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Curso de Aperfeiçoamento de Praças foi concluído pelos policiais militares brasilienses

Uma postagem do portal da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) informa que o Curso de Aperfeiçoamento de Praças foi concluído pelos policiais militares brasilienses, quando se destacou a necessidade da realização daquele curso e o desenvolvimento do cerimonial policial militar. A necessidade do Curso de Aperfeiçoamento de Praças – CAP II – EaD/2017/2018 No post publicado, foi informado que o “curso é necessário para ascensão profissional às graduações de Segundo e de Primeiro Sargento Policial Militar” e que “teve início no dia 17 de novembro de 2017, com duração de 68 dias letivos e contou com 501 alunos inscritos.” Aos concluintes do curso “foram ministradas 180 horas de aula presenciais e semi-presenciais”. Desse modo “os alunos adquiriram conhecimento das disciplinas de Atendimento Pré-Hospitalar, Técnica e tecnologias menos letais e Uso diferenciado da força, Técnica de Abordagem e seus aspectos jurídicos[…]”. Os policiais militares brasilienses, profissionais de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, estudaram e praticaram temas de “Filosofia dos Direitos Humanos aplicados à atuação policial e o tema bastante atual, o Termo Circunstanciado.” Cerimonial de conclusão do Curso de Aperfeiçoamento de Praças – CAP II – EaD/2017/2018 Sobre o cerimonial de conclusão do curso ora destacado, realizado na tarde desta terça-feira (3), no “auditório do Master Ulisses Guimarães”, naquele post foi destacado, também, que: Na solenidade, estiveram presentes o comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Marcos Antônio Nunes, chefe do Estado Maior coronel Ricardo Yamasaki, comandante da Academia de Polícia Militar, coronel Hêlbert Borges Marins, chefe do Departamento de Educação e Cultura (DEC), coronel Alexandre Lima Ferro, chefe do Centro de Altos Estudos e Aperfeiçoamento (CAEAp), coronel Sidilon Marcelo Mota de Sousa. Durante o evento, o primeiro colocado recebeu a Medalha Duque de Caixas e os segundo e terceiro colocados foram homenageados com um prêmio. Os colocados receberam as premiações como incentivo a continuarem os estudos para graduação profissional. O chefe do CAEAp foi convidado a fazer uso da palavra e na ocasião, agradeceu a presença dos convidados, reforçou sobre a importância da qualificação fornecida pela PMDF por meio do Instituto Superior de Ciências Policiais (ISCP). Em seguida o coronel Nunes fez uso da palavra e falou a respeito da alta produtividade do efetivo atual da PMDF e reforçou sobre a importância de a PMDF oferecer Ensino à Distância de maneira a não interferir na realização das atividades cotidianas dos policiais. E destacou o orgulho em oferecer 501 novos sargentos à sociedade do Distrito Federal.   Com as informações da PMDF

507 novos policiais militares atuarão no Rio Grande do Sul, a partir de 6 de abril

No portal da Brigada Militar do Estado do Rio Grande Sul (BMRS), uma postagem informa que 507 novos policiais militares atuarão no Rio Grande do Sul, a partir de 6 de abril deste ano. Após a realização do “Curso Básico de Formação Policial-Militar/Curso Superior de Tecnologia em Aplicação de Polícia Militar”, será realizada a solenidade de formatura. Os 507 novos policiais militares atuarão no Rio Grande do Sul, a partir de 6 de abril, após realizar o “Curso Básico de Formação Policial-Militar” A postagem publicada, no portal da BMRS, destacou que: A turma de formandos é composta de 507 Soldados que incluíram nas fileiras da Instituição em 21 de junho de 2017, após processo de seleção realizado mediante concurso público. O Curso foi dividido em três módulos onde os alunos receberam conhecimentos específicos da atividade policial-militar, disciplinas de direito (penal, penal militar, processo penal militar, institucional, etc.), sociologia da violência, uso da força e da arma de fogo, decisão de tiro, entre outras disciplinas, perfazendo uma carga horária total de 1650 horas-aula. Nos meses de dezembro, janeiro e fevereiro os formandos realizaram estágio operacional supervisionado, em apoio ao Comando de Policiamento da Capital (CPC), Comando de Policiamento Metropolitano (CPM), Comando Regional de Polícia Ostensiva da Região da Serra (CRPO/Serra) e Comando Regional de Polícia Ostensiva da Região do Litoral Norte (CRPO/Litoral), compondo efetivos de apoio à Operação Papai Noel, Natal Luz, Operação Golfinho, entre outros eventos especiais que ocorreram no período. Depois da solenidade de formatura, os 507 novos policiais militares atuarão no Rio Grande do Sul, a partir de 6 de abril A solenidade policial-militar de formatura “do Curso Básico de Formação Policial-Militar/Curso Superior de Tecnologia em Aplicação de Polícia Militar 2017-2018”, da BMSR, será realizado “na próxima sexta-feira (6), às 10 h […], no Ginásio Gigantinho, na Av. Padre Cacique, 891, bairro Menino Deus, em Porto Alegre.” Para abrilhantar a cerimônia programada, foram convidados o “governador José Ivo Sartori” e o ” secretário da Segurança Pública, Cezar Schiermer”, entre outros convidados e familiares dos formandos e todos serão recebidos pelo “comandante-geral da BM, coronel Andreis Silvio Dal`Lago”. A programação do evento solene, encontra-se assim destacada SERVIÇO O quê: Formatura do Curso Básico de Formação Policial-Militar/Curso Superior de Tecnologia em Aplicação de Polícia Militar 2017-2018 da Brigada Militar. Quando: Sexta-feira (6), às 10h Onde: Ginásio Gigantinho, na Av. Padre Cacique, 891, bairro Menino Deus, Porto Alegre. Com as informações da BMRS

Um olhar menos míope… e que vale a pena!

Um olhar menos míope… e que vale a pena! Olhar para o Ano de 1964 e focar o Dia 31 de Março, arvorando-se conhecedor é muito arriscado. É preciso fazê-lo com um olhar menos míope… e que vale a pena! Não se pode valer apenas da ciência segmentada, apesar da validade parcial — quando praticada sem viés —. Só, a ciência segmentada, é frágil. E, mesmo completa, a Ciência pode não consolidar Conhecimento. Este, está alhures, na maioria das vezes, do limitado espaço, ou do fenômeno que se não considerou, na produção científica. Ciência mais Conhecimento é igual Sabedoria. A equação é simples assim. Hoje é 31 de março de 2018, sábado. É o “sábado de aleluia”, quando a maioria dos brasileiros se calam. Alguns, corajosos, decidem falar e expor um olhar menos míope… e que vale a pena! Nesse caso, destacamos os olhares percebidos em duas postagens: Primeira postagem sobre um olhar menos míope… e que vale a pena! No texto “A mídia e o golpe de 1964: revista O Cruzeiro como aliada do discurso das forças militares”, os autores destacaram, no resumo: Ao completar 50 anos do golpe de Estado que instaurou a ditadura militar no Brasil, evidenciamos a importância de revisitar o arquivo documental de matérias que foram veiculadas pela grande mídia durante aquele período. A instauração da Comissão Nacional da Verdade – Lei n.º 12.528 de junho de 2012 – e as recentes manifestações de movimentos sociais em defesa do direito à verdade e justiça têm movimentado o cenário político nacional e encontram lugar na análise proposta por este estudo. O discurso que desperta o nosso interesse é o político, concebido como embate, relação de forças que se materializam pelo próprio discurso. E, arquivo é entendido aqui, a partir de Horta Nunes, “não como um conjunto de ‘dados’ objetivos dos quais estaria excluída a espessura histórica, mas como uma materialidade discursiva que traz as marcas da constituição dos sentidos” (2005, p.2). Na Parte conclusiva, onde se encontram os “Apontamentos finais”, os autores afirmaram: Durante a análise do discurso da revista O Cruzeiro, foi possível identificar sentidos que se reproduzem, se repetem, se (re)significam ainda hoje, através dos grandes meios de comunicação. As forças políticas que agiram ativamente na deposição do presidente João Goulart atuavam em benefício do capital estrangeiro, criando um distanciamento moral com aqueles que se atreviam a questionar esse modelo de sociedade. O discurso de O Cruzeiro que, além de conservador, na maior parte dos casos, se mostrou preconceituoso e agressivo, resulta de uma memória discursiva na qual o mundo estaria dividido em dois extremos – de um lado o capitalismo (sistema político considerado ideal) e, de outro, o comunismo (considerado antidemocrático e, portanto, prejudicial). É o que a doutrina persa chama de maniqueísmo, ou seja, de um lado estaria todo o bem e, de outro, todo o mal. Assim, O Cruzeiro, símbolo da constelação celestial, a qual está estampada na bandeira do Brasil, entendia equivocadamente que estava alinhado com as “forças do bem” e combatia as “forças do mal”. Em fevereiro de 2009, ao empregar o termo “ditabranda”, em editorial, o jornal Folha de São Paulo recorreu à memória discursiva de O Cruzeiro. A intenção era combater um discurso que estava sendo retomado no processo histórico da luta socialista travada na Venezuela. O caráter eufêmico do discurso de um dos principais jornais do Brasil, ao tratar da formação ideológica responsável pelo golpe militar no Brasil, procurava estabelecer uma relação de confrontação à vitória de Chávez nas eleições daquele ano; diga-se de passagem, uma escolha referendada nas urnas – pela via democrática. Sob determinadas condições de produção e recorrendo ao esquecimento ideológico, o mesmo discurso utilizado pela revista O Cruzeiro continua arregimentando adeptos, pois, ainda hoje, se faz presente no imaginário social. De nossa parte, consideramos importante ressaltar que nós, analistas, também não estamos fora da interpretação e, por conseguinte, da história. Importa, então, compreender que nossa interpretação se dá de acordo com os saberes próprios ao “lugar social” em que estamos inscritos – intervém aí a ideologia e o inconsciente como constitutivos do dizer, do interpretar. E, desse processo advém a possibilidade de outra(s) interpretação(ões). Segunda postagem sobre um olhar menos míope… e que vale a pena! Em outra postagem, de 1994, intitulada “Francis faz relato tranquilo de 1964; […]”, o autor escreveu: Francis faz relato tranquilo de 1964 1964. 31 de março ou 1º de abril? Revolução ou golpe? Com essas perguntas, Paulo Francis abre seu novo livro, para fechá-lo confessando que se distanciou do tema prometido. Ele de fato faz uma crônica pessoal dos acontecimentos em questão, fala de suas personagens centrais, João Goulart e os militares, ministros, políticos, intelectuais e jornalistas. O banco de dados de que se vale são suas próprias reminiscências. Embora não fosse protagonista, estava suficientemente próximo do centro para poder amarrar algumas de suas pontas desconexas. Como se trata, porém, de Paulo Francis, ninguém que lhe tenha acompanhado a carreira esperaria um relato frio, impessoal, impassivelmente analítico, nem ele mesmo se posiciona enquanto historiador –e reclama, aliás, da omissão dos profissionais, de quem cobra muito mais trabalho. As memórias do golpe/revolução, desde o começo, vão sendo entremeadas por suas considerações favoritas –sobre arte e literatura, religião e política, a mortalidade e a natureza humana. Uma de suas características sempre foi, não se pretendendo filósofo ou coisa semelhante, a de discorrer sobre tópicos assim sem resvalar na normatividade, nem abrir demasiadamente sua intimidade ao leitor, que é sempre mantido a uma distância civilizada. A criação dessa distância, maior que a da amizade, menor que a da estranheza, talvez seja a chave de seu estilo e depende, seguramente, de seu modo de começar, conduzir e fechar uma frase ou período, do desenvolvimento da argumentação que, não raro, envolve o interlocutor numa digressão para interrompê-lo com uma síntese epigramática. Sua insistência em chamar as opiniões de opiniões permite que seja lido mesmo por quem –excluindo-se os dogmáticos– não as compartilha. Mas não é tanto o prazer da digressão

61 novos profissionais que apoiarão saúde dos policiais militares mineiros

O Sistema de Saúde da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) obteve mais uma conquista, após a conclusão do Estágio de Adaptação de Oficiais (EADO) dos 61 novos profissionais que apoiarão saúde dos policiais militares mineiros. Na postagem publicada pela PMMG foram destacadas informações sobre a solenidade, especialidades e carreira dos 61 novos profissionais que apoiarão saúde dos policiais militares mineiros. Solenidade de conclusão do EADO dos 61 novos profissionais que apoiarão saúde dos policiais militares mineiros A festejada solenidade policial militar de encerramento do EADO, foi “realizada na última sexta-feira (23) […] na Academia da PMMG, localizada no bairro Prado, em Belo Horizonte, e contou a presença do Comando-Geral da Instituição, autoridades e familiares dos formandos. Naquela oportunidade, “o Comandante-Geral da PMMG, Coronel Helbert Figueiró de Lourde” enfatizou que: A atenção especial ao público interno e seus dependentes, nosso maior bem, é algo que temos que cuidar com extremo zelo e comprometimento. Por isso, hoje temos a grata satisfação de concluir mais um estágio de adaptação de especialistas para a nossa área de saúde. Os concluintes do EADO convidaram, para apadrinhá-los no ato solene, “a Tenente-Coronel Karla Cristina Mancini da Silva, Diretora Clínica do HPM, Oficial da turma do EADO de 1993, graduada em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e com especialização em Pediatria.” Especialidades dos 61 novos profissionais que apoiarão saúde dos policiais militares mineiros Após a conclusão do EADO, realizado pelos 61 novos profissionais que apoiarão saúde dos policiais militares mineiros, ocorre substancial reforço ao “quadro de especialistas” do Sistema de Saúde da PMMG. Assim, entre os concluintes do EADO, há “médicos especializados em Clínica Geral, Cirurgia Torácica e Pediatria, enfermeiros, farmacêuticos e fisioterapeutas respiratórios que atuarão no Hospital da Polícia Militar (HPM) na capital e nos Núcleos de Atendimento Integral à Saúde (NAIS) localizados no interior de Minas.” Presente na solenidade, o Coronel Márcio Flávio de Moura Linhares, Diretor da Unidade Integrativa do Sistema de Saúde, da PMMG, salientou “a chegada dos novos profissionais é um ganho enorme porque recompõe os serviços oferecidos pelo Hospital Militar e faz a alocação em diversas cidades mineiras de profissionais de saúde, permitindo um melhor atendimento aos policiais militares.” e concluiu: Este investimento tem um retorno imediato tanto para o policial militar e seus familiares, quanto para a sociedade. A Carreira dos 61 novos profissionais que apoiarão saúde dos policiais militares mineiros O ingresso do concluinte do EADO “no Quadro de Oficiais da Saúde (QOS) da PMMG”, ocorreu mediante “concurso público no início de 2017” e “foi realizado em quatro etapas”. A última etapa foi o EADO, “iniciado em 28 de dezembro de 2017 e realizado de maneira inédita pela Escola de Formação de Oficiais da PMMG.” Na realização do treinamento policial militar, “os novos Oficiais desenvolveram várias atividades e participaram de palestras, treinamentos e visitas técnicas que propiciaram o contato direto com a atividade operacional. Eles também participaram de desfiles, conheceram a cultura institucional, os documentos e normas que regem a Corporação e as diretrizes do Comando-Geral.” Concluído o EADO, os 61 novos profissionais que apoiarão saúde dos policiais militares mineiros foram “nomeados ao posto de 2º Tenentes QOS”, tornando-se “aptos a atuar em atividades de prevenção de doenças e promoção de saúde física e mental, em conformidade com as normas expedidas pela PMMG, coordenando, controlando e monitorando os resultados alcançados.” Naquela solenidade, compareceu, também, o Coronel Robson José de Queiroz, comandante da Academia da Polícia Militar do Prado Mineiro, Unidade Integrativa do Sistema de Ensino, da PMMG. E, o coronel Queiroz, destacou: A Academia cumpre seu papel ao entregar à Polícia Militar profissionais de saúde aptos a estarem juntos com todos os policiais militares em qualquer frente de trabalho e linha de combate Com as informações da PMMG

Lições que vêm do além-mar

No jornal Diário de Notícias (DN), encontra a postagem “O segredo da Finlândia é todas as escolas serem igualmente boas”. Foi destacado que “Em Lisboa para participar numa conferência sobre educação, a ministra Sanni Grahn-Laasonen falou ao DN na residência da embaixadora Tarja Laitiainen no Restelo.” Naquele DN, foi igualmente enfatizado que: Destacando o respeito da sociedade finlandesa pelos professores e a autonomia de que estes gozam, a ministra da Educação finlandesa admite que com as raparigas a obterem resultados escolares tão melhores do que os colegas do sexo masculino, a preocupação agora no seu país é evitar que o abismo cresça e “procurar formas de motivar os nossos rapazes a estudarem”. Eis a transcrição, na íntegra, da entrevista publicada: A Finlândia foi considerada há dias o país mais feliz do mundo, a educação é essencial para essa felicidade? Claro que sim. Ficámos muito surpreendidos e felizes com o resultado. Celebrámos o nosso centésimo aniversário em 2017 e isso deu-nos uma excelente oportunidade para olharmos para o que alcançámos desde a independência. Passámos de um país muito pobre e distante para o mais feliz do mundo. Estamos no topo de muitos rankings. A educação teve um papel crucial. Estou muito orgulhosa por os ministros que vieram antes de mim terem desenvolvido o sistema de educação finlandês constantemente. Por isso nos tornámos um dos países com um dos melhores desempenhos. O ensino é uma profissão muito popular na Finlândia. Muitos dos nossos jovens talentosos querem ser professores. É uma profissão respeitada. E isso tem uma explicação histórica. Antigamente, havia pequenas comunidades muitas vezes com um só professor para ensinar as crianças. Quisemos dar a cada criança igualdade de oportunidades. Independentemente do passado familiar. Como mãe, agradeço que a minha filha possa ir à escola mais próxima e que seja tão boa como qualquer outra na Finlândia. Esse é um dos segredos da nossa educação: que todas as escolas sejam igualmente boas e que todas ofereçam a melhor educação. O respeito pelos professores é um dos segredos da educação finlandesa, outro é dar liberdade às crianças para serem crianças? Sim. Quase não há exames nacionais e os professores são profissionais com muita formação. Todos têm mestrado. Damos-lhes muita autonomia, de forma a que possam escolher os materiais que usam, os métodos que usam. São eles que decidem como ensinam, onde ensinam. Claro que temos um plano nacional de educação, que foi recentemente renovado, mas os professores têm autonomia e acho que isso nos deu excelentes resultados. Uma das maiores queixas dos pais em Portugal é o excesso de trabalhos de casa. Como é na Finlândia? Também temos trabalhos de casa, mas não muitos. E os dias de escola são bastante curtos. Por exemplo, quando a escola começa, aos 7 anos, só têm quatro horas de aulas por dia. Não temos de ter dias longos e muitos trabalhos de casa graças à alta qualidade dos professores. Depois as crianças podem ter passatempos. Não queremos que a nossa escola seja demasiado stressante. Queremos que aprender seja divertido. Muitas escolas oferecem atividades para os alunos, sobretudo os mais novos. E estamos a tentar diversificar a oferta. O que pode Portugal aprender com o sistema de ensino finlandês? Podemos esperar mais cooperação? Já cooperamos bastante. O meu colega português do Ensino Superior e Ciência [Manuel Heitor] visitou a Finlândia no início do ano. E eu estou muito feliz por participar nesta conferência, com o sindicato dos professores. No futuro podemos trocar mais ideias e aprender uns com os outros. Estou a fazer contactos e espero que o nosso sistema de educação seja ainda mais aberto e internacional. Há universidades finlandesas que têm acordos com universidades portuguesas. Direito de voto, primeiras deputadas ainda antes da independência. As mulheres finlandesas sempre foram pioneiras. Isso deve-se muito à educação? A educação teve um impacto muito forte. Eu, por exemplo, sempre achei que queria ter ambos: uma carreira e uma família. Não havia cedências. Para isso é importante que os pais também assumam as responsabilidades em casa e com os filhos. A Finlândia tem sido muito ativa na construção de uma sociedade igualitária. E espero que isso continue no futuro. Quero viver num país em que a minha filha de 4 anos pode ser aquilo que quiser quando crescer. Não importa se se é rapaz ou rapariga ou em que família se nasceu. Neste momento na Finlândia chegámos ao ponto em que as raparigas estão a ter resultados tão melhores do que os dos rapazes, e estamos preocupados que esse abismo possa crescer nos próximos anos. E estamos à procura de formas de motivar os nossos rapazes a estudar. Na Finlândia têm uns kits de maternidade que incluem, entre outras coisas, três livros, um deles para o bebé. Nunca é cedo de mais para começar a educar uma criança? Não. E segundo as últimas investigações, é importante começar a ler para a criança ainda antes de esta nascer. É importante começar cedo. Nós temos este kit de que estamos muito orgulhosos. É uma forma de apoiarmos as jovens famílias e encorajá-las a ler, o que é importante mais tarde para a criança. Quando uma família está à espera de um bebé, receber o kit é um momento maravilhoso. Traz roupas, fraldas e outros produtos para o bebé. Têm exportado esta ideia. Há países interessados no kit? Sim. Vários países já se mostraram interessados (México, uma experiência no Canadá). Em 2016 lançou uma campanha contra o racismo e o discurso de ódio. Estes são novos desafios da educação? Sim. Temos discutido muito isso a nível europeu. Temos de combater juntos o populismo, mas também as redes sociais, que dão cada vez mais espaço aos discursos de ódio. Temos de educar os jovens para pensarem de forma crítica. Comentários postados Até o momento da edição deste post, foram localizados os seguintes comentários: “Funciona. porque á dinheiro, moral, e não têm apendices ou parasitas sociais e os politicos dão o exemplo correcto, e não a imagem de irem, para o poder e

192 policiais militares sul-mato-grossenses concluíram o Curso de Formação de Sargentos

Uma postagem da Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul (PMMS) informa que 192 policiais militares sul-mato-grossenses concluíram o Curso de Formação de Sargentos. A cerimônia policial militar foi realizada na manhã da última sexta-feira (16), no Centro de Ensino, Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CEFAP), unidade de educação profissional, responsável pela formação dos 192 policiais militares que se habilitaram, conquistando o direito à promoção de 3º Sargento da PMMS. Leia mais informações, no post publicado, no portal da PMMS, e transcrito a seguir: O Curso de Formação de Sargentos (CFS) “Turma Subtenente PM Gláucio Mendes de Souza (in memoriam)” é a demonstração do compromisso do Governo do Estado, da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública e do Comando-Geral com os policiais militares, que objetiva manter fluxo regular de ascensão profissional na carreira de todos integrantes da corporação. Esta foi a 24ª turma CFS no CEFAP, que teve a finalidade de aprimorar os conhecimentos, habilidades e atitudes de liderança, necessários ao exercício da nova função. Neste dia 16 o Comandante-Geral, no uso de suas atribuições legais, promoveu por mérito intelectual, respectivamente como: 1° colocado o 3° sargento Rodrigo Silva da Costa; 2° colocado a 3° sargento Cristiane Louzada Ferreira de Oliveira; 3° colocado o 3° sargento Moacir Rodrigues da Costa. O 3° sargento Walter Ferro, orador oficial da turma, agradeceu os instrutores e a Deus pela proteção e pelo sacerdócio de ser um policial militar. Citou vários momentos vividos no curso que os fizeram crescer como profissionais. Concluiu dizendo “que os formandos CFS 2018 serão mais do que “carregar divisas”, seremos “OS SARGENTOS”, pois sabemos da responsabilidade de assessorar os superiores hierárquicos, zelar pela camaradagem entre os pares e tratar com dignidade, respeito e urbanidade os subordinados”. Durante a solenidade de formatura militar, além de receberem as divisas da graduação, os formandos homenagearam personalidades que contribuíram para suas qualificações profissionais. Foram, nesta oportunidade, 19 pessoas homenageadas. Conforme o Comandante-Geral da PMMS, coronel Waldir Ribeiro Acosta, “com a conclusão deste Curso, teremos mais 192 policiais militares que passaram por um período de aprimoramento de conhecimentos, que resultarão em uma melhoria nos atendimentos, proporcionando uma maior sensação de segurança à sociedade sul-mato-grossense”. O coronel Waldir ressaltou ainda, que os cursos que estão se encerrando são políticas de governo, que promove a valorização profissional dos integrantes da nossa corporação. Para o Secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira, que no ato representava o Governador do Estado de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja Silva, a formação dos novos 3º sargentos é um empenho de esforços do Governo do Estado, SEJUSP e da PMMS e contribui significativamente com a segurança pública do Estado. Participaram, também, da solenidade o Chefe do Estado Maior da PMMS, coronel Paulo Rogério de Carvalho Silva, o Subcomandante do Corpo de Bombeiros Militar, Luiz Antônio de Melo, a presidente do FAF, senhora Maria aparecida Galende Acosta, juntamente com Comandantes de unidades, chefes, diretores e outras autoridades civis e militares. Veja a galeria de fotos, clicando aqui Com as informações da PMMS

Policiais militares tocantinenses participarão do “seminário sobre a promoção de Direitos Humanos através da padronização de condutas”

Uma postagem do portal da Polícia Militar do Estado do Tocantins destaca que os policiais militares tocantinenses participarão do “seminário sobre a promoção de Direitos Humanos através da padronização de condutas”. Conforme salientado naquele portal, “o Seminário de Aspectos Jurídicos do Procedimento Operacional Padrão da Polícia Militar do Tocantins para a promoção dos Direitos Humanos”, “Será realizado, na próxima sexta-feira” (16), “no auditório do Quartel do Comando Geral (QCG) da PM, em Palmas, às 08 horas”. Além dos profissionais tocantinenses de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, ao evento, deverão comparecer “membros do Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública e especialistas da corporação militar.” Naquela oportunidade, “serão abordadas, em mesa redonda”, questões temáticas sobre “abuso de autoridade; utilização da força, efetiva promoção dos Direitos Humanos através das ações do estado; principais demandas das pessoas vulneráveis e a manutenção e proteção dos direitos e garantias individuais pela Polícia Militar.” Leia mais informações, sobre o”procedimento operacional padrão” e o debate acadêmico programados, para o evento definido e publicado, no post do portal da PMTO, e transcrito a seguir: Procedimento Operacional Padrão (POP) O Procedimento Operacional Padrão (POP) é um instrumento técnico-científico voltado à atividade operacional, que visa a padronização das condutas policiais militares do Tocantins. O manual é formado por sete módulos divididos em 57 processos e 128 procedimentos em quase 500 páginas de conteúdo. O objetivo, é que a partir do POP, o policial militar seja subsidiado com informações teóricas e práticas para adequar-se as várias situações impostas na execução da profissão. A população em geral é a maior beneficiada com a ação da PM, conforme ressaltou o capitão Vinícius Dourado Moreira Lima, um dos organizadores do seminário. Para o diretor geral de Ensino, Instrução e Pesquisa da PM, tenente-coronel Dosautomista Honorato de Melo, os militares estão sempre se atualizando para manter o compromisso da instituição. “A Polícia Militar está preparando melhor o seu capital humano, deixando eles prontos para atuar operacionalmente com esse Procedimento Operacional Padrão. A PM busca a capacitação do policial militar para trabalhar junto à sociedade”, declarou. Debate acadêmico O debate acadêmico que faz parte da programação do seminário contará com a presença dos seguintes convidados: Márcio Soares da Cunha, juiz de Direito; Beatriz Regina de Mello, promotora de Justiça; Letícia Cristina Amorim, defensora Pública e o coronel Marcelo Falcão Soares, chefe de Estado-Maior. Com as informações da PMTO

Policiais militares baianos participaram do “I Encontro de Comunicação Social com as unidades da região” Norte do Estado

A iniciativa do “Departamento de Comunicação Social” e do “Comando de Policiamento da Região Norte” para realizar, em Juazeiro-BA, o “I Encontro de Comunicação Social”, na última “quarta-feira (14)” foi considerada muito significativa. No encontro, compareceram os policiais militares e profissionais “que atuam na gestão de assessoria de imprensa e também de mídias sociais da PMBA, fazendo esclarecimentos e ajustando procedimentos […] que gerem os conteúdos de comunicação social das unidades instaladas na região norte.” Leia outras informações, no post publicado, no portal da Polícia Militar do Estado da Bahia (PMBA), e transcrito a seguir: […] Outra contribuição primorosa foi a do professor da Universidade do Estado da Bahia, mestre em Comunicação Social e Jornalismo, Emanuel Andrade, que trouxe temáticas discutidas atualmente no ambiente acadêmico, mas que repercutem diretamente na atuação das tendências das relações estabelecidas no contexto jornalístico que passam por significativas mudanças com o advento dos conteúdos virtuais. A receptividade e a interação da plateia foi o termômetro para a avaliação do encontro. Para a tenente Alana Borges, assessora da 76ª CIPM, os conhecimentos discutidos no encontro contribuirão para o aprimoramento das relações com os veículos e profissionais de imprensa. “Aprender sobre produção de conteúdos para a imprensa e mídias sociais, como nos portar perante uma entrevista, o que falar ou o que não falar, todas essas orientações são essenciais para a nossa atividade, estou muito feliz e realizada com a oportunidade!” Concluiu. A exemplo da iniciativa promovida pelo CPRN, a Polícia Militar da Bahia apoia e contribui com a difusão do conhecimento e sedimentação da doutrina institucional afeta à comunicação social para, cada vez mais, gerarmos conteúdos de qualidade que ocupem os diversos veículos de comunicação de forma a protagonizarmos ações de destaque e que denotem o compromisso e o grande empenho da nossa tropa com a população baiana. Com as informações da PMBA

“Encerramento do IX Curso de Formação de Agentes” da Polícia Nacional de Cabo Verde

Uma postagem do portal da Polícia Nacional de Cabo Verde (PNCV) informa que, na última sexta-feira (9), pelas 9h30min, aconteceu o “ato solene de encerramento” do “Encerramento do IX curso de Formação de Agentes da PNCV”. Realizada “no Centro Nacional de Formação”, a cerimônia foi presidida “por Sua Excelência, o Ministro da Administração Interna, Paulo Rocha. Na solenidade de formatura, foram entregues os diplomas aos novos agentes cabo-verdianos que realizaram uma “demonstração de Técnica de Defesa Pessoal e entre outras aptidões aprendidas durante o curso.” Os “120 agentes” concluintes do curso participaram, durante 180 dias, das atividades que abrangeram “diversos ramos da corporação e técnicas policiais” e “serão colocados nos diferentes Comandos e Esquadras do país, de acordo com as necessidades atuais de cada estrutura orgânica da PN.” Com as informações da PNCV

OFICINA REDATORIAL GUIMARÃES ROSA.

A partir do início de abril de 2018, organizarei uma sala de aula de Português, em Bom Despacho, para até sete (com o mínimo de cinco) alunos por turma, na Rua Pedro Simão Vaz, 217, Jardim dos Anjos. Cuidarei de dois cursos destinados a alunos de qualquer idade, a partir de catorze anos, e escolaridade igual ou superior à nona série: 1.Gramática e Estilística da Língua Portuguesa; 2.Técnicas de Redação pela Totalidade Verbal e Articulação Dialético-Estrutural da Língua Portuguesa. Cada curso abrangerá carga-horária mínima de sessenta módulos-aula de cinquenta minutos cada um, executados à razão de dois ou quatro módulos-aula semanais, de segunda a sexta-feira. Preço: R$ 200,00 (por aluno) por nove módulos-aula mensais (dois módulos-aula semanais). Taxa de matrícula: R$ 60,00. Ao longo de ambos os cursos, implementarei orientações indispensáveis à prática e ao hábito da Leitura Sinfrônica: santo remédio para a abertura de cabeça. Não aplicarei o tal para-casa a meus alunos, muito menos abrirei minhaOficina ao acompanhamento do para-casa adotado na rede escolar. Conto com a eficaz e saudável divulgação boca a boca deste meu projeto estratégico-pedagógico, para cujo sucesso preciso da colaboração de meus Amigos e Amigas, especialmente de quem conhece meu trabalho de Professor de Língua Portuguesa. Professor João Bosco de Castro: celular (31) 98432-1539.

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