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ESPAÇO CAMÕES NA MESAMARIANO.

A Fundação Guimarães Rosa ─ FGR recebeu em seu Auditório ( Rua das Chácaras, nº 210, Bairro Mantiqueira/ Venda Nova, em Belo Horizonte-MG), na manhã de 27 de setembro de 2019, a Academia Epistêmica de Mesa Capitão ─ Professor João Batista Mariano ─ MesaMariano, para a realização da respectiva Trigésima Quinta Reunião Epistêmica, nutrida na palestra ESPAÇO CAMÕES: OFICINA DE SABERES, LETRAS E ARTES, brilhantemente proferida pela Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro, Esposa do Presidente do Sodalício Epistêmico Marianiano, Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro. A sumosa exposição oferecida por Beatriz a Acadêmicos e Convidados, por meio de texto e rico suporte audiovisual, agradou a todos, mercê de sua elegância pessoal e linguística, a par de sua zelosa articulação de mensagem dissertativa, narrativa e descritiva, com belas e objetivas imagens do Espaço Camões: Oficina de Saberes, Letras e Artes, acervo de erudição e cultura acumulado, escrito e esculpido-insculpido por seu Marido, ao longo de trajetória vivida e coparticipada por ele, como estudante, policiólogo, militar, professor, camonólogo, pesquisador e artífice das coisas e conhecimentos palpitantes no vastíssimo Universo da Natureza e Cultura. Em sua relevante Palestra, Beatriz mostra ao seleto Grupo de Ouvintes a diversidade sociocultural do Espaço Camões, principalmente a Biblioteca de Obras Literárias, Didáticas, Filosóficas, Gramaticais, Filológicas, Antropológicas, Historiográficas, Religiosas, Artísticas e Policiológicas ─ nesse nicho incluídas as consistentes nas Ciências Policiais, Ciências Militares da Polícia Ostensiva, Teoria da Ética, Deontologia Policial-Militar, Crítica Textual e Políticas Públicas e Preservação da Ordem Pública─, enfaticamente os Livros, Ensaios, Poemas, Contos e o Romance escritos e publicados por João Bosco de Castro, além das muitas e variadas Coletâneas e Antologias nas quais estão os prefácios, engenhos de Crítica Literária e Produções Poéticas de sua lavra, concomitantemente com prêmios poéticos e epistêmicos vencidos por ele ou a ele conferidos. Beatriz encerra sua Palestra, gloriosamente, com a leitura de Miscigênese, poema de João Bosco de Castro oferecido à morenice de Maria Ramos de Castro, Mãe dele. Como reconhecimento do respeitável e elevado valor de sua Palestra, Beatriz recebe da Academia Epistêmica de Mesa Capitão-Professor João Batista Mariano ─ MesaMariano importante Certificado. Após a publicação desse Trabalho Intelectual realizado por Beatriz Campos de Paulo e Castro, outras considerações a respeito da Trigésima Quinta Reunião Epistêmica da MesaMariano completam esta notícia do PontoPM. Eis a inteira Palestra proferida e apresentada pela Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro, inclusive o Poema MISCIGÊNESE, de João Bosco de Castro, dedicado à Mãe dele, Dona Maria Ramos de Castro!…: Palestra de Beatriz Outros registros sobre a Trigésima Quinta Reunião Epistêmica da MesaMariano: Após conferido o Certificado à Palestrante, o Presidente da MesaMariano, Acadêmico Epistêmico-Fundador João Bosco de Castro, apresenta o Expediente da Sessão, no qual anuncia ao Areópago o fim de seu segundo mandato em tal cargo, encerrável em 25 de fevereiro de 2020, e pede aos Acadêmicos e ao Conselho-Diretor a realização de processo eleitoral para o mandato seguinte. Nas Efemérides do Período Epistêmico, João Bosco de Castro toma a palavra em louvor ao mês de junho, com referência à Biografia e à Obra Metafórica de dois Próceres da Literatura Brasileira: o Poeta e Romancista mineiro João Guimarães Rosa, nascido em 27 de junho de 1908, e o Dramaturgo e Romancista paraibano Ariano Vilar Suassuna, nascido em 16 de junho de 1927. O Presidente do Conselho-Diretor da MesaMariano, Acadêmico Epistêmico e Coronel Pedro Seixas da Silva, elogia o desempenho da Palestrante Beatriz Campos de Paulo e Castro e anuncia a cessão de verba programada para a elaboração e publicação da Coletânea de Biografias de Patronos e Próceres do Sodalício, a ser organizada e prefaciada pelo Presidente João Bosco de Castro. A Fala do Acadêmico teve a coparticipação da Confreira Gleisa Calixto Antunes, para elogiar a Palestrante e abordar a tardia publicação da Coletânea de Biografias de Patronos e Próceres do Areópago; do Confrade Luiz Carlos Abritta ( Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais), para elogiar a densidade e a beleza da Palestra de Beatriz Campos de Paulo e Castro, cujos texto e audiovisuais ele considera finamente realizados com amor e poesia, e  oferecer à MesaMariano, ao Espaço Camões e aos Presentes à Sessão Epistêmica exemplares do Livreto sobre Camões e Os Lusíadas, organizado e composto por Ele e pela Acadêmica Ismaília de Moura Nunes; do Confrade Antônio Carlos Cabral de Aguiar  (Gestor da  FUNDAMIG), para elogiar a maravilhosa Palestra de Beatriz e oferecer, com dedicatória honrosa, ao Espaço Camões um exemplar da edição de bolso da Carta de Pero Vaz de Caminha, organizada por Sílvio Castro e publicada por L&PM Pocket. O Confrade Ari de Abreu oferece ao Espaço Camões, particularmente a João Bosco de Castro, com dedicatória afetuosa, um exemplar de Encontro Rosiano em Prosa e Verso, Coletânea Literocientífica da Academia de Letras João Guimarães Rosa da PMMG. O Confrade Isaac de Oliveira e Souza fotografou e filmou a Sessão Epistêmica e a Palestra de Beatriz, as quais publicará em seu prestante Portal PontoPM. O Presidente João Bosco de Castro enaltece os Trabalhos Epistêmicos, ao elogiar a beleza frásica e a importância histórico-sociológica da Palestra ESPAÇO CAMÕES: OFICINA DE SABERES, LETRAS E ARTES (redigida, produzida e apresentada pela Odontóloga Beatriz Campos de Paulo e Castro), agradece a coparticipação de Acadêmicos e Convidados, especialmente à Fundação Guimarães Rosa e aos citados Oferecedores de Livros anotados nesta notícia, anuncia nossa Reunião programada para o dia 13 de dezembro de 2019 ─ quando este Silogeu Epistêmico celebrará o Prêmio Cel. Alvim ─, e encerra esta Sessão Epistêmica. Veja as imagens destacadas a seguir: Clique aqui para ver a apresentação da palestra, sobre o Espaço Camões. Veja, também, os seguintes vídeos:

Nova Liderança na PGR

A nova liderança de Procuradoria Geral da República (PGR) será conduzida, doravante, por Augusto Aras, atual subprocurador-geral . A confirmação do indicado, pelo Presidente Jair Bolsonaro, foi referendada, nesta data, nas duas legítimas instâncias do Senado Federal. A primeira, foi na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), do Senado Federal, onde foi sabatinado, quando Aras obteve 23 votos favoráveis. A segunda, foi ratificada, no Plenário daquela Casa legislativa, após 68 senadores firmarem seus votos favoráveis. Os trabalhos da CCJ duraram aproximadamente 5h30min, quando se manteve firme diante das indagações, com respostas convincentes. Mostrou-se decidido e disposto, conforme pronunciou, a dar continuidade do papel fundamental da Procuradoria-Geral da República (PGR), na instrumentação e funcionalidade dos Poderes Republicanos e Sociedade. Tanto que, durante a sabatina, declarou: Reafirmo o compromisso de atuação firme, mas equilibrada, imparcial, independente e comprometida com a Constituição Federal e com a defesa dos direitos fundamentais. As indagações sobre o duplo papel, na operacionalização do Direito, daquele que exercerá nova liderança na PGR, foram muitas. Porém, todas esclarecidas. Isso porque “Aras entregou à CCJ documentos que comprovam que devolveu sua carteira da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e que se desvinculou da sociedade do escritório de advocacia que leva seu nome.” Fez questão de ressalta, à guisa de esclarecimentos, “que membros do Ministério Público admitidos antes da Constituição de 1988, como é seu caso, podem exercer a advocacia, desde que não advoguem contra a União.” Desse modo, se dispõe a dedicar-se integralmente às atividades de principal executivo da PGR. Os parlamentares interessaram em saber a opinião do subprocurador-geral que coordenará a nova liderança na PGR. Questionaram-no sobre a continuidade da Lava Jato. Por sua vez, Aras renovou o compromisso de a PGR dar continuidade aos trabalhos ora desenvolvidos, quando afirmou que: (…) a operação traz boas referências em torno de investigações, tecnologias, modelos e sistemas, mas toda e qualquer experiência nova traz também dificuldades. “Eu sempre apontei os excessos, mas sempre defendi a Lava Jato, porque a Lava Jato não existe per se. A Lava Jato é resultado de experiências anteriores que não foram bem-sucedidas na via judiciária. A Satiagraha, a Castelo de Areia, o Banestado, a Sundown, são todas operações que antecedem a Lava Jato. E esse conjunto de experiências gerou um novo modelo, modelo esse passível de correções, e essas correções espero que possamos fazer juntos. Não somente no plano interno do Ministério Público, mas com a contribuição de vossas excelências, porque é fundamental que aprimoremos o combate, o enfrentamento à macrocriminalidade. Mas é nossa intenção levar a experiência da Lava Jato para os estados e municípios como padrão de excelência a ser seguido. Mas sempre com o respeito à Constituição e às leis” (…). Outras informações sobre o pronunciamento de Augusto Aras, são encontradas aqui.

O São João de Braga.

Braga é a mais antiga cidade de Portugal. Criada antes de Cristo, pelos Romanos, que a dedicaram a Augusto César, está localizada no norte de Portugal, na Região do Minho em alusão ao Rio homônimo que divide Portugal e Espanha. É uma região com uma paisagem verdejante, terra do Vinho Verde e de romarias seculares onde o povo reza, canta e dança com uma alegria contagiante. Nela, o povo é carinhosamente conhecido por Minhoto ( que, para Caldas Aulete, é a “pessoa nascida ou que vive no Minho”. Assim, em Braga, os minhotos celebram, anualmente, a festa de São João de Braga. Nas muitas tradições, evidenciam-se os usos e costumes, Sobre eles, muito se poderia dizer, assim como dos trajes: os famosos trajes Minhotos — particularmente os das mulheres — sem esquecer os “lenços dos namorados”. Braga, além de ser a mais antiga cidade de Portugal, é, também, a terra onde se brinca o Vira, a Chula (Minhota) e o Malhão, entre outras danças populares e tradicionais. Em 1144, a Santa Sé, através do Papa Lúcio II, pela bula Devotionem tuam, de 1 de Maio de 1144, aceita a vassalagem, o censo e a doação do território e dá a D. Afonso Henriques, o título de “dux Portugallensis“, sendo portador da Carta, Dom João Peculiar, Bispo de Braga.  Contam as tradições da Igreja Católica em Braga que as distâncias entre a Santa Sé e a cidade de Braga no, norte de Portugal, foram vencidas por Dom João Peculiar e que no dia de São João, 24 de junho daquele mesmo ano, foi entregue a D. Afonso Henriques o documento da Santa Sé que antecede à Carta da Criação do Estado Português, que se deu em 1179, sendo considerado o mais antigo Estado do mundo . Surge a partir de então, um sentimento de reverência ao Santo da Igreja Católica, que nas palavras de Cristo é o maior Homem nascido de Mulher. São João é o único Santo da Igreja Católica que se comemora a data de nascimento – 24 de junho – e a data do martírio – 29 de agosto.  A festa de São João de Braga difere das restantes festas sanjoaninas de Portugal pela sua história, tão antiga, grandiosa e memorável, feita pelas pessoas da sua comunidade. Uma festa que preserva e revitaliza a identidade histórica e social dos festejos sanjoaninos de Braga, promovendo e afirmando as tradições e a etnografia da cidade como reflexo da alma bracarense.  Nascidas em 1150, data em que é fundada uma igreja dedicada ao São João na cidade de Braga, foi ao longo dos tempos as festividades que se afirmaram como uma das festas de São João que mais pessoas envolvia, sobretudo em número de espectadores. As festas de São João de Braga são conhecidas pelo seu caráter de romaria, evidenciado na noite de 23 de junho. A maior noite do ano arranca com um cortejo, que em tempos era sinônimo da espontaneidade da comunidade bracarense. Em 1893 foram unificados os dois festejos sanjoaninos existentes até então na cidade: os do São João da Ponte e do São João  do Souto. Se o primeiro tinha como característica principal a realização de uma feira franca, que acontecia na envolvente capela de São João, o segundo juntava às habituais celebrações religiosas uma procissão, onde o cortejo sanjoanino com a Dança do Rei David e o Carro dos Pastores eram os protagonistas. Com atividades onde o profano se fundia com o religioso, a Corrida do Porco Preto converteu-se num dos momentos mais importantes do calendário sanjoanino de Braga, a que se juntaram, já no século XVIII, os mascarados e bailes bíblicos. Em tempos, os romeiros da cidade, vindos das zonas mais rurais de Braga, juntavam-se no centro histórico de Braga e rumavam, por entre cantares e danças, até ao Parque da Ponte, onde, como devotos que eram, rendiam homenagem ao São João. A caminhada festiva era feita por homens e mulheres trajados dos pés à cabeça, com oferendas que levavam ao Santo Precursor e nem os instrumentos musicais ficavam para trás. Atualmente, recriando a tradição, o cortejo das Rusgas –  Grupos Folclóricos que mantêm a tradição das danças, músicas e trajes da Região do Minho – tem-se o Desfile Etnográfico da Festa de São João de Braga com a sua concentração no Campo da Hortas e saindo da zona do Arco da Porta Nova segue depois pela rua D. Diogo de Sousa e rua do Souto, terminando na Avenida Central o epicentro da romaria, juntando os mais diversos grupos culturais da cidade no arranque da noitada de São João onde as marteladas e os alhos porros não faltam. As festas de São João de Braga acabaram por se confirmar como as festas maiores da cidade de Braga, vendo o número de eventos, de instituições, de pessoas envolvidas e de espectadores crescer ano após ano. Veja mais fotos: Fontes consultadas: Arquivo Nacional Torre do Tombo. Associação das Festas de São João de Braga. Igreja Católica em Braga

A Força Pública no Nordeste Mineiro – 3ª Parte

3.2.5 Gestão Estratégica para Resultados da Paz Social: a partir de 2011… Do Controle Científico da Polícia Militar nasce a Gestão Estratégica para Resultados da Paz Social, ao longo de Minas Gerais, com assento no profissionalismo policial-militar resultante do esmero, autenticidade, legitimidade e espírito público, e pronto para a produção de serviços públicos de proteção e socorro sociais à Comunidade e ao Cidadão. Somente se obteve esse grau de desempenho policial-militar confiável e eficaz, mercê da Educação de Polícia Militar, em todos os níveis da Qualificação Tecnoprofissional de habilitação coerente com capacitação profícua e objetivamente mensurável, de acordo com os parâmetros garantidos pela pujança humanística, metodológica e estratégico-pedagógica do Ensino, Pesquisa, Extensão e Treinamento, sob a certeira batuta da Academia de Polícia Militar do Prado Mineiro. Nessa fase da Gestão Estratégica para Resultados da Paz Social, o Nordeste Mineiro, gerido pela 15ª Região de Polícia Militar, ganhou a 14ª Companhia de Polícia Militar Independente, sediada em Araçuaí. Além de todas essas conquistas de polícia ostensiva e preservação da ordem pública, a Força Pública Mineira — Polícia Militar de Minas Gerais — representa outras vantagens socioculturais ao Nordeste Mineiro. 3.2.6 Vantagens Socioculturais da Polícia Militar ao Nordeste Mineiro. 3.2.6.1 Banda de Música. Em dezembro de 1987, o então Tenente-Coronel Jaime Gotelipe Júnior (oriundo do Sétimo Batalhão de Polícia Militar/Bom Despacho), Comandante do Décimo Nono Batalhão de Polícia Militar, recebeu na Sede de sua Unidade, em Teófilo Otoni, para ministrar aulas de música aos Militares interessados em compor a Banda de Música do ainda jovem “Sentinela do Nordeste Mineiro”, dois Sargentos-Músicos: João Jorge dos Santos, do 10º BPM/Montes Claros, e Guilherme Figueiredo, do 2º BPM/Juiz de Fora. A partir de 5 de junho de 1988, quando recebeu instrumentos musicais Weril, doados pela Prefeitura Municipal de Teófilo Otoni, os dois mencionados Militares-Regentes começaram, em regime de tempo integral, a ministrar aulas de prática instrumental a vinte outros Militares da Unidade matriculados na promissora Banda Musical. Em 7 de setembro de 1988, para as Festividades do Dia da Pátria, a pequena mas garbosa Banda de Música do 19º BPM saiu, pela primeira vez, às ruas, para execução do Hino Nacional Brasileiro, Canções Heroicas, Dobrados Militares e outras peças do Patrimônio Musical do Brasil. À tarde do mesmo dia cívico, a valorosa Banda abrilhantou as Cerimônias de Abertura da Exposição Agropecuária de Teófilo Otoni. Em 2005, inaugurou-se a Sala dessa relevante Banda abençoada por Santa Cecília, em favor da Arte de Enterpe, sob o zelo militar, em Teófilo Otoni e Vales do Mucuri, São Mateus e Baixo-Jequitinhonha. Em 2007, a Banda de Música do 19º BPM passa a integrar a Estrutura da Assessoria de Comunicação Organizacional da Décima Quinta Região de Polícia Militar. Assim, os benefícios socioculturais e estéticos oferecidos por essa já experiente e cativante Banda de Música podem chegar, mais facilmente, às diversas Unidades Policial-Militares, Cidades e Distritos dos Vales constitutivos do histórico e folclórico Nordeste Mineiro. 3.2.6.2 Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Teófilo Otoni. A Unidade Escolar do Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Teófilo Otoni representa valioso apoio educacional de até Ensino Médio a Militares e respectivos Dependentes dos Quadros de Pessoal da 15ª Região de Polícia e suas Unidades, com malha curricular eficaz e arejada pelos fluidos melhores do respeito, disciplina, dedicação aos estudos, postura cívica, etiqueta e compromisso com a decência, humanização, dignidade, honestidade, compostura, liberdade sem libertinagem e vontade de automelhoramento integral do Indivíduo e Agregados Sociais. Vagas disponíveis, se as houver, serão cedidas a Pessoas da Comunidade Civil. 3.2.6.3 Orientação de Crianças e Adolescentes Contra o Uso de Drogas Ilícitas. Dádiva grandiosa é o PROERD  ̶  Programa de Prevenção e Erradicação do Uso de Drogas desenvolvido por Militares Especialistas nessa Campanha Educativa na 15ª Região de Polícia Militar e respectivas Unidades, em favor da Tranquilidade Pública, no seio das Famílias, Escolas, Entidades Socioeducativas e, prioritariamente, entre Crianças e Adolescentes. O PROERD desenvolvido pela Polícia Militar de Minas Gerais é considerado um dos melhores e mais efetivos do Mundo. 3.2.6.4 Ações Sociais em prol da População Civil e Militar do Nordeste Mineiro. Campanhas de vulto social são desencadeadas por Policiais Militares no Nordeste Mineiro, como distribuição de alimentos e medicamentos a Civis e Militares. O ponto alto dessas Campanhas, em Teófilo Otoni e Nordeste Mineiro, pela 15ª Região de Polícia Militar e respectivas Unidades, é o desempenho qualificado, proativo e confiável de Oficiais e Praças do Quadro de Saúde da Polícia Militar integrantes dos Núcleos de Assistência Integral à Saúde, em favor da Família Militar. Extensivamente a Civis, os mesmos Profissionais Militares de Saúde proferem palestras e ministram ensinamentos sobre hábitos saudáveis e atitudes indispensáveis à melhor qualidade de vida e à preservação da saúde. Dessas ações importantes de cunho social, fora de aquartelamento, a Banda de Música Militar participa e ilumina a imagem institucional da Polícia Militar, nos seguintes projetos: a) Musicoterapia: tocata em hospitais e casas-lares; b) Em Favor do Ser: tocata em presídios e casas de recuperação; c) Sonata Familiar: homenagem externa a Militares recém-transferidos para a inatividade; d) Banda nas Escolas: estímulo aos Alunos para compostura cívica e apreciação de hinos e canções patrióticos; e) Sons do Mucuri: formação musical de Crianças e Adolescentes de bairros periféricos, pela positiva exploração do Folclore e Cancioneiro do Nordeste Mineiro; f) Celebra 100: homenagem a aniversariantes centenários; g) Praça Feliz: tocata em Praças Públicas de Teófilo Otoni e Região. 4 CONCLUSÃO A Polícia Militar — Força Pública Estadual — de Minas Gerais sempre cuidou da Felicidade Pública do Norte Mineiro, com a missão de garantir, como Força do Povo, com abnegação, disciplina, hierarquia, respeitabilidade, coragem, sacrifício, espírito de corpo, devoção ao bem contra o mal e preparo profissional e tecnocientífico elevado e compatível com os recursos tecnológicos, técnicos e educacionais de cada época histórica de sua existência, a Paz Social, pela efetiva Polícia Ostensiva e zelosa Preservação da Ordem Pública, em todo e qualquer Município ou Distrito da Região, ao Cidadão e sua Família, em favor da liberdade, propriedade, segurança e resistência contra a opressão,

A Força Pública no Nordeste Mineiro – 2ª Parte

3 A PROTEÇÃO PÚBLICA EM TEÓFILO OTONI, NO VALE DO MUCURI E ADJACÊNCIAS. 3.1 Antes do 19º BPM e 15ª RPM Dos primórdios do século XVIII, permeados pelo Período Imperial, ao fim da República Velha, no Brasil, quando ainda se impunha o Código do Sertão, raros Destacamentos de Polícia cuidavam da segurança de Minas Gerais. O Serviço Público de Policiamento Fardado nos Vales do Rio Doce, Mucuri, São Mateus e Baixo-Jequitinhonha, a partir da Nova República e Estado Novo, sob as luzes da Revolução Liberal de 1930 e da Revolução Constitucionalista de 1932, até meados de 1982, era realizado, empiricamente, pela Força Pública de Minas Gerais, por meio dos Destacamentos e Contingentes Policiais integrantes dos 3º, 6º e 10º Batalhões sediados, respectivamente, em Diamantina, Governador Valadares e Montes Claros, e Delegacias Especiais de Captura confiadas a Oficiais da mencionada Força (principalmente contra matadores profissionais pagos os tenebrosos pistoleiros, ladrões de gado, salteadores de fazenda e malfeitores de garimpo e garimpagem). Dentre esses Delegados Especiais de Captura às vezes, concomitantemente, nomeados para o cargo de Delegado Especial de Polícia, sobressaem dois dignos Oficiais: Coronel José Geraldo Leite Barbosa (autor de duas preciosidades: POLÍCIA EDUCATIVA e ASPECTO POLICIAL DE MANTENA), em Ataleia e cercanias, e Coronel Pedro Ferreira dos Santos, o Desbravador do Vale do Rio Doce, com épicas incursões no Nordeste Mineiro (Vales dos Rios Mucuri, São Mateus e Jequitinhonha), ambos formados nas primeiras Turmas do Curso de Formação de Oficiais do Departamento de Instrução do Prado Mineiro (fruto do Curso da Escola de Sargentos do Tenente José Carlos de Campos Cristo, de 1927, do Curso Militar e Propedêutico do Professor-Complementar-Capitão João Batista Mariano, de 1929-1932). Em 3 de março de 1934, inaugurava-se o Departamento de Instrução. Em minhas eras de pré-adolescente, na Vila Militar do Machado de Prata (o Sétimo Batalhão, ainda de Infantaria), em Bom Despacho-MG,ouvi, exatamente em 1961, da sábia e empolgada boca do então Capitão Fleuri da Silva Ribeiro homéricas narrativas sobre as diligências do valente e impetuoso Capitão Pedro Ferreira dos Santos, desassombrado e assombroso Delegado Especial de Polícia e imbatível Delegado Especial de Capturas, ao longo de Figueira do Rio Doce hoje, Governador Valadares e Nordeste de Minas Gerais, de Ataleia por Itambacuri e Teófilo Otoni, aos escabrosos rincões fronteiriços de Minas Gerais com Espírito Santo e Bahia. Fleuri contava-me passagens várias do Capitão Pedro Ferreira dos Santos o futuro Coronel Pedro, ora jocosas, ora tétricas, ora heroicas. Em sua fala cativante e verossímil, o narrador cuidou de uma quadra heptassilábica acerca dos feitos do bravo civilizador e famoso Policial Mineiro Capitão Pedro, lá pelas bandas de São Domingos do Araçuaí. Eu já lera, àquela época, no Cancioneiro Nordestino, a mesma quadra sobre as proezas do Capitão Virgulino Ferreira da Silva na épica vastidão das Caatingas: “Lampião vêiu? Num vêi não! Pruquê num vêiu? Num sei não!” Segundo o Capitão Fleuri, naqueles tempos saudosos do laço-húngaro nos galões, na calçada do Bangalô 13 da dita Vila Militar de Bom Despacho, onde morávamos (Ele morava com sua esposa Dona Eva no Bangalô 15), a quadra famosa não se referia a Lampião, o Comandante-Supremo do Cangaço Nordestino, mas ao insuperável Capitão Pedro, o Delegado de Capturas de todos os Vales do Nordeste Mineiro, incluídas as Plagas de São Domingos do Rio dos Chapéus: “Capitão Pedro vêiu? Num vêi não! Pruquê num vêiu? Num sei não!” Muitos anos após isso, li, já em 1990, em Antônio Dó, tratado de Etnopoliciologia do Antropólogo-Coronel Saul Alves Martins (2ª ed. — Belo Horizonte: Interlivros, 1979, página 61), decorrente de sua Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais na Universidade Federal de Minas Gerais, os mesmos quatro versos, acrescidos de outros dois, mais longos, sobre as trapalhadas urdidas pelo Alferes Félix Rodrigues da Silva, o terrível e impiedoso Alferes Felão. Sobre as diligências desse Oficial dos 1º e 3º Batalhões de nossa Força Mineira, especialmente aquelas desencadeadas nas Veredas do Urucuia, Médio-São Francisco, Carinhanha e Alto-Jequitinhonha, eis trecho da dita página 61 de Antônio Dó, de Saul Alves Martins: “Sim, era verdade. Com a fama [do Alferes Felão], que já corria há tempos nas veredas do sertão, apareceu a cantiga em torno de seu nome e de seus atos. O vulgo sabe castigar os opressores e premiar os generosos. Em todos os lugares e culturas há registros de bons exemplos da força da sabedoria popular. (…) Assim dispostos e estimulados por uma taca de couro cru, a roda girava [de Urucuia a São Felipe…], lenta e cadenciada, ao ritmo de pancadas no assento de uma cadeira de tampo de sola, à guisa de tambor, batidas por um dos soldados que se colocara ao centro, enquanto a assistência, em coro, ia cantando: Felão vêiu? Num vêi não! Pruquê num vêiu? Num sei não! Felão, Felão, Felão, O Alfere da Maldição!” Na página 352 de Serrano de Pilão Arcado: a saga de Antônio Dó (de Petrônio Braz: romance histórico, Editora Saramandaia, 2ª ed., 2011), lê-se: Todos de mãos dadas — ordenou o Alferes [Félix Rodrigues da Silva, o Felão]. Comecem a cantar. Houve um silêncio. Até os soldados pararam de rir. — O que é que tão esperando? Sacou o revólver e atirou no meio do grupo. (…) — Andar em roda, um atrás do outro, cantando. Um tiro fez todos obedecerem. Cantaram: Felão veio? Não veio, não. Por que é que não veio? Não sei, não. Espora no pé tá tinindo. Foguete no ar tá zunindo. Felão, Felão, Felão, O Alferes da maldição. (…) Felão sentia um prazer mórbido. Sua exaltação aumentava cada vez mais. (…)”. Com tanta repetição dessa cantiga sobre valentões, sinto mais bafejos de verdade nos textos de Saul Alves Martins e Petrônio Braz. Não sei se o bravo labutador e estrategista Caçador de Pistoleiros, o Capitão Pedro Ferreira dos Santos, da Força Pública Mineira, em São Domingos do Araçuaí ou em qualquer outro recanto de suas peregrinas diligências de Delegado Especial de Polícia e Delegado Especial de Capturas, tenha motivado tais versos ou deles tenha merecido alguma paródia. Delegado

A Força Pública no Nordeste Mineiro – 1ª Parte

1 INTRODUÇÃO. Sob os parâmetros da Metodologia Historiográfica, pouco se pesquisou e escreveu sobre a História da Polícia Militar no Nordeste Mineiro. Convidado pelo operoso Instituto Histórico e Geográfico do Mucuri — de cujos Quadros faço parte, como também dos da Academia de Letras de Teófilo Otoni — para ocupar algumas páginas de sua Revista a ser publicada ao fim deste primeiro semestre de 2019, com um texto sobre a Polícia Militar no Mucuri e em Teófilo Otoni, decidi atender-lhe com este Ensaio A FORÇA PÚBLICA NO NORDESTE MINEIRO. Escrevi-o com base em nichos eletrônicos da 15ª Região de Polícia Militar e 19º Batalhão de Polícia Militar da PMMG, escorados em algumas de minhas reflexões interpretativas, poucos Escritores e importantes notícias narradas por Oficiais de nossa respeitável Corporação da Paz Social Mineira.

O Espectro da Direita no Brasil

(…) é a aliança espúria entre os que escrevem e não aparecem com os que aparecem e não escrevem (…). W. Waak Publicado no último dia 9 (domingo) e divulgado, no portal Gazeta do Povo, “O Espectro da Direita no Brasil” é um excelente convite à reflexão de temas atuais. Por isso, vale a pena assistir ao vídeo mostrado abaixo. Nele Luiz Felipe Pondé, do canal Democracia na Veia, conversa, descontraidamente, com seu convidado, o jornalista político William Waak. São trinta minutos de lições a muitos profissionais e muitos deles (eram 1941, até o fechamento desta postagem) firmaram seus comentários. Daqueles comentários, destacamos: Os que foram mais apoiados: Finalmente alguém falou da Globo com a propriedade de quem esteve dentro. (962 gostaram e nenhum contrário); Poderia ficar escutando por horas. O nível é muito alto, muito legal a entrevista. Parabéns! (341 gostaram e nenhum contra); Adoro ouvir vida inteligente no planeta Terra. Está escasso aqui no Brasil. (212 gostaram e nenhum contra). Outros comentários: (…)Ótima entrevista, parabéns, porém tenho algumas ressalvas: 1) O Zeitgeist esquerdista foi manipulado, fato simples que prova isso é o Brasil ter uma população de maioria conservadora ter apoiado ideais de esquerda autodestrutivas durante tanto tempo, e o mesmo Zeigeist ter aparecido em todo o Oeste e ao mesmo tempo com pouquíssimas variações. 2) Nunca houve jornalismo parcial, a única coisa que tínhamos era um jornalismo inquestionável por falta de ferramental para tal, isso acabou, o cristal quebrou e isso é bom a médio e longo prazo. 3) O mundo ocidental de tempos em tempos sempre desafia suas grandes instituições, sempre foi assim, 3 movimentos no mínimos são necessários para encontrar a síntese. 4) A imprensa americana de hoje não é mais anglo saxônia a muito tempo, isso talvez explique a falta de compromisso com os fatos da CNN (conspiracy national network “CNN’s Ratings Plummet 33%” ) e isso está acontecendo c WP ,NYT e por aí vai. 5) O mundo é e sempre foi tribal, aceite assim como você aceita os fatos, pois é apenas mais um. 6) Creio que você confunde a noção de Estado com Nação e este é um dos pontos de críticas da direita aos liberais “globalistas”, nação é identidade e se baseia em (tradições, religião, etnia, instituições, história, geografia … ) o Estado não tem a obrigação de conservar nada disso. Brilhante análise sobre os desacertos e incompreensões do Grupo Globo diante da guerra cultural e da imensa onda político-social que se avolumava desde 2013. É notório que o Grupo Globo perdeu o rumo da história e se apequenou perante a sociedade. A direita acha que a Globo é de esquerda e a esquerda acha que a Globo é de direita… Enquanto não superar essa visão vai ficar nesse embate. Mas quando é noticiado um fato por essa mesma mídia que convém ao indivíduo, este faz questão de compartilhar. Aí que está a hipocrisia. Se não gosta, procura outro veículo de comunicação e pare de se prender ou depender só da Globo. Sou de esquerda e tenho um profundo respeito por esses gigantes que deveriam ter mais voz no debate democrático. Essa é a direita que eu respeito e que está escassa no momento. Estão de parabéns pelo programa, mais um inscrito. Abraço! (…) No portal evidenciado acima, encontra-se o seguinte comentário: Um excelente bate-papo entre Luiz Felipe Pondé e William Waack sobre as diferenças dentro da direita brasileira, a perda de credibilidade da nossa imprensa e os imbecis que transformam as redes sociais em guerra tribal sem espaço para qualquer debate inteligente.(…) Você, caro leitor, poderá concordar ou discordar das opiniões destacadas e compreender melhor o posicionamento, do entrevistador e do entrevistado, sobre “O espectro da direita no Brasil”. Conforme foi destacado naquele portal “Vale muito dedicar 30 minutos do seu tempo para acompanhar os insights de ambos: “. Eis, então, nossa sugestão: se possível, assista ao vídeo abaixo! Depois, deixe tua opinião! Com as informações dos portais: Democracia na Teia e Gazeta do Povo.

A língua órgão, escrita e a oralidade nas fake news.

As conquistas das tecnologias das informações e comunicações, na história da civilização humana, são incontáveis. Começaram com a língua órgão, na articulação da língua falada, e multiplicada, segundo o episódio bíblico da Torre de Babel. Passou pela língua escrita, evidenciada, por Peter Drucker, como a primeira revolução da informação. Depois, da complexidade das línguas escrita e falada, houve o favorecimento à oralidade. Esta, tem-se ampliada, com o uso intensivo daquelas tecnologias, vias das fake news, nesses tempos de pós-modernidade. A língua órgão, escrita e falada são objetos de estudos da ciência A língua órgão é indispensável à falada A língua, enquanto órgão, é estudada pela Anatomia. É “órgão muscular situado na cavidade bucal que serve aos processos de mastigação, deglutição e articulação dos sons da fala.” Tem singular importância na pronúncia, ou fonética, destacada como “disciplina que estuda e descreve os sons das língua naturais na sua realização concreta (articulação, características físicas e percepção), independentemente da sua função dentro de um ou mais sistemas linguísticos”. A língua falada é propagada pela escrita A língua falada e escrita são nomes femininos. Compõem a linguagem humana expressada de várias formas, inclusive, pela linguagem figurada. Esta, segundo Massaud Moisés, “diz-se dos processos linguísticos de alteração das palavras ou do pensamento, por meio da mudança na disposição usual dos membros da frase, ou da transformação semântica dos vocábulos.” A língua falada e escrita são explicadas pela Linguística, e assim conceituadas: “1. ciência que tem por objeto de estudo a linguagem humana, desde o plano da língua até ao plano do discurso” “2. estudo comparativo das línguas humanas nos seus aspectos científico e histórico”.   Então, a língua falada1 tornou-se oralidade, descrita como a “qualidade daquilo que é falado”. A língua escrita2, por sua vez, tornou-se “modalidade de realização da língua que recorre a um suporte gráfico e exige adequação discursiva que tenha em conta o facto de o destinatário estar ausente no tempo e no espaço”. Aplicações da língua órgão, escrita e oralidade nas fake news Há muitos registros, em documentos antigos, sobre a língua órgão, escrita e oralidade. Nos textos bíblicos, a exemplo do que foi citado anteriormente, encontram-se 141 referências, ora de uma, ora de outra. São 109 citações no conteúdo veterotestamentário e 32 no conteúdo neotestamentário. Na Epístola escrita por Tiago, de modo específico, há um alerta sobre o “tropeço na palavra” e o efeito danoso da língua órgão, conforme destacado a seguir: Meus irmãos, não sejais muitos de vós mestres, sabendo que receberemos um juízo mais severo. Pois todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, esse é homem perfeito, e capaz de refrear também todo o corpo. Ora, se pomos freios na boca dos cavalos, para que nos obedeçam, então conseguimos dirigir todo o seu corpo. Vede também os navios que, embora tão grandes e levados por impetuosos ventos, com um pequenino leme se voltam para onde quer o impulso do timoneiro. Assim também a língua é um pequeno membro, e se gaba de grandes coisas. Vede quão grande bosque um tão pequeno fogo incendeia. A língua também é um fogo; sim, a língua, qual mundo de iniquidade, colocada entre os nossos membros, contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, sendo por sua vez inflamada pelo inferno. Pois toda espécie tanto de feras, como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se doma, e tem sido domada pelo gênero humano; mas a língua, nenhum homem a pode domar. É um mal irrefreável; está cheia de peçonha mortal. Com ela bendizemos ao Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.Da mesma boca procede bênção e maldição. Não convém, meus irmãos, que se faça assim.Porventura a fonte deita da mesma abertura água doce e água amargosa? Meus irmãos, pode acaso uma figueira produzir azeitonas, ou uma videira figos? Nem tampouco pode uma fonte de água salgada dar água doce.” (Tiago 3:1-12) Na história da humanidade, o tempo testemunhou a evolução da língua falada e escrita. Registrou as muitas tragédias consequentes da comunicação indesejável, a despeito da limitação dos meios de propagação. Porém, nos tempos atuais, ainda, circulam mensagens indevidas e em grande quantidade. A maioria delas tem conotação destrutiva. Não importa os efeitos danosos causados. São denominadas de fake news. Com as informações das fontes destacadas.

Governar ou conchavar, eis o desafio

Efeitos de uma mensagem publicada pelo WhatsApp. O desafio de governar ou conchavar surge de uma postagem do Estadão, assinada por Tânia Monteiro, nesta sexta-feira (17). Comunicou que o Presidente divulgara “em diversos grupos de WhatsApp um texto de ‘autor desconhecido’ que trata das dificuldades que ele estaria enfrentando para governar.” Das explicações da jornalista, verifica-se que:  O texto diz que o presidente está sofrendo pressões de todas as corporações, em todos os Poderes e afirma que o País “está disfuncional”, não por culpa de Bolsonaro, mas que “até agora (o presidente) não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou”. Naquela postagem, constou que o presidente explicou, “por meio do porta-voz”, quando “procurado pelo Estado [sic] para comentar sobre a mensagem”. Então, foi publicado o seguinte texto: “Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o País de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!” Outras considerações daquela postagem, destacadas entre aspas nesta postagem: governar ou conchavar, teriam sido buscadas com interlocutores e outras fontes, são evidenciadas a seguir: (…) Ao compartilhar o texto, o presidente escreveu:  “Um texto no mínimo interessante. Para quem se preocupa em se antecipar aos fatos sua leitura é obrigatória. Em Juiz de Fora (06/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: Essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar. Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões.” (…) consideram o desabado reproduzido como “muito grave” e “preocupante”. (…) o presidente está se deixando tomar pelas “teorias de conspiração” (…) No final da postagem, o convite à leitura do seguinte “da forma como o presidente compartilhou em grupos de WhatsApp: TEXTO APAVORANTE – LEITURA OBRIGATÓRIAAlexandre SznTemos muito para agradecer a Bolsonaro.Bastaram 5 meses de um governo atípico, “sem jeito” com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal “presidencialismo de coalizão”, o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado. Na próxima eleição, tudo poderia mudar. Infelizmente não era isso, não era pontual. Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita. Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política. Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos “ana(lfabe)listas políticos”?A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando. É fato inegável. Está assim há 519 anos, morto, mas procriando. Foi assim, provavelmente continuará assim.Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações. Que sempre venceram. Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes. Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível. É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada. Não se sabe como será reconstruído. Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela. A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações.

Moçambique, Notre-Dame de Paris e a Riqueza das Nações

No momento recente da história vimos acontecer duas grandes catástrofes que demonstram claramente o uso do poder econômico para o soerguimento de um povo. Uma catástrofe refere-se ao cataclismo devastador sobre um país na costa africana e a outra sobre um monumento icônico da sociedade urbana europeia reportado em muitas imagens; produções artísticas; movimentos sociais, políticos, econômicos e das ordens – militares, religiosas e filosóficas. Tanto numa como na outra, os recursos financeiros são essenciais para o restabelecimento das memórias perdidas, quer seja em Moçambique, quer seja em Notre-Dame, o conjunto de memórias inertes, latentes e afloradas determinam esforços incomuns para o soerguimento material e imaterial. Mas por que Notre-Dame inflama os donos do dinheiro na mobilização para o soerguimento material e imaterial e o mesmo não acontece com Moçambique? A resposta pode ser compreendida a partir da obra de Adam Smith, o pai da economia moderna, em essência a riqueza das nações é a capacidade da moeda se transformar em moeda e a distribuição da riqueza ser consequência do processo produtivo e não apenas da distribuição em função de programas sociais. Os donos do dinheiro sabem que em Notre-Dame a moeda vai se transformar em moeda, ou seja, em Notre-Dame a moeda vai construir hipóteses para agregar valor ao Conhecimento, ao turismo, à vontade de crescer das artes e ciências manifesta pela capacidade de transformar do homem, que aliado aos recursos tecnológicos disponíveis transformará em esforços para restabelecer as memórias materiais e imateriais perdidas no incêndio. E por que isso não acontece em Moçambique? Simplesmente pelo fato de Moçambique ser um país fornecedor de matéria prima, um país que não gera Conhecimento, um país cujo capital intelectual e valor agregado do povo se aproxima das sociedades coletoras, um típico país onde a remessa de recursos financeiros desestruturados levariam a cooptação do homem, a sua subordinação ao Estado, a sua miséria determinada pelo assistencialismo, ou seja, em nada haveria transformação da moeda. Os órgãos transnacionais criados a partir da ONU já fizeram a sua parte e as evidências demonstram exatamente o que foi escrito no parágrafo anterior, que em suma diz: o problema da miséria não é a falta de recursos financeiros é o mal emprego e o desvio desses recursos para atender aos donos do poder nesses países. Exemplo claro e recente é a criação do Sudão do Sul, um novo país, com reservas expressivas de petróleo onde grupos guerreiam entre si pelo poder e a população morre de fome. Para os brasileiros com mais de 50 anos, temos os casos da seca no nordeste, onde as populações do centro-sul se mobilizavam para enviar recursos para o nordeste. O que os órgãos de inteligência apuraram? Os produtos, já no nordeste do Brasil, eram desviados e vendidos em armazéns e boutiques e o resto inservível era distribuído aos reais necessitados. Fazendo crer ao povo nordestino que a população do centro-sul só lhe mandava restos. Houve, inclusive, uma grande rede de televisão que fazia um programa voltado ao assistencialismo de crianças e captava recursos via telefone, ao final doava esses recursos ao UNICEF e lançava como doação própria dela, em clara fraude ao fisco brasileiro. Os dois exemplos estão dentro do Brasil e falam exatamente da captação de recursos com origens em pessoas físicas e em ambos revela-se o caráter ausente de princípios, valores e virtudes. É justamente isso que não mobiliza a opinião pública para o problema de Moçambique e que, ao contrário, mobiliza no caso de Notre-Dame de Paris, pois em Notre-Dame de Paris há a crença no correto emprego dos recursos financeiros, coisa impossível de se auditar num Governo. Apenas para reforçar essa reflexão, pergunto a você leitor: na hipótese de se aplicar o seu 13º salário, com o objetivo de comprar um bem, postergando o seu consumo, você o faria num banco que ao final proporcionasse uma remuneração do seu capital em 10% do lucro líquido originário das visitas à nova Notre-Dame de Paris ou o faria num banco que a remuneração fosse compatível com a produção agrícola de Moçambique? Não é preciso responder.

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