão sargenta para o feminino. É o mesmo caso de soldado, também de forma participial latina, cujo feminino é soldada. Não será o fato de não existirem exércitos de mulheres que irá impedir-nos de aceitar, conhecer, flexionar palavras inteiramente de acordo com as normas do idioma, mas o Exército da Salvação aí está com soldadas, sargentas, generalas. Redijamos, sem medo: ´Duas outras sargentas da Polícia Feminina acompanhavam os acontecimentos à paisana como simples convidadas.`” O emérito Filólogo Napoleão Mendes de Almeida condena a flexão feminina dos adjetivos uniformes decorrentes do Latim, como TENENTE, VIDENTE, GOVERNANTE, PRUDENTE, OUVINTE, PRESIDENTE e outros. Tais vocábulos não se flexionam em gênero, enquanto adjetivos. Transfeitos em substantivos — e esse é o caso dos designativos de postos, graduações, círculos, cargos, encargos e demais especificativos do mundo militar! —, esses vocábulos flexionam-se em
Reeleito Diretor da OMC, Azevêdo condena protecionismo.
Nesta terça-feira (28), a RFI noticiou que o brasileiro Roberto Azevêdo (59) foi reeleito diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). No discurso para um novo mandato de quatro anos, Azevêdo “alertou para a ameaça do protecionismo ao comércio mundial”. Na sede da OMC, em Genebra, a reeleição de Azevêdo não causou surpresa uma vez que ele era candidato único. O diretor-geral afirmou que a instituição “é mais forte agora do que em 2013”, quando assumiu o cargo. No destaque de sua gestão exitosa, é destacada: “a entrada em vigor, no último dia 22, de um acordo alfandegário histórico, o primeiro desde o lançamento da OMC, em 1995. Esse pacto multilateral busca estimular o comércio internacional reduzindo os trâmites administrativos nas fronteiras e gerar, assim, até US$ 1 trilhão anuais graças às exportações adicionais”. Por outro lado, tem-se que: O acordo acontece em um contexto de incertezas envolvendo o comércio internacional com a chegada à Casa Branca de Donald Trump, que defende o protecionismo com o lema “America first” (EUA primeiro). “Os tempos são difíceis para o multilateralismo comercial”, declarou, sem citar Trump. “Não se pode ignorar a ameaça do protecionismo.” Haverá, nesta nova gestão de Azevêdo, dificuldades consequentes da uma possível “guerra comercial”, conforme ressaltado pela RFI, informando que: Azevedo não quis comentar a nova política comercial dos EUA, mas, em entrevista ao semanário alemão Bild, opinou que, “sem comércio, os americanos não voltarão a ser grandes”, em referência a outro lema de Trump durante a campanha: “Make America Great Again” (tornar os EUA grandes novamente). O presidente americano ameaça tomar medidas protecionistas contra as importações chinesas e mexicanas, que acusa de prejudicar a indústria de seu país. Pouco após assumir o cargo, ele desvinculou os EUA do Tratado Transpacífico (TPP), promovido por seu antecessor, Barack Obama, com outros 11 países, incluindo Peru, Chile e México. “Não deveríamos usar palavras que possam nos levar a uma guerra comercial”, disse. Fonte e foto destacada: RFI.
CPI da Previdência Social?
A CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE APOSENTADOS, PENSIONISTAS E IDOSO — COBAP, divulgou no seu portal, na última sexta-feira (24), que “O que poucos acreditavam aconteceu. A COBAP, juntamente com o senador Paulo Paim, acaba de dar um duro golpe no Governo Federal, conseguindo o número necessários de assinaturas para instaurar a Comissão Parlamentar de Inquérito para apurar a real situação financeira da Previdência Social. Esse fato é inédito. Pela primeira vez em 92 anos de existência, o INSS sofrerá uma severa investigação. Serão apurados desvios de verbas, fraudes, sonegações e todos os tipos de irregularidades. A ideia de criar uma CPI na Previdência Pública partiu do presidente da COBAP, Warley Martins, que buscou o apoio do senador Paim para oficializar um complicado processo investigativo que será histórico. “Vamos provar de uma vez por todas que não existe déficit na Previdência. Não tem rombo, tem roubo. Muita gente vai parar na cadeia, será pior que a operação lava-jato”, disse Warley. Para abertura desta CPI eram necessários que dois terços dos 81 senadores assinassem o pedido (ou seja, 27 membros). Graças ao trabalho e pressão da COBAP nas ruas e ao prestígio de Paulo Paim, até agora 29 parlamentares assinaram o documento, garantindo a instauração da investigação nos cofres do INSS durante as últimas décadas. Espera-se que outros senadores assinem, para que a CPI ganhe mais força e maior representatividade política. O Senado terá até 120 dias para concluir a investigação na contabilidade do setor. Essa façanha pode “engessar” a maldita reforma da previdência e também impedir sua aprovação no Congresso Nacional. Fonte:COBAP.
Coronel Roberto Campos Recebe Medalha de “Amigo da Marinha”
O Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Roberto Campos, foi condecorado pelo Vice-Almirante Alípio Jorge da Silva, Comandante do 4º Distrito Naval, com a Medalha “Amigo da Marinha”, honraria concedida a autoridades civis e militares que de alguma forma tenham contribuído para o trabalho da Marinha do Brasil. A cerimônia ocorreu na tarde da última quarta-feira, 22, no Salão Nobre do 4º Distrito Naval, em Belém, e foi realizada pela Marinha do Brasil em parceria com a Sociedade Amigos da Marinha do Pará (SOAMAR/PA). O Comandante do 4° Distrito Naval falou sobre a importância da parceria entre a Marinha e a SOAMAR/PA, destacando os avanços em benefício da sociedade paraense. Após o discurso, algumas autoridades civis e militares que estavam presentes receberam a medalha das mãos do Vice-Almirante Alípio Jorge da Silva e da Sra. Sônia Guedes de Souza, presidente da SOAMAR/PA. Breve Histórico da Medalha “Amigos da Marinha” A Medalha Amigo da Marinha foi criada em 1966 para agraciar personalidades civis, sem vínculo funcional com a Marinha, militares de outras forças, bem como instituições que se tenham distinguido no trabalho de divulgar a mentalidade marítima ou no relacionamento com a Marinha. O grande incentivador das Sociedades Amigos da Marinha (SOAMAR) foi o Almirante-de-Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca que, com seu empreendedorismo, liderança e visão prospectiva, apoiou a sua criação e empenhou se por consolidá-la, tornando-se o seu Patrono. E foi em sua homenagem que instituiu-se o Dia Nacional do Amigo da Marinha, comemorado na mesma data de seu nascimento, 06 de novembro, data esta também que a Marinha concede a Medalha Amigo da Marinha e o respectivo diploma àqueles que contribuem para o engrandecimento da Instituição. Fonte: PMPA.

